Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
UMA SÉRIE NETFLIX
Filho!
Não acredito que está aqui!
Graças a Deus.
Oi, Juan Pablo.
Cumprimente-o!
Cumprimente seu irmão, vamos.
Como você é gordo.
Como pode dizer isso?
Não seja mal-educado.
Não, mamãe. Ele tem razão. Deixe o coitado.
Estou barrigudo. Ninguém mais ganha peso na prisão.
Feche os olhos.
Feche-os.
Sem truques. Você é danado!
Sem truques. Você vai gostar.
Adivinhe o que é. Abra os olhos.
Então?
- Que lindo! - Obrigado!
Me dê um cigarro, Colômbia.
O último, parceiro.
Olha só você, cuzão!
- Não peça nada ao James! - Tome.
Não quero cerveja. Tem um cigarro?
Sim.
Faça-o pagar.
Cale a boca! Obrigado, Barny.
Venha quando quiser.
Preciso pedir para sair agora?
Agora não é hora de brincadeira. Armamos uma confusão.
Demos um golpe no filho da puta do Coco.
Para podermos cuidar daqui.
Podemos ser os reis deste lugar.
Beleza.
- Certo, rei. - Qual é o seu problema?
Como assim, "reis deste lugar"?
Este lugar é uma merda. Quer ser o rei da merda?
Estava de novo com filho da puta do Pastor?
Não vê que ele só está tentando usar você?
Está me seguindo de novo, filho da puta?
Mandou aquele colombiano desgraçado?
Não me siga, cagueta.
- Calma, idiota. - Pare de me seguir!
Não preciso mandar ninguém. Está óbvio em você.
Vejo como olha para ele.
Eu ralo pra cacete, e você vai lá e ajuda o inimigo, babaca?
Vai se foder, Marito!
Você rala fazendo o quê?
Vai se foder, Mario! Caia na real.
Este lugar é uma merda. Não temos nada. Nada! Do que está falando?
Você sempre tem uma história nova, outro plano.
Vamos roubar esse cara… Ou Gladys peidou.
Dá um tempo!
E você informa mais esses dois do que eu.
Ninguém me diz nada. Eu sei menos que todo mundo.
Puta que pariu!
Eu sou seu irmão ou o quê?
É sempre igual.
Ninguém me diz nada. Nunca. Agora ficou quieto.
Não diz nada porque sabe que tenho razão.
Você não tem nada a dizer.
Sabe que tenho razão, por isso ficou quieto. Não é?
Ele faz o mesmo com você. Ele é sempre evasivo com você.
Obrigado, Mario! Calou-se porque eu tenho razão.
Seu silêncio diz muito. O Sr. Borges se calou.
Olhe, idiota.
Conversamos depois.
Claro. O Sr. Borges não está a fim de falar!
Então não falem com ele! Ele só fala quando quer.
Só quando quer!
- Mario. - Marito!
- Mario. - Merda.
- O que foi, Mario? - Mario.
- Marito! - Chame a enfermeira!
- Chame um médico! - Vão!
- Mario, levante-se! - Enfermeira!
O refeitório é o epicentro de uma prisão.
Onde começam os problemas, brigas e rebeliões?
No refeitório. Por quê? Porque é um lugar grande,
com muitos detentos sem algemas.
Há poucos guardas, que não portam armas.
A comida é uma merda.
Ninguém transa.
Eles se masturbam e ficam desanimados.
Ficam agressivos. É um barril de pólvora.
Isso é em geral. Não acontece aqui.
Não na sua prisão exemplar. Aqui parece um jardim de infância.
No entanto, estou na sua prisão
para coletar depoimentos sobre um homicídio que aconteceu aqui.
A morte do guarda Osmar é um incidente isolado.
Foi a primeira vez…
A primeira vez que descobri.
Não vasculhei seu armário para ver se há mais cadáveres.
Ou embaixo do tapete.
Devo levantar o tapete…
Miguel Palacios!
Meu policial favorito. Senti falta da sua cara feia.
Vi você da última vez fugindo do fogo em San Onofre
a mil por hora.
Tranquilo.
Sem ressentimentos. Tudo bem.
Mas já que está aqui,
explique ao diretor Galván
qual prisão é melhor, San Onofre ou Puente Viejo.
O que é melhor para reintegrar os detentos?
Cuidado com o que diz.
Posso ficar com ciúmes.
O tratamento é o mesmo.
Então a disciplina é igual?
Uma forma válida de manter a ordem.
Posso?
Homens como esse
estão aqui porque são assassinos.
E o tratamento que recebem
é o que merecem.
- Você não é santo. - Nem torturador.
Pare, idiota! O que está fazendo?
Sem violência!
Vou enfiar esse bastão no seu cu e tirá-lo pela boca.
Sem violência. Entendeu?
Caralho!
Por que essa violência? Ninguém aqui mija água benta.
Opressor é opressor.
Guarda é guarda e policial é policial.
Não se empolguem, caralho!
Façamos como diz Aristóteles,
"Temos que sair da vida como de um banquete,
nem com sede nem bêbado."
Prossiga, Miguel.
Você está bem?
Capece, traga os rapazes
para eu pegar o depoimento deles sobre o assassinato que aconteceu
no seu jardim de infância.
Venham comigo.
A febre aumentou de novo.
Fiz tudo o que podia aqui, mas…
sem sorte.
Por que não ligamos para a emergência?
Cansei de ligar. Não virão buscá-lo.
Vamos deixá-lo morrer?
Não posso fazer mais nada.
Arnold.
Está me ouvindo?
Vamos, cara.
Vamos.
Estamos todos aqui, veja.
Estamos torcendo por você.
Não seja um filho da puta.
Porra, cara. Você consegue.
Vamos.
Aguente firme.
Vamos, mano.
Força.
Arnold!
Arnold!
Que porra é essa, cara?
Eu te amo.
Puta que pariu, Arnold.
Acho que estamos ali.
Se formos por aqui,
atrás disto,
chegaremos ao riacho.
Vamos ver.
Ei, Pastor.
Veja isto.
Puta merda!
Cara…
É o cara?
Pode ser.
O que houve com ele?
Como veio parar aqui?
Eu achei que ele tinha escapado.
Achei que escreveu o diário e não conseguiu levar
porque tinha partido.
Claramente, não é fácil fugir de Puente Viejo.
O que é isso?
Não sei.
Vamos olhar lá em cima. Depois continuamos.
Vamos pegar isso e cobri-lo.
O que aconteceu, querido?
Vim para cá correndo,
toda arrumada.
Está me deixando preocupada.
Antín descobriu sobre Diosito.
Descobriu o quê?
Que não é meu irmão.
Está me zoando.
Como ele descobriu?
Ele descobriu.
Vasculhando documentos judiciais,
arquivos, autos criminais…
Quantas vezes te disse para contar a ele a verdade?
É muito difícil para ele.
É muito difícil para mim.
Crescemos como irmãos, querida.
Toda vez que eu o abraçava, estava abraçando meu filho.
Mas não tive coragem de contar a ele.
O que vou fazer agora?
O que vai fazer? Vai dizer a verdade a ele.
Vai, porque não há tempo.
Tempo?
Tempo.
É isso.
Muito tempo se passou, querida.
Como faço para reverter isso?
Como esse garoto vai reagir?
Como… Quem se importa com a reação dele, Mario?
Antín vai usar isso contra você.
Por que sempre vai ao pronto-socorro pensando que teve um derrame?
Esse fardo é muito pesado. Se não contar a ele, vai acabar com você.
Puta que pariu.
"A família Molinari"?
"Chivo Molinari,
Departamento Penitenciário,
Puente Viejo, Hipólito Yrigoyen, 3581."
"Juan Pablo Borges."
Está com calor?
Quer água?
Sim.
Pode beber.
Muito bem, Juan Pablo.
Chamei você aqui
para perguntar como estão as coisas
desde o incidente.
Talvez não se lembre…
do incidente com Miguel Palacios.
Vocês não o chamam assim.
Vocês o chamam por outro nome.
"Pastor".
Não sei de onde tiraram esse apelido.
Vocês, detentos, às vezes são muito criativos.
Por exemplo, chamam você de "Dios".
Deve ser o deus dos idiotas.
Ou dos gângsteres, como eles costumam dizer.
Em todos os meus anos como diretor,
devem ter me dado mil apelidos.
Mas não sei quais.
Ninguém nunca se atreveu a usar um apelido comigo.
Pelo que ouvi,
você e Palacios têm se dado muito bem recentemente.
Ótimo.
Você pegou prisão perpétua.
São uns 30 anos aqui.
Quando sair,
vai estar igual a mim.
Todos temos que nos dar bem.
Vamos passar muitos anos juntos.
Padre.
Ele não merecia morrer assim.
Pense que, depois de tanto sofrer, ele não sente mais dor.
Não pode guardar rancor.
Você ainda está vivo.
Precisa pensar no seu futuro.
Somos só números aqui.
Não!
Não é verdade. Você ainda tem muito pelo que lutar, César.
E você não está sozinho.
Sabe que tem a Deus
no seu coração.
Pena que não o vejo há um tempo.
Seu filho da puta.
Lembra que eu dizia "não"?
Você conseguiu.
Desgraçado, vai reencontrar nossos amigos.
Mande lembranças para Oaky
e Pedrito.
O que aquele filho da puta está fazendo?
E para o Menino.
Estou aqui por você.
Descanse, mano.
Vão pagar pelo que fizeram com você.
Eu te amo, filho da puta.
Não vamos chorar.
Vamos nos despedir do jeito certo.
De cabeça erguida. Vamos lá!
Vamos lá!
Vamos lá, caralho!
Espere.
O que foi?
- Espere. - O quê?
Espere. Tenho algo importante para dizer.
O quê?
Espere.
Espere, querida.
Tenho algo importante a dizer.
Vou fugir, Emma.
Não sei quando, mas pode ser a qualquer momento.
- Prepare-se com as crianças. - Espere.
- Fugir? - Sim.
Para onde você vai? Está louco?
- Não. - Espere…
Não me envolva.
- Não. - Deixe-me explicar.
- Por favor. - Me escute.
É sério.
Achei anotações de um detento há um tempo.
- Por favor! - Por favor, escute, Emma.
Esse cara estava cavando um túnel para escapar.
- O quê? - Você vai entender.
Este é o cara.
Ele é seu pai, Emma.
Ele diz coisas lindas sobre vocês.
Meu caro Galván.
Desculpe incomodá-lo,
mas tenho más notícias para você.
Pode ir direto ao ponto?
Olhe.
Andei por aqui,
inspecionei o local
e concluí
que em Puente Viejo
há superlotação,
promiscuidade,
insalubridade,
maus tratos contra detentos,
tortura,
homossexualidade,
consumo de narcóticos,
violações dos direitos humanos…
Não mais que em San Onofre sob sua administração.
San Onofre era exemplar na minha administração.
Antín.
Se abrir uma investigação,
será a última coisa que fará no departamento.
Vou pegar sua advertência e limpar meu cu com ela.
Vou fazer você se ajoelhar, tirar a dentadura
e chupar meu pau até o freio gastar,
do meu pau e da sua língua.
Meu pau vai ficar esfolado
igual à boceta esfolada da sua mãe.
Ouviu, seu gordo velho filho da puta?
Entendeu?
Sua vadia louca!
Sua vadia filha da puta!
O que foi?
- Miguel não quer me ver. - E?
- Por que contou sobre o Lucas? - Eu não contei. Calma!
Por que ele não quis me ver?
Ele tem coisas importantes na cabeça! Calma, sua estúpida!
Acabei de ter
um orgasmo verbal com o diretor de Puente Viejo.
Mandei ele para a puta que pariu, falei um monte na cara dele.
Está se masturbando com ela?
Seu careca pervertido.
"Careca pervertido". "Caretido".
Você a conhece?
Não, mas ela acabou de discutir com Molinari.
Ela veio visitar um tal de Miguel, que não quis recebê-la.
Molinari veio ver Palacios.
Então, quem é ela?
Não sei, mas parece um trio amoroso.
Se isso acontece conosco, por que não com aqueles canalhas?
Chegue perto.
Oi, querida.
- Você está bem? - Cuide da sua vida.
Precisa de ajuda?
Permita que eu me apresente. Sou Sergio Antín.
Ministro da Segurança Nacional.
Sou responsável por Puente Viejo. Veio visitar Palacios, não?
- Sim. - Então venha aqui. Eu te ajudo. Entre.
Entre. Foi visitar seu ex-marido
e ele não quis vê-la?
O mundo está cheio de ingratos, não é?
Sei que não fui uma boa mãe. Mas há alguém melhor para um filho?
Com quem Lucas está agora?
Com Emma.
Molinari?
Não, ela é a pior. É uma filha da puta, uma pessoa ruim.
Ela é uma jararaca.
Precisa afastar seu filho de Molinari o mais rápido possível.
Mas como? Não tenho dinheiro nem emprego. Moro em uma pensão de merda.
Não seja tão negativa.
Sua situação vai mudar.
Sou funcionário público.
Estamos aqui e estou ao seu dispor.
Vou começar agora.
Vou te dar um dinheiro
para comprar o que precisar.
Tudo que peço em troca…
- Silvia, certo? - Sim.
Tudo o peço em troca, Silvia,
é que me notifique imediatamente de qualquer movimento
de Molinari e/ou Palacios.
Certo?
Está bem.
Descarte uma, Patón.
Não me mostre. Apenas olhe. Mostre a ele.
Olhe.
Tem algo pra beliscar aqui?
Droga.
Está duro feito pedra.
- Diosito. - O quê?
Temos que conversar.
Podem nos deixar a sós um pouco, por favor?
E aí, Mario?
É outra ideia de negócio?
Eu pergunto sobre sua irmã?
Não fique na defensiva.
- Vamos. - Vamos.
Vão, pessoal.
Vamos lá, rapazes.
Vão!
Todos para fora.
Venha aqui, Diosito.
O que você quer fazer? Dá pra ouvir daqui. O que é?
Vamos, loirinho. Venha aqui.
Me deixe em paz. Já discutimos e você quase morreu.
Nossa, você é um pé no saco.
Você está estranho, Mario.
Que pé no saco!
O que você quer?
Há muito tempo…
conheci sua mãe.
Minha mãe
não é a sua mãe.
Quero dizer,
a mulher que você conheceu,
Nelly,
que criou você,
não é a sua mãe.
Ela era minha mãe.
Só isso.
Nelly,
minha mãe,
adotou você
quando você era bebê.
Ela te criou
porque você era um bebê…
e eu estava na prisão.
E sua mãe de verdade…
não existia.
Minha mãe morreu quando eu era bebê?
Sim.
E Nelly não é minha mãe?
Não.
Então ela não é minha mãe.
Não.
E por quê?
O que aconteceu?
Sua mãe e eu tínhamos um trabalho a fazer.
Nós saímos. Era… um trabalho.
E deu errado.
Ela foi morta.
Atiraram nela.
Então Nelly
adotou você
e o criou.
Esta é a Ana.
Sua mãe de verdade.
Ela era linda.
Eu a amava muito.
Então não somos irmãos?
Não.
Não somos irmãos.
Eu sou seu pai.
Seu filho da puta!
Eu vou matar você.
Você arruinou a minha vida! Estragou tudo, filho da puta!
Minha vida é uma mentira!
Vou matar você.
- Filho da puta! - Parem!
Vou te matar!
- Eu vou matá-lo. - Solte-o!
- Solte-o! - Vou te matar.
- Vou matá-lo. - Solte-o!
- Me solte. - Pare, idiota!
Vou matar esse filho da puta.
Calma!
Vou matá-lo!
Me larga! Vou matá-lo!
Ei, idiota!
Vai se foder!
Minha mãe
não é a sua mãe.
Não somos irmãos.
Eu sou seu pai.
Esta é a Ana.
Sua mãe de verdade.
Não somos irmãos.
Sou seu pai.
Não somos irmãos.
Venha comer enquanto está quente. É mais gostoso!
Esta já está quente.
Tem empanadas para você.
Não gosto de empanadas.
Parece uma favela.
É uma favela.
O que está fazendo?
Foi namorar, perdeu o lugar.
Como pode ser tão idiota?
Marito! Me tire daqui, Mario!
Por que está aqui?
Você a matou?
Seu traidor de merda!
Vamos!
Volta, filho da puta!
Que diabos está fazendo aqui? Seu filho da puta!
Enfermeira!
Salve-o para mim!
O tribunal sentencia
os réus a prisão perpétua.
Podem levá-los.
Cumprimente seu irmão!
Dê um abraço nele.
Abra os olhos.
Adorei!
Seu castigo acabou. Pode sair.
E, obviamente, nosso acordo está cancelado.
Todas as autoridades estão de olho em mim.
É nessas horas que vemos a lealdade.
Sempre fui leal a você.
Não estive sempre do seu lado? Nunca tivemos problemas.
Você matou um guarda, seu filho da puta.
Não foi com você. Foi com quem mexeu com a minha família.
Conversamos depois.
Pode levá-lo.
Puta que pariu!
O que houve?
O que houve?
Quando estávamos no buraco, revistaram tudo aqui.
Quase nada sobrou.
Levaram tudo e quebraram o que sobrou.
Você não previu isso?
Coco!
Não previu?
- Pai. - Idiota!
Coco, seu filho da puta!
Pare, pai!
Saiam daqui! Me soltem!
Seu filho da puta!
Veja o que fez com a família!
Seu cuzão!
Cuzão!
Coco!
Isso é culpa do Borges.
Desde que esse filho da puta chegou,
tudo
virou uma merda.
O que houve aqui?
O que houve?
O que houve com ela?
Acho que foi o Bardo.
Não o encontraram?
Não.
Eles nos atacaram porque estamos fracos.
Quando você está fraco,
seu rival acha que é mais forte.
Venham aqui. Olhem.
Este lugar
era nosso.
É nosso. E será nosso.
Quem se atreve a ficar diante de mim
e disputar meu território?
- Oi. - Tentei te ligar. Onde você estava?
E as crianças?
Mica acabou de dormir.
Lucas terminou a lição. Está vendo TV.
Quero que veja isto.
O que é isto?
De onde tirou isto?
Miguel me deu.
Estava num túnel em Puente Viejo.
Aparentemente, levaram o papai para lá, mas não há registros.
Miguel está tentando fugir pelo mesmo túnel que o papai.
Você concorda com isso?
Não.
Mas é isso ou esperar 20 anos.
Não sei quando ou para onde, mas vamos partir.
Oi, Cata.
Oi.
Como vai?
Bem.
O que o traz aqui?
Quero agradecer pelo que fez pelo meu amigo.
Não precisa.
Eu acho que sim.
Isto é para você.
Era do Arnold.
Quero que fique com você. Você é diferente, sabe?
Você também.
Obrigado.
É uma pena que… ser diferente aqui faz você ser ferido.
Você é um cara legal, César.
O que fizeram com o Arnold foi terrível, mas não desista.
Encontre outro caminho.
Faça seu destino.
Pode ser.
E então?
O que houve? Onde ele está?
Não o encontrei.
Cadê aquele desgraçado?
Ele vai mudar de ideia.
Sobre as coisas importantes…
Coco e seus capangas?
Sim.
Cavamos a cova, temos que enterrá-los.
Fiquem atentos.
Me avise de qualquer movimento.
- Sim, senhor. - Entendido.
Aquele desgraçado me socou forte.
Apostei tudo em você.
Apostei tudo em você.
Fizemos esta parte.
Falta este pedaço.
Vamos levar umas duas horas.
Nós dois conseguimos em duas horas?
Eu diria umas quatro ou cinco horas.
Não. Duas no máximo. Cinco é muito tempo.
Calma. Sou eu.
Vou com vocês.
Legendas: Fabio Teixeira
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.