All language subtitles for Daughter.Of.Dracula.1972.720p.BluRay.x264-.YTS.AM.-por

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Original subtitles

Legendas by LuFer

Foi habitado pelo conde sinistro Dr�cula.

Durante muitos anos, esse homem espalhou o terror por todo o condado.

As lembran�as desse horror desapareceram ao longo dos anos e se tornaram lendas.

Mas...

Voc� fez bem em nos informar, senhorita Edith.

N�s viemos o mais r�pido que pudemos. Mas tenho um mau pressentimento.

- Ela vir� em breve. - Eu n�o posso mais aguentar.

Eu vou receb�-la.

Como ela est�?

A� est� voc�. Eu estava preocupado que voc� chegasse tarde demais.

- Como ela est�? - Muito mal. Ela est� esperando por voc�.

Karine.

- Voc� � Louisa, minha prima. - Ya

- M�e m�e. - Minha filha.

Meu filho.

Diga-lhes para nos deixar em paz, por favor, eles devem ir.

Minha m�e deseja que voc� nos deixe em paz.

Meu amado filho, voc� � o descendente direto das contagens de Karlstein.

Louisa, antes de morrer, quero lhe confiar algo que sempre mantive em segredo.

� por isso que eu tive que falar com voc�. Eu n�o posso levar esse segredo para o t�mulo.

A c�mara da torre �nica no norte n�o foi inscrita desde a morte de seu pai.

Voc� tem que ver, Louisa. Tem que ser, voc� tem que saber, agora que estou morrendo.

A chave est� l�, pegue, leve... v�.

Acima de tudo, meu filho, seja corajoso e prepare-se para ver coisas horr�veis, sim, coisas horr�veis.

H� tamb�m uma capela e embaixo h� um t�mulo, onde a primeira contagem mora.

A primeira contagem foi um vampiro... sim, um vampiro.

M�e m�e!

Oh, a� est� voc�, bom dia.

Bom dia, senhor Peter.

- Voc� est� falando s�rio hoje. - Bem, quando voc� l� essas not�cias.

N�o deixe seu ch� esfriar.

- Bom Dia. - Bom Dia.

Voc� acordou cedo hoje.

Pelo contr�rio, fui tarde para a cama. � isso que voc� quis dizer?

N�o, n�o, n�o quis dizer isso.

- Voc� sabe se meu marido j� foi ao castelo? - N�o, eu n�o o vi.

Seu marido desce. Ele faz uma cara engra�ada, se voc� me perdoar essa express�o.

Margot, parece que seu empregador tem preocupa��es.

Quem n�o se preocupa no momento?

O ch� foi bom? Voc� deve comer mais do seu caf� da manh�.

Not�cias, Jefferson?

Apenas a rotina di�ria.

Meu empregador � f�cil de satisfazer, ent�o n�o h� raz�o para se preocupar.

Ele vive pela m�sica.

Depois de tudo o que voc� me disse, ele � um grande artista.

Sim. Te vejo amanh�.

Charlie, como vai?

Muito bom, eu acho, voc� tem um caso, que voc� resolver� com a sua habitual disposi��o.

O bom Charlie, sempre uma piada na manga.

- Ent�o, o que voc� acha? - N�o muito. E voc�, inspetor?

Eu ainda estou na audi�ncia de provas. N�s somos secretos, essa � a nossa regra.

Mas � claro.

Deixe-me saber quando voc� encontrou evid�ncias.

Antes desta noite tenho que enviar algumas linhas para minha revista.

Esses jornalistas!

Voc� est� sempre com pressa para saber tudo, voc� n�o � Charlie?

Voc� est� com pressa para encontrar o assassino?

Oh n�o, eu tomo meu tempo.

E se n�s discutir�amos tudo com uma bebida.

Eu confio em voc� com isso

- Ol�. - Ol�.

Ol� inspetor.

Posso te convidar. Dois licores de p�ra!

- Isso � sem d�vida a especialidade da regi�o, n�o �? - Sim.

- Fa�a isso completo. - Como sempre.

Isso � supersti��o. Ningu�m acredita mais nessas lendas.

- Mas... Isso � apenas imagina��o.

A maldi��o se espalhar� pela terra novamente.

Neste crime, voc� n�o pode ver feiti�aria, muito menos um vampiro.

Eu nunca ouvi algu�m falar sobre essas coisas s�rias de tal maneira.

Poderes sobrenaturais existem em nossa �poca.

Voc� n�o pode ignor�-lo e definitivamente n�o tirar sarro dele.

O que aconteceu, minha pequena Karine. Por que voc� gritou?

Houve algu�m.

Uma pessoa sinistra.

Isso n�o � nada. S�o os nervos. � normal depois de tudo que voc� passou.

Vamos, acalme-se.

Tente dormir. Boa noite.

Na noite, o sil�ncio da morte nos cercar�, apenas interrompido de vez em quando por gritos de terror e horror.

Essa � a lei eterna do mist�rio e do terror.

De onde voc� vem, Jefferson?

Da torre. Eu escutei atrav�s das portas fechadas.

Ela � habitada e a morte se erguer� triunfal ao luar.

Eu te pro�bo de falar assim.

Voc� pode me proibir de falar?

Infelizmente ningu�m tem o poder de parar o caminho do beber sangue, a escurid�o despreza os p�ssaros.

N�o!

- Voc� toca maravilhosamente, Louisa. - Eu pratiquei muito.

E eu amo a musica.

Maravilhoso.

Quando voc� est� aqui, eu n�o me sinto mais sozinha.

Eu tenho a sensa��o, o tempo parou no dia em que voc� foi embora.

Eu tive essa tristeza.

N�s �ramos os melhores amigos.

N�s ainda somos.

Voc� sempre me atraiu.

E ao mesmo tempo voc� me assusta.

Um dia pegamos um p�ssaro.

E eu arranquei seus olhos com uma agulha.

Voc� chorou em meus bra�os.

Essa foi uma impress�o estranha.

E tenho a mesma impress�o desde que voc� voltou...

Ent�o, parece que voc� viu o assassino?

N�o, eu n�o disse isso.

Eu ouvi gritos e na quadra eu vi algu�m correndo do quarto da Srta. Dorian.

Voc� sabe, a senhorita Dorian sempre chegou atrasada, mas sempre sozinha, ela era uma boa menina.

Quando ouvi os gritos que sa�. Havia um homem fugindo.

- Voc� viu o rosto dele? - N�o.

Ele tinha uma gravata preta. Eu n�o conseguia ver o rosto dele.

A gola do casaco ficou bem alta.

- Ele bateu com uma bengala. - Voc� poderia pelo menos reconhecer essa bengala?

Sim, foi feito de uma madeira muito rara.

Parecia um fetiche africano, como os feiticeiros das tribos negras dos filmes.

E eu vi que a al�a foi esculpida como uma cabe�a com os olhos.

- E a madeira era dura. A prova... - E depois?

Eu fui atingido e ouvi os anjos cantarem no c�u. Eu perdi o equil�brio.

� dif�cil para mim lembrar o que aconteceu.

Mas se eu visse a bengala, eu reconheceria.

Voc� tem certeza?

Sim. Absolutamente.

Eu fui atingido por isso. Eu ainda tenho a ferida. Aqui.

Se eu pegasse o infrator, eu mostraria a ele um momento muito ruim.

Bem, voc� pode sair.

Seu nome?

Cyril Jefferson.

Na noite do crime, voc� foi visto rondando o litoral perto do Majestic.

- Eu n�o andei � espreita, inspector. - O que voce fez em seguida?

Eu fui dar uma volta.

- Neste frio? Eu amo o frio.

- Voc� entrou no hotel? - N�o.

- Voc� pode provar isso? - Eu sou como todos aqui. Minha presen�a n�o ficaria despercebida.

A equipe pode provar isso.

Voc� est� no caminho errado, voc� est� perdendo seu tempo, acredite em mim.

Esses crimes n�o t�m semelhan�as com suas investiga��es habituais.

N�o comece com as hist�rias de bruxaria e fantasmas.

Quem ainda acredita neste twaddle de qualquer maneira? Isso � rid�culo.

N�o, a palavra fantasma parece ter apenas um significado para as pessoas ignorantes.

Eu falo de fantasmas e criaturas do al�m.

Voc� �, sem d�vida, muito educado, Jefferson. E voc� acredita nessas coisas bobas?

Eu estudei certas ci�ncias com paix�o.

� por isso que acredito no poder do al�m e da influ�ncia que tem em todos n�s...

em seu poder criativo e destrutivo sem fim.

Ent�o, na sua opini�o, esses crimes n�o foram cometidos por criaturas normais, mas sobrenaturais.

A maldi��o caiu nesta terra depois que a primeira contagem morreu de uma forma horr�vel.

Ele viveu do sangue de seus servos e far� isso at� o fim dos tempos...

se n�o encontrarmos um meio de destru�-lo em breve.

Voc� escolheu a profiss�o errada, Jefferson. Voc� deve escrever romances assustadores em vez de ser a pequena e modesta secret�ria de Karlstein.

Por 15 dias eu sou seu conselheiro. Estou prestes a estudar este assunto.

Eu vejo, neste caso, tenho certeza que ontem no momento do crime voc� estava no local para melhorar o seu conhecimento.

Sim, mas tamb�m por motivos pessoais.

Voc� pode me dizer essas raz�es?

N�o, inspetor, n�o posso fazer isso no momento.

� sobre assuntos familiares que n�o t�m significado para voc�.

Oh, � voc�, entre.

Parece que voc� tem algo para me dizer.

Sim, eu vi a contagem Karlstein ontem � noite. Ele n�o vai ao Majestic com muita frequ�ncia. E quando Miss Dorian terminou sua performance, ele foi embora imediatamente.

- Voc� acha que o conde poderia ser o assassino da senhorita Dorian? - Ah n�o, acho que n�o, mas...

- Estou ouvindo, Margot, fale. Diga-me o que voc� sabe. - A contagem manca e o assassino tinha uma bengala.

Sim, de fato, ent�o voc� est� fazendo uma conex�o entre o homem que acertou algu�m naquela noite e a contagem? A contagem � deficiente.

Ele sabe como usar uma bengala.

Esse objeto pertence a voc�?

N�o.

Encontramos esta bengala na sua.

- Se voc� se intrometer em lugares honestos como ladr�es simples, ent�o... - Isso pertence a voc�? Sim ou n�o?

N�o.

Mister Karlstein, uma bengala � indispens�vel para voc�.

Reconhe�a isso. Pode apenas pertencer a voc�.

L�gica interessante. Eu nunca teria acreditado que um inspetor pudesse ignorar as t�cnicas usuais da pol�cia.

- Onde voc� passou a noite de 3 a 4 de fevereiro? - N�o me lembro.

Voc� foi visto no Majestic. alguns minutos antes do crime. Voc� n�o pode negar isso. O que voc� fez l�?

Eu n�o posso responder isso para voc�.

Purgue a contagem.

- Sempre o mesmo. - A pol�cia n�o sabe nada. Todo o assunto se torna inquietante.

Sim, eles falam de vampiros, maldi��es e feiti�aria.

� �bvio que a pol�cia nos protege.

Duas cervejas por favor.

Os suspeitos est�o comprometidos.

Acredite, isso n�o � um crime simples, mas um crime ritual.

Nome? Anna Kramer?

- Profiss�o? - Eu sou o dono do "H�tel du roi".

- Era? - 35 anos, desde que voc� queira saber tudo.

- Os anos foram gentis. - Obrigado.

Com licen�a, mas essas perguntas indiscretas s�o necess�rias. Ent�o, voc� quer revelar algo sobre fantasmas?

- N�o sobre mim. - Voc� chegou a se acusar desses crimes?

N�o, trago-lhe a evid�ncia de que Max Karlstein n�o � o assassino.

Maravilhoso, mas onde est�o essas evid�ncias?

Ele passou a noite no Majestic comigo. A contagem � minha amante.

N�s n�o fomos para o espet�culo no Majestic. Eu tive um encontro com ele naquela noite.

Ent�o, � por isso que ele n�o queria dizer.

N�s est�vamos em uma cama e fizemos amor. Na �poca do crime, eu estava nos bra�os de Max.

Eu gostaria de acreditar em voc�.

Voc� � um policial, voc� deve saber que o Majestic n�o � apenas um cabar�, mas tamb�m uma hora de hotel.

Bom, mas voc� repetiria isso na frente dos ju�zes?

Sim. claro. � a verdade.

Voc� n�o tem medo, isso pode ter s�rias consequ�ncias para sua vida privada?

Sim muito.

Meu marido � um homem estranho. Se ele descobrir... e depois ele trabalha com o Max...

Isso � o que eu tinha para lhe dizer, inspetor.

Obrigado.

Eu n�o entendo como uma mulher jovem e bonita pode se apaixonar por um homem como Karlstein.

- O que voc� acha que n�o me interessa. - O que o policial ou o homem pensa? - Nenhum deles.

OK, voce pode ir.

Um rel�gio, uma gravata, um cinto. Isso � tudo.

- O que isto quer dizer? - Voc� � livre, senhor Karlstein.

- Foi infundado ou voc� pensou na sua decis�o? - Gra�as a essa mulher.

- Voc� pode ir, os dois. - OK, inspetor.

A Sra. Kramer confidenciou tudo para mim.

Espere um segundo. Quero lhe dizer que �s vezes o sil�ncio pode ter consequ�ncias desagrad�veis para um cavalheiro.

Ou�a, inspetor, tenho certeza que no meu lugar voc� teria agido da mesma maneira.

Conde Karlstein, voc� tem novidades? Qual � o estado da investiga��o?

Me deixe em paz.

O inspetor tem um tra�o? Existe alguma evid�ncia, testemunhos?

Eu n�o sei de nada. Por favor, me deixe em paz. Deixe ser. Pergunte � pol�cia.

Ok, mas eu tenho a minha ideia.

Ol�.

Posso?

Que bom ver voc�. Ent�o, continua?

� perigoso brincar de detetive. Se voc� continuar, vou prend�-lo por seis meses.

Eu tenho uma ideia. � a secret�ria. A cana talvez perten�a a ele.

Voc� confia demais na fantasia. Eu te pro�bo de intervir nos meus assuntos, entendeu?

Eu apenas disse assim.

Felicidades, Charlie.

Acalme-se! Acalme-se!

- Com licen�a, senhorita, gostaria de falar com o dono do castelo. - Sobre o qu�?

- Sou jornalista e gostaria de ter uma entrevista. - Desculpe, o dono est� ausente.

O que voc� quer?

- N�o permitimos que ningu�m entre nesta casa. - Voc� com certeza me informar�, senhorita.

- Ok, boa tarde. - Adeus.

- Margot, aonde voc� vai? - Eu vou passear com os amigos.

Preste aten��o. Eu ouvi voc� se associar com pessoas estranhas. Voc� foi visto com um cara estranho na outra noite.

Com licen�a, senhora, mas sou adulta. Eu posso fazer o que eu quiser. Minha vida privada n�o � preocupa��o de ningu�m.

OK, Margot. Eu s� queria te avisar. Eu n�o quero que voc� seja prejudicado como aquela pobre garota.

Boa noite, senhora Kramer.

- Voc� vem pela primeira vez para esta regi�o? - Sim.

A natureza � linda e selvagem, mas � fria.

No penhasco est� um velho castelo misterioso e inquietante. O que est� errado?

Nada, eu apenas olho para voc�.

Mas eu n�o sou bonita hoje, Louisa.

Eu n�o concordo.

Voc� � legal.

- Eu te amo, sabia. - Voc� tem certeza sobre isso? - Eu tenho certeza.

Voc� nunca pertencer� a outra pessoa. Voc� me ouve, Karine? Voc� nunca vai me trair.

Sim, � sempre assim. Se isso continuar, eu e minha esposa deixaremos a terra.

- Paci�ncia. N�o entre em p�nico. - Eu n�o escuto o que as pessoas dizem.

Deixe, isso � suficiente.

- Vamos embora. - Eu n�o quero mais ouvir sobre essas hist�rias.

- Adeus. - Adeus.

- Voc� ajudou ele? - Max? Sim.

Isso � o que eu pensava. O que voc� quer fazer agora?

Max se foi para sempre. Eu nunca mais o verei.

- Mas o que voc� quer fazer? - Eu fico aqui. Contigo. Se voc� ainda quiser.

Voc� fica comigo porque n�o v� outra solu��o, � assim, n�o �?

Talvez com o tempo...

Sim, talvez pud�ssemos suportar um ao outro com indiferen�a como dois velhos idiotas.

Posso ficar com voc�?

Sim. Mas agora que sei como tenho que realizar o ato de purifica��o:

Para exterminar esta ra�a monstruosa pela luz e fogo.

Legendas by LuFer

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