All language subtitles for Mr.Robot.S02E03.720p.BluRay.X264-REWARD

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian Download
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Como se tira uma máscara quando deixa de ser uma máscara,

quando é tão parte de mim como eu?

- Dez da manhã. - Ámen.

- Meio-dia. - Vida, amor...

- Duas da tarde. - Sou o Ray.

Manter-me tão são quanto possível

até ele desaparecer.

Eu não sou para ser deitado fora!

Acho-a revigorante... Jovem, ousada...

Exatamente o que estamos a precisar.

O FBI acredita que eu estou por detrás do hack.

O Gideon vai chibar-te.

Há qualquer coisa neste tipo que não bate certo.

Não confio nele.

Estamos numa guerra,

e eles estão a apanhar-nos,

um a um.

Tyrell Wellick e a fsociety

estiveram envolvidos neste ataque.

Bonsoir, Elliott.

Muito bem, pá, explica-me isso outra vez.

Porque me levas para uma sala de jogos?

Estou a tentar dizer-te, mas não ouves.

É esse o problema com a tua geração...

Demasiado défice de atenção para perceber este mundo.

Está bem, explica-me lá então.

Para perceberes mesmo,

temos de recuar a 1924.

Uma sociedade de marido e mulher, os Bedford,

abriu um espectáculo de aberrações, um santuário de anões

neste terreno.

Santuário de anões?

Sim, chamaram-lhe o Bedford Liliputiano...

Uma cidade em miniatura

à escala dos anões que a habitavam.

Também tinham outras aberrações...

O homem com cara de leão, a mulher amputada, merdas assim.

Mas o que dava dinheiro eram os anões.

Basta dizer que os Bedford eram um grande sucesso.

A fila de pessoas passava a esquina,

a maior atração de Coney Island.

Diz-se que num certo ano,

o marido acordou na manhã de Natal,

pegou num facalhão de cozinha,

abriu a garganta à mulher,

esfaqueou os filhos até à morte

e depois cortou os próprios pulsos.

Nunca se determinou um motivo.

Deus.

E agora para os anos 60.

Uma mulher chamada Mary Meghan Fisher decidiu comprar este sítio

e transformá-lo num salão de jogos da velha guarda...

Flippers, Skee-Ball, coisas do género.

Chamou-lhe "Jogos Jogos Jogos".

Um nome pouco subtil, se queres saber,

para não dizer repetitivo,

mas ao menos tinha clareza.

Mary Meghan até montou um barzinho

para poder embebedar-se com os amigos

e jogar bilhar à noite.

E assim o fez,

quase todas as noites.

Até que uma vez, em 86, a carripana foi tal

que ela caiu acidentalmente do banco do bar,

sobre o taco de bilhar que a própria segurava.

Aquilo entrou-lhe pelo pescoço.

Matou-a logo ali.

Mas porque estás a contar-me essas merdas?

O sítio permaneceu inativo até 2000,

quando o Ned Bosham o comprou sob o nome

Fun Society Amusement LLC.

Queria reabri-lo como um salão de jogos clássico.

Porque haveria alguém de abrir um salão de jogos em 2000

ultrapassa-me, mas ele meteu isso na cabeça,

era isso que queria fazer, e foi o que fez.

Há cerca de um ano, o filho mais velho, Harold, quis vendê-lo,

mas o Ned não estava para aí virado.

Então o filho mais velho, um simplório que queria dinheiro

para fazer o que os simplórios costumam fazer com dinheiro,

decidiu que o pai tinha de sair de cena.

Então roubou a espingarda de caça do irmão gémeo

e deu um tiro na cara do pai.

O que o Harold não contava,

tendo em conta que nunca tinha disparado uma arma,

era com o coice.

O coice foi tal que tropeçou e caiu

pela janela do vigésimo andar.

Quando atingiu o chão, a cabeça abriu-se

como uma melancia.

Toda esta agitação despertou o irmão gémeo, Clyde,

o qual, como o próprio me contou, estava no quarto

a passar pelas brasas quando aquilo aconteceu.

Quando por fim recuperou o norte,

foi preso pelo duplo homicídio

do irmão e do pai,

pois a arma estava no nome dele.

Como é que conheces o Clyde?

Foi meu companheiro de cela.

Este sítio deixou-o maluco.

Ele acha que está amaldiçoado.

A sério? Não me digas.

Antes de eu sair da choldra, deu-me as chaves disto

e fez-me jurar que lhe deitaria fogo

antes que causasse mais confusões.

Ele jura que isto está assombrado.

Que é o centro de todo o Mal no universo.

E acreditas nessa merda?

Foda-se, não, pá.

Estou demasiado falido para ser supersticioso.

De certa forma, essa conversa da treta mantém as coisas limpas

para seja o que for que precises de fazer.

Os registos públicos estão num limbo.

As pessoas lá no condado nem querem mexer nisto.

Estou a desviar-lhes electricidade da rede.

No que lhes diz respeito, isto não existe.

No mercado, custava-te

uns cinco mil por mês, mas como és tu

passo-o ao teu amigo por metade.

Então, Mobley, não te ponhas a olhar assim.

Sabes como é difícil para um ex-presidiário arranjar trabalho.

O dinheiro não é muito,

ainda por cima com as cataratas da minha mãe.

As contas estão a acumular-se.

Não estou aqui para te alugar isto, Romero.

Quero que venhas trabalhar connosco.

Nem pensar, pá. Acabei de sair.

Não quero voltar para lá tão cedo.

Pelo menos ouve o meu amigo.

Precisamos de um gajo para crackar telefones.

E tu és o melhor nessa merda.

Não venhas com falinhas mansas, meu sacana.

Não preciso que me digas que sou o melhor nessa merda.

Fui eu que a inventei.

Estás aqui para alugar isto ou encontro outra pessoa,

mas não posso envolver-me no que vocês andarão a fazer.

Isto é uma oportunidade de te vingares do sistema

que te roubou seis anos de vida.

Isto é um ponto de viragem.

Afinal quem é esse tipo?

Ele... É um bocado esquisito.

Mas vai adorar este sítio.

Ele tem um fraquinho por Coney Island.

Vais gostar dele.

Na verdade, vais detestá-lo.

Mas ele é um génio.

O melhor programador que já conheci.

E quer conhecer-te.

Quanto?

Não te ponhas a sorrir. Ainda não disse que sim.

O dinheiro vai ser o fator decisivo

e vai ser preciso muito mais para me fazer voltar.

A questão é essa.

De certa forma,

isto paga tudo.

Que foi feito do U e do N?

Isso?

É uma história para outra altura.

Tradução: Marco@Bitaites www.Bitaites.org.

Pânico. Aqui o temos outra vez..

Lembras-te?

Aquela súbita sensação de medo,

medo esmagador,

abrindo caminho sob o meu cérebro,

instalando-se confortavelmente.

Nidificando.

A gritar na minha mente.

É bom ouvir a tua voz.

Onde estás?

Ainda não estou onde sou suposto estar.

Mas em breve, muito em breve.

Manifestantes invadem as ruas em grande número.

Polícia e líderes comunitários

não sabem o que fazer a este ponto,

invocando que...

E onde é?

Não penso que seja uma boa ideia.

Achas que alguém está a ouvir?

Não me digas que estás com dúvidas.

Não me queiras ver preocupado contigo.

Preciso de saber o que se passa.

Não é seguro.

Gostava que fosse.

Quem me dera.

Penso muito em ti, Elliot.

Penso naquela noite

em que nos tornámos deuses.

Aquela noite.

Quero saber o que aconteceu.

Diz-me o que aconteceu.

Como ele disse, não é seguro,

não por telefone.

Não deixarei que me faças outra vez prisioneiro

da minha própria paranóia.

Se não és paranóico,

precisas de mim mais do que calculas.

Fizemos um acordo.

Querias falar com ele.

Tratei disso.

Não tenho culpa que seja maluquinho da cabeça.

Ele espera mesmo que eu acredite nisto?

Acabámos mesmo de falar com o homem mais procurado do planeta?

Porque raio lhes estás a perguntar a eles?

Ouviste-o. Falaste com ele.

Eu também falo contigo.

Que queres tu?

Fizemos um acordo. Eu tratei disso!

Que mais queres?

O que eu sempre quis:

que o pânico finalmente pare.

Notícias chocantes da noite passada.

Gideon Goddard, dono e CEO da Allsafe Cybersecurity,

considerada a zona de impacto dos ataques 5/9,

foi morto a tiro num bar em Manhattan.

O suspeito rendeu-se no local do crime.

O alegado atirador,

cujo nome ainda não foi revelado...

Mas não parará.

Fontes policiais descreveram-no

como insatisfeito, desempregado

e com antecedentes de perturbações mentais.

Só não percebo porque não pode mandar-me um novo.

Você nem sequer é da E Corp.

Bem, nunca pensei

que se deitassem todos na mesma cama.

Como posso pagar as minhas contas

se o pagamento automático deixou de funcionar?

Está alguém à porta.

Lá terei de telefonar outra vez.

Sim, como se você se importasse.

A porta está aberta.

Entre.

Olá, senhora Romero.

Não sei onde é que ele está.

Não o tenho visto.

Talvez lá em baixo.

Sabe como ele é.

Vai e volta, vai e volta.

Rome!

Onde estás, pá?

Rome?

Que merda de cheiro é este?

Rome?

Rome?

Merda.

Tornou-se também uma epidemia municipal para as famílias.

Vamos verificar com a Jessie

o estado do tempo para os cinco municípios.

Obrigado, Chris. Quem me dera poder dizer-te...

Comprei estes no Mel.

Lindos, não são?

É triste que a loja tenha fechado.

Ia deixá-la ao sobrinho.

O miúdo com a cara queimada.

Sabes do que estou a falar?

Como é que ele se chama?

Não me lembro.

De qualquer modo, com o que se está a passar com os camiões,

o Mel diz que as entregas novas já não estão a passar.

Além disso, agora que o subsídio

baixou para 50 dólares por dia,

ninguém gasta dinheiro em flores.

Juro, a única forma de suportar isto

é tomar o pequeno-almoço contigo.

Os Mets ganharam outra vez.

Vai ser o ano deles.

Sim, eu sei.

Eu sei, eu sei, eu sei, eu sei.

Tudo pronto?

Apanha.

Porra! Então?

Nunca consigo com essa merda!

Vai com calma com essa dose.

Não sou o teu guardião e podes crer

que não vou ser também o teu ceifeiro, topas?

- 'Bora! - Vamos!

Mas que problema estás a tentar resolver?

Como dizer-lhe que alguém de quem gostava morreu?

Estou bem.

Sabes, estás sempre a dizer o mesmo.

Então voltámos à morfina?

Não oiças.

O que pensas conseguir com isso?

Não é morfina.

É Adderall.

A culpa disto é tua.

De tudo.

Chegou a altura de livrar-me de ti.

Quando o núcleo do computador entra em pânico,

não há muito que se possa fazer.

Um erro interno fatal

é difícil de recuperar.

Quer dizer, topem bem:

Erro interno fatal.

Parece-me bastante mau.

Mas uma overdose de Adderall acabou por ser a minha forma

de controlá-lo.

Tem um minuto, senhor Alderson?

Isto é o FBI?

O Gideon chibou-me?

Socorro!

Não! Não!

PERDI O MEU DINHEIRO E A CABEÇA

Próxima paragem: Avenida DeKalb.

Por favor, mantenha-se afastado das portas.

Eu e o Elliot avisámos-te

que ele a vender drogas ia acabar mal.

Raios partam.

Porque é que estás a ser tão idiota?

Ele morreu.

Alguém te viu?

Só a mãe.

Que querias que eu fizesse?

Ela estava lá em cima.

Foda-se, Darlene.

Que fazemos?

Onde estou?

Que estão a fazer?

Para que é isso?

Para que é isso?

Não, esperem!

Não.

Não!

Isso mesmo.

Tira esse Adderall do teu sistema.

Lindo menino.

Tira esses comprimidos de merda

do teu sistema.

Eu abri caminho sob o teu cérebro.

Nidifiquei aí.

Sou o grito na tua mente.

Irás cooperar, meu filho.

Obrigar-te-ei, porque me pertences!

Não pertencerei a ninguém.

Primeiro, aceite as minhas condolências.

Notícias terríveis sobre o seu antigo patrão.

Ouvi dizer que era um bom homem.

É lamentável quando coisas más acontecem a boas pessoas.

Obrigado, senhor.

Tenho estado muito abalada por causa disso.

Segundo, esta entrevista que você preparou...

Está tudo mal.

Quero fazer com a Fox em vez da Bloomberg.

Sem entrevista prévia, e quero aprovar

todas as perguntas antes.

Vou tratar disso.

Senhor Price?

Acho que é um erro.

Não é na Fox que devemos estar.

É na Bloomberg que os investidores acompanham as notícias de Economia

e se o nosso objetivo é tranquilizá-los...

Sente-se.

Já alguma vez jantou no Fidelio?

Não.

Nunca jantei.

Há uns anos era uma tasca.

Desde então, tornou-se um dos melhores restaurantes

da cidade.

Conheço o cozinheiro.

É muito bom.

Vou dizer ao Marcel que faça uma reserva.

Nunca comeu um semi-frio

até o experimentar ali.

Mandarei um carro buscá-la.

Sábado, às oito.

E sim, você tem razão.

Bloomberg é mais apropriado.

Ficamo-nos com eles.

Obrigado.

Reparei que olha sempre para aquilo

antes de sair do meu gabinete.

Talvez o ache tão fascinante como eu.

Como um homem pode mudar o mundo

com uma bala no sítio certo.

Não, que diz ali?

Não caias.

Amo-te, Puffer Munkin.

Estás bem? Estás bem?

Antigo CEO da Allsafe assassinado a tiro.

Não quero dormir nem mais uma noite

sem saber se vais ser a minha mulher.

Meu Deus!

Emilia, queres casar comigo?

A seguir, em "Million Dollar Listing New York"...

Alexa, que horas são?

4:03.

É isso, nem mais um cêntimo.

O que ela disser, vale.

Alexa, pára.

Desculpe. Anda para aí uma virose.

A mãe da vítima está na esquadra.

Não conseguimos sacar grande coisa dela.

Por aqui.

O que sabemos da vítima até agora

é que é um hacker conhecido, com cadastro.

Foi preso em 2008.

Seis anos por pequenas fraudes relacionadas com computadores.

Não faz mal. Tenho as luvas.

Bem, não faz diferença se você espirra

em cima delas.

Em vez disso, porque não segura nisso?

Ainda estamos à procura, mas parece que ele apenas

imprimiu estas três folhas do registo completo do FBI.

Contactámos toda a gente do escritório de Nova lorque.

Você foi a primeira a responder.

Não significa muito.

Milhares de nomes do FBI e detalhes de contactos

foram divulgados há alguns meses.

Qualquer hacker tem isto.

Que estão a fazer?

É a equipa forense.

Aquele computador não estava protegido.

Assim que o acabarmos de analisar,

enviamos um relatório completo.

Mandou-os verificar se as portas foram modificadas

antes de as usar?

Merda!

Extintor!

Bem...

Tem aqui o meu cartão se precisar de alguma coisa.

Muito obrigado por me chamar.

Eu falaria com um médico para lhe receitar antibióticos.

Não devia andar por aqui a infetar a sua unidade.

É muita irresponsabilidade da sua parte.

Por favor, mãe, podes dar-nos uns minutos?

Vamos, Mohammed. Anda, querido.

Segundo o relatório da polícia,

não havia sinais de roubo.

Alguém foi lá

com o único objetivo de o matar.

Estás a tirar conclusões precipitadas.

Então e o tipo da Allsafe?

Já são dois assassínios seguidos

associados a este hack.

Eles apanharam o tipo.

Era só um lunático.

Além disso, não me interessa discutir isto agora contigo,

dada a facilidade com que esqueceste o que nós começámos.

O quê, só porque não me interessam praxes estúpidas

como queimar dinheiro no meio de um parque?

Essa praxe estúpida

está a matar a confiança do público na E Corp,

exatamente o que precisamos de estar a fazer agora.

Podemos estar a ser executados pelo Dark Army

e preferes antes discutir isto?

Não é o Dark Army.

Eles não conhecem Romero

ou vocês os dois.

Só comunicam através de mim

e com certeza que não lhes disse nada.

Não és a única pessoa com quem eles falaram.

Ele não faria isso.

No estado em que o Elliot está, não sabemos...

Não digas o que estás a pensar.

Não queres ouvir a razão,

é contigo.

Mas eu vou pirar-me.

Não vou ficar aqui para ser o próximo.

Vou ficar com um amigo meu no Arizona.

Se nos quisessem mortos, já estaríamos mortos.

Além disso, se vais acabar por ficar no Arizona,

então estar morto não é muito pior.

Então que sugeres que a gente faça?

Vou falar com o Elliot.

Apito quando tiver mais informação.

Até lá,

parem de espernear

e mantenham-se calmos.

Não confio nela

ou no maluco do irmão.

Sabes que ele apontou uma arma ao Romero?

Pensa nisso, Trenton.

São os únicos que falaram com o Dark Army.

Agora dizem-nos que o Dark Army não está envolvido.

Que estás a dizer?

Estou a dizer que cometemos o crime do século

e eles estão a tentar encobrir as pistas.

E, por agora, nós somos as pistas.

Muito na vida é um ato de equilíbrio.

Estamos todos a fazer apenas o nosso melhor,

caminhando na corda bamba sobre um fosso de dor pecaminosa

que nos desafia a tropeçar.

O dinheiro e a saúde, por exemplo.

Um não é muito útil sem o outro, não é?

Caso em apreço:

mesmo tendo sido generosamente pago,

a condição física em que te encontras

cancela isso tudo.

E eu gostava de te dizer frontalmente...

Lamento que isto te tenha acontecido.

Os tipos com quem eu lido podem ser implacáveis.

Eu sou mais do género reforço positivo.

Acaba por ser mais produtivo.

Seja como for, isso não muda o que te fizeram.

A pessoa que fez isto

vai receber a devida retribuição.

Sobre essa dica, ainda preciso que resolvas esta coisa.

O nosso site está em baixo há demasiado tempo.

Se o voltares a colocar online,

recuperarás o teu dinheiro

e, com o tempo, Deus queira,

a tua saúde.

É tudo o que quero fazer aqui.

Ajudar a reequilibrar-te a vida.

Continuam a esvaziar as carteiras Bitcoin

e o servidor continua a ir abaixo.

Não sei como evitá-lo.

Só conheço medidas básicas de segurança de rede.

Tens de encontrar alguém

que saiba migrar o site para outra

localização mais segura

e preparar um sistema de carteiras e outro de reserva offline.

Apenas...

Por favor...

Por favor.

Eu não consigo perceber.

Podia tentar convencê-lo outra vez.

Lá porque rebentaste a cara de um homem,

não quer dizer que ele passe a saber o que não sabe.

Não somos animais.

Precisamos de encontrar alguém que saiba fazer essa coisa da migração

de que ele tem estado a falar.

Esta onda de calor, foda-se!

Que temperatura máxima vamos ter hoje?

Estás a olhar para mim para quê?

Liga a merda da estação da meteorologia, vá.

Posso contar-te um segredo?

Há três dias que não durmo.

Já só tenho umas 200 miligramas.

Mas não é esse o segredo.

Ele desapareceu.

Ouviste bem.

Desapareceu.

Foi tão simples.

Estou muito mais consciente, agora.

Muito mais focado.

E a sentir-me a 100 por cento.

Ele desapareceu. Ele desapareceu.

Ele desapareceu.

O Adderall está a resultar

e foda-se se este droga não me faz sentir bem!

Até consigo falar com as pessoas.

Mano, ele é do tipo..

Até a estúpida filosofia "Seinfeld" do Leon

começa a soar fascinante..

Portanto ele só... Ele só...

Fugiu da festa,

empurrando vellhotes para o lado?

Foi tão engraçado. Chegou a haver um incêndio?

É típico do George, certo?

Não gosto disto, mano.

Porque não fiz isto antes?

Caramba, estes pratos estão imaculados.

Tenho a certeza de que encontrei Deus.

Ámen!

Ámen, Ámen, Ámen!

Ámen, Ámen, Ámen, Ámen!

Ámen! Ámen!

Até o estúpido jogo de basquetebol é fascinante.

A bola entra no cesto.

Claro.

Afundanço!

Por fim, podemos voltar ao normal.

Serei apenas eu e tu, meu amigo.

Jantaremos juntos.

Talvez leia para ti.

Ou apenas conversemos.

Mas a questão é,

ele desapareceu

e agora somos só nós.

Também não estás a acreditar nisto.

Estás?

Foi o sentir-me bem

durante uns dias.

Foi isso,

não foi?

Mas este é o quinto dia sem dormir...

Acho eu.

Quinto...

Não é uma palavra gira?

Merda.

Aí está outra vez.

O esmagador crescimento do medo,

o abrir caminho,

a nidificação,

o grito.

Eu sei, eu sei, o Leon está a falar de trás para a frente.

Isto não é bom.

Sim, eu sei.

Aquilo também é esquisito.

O meu erro interno fatal

do qual o meu sistema não pode recuperar em segurança.

Pânico do núcleo.

Sexto dia sem dormir.

Estou a crashar.

A seguir, vai-se a minha consciência.

O pânico já não está a acomodar-se.

Está simplesmente ali.

O grito na minha mente regressa.

És agradável.

És atraente.

És bela.

Revolução!

- Qual é a solução? - Revolução!

Phillip Price, por favor.

A sua companhia já chegou.

Deseja que lhe mostre onde é a mesa?

Angela.

Sim, venha. Por favor. Por favor.

Quero que conheça dois dos seus colegas.

Cavalheiros, façam as apresentações.

Saul Weinberg,

Diretor-Executivo das Operações.

Olá. Angela. Prazer em conhecê-lo.

Jim Chutney, Diretor da B.A.

Angela.

Phillip Price, senhor do universo.

Muito bem.

Sim.

Sim, sim, sim, sim.

Por causa da situação,

agora paga-se adiantado.

Bem, um brinde.

Que novas relações

conduzam a novas oportunidades.

- Aí vamos nós. Estou pronto. - Pronto para quê?

- Para foder. - Pronta para implorar-me?

Ó, céus.

Alexa, quando é o fim do mundo?

A não ser que colida com uma grande pedra

ou uma tecnologia futura corra mesmo muito mal,

a Terra será provavelmente destruída

quando o Sol inchar numa estrela vermelha

daqui a vários milhares de milhões de anos.

Está bem.

Eu conheço-vos... Querem que fale mais de mim próprio,

mas não o farei...

O Adderall está quase fora do meu sistema.

Com isso, o sono regressará.

A qualquer segundo, ele voltará

e a minha mente ficará outra vez cercada.

Isto não é qualquer coisa, tipo...

O Sr. Robot tornou-se o meu deus

e, tal como todos os deuses,

as suas loucuras aprisionam-vos.

E havia este...

Afinal não podia ter evitado a morte de Gideon.

A barragem da minha culpa está finalmente a romper.

Quis chorar, mas estou tão mocado que não consigo.

Havia um indiano a trabalhar atrás do balcão

e eu gozei com o seu sotaque.

E falava assim:

"Olá, como passa?"

Um dia, ele fez-me frente:

"Senhor, peço-lhe que saia."

E alguma coisa se passou em mim

e eu rebentei-lhe a cara.

Eu vi vermelho.

Eu continuei a socá-lo e a socá-lo.

E eu odiei-o tanto.

Era indiano.

Mas estava a chover.

Estava a trovejar

e eu lembro-me de ter saído lá para fora.

E as nuvens separaram-se

e o sol apareceu.

E eu soube que era Deus

a mostrar-se a mim naquele momento.

Ele perdoou-me.

Jesus ama-te.

E isto foi claramente apenas um teste.

Ámen.

Elliot, quer partilhar?

Não, pá.

O meu sistema ficou pendurado.

Deus pode ajudar-te.

É o que Deus faz?

Ajuda?

Diga-me,

porque não ajudou Deus o meu amigo inocente

que morreu sem razão

enquanto o culpado vagueava, livre?

Pronto, está bem.

Esqueça os casos isolados.

E as inúmeras guerras

declaradas em Seu nome?

Pronto, está bem.

Vamos passar ao lado deste assassínio aleatório e sem sentido,

está bem?

Que tal a mistela de racismo,

sexismo e fobia

em que nos temos afogado por causa Dele?

E não estou apenas a falar de Jesus.

Estou a falar de todas as religiões organizadas,

grupos exclusivos

criados para gerir o controlo,

um traficante viciando as pessoas

na droga da esperança,

os seus seguidores não mais do que viciados

desejosos da sua dose de treta

para manter a sua dopamina de ignorância,

viciados com medo de conhecer a verdade,

a de que não há ordem,

não há poder,

todas as religiões são apenas

vermes da mente a criando metástases,

com o propósito de nos dividir

e tornar mais fácil a função

dos charlatães que nos querem governar.

Para eles, somos como os fanboys

de uma pobremente escrita franchise de ficção científica.

Se eu não oiço o meu amigo imaginário,

porque raio haverei de ouvir o vosso?

As pessoas pensam que o culto

é uma chave para a felicidade.

E assim são controladas.

Nem eu sou tão maluco

para acreditar numa tal distorção da realidade.

Por isso... Deus que se foda.

Não é um bode expiatório suficientemente bom.

Por favor, digam-me que eu não falei em voz alta.

Merda. Falei.

A Angela e eu vamos tomar mais uma bebida.

Sim, claro.

Claro.

Obrigado pelo jantar, Phillip.

Não se levante.

Foi bom conhecê-la.

Um prazer conhecê-la, Angela.

Lembre-se, venha ver-nos quando quiser.

Almoçamos.

Paga você.

Então...

Gostou do semi-frio?

Era tudo o que eu prometi?

Sim.

Excelente!

Absolutamente. Estava delicioso.

Muito bem.

E em boa companhia.

O Jim está connosco há 27 anos.

É um tipo de Harvard. Vive mais para norte.

Três filhos. Dois na faculdade, um no liceu.

Um homem de companhia, por completo.

É por causa dele que temos o programa "Brinquedos para os Miúdos".

E Saul é o presidente

do nosso braço não-lucrativo.

Um bom homem, também.

Tem netos, por isso

está um bocado à frente no departamento familiar.

E outra coisa que têm em comum:

estavam os dois na mesma sala com o Colby

quando cometeram o grave erro

de encobrir a fuga na sua terra-natal.

Homens normais

Capazes de coisas extraordinárias.

O nosso diretor financeiro descobriu que nos últimos dois anos

tanto o Jim como o Saul estiveram envolvidos

em abusos muito feios de informação privilegiada.

São unha e carne, aqueles dois.

Gostam de fazer amizades com os seus colarinhos brancos de criminosos,

os típicos Rosencrantz e Guildenstern.

Há provas suficientes aí

para os prender durante anos.

Vou voltar para casa.

O seu carro está lá à frente.

Seja o que for que estiver a fazer, eu não confio.

Está a entrar em pânico.

Compreendo.

É uma grande decisão que vai tomar

porque estes homens,

as suas vidas, serão destruídas.

Mas assim que remover as suas emoções disto,

vai ficar bem.

Ouvi dizer que tiveste uma noite interessante.

O capelão é um velho amigo.

Deitei-o fora por uma razão.

Calculei que podias querê-lo

para o teu caminho.

Acredita, já passei por isso.

Há cinco anos,

sete meses, três semanas

e dois dias,

a minha mulher faleceu.

Algumas semanas depois de estar congelado na minha própria dor,

acordei uma manhã,

preparei o pequeno-almoço como faço sempre,

liguei-me à máquina de hemodiálise,

como faço sempre,

e comecei a falar

em voz alta.

Por um segundo, pensei que estava maluco.

Continuei o meu dia.

No dia seguinte, voltei a fazer o mesmo.

A falar alto.

E no dia seguinte a esse.

Depois percebi com quem estava a falar.

Porque me estás a contar isso tudo?

Porque tu e eu

somos mais parecidos do que tu pensas, Elliott.

Está maluca?

Como é que vem bater-me à porta tão cedo?

Peço desculpa, Sra. Romero.

Sou a Dominique DiPierro, do FBI.

Estou a ajudar os Homicídios no caso do seu filho.

Sei que é cedo, mas ainda tenho algumas perguntas

sobre o assassínio do seu filho.

Já falei com a polícia!

Sei que os polícias lhe levaram os charros todos.

Vi nos seus ficheiros.

Também sei que tem artrite

e se calhar não os consegue enrolar sozinha,

portanto calculo que o seu filho os fazia.

Posso ajudá-la a enrolá-los, se quiser.

Estava sempre a fazê-lo para o meu irmão mais novo,

no liceu.

Sempre me disse que eu era uma 'ganda' máquina.

Está bem!

Pode entrar.

Sim, não está mau.

Não é perfeito,

mas fuma-se.

Não é tão grosso como o que o meu querido Leslie fazia.

Aquele rapaz não passava aqui muito tempo,

mas estava sempre a fazê-los para mim.

Sempre.

Deus o abençoe.

Vejo que se vai mudar.

Sim.

Não posso ficar mais aqui.

Criei o Leslie aqui.

Demasiadas memórias aqui.

Ele foi a algum lado ou fez algo suspeito?

Qualquer pequeno detalhe pode ajudar.

Ele andava a brincar com esses computadores.

Vocês sabem disso.

Sempre o fez, desde pequeno.

Nunca percebi.

Aquilo para mim era chinês.

Tinha amigos?

Alguém o veio visitar a casa?

Amigos?

Leslie não tinha amigos,

tirando aquele rapaz gordinho.

Não se importa de me trazer

um copo com água?

Deve haver algum nas caixas.

Sim, claro.

Sim, disse à polícia que tinha aparecido um,

mas não o viu, certo?

Nope. Não com estas cataratas.

Mal a consigo distinguir do meu gato.

Onde anda esse bicho, já agora?

Provavelmente fugiu, como toda a gente.

Ele disse-lhe o nome?

Já o tinha visto antes?

Nope.

Tinha a cabeça a dançar nas nuvens.

Só sei é que não posso viver mais aqui.

Agora que já sou dona deste sítio,

talvez possa alugá-lo.

Sim...

Além disso, preciso do dinheiro.

FESTA DO FIM DO MUNDO

Ou como parei de me preocupar e aprendi a amar a fsociety

Que faço agora?

Porque é que começaste a escrever aquele diário?

Pensei que era a resposta certa.

A resposta certa para quê?

Para controlar a minha vida.

A minha mulher...

Bem, ela conduzia naquele dia.

Fazia tudo certo.

Sempre usou cinto de segurança,

mãos bem posicionadas no volante,

era o condutor mais perfeito que já tinha conhecido.

Era irritante.

Mantinha-se dentro do traçado.

Nunca violou o limite máximo ou mínimo de velocidade.

Parava em todos os sinais.

Seguia todas as regras.

E, um dia, nada disso importou.

O controlo é tão real

como um unicórnio de uma perna a mijar

no fim de um duplo arco-íris.

Então o que temos?

Sabes aquelas tretas que as pessoas dizem,

quando cais

tens de levantar-te?

Eu rejeitei essa merda, pá.

Sabes porquê?

Isto tudo é uma queda.

Não pode ser outra coisa.

Um estado perpétuo agarrando-se à escuridão.

Nada tem a ver com levantar-se.

É tudo a ver com tropeçar,

tropeçar na direção certa.

É a única forma de seguir em frente.

O que andaste a escrever no diário...

Ainda o vês?

Percebo que a pessoa sobre quem tens escrito

significa alguma coisa para ti.

Às vezes assume o controlo?

Por isso não te lembras das coisas?

Não devia ter vindo.

Não quero falar disto.

Sim, queres.

Porque és suficiente esperto para saber

que manter isto dentro de ti

não vai durar.

Jogas xadrez?

Tenho andado à procura de um bom adversário.

Queres jogar?

Que achas?

O Ray tem razão?

Talvez não seja sobre evitar o crash,

mas definir um ponto de paragem

para encontrar uma falha no código,

resolvê-la e continuar

até atingirmos a próxima falha.

A demanda de continuar

e lutar sempre por nos mantermos equilibrados.

Talvez andemos a tropeçar das questões corretas

para as respostas erradas.

Ou das respostas corretas para as questões erradas.

Não interessa para onde se vai

ou de onde se vem,

desde que se continue a tropeçar.

Talvez baste isso.

Talvez seja o melhor que se arranja.

Devem estar a brincar comigo.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.