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BASE LUNAR ALFA
EXPLOS�O NUCLEAR GIGANTESCA
A LUA � ARRANCADA DA �RBITA DA TERRA
� LAN�ADA PARA O ESPA�O
ALERTA VERMELHO
ESPA�O 1999
Relat�rio da situa��o da Base Lunar Alfa,
565 dias ap�s termos sa�do da �rbita da Terra.
Dra. Helena Russell gravando.
H� dois dias, encontramos um pequeno planeta
que cruzou o nosso caminho.
Os nossos scanners indicaram a presen�a de Milgonite,
um mineral raro, imprescind�vel ao nosso Sistema de suporte vital.
A �guia 4, com um laborat�rio especialmente adaptado,
foi enviada imediatamente, para fazer
um estudo geol�gico completo do planeta.
Aquilo � que s�o nuvens.
Quase tinha me esquecido de como eram.
Tem toda raz�o.
J� temos bom contato visual.
Quanto mais perto melhor.
Nos aproximarmos muito depressa pode ser perigoso.
Sem d�vida.
Maya. O que tem a informar?
Ela j� � crescidinha, Tony.
Sim, mas n�o est� habituada a Romeus irlandeses de fala mansa.
Mas ela aprende depressa.
A an�lise geof�sica confirma a presen�a
de grandes quantidades de Milgonite.
H� sinais de vida?
H� registro de uma forma de vida, mas � m�nimo e n�o identific�vel.
- Atmosfera? - Oxig�nio, nitrog�nio,
gases inertes, hidrog�nio... � respir�vel.
Parece tudo em ordem. Aquele planeta vai ser canja.
Canja?
Significa que n�o nos vai dar trabalho nenhum.
NEM TUDO O QUE BRILHA � OURO
Uma aterragem nada m�, Alan. Nada m�.
Nada m�. Voc� nem sentiu nada.
Qual � a �ltima contagem?
Quanto tempo temos at� que Alfa fique fora do alcance?
Bem, se n�o sairmos deste planeta dentro de tr�s horas...
Tr�s horas e dois minutos mais precisamente.
Tr�s horas? Vamos conservar energia. Mude para consumo m�nimo de energia.
� o meu chap�u da sorte.
Nunca tinha visto um destes, n�o �, Maya?
Esse � o grande problema do seu planeta:
n�o conhece o maravilhoso estado do Texas.
Ou melhor, um cowboy irland�s.
T�nhamos coisas maravilhosas em Psychon.
Muito bem, pessoal. Venham c�.
Tudo pronto?
Temos exatamente tr�s horas.
Comandante, dentro de tr�s horas teremos Milgonite suficiente
para sustentar Alfa eternamente.
Espero que tenha raz�o. Maya,
programe a contagem para tr�s horas a partir de agora.
Tr�s horas para a decolagem.
- � a minha vez de ficar. - Algu�m tinha que ficar.
Tony, fique com ela. Vamos.
At� j� ou�o aquela Milgonite a chamar por mim.
Dave!
Olar�!
� ela!
Que beleza! Que formosura!
Diga ol� ao grande Dave.
Lamento interromper o seu romance com esta rocha,
mas n�s temos trabalho a fazer.
As pedras me compreendem, Comandante.
Nenhuma das minhas mulheres conseguiu, mas as pedras sim.
O pistoleiro mais r�pido de Alfa!
Muito bem.
Bem,
preparem-se para encontrar ouro.
Ent�o?
Isto �...
Isto � estranho.
O que foi, Dave?
Isto n�o � Milgonite.
Ent�o o que �?
N�o sei.
Mas isto deve ter uma fonte qualquer de energia para brilhar assim.
Vamos retirar uma amostra para analisar detalhadamente na �guia.
Antes disso vamos verificar se h� radia��o,
ou qualquer outro elemento perigoso.
Certo.
Nada.
N�o.
- Negativo. - Tudo bem, ent�o avancem.
Certo.
Bolas!
Ol�!
H� algo aqui que n�o bate certo.
Temos de descobrir o que �.
Resultado negativo.
N�o entendo.
Agora a rocha deveria demonstrar uma rea��o geol�gica.
Mas n�o d� qualquer sinal de vida.
Deixem-na em paz. � o meu amor.
Est� morto!
Duas horas e 45 minutos para a decolagem.
Tirem isso daqui.
- Alto a�. - Eu j� disse.
- John. - Sim.
- Estou captando ondas cerebrais. - O qu�?
E aparentam estar normalizadas.
- Mas n�o teve um ataque card�aco? - Sim.
Os seus �rg�os internos est�o funcionando normalmente.
O cora��o parou, mas ele est� vivo!
Pode ser que isto o reanime.
- Mas n�o � perigoso? - Temos de arriscar.
� desnecess�rio.
- Mas ele come�ou a responder. - Foi involuntariamente.
- Helena... - Sou m�dica, John.
N�o fa�o milagres.
Posso cooperar com o que conhe�o, mas com o que desconhe�o...
Mas o c�rebro dele continua a funcionar, Helena.
Este � um dos mist�rios da Natureza, Maya.
Pensei ter-lhe dito que se livrassem disso!
- N�o pode! - Voc� viu o que ela fez ao Tony.
Mas se existe uma cura, o segredo est� na rocha!
N�o gosto de lidar com o desconhecido.
N�o fazemos a m�nima ideia do que � isso.
Vamos lev�-la para Alfa e trat�-lo l�.
A Maya tem raz�o, John. A resposta est� na rocha.
Tudo bem. Mas ningu�m se aproxima, nem toca, ou sequer olha para ela.
- Estamos entendidos? - Bem...
- Onde pensa que vai? - L� para fora.
Para resolver o que viemos fazer aqui.
Temos coisas mais importantes com que nos preocuparmos.
Eu sei.
Olha, pe�o desculpas.
N�o posso fazer o seu trabalho.
Mas aqui o ge�logo sou eu, e voc� tamb�m n�o pode fazer o meu.
E Alfa precisa daquela Milgonite.
Maya, lamento o que aconteceu ao Tony.
Alan, acompanhe-o. J� vou encontr�-los.
H� alguma chance de o salvar?
O c�rebro dele est� vivo. A esperan�a � a �ltima que morre.
Muito bem, isto deve chegar.
Quando eu disser, Alan. � aquela.
Est� funcionando?
N�o.
Certo. Vamos dar uma olhada.
Quartzo, ortocl�sio, horneblenda, augite,
olivina, feldspato...
E Milgonite?
Tem de haver!
Eu conferi toda a �rea e por isso pedi para pousar aqui.
E o computador de Alfa confirmou tudo.
Pode ter feito uma leitura errada.
Nem pensar. Conferi v�rias vezes.
O computador pode ter tido uma avaria.
A mente humana � assim:
d�vida e descr�dito.
O computador confirmou cada componente de Milgonite,
e eu li corretamente.
Maya, pode me trazer o microsc�pio, por favor?
Quero observar este flu�do da rocha.
Parem j�!
Eu disse que ningu�m tocasse na rocha, ou sequer olhasse para ela.
- Precisamos de o fazer pelo Tony. - N�o, � muito perigoso.
Mas a secre��o n�o pode ser mais forte do que a pr�pria rocha,
e com a minha estrutura molecular n�o corro assim tanto perigo.
N�o, n�o. Nem pense, minha menina.
O olhar do Texas est� sobre mim.
Posso?
� s� o flu�do da rocha.
S� vou examin�-lo ao microsc�pio.
Est� bem.
N�o se importa?
Parece que aqui o velho cora��o do Texas continua a bater.
Qual � o seu parecer?
N�o sei.
N�o � a fonte de energia. Sen�o teria logo ca�do para o lado, como o Tony.
Veja por si mesmo, Comandante.
- Como corp�sculos sangu�neos. - Isso.
S� que eles n�o param de se espalhar e multiplicar.
Seja o que for, alimenta o sistema nervoso da rocha.
Ent�o a rocha � um organismo vivo.
Provavelmente � a forma de vida captada pelo nosso sensor.
Sim.
E est� bem viva.
E � letal.
Tony!
Tony!
Aquilo que permitiu � rocha atingir o Tony na �guia,
N�o nos afetou aqui.
- John, John! - Sim, Helena?
- O Tony foi-se embora. - O qu�?
- Ele saiu daqui. - Ele est� vivo?
N�o, bem... N�o sei, deve estar!
Helena, Helena?
Est� bem? Helena?
John, creio que a rocha
controla o Tony.
John, tenho medo.
Fique onde est�.
At� encontrarmos o Tony, estar� mais segura a�.
Muito bem, vamos nos dividir.
Vamos.
Tony!
Tony!
Tony!
Comandante!
Comandante, venha c�.
Ele levou outro peda�o de rocha.
Ele esteve aqui.
Tony! Tony, consegue me ouvir?
Helena!
Disse que ele estava vivo.
Helena?
Sim, ele est� bem vivo.
Chegou aqui com a rocha, colocou-a ali ao lado da outra
e elas se fundiram.
Agora chega. Vamos sair deste planeta.
- E a rocha? - Temos de lev�-la.
Sim, vamos lev�-la,
mas para a jogar no Espa�o.
- Temos de a levar para Alfa. - O qu�?
Preciso examin�-la.
Precisa � examinar a sua cabe�a.
Vamos jog�-la fora.
Nada. Sem resposta.
Estamos com problemas aqui.
Os sistemas est�o avariados.
�guia 4 chamando Base Lunar Alfa. �guia 4 chamando Base Lunar Alfa.
Responda Alfa. Responda Alfa.
Nada.
Base Lunar Alfa, aqui a �guia 4. Base Lunar Alfa, aqui a �guia 4.
Uma hora e 45 minutos para a decolagem.
�guia 4 chamando Base Lunar Alfa. �guia 4 chamando Base Lunar Alfa.
Est�o me ouvindo? Respondam.
Aqui � �guia 4, respondam Alfa. Est�o ouvindo?
Alfa, talvez estejam me ouvindo, mas n�s n�o estamos recebendo nada.
Tentem enviar-nos um sinal.
Est�o ouvindo alguma coisa, Alfa? Podem tentar entrar em contato?
Alfa, n�o recebemos nada de voc�s.
Bem, voc� fica com isso.
Pronto. Est� tudo, n�o est�?
Continue a tentar.
�guia 4 chamando Base lunar Alfa. Est�o ouvindo?
- H� quanto tempo brilha assim? - Come�ou agora mesmo.
- Alguma altera��o? - N�o. Continua na mesma.
Temos de nos livrar daquela coisa. E perigosa demais para estar aqui.
Olhe, John, o Tony continua vivo.
- Talvez exista uma forma de o ajudar. - Vamos tentar isso, l� fora.
Por Deus, John, n�o se aproxime. Pode mat�-lo.
Tamb�m a velhice.
�guia 4 chamando Base lunar Alfa. Est�o ouvindo?
John! Alan!
Eu estou bem. Estou bem.
- O que aconteceu? - A luz azul.
A rocha me atingiu com uma luz azul.
Provocou uma dor paralisante.
- Azul? Mas est� amarela. - Estava azul.
Amarelo, laranja ou azul.
Qual ser� a cor que mata?
Conseguiu contato?
N�o, n�o. As comunica��es est�o com problemas.
S� gostaria que ela nos dissesse o que quer.
Talvez esteja tentando se comunicar, dizer alguma coisa.
Tudo bem. Talvez esteja zangada.
O seu habitat natural � l� fora, e n�s a privamos dele.
Ser�?
Ou ter� sido o contr�rio?
Talvez tenha enganado o computador, levando-o a registrar Milgonite aqui.
Isto n�o vai deixar o Cowboy nada contente.
Depois apoderou-se do corpo do Tony,
usando-o para pegar parte da rocha-m�e e traz�-la para c�.
E teve poderes biol�gicos para se fundir.
Talvez depois de alcan�ar o seu objetivo liberte o Tony.
O que pretender� ela?
Realmente, boa pergunta.
O que pretender� ela?
N�o entendo.
J� trabalhei com po�os de petr�leo na Terra
e at� com ur�nio,
mas isto...
Aqui j� houve �gua.
E, em termos geol�gicos, ainda devia haver.
Mas o planeta inteiro parece...
... parece um deserto.
E que aconteceu � Milgonite?
N�o diga "aconteceu", Maya. Pensa positivo.
Alguma coisa est� errada, Dave.
Apesar das nuvens, n�o choveu uma gota.
� o que acusa o hidrostato.
Eu n�o estou preocupado com a chuva,
isso pode ter sido um erro ecol�gico.
- Eu quero encontrar Milgonite. - N�o neste planeta, Cowboy.
O que quer dizer com isso, Astronauta?
Dave, a sua leitura estava correta, mas a sua fonte...
... a fonte � que estava errada. - O que quer dizer?
Achamos que foi a rocha. Ela programou o computador para nos atrair at� aqui,
com o objetivo de obtermos Milgonite.
Aquela rocha tem poder, energia, intelig�ncia
e objetivos definidos.
Fala como se tratasse de um humano.
N�o, n�o � humano, mas � uma forma de vida.
O que n�o sabemos � quais s�o os seus objetivos.
Maya, acho que pode nos ajudar a descobrir.
Se conseguisse se comunicar com ela,
poderia salvar o Tony.
Espere a�, Maya. Espere um minuto.
- Voc� viu bem o que ela pode fazer? - Maya, pode ser muito perigoso.
- Ent�o porqu� permitir? - Porque n�o h� alternativa.
- N�o pensou em nenhuma. - Tem alguma sugest�o?
- Assim de repente, n�o. - Ent�o porque n�o se cala?
- Olha... - Fim de discuss�o.
John, acho que ela entrou em contato com a rocha.
Se aquela coisa est� mesmo viva
e est� mesmo se comunicando com Maya,
ent�o est� desprevenida.
S� queria ver se as nossas armas s�o eficazes contra ela.
Seu inconsequente!
Estava no modo para atordoar. N�o queria mat�-la.
Ainda assim, � um achado geol�gico.
Imagine que, em retalia��o pelo seu ato, ela mata a Maya.
- S� queria ajudar, Maya. - Grande ajuda.
Lamento, Comandante. N�o consigo me comunicar com ela.
� uma forma de vida.
E voc� consegue se transformar em tudo o que seja org�nico.
- Devia ser capaz de comunicar. - Ela se recusa.
- John! - Sim, Helena.
A rocha mudou de cor. Est� verde.
Helena, saia da�. Pode ser a cor da morte.
- John! - J� disse para sair da�.
Helena? O que se passa?
- N�o me deixa ir! - Est� bem?
N�o parece querer me machucar.
Acho que me quer como ref�m.
- Helena, Helena? Est� bem? - Parece estar � procura de algo.
- Helena, j� disse para sair da�! - N�o consigo!
Helena, estamos junto � nave.
Continua presa? Consegue sair?
- A porta n�o abre. - Tente sair!
Fiquem alerta.
Tente atrav�s do computador.
N�o consigo. A luz verde me paralisou.
- Est� ferida? - N�o sinto nada. Nada.
N�o consigo me mexer.
Helena!
Est� se movendo.
Est� explorando a nossa reserva de mantimentos.
- Vai at� � se��o de pilotagem. - Continuo sem poder me mexer.
Parou no nosso reservat�rio de �gua.
A rocha absorveu
a �gua toda.
Era isso que ela queria - �gua.
Precisa de �gua para sobreviver.
- Sim. - E quer t�-la, custe o que custar.
Acho que j� entendi tudo.
N�o s� essa, mas todas as rochas precisam de �gua para sobreviver.
Estas aqui est�o mortas.
Ao longo dos s�culos, elas sugaram este planeta at� � �ltima gota.
N�o precisavam enganar a �guia.
Pod�amos t�-la ajudado.
E lev�-la para um planeta com �gua.
Talvez seja como os humanos que, quando entram em p�nico,
n�o raciocinam muito bem.
Fant�stico!
Imaginem o artigo de geologia que vou escrever sobre isto.
Comandante, a maior parte do corpo humano � constitu�da por �gua.
E a Helena est� l� dentro com a rocha.
John. A luz verde j� n�o me cerca.
Aproveite e fuja.
N�o consigo abrir a porta!
Est� decolando!
E leve a rocha!
N�o passa de um ego�sta!
N�o, espere a�.
A Helena est� l� dentro e voc� s� pensa na rocha?!
- Espere... - Desapare�a!
Est� pousando!
N�o consegue ir embora e deixar ficar o resto de si mesma.
Helena, o que se passa a�?
N�o sei.
N�o sei.
- E o Tony? - Na mesma.
A rocha come�ou a brilhar de novo.
- Em que cor? - Amarelo.
Tomou o controle do computador.
Est� passando uma sequencia de mapas na tela.
Provavelmente est� � procura de um lugar com �gua.
Est� presa a um limite de tempo, assim como n�s.
Qual dos prazos terminar� primeiro?
O dela, ou o nosso?
N�o sei, mas o meu palpite � que ela tem de sair daqui depressa,
ou ent�o, morre.
Sabemos bem o que � isso.
Helena, os mapas ainda est�o passando?
N�o, j� pararam.
A tela est� em branco.
Ou�a-me, Helena.
Achamos que a rocha est� tentando sair do planeta.
Se assim for, o Tony vai ter de juntar mais peda�os de rocha.
Logo que ele saia da nave, avise-nos imediatamente.
De acordo?
Sim.
Vamos.
Muito bem. Quero que voc�s dois se mantenham afastados.
- N�s nos encarregamos do Tony. - Mas o que v�o fazer?
N�o podemos deixar que ele leve mais daquela rocha para a �guia.
- Mas como vamos impedi-lo? - Atordoando-o.
Talvez se o atordoarmos o suficiente, ele largue a rocha.
Quero que se escondam atr�s daquelas rochas e que fiquem fora de vista.
Alan, vem comigo.
- J� saiu, John. - Certo. N�o saia da�.
Certifiquem-se de que as armas est�o no modo para atordoar.
Voc� tamb�m.
Acha que a rocha � a �nica coisa que me importa.
O que aconteceu?
A energia laser, somada � da rocha, afetou a estrutura molecular.
- Sim? - John, o Tony voltou.
Ele se materializou.
Foi transportado.
Helena, disparamos o laser contra ele, na esperan�a de que largasse a rocha.
Est� se mexendo. Est� emitindo sons.
O aumento s�bito de energia enfraqueceu a rocha.
Significa que agora est� mais vulner�vel.
Com o comando do Tony, talvez pud�ssemos abrir a porta da �guia.
Temos o comando do Tony. Vamos tentar abrir a porta da �guia.
O laser dele est� aqui.
Onde est� o comando?
Cowboy!
Vai cometer alguma estupidez.
Tony?
Helena, o que aconteceu?
Uma hora e 35 minutos para a decolagem.
Depressa, vamos sair daqui.
- Fora! Voc�s os dois, fora! - Desista.
Agora calma, vamos, devagar. Descanse agora. Vai ficar bem.
- Tony! - Ele vai ficar bem, Maya.
Na escuta, Dave, na escuta! Na escuta, Dave!
Na escuta, Dave!
Na escuta, Dave! Na escuta, Dave!
Na escuta, Dave!
Pode estar morto.
N�o, se aquilo quisesse nos matar, a Helena j� estaria morta.
S� se ela se apoderou dele, como fez com o Tony.
Tinha de ir l�.
Ficamos lhe devendo essa.
Salvou a Helena e o Tony.
Como � que vai isso?
Esta arma est� levando mais tempo a se adaptar do que eu pensava.
- Quanto tempo mais? - N�o muito.
Tem certeza que funcionar�?
Os quatro raios laser disparados simultaneamente
ir�o criar calor suficiente para ressecar uma barragem.
Ent�o ser� f�cil desidratar a rocha e enfraquec�-la.
Pode at� mat�-la.
O que tiver de ser, ser�.
� melhor prepara-se, Maya.
Para qu�?
Se a rocha est� usando o Dave, ele deve estar chegando a�.
N�o podemos arriscar que o Dave traga mais da rocha-m�e para c�.
Ela pode se tornar muito poderosa, caso seja refor�ada.
Alan, aproxime-se da �guia e avise-nos logo que ele apare�a.
L� vem ele.
Maya, sabe o que tem a fazer.
15 minutos para a decolagem. Margem de tempo cr�tica.
Comandante, ajude-me!
- Maya, saia da�! - N�o consigo!
Est� me puxando para ela.
Mas � poss�vel quebrar a sua for�a.
Est� usando a maior parte de sua energia para me fundir a ela.
Quebrem agora! Quebrem agora!
- A rocha ficou vermelha! - Vermelho � morte. Vermelho � morte.
Use a sua arma laser, desidrate-a.
- Calma, Dave. - Pronto, est� bem. Est� bem.
- Como est� o Dave? - Est� bem.
Chame a Helena e o Tony. Vamos sair deste planeta.
Helena! Tony! Venham c�, j�!
Muito bem, Alan, decole.
Est� morrendo.
Sim. Ir� morrer dentro de poucas horas se n�o conseguir �gua.
Ela n�o queria nos fazer mal. S� queria sobreviver.
Se ao menos as nuvens soltassem sua �gua a tempo.
Mas n�s podemos for��-las.
Os cristais nucleares ativos, temos grande quantidade deles a bordo.
Claro. N�s podemos fazer chover, jogando os cristais nas nuvens.
V� prepar�-los.
John, gostar�amos de semear alguns cristais nucleares nas nuvens.
- Cristais nucleares? - Sim.
- Maya? - Sim, Comandante?
- Tudo pronto, criadora de chuva? - Tudo pronto, Comandante.
Lan�ar cristais.
Bem, n�o conseguimos Milgonite.
N�o. Mas conseguimos sair vivos.
Tome.
Quanto � Milgonite, fica para outra vez.
Alan, acha que conseguimos descobrir o caminho de volta?
- Ser�? - Vamos para casa.
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