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zu Zulu

Original subtitles

H� um s�culo, a col�nia Brit�nica da �frica do Sul,

Foi circundada por um reino extenso e independente chamado Zulu.

Em 1879, ocorreu uma batalha que mudaria

para sempre o curso da hist�ria colonial de

ITSANDLWANA.

O ex�rcito Zulu de Ketshwayo dever� desarmar

os seus guerreiros e permitir que voltem aos seus lugares.

Abandonar o sistema militar e aceitar

as novas regras referentes a defesa do reino.

Todos aqueles que n�o se submeterem, ser�o considerados

como inimigos da coroa.

N�o permitiremos matan�as indiscriminadas e nem opress�es

injustas ao povo que est� sofrendo nas m�os do seu rei, Ketshwayo.

Por essa carta ver�o que o ultimato

� somente decis�o nossa.

O governo de Sua Majestade, espera um acordo negociado,

"Sua Majestade" espera com paci�ncia e compreens�o

da parte dos senhores, para poder evitar uma guerra.

O senhor cr� que isso os far� entender

que ambos temos raz�o, Senhor Frederik.

Far� Sir Henry. Excelentemente.

O terceiro homem da segunda fila Isso � uma arma e n�o um maldito guarda sol.

Monte direito ou lhe darei um pontap� no traseiro.

Voc� se mexeu! Pois bem

V� aquele cabo ali, vai at� ele e diga que o ama mais que eu.

Anda!

Voc� n�o deveria estar no ex�rcito ingl�s, a tua cor n�o � a nossa.

Fique direito!

Devo dizer-lhe cabo que o amo mais que o meu sargento.

Isto � espantoso fora da minha vista imbecil.

Ponha o fuzil em cima da tua cabe�a!

E agora d� voltas no campo at� que caia morto!

Anda! Anda! E r�pido!

Calados! Voltem para a fila, peda�os de animais!

Companhia! Armas ao ombro!

Apresentem armas!

Que querem voc�s? N�s viemos lutar contra os Zulus.

Ainda n�o estamos em guerra.

� muito jovem n�o? � o meu sobrinho. Ele sabe atirar e fala zulu.

E tem cicatrizes para prov�-lo Mostra-lhe.

Voc�!

Sargento!

Leve-os ao oficial da guarda. �s suas ordens.

Por aqui.

Podemos apear, senhor? Sim, sargento.

Esquadr�o de Sikalis, adiante!

Espl�ndidos cavaleiros. Quem s�o? S�o os sikalis meu senhor. Crist�os.

Conhe�o cada um pelo seu nome. S�o extraordin�rios n�o?

Cavalgaram comigo no paso de bushman Oh, Claro. Crealock,

� poss�vel que o coronel Durnford tenha um oficial para futuros cavaleiros

Quem sabe um subalterno do 24. Penso que seria mais eficaz,

encontrar algu�m que fale zulu. Sim.

Vejo que est�o equipados com espingardas Martin Henri.

Nossa cota para os nativos � de uma espingarda

para cada 10 homens, e 5 cartuchos por espingarda.

Far�o bom uso deles? S�o t�o bons atiradores, como cavaleiros.

N�o duvido de suas qualidades coronel. Meu senhor.

Ser� bom aproveitar a experi�ncia africana do coronel Durnford.

Coronel Durnford William Vereker. Sim? Ouvi que busca oficiais

Bom, sim cavaleiros que saibam cavalgar e atirar.

Soldado Williams!

Pode parar!

Sr. Raw!

Leve o sr. Wereker ao almoxarifado que lhe d�m o equipamento necess�rio.

E depois acompanhe-o ao rancho.

E explique como um oficial Se deve comportar.

Nosso coronel Dunford se orgulha tanto dos seus cavaleiros Sikalis.

H� rumores, que o senhor Chelmford deseja o coronel como segundo em comando.

� t�pico do ex�rcito de Sua Majestade.

Nomear um engenheiro para um cargo militar.

Vamos, sr. Melvill n�o seja t�o ir�nico.

Cavalheiros, meu senhor Apresente-se o senhor mesmo.

Bom dia, Frederick. Bom dia, William.

� um prazer que se una a n�s. Ou me aliaria aos zulus.

Se uniria aos zulus? Ah sim, eu creio que faria isso.

falei com seu pai antes de zarpar.

Ele disse que voc� teria uma fazenda nas terras zulus.

Me encarregou de saud�-lo assim que o visse.

Belo gesto do velho.

Eu creio que � melhor que se apresente.

William Vereker

Sargento Murphy! - Senhor! Bebida para o estranho.

Permita-me fazer as apresenta��es:

Coronel Poulleine. Os senhores Melvill, Coghill, Jackson, Milne, Major Russel

Stevenson. Como est�? Harford e o amigo de Harford

N�o deixe o gim ao seu alcance, Vereker.

A n�o ser que queira que Harford a liquide, � algo que n�o pode remediar.

Duvido que possa fazer. De onde vim quase n�o h�.

Eles lutam com lan�as n�o � verdade? Duvido que possam contra as Martin-Henri.

� verdade que teve que escolher entre o seu pa�s e os zulus?

E foi uma amarga decis�o.

Muito bem Murphy. O copo do novato.

Beba-o de uma s� vez e pagaremos o seu rancho por uma semana.. E se n�o?

E ficar� na sua conta uma garrafa de clarete para cada um de n�s.

� demasiado caro. Podemos mandar a conta para o seu pai.

na C�mara dos Lordes.

Sem ofensa, Wereker.

N�o tem ofensa. Melvill.

Ao homem que n�o tem medo de dizer o que pensa.

Bem! N�o totalmente, ter� que pagar.

As garrafas de Claret por minha conta cavalheiros.

Pelo Regimento! Pelo Regimento!

Pelo Regimento!

Trago sauda��es dos seus amigos, os brit�nicos.

e do grande Lord Chelmsford.

E que dizem seus amos, est�o bravos e rapidamente o enviam?

Para que eu comunique as queixas que tem contra voc�.

Dizem que governa muito mal,

que mata as pessoas sem julgamento.

A mesma rainha branca

n�o tem autoridade para matar ningu�m, e tem governado mais de 40 territ�rios

cada um maior que a na��o Zulu.

Pai,

mate o traidor!

Escute o que vou te dizer. Mato, segundo os costumes Zulus,

e n�o deixarei de faz�-lo. As nossas tradi��es se cumprir�o.

Acaso eu vou ao territ�rio do branco

para dizer-lhe que mudem, suas leis e seus costumes?

Os brit�nicos aumentam as suas tropas cada dia. E voc� deve salvar os seus guerreiros.

Diga aos ingleses que n�o cruzarei o rio que separa as nossas na��es.

E pergunte ao senhor Chemsford

se ele desarmaria os seus guerreiros,

em rela��o a tal amea�a.

Eu perguntarei.

Por�m a sua contesta��o ser� for�ar a luta contra os seus 30 mil guerreiros. E a morte.

Meus ex�rcitos defender�o esta terra, contra quem quiser se impor.

Anthony! Anthony! Permita-me.

Bom golpe. Bom golpe.

Joseph, onde est� a filha de Colenso?

Est� no jardim, senhor se alegrar� ao v�-lo.

Tip tip fora! Est� eliminada. Eu n�o estou!

William, seu seu trapaceiro.

Eu um trapaceiro? Sempre paguei. Bem-vindo bem-vindo de volta.

Com licen�a, senhoras.

Colocou ordem na sua fazenda? Sim coloquei. Como ela era?

Nunca fui t�o feliz. Sinto que voc� ter� que marchar.

Vejo que conhece. O honor�vel William Vereker, acredito.

Sim, Anthony, somos amigos de inf�ncia.

Teu galante amigo disparou a galope numa vaca morta.

Muito impressionante.

Existe uma sra. Durnford? Sim existe.

Mas, nunca se ouviu falar nela durante Nesses, � 8 anos que Durnford est� em �frica.

Agora fala se muito dela Milord.

Eu o recomendei, porque conhece muito bem �frica. - Sim eu sei.

A sua capacidade de recrutar contingentes nativos, � extraordin�ria.

Qual o seu valor como soldado? � reconhecido pela sua coragem.

E � um excelente engenheiro. Vamos nos juntar aos convidados.

Voc� cr� que ela pode estar interessada em um de n�s?

Qual delas? Aquela. A que nos olha.

Voc� se vangloria n�o, Coghill?

Ela olha assim porque tem olhos de gata.

Tenho a certeza que j� namorou todas as raparigas.

Qual a sua opini�o sobre a nossa fronteira?

Como paisagem excelente, como fronteira, vulner�vel.

Cr� realmente que Ketshwayo nos atacar�?

Os Zulus e seu rei tem me deixado muito preocupado.

Kethwayo n�o tem a inten��o de atacar Natal sra. Pretorios.

A n�o ser que n�o tenha outra op��o.

Ele n�o tem interesse em n�s.

� raro encontrar uma jovem interessada em temas t�cticos, menina Colenso

Sem d�vida Sir Henry � muito raro.

Est� a fala de um b�rbaro Violento e assassino.

Que mandou um ex�rcito de 30 mil guerreiros ao outro lado do rio.

Meu pai conhece os Zulus Ele viveu com eles durante muitos anos.

Ketshwayo sacrificou 20 mil do seu povo para proclamar-se rei.

Os reis da casa de Tudor fizeram algo parecido.

Muito antes de nossa na��o se tornar o que �.

E os franceses mais recentemente. Pode ser, mas meu dever � claro. Defender Natal.

� dif�cil argumentar ante essa posi��o. Isso se s� se falar em defesa?

E o que pensa o nosso coronel Durmford?

Se o povo de Natal deseja se sentir seguro,

Vamos persuadir seus maridos e filhos a

enganjar no ex�rcito como volunt�rios.

Necessitamos de oficiais e soldados. Muito bem Coronel. Bem dito.

Eu n�o creio que Ketshwayo deseje guerra com Inglaterra.

Pensemos que cada Zulu � um guerreiro.

Sem uma guerra, n�o h� na��o Zulu. Estamos em perigo excel�ncia?

A senhora Dewitt tem 4 filhas, � natural que se preocupe com elas.

Pode ser que suas filhas estejam em perigo sra. Dewitt

mas no momento, n�o pelos zulus.

Senhoras e senhores, A vossa aten��o por favor.

Devo informar que me vejo obrigado a fazer uma notifica��o,

declarando estado de guerra entre o governo de Sua majestade,

e o rei dos zulus Ketshwayo,

ao recha�ar o ultimato que foi mandado, exigindo reformas,

e para cessar as viola��es � soberania brit�nica.

Porqu�? Os homens s� pensam em matan�a?

� uma terra maravilhosa que poder�amos repartir.

Meu Deus! Porque n�o h� lugar para todos?

L� vai a 2� companhia. Cabo, cabo mestre.

Eu vejo. Desta vez a sorte vai sorrir-me.

N�o acredito no que os meus olhos est�o a ver.

O nosso ex�rcito vai ao encontro do inimigo e voc�s a jogar?

Sinto muito senhor. -Vai sentir muito mais quando um zulu te perguntar.

"O que voc� vai me dar para eu n�o te estripar?"

E voc� dir�. Eu s� tenho a dama de copas.

Traga-me uma garrafa.

Para um selvagem ou para uma crian�a, o castigo as vezes � uma car�cia.

Esperemos general que isto seja a solu��o final para o problema Zulu.

Volte aqui, ladr�o vagabundo!

Milord, eu peparei uma informa��o para que o senhor o veja.

Excelente. Obrigado. D� para Crealock sim.

Milord, esta informa��o foi elaborado para o senhor.

Penso que ningu�m a n�o ser o senhor, pode apreciar seu verdadeiro valor.

Obrigado coronel Durnford.

Cavalheiros! Dentro de dez dias, cruzaremos o rio B�falo.

E nossos soldados entrar�o em territ�rio Zulu.

O coronel Durnford permanecer� ao largo do rio,

e ter� a responsabilidade da defesa da fronteira de Natal.

Executo o toque de recolher, Senhor?

O que executou esta manh�, foi o toque de general.

Eu n�o fazia melhor,

Nem quando era corneteiro do duque de Wellington.

Diga-me, quem te p�s olhos negros?

O cozinheiro, senhor.

Esta manh� vieram colocar a �gua do ch�,

E eu disse que tinha gosto a sab�o.

Bem, foi um acto de servi�o Bom, tome um trago.

Lutaremos contra os zulus, cabo mestre? Pode ser.

Adiante! Ao cruzar o rio, os zulus estar�o � espera.

Com as suas lan�as apontadas para as nossas barrigas.

Voc� est� assustado com os zulus, cabo mestre?

O zulu, � somente um homem, e eu n�o temo nenhum homem.

por�m quando atacam, vem aos milhares, igual a uma onda negra mortal,

apunhalam, estripam

Suas ordens senhor Vereker. Dirijo me pelo rio com os sikalis

o senhor Chelmsford quer que eu fique atr�s com os meus basutos.

Creio que Chelmsford deseja um bom homem na fronteira.

Teme um ataque pelos flancos e quer um bom comandante na reserva.

No lado errado do rio, no pior lugar.

Ele quer que eu lute contra os zulus ou observe como vivem.

Deus esteja consigo, sr. Vereker.

Afasta-te dos bois! Empurra a carreta grandissimo idiota. Vamos.

Sargento! Afogo me sargento.

Que bom que acontecesse, maldito sejas!.

Voc� cr� que Ketshwayo mande espi�es sr. Vereker. -Eles devem estar por a�.

Devemos evitar que v�o avisar. Quer dizer que j� os viu?

Adiante, Sikalis!

Qual o nome desse jornalista?

Noggs Newman. Apresentou credenciais do "Estandar".

O nosso pessoal revisam suas cr�nicas? � claro senhor.

Vamos, movam-se, � um rio e n�o um oceano, adiante!

Vamos bando de in�teis. Vamos cruzar de uma vez!

� s� �gua, tem que molhar-se seus bastardos, vamos.

Idiotas, molharam a muni��o, v�o saber o que � bom.

Um hist�rico momento cavalheiro, Milord, Noggs Newman, do "Estandar".

Eu vi o na frente da nossa cavalaria. Sim fui um dos primeiros a cruzar.

Como se sentiu entrando em territ�rio inimigo?

Me senti com grande espirito de luta e pronto para o que der e vier.

Todos estamos muito orgulhosos milord.

Diga o que v�, descreve-o bem. Ser� relatado milord.

O senhor realiza uma invas�o ao territ�rio zulu. Mas

porqu�? � a pergunta que far�o os meus leitores.

Porqu�?

N�o se confunda senhor.

Porqu�?

Devemos acertar um duro golpe. Isto n�o � uma simples manobra.

Ent�o, o ataque � a sua defesa?

Pois bem, esperemos que Ketshwayo ofere�a

seus guerreiros como vitimas.

O meu �nico temor � que os zulus fujam do combate.

Entendo, milord, atacamos por desporto, ou reputa��o?

Basta de coment�rios pol�ticos, Noggs

O sr. n�o tem boa opini�o sobre a utilidade da imprensa, milord

Mas os ingleses l� de casa desejam saber o que fazem as suas tropas.

Ent�o confio que diga exactamente o que viu.

Veja que desperd�cio 5 cartuchos perdidos, sr. Harford.

� terr�vel, espantoso. Alguma coisa deve ser feita.

Sim, n�o deviam ter dado muni��o antes da travessia.

Se fosse como ordenou sua excel�ncia, nada disso ocorreria, sr.

Estou falando dos nativos afogados, cabo mestre.

Nativos? N�o est�o na minha rela��o sr. Harford.

A muni��o sim, isso � o que conta.

Se devem devolver as cobertas das balas.

V�rios nativos se afogaram.

N�o dev�amos fazer uma lista, coronel?

N�o � muito pr�tico, homem.

N�o temos tempo para fazermos listas.

Ademais, n�o estou certo de quantos tinhamos antes de cruzar.

Por que vieram � terra dos zulus?

Posso responder sr. Naturalmente sr. Melvill.

Viemos aqui, por ordem da rainha Vict�ria.

Rainha de toda a �frica.

Adiante!

Companhia B. Avan�ar.

Major, envie uns soldados. Senhor.

Muito bem soldado. Voc� viu isso Noggs?

Enganou-o primeiro e depois surpreendeu-o.

Bom, este � s� um pobre velho.

Se tivesse sido um jovem zulu eu n�o apostaria

em seu lanceiro, sr. Melvill.

J� os avistei cavalheiros A nossa primeira batalha.

E um belo artigo para os jornais.

Para satisfazer os pol�ticos.

O nosso povo passa fome.

Devemos recolher a colheita

Que nos alimentar� no inverno.

Mas antes, Defenderemos as nossas terras.

De quem deseja roubar, o fruto de nosso trabalho.

Os ingleses quebraram o seu juramento,

e cruzaram o rio b�falo.

Entraram na nossa terra.

E para sobreviver,

devemos lutar!

Devemos matar!

Estamos prontos coronel, milord estamos prontos para avan�ar.

Qual � o seu destino, coronel? EuhitsanIsaIsanw

Itsandlwana, seis km depois da colina mais alta.

Sigamos a trilha, ela nos levar� ao p� da montanha.

Itsandlwana sim. Itsandlwana.

Quero suas carro�as alinhadas, Mas n�o muito separadas

A minha companhia pode proteg�-los.

N�o mais de 50 p�s entre cada um. Senhor!

Juntando-as n�o resolveremos nada Depois as coisas ficar�o mais feias.

Homens!

Manter a marcha! N�o se separem mais que 50 p�s

Aqui est� todo o ex�rcito, de milord Chelmsford.

Que maravilhosa aventura vamos iniciar, que grande momento.

Ei rapaz! Venha aqui! Venha aqui!

Voltem aqui! Mas o que aconteceu? Voltem.

Sigam o homem branco, deixem que o vejam.

Ele levar� voc�s aos soldados.

Deixem que os soldados os prendam, quando eles os obrigarem a falar,

Ent�o voc�s digam que os zulus est�o no leste. V�o atr�s.

Zulus!

Estou cansado.

Dezenas de zulus me seguiram.

Tive que disparar varias vezes, perdi a conta.

Eles v�m para c�. S�o uns sanguin�rios.

Porque o atacaram? Descobri o seu ex�rcito, senhor.

Um ex�rcito? Que ex�rcito?

Por tr�s das colinas, senhor, e v�m para c�.

Senhor Vereker, se importaria de olhar esses mapas. - N�o Senhor.

As carro�as, meu coronel.

Que aconteceu com elas?

Num declive como este, devemos junt�-las e

fazer um circulo com elas, para ter um campo fortificado.

Fazer imediatamente.

Ouvi que tem prisioneiros coronel, muito bem. Boa noite Wiliiam

Boa noite Frederick, penso que deve ouvir isto.

Bem, como estavamos dizendo Seu irm�o, no cerco do acampamento.

Era um grupo de 73 pessoas, e sobraram 73 esqueletos 6 meses depois.

Os Boers precisavam, porque tinham poucas carro�as, e n�s temos muitas.

E podemos fazer uma forte defesa com um esquadr�o em momentos.

Vou acampar entre aquelas rochas.

Milord. o sr. Fannin, diz ter visto guerreiros zulus.

Provavelmente uns 500 aqui nesse vale.

Pouco prov�vel, muito dif�cil de crer.

Isso significa levar 2400 homens ao alto das montanhas.

E n�o gosto disso.

Traga os prisioneiros � minha tenda.

Um momento cabo. Alguma coisa? - N�o senhor, nada.

Voc� n�o � sincero, diga-nos a verdade.

Boa noite, Trabalho sujo hem.

Muito sujo sim.

O que eles disseram? Dizem que s�o desertores do leste.

Se alistaram para poder escapar.

Voc� cr� nisso?

Fisicamente est�o bem. Est�o bem alimentados.

E nada faz supor que sejam desertores como dizem.

Continuem interrogando.

Eles dizem que os ex�rcitos zulus, est�o no leste, no povoado real.

E voc� diz que eles est�o mais ao norte.

Onde quer que estejam senhor, s�o 60 mil ou mais.

Se multiplicam sr. Fannin. Voc� fala a lingua zulu n�o � verdade?

Amanh�, iremos atr�s dos guerreiros zulus, e voc� me acompanhar�.

N�o sou soldado senhor n�o posso entrar nas terras zulus.

O senhor me acompanhar� sr. Fannin ou ser� preso.

Crealock, temos exploradores na dire��o onde os zulus foram vistos?

� claro senhor. E

Os �nicos informes que temos procedem do povoado real. Obrigado.

Porque os zulus n�o atacam?

Os zulus n�o tem sapatos nem cal�as,

Nem por isso quer dizer que n�o t�m c�rebro.

E aproveitariam qualquer debilidade nossa.

Temos pontos fracos, Cabo mestre?

Que ru�do e esse?

Que foi? Do que est� a falar? N�o ouvi nada

Mas eu sim. Preparem-se! Preparem-se!

Peguem as armas, meu sargento.

Quem deu a ordem?

O soldado Williams, senhor.

Vou ver isso.

Voc� deu a ordem, soldado Williams Eu n�o ouvi nada sargento.

Peguem as armas maldito seja! Voc� fez bem soldado.

Eu ouvi primeiro.

Te dar�o uma medalha por isso soldado Williams, voc� gostaria?

Se eu quero, meu sargento? Uma medalha?

Sou o coronel Durnford. Acalmem-se homens.

Siga a trilha senhor, chegar� ao quartel general de Lord Chelmsford.

Voc� fez bem. Continue assim.

Voc� tentava trazer refor�os atrav�s do rio?

Recebi a informac�o, dos meus agentes de que o ex�rcito zulu

Estava a norte da sua posi��o, para atacar o seu flanco esquerdo

Informa��o dos seus agentes! N�o pensou que seriam boatos

dos nativos para distra�-lo e deixar Natal sem protec��o?

Ketshwayo deseja um confronto directo, uma vit�ria decisiva.

Para que o seu povo possa levar acabo. Tudo o que significa para eles,

� a sua colheita.

Est� ditando a estrategia desta guerra? Expliquei as minhas raz�es.

Um grande n�mero de zulus est�o na direc��o do povoado real.

Amanh�, continuaremos O nosso avan�o para Ulundi.

Durnford, regresse a sua unidade e venha com ela para apoiar Pulleine

O senhor Vereker se unir� a voc�. Entendeu me bem coronel?

E o ataque de surpresa, j� n�o existe?

Coronel, se voc� vai discutir as minhas ordens, vou retir�-lo do comando.

O melhor � pensar em vencer os zulus, milord.

Informe me quando chegar Durnford e os seus homens. Sim Frederick

Cavalheiros, vamos ao campo e enfrentar o inimigo.

E pressinto que logo faremos contacto.

Sr. Melvill, at� que cheguem os refor�os, continuaremos em alerta.

As suas ordens, senhor.

Corneteiro, toque "alerta".

� uma grande extens�o para vigiar.

V� at� Stuart e diga que prepare a sua artilharia.-Senhor.

Sr.Melvill, mande uma sentinela e diga que nos avise quando chegar

a companhia do coronel Durnford para avis�-los.

Stuart, tardar� muito para p�r A sua artilharia em movimento?

Os meus cavalos est�o a comer, como pode ver, sr. Coghill.

N�o demorar� muito. Alimente-os bem e ponha-os em posi��o.

Muito bem.

Artilheiro, venha aqui.

Que horas s�o, sr. Noggs?

Onze horas, milord.

O nosso amigo, o coronel Durnford, dever�

estar acercando-se do coronel Pulleine

Almo�aremos aqui.

Quero explorar em cima dessa montanha,

e voltarei dentro de uma hora!

DURNFORD CHEGA EM ISANDHLWANA 22 DE JANEIRO 11:00

Irm�o!

Devemos prevenir o nosso rei. Chamarei o soldado branco.

Pode mover-se e ajudar-me?

Sentinela! Sentinela!

Eu vou ver o que houve,sargento. Est� bem cabo.

Pare de gritar, Ouviu me.

N�o me ouviu, cale a boca!

Irm�o, pegue a sua arma r�pido! Vamos, n�o nos enchergam.

Alegro-me em v�-lo senhor. Coronel,.Vejo que est� em alerta.

Talvez os homens possam comer? Oh, mas � claro, excelente ideia.

Sr. Mellvill, ordene toque de descan�o. Senhor.

Por favor.

Sargento, ordene descan�o com discre��o.

Crealock, meu velho amigo.

estou tomando notas para o meu artigo e preciso

saber alguns aspectos das coisas militares

mas n�o quero molestar milord, ainda que sou duro de roer,

Parece me que um comandante n�o deve separar as suas tropas,

principalmente em territ�rio inimigo.

Sobretudo, antes de conhecer as suas posi��es.

Se enfrentassemos um inimigo europeu, com armas de fogo, voc� teria raz�o

De qualquer forma, eu n�o criei a estrat�gia, sou s� o secret�rio.

Sinceramente isto n�o me convence, Crealock meu velho amigo.

Porque se ele perder, voc� perder� com ele.

Ent�o, ele pediu que ficasse de olho em mim.

Asseguro lhe senhor, que n�o desejo criar dificuldades.

Garanto lhe que n�o as criar�. De facto, agrade�o os seus bons conselhos.

O que os seus exploradores viram?

Por agora nada.

Por�m temos refer�ncia de uma fra��o ao norte, por ali.

Milord tem opini�o que � muito dif�cil haver um comando zulu por l�.

Sim bem,

As dificuldades nunca foram obst�culo para o chefe dos zulus.

Quantos s�o?

N�o sabemos.

Seria conveniente patrulhar as colinas.

S� para estar certo.

Ah, teremos carne fresca senhor. -Sikalis, avante!

Sr. Vereker! Sr. Vereker! Venha ver isto, senhor.

Acaba de matar um menino de 12 anos.

Meu Deus! N�s encontramos!

Alerte o acampamento Diga a Chelmsford.

Informe a milord que encontramos o que procurava.

Sikalis preparados!

Apontem! Fogo!

Sikalis! Retirada.

Retirada!

E voc� que est� fazendo?

N�o me diga que os zulus j� chegaram at� aqui?

Zulus!

Est�o aqui!

Venho para informar Lord Chelmsford.

Corneteiro! Toque alarme.

Mais ligeiro! Mais ligeiro! Em fila dupla.

Vamos, mais rectas essas linhas.

Soldado Story, pegue nessas estacas,

crave-as por par de 100 em 100 jardas.

Story! Certifique-se que elas estejam em linha reta.

Na direc��o do inimigo!

Por favor Deus, segure-os por 3 minutos, s� 3 minutos.

Vamos, vamos, homens!

Noventa e sete, noventa e oito, noventa e nove.

Traga aqui rapaz.

Oi, voc� sabe que � um in�til, venha c� r�pido.

Olhe! Olhe!

Espl�ndido lugar, Crealock quero instalar aqui o acampamento.

Depois do almo�o, Braum, regresse a Itsandlwana,

E diga ao coronel Poulline que se una a n�s imediatamente.

Se me permite milord. N�o tem apetite, coronel?

Meus homens n�o comem desde ontem e n�o comer�o at� que cheguemos a Itsandlwana.

Que se adiantem, contudo voc� come. Agrade�o milord.

Mas n�o seria justo eu comer enquanto eles est�o com fome.

N�o se aprende nada com um irland�s teimosoa a n�o ser ter muita pena.

Um mensagem estranha de Vereker, milord.

Parece que Poulline est� no meio de uma batalha.

Nenhum detalhe.

Nenhuma informa��o.

Sr. Milne.

Coloque seu telesc�pio nessa direc��o e observe,

o que se passa em Itsandlwana.

As suas ordens.

Sargento! -Sim senhor.

V� em busca de Lord Chelmsford. Na dire��o de Ulundi.

Diga que a batalha est� come�ando e que ele deve vir rapidamente.

Sim coronel.

Pronto, aqui est� bom. Bata a estaca.

Bata a estaca depressa. Vamos sair daqui! Vamos!

Rapazes! Voltem para c�!

Morrer por uma bala de Birmingham! N�o sabem atirar, bastardos!

Fogo um!

Fogo dois!

Reforcem Durnford.

E v� para a posi��o de Stuart.

Que seus canh�es reforcem a retirada de Durnford.

Sim senhor. Sikalis, sigam-me!

Disparem sobre o flanco direito para cobrir Durnford.

Canh�o n� 2, aponte para a direita.

Canh�o n� 2 fogo!

Retirada! Com calma rapazes.

Apontem em equipe! Voc�s s�o os melhores atiradores do 24.

O inimigo que sinta!

Olhem as marcas! Olhem as marcas!

A maldita muni��o est� a acabar.

Corneteiro!

O qu�? Traga-me muni��es. R�pido!

J� fui duas vezes! Que sejam tr�s, r�pido!

Malditos animais, vamos acabar com eles de uma vez.

Os cartuchos se acabam!

Mas as lan�as n�o.

Pulleine! Senhor.

N�o entregue as muni��es desta carro�a para outras companhias.

Essa caixa tem dono e aqui quem manda sou eu.

E onde tenho que buscar? Vai � tua carro�a.

Tenho que esperar muito cabo mestre. Fique na fila rapaz.

Pulleine? -N�o � culpa minha todas as caixas est�o fechadas.

Apontem! Fogo!

O que acontece com essa muni��o!

Milord.

Inspecionei o acampamento durante 20 minutos.

H� uma n�voa espessa. As tendas est�o de p�.

A �nica coisa que pude ver,

� que as carro�as est�o juntas dentro do acampamento.

Obrigado senhor Milne, Informe o coronel Crealock. - Senhor.

Obrigado Milne.

O acampamento est� sendo atacado pelos zulus.

O coronel Poulline pediu ajuda.

Sim senhor Harford. De onde veio essa informa��o?

O ajudante de Durnford veio do acampamento.

Muito bem, continue.

O coronel Harness refor�ou a sua artilharia. -Ah! Sim?

Fale com oLord Chelmford e coloque-o a par de tudo.

Sr. Harford! Controle os seus nervos.

Um soldado profissional deve manter-se frio e sereno nestes momentos.

Bom trabalho Vereker.

Preparados para retirarmos.

A galope vamos.

Para o outro lado.

Acelere a entrega de muni��es Vereker Eu tentarei chegar a Roswlit. Sim sr.

Saargento! Venha comigo.

Primeira fila, apontem! Fogo! Juntem as filas!

Romperam as filas. Retirada!

Soldado Williams! Sargento!

Venha aqui.

Suba, vamos suba!

Retirada!

Voc� ganhar� essa medalha soldado Williams. Obrigado.

Cuidado!

Permane�am na fila e aguardem a vossa vez.

Toma rapaz.

Mais muni��es, r�pido. Aqui est� senhor.

Vamos soldado! Ajude-me.

Bom trabalho Vereker.

Agora, adeus. Vamos!

Sargento!

Assim � que se luta cavalheiros.

Devemos salvar a bandeira.

A bandeira!

Leve-a para um lugar seguro sr. Melvill. Sr.

Sargento! Sargento!

Pegue o meu cavalo!

Ande!

Sargento, tem que chegar a cidade.

quando vir o bispo, diga-lhe

melhor, diga � sua filha, que fui obrigado a ficar com os meus homens.

Agora, v�.

Que Deus o acompanhe.

Que Deus lhe ajude senhor.

Corre Pulleine corre! Sim senhor!

Melvill, tem que salvar a bandeira.

Vamos! Vamos!

Pelo amor de Deus, contenha-os. Eu conseguirei cavalos.

Desculpe milord. Tenho que comunicar-lhe algo.

Calvaguei pela trilha que leva a Rorketys.

O c�u est� vermelho por causa do fogo.

Espero as suas ordens, milord.

Devemos ir para l�?

A batalha de Itsandlwana ficar� na hist�ria,

como a pior derrota de um ex�rcito moderno por tropas ind�genas.

Trouxe a queda do seu governo.

O primeiro ministro, Benjamin Disraeli, perguntou:

Quem s�o esses Zulus? Quem � esse povo not�vel?

Que vence os nossos generais, converte os nossos bispos,

e acaba nesse mesmo dia com uma grande dinastia?

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