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Este filme � dedicado ao hero�smo dos resistentes,
do passado, presente e futuro.
Claro que sofremos baixas.
N�o vamos contra uma for�a assim sem esperar baixas.
- Quantas baixas? - Sete homens e mulheres.
Doze feridos.
Voc� tamb�m est� ferido.
Estas feridas n�o s�o nada,
em compara��o com as que eles infligiram ao nosso pa�s.
Mas vamos lutar at� ganharmos.
Lutaremos at� El Salvador ser livre, e nada nos far� parar.
- Percebeu? - Sim, percebi.
- Isto n�o tem boa pinta. - Est�s a gozar? � �ptimo.
Anda.
Desta vez matas-me, Donovan!
- D�o-te outro pr�mio Emmy. - D�o-me � uma bala na cabe�a.
Olha!
Olha para ele.
Inacredit�vel.
Inacredit�vel � estarmos ainda aqui. Vamos!
Entra! Despacha-te!
- Quem me dera ter um trip�. - Quem me dera ter um tanque.
Aguenta-te, Tony. N�o � pior do que Camboja.
Se fosse morto l�, ao menos podia passar por um deles.
Onde � que se meteu?
- Tony, est�s bem? - Claro que sim.
Eu devia ter ido estudar direito.
- Consegues correr? - Tenho outra op��o?
- Nem por isso. - Est� bem, vamos.
Vou distra�-los e tu escondes-te nas �rvores.
Est�s louco, Mike. Vamos os dois.
- N�o! - P�e o carro a trabalhar. V�!
Mike!
Vamos, Algernon, mostra a tua barriga ao Dr. Metz.
Espantoso!
- A les�o est� quase curada. - Est�.
Sabe h� quanto tempo a minha equipa procura essa f�rmula?
A Ruth ajudou muito.
N�o, ela fez tudo sozinha.
Bem, tive muita sorte.
A verdade, Juliet, � que voc� � muito, muito dotada.
Aviso-a, a Ruth e eu vamos tentar roub�-la da Faculdade de Medicina.
Vamos p�-la a trabalhar na bioqu�mica a tempo inteiro.
J� sabem deles? Est�o por todo o lado.
Est�o por todo o mundo.
Venham as not�cias de onde vierem,
Paris, Roma, Genebra, Buenos Aires, T�quio,
as descri��es das naves s�o id�nticas.
Dizem-me que...
a nossa esta��o KXT, em S�o Francisco tem imagens.
Aqui est�o. Meu Deus. Est� a ir em direc��o � ponte Golden Gate.
Estas imagens s�o em directo de S�o Francisco.
Devagar, Robert.
Ela � uma senhora muito especial.
Pleistoceno Superior. Muito mais antiga dos que encontr�mos at� agora.
� mesmo, rapaz.
Repara no contorno da testa...
Richard...
Que diabos?
Tem quase cinco quil�metros de comprimento!
Esta cena vem do Champs Elys�es.
Repetimos, estas imagens s�o em directo de Paris,
onde outro O VNI se movimenta.
O Pent�gono diz que os soldados do Comando T�ctico A�reo, pa�s fora,
abordaram os O VNIS mas parece que os avi�es sofrem de interfer�ncias...
nos equipamentos de pilotagem e nos sistemas el�ctricos,
sendo assim imposs�vel a aproxima��o no raio de um quil�metro.
Os m�sseis disparados desviam-se e detonam longe do alvo.
Vemos aqui uma nave a aproximar-se de Washington, DC.
A Pol�cia e o Ex�rcito tentam fazer as evacua��es ordenadamente na capital...
e nas cidades amea�adas por esta amea�a desconhecida.
As estradas est�o paradas por causa do tr�nsito.
Sabe-se que h� outras naves que se aproximam de 6 grandes cidades nos EU.
S�o Francisco, Houston, Nova lorque e Nova Orle�es,
na zona de Chicago e Los Angeles.
P�e o carro a trabalhar.
- Anda, m�e. - Brandon! Brandon, vamos!
Polly!
- Polly, est�s ferida? - N�o lhe bati!
Ela vinha direito a mim. N�o lhe bati!
Saiam daqui! Vamos!
Est� ali!
- M�e? - Sa� de casa.
Pensei que era um tremor de terra.
N�o � nenhum tremor de terra, Ruby.
Meu Deus. Que � aquilo?
� fant�stico.
A TASS confirma as not�cias de naves que se aproximam de Moscovo,
Leninegrado e Vladivostok.
A contagem, n�o oficial, subiria assim para 31.
Como consegue ficar suspensa?
Cairo confirma que o OVNI se mant�m estacion�rio, tal como os outros.
Acho que dev�amos sair da cidade.
N�o, as estradas est�o engarrafadas.
- Mas, Stanley... - Ouviste o Presidente.
At� agora n�o h� indica��o de que sejam hostis.
Se forem... Se forem, Lynn...
n�o encontrar�amos nenhum esconderijo.
Do que este acontecimento inacredit�vel...
significar� para todos.
- Olhem, � Londres. - O Parlamento aguarda,
como todos n�s, pelo primeiro sinal de contacto.
A Uni�o Sovi�tica est� a emitir por toda a na��o esta imagem.
- Pap�. - M�e, o pai chegou.
Est�o todas bem? Est�o bem?
- Que fixe. - Meu Deus, Polly.
- Tamb�m � assustador. - Robert...
Eu sei, eu tamb�m.
Pelo menos estamos juntos.
Caminhamos agora para 16 horas desde as primeiras not�cias de ontem.
S�o oito horas aqui no est�dio em Nova lorque...
Aqui s�o cinco horas. Por que me deixaste dormir, Julie?
N�o te preocupes, Denny, disseram que Wall Street n�o abria. Bom dia.
Gra�as a Deus. Odeio pensar no que aconteceria � bolsa se abrisse.
- Onde est� o Dan Rather? - Acho que finalmente ficou sem voz.
Est�o s� a passar imagens antigas.
N�o mudou nada? Nada se alterou?
N�o. O Ray Bradbury esteve em directo com o Arthur Clarke.
Nada de palp�vel. Mais especula��es. Ningu�m sabe o que pensar.
- Vais para o hospital? - Sim. As urg�ncias est�o cheias.
Ataques de cora��o e tentativas de suic�dios.
V�o precisar de todos os estudantes de medicina que arranjarem.
E corretores?
Queres vir ajudar?
Claro.
Quero estar contigo, aconte�a o que acontecer.
As imagens de Atenas, na Gr�cia. O ber�o da nossa civiliza��o,
que agora parece t�o insignificante, em compara��o com a grande nave...
a pairar sobre a cidade.
Esta � apenas uma das 50 naves iguais...
espalhadas pelo mundo.
Percebes que isto �...
um novo come�o para todos n�s?
- Que far�o primeiro? - Danny...
este pode ser o �ltimo dia que iremos ver.
Bem...
N�o quero morrer sem ter feito amor.
Robin, Daniel! Est� a acontecer alguma coisa.
Est� a ocorrer o mesmo em Jerusal�m.
O sinal puls�til tamb�m come�ou.
A� est�.
A� est� e ouve-se o som puls�til.
Ou�am! L� fora.
Agora � o OVNI sobre Los Angeles que se junta a este coro extraterrestre.
Esperem.
Dizem-me que...
Como?
Parece que vamos receber um sinal vocal.
Pode ser agora. O contacto que tanto esper�vamos.
Est� a ser captado atrav�s da frequ�ncia para emerg�ncias.
Estamos a receber...
Vinte e um.
Vinte.
- Dezanove... - A� t�m, est�o a ouvir.
� em ingl�s.
N�o. Dizem-me que s�o diferentes idiomas pelo mundo inteiro.
Cinco...
quatro...
um.
Cidad�os do planeta Terra, trazemos sauda��es e vimos em paz.
Pedimos, respeitosamente, que o vosso Secret�rio-geral da ONU...
v� ao edif�cio da ONU...
em Nova lorque �s 01:00, hora de Greenwich.
Isso � 20:00 horas em Nova lorque.
Desta noite.
Obrigado.
- Consegues mesmo? - N�o perdia isto por nada.
Mike?
- Ouvi dizer que foste escolhido. - Fui.
Eu tamb�m.
Pensei ter visto l� o teu nome.
Ol�, Kristine.
Ol�, Tony.
Ent�o...
Para onde vamos?
Podias ao menos ter-te despedido naquela manh� quando me deixaste.
Tentei... mas estavas ao telefone...
a chatear algu�m por um trabalho.
Lamento.
Eu tamb�m.
Faltam agora 30 segundos para as 20:00 horas.
O Secret�rio-geral da ONU est� a sair.
D� sinal para as tropas baixarem as armas. Eles cumprem.
Faltam agora 15 segundos.
Ele olha para cima, como todos n�s.
Fez-se sil�ncio,
n�o apenas aqui, mas em todo o mundo, tenho a certeza.
Tocam as 20:00 horas...
01:00, hora de Greenwich.
Agora.
Est� a abrir-se. Est� a sair qualquer coisa.
Uma nave pequena que sai da nave-m�e.
Est� tudo bem, eles disseram que vinham em paz.
- Que se passa, pap�? - N�o sei.
� uma esp�cie de nave de aterragem?
3rd Avenue com a 39th Street,
em direc��o � sede da ONU.
- � fixe, n�o �, m�e? - Sim, Sean.
Est� a terminar a volta e...
A nave est� a aproximar-se...
- e a baixar lentamente. - Mam�, posso beber um sumo?
- J� vai, querida. - At� o ar se sente estranho...
parece que vibra.
Que disseram?
N�o percebi.
Acho que a voz falou em sueco...
a l�ngua materna do Secret�rio-geral.
Estou a receber a tradu��o.
Parece ser:
'N�o tenha medo. Por favor, suba a rampa.'
Ali est� um homem corajoso.
A desaparecer pela abertura.
- Tem calma, Lynn. - Parece haver movimento,
mas est� muito escuro l� dentro.
Ali est�!
- O secret�rio-geral... - Gra�as a Deus!
Aparentemente ileso.
- Caros concidad�os... - Agora v�m as m�s not�cias.
Estes visitantes asseguraram-me...
que vieram em paz.
E que pretendem honrar todas as conven��es...
da ONU.
Como ir�o ver,
eles s�o semelhantes a n�s,
apenas com vozes estranhas.
Pediram-me que falasse em seu nome...
mas achei que...
se sentiriam melhor se o Comandante Supremo,
que est� a bordo desta nave,
vos falasse directamente.
A sua voz ser� ouvida em todo o mundo,
nos idiomas necess�rios.
Ouvimos passos e...
Parece um de n�s.
Um homem de meia-idade...
cerca de 1,8 metros de altura.
Parece um de n�s, n�o �, Ben?
Pelo menos por fora.
Mas n�o chegou num carro Nash Rambler.
Mam�, ele n�o � como o 'ET'.
Nem sequer se parece com o Dr. Spock.
As botas parecem ser de pele. O fato parece...
Vejam, o padr�o de evolu��o deles deve ter sido igual ao nosso.
- Tem cinco dedos? - Parece que sim.
Incr�vel.
Acho que ele vai falar.
Pe�o-lhes que me desculpem,
mas os nossos olhos n�o est�o habituados a esta claridade.
A voz dele � estranha.
N�o � um de n�s.
� fascinante.
Viemos em paz...
Est�s a ver? Vieram em paz.
O nosso planeta � o quarto a contar de uma estrela...
a que chamam S�rio,
- a cerca de 8,7 anos-luz da Terra. - Fant�stico.
� a primeira vez que viajamos para fora do nosso sistema.
Voc�s s�o...
os primeiros seres inteligentes que encontramos.
Temos muito gosto em vos conhecer.
Os nossos nomes soariam estranhos,
por isso decidimos, conjuntamente,
escolher nomes simples da Terra. Eu sou John.
O Secret�rio-geral...
referiu-se a mim como...
'Comandante Supremo'. Na realidade,
sou apenas um almirante.
Sou respons�vel por esta pequena frota.
'Pequena'?
Algumas naves monitorizaram a Terra...
para podermos aprender os vossos idiomas.
Mas alguns de n�s n�o sabem tanto,
pe�o-vos que sejam pacientes.
Viemos aqui...
em nome do nosso Grande L�der.
Ele que governa o nosso planeta unido,
com benevol�ncia e sabedoria.
Viemos...
porque precisamos da vossa ajuda.
O nosso planeta est� com graves dificuldades ambientais,
muito piores do que as vossas.
Cheg�mos a uma fase em que...
ser� imposs�vel sobreviver sem ajuda.
H� certos...
qu�micos e compostos que devemos fabricar.
S� estes podem salvar a nossa civiliza��o em apuros.
Voc�s podem ajudar-nos a fabric�-los.
Em troca, partilharemos os frutos de todo o nosso conhecimento.
Inacredit�vel.
Pois �.
Agora que estabelecemos o contacto,
gostar�amos de nos reunir com cada governo...
para pedirmos a f�bricas que sejam remodeladas...
para fabricar o composto de que necessitamos.
Espero que escolham a tua f�brica.
Compensaremos a vossa generosidade, tal como disse,
ao educar o vosso complexo industrial e cient�fico...
at� aos limites do nosso conhecimento.
Ajudando a salvar os vossos problemas ambientais,
agr�colas e de sa�de.
Depois, partiremos como cheg�mos,
em paz.
� mesmo uma oferta que n�o podemos recusar.
Que aconteceria se o fiz�ssemos?
Sei que se fosse ao contr�rio...
e voc�s nos viessem visitar, eu sentiria uma enorme curiosidade...
em ver a nave por dentro.
Isso � dizer pouco.
Gostar�amos de convidar o Secret�rio-geral...
e alguns jornalistas para virem visitar a nave-m�e.
Esta ser� uma das oportunidades para nos conhecermos melhor.
- Diabos. Aqui vamos n�s. - Temia isto.
Os representantes, seleccionados por sorteio, far�o a cobertura...
M�e... � o pai!
Ele vai l� acima. Ouviste?
Eles falaram em Mike Don... Olha. Ele est� ali.
N�o acredito!
Ser� que assim a pens�o vai aumentar?
Vemos que todos se preparam para esta espantosa reportagem.
Est�s preocupada com ele?
Desde a manh� em que nasceu.
Gostava de entrar na nave dele.
Gostava de entrar no ADN dele.
- Ser� que h� mi�dos com eles? - N�o sejas idiota, Polly.
- Eu n�o sou idiota! - Ser� que trazem cientistas?
Serias a primeira.
Mam�, posso beber um sumo?
O Comandante Supremo,
ou John como pediu que lhe cham�ssemos,
cumprimenta todos os jornalistas.
Est�s a ver? At� se cumprimentam.
� �ptimo.
N�o �, pai?
Est�o a entrar no vaiv�m.
O Secret�rio-geral entra novamente na nave...
com Geri Taylor e Sam Egan. Kristine Walsh que sorri e conversa com ele.
Arthur, se precisarem de refinarias,
devias falar com o Richard...
para ofereceres a tua f�brica.
- Podia ser muito... - prestigiante.
Mike Donovan segue os outros para dentro da nave,
captando imagens que todos estamos ansiosos por ver.
Boa sorte para todos.
Boa sorte.
Boa sorte.
Boa sorte.
A nave levanta voo do telhado do edif�cio da sede da ONU.
Boa sorte.
Adoro-te, pai.
Outra garrafa?
Claro.
Quando � que podemos celebrar a cobertura...
da hist�ria do s�culo?
- Lembra-te, tivemos a sorte de entrar. - N�o foi sorte.
Fiz batota para sermos seleccionados.
V� l�.
A s�rio.
Puseste a cassete?
Viste na esta��o quando a passaram.
Sim. N�o foi fant�stico a reac��o de todos?
Passa-a mais uma vez, Sam.
Para os que se acostumaram aos 'Encontros Imediatos',
ou � futurista Star Destroyer de Darth Vader,
as imagens da nave dos visitantes foram inesperadas...
e desapontantes.
Kris, tenta deitar para dentro do copo.
Nada de paredes de luzes ou outras coisas de fic��o cient�fica.
A doca de aterragem parece...
o hangar de um porta-avi�es.
O John disse-nos que esta doca de aterragem alberga at� 36 vaiv�ns,
e que existem mais 200 docas destas...
em cada uma das restantes 50 naves-m�e...
Um vag�o inter-estelar de boas-vindas muito comum.
Parece demasiado f�cil, n�o �?
Passa mais r�pido, Mike.
Tu � que andas r�pido.
- T�m homens e mulheres a bordo? - Claro.
A subcomandante Diana.
Filmaste mais a tua namorada do que a mim.
- Ol�. - Ol�.
A Diana est� encarregada dos aspectos cient�ficos da miss�o.
Vamos ver as m�quinas?
Esta ser� a sala das m�quinas.
E as portas amarelas que pass�mos?
�reas restritas, h� muita radioactividade.
A unidade de gravidade � eficaz, como viu,
mas ocupa quase meia nave.
Permite-nos viajar quase � velocidade da luz.
- Desde quando t�m esta tecnologia? - Desde h� cerca de 100 anos.
Est�s a ver? Outro grande plano dela.
Por que � que n�o resultou entre n�s?
Gostava de tentar novamente.
Criog�nio...?
Arrefecido ao m�ximo, para melhor efic�cia no armazenamento.
Mencionou os aposentos da tripula��o.
Quantas pessoas tem cada nave?
Depende. V�rios milhares.
Podemos falar com algumas delas?
Ir� falar, Kristine.
Ter� oportunidade para isso.
N�o est�s feliz por te ter dito para telefonares ao Richland?
Se jogarmos as cartas certas, podes chegar a Vice-presidente rapidamente.
Passaram-se tr�s semanas desde que os visitantes nos contactaram.
V�s o Mike?
Sim, ele disse ol�, mas estava muito ocupado.
Calculo. � um acontecimento importante para ele.
Esta refinaria aqui em Los Angeles ser� a primeira nos EUA...
a cooperar oficialmente com os Visitantes.
Ir� fabricar um qu�mico sint�tico para levarmos para S�rio.
A mat�ria-prima ser� o lixo das nossas cidades.
Os t�cnicos dos Visitantes come�am a sair.
Uma cena que em breve se repetir� em v�rias cidades,
em todo o mundo.
E ali est� a Diana.
N�o pensei que enviassem tantos.
Eu acho que eles ficam muito giros naqueles uniformes.
- Diabos. - Que se passa, Caleb?
Que se passa? Olha para eles.
Primeiro competimos com os brancos, depois com os mexicanos.
Agora com estes idiotas, que nem deste planeta s�o!
Afinal quantos s�o?
E agora aproxima-se um segundo vaiv�m.
Quantos s�o, Mike?
Depois, o grupo de t�cnicos dos Visitantes entrou na refinaria,
para se familiarizarem com todas...
- Pensei que tinhas de trabalhar. - Despedi-me.
Porqu�?
A caixa tinha menos dinheiro, culparam-me a mim.
- N�o podes andar sempre nisso. - Deixe-me em paz, pai.
Que bom.
Depois de cinco anos de anatomia � bom que seja.
Referia-me � bolsa. Est� a subir.
Acho que se avizinham tempos bons.
Sim, Kristine. A maioria das f�bricas que escolhemos � na costa,
para podermos aproveitar ao m�ximo a vossa �gua do mar.
Achei a festa fascinante.
O nosso primeiro 'Encontro Imediato' com os vizinhos 'ET'.
A Eleanor n�o estava o m�ximo?
Radiante, diria.
Agrada-me que se tenha dignado a receber-nos.
Senti-me um pouco nervosa quando o conheci.
Reparaste que a m�o dele era fria?
Tentei reparar em tudo.
Como o qu�?
Ele evita por completo os alimentos cozinhados.
S� come vegetais crus.
Quando est�vamos l� fora a ser comidos pelos mosquitos...
ele n�o estava.
Vi-te tentar falar com ele.
Aprendi um pouco.
S�o mon�gamos.
A mulher que veio com ele, a Barbara, disse que n�o eram casados.
N�o falou muito, parecia t�mida.
Ele disse que o planeta deles � muito semelhante � Terra.
Disse que n�o � antrop�logo, mas acha que...
a evolu��o deles foi muito semelhante � nossa.
Foi dif�cil falar, com o Arthur a tentar lamber-lhe as botas.
O Arthur nunca conseguir� ser melhor do que a mulher dele.
Reparei noutra coisa estranha.
Sempre que ele passava perto da gaiola os p�ssaros ficavam loucos.
Ficavam agitados, como se...
estivessem em p�nico.
Seja como for...
achei o Steven encantador.
A s�rio?
Vais fugir para S�rio?
Deixa-te de gra�as.
V� l� por onde andas.
Desculpe.
- Ajuda. Por favor. - Ajuda para qu�?
Eu estou s�.
- S� o qu�? - Sim.
Sai da frente, extraterrestre est�pido.
Em resposta �s muitas perguntas e pedidos...
de v�rios jovens,
o Comandante dos Visitantes, John, formou a 'Amigos dos visitantes'.
Esta organiza��o recebe todos os jovens entre os 12 e os 20 anos,
que queiram possuir conhecimentos especiais sobre os Visitantes.
Permite-lhes viajar nos ve�culos de patrulha e far�o visitas �s naves-m�e.
Os l�deres da Juventude dos Visitantes ir�o aos vossos bairros.
Meu Deus. N�o. Ali est� ele.
� o mesmo que eu vi na f�brica.
- Que p�o. - A mim parece-me um rapaz.
Est� a olhar para aqui.
Ele � mesmo especial.
Imagina s� de onde ele veio.
Pensa s�.
Ol�.
Est�s bem?
Estou...
O qu�?
Estou...
- Sim, estou... - O qu�?
Espera, n�o te preocupes, eu ajudo-te.
Sim. Ajuda para ir.
Para este s�tio.
Estou...
- N�o sabes para onde ir? - Estou confundido.
Est�s perdido?
Sim! Perdido.
Ingl�s para mim n�o � bom.
Aprender �rabe, para ir l�.
E eles fizeram asneira e mandaram-te para Los Angeles?
Sim, asneira.
Bem, Los Angeles n�o � assim t�o mau. � melhor do que Fresno!
Como te chamas?
- William. - Ol�, sou a Harmy.
Diminutivo de Harmony, acreditas?
Unidade de Transfer�ncia Criog�nica.
V� l�, Willy. Vamos encontrar isto.
N�o, a press�o n�o est� equilibrada.
O selo interior est� avariado. Algu�m tem de ir l� dentro.
Desculpe.
Esta � a sec��o da Transfer�ncia Criog�nica?
Sim. William, onde te meteste?
- Andava � procura. - Vemo-nos depois.
Vai l� para cima.
Vais trabalhar com aquele homem.
Est� satisfeita com os progressos?
Sim, s�o semelhantes aos das outras f�bricas em todo o mundo.
Dentro de pouco iniciaremos os semin�rios para os cientistas.
H� outra coisa com a qual tamb�m estou satisfeita.
Consigo, Kristine.
De todos os jornalistas, o meu pessoal sente-se melhor consigo.
E eu tamb�m.
Bem... Obrigada, Diana.
Fizemos pesquisas que mostram que a sua gente tamb�m tem confian�a em si.
Fizeram?
� de confian�a, � respeitada...
e � atraente.
Qualidades essenciais para a nossa nova porta-voz oficial.
N�o, o Quinton n�o est� aqui.
N�o h� nada na caixa dele. N�o sei no que andava a trabalhar.
Ele n�o esteve aqui durante todo o dia.
Tentei em casa. N�o atende.
O qu�?
Est�? Tens a certeza de que � o carro dele?
Representante para a Imprensa?
Disseram que lhe posso chamar o que quiser.
- Que tal 'porta-voz'? - N�o gosto nem de um nem de outro.
Est�s com inveja.
Sabes que n�o. S� n�o percebo por que o queres fazer.
Eles querem algu�m em quem o p�blico confie.
� uma excelente oportunidade para a minha carreira.
- E a tua objectividade? - O qu�?
N�o te estar�s a comprometer, dando-lhes graxa?
N�o estou a dar graxa a ningu�m.
N�o v�s que � a oportunidade perfeita para estar mesmo l� dentro...
e conseguir material exclusivo, a que mais ningu�m ter� acesso?
De certeza que, no m�nimo, consigo escrever um livro.
Vou continuar a ser objectiva. Afinal, sou uma de n�s, n�o deles.
Qualquer bom jornalista adoraria ter esta oportunidade.
Gostaria de saber que me apoias.
Sabes o quanto te respeito.
Mais do que isso...
� melhor pores os bifes no congelador.
O qu�?
Sim, hoje tenho um problema porque a Diana quer...
Como � que sabias?
- Caleb. - Ficou l� em baixo.
O nitrog�nio l�quido rebentou pelo selo interior.
N�o h� maneira de passarmos e de o irmos buscar.
William, n�o. Por amor de Deus.
- O William foi l� buscar o Caleb. - O qu�?
Devem estar 200 graus abaixo de zero. N�o h� maneira de um ser humano...
- Onde est�o as culturas, Ruth? - Ainda n�o voltaram da Patologia.
Est�o a atrasar-se muito, Dr. Metz.
Hoje, parece que duas pessoas importantes faltaram sem avisar.
Que estranho.
Fala o Dr. Taylor.
Ben, � a Julie. Vem depressa �s Urg�ncias.
Acabaram de trazer o teu pai.
N�o se importa com nada.
Abraham, ele tem apenas 17 anos. N�o sejas t�o duro com ele.
Mas o Daniel � assim h� anos.
N�o era bom na escola. Quase n�o tem amigos.
Talvez o grupo dos 'Amigos dos visitantes' seja o que ele precisa.
Ele ainda n�o encontrou a voca��o dele.
Ao contr�rio de outros que pod�amos mencionar.
- Desculpem o atraso. - Deixaste-me � espera, malandro.
Problemas na f�brica. O Arthur disse que viria ter connosco.
Que bom.
Aquele l� em baixo � o ve�culo do Supervisor.
Diz-se que vem aqui muitas vezes.
Ela pode ser encantadora.
Vai visitar o seu filho esta tarde?
- Sim. - Onde � que ele vive?
Numa pequena cidade perto de Los Angeles.
Pai. Pai.
Ol�, mi�do. Quem �s hoje?
- O Fernando Valenzuela ou Steve Sachs? - Sou apenas o Sean Donovan.
Vem ver o que o Josh tem.
Quantos Visitantes s�o precisos para mudar uma l�mpada?
- Quantos? - Nenhum. Eles n�o gostam de luz.
Claro. Que tal, Josh?
Est�s a ver, pai?
Olha s�.
Ele tem o ve�culo de patrulha!
E as figuras. O Comandante Supremo e a Diana.
Eles recebem alguma coisa disto?
- Em casa tem a nave-m�e. - Tenho-os a todos.
Pois. Eu tamb�m posso t�-los, pai?
A m�e diz que n�o temos dinheiro.
Vou falar com ela. Mas entretanto...
O que �?
Algo que trouxe dum dos ve�culos.
- Um ve�culo de patrulha verdadeiro? - Sim.
- Veio mesmo dos Visitantes? - Sim.
- Olha para isto. - Deixa-me ver.
J� vai, Josh.
Rapazes, a vossa pizza est� pronta.
Est� bem, m�e. Vens, pai?
Vou j�.
- Olha, m�e. � de um ve�culo... - O jantar est� a arrefecer.
Ent�o...
Que se passa?
Nada.
� dif�cil competir com algu�m que voa em naves espaciais.
Que queres que fa�a? Que deixe o meu trabalho?
E que queres que fa�a?
Que deixe crescer asas e o leve para a Terra do Nunca?
Como posso competir?
Com pizza?
Porqu� competir?
Por que n�o fazes algo teu?
E os teus planos de ires para a faculdade?
Por favor. N�o comeces, est� bem?
Arranjou uma amostra de tecido dos Visitantes? Como?
Quando trouxeram o pai do Ben para as Urg�ncias,
na camisa dele havia uns peda�os de pele do Visitante que o salvou.
Isso � fant�stico.
O Dr. Metz vai ficar encantado.
Talvez.
Boa noite, Julie.
Ruth?
Que se passa, Ruth?
� o Dr. Metz?
Gosta mesmo dele, n�o �?
Ele sabe?
Eu sou apenas mais uma pe�a de laborat�rio.
A partir de amanh�, vamos come�ar a trabalh�-lo.
Vamos faz�-lo ver que o pr�mio Nobel n�o � o �nico que importa.
- �s uma querida. Boa noite, Julie. - Boa noite.
Ainda assustado, pai?
Vou ficar bem. Vou sozinho.
Est� bem.
Ol�, meu. Que tal?
Que tal, Ben?
Nem sabes falar correctamente.
Quando � que vais deixar de fazer esse n�mero do Richard Pryor, Elias?
Que t�s a dizer, meu?
Isto n�o � um n�mero. Isto � Elias puro.
� qualquer coisa pura.
Nem todos podemos ser o Dr. Kildare. Topas, meu?
Tio Tom.
Essa treta do tio Tom j� n�o funciona.
Podes ser quem quiseres.
Mas primeiro tens de parar com esse n�mero de sapateado e as vigarices.
E tens de come�ar a crescer.
Mais uma vez podemos agradecer...
aqui ao Sr. Sidney Poitier.
Ol�, velhote. Como t�s?
N�o vais adivinhar. O l�der da Juventude dos Visitantes.
Viste-o? N�o � um p�o? Eu sei.
Trouxe o telefone c� para fora para o poder ver.
N�o � de morrer? Eu sei. Viste os olhos dele?
S�o lindos.
� claro que vi.
Ele olhou muito tempo para mim no outro dia.
E n�o foi s� olhar, foi um olhar intenso, sabes.
Tipo dois barcos que se cruzam na noite. Altamente rom�ntico.
Acho que ele gosta mesmo de mim... s� que � t�mido.
Desculpa.
A minha vida acabou.
- Assustei-te? - N�o. N�o.
Sou o Brian.
Pois... Robin.
- Ol�. - Ol�.
- Desculpa, estou algo nervoso. - Est�s?
N�o � todos os dias que conhe�o algu�m de outro planeta.
N�o tinha pensado nisso. Tamb�m deve ser estranho para ti.
N�o que sejas estranho... Percebes...
Qual � a casa do Daniel?
� aquela � direita.
- Obrigado. - De nada.
Queres dar um passeio?
Est� bem.
- Posso ver? - Claro.
Ol�, her�i.
Willy.
Ol�, Harmony.
Toda a gente fala de como salvaste o Caleb.
Disseram que ficaste com a cara cheia de bolhas. Mas pareces bem.
Queres um hamb�rguer?
N�o.
Voc�s nunca comem?
�s vezes.
V�o ao cinema?
N�o. N�o vou.
Quer dizer, ainda n�o.
Ent�o?
- Est�s a sentir-te divertido? - O qu�?
Est�s a sentir-te melhor?
Divertido?
Restabelecido.
Isso. Restabelecido.
Estou �ptimo.
Ouve...
- William. - William...
desculpa ter-te chamado extraterrestre est�pido.
N�o, n�o. D� c�.
O mundo ficou hoje chocado quando o Dr. Leopold Jankowsky, pr�mio Nobel,
do Instituto Biom�dico de Bruxelas, na B�lgica.
Deu uma confer�ncia de imprensa para revelar a exist�ncia...
de uma conspira��o internacional contra os Visitantes.
Chamou-me a aten��o, quando o Dr. Metz da Calif�rnia,
me pediu para falar comigo sobre assuntos confidenciais.
Outros colegas meus tamb�m foram abordados por outros cientistas,
principalmente da biomedicina ou antrop�logos, de v�rios pa�ses.
Aparentemente fazem parte desta p�rfida conspira��o.
O plano deles � controlar as naves-m�e...
dos Visitantes.
Tentaram convencer-me de que era para proteger a ra�a humana...
e tirar o poder aos militares no nosso planeta.
Acredito, no entanto, que a sua motiva��o � mais pessoal.
Depois Jankowski assinou esta declara��o,
com a lista de todos os que tentaram inseri-lo na conspira��o.
Assim que se espalharam as not�cias da declara��o de Jankowski,
revelou-se a verdadeira dimens�o internacional,
quando v�rios cientistas admitiram que tinham sido abordados...
ou confessaram, mesmo, que faziam parte da conspira��o.
Aqui vemos o Dr. Jacques Duvivier, tamb�m laureado com o Nobel...
m�dico e bioqu�mico franc�s...
Malditos m�dicos.
Foi detido pela Pol�cia e confessou o seu envolvimento.
Nomeando muitos outros cientistas como seus cooperantes.
� mentira. � uma grande mentira.
N�o precisam de mandato, vejam os meus arquivos.
N�o h� nada.
N�o v�o encontrar nada.
O que � isto?
Nunca vi isso.
N�o.
N�o � verdade.
N�o sei como isto foi parar a�.
� mentira, garanto-vos.
- O Quinton ainda anda desaparecido? - E mais uma meia d�zia.
A Pol�cia n�o faz ideia do que est� a acontecer.
Acusa��es que recaem sobre eles.
Kristine Walsh, Representante para...
a Imprensa dos Visitantes, disse o seguinte:
Os Visitantes ficaram chocados ao saber desta conspira��o...
e do caos que da� pode resultar.
N�o apenas seriam as suas necessidades prejudicadas,
mas todos os benef�cios que deveriam partilhar connosco est�o em perigo.
Os semin�rios que deveriam come�ar na pr�xima semana foram adiados.
� cedo de mais para determinar quantos cientistas est�o envolvidos,
a ONU concordou com os pedidos dos Visitantes...
para que os cientistas e fam�lias se devam registar na Pol�cia.
Ser�o usados computadores para verificar esses registos.
Abraham, n�o fiques t�o enervado. N�o vai acontecer nada.
Nem a ti nem � tua fam�lia.
Eles n�o s�o m�dicos ou bi�logos ou cientistas.
N�o est�s envolvido. De qualquer dos modos, isto vai passar.
Isso foi o que eu disse em 1938, em Berlim.
Mas isto � diferente.
�?
O Comandante Supremo quer deixar claro,
que embora saiba que nem todos os cientistas...
s�o conspiradores,
� mesmo assim dif�cil distinguir quais s�o e quais n�o s�o.
Enquanto a Pol�cia Internacional investiga os registos cient�ficos,
para obter factos relativos � conspira��o,
sabe-se que muitos cientistas...
fizeram descobertas essenciais que ocultaram.
O presidente do Comit� para Assuntos M�dicos, Raymond Burke, disse:
De facto, tenho provas...
de que existem novos tratamentos contra o cancro...
e de que j� existem h� algum tempo,
juntamente com outras descobertas.
E, aparentemente, os nossos amigos cientistas...
n�o partilharam isso connosco.
N�o irei especular.
Mas ganha-se muito dinheiro com os subs�dios para a investiga��o.
Desculpa o atraso. O pobre do Dr. Metz est� a sofrer.
- A Ruth desapareceu mesmo e... - Demora o tempo que quiseres.
Eles telefonaram a cancelar o jantar.
Deves estar desapontado, querido.
Sim.
Achas que ainda consegues a conta deles?
N�o, n�o me parece.
Foram demasiado educados, percebes?
N�o percebo, como te podem tratar assim?
Denny, achas que foi por minha causa?
Eles sabem que estudo bioqu�mica e medicina.
Como poderias ser tu?
Est�s a ser demasiado educado.
Sim, vi isto antes. E qu�?
Bem, achei algo estranho quando vi isto ontem. N�o percebi o que era.
N�o dormi a noite toda e depois lembrei-me. Olha para isto.
� a cassete que film�mos na Feira da Ci�ncia o ano passado.
Pedi-lhe que autografasse um livro para o meu pai, lembras-te?
Sim.
N�o v�s?
Escreveu com a m�o direita.
E ontem... Usou a mo esquerda.
- E depois? � ambidestro. - N�o.
Nem o Duvivier. Eu confirmei.
N�o, Mike.
At� esta semana, ambos escreviam com a mo direita.
Passa-se alguma coisa muito estranha.
Vamos.
N�o sou muito bom nisto.
Brian, como � l�?
Magn�fico. Muito calmo.
Qual � o teu?
O mais brilhante. Ali.
Est� na constela��o que voc�s chamam C�o Maior.
Deve ser estranho estar t�o longe de casa.
Sim, �.
Mas os novos amigos ajudam.
Ainda bem.
Ol�, Robin.
- Daniel. - Ol�.
Como est� o teu pai?
Est� �ptimo.
Deve ser duro ser cientista hoje em dia.
Especialmente para os antrop�logos.
Pois.
- Ol�, Daniel. - Ol�, como est�s?
Bem. O pai dela � antrop�logo?
- Sim. N�o sabias? - N�o. N�o fazia ideia.
Mike, n�o achas que dev�amos entrar num dos ve�culos como sempre?
Assim, n�o dar�o por n�s, e temos mais hip�teses...
de descobrir o que se passa.
J� acabaram de carregar os qu�micos. Prepara-te.
Agora.
Mike.
- Anda. - N�o posso...
J� te agarrei.
Vamos.
Bolas.
� perda de tempo trazer os qu�micos e depois despej�-los.
Cada continente estar� em breve sob o nosso dom�nio. Devias estar contente.
Digamos que fico contente por servir o nosso l�der...
com os poucos talentos que tenho.
O John disse que o l�der est� contente com o teu processo de convers�o.
Sim, mas sabes como ele pode ser impaciente.
At� mesmo contigo?
Pensei que...
dada a vossa intimidade...
Tem muito cuidado, Steven.
Odeio ver-te preocupada.
Ele n�o percebe que o meu processo de convers�o ainda � limitado.
N�o funciona do mesmo modo com todos os humanos.
N�o, mas quando funciona,
como com o Duvivier e o Jankowski e os outros, � impressionante.
Pois �.
Eles acham mesmo que a conspira��o existe...
e que fazem parte dela.
� claro que as 'provas' que coloc�mos refor�am as cren�as deles.
A opera��o est� a funcionar na perfei��o.
Os cientistas est�o a ser postos de parte em todo o mundo.
O problema � que o l�der depois diz 'Por que n�o os convertemos todos?'
Ele n�o percebe que a vontade humana � muito mais forte do que pens�mos.
Convert�-los a todos demoraria uma eternidade.
No entanto, vamos continuar a aperfei�oar o processo.
Sim, tenho a certeza de que o far�s com sucesso.
Devemos descobrir os m�todos mais eficientes...
para usarmos contra eles.
O nosso l�der n�o podia ter escolhido algu�m...
melhor do que tu.
Estou t�o farto destes exerc�cios. Vamos embora, antes de fazer outro.
Situa��o de emerg�ncia. Alerta geral.
Alerta geral.
Alerta geral.
Situa��o de emerg�ncia.
Fala de Los Angeles.
Estou a testar o PI.
Sim, Nova lorque. Est�s a ouvir, Burt?
Ouve, vamos fazer uma interrup��o.
Alerta todas as esta��es. Sim, podes apostar.
O Mike Donovan tem uma cassete de p�r os cabelos em p�.
- Preparar cassete especial. - Estamos prontos.
Para que levam o qu�mico para a nave-m�e...
- se depois o deitam fora? - N�o fa�o ideia.
Eles v�m a�.
- Liguem o microfone duplo. - Senta-te aqui.
Eu fa�o o alinhamento. Depois passamos a cassete e tu descreves tudo.
- Temos 30 segundos. - Temos 30 segundos. Luzes, agora.
Aten��o, c�mara um. Come�amos com a dois.
Est�s bem, Mike?
Dez segundos... Sil�ncio!
Cinco segundos, quatro, tr�s, dois... um.
- Aproxima a c�mara... Nova lorque. - Sinal para an�ncio.
- Uma not�cia especial em directo. - A postos. Um.
�s tu, Charles.
Um espantoso acontecimento acabou de ter lugar a bordo...
- Que diabos...? - Nova lorque, que se passa?
Espera. Perdemos o contacto.
Est�?
O qu�?
- Perdemos a Ma Bell. - O qu�?
Algu�m desligou a rede da A T& T.
Cortaram o fio. A esta��o toda est� fora do ar.
E as outras tamb�m.
Que foi, Burt?
Estou? Estou?
Agora perdi Nova lorque.
Passa-se aqui qualquer coisa.
Fala Kristine Walsh.
O Comandante Supremo dos Visitantes, o John, vai fazer uma declara��o.
Meus amigos em todo o mundo,
primeiro, devo agradecer aos l�deres de cada um dos pa�ses...
que nos deixaram usar as esta��es de televis�o...
para evitar a crise.
Informo que houve uma tentativa, bem arquitectada...
e muito violenta, por parte dos cientistas conspiradores,
para controlar as nossas instala��es...
em muitos locais chave em todo o mundo.
N�o acredito.
Daqui � o Dupres. Fomos atingidos?
Gra�as a Deus. Malditos cientistas.
Cerca de 12 locais foram atacados.
- O n�mero de v�timas foi enorme. - N�o acredito nisto.
Acredita.
Al�m disso, milhares de pessoas ficaram feridas.
Tememos que haja mais assaltos.
Vou para o hospital.
O ataque foi t�o abrangente e perigoso,
que a maioria dos vossos membros governamentais...
nos pediram protec��o.
� claro que teremos todo o gosto em fornec�-la.
Estar�o a salvo nas nossas naves. Ser�o bem tratados.
Lamento tamb�m informar...
que este homem em quem confi�mos,
Michael Donovan dos Estados Unidos, provou ser um grande traidor...
N�o. N�o � verdade!
Deve ser considerado perigoso...
- A cassete? - Vou copi�-la.
- Estamos em sarilhos. - N�o me digas!
Foge, Mike! A tua cassete.
Os vossos l�deres nacionais sugeriram...
que talvez a Lei Marcial seja de grande ajuda neste momento.
E n�s concord�mos.
As Pol�cias locais ir�o trabalhar com as patrulhas de Visitantes,
e ir�o pedir a ajuda de todas as unidades dos 'Amigos dos Visitantes'.
- Boa! - Prevemos que esta crise...
passe relativamente r�pido.
Entretanto, meus amigos, eu e os meus companheiros Visitantes...
faremos o melhor para ultrapass�-la,
e manter o controlo.
Haver� mais not�cias mais tarde.
Tenho de ir!
Vai passar, Lynn.
Ouviste o que ele disse. N�o �, pai?
OS NOSSOS AMIGOS
A AMIZADE � UNIVERSAL
Por todo o mundo,
os Visitantes mant�m a ordem e fazem amigos.
A Pol�cia e os militares em cada pa�s cooperam totalmente.
No entanto, o perigo presente ainda existe...
devido ao grupo de terroristas,
que fez impor a Lei Marcial.
Os ataques dos cientistas conspiradores ainda acontecem...
espor�dica e violentamente em todo o mundo.
Tivemos sorte,
de n�o ter acontecido na nossa f�brica.
V�rios tanques de criog�nio...
com qu�micos foram danificados.
Mas os esfor�os her�icos feitos pelos t�cnicos dos Visitantes,
salvaram os tanques e a vida de 15 trabalhadores.
Como � que eles podem fingir estas cenas?
- Fazem isso nos filmes. - O recolher obrigat�rio ser� �s 20h,
e deve ser mantido.
N�o � justo. Quero sair algumas noites.
- Porqu�? O Daniel vem c� a casa. - N�o � o Daniel que eu quero ver.
Quem �, Robin?
N�o interessa.
BEM-VINDOS � BASE A�REA DE DAVIS.
COMANDO A�REO ESTRAT�GICO...
� claro que os militares cooperam.
Est�o sob pris�o domicili�ria.
Sra. Maxwell.
Ol�, Sancho. Que se passa?
N�o posso mais trabalhar para si.
Porqu�?
- �... - Diz-me.
Os outros para quem trabalho sabem que trabalho para si e n�o gostam.
Que querem eles saber...?
� porque o meu marido � cientista?
Eles dizem que ou trabalho para eles ou trabalho para si.
- A minha fam�lia... - Est� tudo bem.
N�o faz mal, eu compreendo.
- Polly, magoaste-te? O que foi? - Andei � pancada.
Uns idiotas bateram-me porque,
- ganhei o pr�mio de Ci�ncias. - O qu�?
Destru�ram tudo. Disseram que eu era a maldita filha de um cientista.
Devias ter visto quando lhes bati.
- Quantos eram? - Quatro.
E os professores? Nenhum viu isso?
Um viu, mas ignorou.
� melhor ir consertar a bicicleta. Obrigada, Sr. Bernstein.
- Vais para a casa dos teus pais? - N�o consigo falar com eles.
� melhor que n�o saibas.
Venho buscar o resto qualquer dia.
- Achas que est�s a exagerar um pouco? - N�o, Denny.
N�o quero que percas mais contas por minha causa.
- Julie, n�o temos a certeza. - Pois n�o.
Essa � a parte m�.
S�o sempre muito educados, mas n�s sabemos, n�o �?
De qualquer maneira...
H� outra bioqu�mica, a Phyllis, lembras-te dela?
Ela tamb�m n�o apareceu hoje. Ningu�m teve not�cias dela.
Tal como a Ruth e todos os outros.
Talvez tenha decidido ir-se embora.
Assim como fazes tu.
- Ou talvez a tenham levado. - Esses boatos n�o s�o verdadeiros.
Ent�o achas que fique?
Acho que deverias... fazer o que te faz feliz.
Vemo-nos por a�, Denny.
Hoje houve ainda menos incidentes de viol�ncia.
Parece que as pessoas em todo o mundo informam a Pol�cia,
quando suspeitam que algu�m possa estar envolvido na conspira��o.
Este aviso ir� salvar um n�mero incont�vel de vidas.
- O Comandante Supremo incentiva... - Estou farto da cara dela.
E de s� ouvir um lado da hist�ria.
A verdade � a verdade.
Ent�o, por que n�o deixam outros diz�-la?
N�o bebeste o suficiente?
N�o.
Eu acho.
Sabes que h� o jornal, Stanley.
Pois, diz exactamente o que ela diz.
�s vezes palavra por palavra.
N�o � s� isso.
� tudo. Olha para estas contas. O pre�o subiu em tudo.
Para fazer uma chamada interurbana, tens de ter autoriza��o especial.
Mesmo assim, a maior parte das vezes nem liga.
Disseste sempre que isto ia passar.
� melhor despacharem-se antes de nos afundarmos. Quero tudo como estava.
- Onde est� o Daniel? - N�o anda � procura de trabalho!
Stanley,
cuidado com o que dizes.
- O qu�? Na minha pr�pria casa? - Mas ele vive aqui.
E sabes que est� envolvido com eles.
- Est� bem, eu sei. Mas ele n�o... - Ouvi umas hist�rias...
- Boatos. - Hist�rias...
Sobre um membro do grupo dele que...
Fez o qu�? Denunciou?
Os pr�prios pais.
E eles desapareceram.
- Lynn, n�o acho que o Daniel... - Eu tamb�m n�o, mas...
O que � que ele vai informar? N�o somos cientistas.
- Eu n�o disse nada. - Foste muito cr�tico com ela.
Com eles. Os jornais. Tudo.
- Com ele. - Acho que ele n�o devia beber tanto.
Mas n�o foi s� isso que disseste.
S� disse que estava cansado...
Um lado das not�cias. O lado deles.
Eu queria dizer que,
s� ouvimos uma opini�o.
N�o � isso. Queria dizer...
N�o achas que ele foi telefonar, pois n�o?
Danny, onde estiveste?
Fui � casa de banho.
Achas que est� a mentir?
N�o quero ir para as montanhas, por favor. Odeio aquilo.
- � aborrecido. - Entra no carro.
Robin, tenta perceber. H� muitas coisas a acontecer.
Um colega do teu pai foi preso por conspira��o.
- Bateram na Polly l� na escola. - O Quinton continua desaparecido.
Por que n�o ficamos e lutamos?
N�o � assim t�o f�cil, Pol.
Mas o pai n�o � conspirador.
Eles tamb�m n�o.
- Entra no carro. - Mas os meus amigos est�o aqui.
- Especialmente os de uniforme. - Cala-te, Polly.
- Podia ficar com a Karen e a fam�lia. - Agora, Robin. Por favor.
Est� tudo bem... acho eu.
Sabemos o que est� a acontecer. A supress�o totalit�ria da verdade.
N�o apenas na TV. Tamb�m t�m os jornais. Somos v�timas da Lei Marcial.
E da paran�ia. Todos, em especial os cientistas, est�o com medo.
Ou a desaparecer. Como o meu parceiro e outros pol�cias...
que n�o cumpriram as exig�ncias,
para manter a ordem.
Ontem levaram outro m�dico e a fam�lia do meu pr�dio.
Porque querem prender tantos cientistas?
Devem achar que os cientistas podem descobrir como os deter.
Nunca os vamos deter. S�o demasiados.
N�o. Tem de haver uma maneira.
E h�.
Organizamo-nos. Qualquer estrutura complexa, como os nosso corpos,
come�a com as c�lulas individuais.
As c�lulas ir�o reproduzir-se e aumentar e juntar-se a outras.
- � tudo muito giro na biologia... - Ouve, Brad...
Desculpa.
Ou�am, sabemos que somos embrion�rios.
Podemos ser poucos. Mas de certeza que n�o somos os �nicos...
que se esconderam.
H� outros como n�s, na Am�rica, em todo o mundo.
N�o somos os �nicos que querem lutar contra esta coisa.
Ela tem raz�o.
Temos � de encontrar outros que pensem como n�s.
Depois vamos procurar mais e mais.
Precisamos de equipamento para um laborat�rio, comunica��es, tudo isso.
Precisamos de um quartel-general.
Devemos saber quem est� pr�ximo dos Visitantes...
e p�-los do nosso lado.
Como aquela, a Kristine...
Walsh, sim! Ela est� l� dentro.
Talvez demasiado l� dentro.
- Um de n�s devia contact�-la. - Tamb�m acho.
Eu vou ter com ela e descobrir se podemos confiar nela.
Encontramo-nos aqui na quinta-feira � noite?
- Por mim tudo bem. - Por mim tamb�m.
E cada um tem de trazer, pelo menos, outros quatro. Que tal?
- De acordo? - Sim.
Estou? � voc�, tio Pedro.
- Tio Pedro? - � voc�. Buenas noches.
- Tony, p�ra... - Temos tido problemas com o telefone.
Percebe? Problemas com o telefone.
Devem estar sob escuta.
� isso mesmo, tio. Os tais homens do telefone vieram c� ver as coisas.
Cheirou-lhes aos seus cozinhados.
Tinham a certeza de que iam p�r as m�os no seu burrito.
Claro que sim.
Mas eu gosto mais de comida italiana. Lembra-se?
Sim, sim, lembro-me.
N�o quero que fique a� especado.
Sei que tem pressa.
Boa sorte.
Outra.
- Por que nos querem na cidade? - � mais f�cil encontrar-nos.
Isso � t�o importante porqu�?
N�o temos a certeza, Pol, mas �.
Apanhem aquele tipo!
- P�ra! - Apanhem aquele tipo!
- Outro cientista? - Estava a ajudar um a fugir.
- � tratado como eles. De p�. - Tem calma, Bob. Ele est� ferido.
A culpa � dele. Se quebra a lei, tem de sofrer as consequ�ncias.
- V� l�, isto � diferente. - N�o �, n�o.
Um bandido � um bandido.
Nada mudou a n�o ser quem d� as ordens.
Pap�, como vamos passar por ali?
- Vamos lutar? - N�o.
Para onde vamos?
- Quem nos vai ajudar? - N�o sei.
Eu sei.
D� a volta.
O 'doutor' importante precisa da minha ajuda? Porqu�?
- Porque tens contactos na rua. - Podes ter a certeza.
N�o �s tu que t�s sempre a dizer mal da 'rua'?
Ouve, Eli, os tempos mudaram.
As ruas n�o mudaram nada.
O 'Homem' � que � outro.
Na verdade, as ruas agora est�o melhores.
O tipo pode fazer muito dinheiro bem depressa.
- No mercado negro. - Perdoa a express�o.
Sabes quanto custa a fruta fresca? E a carne de vaca?
Ganho mais a vender hamb�rgueres do que 'erva'.
Podes continuar a fazer tudo o que queres, Elias.
- H� alguns que est�o a tentar lutar. - Lutar porqu�?
- N�o me afecta e me enche os bolsos. - Elias.
Elias, o que est� a acontecer � errado.
Diz quem?
- Preciso da tua ajuda. - Onde estavas quando precisei de ti?
Elias, eu sempre te ajudei.
Estavas era um pouco ocupado.
- O menino de ouro. - Isso s�o coisas da tua cabe�a.
Devo ter ouvido a frase mais de mil vezes:
'Por que n�o podes ser como o teu irm�o Benjamin? O m�dico.'
E agora precisas da minha ajuda?
Preciso.
Gostava muito,
mas tenho de ir para a biblioteca da faculdade de medicina e estudar.
Vemo-nos mais tarde, irm�o.
A Lynn e o Stanley nunca usam esta cabana...
s� como arrecada��o.
Pai, isto � um nojo. N�o podemos viver aqui.
Podemos limp�-la.
- Eu nunca vou... - Robin!
Est� �ptimo, Abraham. Obrigado.
- Pe�o desculpa pela minha filha. - N�o faz mal, eu compreendo.
Mas eu acho que n�o compreendo.
Posso falar consigo, pai? C� fora.
- N�o acredito que os trouxeste. - Eles n�o t�m para onde ir.
A casa deles est� a ser vigiada.
E a nossa tamb�m, pelo Daniel. Diga-lhes que lamentamos.
Stanley, tu n�o percebes. Eles t�m de ficar. Precisam de se esconder.
- Porqu�? - Porque o pai � cientista.
E presumo que seja fugitivo, o que o torna duplamente perigoso.
- T�m de ficar. - Tire-os daqui antes...
- N�o tiro. - Ent�o, eu tiro.
N�o tiras, n�o.
Tivemos de te p�r dentro de uma mala.
Numa mala. S� tinhas oito meses.
Foi assim que te envi�mos para fora.
- Eu sei a hist�ria, pai. - N�o sabes, n�o.
N�o sabes.
A tua m�e, auv shalom,
n�o teve um ataque de cora��o no vag�o.
Ela chegou ao campo comigo.
Ainda a vejo... Completamente nua...
ao frio.
O seu lindo cabelo negro tinha desaparecido.
Raparam-lhe a cabe�a.
Ainda a vejo...
acenando-me, enquanto a levavam...
com os outros, para os chuveiros.
Para os chuveiros que n�o tinham �gua.
Talvez...
Se algu�m nos tivesse dado um s�tio para nos escondermos...
Eles t�m de ficar, Stanley. N�o compreendes?
Ou ent�o, n�s n�o aprendemos nada.
Mike! Meu Deus! Pregaste-me um susto de morte.
- Estava preocupada contigo. - Eu tamb�m estava preocupado comigo.
Por que � que eles querem tanto capturar-te?
- Porque vi as caras deles. - O qu�?
- N�o acreditas em mim, pois n�o? - � incr�vel.
- R�pteis com l�nguas... - � tudo verdade. Eu vi!
- Acredito que aches que viste. - Acho?
Diabos.
Mike, eu trabalho t�o perto deles todos os dias. � dif�cil...
Ser objectiva.
Isto foi uma perda de tempo.
- N�o te v�s ainda embora, Mike. - Porqu�?
Se eu visse a cassete...
Est� escondida.
Ouve, Mike...
come��mos isto juntos. � poss�vel que estejas certo.
At� posso ter-me aproximado deles mais do que devia.
� engra�ado...
era de ti que me queria aproximar.
Tens uma maneira estranha de o mostrar.
Gostava de ter outra oportunidade.
Obrigado.
Ol�.
Danny!
Assustaste-me.
- Que fazes aqui? - Assim que adormeceram, eu escapei.
J� n�o conseguia aguentar a vossa casa da piscina.
- A casa da piscina? - � demasiado pequena para n�s os 5.
� imposs�vel.
Estiveste a beber.
Sim.
- Com o Brian? - Ele estava l�.
Ele n�o bebe.
Acho que n�o aguenta.
Ele perguntou sobre mim?
N�o. Deveria?
Pensei que podia perguntar.
Esta noite n�o.
Gostei muito de te ver.
- Est�s muito bonita. - Mas noutras noites?
- O qu�? - Perguntou por mim noutras noites?
Sim, �s vezes. Acho que sim.
Perguntou para onde tinhas ido.
Pergunt�mo-nos os dois.
Especialmente eu. At� descobrir que estavas na minha casa da piscina.
Lembras-te quando disseste que n�o querias morrer antes de fazer amor?
- Ainda pensas assim? - Claro.
Achas que ele ainda � virgem?
Quem?
O Brian.
IMPORTA��ES E EXPORTA��ES
Fant�stico. Isto deve ajudar-nos a descobrir algumas fraquezas deles.
Esperemos que sim. Toca a mexer. Acho que n�o acreditaram em mim.
O que foi isto?
V�o, v�o.
For�a, Julie. Ali.
Por que paraste, Julie?
Vou buscar o Ben!
- �s louca. - N�o o posso deixar l�.
Julie! Julie!
Meu Deus, Ben.
Julie, n�o. N�o.
Vai-te embora.
N�o vou conseguir.
Seis d�lares por uma d�zia de ovos.
O Caleb est�?
- Que se passou? - O Ben foi ferido.
Como?
Tent�mos roubar equipamento para o laborat�rio. Atingiram-no.
O qu�? O doutor?
A roubar?
Devias ter vindo ter comigo. Eu ensinava-te a roubar.
Tamb�m a atingiram?
� melhor chamar uma ambul�ncia.
N�o precisamos de uma ambul�ncia.
J� fizemos o diagn�stico, n�o �?
N�o percebo, meu. Como fazes uma coisa destas sem...
- a experi�ncia aqui do teu irm�o? - Mas conseguimos.
O cami�o seguiu?
Olha para ti, meu, est�s um farrapo!
- Tens de aprender. - O pai est� c�?
Ainda n�o chegou.
Mas ouve...
Eu tento fazer de m�dico?
Claro que n�o!
Da pr�xima vez que fores fazer uma coisa destas,
avisa-me. Eu ensino-te como se faz, percebes?
� como arranjar isto. N�o tem nada que saber, � p�ra doce.
Pare�o o pai a falar. 'P�ra doce'.
Ele n�o demora.
Elias.
Bem, vens ter comigo.
Depois acabamos com eles juntos.
Tu e eu, os irm�os Taylor, meu.
Elias, ele n�o...
Damos cabo deles. Os irm�os Taylor...
Os irm�os Taylor.
Os irm�os Taylor. O doutor!
O doutor e o...
O doutor e o 'outro'.
O 'outro'...
Elias...
N�o!
O doutor n�o pode morrer.
O outro, sim.
O outro pode morrer, mas n�o...
n�o...
n�o... n�o o Ben.
O Ben n�o.
Diabos, Ben.
N�o!
Se queres fazer isso, f�-lo bem.
Eu mostro-te.
Compreendes?
De 'vit�ria'.
Vai dizer aos teus amigos.
CONTINUA
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