All language subtitles for anneliese.the.exorcist.tapes.2011

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Original subtitles

Os materiais utilizados para este filme s�o reais.

Tamb�m foram gravadas partes de um estudo m�dico.

Este estudo foi realizado em 17 dias no per�odo do ver�o de 1976

O material contido nele n�o foi adulterado.

Nele cont�m cenas s�o de origens gr�ficas e n�o � adequado para um p�blico jovem.

Propriedade do Minist�rio da Ci�ncia Pesquisa e Arte da Baviera. Sudeste da Alemanha

Baviera, Alemanha.

Dia 1 do estudo

13 JUNHO, 1976

IMPORTANTE SABER: As legendas PT/BR foram tradu��es do alem�o e do ingl�s e mais pr�ximo ao sotaque de como falam no filme.

N�o deve ser nada. - Isso j� aconteceu antes?

Eles sabem quem somos? - Bem.

Boa noite. - Boa Noite.

Eu sou o dr. Gruber. Fico feliz em ve-los novamente.

N�s n�o precisamos de um m�dico. - O que eles dizem?

Que eles n�o querem nos ver. - O que voc� quer?

N�o nos confirmaram sobre a investiga��o e tem nada por escrito.

N�o queremos que fa�am investiga��es Devo chamar a pol�cia?

N�o deixem eles entrarem

Padre Renz. - Dr. Kenneth Landers.

N�s estamos aqui para ajudar Anneliese.

O que tem Anneliese!?

Que, aparentemente, n�o est� nada bom. - Senhores, estamos nisso ha dois anos.

Quando ele teve o cuidado. Que n�o conseguimos nada.

Ela toma sua medica��o. O m�dico nada conseguiu.

Medicina j� fez ent�o ... mas agora nem tanto.

Ela deve tomar doses mais baixas.

Ela tinha dois anos. o que mais voc� poderia querer?

Agora t�m exames m�dicos. Podemos tomar na cidade.

No hospital. - Ela n�o vai deixar esta casa.

Fazemos testes simples.

� esse � o problema. Ela tem um surto psic�tico.

Ela estava com voc�, mas voc� n�o cumpriu a sua parte

Voc� vai ajud�-la?

Ela est� sob os cuidados de Deus, em tudo.

Desculpa eu n�o sei falar alem�o

V� para fora!

Parecia assim da �ltima vez que a viu?

Claro que n�o.

Vai para a cama. Vou dar-lhe um pouco de �gua.

H� muito o que explorar.

Seja cuidadoso. - Seja cuidadoso.

Quando foi a �ltima vez que dormiu? Ela est� esgotada.

Faz sentido ter esses tipos de ataques.

Dr. Gruber, isto parece horr�vel. Como se ela n�o dormisse durante semanas.

Precisamos dar-lhe um sedativo.

Venha Anneliese.

Segure-a. N�o � muito dif�cil.

� o seu filme, Steve. Venha!

Meu nome � Gruber Friedrich. Eu sou o m�dico.

Anneliese Michel �, desde a inf�ncia, como s�o meus pacientes.

Estavam muito preocupados com ela.

Seus pais vieram me ver alguns anos atr�s.

Anneliese ent�o sofria de dores de cabe�a.

E que n�o foi explicada. Quando utilizou-se uma medica��o.

E agora.

Estamos filmando. Voc� pode dizer seu nome m�dico e suas refer�ncias?

Eu sou o Dr. Kenneth Landers.

Dirijo esta minha pesquisa para estudar.

Crises 't�cnico cl�nicas' e dist�rbios, portanto, associados.

Fui trazido aqui pelo m�dico. Gruber.

Neste caso para uma consulta incomum.

Havia um contrato escrito.

Que disse que ele poderia vir.

Eu podia ver, e se fosse preciso ela seria levada at� um hospital

Agora, de repente dizem n�o.

Se voc� tem um contrato escrito... Exatamente. Dito isso, eu j� fiz.

Ou deixe nos falar com algu�m e neste caso, para �s autoridades.

O que voc� vai fazer a seguir?

Se necess�rio, irmos nas autoridades.

Por que voc� trouxe uma equipe de filmagem?

Eu tenho muitos anos de estudos sobre epilepsia e dist�rbios relacionados.

Nos Estados Unidos.

Quando ouvimos isso, n�s percebemos.

que poderia ser a oportunidade perfeita para estudar algo no local de trabalho.

e � dif�cil ter volunt�rios para este fim

e neste caso, o que acontece aqui � um caso perfeito.

O que chamamos de 'psicose interictal'.

Um estado psic�tico muitas vezes parece esquizofrenia.

Com todas as suas manifesta��es adicionais.

Manifestada no mesmo bem como a � a esquizofrenia cl�ssica.

Acreditamos que � uma atividade relacionada durante os ataques.

Estamos na casa ou Anneliese Michel ou Michael. Eu n�o sei bem com �.

Sou Steve Parker. Estou aqui com o dr. Landers.

Da universidade. A convite do dr. Gruber.

Por isso que fizemos este longo caminho porque.

Acontecem coisas que n�o temos experi�ncia.

H� Padres fazendo um exorcismo.

Os Padres n�o est�o aqui. Cheguamos h� algumas horas atr�s.

Coisas estranhas t�m acontecido.

Quando n�s fomos descer e no caminho ele virou.

Vimos corvos mortos.

Venha comigo. - Isso � nojento.

Quando entramos na casa, Anneliese apareceu.

E urinou no ch�o.

Ela lambeu sua pr�pria urina.

Nojento.

Leva-na para seu quarto! - Estamos com medo.

Tenho certeza. At� mesmo o dr. Landers se impressionou.

Eu nunca fiquei t�o impressionado.

Eu quero uma c�mera em cada canto! Quero poder ver tudo, ok?

Eu quer tudo isso num disco 'Freak Show'. - E como quer fazer o monitoramento?

Na cozinha. - Eu irei embora antes de escurecer.

Posso tirar fotos.

Da casa.

Muitos s�mbolos religiosos.

Formato de cruzes.

Sala de jantar. Uma casa em boas condi��es.

Deixe-me largar a camera

Abra a porta. Afastem-se

Voc� tem uma explica��o cient�fica?

Voc� quer que eu acredite que esta obra do diabo?

Qualquer pessoa acenda as luzes?

Venha aqui.

Agora vai, vai vai

Dr. Gruber, me d� o seu estetosc�pio.

Vamos, doutor.

20 mg de diazepam.

Senhores.

Segurem-na

Os outros querem o seu pr�prio m�dico.

Fodam-se

O que voc� est� fazendo? D� rapido uma nova dose.

Voc� fala Ingl�s?

Para fora.

Para fora. - Mantenha o take.

Para fora.

Pra l�, todo mundo. Voc� tamb�m.

Voc� tamb�m. Para fora.

Para fora.

Vou tirar voc�.

Segundo dia do Estudo Junho 14, 1976.

Pastor Oenz - Ah, apenas uma explica��o

Eu sou um Padre. N�o um Pastor. Sou cat�lico. N�o protestante.

O que eu digo? - Padre

Eu n�o sei o que isso significa. Padre Renz, voc� est� pronto?

Estou pronto. - Qual � o seu nome e por que est� aqui?

Eu sou o Padre Renz. Estou aqui para um exorcismo.

Embora n�o solicitado pela fam�lia.

O que voc� acha que o m�dico est� pensando?

N�o h� raz�o para isso.

Tiveram aqui por quase tr�s anos.

Para o tratamento destas coisas.

Eu n�o sou contra as drogas ou a ci�ncia m�dica.

Atualmente, n�o � mais �til.

Temos visto coisas estranhas. Como um diabo atua nestas obras?

De que jeito que ele se manifesta?

Esta pode ser uma maneira de falar.

De repente, algu�m fala uma l�ngua definitivamente n�o sabe.

Haviam pessoas que de repente estavam falando arm�nio

Um idioma falado no tempo anterior � Jesus.

E n�o existe nenhuma escrita nesta lingua. N�o se encontra nada

Anneliese cresceu em uma pequena aldeia da Baviera. Como voc� poderia falar grego?

Latin fluente... Incluindo o ingl�s, ou...

Italiano? Ela nunca esteve fora da Baviera.

Deixe-me em paz! Idiota.

Se n�o fizer eu furo os seus olhos! - Isto � claramente demon�aco.

A causa dessas explos�es � o manifesto aos homens diabo.

� uma esp�cie de 'ato'.

Voc� sabe o que o seu destino?

Sem uma investiga��o adequada eu n�o poderia dizer com certeza.

Eles n�o v�o. Por isso eu me sinto t�o frustrado.

Voc� estava l�. Como voc� explica isso?

Podem haver muitas explica��es para isso.

Causas sobre tremer a cama? Por pequenos terremotos.

Um pequeno terremoto? Voc� acha que algu�m acredita nisso?

Existem muitas explica��es.

Mas sem explica��es..

Voc� n�o tem id�ia do que est� acontecendo l�?

Pode um cientista explicar isso?

O que � isso? - Isso � novamante a Anneliese.

Pulando na cama.

Isso j� aconteceu, apenas fato isolado. Em seguida, levantou-se e n�o caiu

Virou-se, como se ela tevesse uma convuls�o ou algo assim.

E na cama n�o tinha ataques. Explica como estas situa��es de terror?

Como voc� explica isso? - Eu n�o posso neste momento.

Voc� est� filmando?

A c�mera est� pronta. Estamos filmando.

Foi uma noite louca. Vamos come�ar, dr. Landers?

Dr. Gruber? - Sim.

Acredito no que vi ontem � noite.

Uma menina na cama e uma convuls�o.

N�s demos-lhe um sedativo e eu pude finalmente faze-la dormir.

Isso � exatamente o que precisamos.

Infelizmente eu n�o sei o que mais a noite passada causou.

Esta n�o � uma quest�o mais cient�fica.

Voc� entende? Ela precisa de nossa ajuda. Ela sofre de falta de sono.

Acreditamos que os ataques.

Seu calmante ajudou.

Para que voc� fa�a uma vaca inconsciente.

O fez para seus exorcismos funcionarem?

Absolutamente nada. Hocus Pocus.

Igreja Cat�lica faz coisas em centenas de anos. como dizer...

Erradas.

Afirmaram que o mundo era plano.

Nem todos. Lutaram pela �rbita da Terra em torno do sol.

E ainda acreditam em dem�nios em fantasmas...

Voc� sabe que eu estou aqui em nome dos m�dicos?

Eles acreditam que esta menina mata.

O que voc� diz sobre isso? - Bobagem.

N�o � t�o bom para ela.

O que eles est�o fazendo?

Largaram ela cheia de sedativos. Isso deve prolongar a sua vida?

Eu n�o fa�o ideia. Eu n�o sou um m�dico. Ningu�m fez nada sobre isso.

Neste momento, � a sua melhor chance.

Eu o deixarei falar. Espero o mesmo de voc�.

Voc� fala de blasf�mia.

H� for�as entre o c�u e a terra, que voc� e eu n�o entendemos.

Este aqui � o escopo da f�.

Voc� s� concorda com esse 'Hocus Pocus'

Fantasmas e dem�nios? - Hocus Pocus?

Drogas t�m ajudado. - Como voc� explica.

Que falem l�nguas estrangeiras, mesmo que ele nunca tinha sido fora da cidade?

Aparentemente aprendeu em algum lugar.

Perfeito grego e latim. - Voc� pode levar para qualquer lugar.

Eu ensino algum grego? Voc� est� louco?

Ela ouviu da televis�o ou r�dio.

Pesquisas m�dicas mostram que as pessoas com crises, s�o muitas vezes

falam l�nguas estrangeiras que brevemente ouviu.

� bem conhecido. - Mesmo os textos religiosos, ent�o?

Eu n�o sei o que ela disse. Essa n�o � a quest�o.

O ponto � que a ajuda.

Pare e leve a Anneliese agora na cl�nica.

Voc� est� louco?

Continuar com o exorcismo.

� a nossa filha.

Vou processar. - Temos de continuar.

Vamos continuar enquanto persistir. - Se acalme.

� a nossa filha. - O que acontece agora de novo?

Agora torna mais f�cil. - Em primeiro lugar, deve ser estabelecido.

Eu diria o seguinte.

Eu quero saber � clara. Que � importante.

Voc� tem alguma id�ia de por que est� aqui?

Eu n�o acho.

Eu sou o l�der espiritual da Igreja nesta �rea alem�.

Estas expuls�es n�o s�o banais, mas recomendado.

Se voc� quiser saber mais pela diocese.

Pelo pr�prio bispo.

Voc� diz que quer ir fazer corte? Por favor fa�a.

Eles riram da� morte.

Este � um mundo diferente do seu.

Entenda que no passado.

Esta � maior do que voc� e ci�ncia.

Nesta �rea, os pol�ticos depois da igreja.

Isso � tudo. Obrigado.

Consulte o capel�o.

Basta. N�o mais de take.

Eu acho que as complica��es est�o sendo tratandas como

Exorcismo.

Acho que temos um caso.

Eu o chamava, a influ�ncia de doutrina��o.

Suspeito Anneliese.

Que as instru��es que devem agir.

E como os ataques olhar.

Por isso que o padre disse que ela possui.

O diabo faz o que ele mostra.

Neste caso, � muito complicado para resolver

Dia 3 do Estudo

16 junho 1976.

Apenas para a camera. Seu nome por favor.

Sou Jos� Michel, e Anna minha esposa. - O que aconteceu com sua filha?

Ela est� muito doente.

Seis anos atr�s que.

Ataque e tinha come�ado a fazer muito barulho.

E chorando. Como tudo isso come�ou?

Como tudo come�ou?

H� seis anos, ela t�m um ataque de epiletico

Ela teve convuls�es.

Ent�o ela come�ou a praguejar e assobios.

Ela come�ou.

Meu nome � Ernest, Alt. Eu sou Pastor, aqui.

Fa�a o seu melhor. Em Ingl�s, por favor.

Sou Pastor Alt Eu sou respons�vel por esta desta igreja.

O meu Ingl�s n�o � t�o boa. - Assim est� bom.

Eu posso falar em universidades. Estou nervoso.

Mova-se. Esta � a minha primeiraentrevista.

Voc� est� na TV? Voc� est� gravando?

Parece que n�o � m�dico?

Ao que parece... n�o � um caso para m�dico?

N�o, n�o havia nada. N�s fomos em um m�dico.

Que tem a sua medica��o forte.

Que n�o tem ajudado. - Levou-a ao m�dico.

Deu a sua medica��o forte, mas quem o ajudou.

E, de repente, ela lutou com a gente.

E n�s n�o ajudaria.

Ent�o n�s amaldi�oa.

E com a gente para lutar.

Por que eles possu�am? N�o � uma crian�a de sentimentos?

O que esses padres aqui?

Isso n�o foi tudo. - Isso n�o foi tudo.

Ela n�o queria que ela para nos ajudar.

E quando ele urinou no ch�o e brincar com sua urina.

Isso n�o foi tudo. Ele urinou no ch�o.

E brincar com voc�.

Sab�amos o que tinha que fazer.

Apesar de medica��o chamada o Diabo.

Apesar medicamento chamado que s�o o diabo.

Pensei que era mais do que isso.

Deve haver algo mais acontecendo.

Tinha que ser algo mais. - Estava possu�do pelo diabo?

O que voc� est� dizendo? - Voc� acha que?

Eu estava possu�da pelo dem�nio. - Somos uma fam�lia religiosa.

N�s cremos em Deus.

Somos uma fam�lia religiosa. Uma fam�lia cat�lica.

N�s cremos em Deus.

Ainda incomoda a presen�a de cientistas?

Voc� acha que isso vai doer? Eles querem ajudar.

Eu entendo que a inten��o � boa.

Isso n�o � nada. - N�o faz sentido certo?

N�o, aqui n�o.

E outros a verdade falando de dem�nios.

Sim, eu me arrependo dos meus pecados.

O que ele disse?

Quem �s tu, meu filho?

Refiro-me a Virgem Maria. Eles me pedem para possuir.

E outros a verdade falando de dem�nios.

Vou rezar a Maria.

Vai ficar com ela. Eu estarei de volta. - O que � aquilo?

Rezai � Virgem Maria.

A m�e de Deus.

Eles devem pagar por todos os seus pecados.

Eu n�o posso mais. - Voc� est� com medo?

Sim.

Ele vai ficar bem.

Tudo vai ficar bem. Voc� acabou de rezar.

Por favor Anneliese.

O que devo fazer? Voc� gosta disso?

Anneliese n�o fode? - O que voc� est� fazendo?

Voc� quer foder? - N�o, por favor Anneliese.

O padre quer me foder. - N�o, por favor Anneliese.

Eu sou uma freira! Vem foder.

Quero dist�ncia desta maldita coisa! V�o se foder.

Deus me ajude.

Estou com dor de cabe�a.

Esperado. Precisa de alguma configura��o.

Ele anda? N�o acredito no que vi.

Livros est�o voando ao redor e est� frio. Leve a c�mera para cima.

Ignorar os livros? - N�o, eles fazem para si mesmos.

Ir ver por si mesmo. - O que � aquilo?

Eu tive uma revela��o aqui.

Ela est� convencida de que a Virgem Maria fala.

E disse que a exorcismo deve continuar.

Para o mundo para aprender sobre posse e dem�nios.

Pai renz, venha depressa, por favor.

Vem rapido. Steve, levar a c�mera.

Socorro. Anneliese, estamos indo.

Capel�o, por favor. - O que aconteceu?

Vamos come�ar agora. Venha.

Eu n�o quero entrar! - N�o me diga o que fazer.

Venha agora. Esse � o seu trabalho.

Vamos entrar.

Caramba.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Algu�m tem controle?

V�, Satan�s.

Anneliese, venha aqui.

Eu sei que voc� n�o acredita em mim.

Parem de mata-la com a medica��o.

Parem de mata-la com a medica��o.

Nenhum.

V�, Satan�s. - Agora vai de qualquer maneira.

Nenhum.

Ser� que voc�, Steve? Eu n�o. Eles.

De volta.

De volta.

Dia 6 do Estudo

19 de junho de 1976

Os sacerdotes est�o aqui h� nove meses, e n�o melhororu. Isso n�o ajudou voc�s?

Por que voc� diz isso? - Eles n�o acreditam em Deus.

Ele n�o vai entender. - Ajuda um pouco.

N�o temos escolha.

N�o temos escolha. - Quando eles chamam o diabo.

�gua benta. - Quando eles chamam o diabo.

E �gua benta.

Isso ajuda um pouco. Em seguida, em voz baixa.

Voc� tem alguma outra op��o? Algo que voc� ainda n�o experimentou?

Diz que n�o tem uso. O que devemos fazer?

O que devemos fazer?

O que devemos fazer?

At� agora temos 60-62 tratamentos realizados.

E eu sou da opini�o, os meus colegas tamb�m.

Padre Reinz diz que eventualmente vai funcionar.

� muito complexo e sutil.

Ela olha, tudo o que eu n�o posso pensar, ora bolas ...

Eu n�o usaria essas palavras.

Mas ele fica melhor.

O que os det�m contra a sua expuls�o?

Eu sei que neste momento ainda.

Eu n�o acredito que isso vai nos livrar dele.

Sem d�vida, � uma muito forte dem�nio em seu controle.

� bom que se lembre que n�o � psicol�gico.

� o corpo, mente e alma. Tudo est� ali envolvidos.

Todos.

Ele existe. Por falta de uma palavra melhor.

Voc� acha que a ajuda exorcismo? - Ajuda a expuls�o de nossa filha?

Isto levar mais tempo, mas vai melhorar.

Temos que acreditar nele.

Isso leva algum tempo. Temos que acreditar nele.

� a nossa f�. Vamos coloc�-la em prova.

Nas m�os de Deus. - Deus nos ajude.

Deus nos ajude.

Esta � uma das mais de 40 grava��es de audio transcrito do exorcismo de Anneliese Michel.

Grava��o de �udio Anneliese.

- Fale mais...

O est� acontecendo por l�. (...)

Mas n�o pode ser comido. - Fale mais...

Cale-se! - Fale mais...

Os bancos voltaram para a igreja.

Kutmeubelen.

Est�o ajoelhados? Bancos de comunica��o?

- Fale mais... - Os pastores t�m...

Eu n�o vou dizer... - Fale mais...

Para ser reconhecido como um padre.

Para sempre... - Fale mais...

- Fale mais...

- Fale mais... - N�o pode se casar com ela.

M�e de Deus? - Sim.

- Fale mais...

- Fale mais... - N�o pode ser na igreja.

Pois eles j� s�o casados. - Por que n�o?

Portanto.

- Fale mais...

N�o deve ser ora��o.

Por qu�? - Por qu�? Por qu�? Por qu�?

Onde?

Na igreja e na fam�lia.

E especialmente este curdo. - O ros�rio?

Nenhum. - Fale mais...

Papa deve ser respeitado.

- Fale mais...

O que est� havendo?

Algumas das grava��es que t�m sido feitas nos �ltimos meses.

O que podemos dizer agora...

As tr�s entidades demon�acas est�o envolvidos.

A primeira afirma que ele era o Nero, imperador.

A segunda, muito perturbadora.

Adolf Hitler, me parece.

Isso � evidente a partir das palavras que usa. Pelo que eu entendo.

Mas o terceiro, o meu colega e eu nos preocupamos.

E aos di�conos, bispo e cardeal de Munique.

At� mesmo em Roma h� preocupa��es.

Esta caracter�stica parece ser mesmo sat�.

Ou um de seus principais disc�pulos.

Ele carrega por toda parte.

Polui tudo nela e seus arredores.

O que voc� ouve a partir de agora.

� muito pior do que tudo que voc� j� foi ouvido antes.

Por favor preste aten��o.

Pois eles j� s�o casados. - Por que n�o?

Portanto.

N�o deve ser ora��o.

Por qu�? - Por qu�? Por qu�? Por qu�?

Onde?

Na igreja e na fam�lia.

O que � isso? - Pegue alguma coisa.

O que � isso? - O que voc� est� procurando algo, Sandie?

Sandie, a c�mara 16 mil�metros. - Onde voc� est� indo, Anneliese?

Veja, padre. - Fique aqui.

Eu n�o vou, Steve.

Por favor me salve, pai.

Como voc� explica o que aconteceu?

Isso foi horr�vel. Como voc� explica isso?

Eu n�o sei como explicar o que aconteceu l�.

Eu n�o sou nenhum cientista, mas ele espera que algu�m pode acreditar nisso?

H� todas as explica��es poss�veis.

N�o acho que eles s�o dem�nios.

Eu acho que tudo o que acontece aqui.

Bem, eu admito, coisas nojentas.

Que o corpo humano pode ser colocado para a frente.

Essas coisas assustadoras, como voc� explica isso?

Eu posso neste momento...

O que � isso?

Manifesta��o. O que voc� diz?

Eu conhe�o essa palavra. - Eu sei.

Pronto? - Sim.

Dia 11 do estudo

24 de junho de 1976.

Voc� n�o pode se casar com ela.

M�e de Deus. - Sim.

- Fale mais...

- Fale mais...

Voc� n�o pode estar na igreja.

Pois eles j� s�o casados. - Por que n�o?

Portanto. - Fale mais...

N�o deve ser ora��o. - Por qu�?

Por...

Onde?

Na igreja.

E fam�lia.

E especialmente esta brincadeira.

Ros�rio? - Sim.

N�o direi nada al�m disso Deve ser tomado veneno.

- Fale mais... - N�o.

Estou Nero. Eu sou o terceiro lugar no grupo.

- Fale mais...

- Fale mais...

Tudo que voc� precisa kutbanden.

Ir para esse kitvent em Wurzburg.

E falar. - Como?

Acaba de ser lan�ado ao ar livre.

Durante a confer�ncia, o padre?

Diocese na placa?

O conselho de um sacerdote?

Dela s� para a maioria das pessoas sabe, entende?

- Fale mais...

Cale-se. - Fale mais...

Cale-se. - Fale mais...

As freiras usam vestidos de roupa de novo.

- Fale mais...

Nenhum. - Fale mais...

- Fale mais...

- Fale mais...

Papa deve ser respeitado.

Dia 14 do estudo 27 de junho de 1976.

Anneliese, como voc� est�?

Seus pais est�o l�.

Ol� querida. - Voc� tem que comer, certo?

Eu vou.

Olha, sua comida favorita. - N�o.

Sr. Deus nos ajude.

Eu n�o preciso de Deus. - V� a merda, imbecil.

V� se foder. - Anneliese, pare com isso.

V� se foder.

Deus esteja com todos voc�s.

O que aconteceu com Anneliese?

Que, � claro.

Ela n�o tenha comido novamente. Olha, sua comida favorita.

Ela � t�o magra. Ela parece ter dez quilos.

Relaxe. - Voc� pode aliment�-la por via intravenosa.

Padre, voc� deve nos ajudar.

Esses dem�nios assassinaram nossa filha.

N�o devemos perder a f� agora.

Agora temos de manter a nossa f�.

� ainda mais importante.

Que � t�o forte. - Eu sei.

Dem�nios que mataram a nossa filha.

O aux�lio de qualquer maneira?

Nos ajude.

A f� n�o est� perdida.

- Steve, por favor, Steve. Podemos ter um pouco de privacidade?

� t�o pesado.

Poder�amos levar a uma cl�nica, onde podemos levar a comida.

H� melhores cuidados. - N�s n�o queremos.

O que ele quis dizer, ent�o? - A menos que coma ou ent�o elamorre.

Eu sei isso.

O que devemos fazer?

Podemos aliment�-lo por via intravenosa. Na cl�nica.

Como podemos ajudar?

Voc� pode ajudar? - Deves aderir �s nossas cren�as.

N�s n�o podemos ser fracos.

Nossa fraqueza � pior e isso n�o podemos ter agora

perder nossa f� no Pai no C�u.

Ele vai ajud�-la e n�s. Que � a salva��o.

N�s n�o podemos fazer de outra forma?

Nenhum. - O Cardeal e Bispo v�o orar por ela.

N�s n�o podemos ser fracos.

e isto � o mais importante agora.

Voc� entende? Sr. Michel, ou�a.

Voc� precisa ter confian�a. Este � o mais importante.

Eu posso ir?

Steve, Sandie, v�o para cima.

Eu pensei que esta � uma psicose estava com del�rios religiosos.

N�o se pode excluir que mais esta possibilidade!

Portanto, precisa ir a um hospital e ser examinada.

Eu quero ajudar. Mas de que modo.

Ela tem que comer.

Tente comer um pouco, ajude sua irm�?

Todos os recursos e calorias do c�ncer no mundo n�o poderia ser melhor.

Como voc� sabe? - Voc� n�o quer saber se drogas tem ajudado.

� por isso que me tentar agora.

O que voc� est� fazendo? Como voc� sabe?

Para fora.

Por exemplo, o dem�nio trabalha. Por que voc� ouve.

Voc� quer que eu coma o qu�?

Eu farei de qualquer maneira. - N�o.

Voc� est� certo. Eu me sinto muito mais forte.

Nenhum. Deixe-me sair.

O que estava acontecendo aqui?

Sandy se jogou de frente.

Voc� pode me ouvir?

Se despir-se de novo, me avise.

Tenho certeza de que vai fazer em seguida.

Parece uma puta.

Dia 15 do estudo

28 de junho de 1976.

Eu dei-lhe agora uma droga.

Que n�o � verdade. Eu n�o sei como.

Corte, embora seu c�rebro...

E sob um microsc�pio.

Eu digo que eu n�o sei mais sobre o que est� errado aqui.

Uma coisa eu sei. Agora terminou com o exorcismo.

Ambos querem ver? No entanto, prestar aten��o a ns.

Voc� n�o deixar esta casa, steve. - Steve?

Steve, mant�nha l�, cara. - O que est� acontecendo?

Dr. Landers, o que acontece?

Anneliese, ent�o pare.

Olhe para mim, por favor, pare.

Anneliese, por favor, olhe para mim. Estamos tentando ajudar.

Anneliese, voc� vai mat�-lo. Pare.

Doutor, eu o matei.

Eu o matei.

Em nome do Pai e do Filho e do Esp�rito Santo, Am�m.

E perdoai as nossas ofensas.

Am�m.

Que vai melhorar com ele. - Est�vamos no tempo, gra�as a Deus.

� melhor.

Isso n�o � verdade.

Hoje eu perdi o meu colega.

Teve um ataque card�aco.

E a Anneliese o matou? Poss�vel.

Meus sentimentos sobre isso s�o contradit�rios.

Eu n�o tenho certeza se este tratamento faz sentido.

Dr. Kenneth Landers.

Steve?

Me ajude. - O Qu�?

Por favor.

Por favor ajude. Eles s�o muito apertado. Isso d�i.

Eu n�o entendo alem�o. Desculpe.

Por favor.

Preciso de ajuda. Por favor ajude.

Anne.

Isso d�i. - Bom.

Eu posso deixar um pouco mais solto. - Voc� pode fazer isso?

Por que voc� matou aquele m�dico? Porque voc� fez isso?

Eu n�o. Eu n�o fiz isso.

Eu n�o sei, ent�o... mas, eu n�o fiz.

Um pouco, certo?

N�o, vamos l�.

Voc� � uma puta est�pida. - O Qu�?

Voc� n�o sabia que a Anneliese fala Ingl�s?

Por favor deixe- me ir.

Ser� que esta cama n�o sua conhecido? Quem realmente deveria estar aqui.

E que a pessoa respons�vel est� presa. - O Qu�?

Era seu pai quando ele era pequeno. - N�o.

Que sempre ia para seu quarto. para deixa-la fumar?

N�o para. - O que posso dizer?

Foda-se! Se voc� gosta de voc� sentir que � de seu pai, certo?

Pare. Que voc� gostava quando colocava a sua m�o.

Embaixo da saia e que voc� deixou. Quando eles estavam em na mesa?

N�o �? - N�o n�o.

A��o de Gra�as, quando voc� conheceu sua av�? - N�o por favor.

E quando sua m�e estava doente e voc� teve que dormir com o seu pai?

Fraca! E 1964 foi um bom anopara voc�, certo?

Mas era pior quando ele ficou ainda mais velho.

Ent�o, teve a esperan�a de encontrar um homem. Mas n�o foi o mesmo.

N�o foi o mesmo. - Por que voc� est� fazendo isso?

Voc� � velha. Ningu�m te amou como ele fez.

Nunca te sentir assim quando quando voc� era pequena.

Voc� � uma outa usada. Voc� n�o passa de um peda�o de lixo.

A grande coisa est� come�ando agora.

Se eu fosse voc�.

- colocava fora essa mis�ria.

N�o compreender a si mesmo, voc� pode olhar no espelho.

Muito velha. Com os seios ca�dos.

E nada mais que um peda�o de lixo. Quem fez mais por voc�?

Ningu�m ser� seu para sempre. Voc� est� gasta.

Isso � bom... v� em frente. Vai, Sandie!

Doutor, voc� tem uma vis�o mais clara.

Esta pessoa de outra forma.

O ponto � que eu sei o que aconteceu ontem � noite.

Pelo menos vi o que aconteceu ontem � noite.

Eu n�o concordo, mas eu sei que um homem est� morto.

E n�s temos que chamar as autoridades. - Agora � o momento.

As autoridades devem ser chamada.

Eu n�o posso fazer isso sozinho. Eu falava a l�ngua.

Eu n�o sei quem s�o. Mas voc� tem que me ajudar, doutor.

Escute. Se as autoridades.

Agora a serem consultadas, somo voc� e eu.

E n�o podemos ajudar. Iremos lev�-lo a um lugar.

Al�m do nosso controle.

E se j� n�o podemos ajudar.

Quero lev�-la para ir a algum lugar onde voc� pode ajuda-la.

Ela � um perigo para si mesmo. - Doutor.

Se n�o me deixar fazer, ir� fazer o mesmo que com Steve e Sandie.

E n�s o faremos. Isso � o que n�s fazemos.

Ent�o voc� � o perdedor. - N�o � um caso.

Perdas. - Voc� tem que entender uma coisa.

Eu perguntei isso exorcismo.

Dos n�veis mais altos da igreja. - Isso n�o � comigo.

Pequeno mundo. Isso funciona.

Deixe-me terminar, por favor. Isso era algo.

Que foi apresentado �� diocese, e foi submetido a Cardinals.

Um pequeno grupo de cardeais em Roma, adere a estes eventos envolvidos.

Estas decis�es n�o s�o feitas de forma simples. Estas s�o tomadas ao mais alto n�vel.

Voc� sabe que algu�m morreu?

Sim, h� pessoas que morrem nessas situa��es. - As pessoas est�o morrendo nessas situa��es?

O que isso significa? Que n�o � normal?

Estas n�o s�o circunst�ncias normais. - Mas quando isso vai parar?

Quando?

� ela?

Pai renz. - Eu quero gravar.

De cima. - Quem � mais?

N�o. - Ent�o o que est� acontecendo?

Que. - Vem de cima.

Deus, o que � isso?

Meu deus. - Deus, eu vou destruir.

Voc� deve entender, h� duas coisas.

N�o � apenas a pessoa possu�da que � afetada. Todos ser�o afetados

A pessoa que faz o exorcismo, est� muito envolvido.

E � muito cansativo. Ela coloca tudo em uma pessoa.

Se eu fizer um exorcismo, � o meu corpo, mente e esp�rito.

Essas s�o coisas que a pessoa percebe no exorcismo.

Ele morreu enquanto ele estava fazendo.

J� tenho o suficiente? Ou�a.

Ajoelhe-se.

Ajoelhe-se 600 vezes para pedir perd�o. Acima!

Ajoelhe-se! Para cima!

Ouvi mendic�ncia? Ajoelhe-se! Para cima!

Ajoelhe-se! Escutei-a rezando? Implore o perd�o do pai, Jesus Cristo.

Acima! Ajoelhe-se!! Baixa.

600 vezes, vai fazer. Acima!

Fique de fora. - Padre Renz.

Fique de fora. Mova-se.

De joelhos. - O que voc� faz com ela?

Ela est� indo bem. - O que quer dizer?? Por que ele �.

Estas s�o circunst�ncias excepcionais. - 600? O que voc� est� falando?

600 ajoelhadas. - Muito tempo de joelhos, Padre.

Voc� n�o pode fazer. - Ent�o voc� vai precisar de uma cadeira de rodas.

Padre, ou�a. Eu s� estou aqui para cuidar dela.

E depois fomos para as autoridades. Estamos deixar Padre, voc� pode me ouvir?

O que voc� est� fazendo? - Levante-se!

Eu sou um ser humano.

Dr. Landers, que n�o fez nada.

N�o fez nada ainda.

Dr. Landers, por favor? Diga o que voc� fez.

N�o chore. Mova-se. - Tem miseric�rdia, por favor.

Suba - Perdoe-me.

� minha culpa. - � minha culpa.

Suba

Eu n�o aguento, d�i. - Ajoelhe-se, 600 vezes.

Perdoe-me, foi minha culpa. - Mais uma vez.

Baixa. Suba

Me perdoe.

Fique em p�.

Anne, ajoelhe-se.

De joelhos para cima e para baixo, por favor.

Pai, perdoe-me, foi minha culpa.

Minha d�vida eterna. - Levante-se por favor.

Baixa.

Pai, perdoe-me, foi minha culpa. Querido Deus, foi minha culpa.

Isso d�i. - 600 vezes.

Pai, perdoe-me, foi minha culpa. Minha d�vida ser� eterna.

Suba. Vou te ajudar. Vou ajudar a diminuir.

Sandy est� morta.

Ela pulou.

Temos ocasionalmente coberto casos dif�ceis, mas...

� imperativo que um hospital.

Eu tentei.. nos salvar e esta menina.

Uma espiral descendente. Onde est� claro que �.

- N�o pode se casar com ela.

M�e de Deus? - Sim.

Bem, deixe-o ir.

- Fale mais...

- N�o pode se casar com ela. Pois eles j� s�o casados.

Por que n�o? - Por que n�o? Por que n�o? Por que n�o?

Primeiro voc� tem que rezar. - Por qu�?

- Por qu�? - Por qu�? Por qu�? Por qu�?

Na igreja e na fam�lia.

E especialmente kurding. - O ros�rio?

Sim. N�o direi nada al�m disso

Deve ser tomado veneno. - Fale mais...

N�o!

Sou Nero, eu sou o terceiro grupo.

- Fale mais...

- Fale mais...

Que deveriam todos irem...

Ir para Kitvent em Wurzburg.

Sandy, a nossa assistente de v�deo est� morta.

Ningu�m tinha imaginado que ela estava indo cometer um suic�dio.

Em parte, pela penit�ncia e do exorcismo.

Vamos parar assim que tivermos algum esclarecimento.

Eu vou para as autoridades.

Dr. Landers.

Esta � a imagem quando a Sandie caiu.

N�o foi necessariamente da possess�o demon�aca. Eu vou descer.

Como voc� pode ver, as cruzes est�o viradas.

Est�o de cabe�a para baixo. E n�o existe alguma explica��o, mas...

N�o apareceu ainda. Que me disse.

Fotos.

E se n�s for descer um pouco mais e vamos ter outras imagens como...

Hey garota. Voc� � sexy.

O que voc� est� fazendo aqui? Voc� n�o deveria estar aqui.

V� em frente, � bom.

Bem, isso � bom.

Vamos.

Desculpe, eu n�o posso ajudar.

Sinto muito por tudo isso.

Eu quero estar no v�deo.

Eu passei toda a minha vida com as ci�ncias e estudei medicina.

Eu pensei que em dizer ao mundo, uma explica��o para isso.

Incluindo a morte. Mas tr�s pessoas morreram.

E eu n�o sei por que.

E eu tinha terminado fazer.

Voltei a cada semana.

Tenho vergonha em mim... Eu tive que fazer um fim.

Mas eu farei. Eu vou acabar com ela.

O m�dico est� morto.

Anneliese -por que tanta raiva?

Fique aqui.

Fique aqui.

Importa-se. - Padre?

Com v�deo? Fora daqui.

Salve-me! Pare! N�o!

Cuidado! - N�o!

Acalme-se, Liese, pelo amor de deus. - Orae, por favor.

Padre. - Acabou.

Acabou.

Oramos? - Se o cliente quer.

Ave Maria, cheia de gra�a. O Senhor � convosco ;

Jesus e bendito � o fruto do teu ventre.

Santa Maria, M�e de Deus.

Rogai por n�s pecadores.

Agora e na hora de nossa morte.

Para a eternidade, am�m.

M�e.

M�e.

Estou com medo. - � o suficiente, Deus.

Por favor.

Me responda.

Anneliese Michel morreu no dia 1 de julho de 1976.

de fome.

Essa m�o.

A ira do Senhor. Quem vem a mim trepadeiras.

Seus pais e os dois padres foram condenados por homic�dio negligente.

Cale-se. - Fale mais...

Mantenha sua boca fechada. - Revele mais...

Ningu�m deve sofrer esta dor.

- Fale mais...

Nunca duvidaram de que Anneliese estavivesse possu�da pelo dem�nio.

N�o! - Fale mais...

- Fale mais...

- Fale mais...

Papa deve ser respeitado.

- Fale mais... Anne?

Ministros precisam do seu p�lpito para pregar.

Realmente a besta existe.

Agora, no local de seu t�mulo de peregrina��o, h� um monumento da eterna a luta contra o mal.

Que o diabo existe?

Sim, voc� deve saber.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo. Am�m.

- Fale mais... - Bispos holandeses s�o hereges.

Hereges. De modo que � provavelmente o suficiente.

Ainda n�o. Conte tudo.

Recomendo o esp�rito de dizer tudo.

Ao mesmo tempo!

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo. Am�m.

Escusado ser� dizer que o que eu tenho a dizer.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Dizer a todos. Em nome do Pai, Filho e Esp�rito Santo.

Diga qualquer coisa. Em nome do Pai, Filho e Esp�rito Santo.

Que o exorcismo.

E do Esp�rito Santo. Am�m.

Traduzido pelo SRT-Translator e revisado em maio de 2015, por www.facebook.com/Tocando.Horror.Corpp

AGORA ASSISTA O TRAILER DESTE FILME

Quero que esta grava��es em disco. - � de minha culpa.

Eu tinha que fazer um fime.

Este exorcismo n�o s�o apenas comandos, mas sim realizados pelo di�cono.

Pelo bispo.

Ela tem que ir para o hospital e ser tratada com medica��o.

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