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Original subtitles

Meu nome � Ed Warren.

Estou aqui com minha esposa, Lorraine, e Victoria Grainger.

Hoje � dia 20 de abril de 1964.

Victoria� quando foi a primeira vez que percebeu essas ocorr�ncias sobrenaturais?

Desculpa, n�o sei fazer isso.

Que tal voc� come�ar do in�cio?

Meu pai achava que algo o estava seguindo.

ANTIGUIDADES E VINTAGE

Alguma coisa que ele n�o via.

Ele trancava as portas � noite, e de manh�

elas estavam abertas.

A�, ele come�ou a ouvir�

vozes.

Eu n�o acreditei nele.

Pra mim, era coisa da idade.

Mas, um dia, eu cheguei e�

eu o encontrei.

Pai!

A casa ficou silenciosa ap�s sua morte.

Mas, ent�o, algo mudou.

Eu podia sentir.

Era uma sensa��o muito forte�

de que estava sendo observada.

Tem alguma coisa l� dentro.

E, quando estou aqui sozinha�

e est� tudo silencioso�

ela me chama.

DEP�SITO

N�o.

Sei l�. N�o estou com um bom pressentimento.

Ed, eu consigo fazer isso.

Lorraine�

Meu nome � Lorraine Warren.

Estou aqui pra ajudar.

Eu posso� sentir seu esp�rito.

Seu medo.

Tem mais alguma coisa.

O que voc� �?

Ed!

- Lorraine! Lorraine? - Ed!

Lorraine, o que houve?

A beb�!

O hospital fica a 10 minutos daqui!

O que houve l�?

Eu n�o sei!

Tinha alguma coisa� no quarto.

No espelho.

Eu n�o sei.

- Quando era pra nascer? - Maio. Adiantou!

Avise a Obstetr�cia. Poss�vel descolamento de placenta.

Vai ficar tudo bem.

Tem algo errado. Eu sinto que tem!

- Vai ficar tudo bem. - N�o pode entrar, senhor.

- N�o, Lorraine! - Senhor! Senhor!

Lorraine! Lorraine!

Temos que tirar o beb�. Fa�a for�a.

Ela est� perdendo sangue.

- Est� sangrando agora? - Est�.

Cad� o Ed?

Como est� o beb�?

- Sinais vitais? - Cad� o Ed?

130 bpm. Press�o 8 por 4.

Droga!

Tragam uma lanterna.

Tem alguma coisa aqui!

Acabou a luz! Lorraine!

- N�o, n�o! Lorraine? - Ed!

N�o. Preciso falar com minha esposa.

N�o atrapalha.

Ed� n�o deixe que machuque a beb�.

N�o deixar o que machucar?

Por favor.

A cabe�a est� saindo.

Faz for�a, Sra. Warren.

Para de fazer for�a! A cabe�a saiu.

Cord�o em volta do pesco�o.

Preciso de pin�a e tesoura.

O qu�? O que ele disse?

Qual o problema?

Um pouco mais de for�a. Vamos tirar o beb�.

Tudo bem. Est� tudo bem. Est� saindo.

Preciso de luz. Ela est� sangrando.

Tem alguma coisa errada.

Qual o problema dela?

- Tem algo errado! - Precisa de ajuda?

Por favor.

Doutor, qual o problema?

Doutor, o que est� acontecendo?

D� aqui minha beb�.

D� aqui minha beb�!

Eu sinto muito.

Deus.

Por favor, Pai Celestial.

Por favor, traga-a de volta.

Meu Deus.

Por favor, traga-a de volta.

Meu Deus.

Pai Celestial, por favor.

Por favor, traga-a de volta.

Por favor, traga-a de volta.

Por favor, traga-a de volta.

Meu Deus, por favor.

Por favor. Por favor.

Ai, meu Deus!

Qual o nome dela?

O nome dela � Judy.

Judy Warren.

Vem. Vem c�. Vem c�, beb�.

Muito bem.

Muito bem!

Judy!

O que foi? Amor.

Amor.

Eu continuo vendo coisas horr�veis! E elas n�o v�o embora!

Ai, meu amor.

Calma, est� tudo bem.

� s� bloquear, como eu te ensinei, est� bem?

Como eu te ensinei.

Lucy Locket perdeu sua pochete

-Kitty Fisher achou -Kitty Fisher achou

-N�o havia um centavo nela -N�o havia um centavo nela

-S� uma fita em volta dela -S� uma fita em volta dela

-Voc� n�o est� a� -Voc� n�o est� a�

E se eu n�o conseguir fazer aquelas coisas irem embora?

Voc� consegue.

Voc� consegue. � s� voc� querer.

S� depende de voc�.

Eu te amo.

Tamb�m te amo.

Minha filhinha�

WEST PITTSTON, PENSILV�NIA

Vai, garoto.

Muito bem.

A mam�e mandou pegar enfeites no s�t�o.

Depressa. Vamos, pessoal!

N�o v�o celebrar a missa s� pra n�s!

Vamos, pai, desliga a TV.

Obrigada, meu bem.

- Droga! - Olha como fala, Heather!

Carin, desce da�.

- N�o esquece a c�mera. - Est� carregada?

Obrigado.

- M�e! - O que �, Heather?

� um desastre! Dawn passou a manh� no banheiro.

- N�o passei! - Passou!

Acabou a �gua quente.

E a tomada estourou!

M�e, me d� um minuto.

Querida, ainda d� tempo de arrumar seu cabelo.

E voc� est� linda neste vestido!

N�o mente pra ela, vov�.

Eu vou te matar!

N�o pode mat�-la na sua crisma.

Milo Evans Roberts.

Milo Evans Roberts,

recebe o dom do Esp�rito Santo.

- Am�m. - Eu n�o sei.

- Voc� est� na foto. - A� vem ela.

Sai da frente. Desculpa. Obrigado.

Ela n�o est� linda?

Que a paz esteja contigo.

Heather Elizabeth Smurl.

Heather Elizabeth Smurl,

recebe o dom do Esp�rito Santo.

- Am�m. - Que a paz esteja contigo.

Olha ela a�.

Ela est� crismada. Voc� se crismou, amor.

- Ei, meninas, quem quer jantar? - N�s!

- Vamos l�! Entrem! - Estou morrendo de fome!

Depressa! Andem, vamos! A comida est� esfriando!

�por ligar. Sim, foi uma cerim�nia linda.

- John, para! - Ah, amor!

Sabe como eu adoro seus molhos!

Eu adoro!

- Espera. - Onde ponho a salada?

Vov�? Onde eu ponho a salada?

Voc�s se acham muito engra�adas!

Ei, que gritaria � essa?

- Desculpa, eram as meninas. - N�o corram aqui dentro.

Ok. Vamos l�, vamos ver o que n�s temos aqui.

� mais alto que eu!

Ai, meu Deus!

Eu n�o ganhei presente de crisma.

- Dawn� - N�o ganhou um broche bonito?

- �. - Ah, �

�, foi o broche.

- Vamos l�, abre. - T� bom.

� um espelho.

Ele est� rachado.

- Ah, Heather� - Ah, meu bem,

o vov� conserta o vidro.

N�s achamos num bazar no condado de Bucks.

- Simon, quieto! - � mesmo?

Ei�

Eu adorei.

Obrigada, vov�.

- De nada, querida. - Obrigada, vov�.

Ah, meu bem!

- N�o foi muito caro, espero. - N�o se preocupe.

O cara n�o conseguia p�r de volta no carro, a� deu um desconto.

Acho que s� estava nos esperando.

O banheiro � concorrido.

Pode ficar no seu quarto, s� pra voc�.

- �tima ideia. - No nosso quarto, n�o.

- Achei lindo. - � s�rio?

Escolhido com cuidado.

Acabaram as filas.

Aquela l� no alto n�o � igualzinha a voc� quando era beb�?

Ah, �, com certeza. Posso ver a semelhan�a.

- Heather! - Meu p� escorregou.

N�o escorregou. Eu vi.

A perna da Dawn estava na frente.

Agora n�o.

A semelhan�a � incr�vel.

- Tem franjinha e tudo. - Quem quer bolo?

Eu quero! Eu quero!

Ok!

- Vamos l�. Pronto! - Acendeu!

Parece muito bom.

Bolo de crisma!

- Parab�ns, querida. - Obrigada.

Eu n�o tive bolo.

- Tem que fazer um pedido. - Simon, quieto!

Simon tamb�m quer bolo.

Vamos l�!

Prontos?

Ei, ela soprou minha vela.

- Quem? - Dawn!

- Eu n�o soprei! - Voc� soprou!

- N�o soprei! - Vamos acender a luz.

- Tudo bem. - N�o soprei mesmo!

Tudo bem, gente. Vamos sossegar.

Ela soprou.

Meu Deus!

Heather! Ai, meu Deus!

Heather! Voc� est� bem?

O que aconteceu?

Ai, meu Deus. Pai? � muito sangue.

Atingiu voc�?

Meu Deus, voc� est� ferida?

Calma. Aperta minha m�o.

Vou pegar o kit de primeiros socorros.

Ap�s d�cadas investigando o sobrenatural,

os renomados Ed e Lorraine Warren

tinham visto todo tipo de caso.

Mas, em 1986, nos sub�rbios da Pensilv�nia,

enfrentaram uma for�a maligna como nunca tinham visto.

O caso devastou a fam�lia e p�s fim �s suas carreiras.

Baseado em uma hist�ria real.

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com

Os moradores do apartamento acreditavam estar falando com o esp�rito

de uma menina chamada Annabelle Mullins.

Mas estavam se comunicando com um esp�rito n�o humano.

Um dem�nio.

Ele se aproveitou da compaix�o deles.

Ele se aproveitou da bondade deles.

Depois, pediu permiss�o pra usar a boneca como hospedeira,

um canal para o nosso mundo.

Encontramos centenas de itens como a Annabelle.

Objetos amaldi�oados, totens.

Com os anos, achamos que a melhor solu��o era colecion�-los.

� como tirar armas das ruas.

Esperem. Perd�o.

Sabem de uma coisa?

Vamos acender as luzes.

Agora sim.

Ok. Alguma pergunta?

Sim?

Voc�s eram como Os Ca�a-Fantasmas?

N�o. N�s n�o� ca��vamos fantasmas.

Mas n�s vimos o filme.

Espera a�! Voc�s nunca ficaram cobertos de gosma?

Por favor�

Alguma pergunta s�ria?

Sim?

Por que voc�s pararam?

N�s n�o paramos.

Estamos viajando, dando palestras.

Talvez escrevamos um livro.

Mas n�o est�o mais investigando casos.

Bem, n�s decidimos�

focar outras partes da nossa vida.

Vamos embora.

"Quem voc� vai chamar?"

Bem� obrigado.

O trabalho da nossa vida

ficou parecendo quadro de programa de audit�rio.

Isso n�o tem gra�a!

Pai, n�o foi t�o ruim!

Querido, voc� est� enxergando as �rvores, mas n�o a floresta.

Ou o cemit�rio, mas n�o os fantasmas.

Ah, maravilha.

Mas as pessoas j� n�o escutam.

Elas nem se envolvem mais.

Parece que s� querem saber o desfecho da hist�ria.

Elas s� est�o se divertindo.

Creio que sim.

Quando perguntaram por que pararam,

por que n�o falou do seu cora��o?

Porque isso � o que um velho diria.

Al�m disso, est� mais pra uma pausa do que aposentadoria.

� s� at� o m�dico me liberar.

N�o �, amor?

Nesse meio-tempo, temos seu anivers�rio se aproximando.

E eu pensei em levar o Tony pra festa.

Quem � Tony?

Pai! Estamos namorando h� seis meses.

Esse Tony.

N�o tem gra�a.

� claro, amor. N�s o adoramos.

- Adoramos? - Ed.

- Adoramos. - Querem pedir?

- Sim. - Sim.

Pra mim, linguine com mariscos, por favor.

- �tima escolha. - Ok.

O pr�ximo?

Eu posso pedir.

Nossa, tem muita coisa boa aqui.

Estou fazendo uma dieta do cora��o.

N�o tinha nem um centavo nela

S� uma fita em volta dela

N�o havia um centavo nela S� uma fita em volta dela

Lucy Locket perdeu sua pochete Kitty Fisher achou

N�o havia um centavo nela S� uma fita em volta dela

Lucy Locket perdeu sua pochete Kitty Fisher achou

Lucy Locket perdeu sua pochete Kitty Fisher achou

N�o havia um centavo nela S� uma fita em volta dela

Voc� n�o est� a�

Lucy Locket perdeu sua pochete

Iscas de fil� com legumes. � o que eu vou querer.

Pode ser isso, s� que com frango?

Claro.

Molho � parte, t�?

Lorraine?

A senhora est� bem?

Estou.

Sim, eu estou�

Estou bem. S� pensei ter visto uma coisa.

Eu estou bem.

J� se decidiu?

- Desculpe. O qu�? - Lasanha.

Ela adora lasanha.

Certo, meu bem?

�tima escolha. Obrigada.

Obrigada.

Eu trago num instante.

Voc�s est�o bem?

Sim.

Queria poder comer lasanha.

Mam�e, mam�e!

Mam�e, mam�e!

O que voc� est� fazendo aqui?

Mam�

Janet�

N�o.

Foi o que a Margie disse.

Espera! Vamos nos atrasar pra festa.

Eu sabia dos problemas. S� n�o sabia da gravidade.

Vai logo, Shannon!

- Ele vai ficar bravo se se atrasar. - Que pena.

Anda logo!

N�o.

Meninas, parem com isso!

N�o.

N�o deve ser verdade.

Alice n�o ia querer isso.

Eu a conhe�o desde a escola.

N�o.

Ela n�o disse isso, n�o.

Meninas!

Meninas, saiam j� da�!

Janet, voc� est� a�?

Caiu a liga��o?

Janet?

Al�?

Aqui est�.

Quer sopa?

T�, Susie, vou fazer sopa pra voc�,

e eu volto rapidinho.

"T� bom!"

Voc� pode.

Aqui est� escrito "bem-vindos".

Aqui est� o milho.

Faz a sopa de cenoura que a gente gosta?

Claro!

- Quando vai querer? - Perfeito!

Fiz a sopa pra voc�, Susie.

Cad� a Susie?

Mam�e, mam�e!

Mam�e, mam�e!

Mam�e, mam�e!

Como voc� entrou aqui, Susie?

Mam�e! Mam�e!

Mam�e!

- Vem c�! - Ela roubou minha boneca.

- Foi um dia bom? - Roubou a Susie!

Ficou bonzinho?

Bom garoto.

- Oi, pai. Vendo o qu�? - Oi, filho.

- Nada de bom. - Ela roubou minha boneca!

- Oi, pessoal! - Roubou a Susie!

Oi, meu bem.

- Ok. - Voc� pode pegar os talheres ali?

Papai, ningu�m acredita em mim!

- O qu�? - Desculpa.

- Inven��o dela! - O qu�?

N�o � inven��o!

Acredito em voc�.

Do que se trata?

Eu estava brincando no quarto da Dawn

- com a Susie, e a� - Shannon! Ela acha que viu�

Ningu�m acredita em mim, vov�!

- Eu acredito! - Ok.

- Sentem-se. - Uma velha pegou a Susie.

- Eu estava no mercado. - Simon acredita.

Simon acredita�

- Vov�, n�o assusta a Carin. - Sentem-se.

Pessoal, estou com fome. Vamos comer.

Por que ningu�m acredita?

Eu acredito. Voc� me conta ap�s o jantar.

Sente-se, querida.

Aperta a�, Carin.

- Sentem-se. - Vai ver foi a vov�.

Pronto!

Ok.

Muito obrigado, Senhor, pela comida que estamos prestes a receber.

- Am�m. - Am�m.

- Am�m. - Am�m.

- Vamos comer. Parece �timo! - Quero alm�ndegas!

� minha comida favorita.

� t�o estranho.

Voc� � mesmo.

Espera a�, o que � estranho?

O espelho.

Eu sei.

Aqueles beb�s bizarros parecem sempre olhar pra mim.

Bem, beb�s s�o pervertidos. Beb�s s�o nojentos.

Realmente.

"O do meio � igualzinho a voc�, Heather."

Engra�ado, mas � mentira. Voc� foi um beb� bem mais feio.

Nossa, obrigada.

Tinha que ver os cart�es que nossos pais receberam no hospital.

"Janet, lamentamos que sua filha tenha sa�do

com a cara do Sloth dos Goonies."

Voc� � uma idiota!

Sabe�

o lixeiro passa amanh�.

Vamos colocar ali.

Meu Deus, � t�o pesado.

E se a vov� perguntar?

Dizemos que foram as g�meas que quebraram. S� levamos pra fora.

Boa ideia.

Eu sei. Eu sou um g�nio.

Bom dia, pessoal. Carin!

- Desce da�. - Fica.

- Simon, vai! - Carin, desce.

Carin, desce da� agora. Senta.

- Sandu�ches pra mim? - Amor,

s�o sandu�ches pras meninas.

- E meu almo�o? - Eu preparo o seu.

"Ganhe uma viagem pra Fl�rida."

Minha nossa!

N�o seria legal?

Muito legal.

- Voc� est� fedendo, Simon. - Ele peida o tempo todo.

� o bacon.

- Eu realmente n�o� - N�o!

N�o me bate com queijo.

O que houve da �ltima vez que me bateu com queijo?

- O qu�? - Ca� de joelhos.

Deixa comigo.

- Segura a outra ponta. - T�.

- Pronto? - Vai caber.

- Eu n�o tenho cofrinho. - Eu n�o tenho dois d�lares.

Eu n�o tenho um. � s� brincadeira.

Talvez a gente tenha dois d�lares.

Quatro d�lares!

�, seria �timo.

O anivers�rio de voc�s est� chegando.

Voc� est� bem?

- Dawn? - Querida?

Voc� est� bem?

- Amor? - Calma.

- Tudo bem? - Dawn?

Dawn, consegue respirar bem?

- Engasgou? - Engasgou, meu amor?

Meu Deus! Ai, Dawn!

Meu bem. Ai, meu Deus.

Meu Deus, n�o!

- Vai ficar tudo bem. - Meu Deus.

- Ah, Dawn! - Dawny!

Ai, meu Deus!

Dawn!

Est� tudo bem.

- O que � isso? - � vidro? Voc� engoliu vidro?

Temos que lev�-la ao hospital.

- Sim. - Vamos!

Leve-a ao hospital!

Meu Deus, Jack!

- Vai ficar tudo bem. - Sim, vai.

- Vai ficar tudo bem. - Querida, vem sentar aqui.

Heather, querida.

Vamos, senta.

Est� t�o alta?

Mais do que eu gostaria.

J� pensou em adicionar peixe � sua dieta?

N�o gosto muito de peixe, doutor.

E clara de ovo?

O que de ovo?

Ed�

Eu te conhe�o h� muito tempo. N�o enrola.

Como �?

Voc� n�o pode ter outro infarto.

T�.

Hannah� Sai, sai, sai!

- Bom te ver. - Como vai?

Lorraine, bom te ver.

Escuta, sirva-se de entradinhas. Eu j� volto.

Ok.

Ok�

Por que isso?

S�

pra te agradecer por esta festa maravilhosa.

Minhas pessoas preferidas est�o bem�

aqui.

Feliz anivers�rio, Ed.

Ela chegou.

Ok.

Tony, voc� parece t�o nervoso!

O qu�? N�o estou nervoso.

Eu s� quero que eles aprovem.

Aprovem o qu�?

N�o sei. Que aprovem a mim, a n�s.

N�o tem com que se preocupar.

Minha m�e te adora.

E o seu pai?

Ele n�o gosta de mim?

- Para! - � s�rio?

- E s� me diz agora? - Eu n�o disse isso.

Pra que gravata? N�o � um enterro.

Eu errei at� na roupa.

Ai, meu Deus.

Pois bem, onde ela est�?

Est� aqui?

Feliz anivers�rio, pai!

- Obrigado, meu bem. - Oi, m�e.

- Tommy? - Pai, � Tony!

- Foi o que eu disse. - Feliz anivers�rio.

- Obrigado. - Tony, voc� est� t�o bonito.

Por favor, entra.

Pra que a gravata? N�o � um enterro.

O que foi?

Judy?

- Padre Gordon. Oi! - Oh, meu Deus!

Que bom ver o senhor.

- Amor? - Como voc� cresceu.

Ele sempre diz isso.

Este � meu namorado, Tony.

Tony, este � o padre Gordon.

Ele trabalhava com meus pais.

Muito prazer, Tony.

Igualmente.

E ent�o, o que voc� faz?

Na verdade, estou mudando de emprego.

Ah, certo.

Tony era policial.

Pediu aposentadoria antecipada.

� muito novo pra se aposentar, filho.

Sim, � que�

� uma longa hist�ria.

Tomem cuidado pra n�o tocar em nada.

Tudo que voc�s veem a� dentro � assombrado, amaldi�oado,

ou foi usado em algum tipo de pr�tica ritual�stica.

O que tem l�?

Todos os esqueletos.

O qu�? S�rio?

Passa minha cerveja.

Obrigado.

Pode ser mais uma?

Ei.

Cheiro gostoso.

Desculpa. Eu sou o Tony.

Eu sei quem voc� �.

� o namorado da Judy.

�, sou.

Brad Hamilton. Trabalhei com os Warrens.

Trabalhou nas investiga��es deles?

Em algumas frentes.

�s vezes consultoria, �s vezes� seguran�a.

Alguma vez viu um exorcismo?

Se eu j� vi um exorcismo?

Se j� vi um exorcismo?

Primeira fileira. Olha aqui.

� uma cicatriz da luta.

Quase me arrancou a bochecha com os dentes.

Foi mordido?

E ainda dizem que Rhode Island � mon�tona.

Sei l�. Que tal um hamb�rguer, Tony?

Lucy Locket perdeu sua pochete

Kitty Fisher achou

N�o havia nem um centavo nela

S� uma fita em volta dela

Voc�

N�o est�

A�

Desculpa.

Voc� est� bem?

Estou.

Voc� viu alguma coisa?

N�o � nada.

Ei.

Desculpe. Isso � esquisito. Eu estou sendo esquisita.

Eu amo esquisitice.

Quer dizer, eu amo voc�. Eu amo� voc�.

O que voc� estava dizendo quando eu entrei?

� um truque que minha m�e me ensinou.

Que tipo de truque?

Foi como aprendi a lidar com meus�

sentidos.

Aprendi a bloque�-los.

Certo. Como � mesmo?

N�o, s�rio, me ensina.

� constrangedor.

Eu quero saber.

N�o precisa se sentir constrangida comigo.

Por favor.

Est� bem, mas n�o pode rir.

Eu n�o vou rir.

Lucy Locket

Lucy Locket

Perdeu sua pochete

Coitada da Lucy.

N�o� Espera. Quando entrei, voc� estava de olhos fechados.

Deve ser parte do processo, n�o?

Tudo bem.

Lucy Locket

Lucy Locket

Perdeu sua pochete

Perdeu sua pochete

Kitty Fisher achou

- Kitty Fisher� - N�o tinha�

Ei.

O que �?

Trapaceando.

Desculpa.

Ah, me desculpem.

- M�e! - Sra. Warren!

Tony, Ed est� te procurando.

Vai levar um grupo pra garagem.

Ah� inclusive eu?

�, se voc� quiser.

Sim, quero. � claro.

� melhor que eu�

Judy, espera.

O que est� havendo?

Nada. Eu estou bem.

Naquela noite, no restaurante?

N�o foi nada.

Est� vendo coisas com mais frequ�ncia, n�o?

N�o.

Voc� se lembra do que treinamos?

Eu dou conta, m�e.

Voc� n�o pode, Judy. N�o pode. Voc� precisa bloquear isso.

Acredite, depois de uma vida com isso, eu te garanto,

voc� n�o quer isso.

Eu entendo.

Eu te amo.

Eu tamb�m te amo, m�e.

Vamos salvar o Tony do seu pai?

Por favor.

Obrigado pela torcida.

Foi uma bela jogada!

Voc� consegue, Drew.

Liquida a partida.

Tony! � sua vez.

Certo.

- Pronto? - Sim.

Boa sorte, cara.

- Beleza. - Tira o palet�!

- O palet�. - Ok!

Eu saco. Est� pronto?

- Sim. - Precisa pular mais?

- N�o, estou pronto. - Vamos l�.

Mais uma.

Est� bem.

Vinte e um a dezoito!

Bom jogo.

Que azar, Tony. Quase achei que tinha chance.

- Parab�ns. - Puxa!

- Foi bom. - Jogou bem.

- Por que eu rebati? - Desculpa.

Voc� est� bem?

Estou.

Continuo invicto.

Vou pegar outra bebida.

Vou junto.

M�e, pai, querem alguma coisa?

- N�o, obrigada. - Voc� est� bem?

Sim, eu estou bem.

Que tal cerveja?

Sim.

N�o pense que n�o notei.

Tudo limpo e em ordem.

Isto �

Desculpem interromper.

Na verdade eu� eu gostaria de dizer uma coisa.

Claro. O que tem a dizer?

Bem, � que�

� bom que a Judy n�o esteja aqui porque o que eu queria dizer�

Eu vou�

Bem�

Comprei isto uma semana depois que a conheci.

� cedo, eu sei, e sei que estamos namorando h� apenas seis meses,

mas�

quando voc� sabe, voc� sabe.

E eu� n�o consigo imaginar minha vida sem ela.

Ent�o�

o que estou tentando dizer � que eu adoraria ter a b�n��o de voc�s.

� lindo, Tony.

Voc� sabe�

que nossa fam�lia n�o � como as outras fam�lias, n�o?

E que a Judy�

� a nossa garotinha.

E, voc� tem raz�o, voc�s namoram h� muito pouco tempo.

Mas n�s mal nos conhec�amos quando ficamos noivos.

Ed ia servir o ex�rcito.

Mas eu acho que� n�o sei, eu acho que n�s sab�amos.

� claro que voc� tem nossa b�n��o.

Sr. Warren?

T�

Tony� voc� � um bom rapaz�

Ed�

E� Bem, eles s� se conhecem h� seis meses.

N�o seja tolo.

Ela acabou de dizer que voc�s�

- Sim. Bem, era uma outra �poca. - Sim�

Ok.

Talvez tenha sido cedo demais.

- Sim, exato. - N�o.

Ent�o, vou voltar daqui a um m�s e�

Um m�s?

Ed�

O que � isso?

Isso � pra mim?

�.

Judy, eu ia pedir�

Sim! Sim! � �bvio que sim!

Sim!

� lindo.

Por isso estava nervoso no carro?

Com certeza.

- Voc� viu? - Eu vi! Eu vi.

� t�o bonito.

- Ah, querida. - Obrigado, senhor.

- Obrigado. - Parab�ns.

� t�o bonito.

- Est� feliz? - Estou.

- Parab�ns, Tony. - Obrigado.

Tony parece ser um bom sujeito.

Sim, sim�

Judy tem bons instintos.

Voc� tem que deixar que ela siga seu pr�prio caminho.

Sim.

Ah� a prop�sito�

recebemos alguns telefonemas.

Algumas fam�lias nos procuraram. Precisam da sua�

ajuda especial.

- Do que se trata? S�o daqui, ou�? - Ed.

T�.

Lamentamos, padre, mas esses dias ficaram pra tr�s.

Eu sei. Acho que eu s�

Eu tinha que tentar.

- Pelos velhos tempos. - Claro.

- Feliz anivers�rio. - Obrigado.

Voc� est� bem, pra um idoso.

Vamos fingir que est� tudo normal?

O padre Jensen mandou nosso caso pra arquidiocese.

E da�?

Vamos continuar morando numa casa assombrada?

- N�o fala assim com seu pai! - Pode deixar, m�e.

Por favor, parem de brigar!

Ah, meu bem�

Est� tudo bem.

Pai, n�o podemos ir pra um hotel?

Somos oito, meu bem. N�o temos como pagar.

Como falei, o padre Jensen disse�

"O padre Jensen disse."

A igreja tem um processo.

Eles trabalham com pessoas que v�m pra documentar� essas coisas.

"Essas coisas"?

Pra provar que � tudo real!

Pra provar que � tudo real?

� real!

- Essa coisa quer nos matar! - N�o.

Quer, sim!

Voc� n�o acredita na gente, n�?

- N�o. - Acredita?

- N�o falei isso. - N�o acredita.

N�o falei isso!

N�o acredita porque n�o aconteceu com voc�.

Vem acontecendo com todos n�s!

N�o do mesmo jeito que aconteceu comigo, pai!

N�o posso mais viver assim. Nenhum de n�s pode!

Ou voc� n�o acredita,

ou n�o pode fazer nada a respeito. O que �?

Santo Deus!

- Dawn� - Ei!

- N�o vou esperar. - Querida�

Ai, n�o. Dawn. Vem c�

Crisma da Heather

�um broche bonito?

- �. - Ah, �

- Vamos l�, abre. - T� bom.

- Vai! - Estou louca pra ver.

Ah, que ansiedade!

Ai, meu Deus!

� meio esquisito.

Obrigada, vov�.

De nada, querida.

Obrigada, vov�.

�bolo!

Feliz pelo seu bolo, Heather?

Simon tamb�m quer bolo.

- Vamos l�! - Sim!

Prontos?

Ei, ela soprou minha vela.

- Quem? - Dawn!

- Oh. - Eu n�o soprei!

Voc� soprou.

Vamos l�!

Prontos?

Ei, ela soprou�

O que foi isso?

Simon tamb�m quer bolo.

- Vamos l�! - Sim!

Prontos?

- Vamos l�! - Sim!

Prontos?

- Vamos l�! - Sim!

Prontos?

Ei, ela soprou minha vela.

Simon tamb�m quer bolo.

- Vamos l�! - Sim!

Prontos?

Pai.

Jack! Jack!

Jack. Jack. Jack.

As meninas!

Meu Deus!

Ai, meu Deus. Heather.

Meu amor, o que foi? O que aconteceu?

Tem algu�m aqui! Tem algu�m aqui!

N�o tem ningu�m aqui, querida. Ningu�m!

- Ele est� aqui! - Heather! Coitadinha.

N�o podemos viver assim, Jack!

Temos que fazer alguma coisa!

Coitadinha da Heather.

O dem�nio chegou � Pensilv�nia.

Nas colinas de minas de carv�o de West Pittston,

uma fam�lia enfrenta uma for�a sobrenatural.

Estes s�o meus pais e�

Tivemos ocorr�ncias�

Jack e Janet Smurl

alegam que uma presen�a maligna entrou na casa deles.

Curiosos, uns que acreditam, outros que n�o,

lotaram a rua Chase pra ver a casa assombrada.

Entraremos ao vivo em 3�

Bem-vindos ao Larry King Live!

Boa noite de segunda.

Eu vos exorcizo, dem�nios malignos!

Nossos convidados, pra come�ar, s�o Janet e Jack Smurl.

O que est� assombrando voc�s?

N�s n�o temos ideia, Larry.

N�o pens�vamos em algo sobrenatural. Ningu�m pensa isso.

Jack Smurl diz que um dem�nio o atacou no meio da noite,

- paralisando seu corpo. - Minha esposa acordou. Ouvimos gritos.

Ser� que � mesmo assombra��o, ou � uma fraude?

Oito pessoas moram nesta casa,

oito pessoas vivenciaram isso.

Oito pessoas n�o est�o loucas.

N�s estamos pedindo� ajuda.

- Algu�m nos ajude. - Maureen.

Ai, meu Deus!

- � a Judy Warren! - Oi, Brenda.

E voc� trouxe sua m�e.

- Nossa celebridade. - Obrigada.

- Ah, Brenda, como est� sua fam�lia? - Ah, est�o todos bem.

Quando terminarmos aqui, voc� pode prever meu futuro?

� brincadeira. Sei que n�o � sua atividade. Voc� faz investiga��es.

N�o fa�o mais.

Ok. Sra. Warren, a Maureen vai servir um caf�.

E, querida, vou te levar pra provar este vestido lindo!

Queria conhecer um cara como o Tony.

Mas e o Dom?

N�s terminamos. De novo.

Sinto muito. Mas tem bons partidos por a�.

- Voc� � um amor. - E voc� � bonita demais pra ele.

Para!

Desculpa! Acho que eu espetei voc�.

Maureen?

Voc� vai atender?

Essa garota � uma idiota. J� volto.

Eu estava ficando com claustrofobia.

Brenda?

Est� tudo bem a� embaixo, Brenda?

Brenda?

Lucy Locket perdeu sua pochete Kitty Fisher achou

N�o tinha nem um centavo nela S� uma fita em volta dela

M�e!

Lucy Locket perdeu sua pochete Kitty Fisher achou

N�o tinha nem um centavo nela S� uma fita em volta dela

Voc� n�o est� a�!

Judy!

Qual o problema?

O que aconteceu?

Est� tudo bem.

Sr. Smurl. Sr. Smurl. Sr. Smurl!

- Cuidado com os degraus. - Afaste-se!

- O que est� havendo? - Por favor, afastem-se!

Tenham respeito!

Respeito pela minha m�e!

Saiam daqui, por favor! Pelo amor de Deus, desapare�am!

Cuidado.

- Sumam! - Vai ficar tudo bem, m�e.

A vov� vai ficar bem, crian�as.

Dawn, cuida da sua m�e.

Quer sair da�?

- Vejo voc� l�. - Vejo voc� no hospital.

Vou com sua m�e.

Eu dou not�cias, meu bem.

Por que n�o acaba?

M�e, olha.

� o Simon.

Oi, Simon.

Cresci com um cachorro igual.

- � mesmo? - �.

A ambul�ncia l� fora�

era pra quem?

Minha sogra.

Alguma coisa�

Alguma coisa a empurrou da escada.

Est� piorando.

E n�o temos dinheiro pra sair daqui.

Fico feliz que o senhor esteja aqui.

Pensei que a igreja tivesse nos esquecido.

Sra. Smurl�

A igreja n�o sabe que estou aqui.

Na verdade, sou de Connecticut.

Mas trabalhei em casos semelhantes ao seu,

e tenho acompanhado sua hist�ria de perto pelo notici�rio.

Acho que talvez eu possa ajudar.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

O que houve l� embaixo?

Tem alguma coisa aqui.

- O senhor vai embora? - N�s vamos ajudar voc�s.

A igreja vai me ouvir.

Eu prometo, eles v�o me ouvir.

Em que posso ajudar?

Bispo McKenna, por favor.

Pois n�o. E quem � o senhor?

Padre Gordon.

Um minuto.

Um tal padre Gordon est� aqui.

Qual � o assunto?

Os Smurls.

Uma fam�lia de West Pittston.

� urgente.

Ele veio falar sobre uma fam�lia de West Pittston.

Disse que � urgente.

Est� bem.

Ele j� vai atend�-lo.

Padre? O senhor est� bem?

Sim, eu�

Desculpa.

Ol�?

Padre Gordon?

Judy?

Pode ir agora.

Estou protegido por Deus Todo-Poderoso�

criador do C�u e da Terra, de tudo que pode e que n�o pode ser visto.

Minha f� � minha armadura.

A luz de Deus�

Deus me proteja!

Prontinho!

� preciso checar sempre a vela de igni��o.

Achei que era o carburador. Deveria ter checado a vela.

Bom trabalho.

Bem, sabe,

como n�o podia pagar um mec�nico na faculdade, tive que aprender.

Quanto a Judy te contou sobre o que fazemos?

O bastante pra n�o fazer muitas perguntas.

Vamos entrar. Quero te mostrar uma coisa.

N�o toque em nada.

Tudo que voc� v� aqui � assombrado, amaldi�oado,

ou foi usado em algum tipo de pr�tica ritual�stica.

Nada � um brinquedo.

Nem mesmo os brinquedos.

Se essas coisas s�o t�o malignas,

por que voc�s guardam aqui?

Por que simplesmente n�o destroem?

� complicado. �s vezes isso s� piora as coisas.

�s vezes� eles simplesmente n�o deixam.

Achamos mais seguro manter o g�nio na l�mpada.

Melhor aqui dentro do que l� fora.

Quantos casos investigaram?

Casos?

Mil, talvez?

Mil?

Pois �. N�s come�amos jovens, mais ou menos com sua idade.

� engra�ado. Esta sala,

cada coisinha que tem nela�

� nossa hist�ria.

� o trabalho da nossa vida.

Escuta, naquele dia?

Eu entendo.

Eu� eu estava� nervoso, e o senhor � um tanto intimidador.

N�s quase perdemos a Judy.

Ela foi uma natimorta.

Por provavelmente um minuto.

Foi o minuto mais longo das nossas vidas.

E, como pai, � algo que jamais se esquece.

Embora eu saiba que ela � sua noiva,

pra n�s,

ela vai ser sempre aquele bebezinho lutando pela vida.

Eu entendo, senhor.

Entende?

O que houve?

O qu�?

O padre Gordon sempre foi um homem bom.

Um homem de Deus.

E ele ajudou muitas pessoas.

Eu nunca vi o padre se entregar ao desespero.

N�o, o padre Gordon era luz.

E ele trouxe essa luz pra mim e pra minha fam�lia

quando n�s mais precisamos dele.

Eu s� queria que n�s tiv�ssemos podido fazer o mesmo por ele.

Sr. Warren? Sra. Warren?

Sim?

Desculpem, n�s n�o nos conhecemos. Eu sou o padre Ziegler.

Voc�s dois s�o um pouco malvistos em certos c�rculos da igreja.

Sim, estamos cientes.

Mas Gordon sempre falou muito bem de voc�s.

Ele acreditava na miss�o. E nas coisas que faziam juntos.

Ele considerava voc�s dois amigos.

Obrigada, padre.

Com licen�a, padre.

Sim?

Onde aconteceu?

Onde ele morreu?

Na Pensilv�nia.

S� Deus sabe o que ele foi fazer l�.

O qu�?

Lucy Locket perdeu sua pochete

Kitty Fisher achou

Lorraine. O que foi? O que houve?

� a Judy.

Tem algo errado com a Judy.

Onde ela est�?

Essa n�o.

POL�CIA

Senhora, posso fazer umas perguntas?

POL�CIA DE WEST PITTSTON

Ei, afastem-se daqui, ouviram?

Seja o que for que esteja acontecendo l�, vamos pegar a Judy e lev�-la pra casa.

Vamos l�. Com licen�a.

Desculpem. Com licen�a.

S�o Ed e Lorraine Warren. O que vieram fazer?

Sra. Warren, pediram sua ajuda?

O que tem na casa?

Sr. Warren, v�o realizar um exorcismo hoje?

Os Smurls est�o escondendo algo?

- Conhecem os Smurls? - Ed e Lorraine!

Adiaram a aposentadoria?

- Pode nos dizer seu nome? - Afastem-se.

Qual � sua rela��o com os Warrens?

Ed e Lorraine�

Voc� est� bem?

Sr. Smurl?

Ed Warren.

Sim. Esta � minha esposa.

Lorraine. Sim, sim! Por favor, entrem. Por favor.

Muito obrigado por virem.

Soubemos que s�o especialistas.

Disseram que estavam aposentados.

Pois �.

Eu sinto muito. Estamos procurando nossa filha.

M�e?

M�e?

Judy!

Esses s�o a Janet e o Jack.

Gra�as a Deus voc� est� bem.

O que voc� faz aqui? N�o � de fazer isso.

O padre Gordon esteve aqui pouco antes de morrer.

Liguei uma coisa � outra e os encontrei.

- Est� acontecendo h� meses. - Temos que ir.

O qu�? N�o. M�e. M�e.

Sinto muito. Ed, temos que ir.

- Voc�s v�o embora? - Vamos.

- Espera, o qu�? - Desculpem a intromiss�o.

- N�o podem ir! - N�o podemos ficar.

Depois conversamos. A viagem foi longa.

Sentimos muito. Vamos, Judy.

Diga algo.

Parem!

N�s n�o fugimos da luta, n�o � mesmo?

� o que voc�s sempre diziam

quando uma fam�lia precisava de voc�s.

Quando crian�a, eu n�o entendia por que voc�s tinham que ir.

Por que se dedicavam tanto a pessoas que n�o conheciam.

E, mesmo agora, eu n�o sei.

N�o sei por que eu estou aqui, realmente n�o sei.

Mas estamos todos aqui agora.

E eles precisam de n�s.

Eles precisam de voc�s.

Algum coment�rio?

Sr. Warren, acha que � realmente assombra��o?

N�o dever�amos ter procurado a imprensa.

Agora nossos vizinhos n�o nos suportam.

Eles acham que quer�amos isso.

Eu n�o sabia que ia virar um circo.

Quer�amos algu�m como voc�s, especialistas.

Pessoas que j� lidaram com isso.

Vamos voltar pro in�cio. Quando isso come�ou?

- Na crisma da Heather. - �.

Como assim, voc� o viu morrer?

Voc� estava aqui?

N�o, foi l� em casa. Numa vis�o.

Mas� foi diferente.

Contou pra sua m�e?

N�o, n�o posso mais conversar com ela. Ela est� sempre t�o�

Preocupada.

�.

Tem outra coisa.

Eu n�o sei como dizer, mas � como se�

alguma coisa quisesse que eu ficasse aqui.

Ent�o, seus pais estavam morando aqui?

De qual de voc�s eles s�o pais?

Eles moram conosco desde que nos mudamos pra c�, e�

POL�CIA DE WEST PITTSTON

Ele come�ou a fazer panquecas.

Ent�o, este �, digamos, um caso normal?

Eles nunca s�o normais.

N�o, quero dizer, voc�s sempre fazem panquecas?

Faz parte do processo?

�s vezes, s�o waffles.

N�o, cada caso � diferente.

Cada fam�lia � diferente.

Uma coisa que � sempre igual � o medo.

D� pra ver nos olhos deles.

E o dem�nio se aproveita disso.

Tenta usar o medo das pessoas contra elas.

Parte do trabalho � justamente�

mostrar que n�o est�o sozinhas.

Certo.

Judy disse que voc� era policial.

O que aconteceu? Por que desistiu?

N�o foi nada.

Ok, foi o seguinte� Eu estava trabalhando em Bloomfield.

Uma cidade pequena. Nunca nada acontece.

Recebemos uma den�ncia de viol�ncia dom�stica.

N�s fomos at� a casa e ouvimos briga l� dentro.

Ent�o, eu bati � porta.

Imediatamente, a porta foi aberta com for�a

e um cara apontou uma escopeta calibre 12 na minha cara.

E eu ouvi� um clique.

Eu me refiz do susto e n�s imobilizamos o cara.

E o prendemos.

Mais tarde, meu parceiro veio at� mim

e disse: "Voc� � um homem morto."

Ele me mostrou a escopeta.

Estava carregada.

A espoleta emperrou.

N�o disparou.

Imagino que exista um mundo no qual estou morto.

No qual eu n�o envelhe�o.

Eu nunca tenho filhos.

Eu nunca me caso com sua filha.

Ent�o, no dia seguinte, larguei a corpora��o.

Eu sa� e fui comprar a alian�a pra Judy.

- Este � meu cesto de lixo. - � claro que �!

- �, sim. - Voc� botou na minha cabe�a!

- Obrigado, Bert. - "Obrigado"?

� meu cesto pra jogar coisas quando erro alguma coisa.

Maravilha. Bom, agora, Ernie, Ernie�

Topa fazer uma careta? Sim?

Desculpa, o flash devia estar desligado.

Eu achei que eu podia�

documentar tudo.

Est� tudo bem?

Sim.

Eu me dei conta de que nunca vi voc�s trabalhando.

Eu tamb�m sinto.

Fica aqui.

- M�e, eu posso ajudar. - Judy, voc� prometeu.

Mam�e, mam�e!

Mam�e, mam�e!

Mam�e, mam�e!

Mam�e�

Oi, Carin.

Desculpa.

Tudo bem.

Qual o nome dela?

Esta � a Susie.

Oi, Susie.

Voc� gosta de boneca?

N�o muito.

Afaste-se dela!

Eu sei o que voc� fez.

Sua garota suja! Sua garota imunda!

N�o!

Os esp�ritos, tem tr�s deles aqui.

Nunca moraram nesta casa, mas moraram nesta terra.

Isto era uma fazenda.

Tinha uma mulher.

Ela era maluca.

Muito atormentada.

Ela teve um caso, e�

o marido dela surtou.

Ele pegou um machado e foi atr�s dela.

Ela se escondeu no por�o, mas n�o estava sozinha.

Ela foi l� com sua m�e idosa.

E ele matou as duas.

J� vimos manifesta��es violentas como essa antes.

Por que essa � diferente?

Os tr�s esp�ritos s�o uma fachada.

Tem algo mais que est� bloqueando minha vis�o.

Escondendo-se atr�s deles.

Demon�aco?

Est� controlando os esp�ritos. Usando-os contra os Smurls.

Mas o que ele quer? Isso j� vem acontecendo h� meses.

O que ele est� esperando?

Judy!

M�e?

Vem aqui em cima, por favor.

M�e?

Saudade de mim?

Annabelle?

Judy?

Voc� est� a�?

Carin?

- Judy! - Judy!

Sua cabe�a! O que aconteceu?

Tem algo no s�t�o.

N�o pode ser.

Ele� nos achou.

Lorraine?

N�o, Lorraine. N�o faz isso.

Ed, alguma coisa mudou.

Alguma coisa est� diferente.

Cerca de uma semana depois, a Judy se recuperou.

Os m�dicos disseram que nunca viram nada igual.

Ela foi um milagre.

Mas, quanto ao espelho, n�s nunca mais o t�nhamos visto�

at� hoje.

Mas n�o entendo. Heather e eu jogamos o espelho fora.

Com essas coisas, nunca � t�o simples.

N�o tinha encerrado a quest�o com voc�s, e n�o tinha encerrado conosco.

E o que aconteceu com a mulher�

do antiqu�rio?

N�s n�o sabemos.

Nunca voltamos l�.

Aquela coisa no seu s�t�o � um dem�nio.

Foi o primeiro que n�s encontramos.

N�s �ramos jovens, est�vamos com medo, e quase perdemos nossa filha.

Ent�o, conclu�mos que o risco era grande demais

e, portanto, n�o pod�amos voltar.

Ent�o, sim.

N�s fugimos.

Eu vou�

considerar um bom sinal voc�s ainda estarem aqui.

N�o vamos deixar voc�s.

Voc� quer �gua?

Desculpa.

Bom, e agora?

Como nos livramos dele?

Ed! Vai mesmo levar aquela coisa pra casa?

N�o podemos deixar aqui.

A sala de artefatos � o �nico lugar seguro.

Pois bem, pra voltar de West Pittston pra Monroe, pegamos a 80.

- Lorraine e Judy v�m depois. - Pela 84 � melhor.

A 80 flui melhor nesse hor�rio.

Escuta, o que quer que aconte�a hoje,

tem que fazer o que eu disser, ok?

Entendido.

O qu�? O que foi?

N�o � nada.

Est� tudo bem?

� s� uma coisa que a Lorraine disse.

Alguma coisa parece diferente.

M�e, me desculpa.

Eu � que pe�o desculpas.

Eu n�o deveria ter deixado voc� ficar.

Uma vez que come�amos, n�o tem volta.

N�o olhem pra ele.

E n�o toquem diretamente nele.

N�o tirem as luvas.

Qualquer coisa pode acontecer.

E, provavelmente, vai acontecer.

"S�o Miguel Arcanjo,

defendei-nos no combate.

Sede o nosso ref�gio contra as maldades e as ciladas do dem�nio.

Ordene-lhe Deus.

E, pelo poder divino, precipitai no inferno a Satan�s

e a todos os esp�ritos malignos que andam pelo mundo

para perder as almas.

Am�m."

- Vou preparar o carro. - T�, j� vamos descer.

- Pronto? - Sim.

Dois, tr�s� Isso.

- Quieto, Simon! - Vamos, Simon!

Sossega, Simon!

- Fica bonzinho! - Sossega!

Tirem o Simon daqui.

Estamos tentando!

� s� gesso aqui embaixo das t�buas?

�.

- Ent�o, se pisarmos pra fora, vamos� - Despencar.

N�o quero facilitar.

� impress�o minha ou�

isso est� ficando mais pesado?

Est�. �s vezes, essas coisas s�o�

teimosas.

Tudo bem?

- Sim, tudo bem. - Ok.

Ed�

Olha.

Continua andando.

Vamos l�!

Judy� Judy, o que est� havendo?

M�e.

N�o estou me sentindo bem.

Falta pouco.

N�o olha pra ele!

N�o olha pra ele!

- Est� aqui com a gente! - Jack, somos s� n�s.

- Est� aqui! Eu vi, Ed! - N�o, somos s� n�s.

Est� aqui.

- Concentre-se no que est� fazendo. - Est� aqui.

Olha onde voc� pisa.

Jack, sai da frente! N�o!

Papai!

Fiquem aqui.

Mam�e!

Ed? O que est� acontecendo?

Jack! O que aconteceu?

Volta!

N�o, volta!

Mant�m todo mundo longe.

- Vou chamar o Tony. - Eu consigo. S� me ajuda a me levantar.

Lorraine, fica a�! N�o deixa ningu�m subir.

Vamos l�. Vamos l�.

Isso!

O que�?

Ai, n�o. Meu Deus.

Meu Deus.

O qu�?

N�o.

Lucy Locket

Perdeu sua pochete

Kitty Fisher achou

N�o tinha nem um centavo nela

S� uma fita em volta dela

Mam�e?

Eu n�o me sinto muito bem.

Judy?

Temos esperado muito pacientemente

a pequena Judy voltar pra n�s.

- Tudo bem. - Desculpa, Ed.

Tudo bem. Est� tudo bem.

Calma, calma.

Simon, volta.

Judy?

Simon, volta!

O que est� havendo?

Meninas, venham.

Puxa o Simon, Heather!

Mam�e?

N�o! N�o!

- Mam�e! - Ei!

- Est� tudo bem. - Simon!

- N�o! - Deixe-me entrar!

- Para! N�o! - N�o!

- Simon! - N�o! Fica longe delas!

Fica longe delas!

Judy.

N�o. N�o!

N�o, Judy, olha pra mim. Olha nos meus olhos.

Papai?

Sim.

Vamos l�, vamos.

Ʌ a Judy.

- Abre a porta! Abre a porta! - Abre a porta!

- Abre a porta! - N�o est� abrindo!

-Lucy Locket -Judy, escuta minha voz.

- Sei que est� a�. � o papai! - Perdeu sua pochete

Kitty Fisher achou

Eu sei que est� me ouvindo. Judy, Judy!

Voc� n�o est� a�

Judy.

Lucy Locket

Mam�e!

N�o!

Esperem a�! Eu vou pelos fundos, t�?

Ai, meu Deus.

Lorraine?

Oi. Voc� est� bem?

Tony.

- Fiquem aqui! - N�o!

N�o, mam�e, n�o deixa a gente!

Voc� est� bem?

O que eu fa�o? Chamo a pol�cia? Uma ambul�ncia?

- N�o d� tempo. - Mam�e!

- Pega o Jack e as meninas e saiam. - Jack?

Ela est� indo pro s�t�o!

V�o!

Andem logo, meninas! Saiam daqui!

- Eu te ajudo! - Est� tudo bem.

Ed!

Ele queria a Judy.

Sempre foi a Judy.

Pega o livro!

Est� tudo bem.

Judy!

N�o! Judy!

Ed! A faca! Ed.

N�o!

Ed!

Solte-a!

- Tony! Levante-a! - Solte-a! Solte-a!

- Ai, meu Deus! Judy! Judy! - Meu Deus!

Ai, meu Deus! Judy!

Vamos l�!

Judy!

Aguenta firme. Ok.

- Ela est� sem pulso. - N�o.

Sai da frente. Sai da minha frente!

- Eu ajudo! - Pode deixar!

- Deixa comigo! - Judy�

- Meu Deus, n�o! - Vamos l�, amor.

- Vamos l�, Judy. - Por favor.

- N�o! Minha filhinha! - Vamos, querida.

- Vamos, amor. Voc� consegue. - Por favor, Deus!

Por favor, n�o a leve. Por favor, Deus.

Por favor.

N�o�

- Ed? - N�o consigo. Continua.

Ok.

Oh, meu Deus!

Um, dois.

Vamos l�!

Vamos l�.

Meu Deus!

Obrigada! Obrigada, Deus. Obrigada.

Judy.

M�e?

Pai?

Ed.

Para com isso!

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

N�s vos exorcizamos. Todo esp�rito impuro!

Todo poder sat�nico!

Toda legi�o!

E pelo poder de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Ed!

Omnem potentiam satanicam!

Incursionem adversarii infernalis!

Lucy Locket

Omnem legionem et sectam diabolicam!

In nomine et virtute!

Cala a boca!

N�o!

- Ed! - Voc� vai v�-lo morrer.

Eu te ordeno com a palavra de Deus!

Voc� n�o est� a�.

Voc� n�o est� a�. Voc� n�o est� a�.

Elas n�o v�o embora.

-Lucy Locket perdeu sua pochete -Lucy Locket perdeu sua pochete

-Kitty Fisher achou -Kitty Fisher achou

-N�o tinha nem um centavo nela -N�o tinha nem um centavo nela

-S� uma fita em volta dela -S� uma fita em volta dela

Voc� pode bloquear. � s� bloquear.

Tire-a daqui!

N�o.

N�o desvia o olhar.

N�o bloqueia.

M�e.

N�o foge!

Voc�

n�o est�

a�.

A fam�lia Smurl morou em sua casa da rua Chase por mais tr�s anos.

Embora a assombra��o tenha deixado sua marca, eles continuam unidos,

achando que o encontro com o paranormal s� os fortaleceu.

Tchau, Judy.

- Foi? - Foi.

Vamos l�.

ATEN��O! N�O ABRA EM HIP�TESE ALGUMA

Ei.

Bem-vindo � fam�lia.

T�o linda.

Pode beijar a noiva.

Tive uma vis�o ontem � noite.

�?

Que vis�o?

Do nosso futuro.

Eu sonhei que nos tornamos av�s.

E o beb�, com certeza, vai ser mimado.

Finalmente, n�s escrevemos nosso livro�

e ele ficou p�ssimo.

Mas conta a hist�ria da nossa fam�lia�

e das que n�s conhecemos no caminho.

E passamos pra nova gera��o tudo que aprendemos.

E nunca paramos de ter aventuras.

E nunca paramos de ajudar as pessoas�

mesmo quando s� o que pod�amos fazer era falar com elas ao telefone.

E ent�o, est�vamos velhinhos.

E a Judy e o Tony nos visitavam com os filhos.

E estes traziam os deles.

E eu senti afeto�

e amor�

e conforto por toda minha vida.

Isso parece�

perfeito.

Ed e Lorraine Warren foram casados por mais de seis d�cadas.

Aos 74 anos, Ed sofreu um grave AVC.

Foi reanimado, mas ficou paralisado.

Lorraine foi sua enfermeira e cuidadora

at� a morte dele, cinco anos depois.

Ela n�o se casou de novo e morreu em casa, aos 92 anos.

Ed e Lorraine falavam abertamente sobre o paranormal

numa �poca em que a comunidade cient�fica ridicularizava o tema.

A vida e o trabalho deles continuam controversos,

mas levam o cr�dito por popularizarem a pesquisa paranormal

e muitos os consideram pioneiros na �rea.

CA�ADORES DO SOBRENATURAL

�ca�adores de dem�nios reconhecidos nacionalmente.

�ca�adores de fantasmas.

Estamos na casa de Janet e Jack Smurl.

A fam�lia ouvia sons de batidas

por todo o corredor.

CASA COM "DEM�NIO" ABALA CA�A-FANTASMAS

Existem esp�ritos que causam grande mal f�sico �s pessoas.

Em nome de Jesus Cristo e tudo que � sagrado,

ordenamos que v� embora agora.

Ele sentia que estava sendo estrangulado.

Dava pra ver a crian�a arrancar m�os invis�veis da sua garganta.

Quando a pessoa fica apavorada,

lan�a energia ps�quica na atmosfera,

que um esp�rito maligno pode usar

para a ocorr�ncia de mais fen�menos.

FAM�LIA PERRON 1971

Quando voc� desafia o demon�aco,

ele espera at� que voc� esteja vulner�vel ao m�ximo,

para ent�o atacar.

Um esp�rito diab�lico pode aparecer pra qualquer um com o disfarce que quiser.

�em nome de Jesus Cristo, ordeno que voc� revele sua identidade.

A porta da frente se abria com for�a e uma voz dizia: "Janet?"

E, sim, a porta ficava balan�ando pra frente e pra tr�s,

quando ocorria a presen�a demon�aca.

Voc� pode chamar de diabo, de fantasma ou de dem�nio,

mas algo nesta casa tem intelig�ncia para causar

danos f�sicos e psicol�gicos a esta fam�lia.

INVOCA��O DO MAL 4: O �LTIMO RITUAL

INVOCA��O DO MAL 4: O �LTIMO RITUAL

O verdadeiro espelho est� no Museu do Oculto dos Warrens.

Foi usado numa pr�tica que visava invocar os mortos atrav�s do reflexo.

� comumente chamado de espelho de invoca��o.

TRADU��O E ADAPTA��O MARINA FRAGANO BAIRD

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