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Sura.
Quando os romanos chegaram,
achei que nunca mais a veria...
Eu sempre estarei com você.
Nem os deuses podem nos afastar.
Eu os mataria se tentassem.
Levem-no para o banho.
Mas primeiro cuidem desse maldito cabelo.
Senhor.
-A piscina está seca. -É, precisamos de chuva.
Dinheiro resolveria o problema.
Precisamos disso também.
Como vai seu novo animal de estimação?
Respirando.
A quantia que ele custou encheria nossa piscina por um mês.
Pagou mais do que o necessário.
Paguei o que ele vale, Lucretia.
Spartacus é um cadáver ambulante.
Quanto tempo vai levar para ir para a cova,
levando consigo seu investimento?
Só depois que servir seu propósito.
Do comandante Claudius Glaber.
Suas intenções?
Atender aos meus desejos.
Ele virá aqui?
Em dois dias.
A razão de sua visita não foi revelada.
Em palavras, mas o significado é claro.
Veio me agradecer.
Pelo quê? Por pagar caro demais pelo Trácio?
Spartacus desafiou a tentativa de assassinato de Glaber na arena.
O povo pediu liberdade, uma vergonha para o comandante.
Ofereci comprá-lo como alternativa.
Por um preço inflacionado?
Se Spartacus sobreviver para fazer o juramento,
a arena será seu túmulo, como era a intenção. Se não...
Sua morte será um prazer para o comandante.
Desejos bem atendidos.
Ainda são necessárias mais carícias.
Um simples gesto de gratidão do comandante não é suficiente.
Queremos mecenato como recompensa.
Nada menos que isso.
Com o comandante como patrono...
Suas moedas transbordarão nossas piscinas.
Precisamos preparar um banquete.
Pequeno.
Com vinho. E água. Muita água.
O suficiente para umedecer a língua.
Sacrificarei um touro para agradar os deuses.
Talvez algo menor.
Um carneiro.
Aos deuses. Que nos abençoem com a boa sorte.
Não acredito. O safado continua vivo.
É ele?
O Spartacus de quem tanto falam?
Spartacus? Meu nome é...
Ninguém quer saber quem você era, Trácio.
Não estou nem aí para quem ele é.
Que lugar é este?
O além, meu amigo.
Ou o exterior de seus portões enferrujados.
É um honrado convidado de Batiatus,
mestre do grande ludus de Cápua.
Ludus?
Uma escola de treinamento,
onde homens se transformam em deuses,
com sangue como manjar e a arena como montanha!
Gladiadores.
A mais verdadeira das irmandades.
Se sobreviver aos próximos dias,
você e os outros recrutas serão parte de nós.
Levarão a nossa marca.
Enquanto isso, deseja alguma coisa?
Comida? Água?
Talvez óleos perfumados para seus pés?
Água.
Ele não é muito esperto, não é?
O que esperava de um trácio?
Tem cheiro de merda.
Todos eles têm.
Menos as mulheres.
Elas cheiram a mijo e merda.
O que é você?
Sou gaulês.
O maior de minha espécie. Crixus, o Invicto!
Um gaulês.
Isso explica por que tem cheiro de mulher.
Cuide de suas feridas.
Coma. Descanse.
Quando renovar suas forças, voltaremos a esse assunto.
Fracos.
Fracos!
Monte de merda. Não há um homem sequer no meio deles.
Então devia se juntar a eles, seu babaca.
O que há sob seus pés?
Respondam!
O que há sob seus pés?
Areia?
Crixus! O que há sob seus pés?
Terra sagrada, professor!
Regada com lágrimas de sangue!
Suas lágrimas. Seu sangue.
Suas vidas patéticas transformadas em algo de valor.
Ouçam.
Aprendam.
E quem sabe, vivam. Como gladiadores.
Agora, recebam seu mestre!
Vocês foram abençoados,
cada um de vocês,
por estarem aqui,
no ludus de Quintus Lentulus Batiatus!
Casa dos melhores gladiadores de toda a República!
Provem seu valor nos dias difíceis que virão.
Provem que são mais do que escravos comuns.
Mais que homens.
Se falharem, morrerão.
Seja aqui onde estão, ou vendidos para as minas.
Tenham sucesso e alcancem a honra de estar entre meus titãs!
Batiatus! Batiatus! Batiatus!
Um gladiador não teme a morte.
Ele a abraça, a acaricia.
A fode.
Cada vez que entra na arena,
coloca o pênis na boca da fera.
E reza para tirar antes que a mandíbula se feche.
Nenhum de vocês, cachorros perdidos, duraria sequer um segundo.
Com exceção de um.
Este Trácio triste e espancado
enfrentou quatro na arena.
Condenado a morrer,
com nada além de uma espada para defender a vida.
Eles o atacaram!
Várias vezes!
Ele desafiou a morte! O destino! Os próprios deuses!
Spartacus! Spartacus! Spartacus! Spartacus!
Olhem para este homem! Estudem-no.
E percebam
que ele não é nada.
Um covarde. Um desertor da tropa auxiliar.
Sua vitória na arena? Tão vazia quanto sua coragem.
Ele lutou contra os homens mal treinados de Solonius,
rival de seu mestre.
Se Spartacus tivesse entrado na arena com qualquer gladiador daqui,
sua cabeça teria saído bem antes de seu corpo.
O Trácio discorda.
Que tal uma demonstração?
Crixus!
Espadas de treinamento.
Prove que estamos errados, Spartacus.
Pegue.
Spartacus!
Esse não é o meu nome.
Seu nome, sua vida,
somos nós que decidimos.
Talvez o covarde precise de vantagem para acalmar o tremor dos joelhos.
Gladius!
Pegue.
Não posso fazer nada com ele.
Mande-o para as minas.
Sentindo-se descansado?
Um ataque deve possuir uma boa base.
Ele tenta atacar antes de retomar o equilíbrio.
Crixus!
Permita vantagem às suas costas e morrerá.
Fique corpo a corpo com um oponente mais poderoso e morrerá.
Arremesse sua espada na arena e morrerá, de novo.
Sua tolice custou uma vida.
Mas a sua ainda pode ser redimida. Dois dedos.
Um sinal de rendição. Um pedido de misericórdia
ao editor dos jogos!
Implore por sua vida, coelhinho.
Quebre o crânio dele.
Crixus!
-Senhor. -Continue o treinamento.
Ele tenta matar seu melhor homem e o deixa viver?
Glaber virá visitar amanhã.
Sua intenção com o Trácio pode envolver sangue.
Até que o mecenato esteja garantido, vou mantê-lo aquecido e fluindo.
Meu Deus, que calor!
O suficiente para ferver a língua!
Coma.
Malditos escravos e criminosos, todos eles.
Nós somos melhores?
Você sobreviveu à sua própria execução.
Duas vezes, se contar que o gaulês
não enfiou seu cérebro na areia.
Você é diferente, Trácio.
Diferente deste grupo infeliz.
E você?
Varro.
O pior do grupo.
Um homem livre inscrito por vontade própria.
Por que um homem se condenaria a isto voluntariamente?
Uma pequena dívida que se tornou grande.
Não conseguia pagar.
Se a preocupação fosse só comigo...
Família?
Esposa e filho.
Um menino.
Dois anos na arena. Meus ganhos os manterão alimentados.
Ganhos?
Se lutar bem, ganha uma moeda.
Suficiente até para pagar o que devo, se os deuses me derem sorte.
Os deuses.
Você é um tolo.
Não o único, pelo que vejo.
Foram os melhores que consegui.
Um ou dois têm futuro.
Mas o resto, minha mãe os venceria na arena.
Você não tem mãe.
Foi expelido da vagina do submundo.
-Por isso gosto de você. -Não havia oferta melhor?
Melhor, sim! Que eu pudesse pagar, não!
Fica aí questionando e reclamando,
ao invés de se dispor para a tarefa!
Quero honrá-lo, Batiatus. E este ludus.
Embaixador Glaber virá visitar. Espero que traga sorte renovada.
Até lá, esses homens são o que temos.
Endureça-os ou transforme-os em migalhas para as minas.
Sua vontade. Minhas mãos.
Ovidius! Desculpe pela demora!
Desculpas aceitas se vierem com moedas.
Três meses de grãos,
pagamento atrasado.
-Três? -Exato.
Os Jogos de Vulcanália se aproximam.
Se eu conseguir segurar a dívida até lá...
Principal, mais 30%.
Trinta?
Ou pague a dívida agora.
Principal mais 30 depois de Vulcanália.
No dia seguinte.
Eu conseguiria enfrentá-lo.
Crixus?
Ia se cagar todo.
Eu não teria acabado no chão como um cachorro.
Sem treinamento, o gaulês teria vencido
qualquer um de nós, Kerza.
Dizer o contrário é besteira.
Rezo para não enfrentar Crixus no teste final.
Não há com o que se preocupar.
Nunca vai chegar tão longe, babaca.
Todos podem chegar ao teste. E além dele.
À liberdade.
Um dia. Se lutar bem.
Liberdade.
Não faz sentido sem o dinheiro para mantê-la, Varro.
Conquiste o coração da multidão na arena
e conseguirá as duas coisas.
Lutou contra os gladiadores.
Acha que temos chance?
Todos vocês vão morrer.
Levantem-se!
Vão dormir quando provarem que são homens.
Mantenham o passo!
Está tarde.
É.
Volte para os seus sonhos.
Em breve.
Precisamos de um vinho melhor.
Precisamos de muitas coisas.
Nós as teremos de novo.
Os preparativos estão prontos?
Cuidei de tudo.
Não podemos falhar amanhã.
Se conseguir o mecenato de Glaber...
Vai conseguir.
Como sabe?
Fizemos tudo o que podíamos. Agora está nas mãos dos deuses.
Venha para a cama.
E traga esse vinho horrível.
Eu imploro.
Não me prejudiquem.
Parem!
O treinamento do dia começará em breve.
Comam.
Minha nossa.
Agora treinamos o dia inteiro?
Ainda acredita que todos os homens chegarão ao teste?
A maioria.
Então continua tolo.
Batiatus pagou por esses homens?
Muito pouco, pelo que parece.
O jeito romano. Vidas por moedas.
Algumas mais merecedoras que outras.
Ouvi dizer que um certo trácio foi bem caro.
Gostaria de ver o preço subir mais ainda.
Lembro-me da dureza da marcha quando era recruta.
Devem estar loucos de fome.
Encham suas barrigas!
Merda.
Me acorde quando for hora de morrer de novo.
Desculpe pelo mingau. Barca acha a brincadeira divertida.
Pelo menos ele não mijou no mingau desta vez.
O gosto fica ruim.
Os dias serão difíceis sem comida.
-Mais ainda. -Vai me dar seu pão?
O meu, não.
Movo as coisas desta mão para aquela.
Até fora destas paredes.
Tudo o que precisar, Ashur irá providenciar.
Não gosto de dever nada.
Não peço nada em troca.
Minha única preocupação é sua força e bem-estar no dia que virá.
Fale claramente.
Dito de forma simples.
Além de outros serviços, ofereço probabilidades.
Este homem vai viver? Aquele vai morrer? Quando? Como?
Em que dia e hora? Jogos para passar o tempo. E a moeda.
E o que diz sobre mim?
Doze a um a favor das minas.
Apostam mais na sua morte.
Crixus vai perder muito dinheiro se contradisser as apostas.
Vou garantir que isso aconteça.
Não pense que somos amigos.
Não penso.
Como conseguiu isto?
Jogando com as probabilidades.
Sinto que estão prestes a piorar.
Glaber.
Chame-me de comandante.
O animal. A marca de sua espécie.
Onde está ela?
Quem?
Sua esposa?
-Onde? -Onde eu quiser!
Ela não lhe fez nada.
Eu sei. Mas você...
Você me fez. Levou a tropa auxiliar à deserção.
Questionou meu comando,
pôs em perigo minha situação com o Senado.
E na arena, de novo, por não saber quando morrer.
Minha vida pela dela.
Sua vida não lhe pertence!
Se eu quisesse que fosse morto, só precisaria sussurrar
e o bom Batiatus o comandaria!
Então diga as palavras em seu ouvido.
Engana-se a meu respeito, Trácio.
Verdade, já busquei a morte como pagamento por suas desfeitas.
Mas hoje vejo que isso foi errado.
Desejar um final rápido demais.
Não. Meu desejo tornou-se sangue.
Derramado gota a gota, até que seja completamente drenado.
Eu disse que a sombra de Roma era vasta.
E você há de morrer debaixo dela, pedaço por pedaço,
para o delírio da multidão.
Um presente de despedida para nos manter ligados.
Peguei da coxa dela para preservar o cheiro.
Antes que meus homens o maculassem com o deles.
Não!
Ela foi uma diversão selvagem.
E quando a luta finalmente deixou seus olhos,
eu a vendi para um sírio desagradável por meia moeda.
O Trácio finalmente entendeu seu lugar diante de mim.
De joelhos.
Então sua visita ao Trácio foi satisfatória?
O homem não é mais meu problema.
Nem um pouco!
Preparamos um banquete em sua homenagem!
-Vou para Roma. -Roma? Agora?
Algo para a viagem, então?
Não devia ter se incomodado, Lucretia.
Esses pratos comuns fazem mal ao meu estômago.
Vinho, talvez, enquanto esperamos seu marido?
Sestiano?
Não, mas algo com o mesmo sabor?
Água, então.
O calor e a poeira. Será que algum dia vai voltar a chover?
Só podemos rezar.
Não piso em Cápua
sem ouvir alguém implorando aos céus por água.
E os deuses continuam a nos ignorar.
Talvez os tenhamos ofendido.
Tento fazer alguma coisa todo dia.
Então você é a causa, Ilithyia.
Eu ficaria mais afastada.
Júpiter pode arremessar um raio a qualquer momento.
Ele teria de escolher entre os alvos.
Achei que estivesse diante de uma mulher romana decente.
Decente é uma palavra inventada por homens para nos escravizar.
Kerza, levante-se!
Já esteve dentro de um ludus?
Não. Sempre quis.
Mas meu pai nunca deixou.
Obedece aos comandos dele?
Não todos. Nem os de meu marido.
Como vive com o barulho e o cheiro
desses animais?
São selvagens, não são?
Parece que saíram de um sonho febril.
Isso não é preocupante?
E se todos enlouquecessem ao mesmo tempo, querendo sangue?
Este ludus está na família do meu marido há gerações.
E continua funcionando.
E seus filhos? Deixa que brinquem com eles?
Não tenho filhos.
Ah. Desculpe. Achei que uma mulher de sua idade...
-Venha. Vamos para Roma. -Tão cedo?
Não podemos ficar um pouco?
Quero ver os gladiadores.
Outra hora. Venha.
Kerza!
Faça par com Spartacus.
Sim, professor.
Recrutas! Apresentem-se!
Mostre ao Trácio o que aprendemos em sua ausência.
Formação um. Ataque!
Formação dois. Ataque!
Spartacus!
Spartacus!
Os deuses não brincaram comigo o bastante por um dia?
O maldito comandante Glaber me tratou como escravo comum, mas não!
Vamos aumentar a merda, vamos colocá-la na boca dele!
Se souberem que Batiatus não controla os próprios homens...
Avisei sobre a qualidade deles.
Não me avisou nada! Dá conselhos e faz promessas ao ar!
"Minhas mãos, sua vontade."
O comandante acabou de sair pelo meu portão!
-O Trácio é imprevisível. -Ensine-o os nossos padrões.
Varas e chicotes não o atingem.
Ele é um animal, melhor soltá-lo nas minas.
Não. Os outros custaram pouco.
Spartacus tem valor mais alto,
seu valor excede o de todos os outros juntos.
Terei retorno.
Se não do comandante, então dele mesmo.
Ainda que seja imprevisível.
Ele tem paixão e desperta o mesmo nos outros.
Uma benção para as multidões, se descobrirmos como domesticá-lo.
Ele lutou para segurar este pedaço de pano,
mesmo enquanto os guardas lhe batiam.
Pode ser útil.
Notei isso nas mãos do comandante quando chegou.
Traga-o ao meu aposento.
Vou tentar descobrir.
Por que está aqui? Neste lugar.
Sob meus cuidados. Sabe o motivo?
Porque confiei na honra de um romano.
Está aqui por causa de meu avô.
Ele construiu este ludus.
Acreditava que todo homem tem seu valor.
Que mesmo os mais vis podem ter honra e glória.
Ele passou essa crença para meu pai,
que a passou para mim.
Sou treinador como meus antepassados, um treinador de gladiadores.
Vejo coisas em homens que eles mesmos desconhecem.
Uma pequena faísca. Uma brasa.
Assopro e abasteço. Até que ela se acenda na arena.
Acendo apenas por minha própria causa.
E qual ela seria? Dinheiro?
Já me custou o bastante.
Não, não é isso. Posição, então?
Poder? Amor?
Tem uma mulher, Trácio?
Tenho uma esposa.
Você a ama?
É claro que ama. Vejo em seus olhos, na tensão da mandíbula.
Qual é o nome dessa flor delicada?
Sura.
-Onde ela está? -Ele a pegou.
Quando foi me buscar.
O comandante Glaber? Está com ela?
Ele a vendeu a um sírio.
Então como sabe que ela está viva?
Como sabe que seu coração bate no peito?
Na maioria dos dias, não sei.
Sou um simples romano tentando vencer
os caprichos dos deuses, dos políticos, dos malfeitores,
apesar de que nem sempre é possível diferenciá-los. Mas você
é o mais perigoso dos animais,
a fera nascida do coração.
O que faria para voltar a abraçar sua esposa?
Sentir o calor de sua pele, o sabor de seus lábios? Você mataria?
-Qualquer um que estivesse ente nós. -Quantos homens?
Cem? Mil?
-Mataria todos. -Então, faça isso na arena!
Lute por mim e pela honra
de meus antepassados! Prove seu valor.
Alcance o topo, consiga sua liberdade
e a da mulher que perdeu.
Eu não a perdi.
Ela foi tirada de mim.
Um homem deve aceitar seu destino,
ou será destruído por ele.
Por que eu colocaria meu destino nas mãos de outro romano?
Por causa do que ele possui.
É de sua esposa?
Passe no teste final esta noite com honra e servidão.
Chame-me de Senhor,
e eu o ajudarei a recuperá-la.
A decisão é sua.
Parem!
Varro empatou!
Passou no teste!
Barca! Marcus!
Posições!
Barca! Barca! Barca! Barca!
Barca! Barca! Barca! Barca!
Comecem!
Que decepção.
Nem tudo termina em clímax.
Um fato bem conhecido por toda mulher.
Crixus!
Spartacus! Posições!
Crixus! Crixus! Crixus! Crixus!
Crixus! Crixus! Crixus! Crixus!
Crixus! Crixus! Crixus! Crixus!
Uma lição final, antes que eu te mande para o além.
Comecem!
Merda.
Caro e inútil ao mesmo tempo.
Lute, maldito trácio!
Lágrimas?
O coelho vai se mijar todo.
Esfole o coelho!
Acabe com ele!
Trácios!
A lição foi bem aprendida.
Spartacus!
Pare.
Você passou no teste.
Senhor.
Sua vida agora pode ter significado.
Jure a mim.
Recite o Sacramento do Gladiador.
Devoto minha carne, minha mente, minha vontade,
à glória deste ludus e ao comando de meu mestre, Batiatus.
Juro ser queimado, acorrentado, surrado
ou morto pela espada na busca pela honra na arena.
Bem-vindo à irmandade.
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