Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
POL�CIA DE L�GREGLAN
E quando � que me ias contar?
Ausento-me por uns dias e tu ages nas minhas costas?
N�o te ausentaste.
Foste suspensa uma semana por agredires um agente.
- Bom dia! - Bom dia!
O que te aconteceu � m�o?
- Ele mereceu... - Escorreguei no gelo.
- Outra vez? - Porque � que est�o aos gritos?
Por tua causa.
- � ele? - Sim.
S� simp�tica.
- Ol�, Lukas! - Bom dia.
Junta-te a n�s.
Ol�.
- Senta-te, por favor. - Obrigado.
Hulda, este � o Lukas Sigrunarson.
Era da Pol�cia de Birmingham, no Reino Unido.
Deixou boa impress�o por l�.
� uma honra conhec�-la. Ouvi falar muito de si.
Como � que isto vai ser?
Bom... � muito simples.
Voc�s agora s�o parceiros.
Desde quando � que este departamento tem parceiros?
� uma forma de lhe dares a conhecer os cantos � casa,
antes de fazermos...
... a transi��o.
N�o sou a ama de ningu�m.
Farei o meu melhor para aprender depressa.
S� vim dar-lhe assist�ncia antes da sua partida.
Ent�o, ele veio expulsar-me?
Veio aprender com uma inspetora
cujas capacidades deixar�o saudades.
Come�as por fazer a v�nia
e tamb�m conv�m que aprendas a lamber botas.
Hulda, por favor, �s uma das nossas melhores agentes.
O Lukas fez um excelente trabalho na Gr�-Bretanha.
Voc�s os dois far�o uma grande equipa.
Se � assim t�o bom, porque deixou o Reino Unido para vir para c�?
Deves ter resolvido todos os crimes l� da tua terra.
- Nasci na Isl�ndia. Mudei-me para... - N�o quero saber.
Por amor de Deus! D�-te por contente teres podido voltar ao trabalho.
Ouve, eu...
N�o era assim que queria que descobrisses,
mas, no teu lugar, preocupava-me mais
em manter a ficha limpa antes da reforma.
Podes dar-nos um minuto?
Sim, claro. Estou ansioso por trabalhar consigo.
Sim, fant�stico. Obrigado.
Eu percebo.
Sorrir, acenar.
N�o fazer muito alarido � sa�da, certo?
Hulda, a reforma n�o tem de ser...
Sabes, tudo ou nada.
Ora! Poupa-me, sim?
O que sabes tu sobre isso?
Sei que a �ltima semana tem sido diferente.
Fez um ano que a Dimma faleceu.
Sei que esta � uma altura dif�cil.
Se precisares de alguma coisa...
Preciso de voltar ao trabalho.
Obrigada.
Ol�.
Como est�s?
Devias ter visto o outro.
Eu vi.
Fico feliz por ti.
O Magnus acha que...
... o meu comportamento se deve ao anivers�rio da morte da Dimma.
Tenho saudades dela.
Muitas.
Eu tamb�m.
Quando quiseres falar...
Podemos ir beber um copo ao Dillon's.
Sim, temos mesmo de combinar isso para breve.
- Est� bem. - Est� bem.
Desculpe, mau h�bito.
Desculpe pela sua secret�ria. N�o queria...
- Usurp�-la? - Pois. N�o.
Sim, tem raz�o. Desculpe.
Analisei o caso Popova
e, segundo os ficheiros, o equipamento dela era novo.
Eu sei.
Era refugiada, n�o tinha emprego, nem dinheiro da fam�lia.
Como o comprou?
N�o � barato.
A n�o ser que algu�m lho tenha oferecido.
E tamb�m descobri qual foi o �ltimo local onde a Katja foi vista.
Uma aula de l�nguas.
� gerida pela Sociedade Humanit�ria Islandesa
perto de Brei�holt, onde fica o hostel.
Estava a pensar que...
... talvez pud�ssemos l� ir
falar com os professores, perceber o ambiente.
Seria um excelente trabalho de investiga��o
Perceber o ambiente.
POL�CIA DE L�GREGLAN
Hulda, posso ir consigo?
O meu carro...
Deixei o meu carro na baixa, ontem � noite. � um pouco...
Fica aqui e investiga a compra do equipamento.
Vai ter comigo ao hostel mais logo.
Trata desse dedo. Est� feio.
J�N A CHAMAR
Bjartur Hermannsson?
Estou aqui por causa de uma ex-aluna sua, Katja Popova.
Claro.
Vi nas not�cias.
Que trag�dia.
Eram chegados?
Nem por isso.
Era uma rapariga muito simp�tica.
Daquilo que conheci dela.
N�o costumam ficar muito tempo.
- Os refugiados? - Sim.
Desculpe, eu...
Dou aulas sobretudo a refugiados.
A vida deles n�o � f�cil, mas...
A Katja escondia-o bem, acho eu.
Escondia o qu�?
Bom... Ela cometeu suic�dio, certo?
N�o posso dizer.
Sabe a data da �ltima aula a que a Katja assistiu?
Assim de repente, n�o, mas...
- Deixe-me ver... - Claro.
Aqui est�.
Ter�a-feira, h� umas semanas atr�s.
H� umas semanas atr�s? E n�o fez participa��o?
N�o.
As pessoas s�o livres de ir e vir.
Mas eu...
... tenho aqui anotado que ela saiu durante o intervalo.
- Sabe para onde foi? - N�o, lamento.
Ela tinha amigos na aula?
Andava com algu�m em particular?
Havia uma rapariga russa.
A Elena.
- Elena Dubrovsky. - Certo.
Sabe se a Katja alguma vez trabalhou clandestinamente?
N�o posso garantir,
mas ela recebia bastante aten��o masculina.
Acha que andava com algu�m?
- Talvez. - Obrigada.
Vi-a entrar algumas vezes num jipe.
Algo mais espec�fico?
Era preto.
Parecia caro.
Corria o boato de que lhe pagavam por sexo.
- Informou a Pol�cia? - Era s� um boato.
E, sinceramente, ningu�m perguntou.
Pode confirmar aonde foi depois da aula nesse dia?
Fui jogar futebol. O centro pode confirm�-lo.
Arranja-me os dados dos outros alunos? Nomes, n�meros?
- Claro. - �timo.
Obrigado.
Liga aos colegas todos da Katja.
- Os dados est�o aqui. - Est� bem.
Descobre com quem ela andava.
Sabemos que se dava bem com a Elena Dubrovsky.
- Vamos falar com ela agora. - Sim.
E o professor diz que estava a trabalhar no dia do desaparecimento.
- Confirma isso. - Est� bem.
- E a que horas a Katja saiu. - Sim, claro.
- Sim. - Estive a ver a roupa.
Ainda estou a tentar confirmar onde e quando foi comprada.
- Eu fa�o as perguntas... - Com licen�a.
- ... e tu ouves, est� bem? - Est� bem.
�timo. Vamos procurar a Elena.
Podemos comer bolo.
Podemos fazer um em casa.
- Est� bem. - Bolo de pelo de gato?
N�o, de teia de aranha.
Bolo de teia de aranha? Isso � nojento.
Anota nomes e tira fotos dos outros inquilinos, est� bem?
Est� bem.
- Tens a minha chave? - Vou busc�-la.
- A Elena Dubrovsky est�? - Elena Dubrovsky?
- Elena Dubrovsky. - N�o, lamento.
- Ela n�o est�? - N�o, n�o est�.
- � por causa da Katja? - Sim.
Terr�vel, n�o �?
Ela costumava fazer caminhadas no glaciar?
� isso que n�o consigo perceber.
Ela n�o parecia desse g�nero.
Ela tinha muito estilo, era muito elegante.
Gostava de moda, saltos altos e assim.
� a �ltima pessoa que imagino a fazer uma caminhada.
Talvez tenha mais perguntas para lhe fazer daqui a pouco.
Aqui est�.
Vamos falar no quarto.
Eu sei que sente que...
... ningu�m lhe d� ouvidos.
Mas eu estou aqui.
Agora � tarde demais.
Para a Katja, sim.
Mas vou descobrir o que lhe aconteceu.
E se algu�m lhe fez mal, eu vou encontr�-los.
H� um boato sobre como a Katja ganhava dinheiro.
Sabe alguma coisa a respeito disso?
Querido, por favor, vai fazer um puzzle.
Puzzle.
Por favor, vai l� fazer um puzzle.
- Vamos, amigo. Anda comigo. - Sim.
- Anda comigo. - Puzzle!
Mostra-me onde est�o os puzzles.
Quanto ao boato, n�o sei.
Mas a Katja foi a uma festa uma vez.
Voltou para casa muito perturbada.
N�o me quis contar o que aconteceu. N�o falava.
Contou isso ao outro agente?
N�o, n�o queria que pensassem mal dela.
Podia prejudicar a probabilidade de ela ficar c�.
Claro.
Sabe de quem era essa festa?
Nunca foi convidada para uma dessas festas?
N�o, nunca fui.
Tem a certeza?
N�o posso arriscar o meu futuro neste pa�s.
- Tenho o Rudi. - Sim.
A Katja tamb�m.
N�s olh�vamos uma pela outra.
�ramos como fam�lia.
Ela jurou que n�o ia fazer nada, mas ela saiu uma noite...
Sim.
E depois apareceu com dinheiro do nada.
Acho que tinha um namorado.
E sabe quem era o namorado?
- Eu... Eu n�o sei. - Custa-me a crer.
Se lhe perguntasse, era a melhor amiga dela...
N�o entendo.
N�o me cabe na cabe�a ela arriscar o visto.
Faz ideia do que tivemos de passar para chegar aqui?
Arrisc�mos tudo por uma nova vida.
Claro.
Eu entendo.
Obrigado.
Certo.
Talvez mais abaixo.
Isso. Boa.
Gosto do teu casaco.
Obrigado.
Onde o arranjaste?
Foi a tia Katja.
A tia Katja.
Foi muito simp�tica. � um bom presente, n�o �?
Talvez... Posso tirar uma foto?
Foto?
Diz...
Olha para mim e diz:
"Ervilhas."
Ervilhas.
- Muito bem. - O que significa "ervilhas"?
� o legume. As ervilhinhas verdes.
As ervilhas ou feij�o-verde.
O casaco do Rudi � da mesma loja que o equipamento da Katja.
Custa mais do que o meu sal�rio.
- � horr�vel. - O qu�?
A situa��o destas mulheres. � t�o...
Sim. O sistema � terr�vel.
Terr�vel?
N�o h� sistema para estas pessoas.
Mais valia atir�-las ao mar.
Ela s� quer uma vida melhor para o filho.
Cinto.
O Rudi disse onde arranjou o casaco?
Foi a Katja.
Quem � esse?
Aki Haraldsson.
As festas que a Elena mencionou fizeram-me pensar nele.
Geria uma rede sexual.
Saiu da pris�o h� cerca de um ano.
Acha que est� envolvido?
Talvez.
Merda!
Tenho de ir.
At� amanh�.
� muito dif�cil aceitar esse sentimento.
N�o tem sido f�cil.
Obrigado pela partilha.
Bem-vinda.
Obrigada.
Queres partilhar, Hulda?
N�o, obrigada.
N�o tem mal absolutamente nenhum.
Aqui n�o h� expectativas. � quando te sentires pronta.
Eu gostava de dizer umas palavras.
Sim, J�n.
A nossa filha tinha 19 anos quando...
E...
Mas quando era beb�,
adoeceu.
Tinha febre e chorava desalmadamente.
N�o consegu�amos pous�-la, por isso...
Eu e a Hulda revez�mo-nos.
Peg�mos nela ao colo durante duas noites.
Mas, na terceira noite...
... eu n�o acordei.
E tinha posto o despertador e tudo,
mas, por alguma raz�o, n�o tocou, por isso...
A Hulda andou com a Dimma ao colo,
a noite toda.
�s voltas pela casa.
No escuro.
E n�o sei como conseguiu.
Mas...
Claro que, quando a Dimma melhorou,
logo nos esquecemos de como fora dif�cil, mas...
�s vezes...
... preocupa-me que lhe tenhamos falhado desde o in�cio,
dando-lhe o nome "Dimma".
Sabem? Significa "escurid�o."
Foi como se a tiv�ssemos amaldi�oado.
- Foi uma atua��o e peras. - O qu�?
- Na noite em que a Dimma era beb�? - Sim?
N�o te deixei dormir.
Tentei acordar-te. Estava desesperada por ajuda.
- E ignoraste-me. - Hulda...
O teu despertador tocou. Eu ouvi.
- Tu � que n�o quiseste ajudar. - O que dizes?
Porque � demasiado dif�cil.
Esqueceste-te desse pormenor enquanto brandias a bandeira da dor.
- Hulda... - Vou dar uma volta.
Hulda!
Moa!
Tu...
Moa!
Moa, anda c�.
Juro por Deus que n�o sou eu que lhe digo para vir.
Gosto que ela me distraia.
Moa, anda c�.
Ela pode ficar comigo.
- Moa! - N�o, fica comigo.
- Desculpa. Moa... - Uau! Qual � a ocasi�o?
- Vou jantar fora. - S� jantar?
Sim, s� jantar.
Porqu�? O que foi?
� muito...
Est�s todo... aperaltado.
Achas que exagerei?
E assim?
Isto �... Estou melhor?
Espera... Bem, �...
N�o estou melhor?
Sim, espera.
N�o sou muito...
Perfeito. Est�s �timo.
Tenho de...
Vais jantar com a tua namorada?
Ela n�o �... nada meu.
Parecia ser qualquer coisa.
Acho que ela pensa que, se ficar por c�
mais algum tempo,
eu morro e ela fica com a casa.
� uma �tima casa.
Porque te d�s ao trabalho? N�o achas cansativo?
N�o sei. � pela companhia, acho eu. O ter algu�m com quem falar.
Mas admito que estou velho demais para esta merda.
- Pois est�s. - Sim.
E tu?
Talvez esteja.
- N�o sei. - N�o.
Referia-me aos teus planos para esta noite.
Um copo enorme de u�sque, na cama �s 21 horas.
V�s? Esse � o meu tipo de noite.
- Diverte-te. Est�s com bom aspeto. - Obrigado.
KATJA MAGOA MULHERES
Estive a pensar no que disseste e...
... n�o � assim que me recordo das coisas.
Sabes, Hulda,
quando te reformares, n�o ter�s nada para ocupar os teus dias.
Nada para te distrair de coisas mais importantes.
Est�s a falar de ti?
Pelo menos estou disposto a enfrentar a morte da Dimma.
Tu pareces preferir...
N�o choraste desde o funeral dela, nem uma �nica vez.
Ainda n�o trataste das cinzas.
Tudo isso que fazes para evitar... N�o � natural.
A nossa filha morrer antes de n�s.
� natural?
Tirou a pr�pria vida e nunca saberemos porqu�.
Nunca saberemos o que...
O que a magoava tanto ao ponto de ela ter de se matar.
Nada disto � natural.
Eu acho que o que te aconteceu em crian�a,
esse trauma, a tua m�e, tudo,
talvez esse trauma te impe�a de seguir em frente.
"Seguir em frente."
Faz sentido, � s� isso que estou a tentar...
N�o te atrevas.
N�o te atrevas a falar disso como se percebesses!
N�o fazes ideia.
Dorme no sof�.
Ol�! Posso sentar-me aqui?
Desculpa, est� ocupado.
O que foi?
Deves mesmo querer estar sozinho.
Ent�o, bebo contigo.
Nunca � boa ideia beber com turistas.
N�o sou turista. Vivo c�.
- Onde? - Aqui perto.
Voltei para c� h� uma semana atr�s.
Nasci aqui, mas estive fora algum tempo.
Ent�o, escolheste voltar para c�?
� um sinal de alerta.
At� agora, gosto do que vejo.
Porque n�o?
O problema � que � muito longe...
Desculpa, est� limpo. Provavelmente.
Porra!
Merda.
Ol�.
Viste a Karen?
Sim, est� no refeit�rio.
Est� bem. Anda comigo.
Falei com todos os colegas de turma da Katja.
Alguns lembram-se de a ver sair nesse dia,
mas n�o sabem para onde foi.
E um administrador do centro disse que o Bjartur esteve l� nessa noite.
Est� bem.
Ol�, Karen.
O caso do Aki Haraldsson era teu, certo?
- Sim. - Achas que falar� connosco?
Tens de ter cuidado. Ele � perigoso.
Porque � que s� apanhou cinco anos com tantas acusa��es?
Perderam-se provas cruciais.
� rid�culo, mas pelo menos conseguimos uma condena��o.
Mas do que se trata?
Esperava que ele nos desse umas luzes sobre uma pista.
Achas que tem a ver com tr�fico sexual?
O que achas, Karen? Claro que tem.
Olha...
Tem cuidado.
Estou a falar a s�rio.
Ele magoa mulheres. Muito.
O que fez �s mulheres que trabalhavam para ele...
Hulda, armada em superpol�cia antes de levantar �ncora?
Queres sair em grande, n�o �? Ser a hero�na.
- Cala-te, Alexander. Cala-te! - Eu digo o que mais ningu�m diz.
Devias estar em casa a lavar a lou�a, n�o aqui a roubar-me o caso.
- Ent�o? - Est� tudo bem. Alexander.
Vais bater-me outra vez?
For�a. Adorava ver-te daqui para fora mais cedo.
Qual foi o �ltimo s�tio onde a Katja foi vista?
O primeiro facto, o mais b�sico a estabelecer
quando se investiga uma pessoa desaparecida.
O �ltimo lugar onde foi vista.
E tu n�o sabes, porque nunca investigaste.
Ela n�o era um caso. Ela tinha um nome.
Katja Popova.
E tu n�o mexeste uma palha para a ajudar.
E agora ela est� morta.
Vai chatear o teu marido, Hulda, se ele estiver para te aturar.
N�o �s s� um pol�cia pregui�oso.
�s um ser humano pat�tico.
- Obrigada, Karen! - Claro.
Para onde est�o a olhar?
O que foi?
Ela est� equipada e atira-se para um glaciar.
No mesmo dia em que recebe a autoriza��o do visto.
H� melhor altura para se matar?
Acidente ou crime.
E estando ela ligada � prostitui��o...
Foi assassinada.
Sim, concordo.
Porra, n�o acredito!
Um dia, isso ter� piada.
Mas hoje n�o � o dia.
- Se faz favor! Pol�cia! - T�m mandado?
S� queremos fazer umas perguntas ao Aki Haraldsson.
N�o precisamos de mandado para isso.
O tanas que n�o precisam!
Parece simp�tico.
Encantador, para um homem de Neandertal.
Parece que vamos precisar do tal mandado.
Acha que o Magnus nos arranja um mandado?
N�o sei. Talvez.
S� tenho de ir a casa buscar uma coisa e depois levo-te.
Quem est� aqui?
N�o sei.
- Espero aqui? - Sim.
Hulda...
O que se passa?
Conheces o Kristjan e a Emilia.
- Ol�. - Ol�.
Achei que seria agrad�vel jantarmos juntos.
� agrad�vel, sim. Na verdade, tamb�m trouxe um convidado.
Vou busc�-lo.
Lukas, o que te traz � Isl�ndia?
Na verdade, nasci aqui, por isso...
Acho que quis conhecer as minhas origens.
- Est� bem. - Sim.
Adoro Reiquiavique. � fant�stica. Muita chapa ondulada e isso.
Gostamos muito de te ver ontem � noite.
Temos sentido a tua falta na reuni�o.
Como?
Desculpa?
Como podem sentir falta de algu�m que nem conhecem?
Hulda.
Eles est�o aqui para nos ajudar.
Bom...
Achei que seria bom enfrentarmos o processo de luto...
- Queres u�sque, Lukas? - Sim, por favor.
Evit�-lo n�o nos faz bem nenhum, pois n�o?
Por "n�s", referes-te a mim?
Eu sentiria o mesmo. E senti o mesmo.
E tudo o que sentes, a qualquer momento, � o que deves sentir.
Isto � t�o doloroso.
Lamento a tua perda e lamento muito por voc�s.
Sim, e estamos aqui...
E sei que as minhas palavras n�o ajudam a resolver nada...
- Sim, e n�s... - Mas eu e o Kristjan...
- Eu vou l�. - N�o...
N�o, eu vou.
Desculpem.
Hulda, n�o podes continuar a afastar-me dessa forma.
N�o, deixa-me ajudar.
J� est�, eu levo.
- Deixa-me ajudar. Hulda! - Eu levo.
- Mas que raio? - Raios...
O que est�s a fazer?
- J� chega, Hulda. - Deixa-me em paz. Sai!
- Para. - Eu s�...
- Para. Hulda, para. - Sai.
Estou farta que me digas como fazer o luto.
Tu fazes � tua maneira e eu � minha.
- Acalma-te, sim? - Acalmo-me?
- Sim. - Acalmo-me?
A minha filha morreu.
- Sim. - Ela est� morta, seu...
Seu est�pido, arrogante...
Credo, Hulda!
Como � que tu n�o viste?
A Dimma estava a morrer � tua frente.
E tu n�o viste, porra!
Qual � o teu problema?
- J�n! - J�n!
Ele tem tomado a medica��o, Hulda?
� muito importante que ele tome a medica��o.
Os betabloqueadores.
Ele n�o pode falhar uma dose.
Est� bem?
O cora��o dele est� muito fraco.
Hulda?
Lamento tanto.
N�o lamentes.
Est� tudo bem.
Tenho andado a fugir disso, eu sei.
Acho que est� na hora.
- Sim. - Sim.
Ol�.
Ol�.
- Quer entrar? - Sim, claro.
- Vais � escola? - Sim, j� estamos atrasados.
Em que escola andas?
A Foldask�li.
E gostas?
- Eu tamb�m n�o gostava. - Quer um caf� ou um ch�?
N�o, n�o � preciso.
Bom trabalho.
Aconteceu alguma coisa?
N�o tem de se preocupar mais. Vou encerrar o seu caso.
Desculpe...
Est� encerrado. N�o a voltaremos a incomodar.
Voc�s v�o ser bonzinhos com a vossa m�e?
- Sim. - Sim?
Muito bem.
Os seus filhos s�o lindos.
Hulda?
Onde est�s?
� cata de bolas de t�nis na porcaria de um glaciar.
Como est� o J�n?
Est� bem.
E a Hulda? Como est�?
Estou bem.
Avisa-me se descobrires alguma coisa. Qualquer coisa.
Est� bem.
D� a volta e saia da propriedade.
- Ou�a. - Sim, diga.
Agredir um agente.
- Vai ficar lindo no seu curr�culo. - Espere.
Desculpa, chefe.
Ela entrou de rompante.
Desanda.
Deve ser o Aki Haraldsson.
E voc� est� a invadir propriedade privada.
Tenho algumas perguntas.
Sou suspeito de algum crime?
N�o, estou apenas a contar com a sua colabora��o
como o bom cidad�o que �.
Soube da rapariga russa que foi encontrada morta?
Soube. E depois?
Diz-se que ela estava envolvida em prostitui��o.
E claro, acha que sei os detalhes de todas as putas da Isl�ndia.
Morreu uma mulher.
N�o tive nada a ver com isso.
Tendo em conta como trata as mulheres, n�o tenho a certeza.
N�o � a pol�cia cuja filha se suicidou?
Toma conta desse cavalo!
� mais valioso do que a merda da tua m�e.
Belo s�tio.
Quantos cavalos tem? Vinte, trinta?
Deu-se bem,
tendo em conta que saiu da pris�o h� um ano.
O que aconteceria se abanasse a sua �rvore financeira?
O que cairia?
Abana a minha �rvore...
Nas Finan�as, s� tem tr�s cavalos declarados.
... eu abano a sua.
Tanta coisa que o governo podia fazer com esta terra.
Sente falta da pris�o?
Muito obrigada pela sua colabora��o.
Est� bem.
Ou�a...
S� sei que alguns refugiados s�o comidos pelo jogo.
Alguns? De quantos estamos a falar?
Muitos deles precisam de dinheiro, por isso...
N�o tenho nada a ver com isso.
Est� bem. Quem tem?
N�o sei. N�o � o seu trabalho descobrir?
Tretas.
Se descobrir que sabe mais, volto.
V� embora e n�o volte.
Ela acabou de sair daqui.
Resolve isto. Agora.
O que � isto?
S�o...
Patins.
Patins?
- E isto? - Nariz.
Nariz, boa.
Boa.
Capacete?
Capacete, boa.
- Est� muito apertado? - N�o.
Bom trabalho. Est�s a ir t�o bem.
- Gostas de estar aqui? - Sim.
Sim.
Tenho de ir � casa de banho.
- Est� bem. - N�o demoro.
Queres jogar?
Telefone?
- Obrigado. - Volto j�.
Venho j�.
Vai correr tudo bem.
Ajuda-me.
Passa-se alguma coisa?
- Desculpa. - Ol�?
Foi sem inten��o.
Foi sem inten��o.
Vai ficar tudo bem.
- Vai ficar tudo bem. - Katja?
FECHADA PARA MANUTEN��O
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.