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BASEADA NA MANGA GOTAS DIVINAS DE TADASHI AGI E SHU OKIMOTO
Recentemente, comecei a ter medo do escuro.
Dez segundos.
Issei, desta vez, vais aos 50 metros.
Tu consegues.
Cinco.
Quatro.
Três.
Dois.
Um.
JAPÃO
Respira!
Issei.
Estás bem?
Como uma criança.
GOTAS DIVINAS
PROPRIEDADE CHASSANGRE PROVENÇA, FRANÇA
Não reconheço nada.
Nem eu. Está tão diferente. Não sei se está melhor ou não.
Ainda bem que está diferente.
São menos memórias da tua mãe.
Não me lembro de haver galinhas.
Não havia.
A Camille deve estar ansiosa por te mostrar tudo.
Sim, mas onde está ela?
Meu Deus!
Issei!
- Estás a asfixiar-me. - Desculpa.
- Desculpa. - É bom cá estar.
Sim.
Hirokazu-san, bem-vindo.
Muito obrigado, Camille.
É tão bom vê-lo.
Deem-me só um instante.
A Anita do concurso convidou-nos para uma mesa redonda.
É bom para nós!
Sim. Desculpa, tinha outra chamada. Podes falar.
Sim. Amanhã é ótimo.
Diz-lhe que fico feliz por me encontrar com ela.
Obrigada. Mais uma vez, obrigada.
Bem, vamos levar as vossas coisas lá para cima.
Tenho tanto para te mostrar.
Sim, está tudo muito diferente.
Sim. É fixe, não é?
- Viste as galinhas? - Sim.
Sabes, elas põem ovos.
- Boa. - Ovos orgânicos.
Que maravilha.
Que bom, chegaste!
Isto é de família?
Bem-vindo, Hirokazu-san.
Estava ansiosa por voltar a vê-lo.
- Mostro-lhe o seu quarto. - Mãe, ele não fala francês.
A Camille é do tipo de me fechar num armário.
- Diz que não sou apresentável. - Não és apresentável.
Não a ouça.
- Marianne, ele não fala francês. - Oui, oui.
Hirokazu, há quanto tempo não nos víamos? Há uns 35 anos?
Éramos miúdos.
Sinceramente, não o teria reconhecido.
É este o seu quarto.
O mergulho em apneia é de loucos.
A que profundidade foste?
Não muita.
Tentei os 50 na semana passada, mas não consegui.
Cinquenta? Metros?
Debaixo de água?
Podes morrer a fazer isso.
Sabes isso?
Podes morrer a atravessar a rua.
Ninguém atravessa a rua por diversão.
Não estou a criticar.
É só muito diferente do vinho, mais nada.
O vinho é aborrecido.
Como podes estar farto do vinho?
É a tua vida.
Dizem que, quando descem muito fundo,
onde é muito escuro,
encontram paz.
Conseguem ver coisas.
Peixes?
Visões.
Como tu tens visões, quando provas o vinho.
Não são visões.
São só coisas guardadas na minha cabeça.
Não têm nada de místico.
Como é que isto aconteceu?
Não sei.
Bem, o jantar está quase pronto.
Amanhã, faço-te a visita guiada, pode ser?
Parabéns a você
Nesta data querida
Para os meninos Camille e Issei
Muitos anos de vida
- Apaguem as velas. - Um, dois, três.
Bravo!
- Parabéns, querida. - Obrigada, mãe.
Bravo.
- As prendas. - Prendas.
Espera!
As nossas prendas primeiro.
Está bem.
Não querem as nossas prendas. Dá-me mais vinho, por favor.
- Para ti. - Obrigada. E para ti.
O que é isto?
- Não. - O que é?
Meu…
Não!
- Vejam! - Nem acredito!
Vimo-los na…
- Na feira dos vinhos de Londres, em maio. - Sim.
Dissemos que eram horrorosos.
Tão… tão horrorosos que jamais os usaríamos.
- E voilà. - Que bonito.
Tens de usá-lo esta noite, sim?
- Se tu usares o teu. - Sim.
Só por cima do meu cadáver.
- Agora, as nossas prendas. - Sim.
- Obrigada! - O que tem?
Estragam-nos com mimos! É para mim?
- Obrigada, Philippe. - São pilhas.
- Sabes o que é isto. - Sei.
- E esta… - O que é?
É um pequeno extra.
Obrigada. És amoroso.
O Talion vai ficar com a tua prenda.
Não quer dar a prenda dele.
O que se passa?
Não sejas tímido!
- Abram espaço. - Esperem.
Tenho algo para ti, mas não sei se lhe podemos chamar prenda.
- É muito misterioso. - Obrigada.
Não era preciso.
Claro que era preciso.
- Não era preciso… - Uma garrafa de vinho. Que original.
Obrigada.
Tinha instruções para a dar
a quem ganhasse a competição.
Instruções do vosso pai, claro.
- O que se passa? - Só um instante.
Pensei em ignorar as instruções.
Vou reformar-me. O meu trabalho está feito.
Talvez fosse melhor ter ignorado isto.
Nunca ninguém saberia.
E acho que, até esta noite, ignorei.
Mas, quando vires o que é, vais concordar que eu não o poderia fazer.
Não seria justo para ti.
É tua.
Tu escolhes o que fazer com ela.
Claro.
Vou ler.
"Segundo Plínio, o Velho,
'In vino veritas'. No vinho, há verdade.
E em nenhum vinho do mundo mais do que neste.
É a pura perfeição.
A ambrosia dos deuses.
A luz na escuridão.
O meu maior fracasso, em toda a minha vida,
foi nunca ter descoberto de onde era este vinho.
Portanto,
passo-te essa tarefa.
- Quem dos dois for. - Quem dos dois for.
- O herdeiro. - O herdeiro.
- O escolhido. - O escolhido.
Tens o dever de ter êxito onde eu falhei.
Se encontrares este vinho, significa que és melhor do que eu.
- Que me superaste. - Que me superaste.
- E poderei descansar em paz. - E poderei descansar em paz.
- Conto contigo. - Conto contigo.
- Alexandre Léger. - Alexandre Léger."
Bem, ele pode ir à merda.
Bolo?
Então, ias fazê-lo sem mim?
Sabia que estarias aqui.
De repente, o vinho já não é assim tão aborrecido?
A cor é muito clara.
Sim.
Parece um vinho evoluído.
Tu primeiro.
É a tua prenda.
Parabéns.
O cabrão tinha razão.
Não me faz lembrar de nada.
Mesmo nada.
É…
… é monocasta, isso é certo, mas…
Seja como for, não sei dizer de onde é.
Issei?
Estás bem?
Eu vi uma coisa.
Tive uma visão.
Também tiveste?
Não tenho visões. Eu disse-te.
E tu também não tens.
Olha, estamos a plantar árvores para darem sombra às vinhas.
E vamos ter ovelhas a comer as ervas e a fazer cocó entre as filas.
É como se estivéssemos a construir um forte contra as alterações climáticas.
O que é aquilo?
Coletores de vento.
Apanham o Mistral que sopra de nordeste.
E desce pelas torres, a 12 metros de profundidade,
onde temos piscinas cheias de água da chuva.
Então, o vento vem daqui
e nós encaminhamo-lo para as piscinas.
Depois, as piscinas arrefecem o vento
que mantém as adegas frescas, quando volta, por aqui.
Ar condicionado natural e grátis.
Dinâmica de fluídos.
Sim.
São três mil metros cúbicos de água.
É como uma piscina olímpica.
Mas só tem um metro de profundidade, portanto, não saltes.
Temos de falar do vinho.
Está bem, vamos falar do vinho.
Então, uma única casta, o travo amargo dá-lhe poder
- e o… - Eu vi o Mar da Tranquilidade.
O quê?
Na minha visão.
Eu estava na água com a Lua por cima de mim.
E afoguei-me.
Eu costumava achar que tinha um objetivo.
Mas, agora, não sinto nada.
Por isso vou mergulhar.
Para sentir.
Para me sentir vivo.
Para sentir o que costumava sentir.
Bem, pelo menos este vinho fez-te sentir alguma coisa.
Uma coisa má, mas alguma coisa.
Não é uma coisa má.
É uma inspiração, Camille.
Este vinho…
Tenho de descobrir quem fez esta coisa maravilhosa.
Então, queres fazer o que o nosso pai diz?
Outra vez?
- Provar que somos melhores do que ele? - Tiraste-me isso.
Eu era bom no que fazia.
E tu tiraste-me isso.
Lamento pelo que sentes.
Mas não te posso ajudar.
Não te peço ajuda.
Fizeste muito barulho, ontem à noite.
Estranho, não ouvi nada.
Bom dia.
Abusámos, ontem.
Eu e o Talion atirámo-nos ao uísque.
Não foi, Talion?
Camille, vais ficar feliz por saber que estou a sofrer.
Estás bem, Camille?
Não.
O Issei diz que lhe estraguei a vida.
- Ele disse isso? - Sim.
Praticamente. Por causa da herança.
E, agora, quer encontrar aquele vinho
e fazer-me sentir culpada por não o ajudar.
É isso!
Obrigada!
Cássis. Mineralidade.
É muito intenso.
Dá a impressão de um vinho velho, mas, ao mesmo tempo,
parece acabado de sair do lagar.
Pode ser um antigo Pinot Noir sur Gevrey ou…
… um Château Tilian.
Talvez um Château Tilian…
Enganas-te.
Bom dia, Issei.
Bom dia.
Desculpa, tinha de o provar.
É espetacular.
Porque estou enganado?
Um Pinot antigo não tem um aroma tão frutado.
Sabes onde o Alexandre obteve a garrafa?
Sim. Num leiloeiro em Paris.
Um tal de monsieur Lecrétois.
Tens o número dele?
LEILOEIRA LECRÉTOIS
A Adoração dos Magos.
Início do século XVIII.
Mas não foi por isso que me veio ver, Sr. Tomine.
Xavier Lecrétois.
Obrigado por me receber tão em cima da hora.
A informação está toda aqui.
A data do leilão, o catálogo,
o número do lote comprado por monsieur Léger.
Lote número 68.
Uma caixa de três garrafas da Adega Espanhola Família Lopez.
Uma das garrafas era um Jerez Oloroso.
Data estimada entre 1850 e 1860.
Napoleão III.
A licitação fechou nos 15 mil euros.
Falou em três garrafas.
As outras duas eram de tinto, sem rótulo.
Como esta?
Sim.
É incrível.
Quem as pôs a leilão?
Um anónimo.
E, seja como for, eu não lhe poderia dizer.
Nem pude dizer a monsieur Léger.
Lamento.
Posso ficar com isto?
Sim, pode.
Obrigado.
Boa sorte.
Adeus.
Quantos dias sem chuva, este ano?
Temos menos 65% de água, comparado com 2010,
e não choveu uma gota de janeiro a junho.
E a onda de calor na vindima não ajudou.
Daí as vossas renovações impressionantes.
E isso será um problema para o vinho?
Não, de todo. Tínhamos tudo previsto.
Trabalhamos nas combinações
introduzindo castas mais indicadas para o novo clima,
como a Counoise, que é menos doce do que a Grenache,
e o vinho tem menos teor alcoólico.
Mas vai poder provar. Tenho uma garrafa.
Alguns dos vossos vizinhos, que também fazem bom vinho,
irrigam as vinhas com água do subsolo.
O que pensam disso?
Compreendemo-los, claro.
Mas, se fizéssemos todos isso, no mundo inteiro, secávamos os rios.
Sabe o que dizem: "A vinha tem de sofrer para fazer um bom vinho."
Uma videira regada torna-se preguiçosa,
mas a videira que não tem água afunda as raízes a 50 metros
para ir buscar os minerais complexos encontrados num grande vinho.
Parece o seu pai.
Deve ser difícil viver na sombra de um homem tão excecional.
Acha que ele estaria orgulhoso de si?
- Penso que o meu pai não é relevante. - Claro que é.
Este é o legado dele. É a sua herança.
Ele está presente aqui, até no vosso desejo de mudar o mundo.
Está a agir exatamente como Alexandre Léger teria agido.
Não queremos mudar o mundo…
Claro que querem.
É Léger a 100%.
Cada centímetro quadrado, cada tijolo.
Como se quisessem provar
que são ainda mais revolucionários do que ele.
E, acreditem, eu entendo isso.
Querem deixar a vossa marca, como toda a gente,
mas o seu pai elevou muito a fasquia.
Peço desculpa.
Pode parar de falar dele, por favor?
Só estava a dizer que ele era um homem notável.
Se quer ir para a cama com ele, já é tarde.
Não, nunca quis ir para a cama com ele.
Julgo que a minha mulher não teria gostado.
Se me permite,
deve saber que a relação da Camille com o pai não era simples.
E se tudo isto for uma fantasia?
A vossa revolução…
Apenas um número de circo, um teatro.
Um gesto dispendioso de autopromoção de uma rapariga
que está desesperada por sair da sombra do pai,
mas que nunca conseguirá porque ele era um génio.
E ela é o quê?
Ela vai agora deixá-la com o seu noivo.
Acha que ela não sabe isso tudo?
O que as pessoas pensam dela, o que dizem.
Olhe à sua volta. Isto é obra dela, não do pai.
Obrigado.
Isto vai sair-nos caro.
Ela também não queria saber do que fazemos.
Cabra.
- Estás bem? - Ótima.
Vais abri-la?
Boa ideia.
Vamos a isso.
Toma.
O que estás a fazer?
Voilà.
O que se passa?
Nada.
ESPANHA
Olá.
Olá.
O Sr. Lopez está?
Pai!
O que se passa?
Sr. Tomine.
É uma honra.
Já conheceu o meu filho Fernando.
Venha.
- Ele é bom, não é? - Sim.
Ele tem treinado muito.
A mãe está muito orgulhosa.
Enfim, como foi o seu voo? Bom?
Sim, foi bom.
Este é o próximo vinho que vamos lançar no mercado.
Fresco e salgado.
Sim. O alvacento.
Quer dizer-me porque veio?
Não é comum um especialista como o senhor interessar-se na nossa produção.
Procuro um vinho tinto.
Mas, Sr. Tomine, como sabe,
a minha família é famosa pelos vinhos brancos de Jerez de la Frontera.
Não vendemos vinho tinto.
Tenho boas razões para acreditar que está ligado a este vinho.
É um vinho excecional.
Tinto. Mas de cor ligeira.
Evoluído.
Mas com notas muito presentes de bagas selvagens.
Groselhas-negras acabadas de apanhar.
Muito mineral com uma persistência aromática que eu nunca tinha provado.
Siga-me.
Este é o meu segredo.
A minha pequena operação.
Enquanto mantiver as vendas, o meu pai deixa-me gerir isto.
Até agora, pouca gente o provou.
Uso filtração por gravidade para manter a sua personalidade.
Para o ano, pela primeira vez desde 1910, este ano estará no mercado.
Orgulho-me muito dele.
Obrigado.
Tem um equilíbrio muito raro para um Cinsault.
Tem boas razões para estar orgulhoso.
Será engarrafado dentro de dois meses.
A tempo de a Camille Léger o incluir no próximo guia.
Não tenho qualquer influência sobre o que é incluído no guia.
Estou aqui porque um vendedor anónimo vendeu uma das suas garrafas
num leilão em Paris, há seis anos.
Um Jerez Oloroso.
O leilão fechou nos 15 mil euros.
Soube disso.
Gente que lucra à nossa custa.
Odeio-os.
A caixa tem outras duas garrafas.
Como esta.
- Sem rótulo? - Exatamente.
Preciso de o encontrar.
Por favor.
Nunca vi essa garrafa.
Mas sei quem tinha a minha.
Aquele Jerez Oloroso era único.
Quem era?
Um colecionador rico.
Um francês. Monsieur Poulenc.
Ele enlouqueceu e suicidou-se.
Os sobrinhos venderam tudo o que era dele.
Muito dinheiro.
Conhece-os?
Não. Mas conheci a esposa dele. Audrey Poulenc.
Alguém me disse que os sobrinhos a enfiaram num lar.
Um lugar chique para os ricos, algures em Marselha.
MARSELHA FRANÇA
A esta hora, estará a ver o mar.
Ficará feliz por ter uma visita.
Nunca ninguém a vem ver, coitada.
Mas ela é amorosa.
Não é muito faladora, mas é amorosa.
Espere um momento, por favor.
Sra. Poulenc, tem uma visita.
Olá.
A senhora fala inglês?
Chamo-me Issei Tomine.
Sou do Japão.
Não falo francês.
É minha.
Minha.
Meu. Meu. Meu.
Isto pertencia… ao Michel.
E o lote número 68?
Um conjunto de três garrafas.
Um Jerez Oloroso e duas garrafas de origem desconhecida.
Um milagre.
Ele dizia que era o seu tesouro.
Quantas garrafas é que ele tinha?
Onde as encontrou?
Trouxe-as de uma grande viagem que fez.
Aonde?
Algures.
Não me lembro.
Olá, Daï, estavas a dormir?
Olá.
Ainda estás no meio do nada?
Sabes como sou. Como estás?
Estou encalhado.
O que se passa?
É ali, sim?
Sinto-me confuso.
Issei, às vezes, tens de parar.
Sim, talvez.
Onde estás?
Em Marselha.
Marselha…
Tenho aí uma amiga que talvez te possa ajudar.
Olá!
És a Natasha?
É o amigo do Daï, o Sr. Tomine?
Trata-me por Issei.
Ele disse que precisavas de ajuda. Vem.
- Tens a tua licença? - Sim.
Então, mergulhas em Okinawa?
Quem é o teu instrutor?
O Kazuki Kuroda.
O Kuro.
NÚMERO DO ATLETA
ISSEI TOMINE (JAPÃO)
Certo, desceste aos 40 metros, em junho.
Tentei os 50, há dez dias.
O que aconteceu?
Ficou escuro. Entrei em pânico.
Então, porque mergulhas? Vai estar sempre escuro.
Antes, eu não tinha medo do escuro.
Tenho de superar este medo.
Está bem.
Vai correr bem. Já fiz isto.
Só tens de fazer o que eu disser.
- Está bem. - Qual é o teu tamanho?
Vamos ver.
Qual é o teu recorde?
Oitenta e três metros.
Mas hoje não se trata de quebrar recordes.
Quero conhecer-te.
Porque tens medo do escuro?
Acho que tenho medo do que possa ver ali.
Não há nada no escuro. É apenas a tua imaginação.
Às vezes, quando as pessoas descem muito fundo, têm visões.
Sim, mas não queres isso.
É a falta de oxigénio mesmo antes de o teu cérebro explodir.
Eu sei.
Tem cuidado.
Hoje vai ser uma coisa fácil.
Dezassete metros, mas é uma bonita gruta.
Ele está bem?
É um idiota.
Mete-lhe juízo na cabeça.
- Ficas com isto? - Sim, claro.
- Bom dia. - Bom dia.
Venho ver o Issei Tomine.
Sim. Ele está no quarto três,
mas tem de pôr máscara e usar o gel.
Certo.
Dói?
Pelo menos, chegaste aos 50?
Isto é por causa das visões?
Isto vai matar-te, Issei.
E não posso deixar que isso aconteça.
Não quero saber do vinho.
Mas quero saber de ti.
Portanto, vamos encontrá-lo.
Nós os dois.
Juntos.
Irmão e irmã.
Não estás sozinho, Issei.
Eu vou contigo.
O que foi?
BASEADA NA MANGA GOTAS DIVINAS DE TADASHI AGI E SHU OKIMOTO
Legendas: Cláudia Nobre
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