All language subtitles for The.Invaders.S02E04.Valley.Of.The.Shadow.DVDRip.XviD

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish Download
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Sam, depois da lua de mel, essas visitas matinais dever�o cessar.

Calma, doutora. Ou te receitarei um calmante.

N�o me receite nada, doutor.

N�o tenho nada contra os rem�dios...

s� estou ciumenta pela compet�ncia j� que pediu para casar comigo.

V�em aqui, e se cale.

Anuncie seu produto ou marca aqui fale com www.SubtitleDB.org hoje

Maria, chame � pol�cia de tr�nsito, e v�em me ajudar.

81A 8611.

81A.

N�o tente mover-se, sou m�dico.

Estou bem, s� me tire daqui.

Por que dirigia assim?

Os freios falharam.

Olhe, estou bem. S� me ajude a sair.

Por favor, fique quieto.

N�o me toque!

N�o seja tolo, vai se matar.

Sam, cuidado!

Sam!

OS INVASORES

Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.

Os invasores...

seres alien�genas de um planeta que se extingue.

Seu destino: A Terra.

Seu prop�sito: Apropriar-se dela.

David Vincent os viu.

Para ele, tudo come�ou em uma noite em um caminho solit�rio...

quando procurava um atalho que nunca encontrou.

Come�ou com um restaurante fechado e abandonado...

com um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.

Come�ou com a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.

Agora David Vincent sabe que os invasores chegaram...

que assumiram a forma humana.

De algum modo, deve convencer a este mundo incr�dulo...

que o pesadelo j� come�ou.

Atores convidados: Nan Martin

Harry Townes

Rum Hayes

Joe Maross.

O VALE DA SOMBRA

Carterville, Wyoming.

Alguma vez, foi o centro de explora��o das minas locais de cobre...

agora uma rel�quia.

Popula��o: 1.216 habitantes.

Caracter�sticas principais:

As montanhas Laramie ao sul, o rio North Platte ao norte.

Atividade principal: Contemplar o passado.

Em 71 anos, Carterville s� soube de 4 assassinatos.

Os mais recentes, cometidos por um alien�gena...

que nunca ser�o escritos nos livros de hist�ria.

Quero falar com ele.

N�o at� que veja seu advogado, esta vez n�o cometerei enganos.

Deve-me um favor desde sua campanha, n�o esque�a.

Will, deveria se importar com a compet�ncia. Eu n�o gosto dos favores.

Xerife?

O Sr. Vincent quer ver o Manners, esperou mais de uma hora.

Voc� � seu advogado?

N�o, n�o sou.

O que anda vendendo?

O motivo que matou o m�dico. E � gr�tis.

Aceito o presente.

Mas quero v�-lo primeiro.

A foto do jornal n�o era muito clara. Eu gostaria de me assegurar.

De onde o conhece?

Ele tentou me matar uma vez.

Posso ver sua identifica��o?

Vejo que n�o tem muita pressa.

Ele n�o vai a lugar nenhum.

Daqui alguns dias, ele desaparecer�.

Eu gostaria que algu�m o visse quando o fizer.

Olhe, Vincent.

Odeio incomod�-lo, mas tenho um caso de assassinato.

E n�o vou deixar que fa�a disto um caso p�blico.

S� tento ajud�-lo, deixe-me v�-lo.

Em particular.

Levante as m�os.

Muito bem, vamos.

- � ele? - Sim.

Por que matou o Dr. Larousse?

Porque n�o queria ser examinado.

Ele n�o tem pulso, nem batimentos card�acos.

Verifique.

Ou�a Oficial, quem � este personagem?

Vincent, voc� me surpreende. Muito ardiloso de sua parte.

A imprensa dir�: por que examinaram-no contra sua vontade?

E um advogado ardiloso...

N�o � algo que tenha que acreditar, mas...

n�o h� lei que impe�a que um doutor examine um prisioneiro.

Por que n�o tem pulso nem batimentos do cora��o?

Isso ser� explicado por um exame.

Vamos, � tudo que tem a dizer.

O que �? Alguma aberra��o?

Muito bem.

Ele � diferente porque n�o nasceu aqui na terra.

� de outro planeta.

Ou � um sapo, esperando ser beijado por uma bela princesa.

Senhores.

Se me desculparem.

O homem n�o tem pulso nem batimentos. Em dois ou tr�s dias, se incendiar�.

N�o sei se devo jogar voc� ao povo ou te prender.

Deixe-me usar um telefone para chamar o Capit�o Taft, da Base a�rea.

Pode usar o meu, Vincent.

Will.

N�o, estou interessado nisto.

Um pouco de condimento n�o prejudica uma reportagem.

Bom, n�o esque�a que somos amigos.

Meus amigos me deixariam entrevistar um prisioneiro.

Depois de voc�, senhor.

Xerife! Ou�a, xerife!

O que quer, Manners?

Meu advogado, quero cham�-lo agora.

Junte suas m�os.

Esse tipo, Vincent. Deveria estar preso.

Deveria usar minha cela.

Ali est�.

Xerife, eu...

quero falar com meu advogado, n�o com voc�.

Manners?

Sim, t�m que me tirar daqui, agora mesmo.

Um Capit�o da For�a A�rea est� a caminho.

De que base vem?

De que planeta vem?

N�o sei.

- O que faz nesta parte do pa�s? - Tampouco sei.

Olhe, n�o se est� esfor�ando muito. Vincent, deve usar sua imagina��o.

Seu telefone, por favor.

Se voc� cooperar comigo eu cooperarei com voc�.

Voc� ser� famoso. Fotos, telegramas.

Capit�o Taft.

Capit�o, � David Vincent.

Voc� me disse que se alguma vez capturasse um, deveria cham�-lo.

Bom, estou chamando.

E n�o desligue ainda.

O artigo 33-6 do manual OVNI diz que deve verificar.

Obrigado por me recordar isso.

Onde est�, Vincent?

Sim, sei onde est�.

Estarei a�.

Sempre segui as regras, Cabo.

Mas h� algumas regras que n�o entendo.

Chame a garagem para que enviem-me um autom�vel.

De qualquer forma vou ajudar, Vincent.

H� outro m�dico neste local, Maria McKinley.

Ela ia casar com o Sam Larousse.

Normalmente ela n�o falaria no assassino, nem eu pediria, mas...

pelo bem da ci�ncia...

Pelo bem de vender jornais.

Vou pedir que ou�a seus batimentos e verifique seu pulso.

- Isso n�o lhe importa, ou importa? - N�o.

Bem, voc� sirva um caf�, e eu irei atr�s dela.

O que sabe desse tal Vincent, senhor?

S� que faz de tudo para aparecer nos jornais.

Nunca tive o prazer de conhecer esse cavalheiro.

Significa que s� ligou? Tem muita coragem, Capit�o.

Sem d�vida, Sargento.

Coragem para dar, vender e emprestar.

Ol�, Maria. Lamento te incomodar.

Will, o que quer?

H� algo que acredito que deveria saber, Maria.

Acredito que a honra e a lembran�a do Sam est� em perigo.

Will, se quiser que chore ou jure...

ou que te jogue daqui

para que escreva um artigo no obitu�rio do Sam...

Maria, h� um homem na cidade...

no escrit�rio do Gordon, neste momento...

que diz que Sam foi assassinado por um homem do espa�o.

Um homem do espa�o?

Que n�o tem batimentos, nem pulso.

Eu n�o mentiria para voc� Maria.

Sobretudo em um momento como este.

Muito bem.

O que quer que eu fa�a?

Estas hist�rias terminariam se um doutor examinar o Manners.

Sei que � doloroso, mas provaria que o cara est� mentindo.

Acredito que Sam o faria.

Voc� n�o pode conhecer os pensamentos de Sam mais do que aquele homem da lua.

- Encantado de conhec�-lo, Sr. Clements. - Igualmente, Capit�o.

Deveria haver uma lei...

Se houvesse uma lei, ele estaria preso agora.

Capit�o, alegra-me conhec�-lo.

Brevemente, e pela �ltima vez...

proceda com sua demonstra��o...

devo voltar para almo�ar.

Primeiro de tudo, acredito que necessitamos de um m�dico.

Am�m.

Voc� escolha um m�dico.

H� dois m�dicos nesta cidade, Vincent.

Um foi assassinado, e o outro � sua noiva. Ela viu o que aconteceu.

E n�o vou pedir a ela.

Voc� � o homem da hist�ria?

Dra. McKinley.

Eu gostaria de lhe explicar a minha maneira...

Isso n�o importa.

Olhe, eu n�o acredito que tenha vindo aqui por causa de...

um del�rio, ou paran�ia nem nada parecido.

Voc� � seu amigo, e veio ajud�-lo.

N�o, doutora. Eu quero que o examine.

Se me equivocar, acreditarei em sua palavra e irei.

Por que est� fazendo isto? O que ganhar� com isto?

Est� enganando voc�s.

O pessoal rir� tanto dele e de voc�s...

que a morte do Sam virar� uma farsa.

Melhor resolver isto, doutora.

O rumor j� circulou.

Maria, chamei o forense. Por que n�o vai para casa?

Sinto por sua reportagem, Will.

Se engana Gordon.

Gordon, quer que o fa�a?

N�o, Maria.

Quero dizer, ajudaria se o examinar?

N�o sei outra forma de me livrar do Vincent.

Olhe, Maria. Estou fazendo o que posso para evitar uma falha no processo.

Devemos ser muito cuidadosos.

Bom, terminemos com isto de uma vez.

Muito bem, capit�o.

Sargento, traga meus relat�rios do autom�vel.

Sim, senhor...

Voc� n�o, Will.

O senhor diz que ele n�o tem pulso nem batimentos do cora��o.

Certo.

Terminemos com isto.

Parece que n�o gosta da id�ia.

Ele tem medo. Eu estou curioso.

Calma, Manners, ou vou ter que algem�-lo.

Manners, n�o conseguir�.

N�o temos alternativa, Clemmens. At� que isto se esclare�a...

tenho que ver que aconteceu nesta cidade.

Estou declarando Lei Marcial.

Tudo o que conseguir� ser� histeria.

E n�o teremos histeria se voc� a controlar, certo?

Mantenha as pessoas em suas casas, nada de reuni�es p�blicas.

Gladys, declara-se uma emerg�ncia.

Quero que bloqueie a telef�nica para liga��es fora da cidade.

Sim, sim.

Grampeie todas as linhas, exceto esta.

Sim, sim. Agora mesmo.

Farei que meus homens espalhem a not�cia. Jim.

Bem. Agora eu gostaria de chamar a Base A�rea.

Sente-se.

Fala o Capit�o Taft. Me ligue com a se��o OVNI.

O que acontece?

Este � um Alerta Vermelho. O relato do Vincent � muito grave.

Eu me encarrego a partir de agora. O que sugere?

Uma investiga��o completa, e sil�ncio absoluto � imprensa.

Sim.

Evitaremos que a not�cia se espalhe.

Considerem isto uma emerg�ncia.

Voc� n�o pode silenciar a imprensa desta forma.

N�o � desta forma. Declarei Lei Marcial.

Mas isto � importante, Capit�o. Isto � uma not�cia de primeira.

Far� que este povo esteja de olho nos correspondentes internacionais.

O que significa � que ser� tua.

Viu o que aconteceu, tirou as fotos escreveu o artigo e acredita que � dele.

Agora, coopere...

ou direi ao xerife, que est� infringindo a lei.

Muito bem, vamos perguntar-lhe.

- Quem � voc� senhor? - De onde estas pessoas v�m?

Como � que s�o t�o poderosos?

A For�a A�rea est� a cargo. Tudo ficar� bem.

A MORTE DE CRIATURAS DO ESPA�O A PROFECIA SE FAZ REALIDADE

Doutora.

O que acontece, Sr. Vincent?

Vim lhe dizer que lamento que tenha sofrido tanto.

Obrigada.

Eu n�o conhecia o Dr. Larousse.

Mas sua morte foi importante.

Para que todo mundo saiba.

Por favor, pare Sr. Vincent.

Esta sua brincadeira � de p�ssimo gosto.

N�o sei como o fez,

mas Manners ser� detido

e ser� executado.

E voc� ser� castigado por ajud�-lo a escapar.

Doutora, Manners est� morto.

Voc� pode enganar todo mundo todo o tempo...

Sr. Vincent, e obviamente o fez.

Mas, eu sou m�dica.

E sei o que � e o que n�o � cientificamente poss�vel.

Mas voc� viu as fotos e falou com o pessoal que estava ali.

Por favor, j� n�o quero falar mais.

O funeral do Sam � em uma hora.

Desejaria que viesse...

desejaria que visse o importante que ele era para este povo.

Como o queriam.

Ali estarei.

E ent�o talvez tenha a dec�ncia de terminar com esta farsa.

De todos os pacientes ele curou...

nenhum veio.

Ele amava esta cidade.

Devotou sua vida a ela.

E ningu�m veio.

T�m medo.

Viram algo.

Algo que voc� nega ter visto.

Devo falar ante uma congrega��o a respeito de meu...

amigo Sam Larousse e o povo que ele amava.

Todos sabiam do funeral?

Maria?

Simplesmente, n�o entendo.

Que Deus tenha piedade de n�s.

O Senhor � meu pastor.

Nada me faltar�.

Ele me faz descansar em verdes pradarias.

Ele me guia atrav�s de �guas quietas. Ele reconforta minha alma.

Ele me guia pelo caminho da justi�a s� com o amor de Seu nome.

Quando eu caminhar para o vale das sombras e a morte...

n�o temerei o mal, porque...

Porque voc� est� comigo.

Sua vara e seu cajado me dar�o f�lego.

A represa!

A represa!

O que � isso da represa?

H� uma fissura na represa, a �gua come�ou a infiltrar.

N�o ouviram isso? Da represa?

Sim, ouvi Will. Tem que ter sido o tremor.

- N�o vai fazer nada a respeito? - Para isso me pagam.

O que vai fazer?

E a eletricidade, os telefones, o r�dio, os autom�veis?

Simplesmente se acalme. Vou pedir ajuda.

Melhor voc�s ficarem em suas casas.

Outros j� obedecem a ordens, espero que fa�am o mesmo.

Farei com que saibam que acontecer.

Jimmy, pegue seu irm�o. Saia do povoado e traga o que puder...

o Ex�rcito, a Pol�cia Estadual, todo mundo.

Jimmy...

n�o me desaponte.

Capit�o.

Tenho uma pergunta.

Por que n�o veio quando o chamei h� dois dias?

J� lhe disse, estava ocupado.

O que fez ao Capit�o Taft?

Est� louco? Eu sou o Capit�o Taft.

Eu nunca liguei para voc� h� dois dias.

Sim, ent�o isso tem a ver com...

o problema da energia, o terremoto.

Voc� � o �nico forasteiro na cidade.

O que faz aqui?

Isolando-os do resto do mundo.

Evitando que se espalhe a not�cia.

N�o pode cortar as comunica��es para sempre.

O que faz aqui?

Eles sabem a verdade, Sr. Vincent.

S� fa�o o que tenho que fazer.

� toda uma cidade.

Voc� n�o vai matar todos.

Est�o armados.

Com pistolas.

N�o me importa quem seja, estamos muito perto, fique aqui e eu irei.

Quem s�o voc�s?

Tem que ter outra solu��o, n�o pode eliminar todo um povo.

N�o h� outra forma.

Eles acreditam, voc� os convenceu.

� muito arriscado.

Chamar� muito a aten��o.

N�o � o que quer�amos, Sr. Vincent.

Se lhe faz sentir melhor...

tenho que preparar um relat�rio...

sobre a fuga do Manners.

Eu pagarei por isso.

N�o basta que mate 1.000 pessoas?

Uma n�voa inofensiva os colocar� para dormir.

A meus a n�voa n�o afetar�.

Escapar�o antes que a represa se rompa.

Uma cat�strofe da natureza.

Olhe, voc� n�o quer mat�-los.

Ser� muito e haver� uma investiga��o.

Talvez eu devesse falar com eles.

Esta vez n�o acreditar�o em voc�.

Posso convenc�-los de que ajudei a tirar Manners do c�rcere.

Como explicar� o que aconteceu?

Vapor do tanque de gasolina, brilhos de fogo, uma ilus�o �ptica.

N�o sei, mas vale a pena tentar para n�s dois.

E o problema da eletricidade?

Pensarei em algo.

Boa sorte.

Quanto tempo tenho?

Uma hora.

Duas no m�ximo.

Meu pessoal est� a caminho.

Todos os habitantes?

Sabia que algo andava mau, mas isto, � dif�cil de acreditar.

S� necessito que uma pessoa acredite em mim.

O resto pensar� que ajudei Manners a sair do c�rcere.

Ent�o poder�o salvar-se.

O que temos que fazer?

Maria � uma m�dica respeit�vel e ela acredita que minto.

Ela pode convencer o resto e teremos uma oportunidade.

Voc� ficar� bem por mais 6 horas. A insulina se conserva refrigerada.

- E depois disto? - Depois a levaremos para Casper.

No que?

Ele mentiu. Tudo foi planejado.

Me diga.

Muito bem, � meu amigo.

Isso n�o � tudo o que me disse.

Prometeu-me 500 d�lares se o tirasse da pris�o.

Eu estava quebrado, por isso vim.

Lamento hav�-la envolvido nisto, mas necessitava do dinheiro.

N�o poder� gast�-lo em 10 anos, Vincent. Vamos.

Maria.

Tem alguma id�ia de como acalmar as pessoas da cidade?

Gra�as a Will e Vincent, o levaram a s�rio.

Ainda est�o nervosos.

Sim. Sei. Quer que lhes fale?

Will tem uma imprensa que ainda funciona, talvez...

N�o, seria muito pedir. Farei eu.

Gordon, eu sou m�dica, confiam em mim.

Imprimirei uns boletins e os entregarei para o povo.

Por favor, quero faz�-lo.

Acredita que bastar�?

Xerife, devemos arrumar as malas e sair daqui.

Por que? Tudo terminou, Will.

Foi uma fuga da pris�o. Vincent ajudou Manners a escapar.

Pergunte a ele.

O que tenta fazer, que me linchem?

Will.

Maria vai imprimir um comunicado

dizendo a toda cidade o que na realidade aconteceu.

Ela est� a par de todos os detalhes.

Voc� tem um jornal.

Voc� se responsabilizar� para que volte a calma a este povo.

Sim.

Come�arei a trabalhar nisso imediatamente.

Vamos, Maria.

� seu capit�o. Agora � todo seu.

N�o funcionar�, Vincent.

D� uma chance.

Darei.

Pela �nica vez, n�s dois queremos o mesmo.

Sou uma cientista.

Sei que � f�cil enganar-se pelos fen�menos naturais.

E isso � porque s�o pouco comuns.

Mas n�o sejam ing�nuos.

N�o deixem que os enganem.

Mas eu o vi desintegrar-se, eu tirei fotos, lembra?

Uma ilus�o �ptica � perfeitamente poss�vel.

E o terremoto? E a represa?

E o problema el�trico?

Um problema el�trico.

Tolices.

Voc�s deveriam envergonhar-se.

Querem lembrar da morte do Sam como o momento em que enlouqueceram?

Me diga por que uma bateria nova deixa de funcionar.

Eu tenho um autom�vel com pouca quilometragem e tampouco funciona.

Bom, h� um motivo, tem que haver um motivo.

S� que n�o sei qual �.

Maria.

Ante Deus e o homem, poderia estar equivocada?

� poss�vel que se equivoque?

Xerife.

Lamento ter falhado, Gordon. N�o pudemos sair da cidade.

- O que aconteceu? - Estamos cercados.

Destru�ram a represa e v�o alagar tudo.

Tem essa m�quina que absorve toda a eletricidade.

Temos que sair daqui.

Por que mentiu para n�s Maria?

N�o foi minha inten��o mentir, reverendo.

N�o pensei que poderia ser.

N�o vejo como pode ser poss�vel.

Olhem!

Companhia, alto!

Descansem.

O que acontece aqui? Nossos ve�culos perderam pararam fora da cidade.

Sim, n�s temos o mesmo problema.

N�o h� eletricidade, nossos autom�veis pararam.

Ele � seu superior?

Voc� teve sua chance.

Agora, por favor, n�o cause mais alarme at� que tenha terminado.

O povo est� mais tranq�ilo agora.

� melhor para eles e para n�s que fiquem assim.

Coopere...

e deixarei que viva.

Claro que o far�.

Tem que haver uma melhor forma, para n�s dois.

J� n�o � minha decis�o...

e de maneira nenhuma � sua.

H� muito que explicar.

Por que n�o fazem que esque�am o que passou?

Isso n�o � poss�vel.

- Tentem, hipnotizem-nos. - N�o.

Cedo ou tarde, recordar�o.

Acontecer� da mesma forma.

Nem sequer drogas mentais conseguiriam.

Ordenei os preparativos.

10 minutos mais.

Ter� que responder muitas perguntas quando isto terminar.

Quanto tempo temos?

O que quer dizer?

N�o minta mais, David.

Enganou-me esta tarde, n�o mais.

Sim, uns poucos minutos.

- Lamento o que lhe disse... - N�o...

s� desejaria que houvesse algo que pud�ssemos fazer.

Organizar os homens para resistir de alguma forma.

N�o, eu conhe�o esta gente.

Haver� p�nico e derramamento de sangue. Deixe-os em paz.

Para todos, o tempo parou uma hora esta tarde.

Para mim, parou ontem.

S� Sam me importava.

Hoje nunca ocorreu.

Adeus, David.

Adeus.

Pode ser que haja uma forma.

Disse que retroceder o tempo mediante hipnose era imposs�vel...

porque os eventos se repetiriam exatamente como passaram.

Mas pode retroceder para segunda-feira, fazer que aconte�a de novo, mas diferente.

Troque um elemento, e trocar� o resultado.

Eu serei esse elemento.

Carterville, e todos seus habitantes...

escutem esta voz.

Obede�am esta voz.

Esta voz lhes comunica e lhes ordena...

que enquanto a ou�am...

devolver�o no centro da cidade...

cada objeto que tenham comprado antes das 09:00 desta manh�.

Todos sem exce��o.

Cada jornal, cada carta,

cada lembran�a, cada pensamento.

Cada artefato.

Tudo desde 09:00 desta manh�.

Pessoas vir�o lhes perguntar...

pelo sil�ncio do r�dio que durou todo um dia.

Lhes dir�o que foi uma estranha perturba��o magn�tica...

da qual se falar� por anos.

Certas coisas mudar�o.

A ponte caiu por causa de um terremoto.

Voc�s recordar�o o som.

Amanh� �s 9 da manh�, voc�s estar�o despertando.

Ter�o perdido um dia inteiro...

mas n�o se dar�o conta.

Tudo ser� como eu disse.

Voltem onde estavam �s 9 desta manh�.

Porque ali � onde come�ar�o sua rotina amanh�.

Quero falar com ele.

N�o at� que veja seu advogado, esta vez n�o cometerei enganos.

Deve-me um favor desde sua campanha, n�o esque�a.

Will, deveria se importar com a compet�ncia. Eu n�o gosto dos favores.

Xerife?

O Sr. Vincent quer ver o Manners, esperou mais de uma hora.

Voc� � seu advogado?

N�o, n�o sou.

O que anda vendendo?

O motivo que matou o m�dico. E � gr�tis.

Aceito o presente.

Mas quero v�-lo primeiro.

A foto do jornal n�o era muito clara. Eu gostaria de me assegurar.

De onde o conhece?

Ele tentou me matar uma vez.

Posso ver sua identifica��o?

Muito bem.

Levante as m�os.

Vamos.

Lamento hav�-lo incomodado, xerife.

Nunca o vi antes.

O senhor � meu pastor.

Nada me faltar�.

Ele me faz descansar em verdes pradarias.

Ele me guia atrav�s de �guas quietas.

Ele reconforta minha alma.

Ele me guia pelo caminho da justi�a, s� com o amor de Seu nome.

Quando eu caminhar para o vale das sombras e a morte...

n�o temerei o mal, porque ele est� comigo.

Sua vara e seu cajado me dar�o f�lego.

Para mim disp�e de uma mesa ante meus advers�rios.

Unge minha cabe�a com azeite, e minha ta�a empana.

De bens e miseric�rdia gozarei enquanto viva.

E eu habitarei na casa do Senhor.

Para sempre.

Era um bom homem, Maria.

Devoto por sua profiss�o, por voc� e por esta cidade.

Significa muito para mim que voc� o diga, Will.

Obrigada.

Maria, em poucas palavras, n�o temos ningu�m.

Gostava do Sam.

Na verdade pensei que t�nhamos o homem...

N�o, n�o foi esse homem, Gordon.

Soube assim que o vi. Deve deixar que se v�.

Sim.

Estamos concordando com a pol�cia.

V�o querer saber por que detive o homem errado.

Doutora.

Devo apresentar meus p�sames.

Desculpe-me, n�o posso...

Era amigo do Sam?

N�o, n�o era. Ouvi falar muito bem dele.

Obrigada.

Significa tanto para mim que todos tenham vindo.

Mostra qu�o amado era Sam.

Sim, ele era.

Est� certo de que n�o nos conhecemos antes, Sr...?

Vincent. David Vincent.

Sim, estou certo.

Muito obrigada por vir.

Carterville, Wyoming.

Atividade principal: Contemplar o passado.

Popula��o: 1.216 habitantes.

Todos ignoram que lhes foi devolvido seu futuro.

Contribua tornando-se um usu�rio VIP e remova todos os an�ncios do.SubtitleDB.org

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.