Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
O que aconteceu com o bar teve a ver com os irlandeses.
Cale a sua maldita boca cigana e ou�a as suas instruc��es.
Eamonn Duggan?
O meu filho e a minha filha...
foram-me tirados quando eram muito pequenos.
Estamos a planear uma expans�o.
Estou a apanhar instala��es em Londres...
Os gangues italianos e judeus est�o em guerra em Londres.
Os judeus t�m ficado com a pior parte. Eles precisam de aliados.
Temos a oportunidade de mostrar o que valemos.
Isto chegou h� uma hora.
N�o tem escrito nenhum nome, mas veio de Camden Town.
Bom trabalho, Tommy. Agora est�s em guerra com o Sabini.
- Ada Shelby? - N�o.
O teu irm�o quebrou as regras.
Sabini.
A minha cara � a �ltima coisa que vais ver nesta terra.
Ver se o bastardo ainda est� vivo.
Est� tudo bem, Sra. Shelby. Trabalhamos com o Tommy.
Somos Peaky Blinders.
O meu nome n�o � Shelby!
[ S02 - E02 ]
Pronto para uma visita, Sr. Shelby?
N�o.
Estou aqui ao servi�o do Rei.
Receio que tenha que insistir.
Pagou mais caro para ver a luz do dia.
O neg�cio de extors�o deve estar em florescimento.
N�o me vai agradecer por lhe ter salvo a vida?
Passa-me os meus cigarros?
H� tr�s noites,
nos est�bulos da cooperativa em Montague Street,
houve um assassinato. Um homem chamado Duggan.
A for�a policial de Oxfordshire
encontrou o corpo dele numa sepultura rasa.
Preciso de mijar.
Enfermeira?
Sei que foste tu
quem se encarregou do assassinato do Sr. Duggan.
A prop�sito...
a Grace foi para Nova Iorque.
Para um lugar chamado...
Poughkeepsie.
Ela agora � casada.
Com um banqueiro. Ele � rico.
Tenho a certeza que ela est� muito feliz.
Tu tens estado debaixo de vista h� j� umas semanas.
Tenho observado todos os movimentos que tu fazes.
Foi por isso que estava � m�o para te salvar a vida.
Imagino que levar um tiro de uma mulher,
deva doer o mesmo que levar um tiro de um homem.
Apenas um pouco mais vergonhoso.
Sabe, Sr. Campbell...
quando fui baleado, eles deram-me uma medalha.
Sim...
Aposto que n�o te deram nenhuma.
Sr. Shelby...
a nossa reuni�o...
� parte de um plano muito bem elaborado,
que est� em andamento h� j� algum tempo.
Cada vez que se apoia nessa bengala,
aposto que v� a cara dela.
Como resultado das informa��es que possuo,
posso acus�-lo de assassinato a qualquer momento
e fornecer duas testemunhas oculares impec�veis,
cujo testemunho te levar�o directamente para a forca.
Voc� est� nas minhas m�os, Sr. Shelby.
E a partir deste momento...
voc� pertence-me.
Por isso, fique bem rapidamente.
Entrarei em contacto assim que souber
que consegue mijar de p�.
E ent�o irei enviar as suas instruc��es.
Curly, deixaste o port�o aberto?
N�o, eu tranquei-o. At� me entalei quando o fiz.
Esconde estas coisas.
Quem vem a�?
Tommy?
Curly, pega no �leo que p�es nas pernas deles quando ficam coxos.
- Est�s louco, Doyle? - Aquele produto amarelo. Vai.
Disseram que ficarias internado por mais 3 semanas.
Preciso de um barco para Londres. Esta noite.
Deste alta a ti pr�prio?
Sou a porra de um tiro ao pato aqui, Charlie.
O Sabini pode mandar um homem a qualquer momento.
- Preciso de preparar umas coisas. - Tu est�s a arder.
Tommy, esta coisa � para esfregar a porra dos cavalos.
Eu sou um cavalo.
Se tu fosses um cavalo, eles iriam abater-te
com todos esses ossos partidos.
Vai buscar a p�lvora, Curly. Vai. Traz a p�lvora.
Pagaste o maldito hospital e est�s a usar bruxaria?
Preciso dormir a c�u aberto e sentir o barco debaixo de mim, Charlie.
Tommy! �s tal e qual a tua m�e.
Tens aqui algum barco?
S� a January. Ela � pesada.
Para ir a Londres vai demorar 4 dias.
Vai ter que ser. Podes dispensar o Curly?
Ele ser� o meu m�dico.
- Ent�o, que Deus te ajude. - Tens tabaco, Curly?
E ch� e u�sque. Vamos ter-te a correr por a� como um potro.
Poe-o a bordo. Vou abastec�-la.
Se eu dormir o caminho todo, � para Camden Town que vamos.
Que neg�cios tens em Camden Town, Tommy?
Diz a Polly que ela fica a comandar enquanto eu estiver fora.
Se eu n�o voltar,
diz-lhe que ela ficar� a comandar para sempre.
J� tens fome, Tommy?
Sabes uma coisa, Curly?
Acho que estou.
- Onde � que estamos? - Heathrow.
Mais um dia e estaremos l�.
Vou cozinhar qualquer coisa. Consegues conduzir?
Posso tentar.
Tu tamb�m est�s quase l�, Tommy.
Que raio de porra, rapazes. Com calma.
Poe-o no ch�o, Ollie. Poe-o no ch�o, amigo.
Ele s� � pequeno.
Est�s sozinho?
Parece que sim.
Tu �s um rapaz corajoso, n�o �s? Queres ver a minha padaria?
Cozemos aqui todo tipo de coisas, amigo.
Sabias que cozemos mais de 10 mil p�es por semana?
Consegues acreditar?
Cozemos p�o branco, cozemos p�o centeio.
Cozemos de todos os tipos. Queres experimentar algum?
P�o? Sim?
Tudo bem.
De qual � que tu queres, branco ou centeio?
- Vou experimentar o centeio. - Centeio? Certo.
N�o � mau...
"N�o � mau," �? "N�o � mau."
Essa porra � horr�vel.
A porra do centeio � para os trabalhadores.
O assunto branco, isso sim, � para os chefes. Anda ver.
Eu ouvi coisas muito, muito, muito m�s,
sobre voc�s os de Birmingham.
Voc�s s�o ciganos, verdade?
Ent�o como �, voc�s moram na porra de tendas ou em caravanas?
Eu vim para discutir neg�cios consigo, Sr. Solomons.
Bem, rum � para divertimento e sexo, n�o �?
Mas u�sque, isso...
isso � para neg�cios.
Vamos conversar primeiro, est� bem?
Como quiser.
Disseram que um policia salvou a sua vida.
Tenho policias na minha folha de pagamentos.
N�o gosto de policias, porque policias n�o s�o de fiar.
O Sr. Sabini usa policias o tempo todo.
� por causa disso que ele est� a ganhar a guerra em Londres
e voc� est� a perde-la.
Uma guerra n�o acaba at� ter chegado ao fim, amigo.
J� esteve na guerra?
Uma vez fiz minha pr�pria vers�o de um estigma
num italiano.
Empurrei a cara dele contra a trincheira,
e enfiei um prego de 6 polegadas na porra do nariz dele
e martelei-o com um bocado de t�bua.
Foi uma porra muito b�blica, amigo.
Por isso, n�o venha at� aqui sentar-se na minha cadeira
e dizer-me que estou a perder a minha guerra
para a porra de um italiano de merda.
Esse guerra j� foi h� muito tempo.
Precisa de ser mais realista.
"Realista", �?
Realista?
Bem, se n�o estivesse a perder a guerra,
ent�o n�o me teria enviado o telegrama.
A s�rio? Esqueceu-se do seu telegrama.
O telegrama s� dizia, "ol�".
Muito simples, voc� queria vender-me algo.
O qu�?
- Vamos juntar as nossas for�as. - Vai-te foder!
N�o! Categoricamente.
Que rid�culo do caralho.
Sr. Solomons.
A sua destilaria proporciona-lhe um d�cimo dos seus rendimentos.
Protec��o s�o mais 10%.
E o resto voc� consegue-o nas pistas de corrida.
Eu sei que tem uma arma na gaveta.
Sei que a guarda ao lado do u�sque.
Sei que oferece um acordo ou a morte.
Sei que o que estou dizer o faz ficar furioso.
Mas estou a oferecer-lhe uma solu��o.
Veja, o Sr. Sabini est� a correr
com todos os seus correctores de apostas das suas corridas.
E ele est� a fechar os locais que vendem o seu rum.
E as pessoas j� n�o confiam mais na sua protec��o.
Voc� � o sujeito que matou o Billy Kimber, correcto?
Foi voc�, foi voc� quem o matou. Isso foi voc�.
Foda-se, voc� traiu-o, amigo.
Ent�o, seria totalmente apropriado fazer-lhe
o que me est� a passar pela cabe�a agora mesmo.
Posso oferecer-lhe 100 bons homens, todos com armas.
E uma nova rela��o com a pol�cia.
Intelig�ncia.
Intelig�ncia � uma coisa muito valiosa, n�o � assim, meu amigo?
E normalmente chega demasiado tarde.
Vamos dizer que disparo j�, mesmo na porra da sua cara.
E a bala atravessa o osso, o c�rebro, o osso e aquele arm�rio.
O que seria uma pena, n�o �,
porque depois o arm�rio ficaria fodido e teria de me livrar dele.
Ent�o, o que eu faria seria isto...
� muito simples, amigo.
Cortava o arm�rio ao meio, n�o era?
Eu fazia-o literalmente... eu cortava...
Eu cortava literalmente o arm�rio ao meio, amigo.
E pegava em metade do arm�rio, certo,
e colocava-a num barril e agarrava na outra metade do arm�rio,
em todos os peda�os e metia-os noutro barril, certo?
E enviaria esse barril para Mandalay.
E o outro barril para algum outro lugar...
N�o sei...
Timbuktu.
- Voc� conhece? - N�o.
N�o?
Gostaria de conhecer?
N�o.
Sabe, sempre pensei que voc� tinha um grande
anel de ouro na porra do seu nariz.
Desculpe, continue.
Conte-me o seu plano.
Ada.
Mas como � que raio tu me encontraste?
- Como �, andas a ler as cartas da Polly? - A Polly mostrou-me a carta.
Tu achas que est�s segura porque te mudaste, mas n�o est�s.
- A Polly pensa o mesmo. - Quando � que voc�s ir�o entender?
- Eu s� vos quero a todos fora da minha vida. - Ada, olhe para n�s, certo?
- E ir� acontecer outra vez. - Pois, bem, da pr�xima vez estarei preparada.
De facto, at� quero que tentem outra vez porque irei disparar nos tomates deles!
- Ada, guarda a porra da arma. - Sai-me da frente, estou atrasada para ir trabalhar.
Est� certo, tudo bem. Tudo bem.
Fica com isto. Pega-lhe.
Onde est�s agora a viver � mesmo no limite do territ�rio do Sabini,
e todos os policias que por l� andam, trabalham para ele.
Tenho montes de dinheiro a entrar que n�o posso guarda-lo nos bancos.
O meu contabilista diz que o melhor a fazer � comprar propriedades com o dinheiro
e coloc�-las no nome de membros da familiares.
Uma casa? Uma casa inteira?
� toda tua.
Quatro andares, oito quartos, cozinha, copa...
Quarto para uma empregada, se a tua consci�ncia politica o consentir.
Ao menos vai l� e d� uma vista de olhos.
Disparem sobre muitos deles.
Sr. Sabini? A pol�cia est� aqui.
Diga-lhes que limpem os p�s.
Ent�o porqu� tenho que ser eu a dizer tudo?
N�o podemos revistar todos os comboios que chegam a Londres.
Eles n�o usam comboios, usam barcos.
Os barqueiros s�o todos ciganos. Ele � um maldito cigano.
Porqu� temos n�s de lhes dizer tudo?
N�o podemos revistar todos os barcos.
Sorte a minha...
tenho um rapaz na casa de rum dos Judeus.
O cigano veio encontrar-se com o Solomons.
E depois, eles beberam u�sque e apertaram as m�os...
e depois o Alfie deu-lhe um pouco de sal ou...
alguma coisa do g�nero que significa paz.
O qu� mais exatamente quer que n�s fa�amos, Sr. Sabini?
Trouxe merda de c�o para aqui nos seus sapatos?
Verifique, d� uma olhadela.
Consigo cheirar alguma coisa.
Temos fotografias desse Tommy Shelby, n�o � verdade?
Temos fotografias da identifica��o militar
do tempo dele no Warwickshire Yeomanry.
O Shelby ganhou medalhas.
Oi�am a porra destes soldados como est�o unidos... Jesus...
Porqu� temos que ouvir este ingl�s de merda?
Ok, ent�o tu arranjas-te a porra da foto dele.
Se ele aparecer em Camden Town,
os teus companheiros apanham-no, est� bem?
Sabes...
�s vezes quando me cheira a uma coisa, �...
� a algo que n�o � real, � mais como que...
uma premoni��o.
� como que se eu �s vezes sentisse o cheiro a qualquer coisa,
mas n�o � um cheiro, � apenas...
algo que n�o est� certo.
Sr. Sabini, faremos tudo o que pudermos para tratar deste homem.
"Tratar"?
Voc� disse, "Para tratar"?
N�o foi isso o que quis dizer.
Foda-se.
Foda-se!
O mundo est� em...
- Voc� tem andado a foder este assunto. - N�o, voc� est� a ser rid�culo.
Algu�m anda a mante-lo quieto.
A porra de algu�m o tem quieto e andou a falar consigo!
- Sr. Sabini. - Temos de ir...
Esse maldito cigano est� feito com a porra dos policias!
- Sr. Sabini... - Seu filho da m�e...
E anda a receber com a porra de ambas as m�os,
de mim e dele!
Tudo bem, ent�o agora vais tu seguir o maldito Shelby!
Tu vais segui-lo e acabas com ele!
Merda.
Eu disse-lhes, rapazes. Aqui est� ela.
Mas que raio de coisa se est� a passar?
Quando � que voltaste?
N�o queria perder o teu anivers�rio, Pol.
Voltem ao trabalho.
Como � que sabes que � o meu anivers�rio? Nunca ningu�m se lembra.
� diferente este ano. John, Finn, tragam o carro.
- Aonde � que vamos? - Desembrulhar o teu presente anivers�rio.
Depois de ti.
Bom dia!
Disseste que �amos comprar uma casa para a Ada.
Sim, � verdade, foi o que disse.
S� que me sobraram uns trocos.
Isto � nosso?
N�o, Poly.
Isto � teu.
Porque tu o mereces.
O que vou fazer com todas estas divis�es?
Bem, tu podes... relaxar numa delas.
Vir aos fins-de-semana.
Tem um jardim...
Tu adoras jardins. Podes plantar rosas, Pol.
N�o sei, compra um piano.
Tem pessoas � sua volta, elas podem saber cantar, que tal?
- Deus ajude os malditos vizinhos. - Que se fodam os vizinhos.
Bem-vinda a casa, Pol.
Arthur, vai andando com os rapazes l� para fora
e esperem ao p� do carro.
Pol...
Sei que n�o andas feliz h� j� algum tempo.
E sei porqu�.
A Esme � impec�vel, sabes?
Ela tem bom cora��o. Tem, mesmo.
Eu falei com ela...
e ela contou-me.
Contou-te o qu�?
Contou-me o que seria preciso para te fazer feliz.
Falei com os nossos contactos na pol�cia.
Eles t�m contactos no conselho,
e estes t�m contactos com as pessoas que guardam os registos paroquiais.
Registos de adop��es...
e das retiradas de guarda paternal confidenciais.
Agora, com a tua autoriza��o...
eu gostaria de molhar os dedos...
e folhear os registos que nunca te foram mostrados.
Pol...
Vou encontrar o teu filho e a tua filha.
E vou traze-los para casa.
� para isso que serve esta casa.
Para que tu possas trazer a tua fam�lia para a casa onde eles pertencem.
Estamos a crescer, Pol.
Vai ver o que achas.
Est�s a ouvir isto?
Sil�ncio finalmente.
E isto pertence-nos.
Mam�...
O que h� a�?
Ainda aqui est�s?
Bem, h� muita coisa a entrar e a sair.
Bem, desde que seja mais a entrar, tudo bem.
Chegou isto hoje para ti.
Da Am�rica, Nova Iorque.
Um lugar chamado Poughkeepsie?
E os decoradores do Garrison querem que lhes paguem.
Arthur esqueceu-se e sacou da arma quando lhe pediram, por isso...
- Eles pararam e est� tudo verde. - Certo, podes pagar-lhes.
E precisamos de por um an�ncio no jornal:
"Garrison: Grande Reabertura."
E tu disseste que havia uma que tinha que ser enviada hoje.
Entrega especial. Escrevi isso no di�rio.
Sim.
Ainda n�o a escrevi.
Bem, podes-me ditar e eu escreveu-a.
Eu aprendi estenografia.
Muito bem.
"Caro Sr. Churchill..."
O teu l�pis partiu-se?
N�o, n�o continua.
"Caro Sr. Churchill,
fui abordado por um agente da Coroa
para realizar uma miss�o ainda n�o especificada.
Ele chama-se Major Campbell e acredito que ele est� sob as suas ordens.
Assim sendo, decidi contact�-lo directamente
afim de assegurar que certas coisas fiquem claramente entendidas."
"Sr. Churchill, deve saber que fui um soldado do ex�rcito brit�nico,
e se vir os meus registos de guerra,
ir� ver que lutei com bravura em Verdun e em Somme.
Igualmente ir� ver que as minhas ac��es em Mons
salvaram milhares de vidas aos Aliados.
Sei que abdicou da sua posi��o ministerial
e da seguran�a de um gabinete
para ir combater com os homens na linha de frente.
Eu li que lutou com bravura, Sr. Churchill.
Assim sendo, espero ser tratado em qualquer acordo que tenhamos
num n�vel de respeito de soldado para soldado.
As minhas exig�ncias s�o pequenas e o meu sacrif�cio
ao servi�o de meu pa�s, n�o duvide que ser� uma vez mais enorme.
Com os meus sinceros cumprimentos, Thomas Shelby."
Medalha Militar e a MCD...
Medalha por Conduta Distinta.
Levantem a m�o aqueles que nesta sala estiveram em Somme.
Aqueles que estiveram na Batalha de Verdun?
Thomas Shelby era um fazedor de t�neis.
As suas exig�ncias s�o bastante divertidas.
Ele pediu que o Minist�rio das Col�nias lhe conceda
uma licen�a imperial de exporta��o.
Especificamente uma licen�a cobrindo a India,
Pen�nsula da Mal�sia, Canad� e R�ssia.
Ele planeia transportar certos produtos industriais
de Birmingham para as Poplar Docks.
E voc� considera aceitar essa exig�ncia?
Meu Deus, Major Campbell.
Vamos pedir a esse homem que execute um assassinato
em nome da Coroa,
uma vez mais arriscando a sua vida.
Estas exig�ncias por compara��o s�o simples e f�ceis de ser atendidas
com algumas palavras serenas durante um almo�o com os ministros adequados.
Senhor, com todo o respeito...
Thomas Shelby � um assassino,
feroz, mesti�o e gangster.
E ainda assim, os t�neis foram escavados sob nossos p�s
para silenciar as armas apontadas �s nossas cabe�as.
Fique com os pormenores do Thomas Shelby atrav�s do Campbell
e arranje uma esp�cie qualquer de nomea��o com o selo real.
Provis�ria.
- Provis�ria? - S� at� a miss�o ter sido feita.
Concorda, Major Campbell?
E ent�o n�o posso... prosseguir conforme o combinado?
Concordo, senhor.
Anda, vamos entrar.
Aqui, passa a bola.
Vamos.
Entrem, rapazes. Tiveram um bom jogo?
Estou esfomeado, fez alguma coisa para o almo�o?
Estar� pronto num minuto, entra.
Entrem e lavem as m�os, rapazes, est� bem?
Vamos, senhor.
Sra. Johnson?
Sim. Quem � voc�?
Sou do Conselho de Birmingham, Par�quia de Bordesley.
Ningu�m me escreveu. O que � que voc� quer?
Gostaria de falar sobre o seu filho, o Henry.
- Posso entrar? - Preferia que n�o.
Ele n�o gosta de falar sobre isto.
Estou a ver.
Ent�o, o que � que o Henry sabe sobre a verdadeira identidade, Sra. Johnson?
S� trato disso com o Sr. Ross da ag�ncia e ele poucas vezes escreve, por isso...
Por que est� aqui pessoalmente?
Bem, o rapaz est� perto do seu 18� anivers�rio.
Isto n�o � correcto!
Voc� n�o � do conselho, alguma coisa n�o est� correcta.
O que � que ele sabe, Sra. Johnson?
Sabe que a m�e dele n�o foi capaz de o criar.
Ela bebia demasiado, usava �pio e costumava bater-lhe.
Mas essa n�o � a verdade, pois n�o?
Olhe, acho que devia voltar quando o meu marido c� estiver.
Ele sabe qual � o seu verdadeiro nome?
O nome verdadeiro dele � Johnson, Henry Johnson.
Agora gostaria que se fosse embora e voltasse quando o meu marido c� estiver.
A verdade � que ele foi tirado � sua m�e sem a autoriza��o dela.
- Henry, volta para dentro, por favor. - Quem � voc�?
- Por favor, Henry, vai! - O teu verdadeiro nome � Michael Gray.
- N�o! - A tua m�e verdadeira quer te ver.
A morada est� no verso deste cart�o.
- Ela s� quer conversar. - V�-se embora!
- Ela s� quer conversar. - V�-se embora e deixe-nos em paz!
V�-se embora!
Anda, vamos voltar para dentro.
Anda, vou fazer algo para tu comeres.
Anda, Henry.
Vamos, vamos.
Dizes que �s um Shelby? D�-lhe com for�a, Finn.
D�-lhe, isso mesmo.
Tudo bem, Isiah, � a tua vez.
Finn! Dizes que �s um Shelby? Bate-lhe porra, com cara�as!
Acerta-lhe.
Tirem-no dali, fa�am-no recuar!
Tirem-no da�! Arthur, caramba!
Tirem-no da�!
Rockfair baixou para os seis...
Certo, o que aconteceu?
- Foi uma luta justa. - Sim.
O Arthur apenas lhe acertou com um bom golpe.
Eu vi o corpo, porra, n�o me mintam.
Eu vi o corpo, que porra aconteceu?
N�o sou da fam�lia, n�o vou dizer nada.
Arthur...
perdeu a cabe�a algumas vezes ultimamente.
Seis, sete.
� como se a cabe�a dele n�o estivesse l�.
Ele nem sequer consegue ouvir "p�ra". Nem o pr�prio nome.
E depois ele chora.
Certo, ou�am-me.
Isto s�o a porra de duas hist�rias.
O teu irm�o matou um rapaz.
Havia testemunhas, vai haver perguntas,
conta a tua hist�ria direito, foi um acidente.
Desapare�am.
Falei com o m�dico, ele disse que o rapaz...
provavelmente tinha um cora��o fraco.
Vamos cuidar da m�e dele.
Vai ficar tudo bem.
A Polly disse que eu devia ter continuado com o rem�dio.
Eu disse que tu sabia mais.
� como a porra de barco, Tommy.
Cheio de carga pesada, como carv�o ou ferro.
�s vezes, desliza para uma extremidade...
e o barco vira-se.
Eu consigo senti-la a escorregar.
E eu consigo... sentir o barco a virar-se.
Mas n�o h� nada que eu possa fazer para o impedir.
� como se a porra da minha cabe�a fosse
a porra de uma barca�a negra!
E ela apenas de desvia...
para dentro e para fora, para dentro e para fora...
N�s j� estamos em casa h� muito tempo, Arthur.
J� estamos em casa h� muito tempo.
- Pensei que estivesses bem. - Sim, bem...
Eu... eu... eu n�o acho que esteja, Tommy.
Leva esta maldita coisa para longe de mim.
Foda-se, Arthur.
Sabes uma coisa?
J� tive o suficiente.
J� tive a porra do suficiente. Vai-te foder.
O qu�?
Tenho que tratar de ti como se fosses a porra de uma crian�a outra vez?
Manter-te longe de armas e da porra de cordas, � isso?
Achas que n�o aguentei j� que chegue?
- P�ra, Tommy. - Arthur?
- Achas que n�o aguentei j� que chegue? - P�ra.
A guerra acabou! Fecha a porta nesse assunto!
- P�ra. - Fecha a porta como eu fiz.
- Consegues fazer isso? Sim? - Posso.
- Fecha a porta, certo? - Mas eu n�o sou como tu!
Eu n�o sou como tu!
Toda a gente sabe isso!
Deus!
Olha para ti mesmo, certo?
Olha para ti mesmo.
Faz uma longa, firme, maldita vis�o de ti mesmo.
Hora de almo�o, senhor.
Pensei que poder�amos comer na secret�ria,
como nos velhos tempos.
Tu recordaste-te.
L�ngua e pickles, senhor.
Mas � a simples pincelada de mostarda,
que faz a diferen�a. Os pequenos pormenores.
Por falar em pormenores...
Quanto � que o Thomas Shelby lhe est� a pagar
em subornos por semana?
Na verdade, eu j� sei.
2 libras por semana, 8 libras por m�s,
mais extras por favores espec�ficos.
Quando me fui, voc� era um homem honesto.
E agora est�
na folha de pagamentos dos Peaky Blinders.
O Shelby � um verme
e alimenta-se das partes podres da sua mente.
Ele entra-lhe pelo ouvido, como um sussurro.
Ele rasteja por toda a sua l�ngua
enquanto voc� mente ao ju�z e ao pastor.
Sr. Moss...
Estamos a entrar numa maldita fase de uma maldita guerra sem quartel.
A �poca do di�logo acabou.
Por�m a partir deste momento,
voc� est� agora de regresso ao lado dos anjos.
O Shelby julga que voc� trabalha para ele,
mas na verdade, voc� trabalha para mim.
E vou us�-lo sem piedade.
Polly, estes s�o os arquivos de Michael e Anna Gray.
Como tu podes ver, um � branco,
e um � preto.
O que tu viste nos teus sonhos...
estava correcto.
A tua filha est� morta.
Faz isso por mim, eu n�o consigo l�-lo.
Depois de a Anna te ter sido retirada,
ela foi colocada com...
Com a fam�lia de um...
Chefe de Esta��o Ferrovi�ria em Stafford.
Ela... nunca se adaptou.
Por isso andou sempre em fuga.
Ela apanhou um comboio para Birmingham uma vez...
Por fim eles mandaram-na para a Austr�lia,
onde ela morreu de algo chamado "Febre da primavera".
Ent�o a minha pequena Anna...
fez a viagem completa de regresso do outro lado do mundo
para estar comigo nos meus sonhos?
Ela veio sozinha.
Bem.. este era um comboio do qual eles n�o a poderiam tirar.
Mas, Pol,
o Michael est� vivo.
Ele est� em Inglaterra.
E eu sei onde ele mora, eu fui l�.
- Mas, Pol... - O qu�?
Ok, Polly, ouve-me.
Ouve-me s�, por favor.
Pol!
A mulher a quem ele chama m�e, nunca vai deix�-lo vir aqui.
Diz-me s� onde ele est�, Tommy.
Polly, se tu fores l� e ficares furiosa,
e se ela ficar furiosa, se ela chamar a pol�cia,
eles nunca mais ir�o deixar em lugar nenhum que te aproximes dele
e o rapaz vai ficar assustado.
Isso � o que vai acontecer, Pol.
Polly. Polly...
Diz-me s� onde � que ele est�, Thomas.
- Diz-me onde � que ele est�, Thomas! - Polly.
A apontares-me uma arma...
O apontares-me uma arma � o porqu� de eu n�o te poder dizer.
Pol, eu sinto muito, mas vais ter que esperar
at� que ele tenha 18 anos.
At� que tenha idade suficiente para tomar as suas pr�prias decis�es.
Esperar?
Diz-me onde � que ele est�!
Se disparares, nunca ir�s saber.
Mickey! Despacha-te, a festa est� a come�ar.
- Tudo bem, continuem. - Finn, onde � que vais?
- Falar com o Arthur. - Certo.
- Arthur? - Vai-te embora.
O que se passa? Porque n�o est�s pronto?
- Para qu�? - O Garrison.
A reabertura do teu bar. � esta noite.
O Tommy n�o me quer l�.
Foi o Tommy quem me disse para o vir buscar.
Ele disse que � o teu nome que est� por cima daquela porta,
- ...por isso tens que l� estar. - N�o.
N�o, olha para mim.
Vou ficar afastado. Vai-te embora.
Sa� daqui.
Eu disse-te para te ires embora.
�s vezes,
quando n�s, os rapazes, nos sentimos tristes,
isto � o que n�s fazemos.
Chama-se, "T�quio".
� bom material, Arthur. Vai-te ajudar.
Para ocasi�es especiais.
Caramba, a porra do meu "Garrison"!
Toma esta. Toma esta.
Aqui est�s tu, Lizzie. Deixa-me acender isso.
A� est�, minha querida. Jeremiah, j� venho ter contigo.
Olha para este lugar!
- Est�s bem? - Quanto mais ocupados,
- mais r�pido o tempo passa. - Sim?
Arthur...
T�quio, � combust�vel para as corridas, certo?
Mas tu j� viste um cavalo dopado depois de uma corrida...
S� para grandes aberturas e dias de corrida, irm�o.
- Est� bem? - Vamos a eles, Tommy!
- Aqui est�, bebam! - Rapazes!
Tudo bem, Mick?
Finn!
D�-me isso.
N�o o deixes beber u�sque, John.
Pol...
- Ada! N�o sabia que vinhas. - Tia Polly, ol�.
Quem � este?
- Queres um colinho? - Isso mesmo.
Leva-o.
- Ada, porque n�o voltas para casa? - Ol�, Ada.
Tu disseste...
Tommy...
- Ent�o, o que achas? - Est� muito...
- Dourado? - Sim.
- Ol�, Ada. - Ol�, como est�s?
Est�s... a entornar a minha bebida.
Arthur, olha quem aqui est�.
Ent�o, o que � que queres que eu lhe diga?
Fala s� com ela. Ningu�m consegue chegar ao p� dela.
Diz-lhe que n�o tinha outra hip�tese.
Agrade�o-te isto.
- Ol�, irm�o. - Ada, vem c�!
Seu grande urso!
Polly? Porque n�o vens e te juntas a n�s?
- O que foi? - N�o sou uma idiota.
Ele pediu-te para vires, n�o foi?
N�o quero conversas, quero uma morada.
At� ter isso...
N�o tenho nada para dizer.
- Agora, � uma festa! - Sim...� mesmo.
- E eu vou-me divertir. - N�o, Pol, n�o sejas tonta.
Com licen�a?
Importa-se de dan�ar?
Seria... um prazer para mim.
Meu amor, o prazer ainda nem sequer come�ou.
Desculpe.
Ando � procura de algu�m chamada Elizabeth Gray.
Disseram-me que mora aqui no n�mero 17.
Vim ontem � noite, mas n�o havia c� ningu�m.
Ent�o, esperei.
O que queres � Elizabeth Gray?
Acho que ela pode ser a minha m�e.
Legendas - Cuesta
Resync BluRay: sunrising
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.