All language subtitles for The.Darkness.2024.S01E05.All.That.Is.Hidden.1080p.SKST.WEB-DL.DDP5.1.H.264-playWEB

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Original subtitles

Ol�.

- Olha ali a m�e. - Por favor!

Ol�.

Sou eu.

- Por favor! - J� chega.

Hulda.

Hulda!

Por favor! Deixe-me s� tocar na minha filha! S� desta vez!

Hulda! Devolvam-me a minha filha!

- Hulda! - Minha senhora.

- Hulda! - Vamos.

Dispomos de instala��es no local para tratamento de restos mortais,

mas se preferir faz�-lo... - Queimem-no.

Hulda, lamento muito.

O Misha j� foi interrogado?

- O Lukas trata disso. - N�o.

O caso � meu. Eu fa�o isso.

Vamos ao meu gabinete e falamos. Est� bem?

Tenho de continuar a trabalhar, Magnus. Por favor.

Se queres ajudar, deixa-me fazer o meu trabalho.

Hulda, ol�.

N�o importa o que sinto. Terei tempo para isso depois.

Agora, a Elena depende de n�s para a salvarmos.

� s� isso que importa.

- O Misha j� disse alguma coisa? - N�o, nem uma palavra.

� voc� e a Katja.

Sabemos que conhecia a Katja, o que significa que nos mentiu.

- Mentiu-nos � descarada. - Veja, ela at� o desenhou.

Tamb�m sabemos que tem um jipe preto igual �quele

em que viram a Katja entrar.

E prostitui refugiados. N�o � verdade?

Ele organizava tudo.

O Misha. O Misha Volkov.

Ele trazia-os, as raparigas e os rapazes.

Eu s� pagava.

Sim, era o chulo da Katja, mas ela tornou-se um problema, n�o foi?

Pensou que ningu�m iria querer saber de uma refugiada desaparecida.

E depois levou a Elena para a calar, certo?

O filho dela viu um homem que corresponde � sua descri��o.

Ele basicamente identificou-o.

Fa�a a coisa certa por uma vez na sua vida miser�vel e diga-nos.

Sabemos que gosta de magoar pessoas.

Este homem. Agrediu-o e torturou-o.

- Sim. - Ser� acusado disso.

Tamb�m gostava de torturar a Katja? Fazia-o sentir-se mais homem?

Sim. Um valent�o, n�o �? Que valent�o!

Sabe quantos ossos partidos ela tinha?

Bra�os, dedos, costelas, pernas.

Olhe para as fotos, seu cobarde.

Olhe para elas. Veja o que fez a esta linda rapariga,

que tinha a vida toda pela frente.

Eu amava a Katja.

- Nunca a magoaria. - No entanto...

- Prostitu�a-a? - N�o!

Ela nunca fez isso.

- Eles queriam, mas... - "Eles"? Quem s�o "eles"?

Tem de nos dizer o que se passa, Misha.

Onde est� a Elena? Diga-nos.

Porque se n�o disser, ser� deportado para a R�ssia ainda hoje

e cumprir� a pena l�. Acho que n�o sobrevive a isso.

Por isso, d�-se uma oportunidade e diga-me os nomes deles.

- Onde est� o Albert? - J� disse, ele n�o est� aqui.

- Ent�o, onde est� ele? - N�o sei.

- N�o aparece h� dois dias. - J� tentaram ligar?

Ele n�o atende o telefone.

- Revista o escrit�rio. - O que procuramos?

- Alguma esp�cie de lista negra. - Mas f�sica?

N�o sabemos.

- Sim? - O Albert n�o est� em casa.

N�o, tamb�m n�o est� aqui. Localizem-lhe o telem�vel.

Est� bem.

Veja.

Leifur, o computador.

Est� tudo aqui.

Tal como o Misha disse. Os clientes, as raparigas.

Leva para an�lise pericial.

Quero todo o conte�do destes ficheiros esmiu�ado.

Est� bem.

Onde � isto?

Pol�cia armada!

- Livre. - Nada � direita.

- Livre. - Livre!

Aqui em cima n�o est� ningu�m.

Livre!

- Livre! - Livre!

O que � isto?

Acho que � soda c�ustica.

Usam-na para dissolver corpos.

Est� aqui uma unha.

� da Elena.

L� fora!

Ponha as m�os no ar!

Disse para p�r as m�os no ar!

- Vamos a banhos? - N�o, esquece isso.

- Est�s bem? - Sim, estou bem.

� tudo gelo, n�o � muito confort�vel.

- Despacha-te. Est� frio. - Sim, est� frio.

Tira l� isso.

V� se ficamos bonitas.

- Parab�ns a todos. - Obrigado.

Excelente trabalho. As bebidas s�o por minha conta.

- O que vai ser? - S� fa�o o meu trabalho.

- A� est�s tu. - Ol�, Hulda.

- Muito bem, Hulda. - Ol�.

- Obrigada. - Como est�?

- Vamos. - Est� bem.

Estas s�o todas as pessoas na pen.

A Katja e a Elena n�o est�o l�. Porqu�?

Porque n�o estavam a ser prostitu�das.

- Ent�o, porque foram mortas? - Porque disseram que n�o?

Isso n�o faz sentido. Lukas, temos de investigar isto.

- Como est� o meu duo preferido? - Percebeste...

- Estamos bem. - Sim, estou a ver que sim.

Posso falar com a Hulda, por favor?

Sim, claro.

Nem consigo imaginar aquilo por que est�s a passar agora,

mas conseguiste.

- Conseguiste, porra. - Ainda h� trabalho para fazer.

- Interrogat�rios, papelada... - O Lukas trata disso.

- Aceita a vit�ria. - Vit�ria?

Uma crian�a perdeu a m�e.

O que lhe vai acontecer?

Eu sei o que fizeste.

A condutora, a Marta...

... confessou tudo.

Eu sei que ela te contou.

Disse que n�o conseguia viver com a culpa.

Portanto...

Pelo bem da Pol�cia e da tua carreira, acho que � melhor

ires embora discretamente esta noite.

D�-me s� at� ao fim da semana, por favor.

Preciso de... Preciso de atar umas pontas soltas, Magnus.

N�o. Acho que n�o deves voltar � esquadra.

Desculpa.

Foi uma honra trabalhar contigo.

Tu �s...

Tu �s demais.

Sim, est� tudo finalizado.

N�o te preocupes, meu. Para de me ligar.

- Pretendes ficar c�? - Sim. Estou a gostar.

- Desejam mais alguma coisa? - Sim! O que vamos pedir?

- Vamos beber uns shots. - Shots!

Shots!

Anormal de merda!

Qual � o teu problema? Anormal de merda.

O que me chamaste?

Chamei-te anormal, porque �s um anormal.

- �s um anormal de merda. - Cala-te, cabra velha.

V�! Vamos l� para fora!

- Est�s chateado? - Calma, calma, relaxa!

Acabou! Pare.

- Que idiota, n�o �? - Vamos.

Est� na hora de ir. Vamos.

- Vamos indo, Karen, vemo-nos... - Vista isto.

- Obrigado. - Vemo-nos no escrit�rio.

- Vamos. - Sim.

Soube bem. Certo?

- Foi bom. - Sim, a minha casa � aqui perto.

- Tenha cuidado. - Sim. N�o vou para a cama contigo.

- S� quero esclarecer isso. - Quer esclarecer?

N�o tenho interesse nenhum em lev�-la para a cama.

Voc�s ficam t�o s�rios de fatinho.

Est� bem. Estamos esclarecidos. Para onde vamos? Para tua casa?

- � por aqui. Por aqui. - O qu�?

Vamos.

Ent�o? Entre.

- Para cima. - Acho que fiz uma descoberta.

- N�o �s t�o arrumado como... - V� l�.

- Isto n�o est� bem... - V�.

Vamos, por aqui. Isso mesmo.

- Isto � agrad�vel. - Sim.

Agora esta � a tua casa. Mais vale aceit�-la.

N�o adorme�a. V� l�.

N�o.

- V� l�, tire a camisa. - N�o te vou mostrar as mamas.

N�o. Veja, tem sangue. Tire. Vou p�-la a lavar.

O que foi?

Ol�. Sim, �... � para o Rudi. Uma parvo�ce.

N�o, n�o �.

- Venha c�. - �s vezes, pergunto-me

como teria sido a minha vida se...

... eu me tivesse sentido amada dessa forma.

- Como assim? - Eu...

Fui retirada � minha m�e.

O que aconteceu?

Ela era demasiado pobre. Era o que se fazia na altura.

Fiquei numa institui��o at� aos quatro anos,

at� os meus av�s me acolherem. - Isso � fodido.

Tenho uma mem�ria...

Ela s� queria abra�ar-me...

Mas n�o a deixaram entrar, por muito que ela tivesse implorado.

- Hulda! - E n�o voltei a v�-la.

Prometi a mim mesma...

... que nunca deixaria a minha filha.

E...

E n�o consegui proteg�-la.

� uma �tima m�e. Pois �.

D� para ver.

Agora, vamos.

CASOS PRO BONO REQUERENTES DE ASILO

MISHA - LISTA NEGRA

LULJETA & TARAS LISTA ELENA & KATJA N�O

TR�FICO SEXUAL

POL�CIA DE L�GREGLAN

Ol�.

Hulda, eu...

N�o sei o que dizer. Lamento muito.

Est� tudo bem.

- Preciso que me fa�as um favor. - Sim. O que quiseres.

N�o digas ao Magnus que me viste.

- Sim. Claro. - Claro.

Se precisares de alguma coisa...

Est� bem.

- Sim? - Ainda est�s a dormir?

N�o, estou acordado.

Sei que ainda estamos a processar tudo,

mas dadas as provas, tivemos de contactar os Servi�os Sociais.

O qu�?

O Rudi vai ser transferido para os cuidados estatais,

enquanto se tratam dos preparativos na R�ssia.

- Por isso, preciso que tu... - Capit�o.

- ... fales com eles. - Isso mesmo.

Certifica-te de que fazemos a nossa parte. Est� bem?

- Sim. Est� bem. Sim. - Obrigado.

- E, Lukas, h� uma... - Sim?

Preciso que fa�as outra coisa.

Sim.

Est�s a brincar. Porra!

- Sim? - Levou o meu carro?

- Sim. - Credo. Onde est�?

Em casa. Anda c�.

A Naomi Katz veio para c� sozinha h� quatro anos atr�s.

Foi encontrada na margem de um rio. O afogamento foi declarado acidental.

- Isto s�o tudo mulheres mortas? - N�o. Mulheres estrangeiras mortas.

Mas, at� agora, a Naomi foi a �nica que encontrei com uma liga��o.

- Liga��o a qu�? - � Katja e � Elena.

Estas foram todas manifestos acidentes

com testemunhas oculares fidedignas.

Mas estas s�o diferentes. N�o h� testemunhas.

Corpos encontrados sozinhos no meio do nada.

- Provavelmente suic�dios. - Ou homic�dio.

Olha para o corpo da Naomi.

Extremamente limpo.

Sem sujidade, nem sob as unhas. Tal como a Katja.

E as roupas? Novas. Caras.

Mais uma vez, como a Katja.

E aqui est� o que a m�dica-legista escreveu.

"Sem abras�es nas m�os, p�s ou testa.

Invulgar, visto que o corpo foi arrastado rio abaixo e por terra,

sugerindo um afogamento r�pido e pouco tempo passado na �gua."

Est� a dizer que o corpo foi l� colocado?

Uma jovem estrangeira.

Muito limpa, roupa nova, sem ferimentos.

Ela encaixa no perfil, Lukas.

Ela encaixa no perfil.

Acho que os homic�dios n�o est�o ligados � rede de prostitui��o.

Acho que o nosso homem ainda anda por a�

e a Naomi Katz foi a primeira.

Porque � que o Albert se daria a tanto trabalho

com a Katja e a Elena s� para se matar?

Porque sabia que t�nhamos o Misha. Sabia que o jogo tinha acabado.

Para qu� dar-se ao trabalho de limpar o rasto?

Vamos comparar as impress�es da pista de gelo com as do Albert.

Garanto-te que n�o v�o corresponder.

Isso n�o prova nada e sabe disso.

As roupas da Katja foram encontradas em casa dele.

Isto n�o � coincid�ncia.

Sim, talvez tenha raz�o.

Mas h� outra coisa.

O Magnus ligou-me.

E o Rudi vai voltar para a R�ssia.

E quer que eu lhe diga que a m�e morreu.

Ol�.

Ena, est�s a construir uma casa?

- Como est�s? - Bem.

Bem?

Rudi?

Rudi, preciso de te perguntar uma coisa. Pode ser?

Este � o "homem grande vermelho" que viste?

Hulda, acho que n�o devias perguntar...

- Tens a certeza? - Hulda, por favor.

- Rudi, isto � muito importante. - Hulda, pare!

Olha para a foto. Isto � muito importante.

Hulda, pare, por favor! Venha. Vamos. V� l�.

Por favor.

- O que raio est� a fazer? - O que estou a fazer?

Estou a falar com a nossa �nica testemunha.

- N�o. - � a �nica.

N�o. Est� a assustar uma crian�a.

Uma crian�a a quem temos de dizer que a m�e morreu

e que ele vai embora.

- Temos de o interrogar. - Hulda, pare.

- Porque continuas a resistir? - Voc� � que est� a resistir.

- Passou dos limites. - Vai-te foder.

N�o, vai tu!

Est� tudo bem.

- Pronto. At� logo. - Fiquem bem.

Obrigado, meu.

At� para a semana.

Bjartur!

- Posso fazer-lhe uma pergunta? - Claro.

J� teve uma aluna chamada chamada Naomi Katz?

Naomi Katz? N�o. Acho que n�o.

- Tinha cabelo azul. - Cabelo azul?

N�o me diz nada.

Tem muitos alunos com cabelo azul?

Posso ver os meus registos, mas costumo ser bom com nomes.

- Ficava-lhe muito agradecida. - Sempre �s ordens.

Posso saber porqu�?

Digamos que � um palpite.

Vou j� ver isso em casa.

Obrigada.

- O que se passa, querido? - Nada.

Fiz o jantar.

Tira a roupa.

Ent�o? Tens de tratar disto.

N�o queremos que infete.

D�i?

Faz comich�o.

Isso � bom.

� muito bom. Significa que est� a sarar.

Vai ficar como novo.

Olha para n�s os dois.

Levanta-te.

N�o � para sempre. Sabes disso, certo?

Claro. Eu compreendo.

Temos um problema.

Tenho de tratar de uma pessoa...

... para podermos ficar juntos.

Hulda?

Hulda!

Hulda! Est� tudo bem!

- Pensei... - Eu estou bem.

Estava s� a pensar.

Tens c� uma forma de pensar!

Como te sentes?

O mar acalma-me.

Devias ir. Vais apanhar pneumonia.

- Est� bem. - Vai para casa, a s�rio.

Se precisares de mim, estou aqui.

Moa, vamos!

Petur!

Passa-se alguma coisa?

Meu Deus.

- O que foi? Est�s bem? - Acho que magoei as costas.

Est�s bem? Queres parar?

Est�s doido?

- � melhor eu voltar. - O qu�?

N�o podes ficar mais um bocadinho ou...

Est� a ficar tarde.

Mas tu... Est�s bem? Estive bem?

Mais do que bem.

Bom... Posso voltar a ver-te?

Petur, consegues ver-me se te acenar de casa.

Sim, mas referia-me a mais. Sem estares vestida.

Caramba! Pelo menos, deixa-me acompanhar-te at� casa.

Gra�as a Deus que tenho um homem para me acompanhar a casa!

Ouve, eu s�...

Quando vieste c� da �ltima vez e me beijaste...

Foi horr�vel.

Pois. Bem, eu... Queria dizer outra coisa.

N�o pensei ser poss�vel voltar a sentir-me daquela forma.

E tu... Tu despertaste-me.

Ol�.

O que est�s a fazer?

Porra!

Pol�cia? � a Hulda. Preciso de refor�os em casa.

Est� aqui um intruso armado.

Um homem...

N�o!

N�o! Moa, querida.

Moa... Minha linda menina!

Petur!

Hulda, meu Deus. Est�s a sangrar?

N�o, o sangue n�o � meu.

Vai. Abre a mala do carro.

- Tu est�s bem. V� l�, querida. - Sim, sim.

- Est� tudo bem. - Linda menina.

Vai correr tudo bem. Fica a�.

- Que aconteceu? - Est� algu�m em minha casa. Vai.

- Algu�m te atacou? - Leva a Moa ao veterin�rio.

N�o posso ir se est� algu�m em tua casa.

- J� foi embora. A Pol�cia... - Ent�o entra e tranca as portas.

Sim.

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