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Original subtitles

O que aconteceu com o bar teve a ver com os irlandeses.

Cale a sua maldita boca cigana e ou�a as suas instruc��es.

Eamonn Duggan?

O meu filho e a minha filha...

foram-me tirados quando eram muito pequenos.

Estamos a planear uma expans�o.

Estou a apanhar instala��es em Londres...

Os gangues italianos e judeus est�o em guerra em Londres.

Os judeus t�m ficado com a pior parte. Eles precisam de aliados.

Temos a oportunidade de mostrar o que valemos.

Isto chegou h� uma hora.

N�o tem escrito nenhum nome, mas veio de Camden Town.

Bom trabalho, Tommy. Agora est�s em guerra com o Sabini.

- Ada Shelby? - N�o.

O teu irm�o quebrou as regras.

Sabini.

A minha cara � a �ltima coisa que vais ver nesta terra.

Ver se o bastardo ainda est� vivo.

Est� tudo bem, Sra. Shelby. Trabalhamos com o Tommy.

Somos Peaky Blinders.

O meu nome n�o � Shelby!

[ S02 - E02 ]

Pronto para uma visita, Sr. Shelby?

N�o.

Estou aqui ao servi�o do Rei.

Receio que tenha que insistir.

Pagou mais caro para ver a luz do dia.

O neg�cio de extors�o deve estar em florescimento.

N�o me vai agradecer por lhe ter salvo a vida?

Passa-me os meus cigarros?

H� tr�s noites,

nos est�bulos da cooperativa em Montague Street,

houve um assassinato. Um homem chamado Duggan.

A for�a policial de Oxfordshire

encontrou o corpo dele numa sepultura rasa.

Preciso de mijar.

Enfermeira?

Sei que foste tu

quem se encarregou do assassinato do Sr. Duggan.

A prop�sito...

a Grace foi para Nova Iorque.

Para um lugar chamado...

Poughkeepsie.

Ela agora � casada.

Com um banqueiro. Ele � rico.

Tenho a certeza que ela est� muito feliz.

Tu tens estado debaixo de vista h� j� umas semanas.

Tenho observado todos os movimentos que tu fazes.

Foi por isso que estava � m�o para te salvar a vida.

Imagino que levar um tiro de uma mulher,

deva doer o mesmo que levar um tiro de um homem.

Apenas um pouco mais vergonhoso.

Sabe, Sr. Campbell...

quando fui baleado, eles deram-me uma medalha.

Sim...

Aposto que n�o te deram nenhuma.

Sr. Shelby...

a nossa reuni�o...

� parte de um plano muito bem elaborado,

que est� em andamento h� j� algum tempo.

Cada vez que se apoia nessa bengala,

aposto que v� a cara dela.

Como resultado das informa��es que possuo,

posso acus�-lo de assassinato a qualquer momento

e fornecer duas testemunhas oculares impec�veis,

cujo testemunho te levar�o directamente para a forca.

Voc� est� nas minhas m�os, Sr. Shelby.

E a partir deste momento...

voc� pertence-me.

Por isso, fique bem rapidamente.

Entrarei em contacto assim que souber

que consegue mijar de p�.

E ent�o irei enviar as suas instruc��es.

Curly, deixaste o port�o aberto?

N�o, eu tranquei-o. At� me entalei quando o fiz.

Esconde estas coisas.

Quem vem a�?

Tommy?

Curly, pega no �leo que p�es nas pernas deles quando ficam coxos.

- Est�s louco, Doyle? - Aquele produto amarelo. Vai.

Disseram que ficarias internado por mais 3 semanas.

Preciso de um barco para Londres. Esta noite.

Deste alta a ti pr�prio?

Sou a porra de um tiro ao pato aqui, Charlie.

O Sabini pode mandar um homem a qualquer momento.

- Preciso de preparar umas coisas. - Tu est�s a arder.

Tommy, esta coisa � para esfregar a porra dos cavalos.

Eu sou um cavalo.

Se tu fosses um cavalo, eles iriam abater-te

com todos esses ossos partidos.

Vai buscar a p�lvora, Curly. Vai. Traz a p�lvora.

Pagaste o maldito hospital e est�s a usar bruxaria?

Preciso dormir a c�u aberto e sentir o barco debaixo de mim, Charlie.

Tommy! �s tal e qual a tua m�e.

Tens aqui algum barco?

S� a January. Ela � pesada.

Para ir a Londres vai demorar 4 dias.

Vai ter que ser. Podes dispensar o Curly?

Ele ser� o meu m�dico.

- Ent�o, que Deus te ajude. - Tens tabaco, Curly?

E ch� e u�sque. Vamos ter-te a correr por a� como um potro.

Poe-o a bordo. Vou abastec�-la.

Se eu dormir o caminho todo, � para Camden Town que vamos.

Que neg�cios tens em Camden Town, Tommy?

Diz a Polly que ela fica a comandar enquanto eu estiver fora.

Se eu n�o voltar,

diz-lhe que ela ficar� a comandar para sempre.

J� tens fome, Tommy?

Sabes uma coisa, Curly?

Acho que estou.

- Onde � que estamos? - Heathrow.

Mais um dia e estaremos l�.

Vou cozinhar qualquer coisa. Consegues conduzir?

Posso tentar.

Tu tamb�m est�s quase l�, Tommy.

Que raio de porra, rapazes. Com calma.

Poe-o no ch�o, Ollie. Poe-o no ch�o, amigo.

Ele s� � pequeno.

Est�s sozinho?

Parece que sim.

Tu �s um rapaz corajoso, n�o �s? Queres ver a minha padaria?

Cozemos aqui todo tipo de coisas, amigo.

Sabias que cozemos mais de 10 mil p�es por semana?

Consegues acreditar?

Cozemos p�o branco, cozemos p�o centeio.

Cozemos de todos os tipos. Queres experimentar algum?

P�o? Sim?

Tudo bem.

De qual � que tu queres, branco ou centeio?

- Vou experimentar o centeio. - Centeio? Certo.

N�o � mau...

"N�o � mau," �? "N�o � mau."

Essa porra � horr�vel.

A porra do centeio � para os trabalhadores.

O assunto branco, isso sim, � para os chefes. Anda ver.

Eu ouvi coisas muito, muito, muito m�s,

sobre voc�s os de Birmingham.

Voc�s s�o ciganos, verdade?

Ent�o como �, voc�s moram na porra de tendas ou em caravanas?

Eu vim para discutir neg�cios consigo, Sr. Solomons.

Bem, rum � para divertimento e sexo, n�o �?

Mas u�sque, isso...

isso � para neg�cios.

Vamos conversar primeiro, est� bem?

Como quiser.

Disseram que um policia salvou a sua vida.

Tenho policias na minha folha de pagamentos.

N�o gosto de policias, porque policias n�o s�o de fiar.

O Sr. Sabini usa policias o tempo todo.

� por causa disso que ele est� a ganhar a guerra em Londres

e voc� est� a perde-la.

Uma guerra n�o acaba at� ter chegado ao fim, amigo.

J� esteve na guerra?

Uma vez fiz minha pr�pria vers�o de um estigma

num italiano.

Empurrei a cara dele contra a trincheira,

e enfiei um prego de 6 polegadas na porra do nariz dele

e martelei-o com um bocado de t�bua.

Foi uma porra muito b�blica, amigo.

Por isso, n�o venha at� aqui sentar-se na minha cadeira

e dizer-me que estou a perder a minha guerra

para a porra de um italiano de merda.

Esse guerra j� foi h� muito tempo.

Precisa de ser mais realista.

"Realista", �?

Realista?

Bem, se n�o estivesse a perder a guerra,

ent�o n�o me teria enviado o telegrama.

A s�rio? Esqueceu-se do seu telegrama.

O telegrama s� dizia, "ol�".

Muito simples, voc� queria vender-me algo.

O qu�?

- Vamos juntar as nossas for�as. - Vai-te foder!

N�o! Categoricamente.

Que rid�culo do caralho.

Sr. Solomons.

A sua destilaria proporciona-lhe um d�cimo dos seus rendimentos.

Protec��o s�o mais 10%.

E o resto voc� consegue-o nas pistas de corrida.

Eu sei que tem uma arma na gaveta.

Sei que a guarda ao lado do u�sque.

Sei que oferece um acordo ou a morte.

Sei que o que estou dizer o faz ficar furioso.

Mas estou a oferecer-lhe uma solu��o.

Veja, o Sr. Sabini est� a correr

com todos os seus correctores de apostas das suas corridas.

E ele est� a fechar os locais que vendem o seu rum.

E as pessoas j� n�o confiam mais na sua protec��o.

Voc� � o sujeito que matou o Billy Kimber, correcto?

Foi voc�, foi voc� quem o matou. Isso foi voc�.

Foda-se, voc� traiu-o, amigo.

Ent�o, seria totalmente apropriado fazer-lhe

o que me est� a passar pela cabe�a agora mesmo.

Posso oferecer-lhe 100 bons homens, todos com armas.

E uma nova rela��o com a pol�cia.

Intelig�ncia.

Intelig�ncia � uma coisa muito valiosa, n�o � assim, meu amigo?

E normalmente chega demasiado tarde.

Vamos dizer que disparo j�, mesmo na porra da sua cara.

E a bala atravessa o osso, o c�rebro, o osso e aquele arm�rio.

O que seria uma pena, n�o �,

porque depois o arm�rio ficaria fodido e teria de me livrar dele.

Ent�o, o que eu faria seria isto...

� muito simples, amigo.

Cortava o arm�rio ao meio, n�o era?

Eu fazia-o literalmente... eu cortava...

Eu cortava literalmente o arm�rio ao meio, amigo.

E pegava em metade do arm�rio, certo,

e colocava-a num barril e agarrava na outra metade do arm�rio,

em todos os peda�os e metia-os noutro barril, certo?

E enviaria esse barril para Mandalay.

E o outro barril para algum outro lugar...

N�o sei...

Timbuktu.

- Voc� conhece? - N�o.

N�o?

Gostaria de conhecer?

N�o.

Sabe, sempre pensei que voc� tinha um grande

anel de ouro na porra do seu nariz.

Desculpe, continue.

Conte-me o seu plano.

Ada.

Mas como � que raio tu me encontraste?

- Como �, andas a ler as cartas da Polly? - A Polly mostrou-me a carta.

Tu achas que est�s segura porque te mudaste, mas n�o est�s.

- A Polly pensa o mesmo. - Quando � que voc�s ir�o entender?

- Eu s� vos quero a todos fora da minha vida. - Ada, olhe para n�s, certo?

- E ir� acontecer outra vez. - Pois, bem, da pr�xima vez estarei preparada.

De facto, at� quero que tentem outra vez porque irei disparar nos tomates deles!

- Ada, guarda a porra da arma. - Sai-me da frente, estou atrasada para ir trabalhar.

Est� certo, tudo bem. Tudo bem.

Fica com isto. Pega-lhe.

Onde est�s agora a viver � mesmo no limite do territ�rio do Sabini,

e todos os policias que por l� andam, trabalham para ele.

Tenho montes de dinheiro a entrar que n�o posso guarda-lo nos bancos.

O meu contabilista diz que o melhor a fazer � comprar propriedades com o dinheiro

e coloc�-las no nome de membros da familiares.

Uma casa? Uma casa inteira?

� toda tua.

Quatro andares, oito quartos, cozinha, copa...

Quarto para uma empregada, se a tua consci�ncia politica o consentir.

Ao menos vai l� e d� uma vista de olhos.

Disparem sobre muitos deles.

Sr. Sabini? A pol�cia est� aqui.

Diga-lhes que limpem os p�s.

Ent�o porqu� tenho que ser eu a dizer tudo?

N�o podemos revistar todos os comboios que chegam a Londres.

Eles n�o usam comboios, usam barcos.

Os barqueiros s�o todos ciganos. Ele � um maldito cigano.

Porqu� temos n�s de lhes dizer tudo?

N�o podemos revistar todos os barcos.

Sorte a minha...

tenho um rapaz na casa de rum dos Judeus.

O cigano veio encontrar-se com o Solomons.

E depois, eles beberam u�sque e apertaram as m�os...

e depois o Alfie deu-lhe um pouco de sal ou...

alguma coisa do g�nero que significa paz.

O qu� mais exatamente quer que n�s fa�amos, Sr. Sabini?

Trouxe merda de c�o para aqui nos seus sapatos?

Verifique, d� uma olhadela.

Consigo cheirar alguma coisa.

Temos fotografias desse Tommy Shelby, n�o � verdade?

Temos fotografias da identifica��o militar

do tempo dele no Warwickshire Yeomanry.

O Shelby ganhou medalhas.

Oi�am a porra destes soldados como est�o unidos... Jesus...

Porqu� temos que ouvir este ingl�s de merda?

Ok, ent�o tu arranjas-te a porra da foto dele.

Se ele aparecer em Camden Town,

os teus companheiros apanham-no, est� bem?

Sabes...

�s vezes quando me cheira a uma coisa, �...

� a algo que n�o � real, � mais como que...

uma premoni��o.

� como que se eu �s vezes sentisse o cheiro a qualquer coisa,

mas n�o � um cheiro, � apenas...

algo que n�o est� certo.

Sr. Sabini, faremos tudo o que pudermos para tratar deste homem.

"Tratar"?

Voc� disse, "Para tratar"?

N�o foi isso o que quis dizer.

Foda-se.

Foda-se!

O mundo est� em...

- Voc� tem andado a foder este assunto. - N�o, voc� est� a ser rid�culo.

Algu�m anda a mante-lo quieto.

A porra de algu�m o tem quieto e andou a falar consigo!

- Sr. Sabini. - Temos de ir...

Esse maldito cigano est� feito com a porra dos policias!

- Sr. Sabini... - Seu filho da m�e...

E anda a receber com a porra de ambas as m�os,

de mim e dele!

Tudo bem, ent�o agora vais tu seguir o maldito Shelby!

Tu vais segui-lo e acabas com ele!

Merda.

Eu disse-lhes, rapazes. Aqui est� ela.

Mas que raio de coisa se est� a passar?

Quando � que voltaste?

N�o queria perder o teu anivers�rio, Pol.

Voltem ao trabalho.

Como � que sabes que � o meu anivers�rio? Nunca ningu�m se lembra.

� diferente este ano. John, Finn, tragam o carro.

- Aonde � que vamos? - Desembrulhar o teu presente anivers�rio.

Depois de ti.

Bom dia!

Disseste que �amos comprar uma casa para a Ada.

Sim, � verdade, foi o que disse.

S� que me sobraram uns trocos.

Isto � nosso?

N�o, Poly.

Isto � teu.

Porque tu o mereces.

O que vou fazer com todas estas divis�es?

Bem, tu podes... relaxar numa delas.

Vir aos fins-de-semana.

Tem um jardim...

Tu adoras jardins. Podes plantar rosas, Pol.

N�o sei, compra um piano.

Tem pessoas � sua volta, elas podem saber cantar, que tal?

- Deus ajude os malditos vizinhos. - Que se fodam os vizinhos.

Bem-vinda a casa, Pol.

Arthur, vai andando com os rapazes l� para fora

e esperem ao p� do carro.

Pol...

Sei que n�o andas feliz h� j� algum tempo.

E sei porqu�.

A Esme � impec�vel, sabes?

Ela tem bom cora��o. Tem, mesmo.

Eu falei com ela...

e ela contou-me.

Contou-te o qu�?

Contou-me o que seria preciso para te fazer feliz.

Falei com os nossos contactos na pol�cia.

Eles t�m contactos no conselho,

e estes t�m contactos com as pessoas que guardam os registos paroquiais.

Registos de adop��es...

e das retiradas de guarda paternal confidenciais.

Agora, com a tua autoriza��o...

eu gostaria de molhar os dedos...

e folhear os registos que nunca te foram mostrados.

Pol...

Vou encontrar o teu filho e a tua filha.

E vou traze-los para casa.

� para isso que serve esta casa.

Para que tu possas trazer a tua fam�lia para a casa onde eles pertencem.

Estamos a crescer, Pol.

Vai ver o que achas.

Est�s a ouvir isto?

Sil�ncio finalmente.

E isto pertence-nos.

Mam�...

O que h� a�?

Ainda aqui est�s?

Bem, h� muita coisa a entrar e a sair.

Bem, desde que seja mais a entrar, tudo bem.

Chegou isto hoje para ti.

Da Am�rica, Nova Iorque.

Um lugar chamado Poughkeepsie?

E os decoradores do Garrison querem que lhes paguem.

Arthur esqueceu-se e sacou da arma quando lhe pediram, por isso...

- Eles pararam e est� tudo verde. - Certo, podes pagar-lhes.

E precisamos de por um an�ncio no jornal:

"Garrison: Grande Reabertura."

E tu disseste que havia uma que tinha que ser enviada hoje.

Entrega especial. Escrevi isso no di�rio.

Sim.

Ainda n�o a escrevi.

Bem, podes-me ditar e eu escreveu-a.

Eu aprendi estenografia.

Muito bem.

"Caro Sr. Churchill..."

O teu l�pis partiu-se?

N�o, n�o continua.

"Caro Sr. Churchill,

fui abordado por um agente da Coroa

para realizar uma miss�o ainda n�o especificada.

Ele chama-se Major Campbell e acredito que ele est� sob as suas ordens.

Assim sendo, decidi contact�-lo directamente

afim de assegurar que certas coisas fiquem claramente entendidas."

"Sr. Churchill, deve saber que fui um soldado do ex�rcito brit�nico,

e se vir os meus registos de guerra,

ir� ver que lutei com bravura em Verdun e em Somme.

Igualmente ir� ver que as minhas ac��es em Mons

salvaram milhares de vidas aos Aliados.

Sei que abdicou da sua posi��o ministerial

e da seguran�a de um gabinete

para ir combater com os homens na linha de frente.

Eu li que lutou com bravura, Sr. Churchill.

Assim sendo, espero ser tratado em qualquer acordo que tenhamos

num n�vel de respeito de soldado para soldado.

As minhas exig�ncias s�o pequenas e o meu sacrif�cio

ao servi�o de meu pa�s, n�o duvide que ser� uma vez mais enorme.

Com os meus sinceros cumprimentos, Thomas Shelby."

Medalha Militar e a MCD...

Medalha por Conduta Distinta.

Levantem a m�o aqueles que nesta sala estiveram em Somme.

Aqueles que estiveram na Batalha de Verdun?

Thomas Shelby era um fazedor de t�neis.

As suas exig�ncias s�o bastante divertidas.

Ele pediu que o Minist�rio das Col�nias lhe conceda

uma licen�a imperial de exporta��o.

Especificamente uma licen�a cobrindo a India,

Pen�nsula da Mal�sia, Canad� e R�ssia.

Ele planeia transportar certos produtos industriais

de Birmingham para as Poplar Docks.

E voc� considera aceitar essa exig�ncia?

Meu Deus, Major Campbell.

Vamos pedir a esse homem que execute um assassinato

em nome da Coroa,

uma vez mais arriscando a sua vida.

Estas exig�ncias por compara��o s�o simples e f�ceis de ser atendidas

com algumas palavras serenas durante um almo�o com os ministros adequados.

Senhor, com todo o respeito...

Thomas Shelby � um assassino,

feroz, mesti�o e gangster.

E ainda assim, os t�neis foram escavados sob nossos p�s

para silenciar as armas apontadas �s nossas cabe�as.

Fique com os pormenores do Thomas Shelby atrav�s do Campbell

e arranje uma esp�cie qualquer de nomea��o com o selo real.

Provis�ria.

- Provis�ria? - S� at� a miss�o ter sido feita.

Concorda, Major Campbell?

E ent�o n�o posso... prosseguir conforme o combinado?

Concordo, senhor.

Anda, vamos entrar.

Aqui, passa a bola.

Vamos.

Entrem, rapazes. Tiveram um bom jogo?

Estou esfomeado, fez alguma coisa para o almo�o?

Estar� pronto num minuto, entra.

Entrem e lavem as m�os, rapazes, est� bem?

Vamos, senhor.

Sra. Johnson?

Sim. Quem � voc�?

Sou do Conselho de Birmingham, Par�quia de Bordesley.

Ningu�m me escreveu. O que � que voc� quer?

Gostaria de falar sobre o seu filho, o Henry.

- Posso entrar? - Preferia que n�o.

Ele n�o gosta de falar sobre isto.

Estou a ver.

Ent�o, o que � que o Henry sabe sobre a verdadeira identidade, Sra. Johnson?

S� trato disso com o Sr. Ross da ag�ncia e ele poucas vezes escreve, por isso...

Por que est� aqui pessoalmente?

Bem, o rapaz est� perto do seu 18� anivers�rio.

Isto n�o � correcto!

Voc� n�o � do conselho, alguma coisa n�o est� correcta.

O que � que ele sabe, Sra. Johnson?

Sabe que a m�e dele n�o foi capaz de o criar.

Ela bebia demasiado, usava �pio e costumava bater-lhe.

Mas essa n�o � a verdade, pois n�o?

Olhe, acho que devia voltar quando o meu marido c� estiver.

Ele sabe qual � o seu verdadeiro nome?

O nome verdadeiro dele � Johnson, Henry Johnson.

Agora gostaria que se fosse embora e voltasse quando o meu marido c� estiver.

A verdade � que ele foi tirado � sua m�e sem a autoriza��o dela.

- Henry, volta para dentro, por favor. - Quem � voc�?

- Por favor, Henry, vai! - O teu verdadeiro nome � Michael Gray.

- N�o! - A tua m�e verdadeira quer te ver.

A morada est� no verso deste cart�o.

- Ela s� quer conversar. - V�-se embora!

- Ela s� quer conversar. - V�-se embora e deixe-nos em paz!

V�-se embora!

Anda, vamos voltar para dentro.

Anda, vou fazer algo para tu comeres.

Anda, Henry.

Vamos, vamos.

Dizes que �s um Shelby? D�-lhe com for�a, Finn.

D�-lhe, isso mesmo.

Tudo bem, Isiah, � a tua vez.

Finn! Dizes que �s um Shelby? Bate-lhe porra, com cara�as!

Acerta-lhe.

Tirem-no dali, fa�am-no recuar!

Tirem-no da�! Arthur, caramba!

Tirem-no da�!

Rockfair baixou para os seis...

Certo, o que aconteceu?

- Foi uma luta justa. - Sim.

O Arthur apenas lhe acertou com um bom golpe.

Eu vi o corpo, porra, n�o me mintam.

Eu vi o corpo, que porra aconteceu?

N�o sou da fam�lia, n�o vou dizer nada.

Arthur...

perdeu a cabe�a algumas vezes ultimamente.

Seis, sete.

� como se a cabe�a dele n�o estivesse l�.

Ele nem sequer consegue ouvir "p�ra". Nem o pr�prio nome.

E depois ele chora.

Certo, ou�am-me.

Isto s�o a porra de duas hist�rias.

O teu irm�o matou um rapaz.

Havia testemunhas, vai haver perguntas,

conta a tua hist�ria direito, foi um acidente.

Desapare�am.

Falei com o m�dico, ele disse que o rapaz...

provavelmente tinha um cora��o fraco.

Vamos cuidar da m�e dele.

Vai ficar tudo bem.

A Polly disse que eu devia ter continuado com o rem�dio.

Eu disse que tu sabia mais.

� como a porra de barco, Tommy.

Cheio de carga pesada, como carv�o ou ferro.

�s vezes, desliza para uma extremidade...

e o barco vira-se.

Eu consigo senti-la a escorregar.

E eu consigo... sentir o barco a virar-se.

Mas n�o h� nada que eu possa fazer para o impedir.

� como se a porra da minha cabe�a fosse

a porra de uma barca�a negra!

E ela apenas de desvia...

para dentro e para fora, para dentro e para fora...

N�s j� estamos em casa h� muito tempo, Arthur.

J� estamos em casa h� muito tempo.

- Pensei que estivesses bem. - Sim, bem...

Eu... eu... eu n�o acho que esteja, Tommy.

Leva esta maldita coisa para longe de mim.

Foda-se, Arthur.

Sabes uma coisa?

J� tive o suficiente.

J� tive a porra do suficiente. Vai-te foder.

O qu�?

Tenho que tratar de ti como se fosses a porra de uma crian�a outra vez?

Manter-te longe de armas e da porra de cordas, � isso?

Achas que n�o aguentei j� que chegue?

- P�ra, Tommy. - Arthur?

- Achas que n�o aguentei j� que chegue? - P�ra.

A guerra acabou! Fecha a porta nesse assunto!

- P�ra. - Fecha a porta como eu fiz.

- Consegues fazer isso? Sim? - Posso.

- Fecha a porta, certo? - Mas eu n�o sou como tu!

Eu n�o sou como tu!

Toda a gente sabe isso!

Deus!

Olha para ti mesmo, certo?

Olha para ti mesmo.

Faz uma longa, firme, maldita vis�o de ti mesmo.

Hora de almo�o, senhor.

Pensei que poder�amos comer na secret�ria,

como nos velhos tempos.

Tu recordaste-te.

L�ngua e pickles, senhor.

Mas � a simples pincelada de mostarda,

que faz a diferen�a. Os pequenos pormenores.

Por falar em pormenores...

Quanto � que o Thomas Shelby lhe est� a pagar

em subornos por semana?

Na verdade, eu j� sei.

2 libras por semana, 8 libras por m�s,

mais extras por favores espec�ficos.

Quando me fui, voc� era um homem honesto.

E agora est�

na folha de pagamentos dos Peaky Blinders.

O Shelby � um verme

e alimenta-se das partes podres da sua mente.

Ele entra-lhe pelo ouvido, como um sussurro.

Ele rasteja por toda a sua l�ngua

enquanto voc� mente ao ju�z e ao pastor.

Sr. Moss...

Estamos a entrar numa maldita fase de uma maldita guerra sem quartel.

A �poca do di�logo acabou.

Por�m a partir deste momento,

voc� est� agora de regresso ao lado dos anjos.

O Shelby julga que voc� trabalha para ele,

mas na verdade, voc� trabalha para mim.

E vou us�-lo sem piedade.

Polly, estes s�o os arquivos de Michael e Anna Gray.

Como tu podes ver, um � branco,

e um � preto.

O que tu viste nos teus sonhos...

estava correcto.

A tua filha est� morta.

Faz isso por mim, eu n�o consigo l�-lo.

Depois de a Anna te ter sido retirada,

ela foi colocada com...

Com a fam�lia de um...

Chefe de Esta��o Ferrovi�ria em Stafford.

Ela... nunca se adaptou.

Por isso andou sempre em fuga.

Ela apanhou um comboio para Birmingham uma vez...

Por fim eles mandaram-na para a Austr�lia,

onde ela morreu de algo chamado "Febre da primavera".

Ent�o a minha pequena Anna...

fez a viagem completa de regresso do outro lado do mundo

para estar comigo nos meus sonhos?

Ela veio sozinha.

Bem.. este era um comboio do qual eles n�o a poderiam tirar.

Mas, Pol,

o Michael est� vivo.

Ele est� em Inglaterra.

E eu sei onde ele mora, eu fui l�.

- Mas, Pol... - O qu�?

Ok, Polly, ouve-me.

Ouve-me s�, por favor.

Pol!

A mulher a quem ele chama m�e, nunca vai deix�-lo vir aqui.

Diz-me s� onde ele est�, Tommy.

Polly, se tu fores l� e ficares furiosa,

e se ela ficar furiosa, se ela chamar a pol�cia,

eles nunca mais ir�o deixar em lugar nenhum que te aproximes dele

e o rapaz vai ficar assustado.

Isso � o que vai acontecer, Pol.

Polly. Polly...

Diz-me s� onde � que ele est�, Thomas.

- Diz-me onde � que ele est�, Thomas! - Polly.

A apontares-me uma arma...

O apontares-me uma arma � o porqu� de eu n�o te poder dizer.

Pol, eu sinto muito, mas vais ter que esperar

at� que ele tenha 18 anos.

At� que tenha idade suficiente para tomar as suas pr�prias decis�es.

Esperar?

Diz-me onde � que ele est�!

Se disparares, nunca ir�s saber.

Mickey! Despacha-te, a festa est� a come�ar.

- Tudo bem, continuem. - Finn, onde � que vais?

- Falar com o Arthur. - Certo.

- Arthur? - Vai-te embora.

O que se passa? Porque n�o est�s pronto?

- Para qu�? - O Garrison.

A reabertura do teu bar. � esta noite.

O Tommy n�o me quer l�.

Foi o Tommy quem me disse para o vir buscar.

Ele disse que � o teu nome que est� por cima daquela porta,

- ...por isso tens que l� estar. - N�o.

N�o, olha para mim.

Vou ficar afastado. Vai-te embora.

Sa� daqui.

Eu disse-te para te ires embora.

�s vezes,

quando n�s, os rapazes, nos sentimos tristes,

isto � o que n�s fazemos.

Chama-se, "T�quio".

� bom material, Arthur. Vai-te ajudar.

Para ocasi�es especiais.

Caramba, a porra do meu "Garrison"!

Toma esta. Toma esta.

Aqui est�s tu, Lizzie. Deixa-me acender isso.

A� est�, minha querida. Jeremiah, j� venho ter contigo.

Olha para este lugar!

- Est�s bem? - Quanto mais ocupados,

- mais r�pido o tempo passa. - Sim?

Arthur...

T�quio, � combust�vel para as corridas, certo?

Mas tu j� viste um cavalo dopado depois de uma corrida...

S� para grandes aberturas e dias de corrida, irm�o.

- Est� bem? - Vamos a eles, Tommy!

- Aqui est�, bebam! - Rapazes!

Tudo bem, Mick?

Finn!

D�-me isso.

N�o o deixes beber u�sque, John.

Pol...

- Ada! N�o sabia que vinhas. - Tia Polly, ol�.

Quem � este?

- Queres um colinho? - Isso mesmo.

Leva-o.

- Ada, porque n�o voltas para casa? - Ol�, Ada.

Tu disseste...

Tommy...

- Ent�o, o que achas? - Est� muito...

- Dourado? - Sim.

- Ol�, Ada. - Ol�, como est�s?

Est�s... a entornar a minha bebida.

Arthur, olha quem aqui est�.

Ent�o, o que � que queres que eu lhe diga?

Fala s� com ela. Ningu�m consegue chegar ao p� dela.

Diz-lhe que n�o tinha outra hip�tese.

Agrade�o-te isto.

- Ol�, irm�o. - Ada, vem c�!

Seu grande urso!

Polly? Porque n�o vens e te juntas a n�s?

- O que foi? - N�o sou uma idiota.

Ele pediu-te para vires, n�o foi?

N�o quero conversas, quero uma morada.

At� ter isso...

N�o tenho nada para dizer.

- Agora, � uma festa! - Sim...� mesmo.

- E eu vou-me divertir. - N�o, Pol, n�o sejas tonta.

Com licen�a?

Importa-se de dan�ar?

Seria... um prazer para mim.

Meu amor, o prazer ainda nem sequer come�ou.

Desculpe.

Ando � procura de algu�m chamada Elizabeth Gray.

Disseram-me que mora aqui no n�mero 17.

Vim ontem � noite, mas n�o havia c� ningu�m.

Ent�o, esperei.

O que queres � Elizabeth Gray?

Acho que ela pode ser a minha m�e.

Legendas - Cuesta

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