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O VESPA VERDE
Verificando a arma.
Preparada.
Verificando o raio.
Preparado.
Vamos, Kato!
Porque acha que o Hurk quer que nos encontremos no parque?
Tem medo. N�o quer nem olhos nem ouvidos estranhos por perto.
Confias nele?
H� duas semanas teria dito n�o. Esta noite? Quem sabe?
Ali est� o seu carro.
Nada de Hurk. Pergunto-me...
Ei, rapazes! Estou aqui! Esperem! Sou eu, o Hurk.
Espero que esta seja uma reuni�o amistosa.
Quantos "amigos" � que atiraste ao rio?
Olhe, eu estou a tentar fazer-lhe um favor.
Algu�m est� atr�s dos peixes gordos....
...e tu e eu estamos na lista lista.
Como sabes da lista?
Tanto me faz. Mas eu n�o vou ser "pescado".
E se fizeres o que eu digo, tamb�m n�o o ser�s.
Como sabe ele da lista?
Comprei-a e paguei-a.
O que mais comprou?
Se trabalharmos juntos, digo-te. Sen�o....
Ser� � minha maneira. Tu falas primeiro. Quem � o assassino?
N�o me pressiones, Vespa, precisas de mim!
Eu n�o preciso de ti. Nunca precisei, Hurk e nunca irei precisar.
N�o te esque�as disso. Vamos.
Vespa, espera. Escuta!
N�o lhe toques. Est� envenenado.
N�o! Escuta.
Vamos!
N�o o percas.
Nem pensar.
J� n�o podemos fazer nada.
O que aconteceu aos mafiosos da cidade?
O que se passa com eles?
H� duas semanas, Kilton, o mafioso dos transportes, morto.
Umas noites mais tarde, Al Alberts, passou desta para melhor.
Na �ltima quarta-feira, Klinger, o das apostas. E ontem,...
...Mel Hurk, o chefe dos jogos de azar.
Bem. Se continuarem assim, pode ser que se matem todos.
N�o � essa a quest�o. Escuta. Kilton, morto com arco e flecha.
Alberts, estrangulado com um tecido de seda.
Como uma "Garrote"?
Sim, acho que era assim que lhe chamavam.
A Klinger enviaram um pacote com uma lan�a....
...e Hurk, com um dardo envenenado. N�o morreram como era suposto.
Mas o efeito � o mesmo.
Mas quem � que est� a fazer isto? Esse � o mist�rio.
Tem uma chamada na linha privada.
Obrigado, srta. Case. Desculpa, Mike. Segue esta hist�rioa.
Sim, bem. Onde est�o os bons tempos?
� o fiscal do distrito. J� liguei o codificador.
Sim, Frank?
Tenho o que querias, Britt.
A identifica��o da v�tima do acidente da persegui��o.
Est�s sentado?
Porqu�? Quem era?
H. J. Clark. Um tipo sem liga��o nenhuma ao mafioso.
Eu conhecia o Clark! Era membro do clube n�utico. Um tipo simp�tico.
Poderias ter perseguido o homem errado?
Claro, Frank. Obrigado.
Est� a formar-se um padr�o.
Mas onde � que ele nos vai levar?
� lista que o Hurk comprou e pagou.
E � pessoa da qual a obteve.
Um momento, escuta. Hurk est� morto, ouves-me?
Hurk est� morto.
E a partir de agora obedecer�s �s ordens que eu te der.
Vamos continuar a agir da mesma maneira.
Tu apenas fazes a recolha como sempre! Sim!
H� cada maluco com o qual temos que fazer neg�cio nestes dias...
Quem � voc�?
Mais algum cumprimento cordial?
Vamos,Vespa. S� tinhas que bater.
Ent�o teria mal interpretado o prop�sito da minha visita.
N�o demorou muito a ocupar o lugar do Hurk.
Algu�m tinha que tomar o comando. Eu era o n�mero dois.
E talvez com muita vontade de se tornar o n�mero um?
O que quer dizer? Que fui eu que matei o Hurk?
N�o necess�riamente. Mas talvez saiba quem o fez.
Est� a fazer confus�o. E como iria faz�-lo?
Ele sabia-o. Mas mataram-no antes que me tenha dito algo.
Quero saber quem � que o contou a ele.
N�o fa�o ideia.
Espera um momento.
Tens dez segundos.
Muito bem, muito bem. Mas isto s� � um palpite.
Hurk recebeu um telefonema do jockey Tabor.
O revendedor?
Ele n�o revende, rouba. Pensei que Hurk falaria com ele ao telefone.
Mas, em vez disso disse que se iriam encontrar.
Quem � que eles julgam que podem pressionar?
M�os ao alto! Mantenham-nas em cima e nada de truques.
MIKE TABOR. JOCKEY DO ANO.
Demasiado tarde.
N�o por muito, mas o suficiente. Ele ainda est� quente.
Isto n�o � uma coincid�ncia, Kato.
Era o que eu estava a pensar. E agora?
Verifica o quarto. Procura uma pista. Qualquer pista.
J� te disse, Crane, esse teu plano j� foi longe demais.
Concordamos na lista e agora mataste o jockey Tabor, porqu�?
Matar esse pobre homem n�o estava nos nossos planos.
Ele era s� um empregado aqui.
Pobre homem, dizes? E n�o era perigoso?
Escuta e escuta bem!
N�o nos fales dessa maneira. N�o somos teus serventes, Crane.
Voc�s j� est�o t�o envolvidos nesta ca�ada como eu estou.
E antes de quererem avan�ar mais, lembrem-se que ontem � noite eramos cinco.
O jockey Tabor foi respons�vel pela morte de H. J. Clark.
Eu encontrei-o a tentar apostar h� tr�s dias, ele aproximou-se de mim....
...e tentou chantagear-me.
Parece que tinha escutado partes da nossas conversas.
E infelizmente come�ou a juntar as pe�as.
E tu negaste tudo?
Claro que sim. E eu expulsei-o do meu escrit�rio.
E como encaixa isso na morte do Clark?
Simples. Encontrou outro comprador para a sua informa��o.
Mas, ent�o, estamos todos em perigo.
N�o � esse o jogo que temos estado a jogar?
Nos enfrentamos os animais mais ferozes que a selva nos...
...ofrecia. E aqui estamos todos.
Algum dia, em breve, seremos reconhecidos pelo que estamos a fazer.
Livramos a cidade da escumalha....
...e dos criminosos que sugam o sangue das nossas veias.
Senhores, proponho um brinde pelo pr�ximo nome da nossa lista....
...o maior desafio de todos: o Vespa Verde.
Senhor, em que posso ajud�-lo?
Queria inscrever-me como membro do clube.
Isto n�o � um clube normal, senhor.
Os requisitos s�o inusuais: ca�a maior, explora��o...
J� fiz um pouco dos dois. Aqui tem o meu cart�o.
Sr. Reid! Mas � claro!
Fique � vontade enquanto vou chamar o sr. Crane.
Ele � o presidente da comiss�o de membros.
Est� bem.
Britt. Britt, como est�s?
Ol�, Quent. J� n�o te via h� muito tempo.
Tenho perguntado por ti no clube campestre.
O meu departamento de publicidade n�o pagou as cotas?
A s�rio, estive fora por um ano. Em Africa e no M�dio Oriente.
O meu �ltimo trof�u.
� bem perigoso.
E astuto tamb�m. Vamos senta-te.
Obrigado.
Bem, e o que � isso de te quereres juntar ao clube?
Bem, essa � uma das raz�es pela qual estou aqui, Quint.
Mas h� outra. Leste algo sobre a recente onda de crimes?
Nunca perdi o meu exemplar do "Sentinela".
At� fiz com que mo mandassem para o estrangeiro.
Ent�o, poder�s dizer-me algo sobre o qual estou curioso.
O estranho modo com que os malfeitores desaparecem e...
...as armas estranhas que eles usam.
� curioso mencionares isso. Estava a perguntar-me sobre isso esta manh�.. Me
� como se alguem estivesse atentar implicar este clube e os seus membros.
O que achas?
Francamente, acho que � rid�culo
Conhe�o todos os membros do clube h� j� muitos anos.
N�o h� nenhum capaz de matar.
E a liga��o com a morte de H. J. Clark?
Era membro deste clube.
Foi isso que me deu para pensar.
Digo-te o que vou fazer. Investigarei por minha conta.
Verificarei as inscri��es de cada membro...
...se encontrar alguma coisa, telefono-te.
Certo. Eu agradecia-te isso.
E, Brett, que esta conversa fique s� entre n�s.
Tens a minha palavra.
E sde continuares interessado em entrar para o clube, enviar-te-ei uma inscri��o.
Sim, Quint. At� logo.
Fala o Crane. Quero que tratem de um homem.
O seu nome � Brett Reid.
O qu�? Brett Reid? O editor?
� uma loucura! A cidade toda iria-se revoltar!
Pode ser que o fa�a de qualquer forma.
Ele est� perto de algumas respostas. Demasiado perto.
Mas n�o estou preparado para uma coisa dessas.
Pois prep�ra-te. Deixei-te ocupar o lugar do Hurk porque...
...para que seguisses as minhas ordens sem questionares.
Mas, chefe...
Nada de mas. F�-lo.
CA�A MAIOR.
Obrigado, Kato.
Sabe quem s�o?
Sim. Os homens de Crocker.
Sim? Ainda n�o sei nada. pensei que fossem eles.
Sim, sim. Eu aviso-o, senhor.
Por Deus, Vespa, j� estou farto de arranjar essa porta.
A informa��o que tenho poder� fazer disso uma coisa sem import�ncia.
O que est�s a tentar dizer-me?
Aquilo que o jockey Tabor me disse a mim.
Mas ele est� morto!
N�s sabemos. Vimo-lo morrer.
Chegaram at� ele quando ainda estava vivo?
Mesmo a tempo. Ainda conseguiu sussurrar umas �ltimas palavras.
Quentin Crane.
Crane? Acabo de receber outra visita do Vespa Verde.
Isso n�o me importa. Como est� o assunto Reid?
Escute bem. O Vespa Verde disse que eu estou na sua lista.
E acreditaste nele?
Ele disse que o Tabor lhe contou antes de morrer.
Ouve, Crocker, eu tratei do Tabor pessoalmente.
N�o podia ter dito nada a ningu�m. N�o sou um vira-casacas.
E porque achas que o Vespa Verde disse isso?
S� me ocorrem duas raz�es. Quer intrometer-se entre n�s.
Dividir e conquistar.
Sim. Ele poderia tentar algo assim. Apanhar-nos em flagrante.
Ou... Isto � o que quero que fa�as.
A armadilha com a lan�a est� preparada.
Certo.
Se isto n�o o apanhar, o cepo vai apanh�-lo.
Excelente.
Ainda n�o nos disseste como vais atrair o Vespa Verde at� aqui.
O m�todo n�o � importante. O que conta � o resultado final.
E em uns minutos obter�o a resposta.
O que achas?
Prov�velmente o mesmo que tu.
Sabe que o est�o a seguir, � exactamente isso que ele quer.
Posso ver todos os que entram ou saiem por essa paorta.
Seria uma maravilha termos isto na selva.
Sentas-te confort�velmente no teu Jeep at� a ca�a aparecer.
Sim.
Quem � esse?
Esse, senhores, � o isco.
O isco? O que queres dizer?
Olhem.
Para os vossos postos! Nada de pistolas.
Porque n�o?
Todos os policias da �rea vigiam-nos. Usaremos flechas...
...silenciosas e eficazes.
Muito bem. Vamos.
Qual � o plano?
O plano � deles. Quem sabe o que nos prepararam.
Nada de bom, isso sabemos n�s.
N�o olhes agora, mas h� uma c�mara no alto dessa �rvore.
A nossa presen�a j� foi anunciada.
Vamos ficar juntos. Cuidado com armadilhas e cepos.
Falhou por pouco.
E deliberadamente. Eles est�o a guiar-nos.
Querem-nos num determinado lugar.
Ali est�, ali em frente. Querem-nos ali. Escuta bem.
Vamos atr�s deles e levamos-los at� ao cepo.
Parado a�! Aqui temos a metade da presa.
Vamos, Vespa, vamos fazer um acordo. Chega para os dois.
Nada de acordos, Crane.
Mas a minha posi��o na comunidade est� bem disfar�ada.
Para mais assassinatos, incluindo o meu. N�o h� lugar para ambos.
Vespa! Tira-me daqu�! A minha perna! Vespa, por favor!
Essa � uma maneira de chegar ao topo.
Mas do� quando tombamos. Vamos chamar o Scanlon.
Ele que o leve daqui.
Tirem-me daqui!
Tirem-me daqui! Vespa!
"Como editor, asseguro-lhes que o Sentinela..."
"...colaborar� em tudo o que for possivel..."
"...para o seu desfile de benefici�ncia.".
Pe�o que me digam se posso ajudar em algo mais.
Atentamente, etc". Env�e una c�pia � Edwards e associados.
Algo mais?
Um lembrete do departamento de investiga��o sobre a nova...
...condu��o em seguran�a.
Tratei disso esta manh�. Que tal uma bebida?
E o seu encontro?
Tenho tempo.
Vamos jantar bastante tarde.
E � o minimo que posso oferecer por ficar a trabalhar at� t�o tarde.
Temos um boletim especial nestas noticias.
Um OVNl despenhou-se e incendiou-se,...
...num campo a duas milhas dos limites da cidade.
Kato, vem r�pido.
Testemunhas dizem ter visto o objecto a voar desde Este...
...antes de se despenhar.
Quem est� de servi�o esta noite?
Corman.
Chama-o.
- Problemas? - Parece que sim.
Daqui fala a unidade m�vel dois no lugar da explos�o.
As chamas e a explos�o consumiram o objecto,...
...parecido a um prato e apenas deixaram um monte de escombros.
Segundos antes da explos�o, testemunhas viram entre seis a oito
...pessoas a sair do objecto e correr pelo campo aberto.
Uma chamada do sr. Reid.
Voltamos do directo para o est�dio central.
Bill? Que noticias h� do acidente?
Cinco ou seis viram o disco voador vindo desde Este.
Come�ou a rodopiar, perdeu o controlo e despenhou-se.
Acaba de chegar algo.
H� um rumor de que come�ou uma invas�o espacial.
As pessoas est�o a come�ar a entrar em p�nico.
Na zona norte, as autoestradas est�o a come�ar a encherem-se.
Enviarei todas as unidades livres para cubrir essa zona.
Traz o carro, Kato. Chama o Scanlon.
Boa noite, sr. Reid.
Mataram-no.
Est� meramente atordoado, querida.
S� utilizei o meu atordoador manual.
Levem-no para ali.
� uma jovem muito atraente, querida.
Espero ter futuras boas lembran�as do nosso encontro.
Quem s�o?
Somos viajantes, sr. Reid.
Viajantes numa viagem interrompido.
O que queremos � a vosso coopera��o completa.
H� 45 minutos perdemos o controlo da nossa nave e despenhamos-nos.
Voc�s estavam dentro daquele OVNl?
Exactamente.
N�o esperar� que nos acreditemos que s�o viajantes espaciais?
N�o s� espero que acreditem mas insisto tamb�m.
N�o desejamos permanecer aqui mais do que o neces�rio.
E foi por isso que o procuramos, senhor Reid.
Porqu� a mim?
Por causa da sua emissora de televis�o. Ir� dizer aos seus concidad�os...
...que nos deixem sozinhos.
S� queremos um salvo conduto at� um lugar desabitado.
L� uma nave irm� ir� aterrar e recolher-nos.
E se eu recusar?
Vama. Diz ao sr. Reid o que acontece se ele se recusar.
Neste momento cinco das nossas naves sobrevoam-nos.
A n�o ser que fa�a o que Litta pede,...
...destruir�o toda a sua cidade num instante.
Ent�o?
Tem todas as respostas prontas, n�o �?
Est� a perder um tempo precioso, meu amigo.
Certamente o n�vel de intelig�ncia daqui, da...
Terra.
Sim. � suficiente para uma simples l�gica.
As auto-estradas est�o cheias de pessoas em p�nico.
O p�nico gerar� mais p�nico, sr. Reid.
V�o acontecer acidentes. Mortes desnecess�rias.
Bem, o que melhor pode fazer,...
...como propriet�rio de uma emissora, do que fazer um an�ncio...
...sugerindo �s pessoas que se afastem das ruas....
...e que fiquem calmos nos seus lares...
...e organizar o nosso calmo passeio pela cidade.
Porque n�o ser a voz da raz�o entre o p�nico?
Que uma c�mara de televis�o emita um aviso de emerg�ncia.
Porque usar a viol�ncia, quando pode triunfar a l�gica?
Entre os animais superiores, pelo menos.
Est�s de acordo, Vama?
A l�gica deveria triunfar entre os animais superiores, pelo menos.
Farei esse an�ncio.
Maravilhoso.
Fala o Britt Reid. Editor do "Sentinela di�rio" e director da DSTV.
Este � um boletim especial.
At� que se d�em a conhecer todos os dados do acidente do OVNl
...pedimos a todos os cidad�os que mantenham a calma.
N�o h� provas de que a cidade esteja em perigo,...
...o �nico perigo � o nosso pr�pio p�nico.
Pedimos a todos os cidad�os que mantenham a calma.
Bem, e agora o que pretende?
Chame as autoridades.
Diga-lhes que quero a estrada N. 210 que sai da cidade...
...e a auto-estrada 7W18 livre de todo o tr�nsito por uma �rea de...
...25 km de oeste at� este.
N�o o v�o fazer.
Porque n�o?
S� queremos as estradas vazias quando a nossa...
...nave nos vier recolher.
Voc� vir� conosco, querida.
A minima altera��o aos nossos pedidos...
...e nunca voltar�o a ver esta encantadora senhorita.
Vama!
Sente-se, por favor, srta. Case.
H� algo?
Ainda n�o h� nenhum sinal.
O que aconteceu? Onde est�o?
T�m a Casey. Kato, vai...
Espera!
Informaram-me que a for�a a�rea est� a transportar...
...material electr�nico secreto por esta zona onde eles est�o.
E isso inclui a cabe�a de um missil de bomba H.
O carregamento vai por qual estrada?
Pela mesma que acabamos de cortar.
O l�der! H� dez anos cobri uma not�cia.
Expulsaram-no do programa de energia at�mica por levar...
...a cabo testes nucleares n�o autorizados.
Destruiu um centro de testes de mil milh�es de d�lares.
Morreram dois t�cnicos de laborat�rio.
Deve ter sabido do carregamento e ent�o...
...por alguma raz�o est� atr�s da bomba H.
A polic�a bloqueou muitos quil�metros de estrada.
E ele tem a Casey.
Vou colocar o r�dio no carro. Temos que chegar a tempo!
Vamos, Kato. O Vespa Verde pode ir mais r�pido.
Se fizerem mal � Casey...
Mabouse! Esse � o l�der. O doutor Erik Mabouse!
Se ele conseguir bomba, quais s�o as possibilidades de a usar?
A bomba nunca se transporta com os detonadores a bordo.
Mas � f�cil para um cientista como o Mabouse fazer alguns.
Pode ser que tenha um plano e que ache que � infal�vel....
...mas as suas experi�ncias j� falharam antes.
Mas se ele falhar com a bomba, toda esta zona ser� destruida.
Kato, estamos a lidar com um homem de g�nio e loucura infinita.
Apoia o uso de armas nucleares contra na��es agressoras.
Pode estar a planear lan�ar a bomba contra um pa�s extrangeiro.
Se n�o o impedir-mos, o pa�s inteiro pode estar em jogo.
Comunica��es centrais chamando o oficial das for�as a�reas.
Divis�o Conway, vamos, escuta-me? Conway. C�mbio.
O que foi agora?
S� h� uma maneira de averig�-lo, sargento.
Daqu� divis�o Conway. Escutamos alto e claro. C�mbio.
Divis�o Conway...Divis�o Conway...
Nada como o equipamento moderno.
H� dez anos oferec�-lhes canais de comunica��o...
...� prova de interfer�ncias.
Os idiotas v�o ficar em breve sem as bombas.
O que foi?
Prov�velmente algum operador manual interferindo com o canal.
Bem. Deixa o canal aberto a ver se ele se arranja.
Sempre fui um homem de gostos �nicos, srta. Case.
S� gosto do melhor.
Vinho, as mulheres e o poder. � tudo t�o infantil.
Martin, apaga isso enquando eu falo, certo?
� a frequ�ncia das for�as a�reas?
Positivo.
Muda para a banda da policia.
Mabouse sabe os truques todos.
Vama, sai e prep�ra-te.
O sinal do scanner.
Casey! Muda para o raio superior.
Tentaremos rastre�-lo com o oscilosc�pio.
Terminei o mecanismo de detona��o. Quer test�-lo?
Claro que sim.
Muito bem.
Mantem os interruptores de seguran�a apagados at� ao final
Sim, senhor.
Parece que as for�as a�reas rastreiam o veiculo escolta.
Est�o adiantados em dez minutos.
Mas isso vai alterar o programa
N�o se pode confiar nas pessoas. Mesmo assim...
O que s�o 10 minutos, tendo o destino de milh�es...
...de pessoas nas tuas m�os?
Do que est� a falar? O que vai acontecer?
Alcan�am-nos em seis minutos e dez segundos.
Kerry, trata disso.
Certo.
Srta. Case, espero que tenha disfrutado da sua vida como aventureira.
Porque em s� uns minutos outro passageiro vai embarcar.
Uma cabe�a de um missil de bomba H.
Nunca o deixar�o ir em frente com isso.
Lamento discordar. N�o ter�o outro rem�dio...
Antes de saberem o que se est� a passar...
...j� terei a cabe�a nuclear preparada.
E eu, srta. Case, terei o dedo sobre o gatilho.
E o que vai fazer com ela?
O que vou fazer com ela? O que se faz com uma bomba H?
Vou lan��-la!
Vamos, srta. Case. Insisto em que me acompanhe.
Shugo! Tens a amabilidade de mat�-la.
Para a estrada!
Apenas atingiu o translador. N�o houve problema.
N�o. Nenhum problema mesmo.
Vamos!
Casey est� em movimento. E r�pido.
Ela ou o scanner. Pode ser que n�o o leve.
Agora mudou de direc��o.
Est� mais forte!
Ali est�!
O sinal mudou de direc��o outra vez.
Vem de ali. Fica no carro.
Dispersa-os!
Ajudem-me, por favor. Socorro!
� o Vespa Verde!
Vai at� ao incinerador.
Ele que se queime! Vamos!
O qu�?
Quem, dem�nios, s�o voc�s?
Antes de que fa�a uma tolice, Major, devo adverti-lo.
Armei a cabe�a!
Se se mover para defender-se, farei com que todos fiquem em pedacinhos.
Se eu pressionar este bot�o...
...o mecanismo na lateral do seu cami�o detonar� a cabe�a.
A esta dist�ncia, todos na cidade ser�o aniquilados.
Dever�amos entrar em contacto com o cami�o r�pidamente.
Mantem o sensor em funcionamento, Kato.
Pelo que disse Casey, Mabouse equipou o cami�o com...
...um equipamento de detec��o ultrasensivel.
Tem que ser por aqu�. Apaga-o.
Deveria estar � frente do nosso nariz.
Devem ter tirado o cami�o da estrada.
Volta a�.
Temos que ter cuidado, Kato.
Por aqu�, at� ao cruzamento e depois tu segues, Shugo, certo?
Shugo, perguntei-te, percebeste?
Sim, sim, claro.
E por aqui...
Um espelho!
E um altifalante. N�o te vires, Vespa. Atira s� as armas.
As armas, por favor.
Foi tudo feito com espelhos, Vespa.
Tenho sido um admirador seu desde h� algum tempo.
Ent�o deveriamos-nos dar bem.
E este s� pode ser Kato.
Ambos percorreram um longo caminho, n�o � verdade?
Quando h� ac��o, gosto de estar presente.
Acha que se eu deixar cair a bola, que poderia apanh�-la?
Algo assim.
Se alguem deixar cair esta bola, caro amigo...
...apanham-nos a todos n�s. Em pequenos peda�os.
Nunca o conseguir�s, Mabouse.
Corre��o. J� o consegui.
E n�o s� tenho a cabe�a da ogiva, mas tamb�m o Vespa Verde.
E a polic�a?
A sua preocupa��o pelo meu bem estar � comovente.
E para agradecer, vou deixar que voc� seja o meu duplo.
O que pensar� a polic�a quando o vir no carro com o Shugo?
Exacto, amigos.
Pensar�o que o Vespa Verde planeou toda a opera��o.
E a cabe�a?
Desaparecida gra�as a uns subordinados traidores.
Uma boa solu��o para o meu problema, n�o acha?
O Ferr�o do Vespa aponta directamente para o carro.
Dispus o mecanismo de modo a que, uma vez activado,...
...que um movimento dentro do carro, na estrada o ir� activar.
Os explosivos debaixo do carro fazem o resto.
Por favor, deixe-me ir!
Depois de voc�s, senhores.
Ah, sim. Sei que a polic�a est� a uns quil�metros daqui,..
...e quando sairmos eles avan�ar�o um pouco.
Mesmo que fiquem quietos como est�tuas, eles passar�o aqui em alguns minutos...
...e a vibra��o causada pelo seu carro ser� mais que suficiente.
O que vamos fazer?
A primeira coisa a fazer � ficarmos calmos.
N�o h� sa�da.
Escutem
Kato.
Sim?
Vou disparar os foguetos retroactivos.
Talvez eles propulsionem o carro para a frente e evita a explos�o.
N�o!
Deve haver uma frac��o de segundos entre o momento em...
...que se dispare o foguete e em que o ferr�o active os
Nesse instante o carro deveria afastar-se.
E se n�o se afastar depressa o suficiente?
� a �nica oportunidade que temos. Quando a polic�a se aproximar...
...a vibra��o ir� detonar os explosivos.
Que dist�ncia h� entre a tua m�o e o interruptor?
Oito ou nove cent�metros.
Ele disse que qualquer movimento activaria essa coisa!
Pois vamos ter que arriscar.
Vou sair daqui.
N�o seja est�pido!
J� o tenho.
Vamos soltar-nos destas cordas, temos que sair daqui.
Tira a cabe�a. P�e-a nesse arbusto ali.
Doutor, n�o pode fazer isto, n�o foi o que planeamos.
S� a iamos usar como amea�a!
Jurei que a vingan�a ser�a minha. E agora, ela vai ser.
Eu suplico-lhe, n�o o fa�a. N�o me fa�a participar nisto.
Muito bem. Tu ficas.
N�o, por favor. Irei consigo.
Oh, n�o. Tu ficas, n�s vamos embora.
Doutor... Por favor.
Com esse jacto a patrulhar, nunca passaremos pela pista de aterragem.
Temos que voltar.
� um dos homens de Mabouse.
Tirem-me daqui!
Onde est� o Mabouse?
N�o h� tempo para isso.
Escute! Vai dizer-me onde est�o o Mabouse e a bomba.
Ele foi-se, e se n�s n�o formos agora, voaremos pelos....
Ningu�m vai voar! Onde est� ele?
A cabe�a est� no arbusto, e ele levou o detonador.
Pode activ�-la por controlo remoto?
Sim.
Tu podes desarmar a bomba?
N�o. Ele vai afastar-se daqui e depois vai deton�-la.
O que tem que fazer para a detonar?
Activar o bot�o e depois pression�-lo.
Entra. Kato, arranca!
Kato, tens algo?
Ainda nada.
Mas mesmo a toda a velocidade, esse cami�o n�o pode escapar.
Se o alcan�armos, teremos a oportunidade de que necessitamos.
Muda para o modo silencioso.
Descobrem-nos com o radar.
Pode ser que n�o o tenham ligado.
Claro que o v�o ter ligado.
N�o, eu conhe�o-o.
Tem o detonador, n�o se importa que o sigam.
Kato.
Vama!
Vamos!
Senhor Reid?
Sei que o "Sentinela" fez campanha contra a chantagem...
...aos comerciantes desta cidade.
Quem � voc�?
N�o importa quem eu sou.
Se quer uma boa hist�ria para o seu jornal,...
...envie um reporter ao caf� "Lot�s dourado", o mais depressa possivel.
O que se passa?
Algu�m que telefonou por causa da cruzada do "Sentinela"...
...contra a chantagem contra os comerciantes.
Deu-nos a pista de que algo vai acontecer no caf� "Lot�s Dourado".
O "Lot�s Dourado"?
Conheces o sitio?
Sim.
Prepara o "Beleza Negra".
Muito bem. Est�o a fechar.
Esquece-o, Low Sing!
O que fazes tu aqui?
N�o podes continuar a usar este Tong desta forma.
Isso � tudo? Este Tong � meu agora.
Eu aviso-te.
Ningu�m avisa o Low Sing.
Vem!
O que querem?
Um tributo para a benevol�ncia do Tsoy Yen Tong.
Benevol�ncia? Querem dizer � chantagem.
Saiam!
Vamos ser razo�veis, Win-ho.
J� disse para irem embora! Ou chamarei a Policia!
Comecem, rapazes!
O que se est� a passar?
Vais ficar bem. O que te aconteceu?
Tropecei num arbusto.
Jimmy!
Oh, Jimmy!
N�o � meu.
�s um deles.
O meu tio pode morrer, podes t�-lo morto.
N�o, Mary, n�o tive nada a ver com isso. Tens que acreditar em mim!
Ainda que o ataque ao restaurante chin�s parece...
...tratar-se de uma rivalidade Tong, suspeito que haja...
...algo mais maligno por detr�s. Como o "Sentinela" tem informado...
...em uma serie de artigos, nas �ltimas semanas...
...tem havido um reaparecimento das malvadas mafias extorquionadoras.
O " Sentinela Di�rio" est� convencido de que esta opera��o criminosa...
...est� agora a tentar invadir a comunidade chinesa da cidade.
Fico contente pelo seu jornal ter tomado essa posi��o.
Nunca acreditei nessa guerra Tong.
Algu�m est� a utilizar o Tong para os seus pr�prios fins.
E h� algu�m que sabe quem �.
Jimmy Kee.
- Achas mesmo? - Estou convencido.
Mary Chang acha que ele pertence ao bando.
Est� enganada. Essa m�scara n�o � dele.
Esteve inconsciente durante o ataque.
Frank, temos que encontrar esse rapaz.
Penso que n�o somos os �nicos � sua procura.
Se � uma amea�a para o Tong e forem atr�s dele,...
...v�o sil�ncia-lo de vez.
Direi � polic�a para p�r os homens disponiveis � sua procura.
Kato?
Sim?
Vai falar com a Mary Chang,...
...para ver se ela sabe onde pode estar o Jimmy escondido.
Certo.
Sabes? Se voltarmos a ver o mascarado do Kung-Fu...
...desta vez ganharei.
Tenho certeza.
A escola de Kung-Fu da Mantis Religiosa...
...tem muitos anos de experi�ncia.
Como o sabio que a fundou.
Pode-se aprender muito observando a Louva-a-Deus.
Vejam como a defesa � fechada.
� bastante nobre.
Meu amigo.
Parece que est�s atrasado.
N�o soubeste?
O qu�, sr. Slate?
O velho que amea�aram na outra noite. Est� bastante mal.
E ent�o?
Os comerciantes t�m que nos contratar como protec��o.
N�o podes mand�-los para o hospital ou para o cemit�rio.
Eu fa�o as coisas � minha maneira.
Enquanto trabalhares para mim, f�-lo � minha maneira...
...e n�o te esque�as: posso matar-te com uma palavra.
Certo. Sobre esse rapaz. Os policias est�o � sua procura, agora dizes-me...
.. que ele os viu entrar no caf� na outra noite. Como se chama ele?
Jimmy Kee.
J� sabes que se n�o o encontrarmos antes deles,...
...estamos metido num grande sarilho.
Jimmy Kee vir� c�, a �nica coisa que tenho que...
Ent�o f�-lo! N�o fiques a s� a falar sobre isso.
Suponho que tens tudo controlado.
Os homens velhos do Tong est�o assustados.
Os jovens est�o comigo.
Excepto um. Vamos, encontra-o.
Decidi ir ao Tsoy Yen, pois pensei que algu�m l� falasse...
...e quando cheguei, quem � que achas que vi a sair?
Ent�o?
Ao Duke Slate e um par dos seus rapazes.
Quem � o Duke Slate?
� o chefe da mafia dos chantagistas do lado oeste.
E agora parece que se vai mudar para Chinatown.
Sabes o que isso parece, n�o?
Vamos seguir essa pista at� sabermos da hist�ria toda, certo?
Claro.
Sabes... �s vezes vejo algo do teu velho dentro de ti, depois de tudo.
Que a sua alma repouse em paz.
Espero que saiba que � o melhor elogio que alguma vez receber�.
Eu sei, srta. Case e eu sinto-me honrado.
Resid�ncia do senhor Reid.
Kato, � a Mary.
Sim, Mary?
Sei onde est� o Jimmy.
Onde?
No templo de Buda, no fim do parque Mandar�n.
Ele telefonou-me. Pediu-me que me encontrasse com ele �s 9, mas...
Mas o qu�, Mary?
N�o sei o que fazer! N�o posso explicar. Algo se passa.
Tenho a sensa��o...de que me est�o a observar!
Mary, sou o Britt Reid. Onde est�s?
No restaurante.
Fica a�. Pedirei � srta. Cage para te ir buscar...
...e que te leve para o apartamento dela.
Obrigado, sr. Reid. Obrigado.
Parados!
Senhoras e senhores, acabo de receber um bolet�m especial.
Uma explos�o de origem desconhecido bloqueou...
...o distrito financeiro �s nove da noite.
Ocurreu numa rua pr�xima do Banco Central.
A polic�a ainda n�o sabe se resultou algum ferido por causa da explos�o.
Sem problema...
Oh, querida, pensei que ias passar a noite fora.
Vim s� para dissolver a nossa parceria.
Leva-o ao laborat�rio do "Sentinela", agora mesmo.
Eden est� preparado.
Que bela m�sica.
Beethoven?
Acho que gostar� disto.
Eu tamb�m.
Sou um amigo seu, sr. Eden.
Um amigo em quem pode confiar e contar os seus maiores segredos.
Est� na hora, Eden.
Ol�, rapazes!
Meu amigo.
Que tal correu esta noite?
Que tal correu esta noite?
O trabalho. Esta noite. Os rapazes ainda n�o voltaram?
Ainda n�o.
Bem, o caminho � longo desde das pistas de corridas.
Pistas de corridas?
Sim. O que se passa? Esqueceste-te?
Vamos correr nas pistas de Riverview esta noite.
Ah, sim. Tinhamos-nos esquecido.
Achas que est� ferido?
S� atordoado. Vamos lev�-lo ao Scanlon.
Quem sabe se n�o diz ao Frank o que aconteceu no Lotus Dourado na outra noite.
Ele vai contar. Eu conhe�o bem o Jimmy.
Ent�o, Frank ter� o que o Duke Slate est� � procura.
Ol�? Sim?
O qu�?
N�o, v� j� para casa, srta. Case. Raptaram a Mary Chang.
Raptaram-na? Porqu�?
Achas que o Jimmy falaria se n�o colocarem a Mary em perigo?
N�o.
Evidentemente, Slate e os seus amigos chineses acham o mesmo.
Bem. Temos o Jimmy e eles tem a Mary. E o que fazemos agora?
H� uma coisa que n�o podemos fazer.
N�o podemos entreg�-lo ao Scanlon.
E embora a polic�a se negue a especular...
...acredita-se que o desaparecimento da srta. Mary Chang...
...tem liga��o com a m�fia chantagista...
...que tem estado a operar recentemente em Chinatown.
Espero que o teu plano funcione.
Ir� funcionar. Jimmy Kee n�o � nenhum tolo.
Iremos ver.
N�o o faria se fosse a si!
O que � isto?
Acho que j� nos conhecemos.
Agora n�o. Vamos falar.
De que vamos falar?
De Mary Chang. E da raz�o pela qual a raptaram.
N�o sei do que est� a falar.
Raptaram a sta. Chang para que Jimmy se entregue por ela.
Pretende mat�-lo para evitar que ele fale.
Tem certeza que esta � a casa que procuram?
N�o funcionar�, Slate. Kee n�o se pode entregar. Eu � que o tenho.
Qual � o seu interesse em Kee?
Puramente monet�rio.
E isso significa o qu�?
Que eu o entregarei com prazer a si. Por vinte cinco mil d�lares.
Vinte cinco mil?
Sai!
Amigo seu?
Trabalha para mim.
Deveria ensinar-lhe a ter modos.
Quieto!
N�o vai fazer nenhum acordo com ele?
Alguma outra sugest�o?
Sim. Deixe-me eu tratar disso!
Do que est�s a rir?
De ti. Fica fora disto e cala-te!
Muito bem, temos acordo.
Outra coisa. Quero a Mary Chang.
Valer� alguns d�lares para o seu t�o, se ele se recuperar.
E agora, sobre a entrega de Jimmy Kee, onde e quando?
� meia noite, amanh�, no quartel geral de Tsoy Yen.
N�o, prefiro um territ�rio mais neutro.
Digamos no templo budista, no Parque Mandar�n.
At� amanh� � noite.
At� amanh� � noite.
Tem o Jimmy Kee aqui?
No sot�o. Fizemos dele um quarto de h�spedes.
Est� confort�vel. E n�o pode escapar.
Tem ideia de onde est� ou de quem voc� �?
N�o.
Estava inconsciente quando o trouxemos.
E como acham que v�o libertar a Mary Chang?
Low Sing ter� todo o seu bando no templo, no podem com eles todos.
Pelo que tenho visto de Low Sing, n�o devemos preocupar-nos com isso.
Est� bem. Terei um par de carros patrulha por perto.
E ficarei com isto por perto.
Para onde me levam agora?
J� ver�s.
O meu pai foi chefe dos Tsoy Yen durante trinta anos.
Fico feliz por n�o ter vivido para ver o que tu e Low Sing...
...fizeram ao nosso Tong.
Low Sing?
N�o me enganas. S�o s�cios.
Low Sing vai ficar muito surpreendido por ouvir isso.
N�o, espera. Espera que cheguem �s escadas.
Boa noite, sr. Slate.
Saiam. Tu tamb�m, Slate.
O que � isto?
Uma reuni�o de Tsoy Yen.
O que disse ele?
Disse que Low Sing traiu o Tong.
E que lhes contou a honor�vel hist�ria de Tong.
Suplico aos demais que derrotem o Low Sing.
Mary!
Jimmy!
Jimmy!
Muito bem, terminemos com isto de uma vez.
Leva o dinheiro, a rapariga e...
Certo, o que significa isto? Onde est� o dinheiro?
Eu n�o presto tributo a ningu�m!
Muito bem, isto j� durou tempo suficiente.
D�-lhe o dinheiro e vamso sair daqui.
Ser� melhor que o fa�as, Low Sing.
J� n�o obede�o �s ordens do senhor Slate.
Grandes palavras! Isso � tudo o que elas s�o.
Low Sing, n�o serias nada sem mim.
N�o � nada consigo.
Estava disposto a deixar-vos operar se jogassem limpo comigo.
A partir de agora est�o fora do neg�cio.
Quem diz agora grandes palavras?
Achas mesmo isso?
Como � que nos irias deter?
Kung fu?
N�o � essa a tradi��o?
Um momento, alto! N�o vamos jogar a nada.
Cala-te, Slate. O que dizes, Low Sing?
Homem contra homem.
O Slate tem raz�o.
O que foi, Low Sing? A aposta � demasiado alta?
Tens medo de perder?
Matava-o como a uma mosca.
Mais grandes conversas.
E este homem � vosso l�der, vosso her�i?
Acorbadou-se como uma mulher.
Basta!
Alguma pergunta?
Desata-me!
E agora?
Isso depende do Jimmy.
Low Sing est� acabado.
Assim terminam os terriveis tempos em que este Tong caiu.
Devolvamos a Tsoy Yen � tradi��o que ele representa.
� tradi��o do meu pai.
Muito bem. Vamos andando.
J� n�o somos mais necess�rios aqui.
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