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Y2K: PRONOME

1. O ANO 2000. 2. O V�RUS DE COMPUTADOR Y2K;

O APOCALIPSE INICIADO DEVIDO A UMA FALHA EM PROGRAMA DE COMPUTADOR.

3. TAMB�M CONHECIDO COMO "O BUG DO MIL�NIO"

31 DE DEZEMBRO DE 1999

star12

THE MILLENNIUM BUG

Legendas:

star12

Bem. N�o tivemos um bom Natal nas Montanhas Sierra Diablos,

mas parece que podemos vir a ter um grande Ano Novo.

D�-me um biscoito de Natal, querida.

O Pai Natal de mentol ou o pinheiro de chocolate branco?

O pinheiro de chocolate branco.

Obrigado.

Para falar do p�nico do Y2K, o Gary Math.

O j� esperado p�nico do Y2K no pa�s...

Eu queria ouvir aquilo.

Pensei que quisesses afastar disto tudo.

� o seguinte, pai...

Se esse caos do Y2K est� por todo o lado,

ent�o ele tamb�m n�o est� nas montanhas?

Provavelmente.

-Byron! -O que �?

N�o vai haver nenhum caos do Y2K.

Nenhuma explos�o at�mica. Nenhum apag�o,

-nem revoltas e nem assassinatos. -�, nada de mau vai acontecer.

Pensaste que podias fugir de mim, n�o �?

Eu disse-te.

Era in�til.

Apanhaste um veado, n�o �, rapaz?

Isto � muito porreiro, mas h� um pequeno problema.

N�o � a temporada dos veados.

Como te chamas, rapaz?

Eu perguntei...

como te chamas?

Pergunta outra vez e respondo sem problemas, Fib Rilo.

Foi bom conhec�-lo, senhor Rilo.

Vou-te falar um pouco sobre mim.

Eu gosto de animais.

Mais do que gosto de pessoas.

E ca�adores ilegais...

s�o o pior tipo de pessoas.

A minha solu��o para ca�adores ilegais

vem directamente do Velho Testamento.

"Olho por olho, dente por dente."

Adi�s, muchacho.

Ainda falta muito?

Mais uns 50km. Andamos os �ltimos 10 pela manh�.

A estrada desmoronou h� anos.

N�o sei, Byron...

Uma cidade fantasma?

O meu av� andava sempre a falar disto.

Era uma cidade de lenhadores.

Parece que foi abandonada em 1920.

Ningu�m vai l�.

D�-me outro biscoito de Natal, querida.

Tens a certeza?

S� porque n�o est� no mapa, n�o �? Vai ser bom, a s�rio.

Sem pessoas, sem tecnologia.

L�, o Y2K n�o nos pode atingir.

-J� n�o h� mais biscoitos? -Precisa ter cuidado com o colesterol, pai.

Obrigado, querida.

Ent�o, Joany, ainda casavas com o meu pai,

se soubesses que a tua lua-de-mel ia ser numa cidade fantasma?

E ent�o?

Estou a pensar.

Boa.

Espero que comece a nevar. Gostas de neve, Joany?

A Joany detesta neve.

Detestas? Porqu�?

A neve � fria.

� muito porreiro conseguires engrossar assim a voz, Joany.

Porreiro, n�o �?

Filho da puta.

Mas que merda...

-Empurra, maldi��o! -N�o blasfemes nesta casa, rapaz!

Empurra para fora! Vamos, tira esta coisa da�!

Est�s a chatear demais, Pearlene.

Outra vez!

Vamos, empurra!

Empurra, vamos!

Outra vez. Empurra! A� vem ele!

-Deformado! -Maldi��o!

Toma, rapaz.

N�o! N�o!

N�o! N�o! N�o!

Devolve-me o meu beb�! Devolve-me o meu beb�!

Devolve-me o meu beb�!

Precisamos de sangue novo.

Ela � uma boa mi�da.

Obrigado.

Deve-lhe ser dif�cil.

A m�e dela morreu quando ela tinha cinco anos, Joany.

Quero dizer...

Ter uma jovem mulher a invadir o teu espa�o.

T�m sido s� os dois durante 13 anos.

Agora somos um trio.

Ela ama-te.

Como uma irm�, n�o como m�e.

D�-lhe algum tempo.

Vais-me fazer bater com o jipe.

O nosso acampamento � j� ali.

E temos uma hora e dez minutos antes do Ano Novo.

Gosto ser pontual.

N�O ULTRAPASSE

31 de Dezembro de 1999...

Estou no Monte Reason, na franja da Sierra Diablos.

A minha procura por provas f�sicas continua,

mas penso que estou perto.

Posso sentir no solo.

Vou verificar as leituras no vale que fica entre onde estou e o Monte Rose.

Se a minha pesquisa estiver correcta,

o ressurgimento vai acontecer ali.

Pronto.

Bem. Tomara que ainda tenha carga nesta bateria.

Tubo bem.

-Est�s pronta? -Sim.

-Ficou porreiro, pai. -Ficou, n�o �?

Sim.

Ent�o...

Quando achas que vais estar preparada para a tratar por m�e?

-Casaram-se h� um m�s, pai. -Eu sei. Eu sei.

Tem paci�ncia, est� bem?

Est� bem.

A que dist�ncia fica Mason's Grey?

Cerca de 15km a subir a montanha.

� Mason's Grove. E voc�s mentem muito mal.

Onde est�o os meus roj�es?

-Na garagem. -Pai.

Ent�o? Era uma surpresa para a Clarissa.

-Claro. -Pai, ent�o,

j� passei da fase dos roj�es. N�o te preocupes.

E soube que foste expulso

do Parque Lakewood no 4 de Julho.

Est� morta.

A relva cresceu outra vez.

-Um dia. -Claro.

Muito bem. Aqui est�.

Obrigado. D�-me um chap�u?

-Sim. -Obrigada.

-Muito bem. -Isso.

Ent�o...

Ali vamos n�s.

Se lan�aram uma bomba, vamos ver daqui?

-Podes apostar, querida. -Ningu�m vai ser bombardeado.

Muito obrigado.

E...

Sete...

Seis...

Cinco...

Quatro...

Tr�s...

Dois...

Um.

Acho que est� tudo bem.

Feliz Ano Novo.

-Feliz Ano Novo. -Feliz Ano Novo.

-Adeus 1999, ol� 2000. -D� um abra�o ao pai.

Feliz Ano Novo.

-Feliz ano novo, querida. -Abra�o colectivo.

Estou agora no vale a verificar as leituras, h� 7 dias.

Estou estupefacto com o que encontrei.

O sism�grafo est� a detectar

um tremor regular e r�tmico no solo

nalgum lugar nesta �rea.

Est� absolutamente claro agora.

A for�a destas leituras era muito menor h� uma semana.

E o mais fascinante de tudo, e um tanto perturbador tamb�m,

� que os microfones est�o a gravar

os sons dos abalos s�smicos.

O que acham disto?

-Boa noite. -Boa noite.

Est�s bem, Clarissa?

Estou bem.

-Boa noite. -Feliz ano novo.

Feliz ano novo.

Vai ser um bom ano, sei que vai.

Espero que sim querida, espero que sim.

Que raio � isto? Larga-me!

Disse para os n�o matar ainda.

-Eles n�o est�o mortos, meu! -Cala-te!

Quietos a�!

V�m?

Vamos, Rip.

Eles est�o perto? T�m que estar.

Devia estar nesta �rea.

E ainda assim...

N�o consigo encontrar nenhuma prova daquilo.

N�o dormi muito, e isso pode ser a raz�o de eu...

-Merda. -Desculpa. Desculpa.

Clarissa? Clarissa!

Clarissa!

Bate o sino pequenino, sino de...

-Clarissa. Clarissa! -Ajudem-me!

Abram a porcaria da porta, seus imbecis!

Meu Deus.

Quietos a�!

Byron, querido.

-Est�s bem? -Eles est�o com a Clarissa.

Como? Quem est� com a Clarissa?

N�o sei, s� sei que lhe est�o a p�r um vestido.

-O qu�? -Um vestido de noiva.

-Vou mat�-los. -Tudo bem, tudo bem...

Vamos s� pensar um pouco.

N�o h� que pensar.

-Fomos sequestrados. -N�o, eu quis dizer...

Deus.

Acho que est� pregada.

-N�o... -Deus.

� uma parede s� de uma camada.

-E da�? -Aqui est� podre.

Empurra.

Passa por ali.

-Vens comigo. -N�o vou deixar a Clarissa.

-N�o, n�o! -Tens...

Volta para o acampamento. Pede ajuda.

N�o sei onde estamos.

Eles arrastaram-nos pelo ch�o.

-Deve haver rastos. -N�o!

� lua cheia, h� luz suficiente.

-Amo-te. -Eu tamb�m.

Desculpa por te ter colocado nesta situa��o.

-N�o tens culpa. -Vai. Vai!

Joany. Tem cuidado.

Ol�?

Ol�? Preciso de ajuda.

Por favor, preciso...

� uma menina!

Bate o sino pequenino,

sino de Bel�m.

J� nasceu o Deus Menino

Para...

o nosso bem.

Sa�ste bem, rapaz.

Sim, ela � uma verdadeira boneca.

Quando vou ter uma mulher?

�s muito burro para teres mulher.

-Mas que cara�as! -Tu. Sai daqui!

Av�, n�o cosa o vestido nela!

Quieto, est�s a p�r-me nervosa.

Quem devia estar nervoso, era eu. Sou o noivo.

Joany!

-Que merda � esta? -Rapaz!

-Nesta casa n�o h� asneiras. -O que fazias ali fora?

O que est�s a fazer com ela, Rip? N�o podes ter mulher, ouviste?

-Pega nele, Bill! -Disse que n�o me podes enganar!

Bate-lhe!

In�til.

-D�-lhe! -In�til.

-Bate-lhe! -Como foi que a tiras-te dali?

Deixa ir a minha filha. Ou mato-te.

Incr�vel Incr�vel.

� t�o grande como o Nobbel Roushomen disse que era.

Mas n�o se parece nada com o que o pergaminho Viking descrevia.

Eles descreveram mais como um material flex�vel, cartilaginoso.

Diria que � um material muito mais duro,

parecido com queratina,

como vinil.

D�-me isso.

Vaca!

Vem c�!

Desperdi�aste um bom tiro.

Quase que arrancaste o meu anelar.

Leva-a de volta ao meu quarto.

-Pai! -Estou indo, querida!

Sem lutas nesta casa!

-N�o! -Byron, n�o!

Pai!

Irm�o doido?

Merda!

Nada de asneiras nesta casa, rapaz!

Tudo bem, j� chega!

Este � o meu casamento!

Pretendo casar com esta mi�da e ter uma boa lua-de-mel.

E av�, se tornas a disparar em mim, atiro-te aos porcos.

�ptimo! S� o homem da casa.

Podes acreditar que sim!

Amarrem-na! E se ela se mexer, gritar, chorar ou peidar,

matem-na.

-Vem aqui. -N�o!

-Vem aqui, merda! -N�o, pai!

Pai! N�o!

Tudo bem, tio.

-Estamos prontos. -E ele, Billa?

Deixa-o para o Orpheus.

Vou dizer isto apenas uma vez.

Solta a minha mulher e a minha filha.

Claro que solto.

N�o �s t�o mau com uma perna e meia, n�o �?

Meu Deus. Mato a tua fam�lia parola toda.

Deus!

Tens um animal de estima��o? Tamb�m o mato.

N�o.

Acabou a brincadeira!

Ei, meu.

Conhece o Orpheus.

Trouxe isto emprestado de um museu de Oslo.

Isto � o que procuro h� 17 anos.

Isto � o que eu penso estar aqui enterrado.

Sim,

mas n�o vai ficar enterrado por muito tempo.

Deus!

Deus!

Deus.

Deus.

Quietos!

J� estou casado, tio Hibby?

Acho que � o suficiente.

A� vou eu.

Hoje tenho que fazer sangue!

Vai em frente rapaz, agora �s casado.

D�-lhe uma lua-de-mel apropriada.

Vamos ter outro beb�!

Segura-a!

Levanta!

Sem mulheres para ti, Rip.

N�o aceitamos mais Crawfords como tu.

N�o comeces a choramingar, rapaz!

Tenho 20 anos e meio. Estou pronto para casar.

N�o est�s pronto para nada at� cresceres.

Agora, vai com o Rip at� ao acampamento deles

e desaparece com as coisas deles.

-Tio... -Vai agora.

Vamos, Rip.

Vamos!

� melhor descansar estes ossos velhos e cansados.

Tive que distanciar-me um pouco do ponto inicial.

Porque aqui, nas Montanhas Sierra Diablos,

a maior descoberta geol�gica da era moderna foi feita.

Enquanto a maioria das pessoas est�o familiarizadas

com disparates como o Nessie, o Abomin�vel Homem das Neves

e o Chupa-cabra...

Se est�s familiarizado com uma criatura que renasce

a cada mil anos...

Calma, filho.

Merda...

N�o posso negar uma cara bonita.

Que raio, tu...

�s bonita.

�... acho que o Fij pode ficar contigo.

J� passaste da idade para teres beb�s, n�o?

�s um homem de sorte, Fij.

Foste uma boa aquisi��o para o cl� Crawford.

Achas que �s boa demais?

Vou ter que descobrir.

Eu vou contar.

Mi�da, devias saber que tenho responsabilidades.

Ainda assim, vou contar � av�.

N�o te metas nisto.

Eu n�o ia fazer nada. Ela � do Fij, tu sabes.

E eu?

Quando vou ter um marido?

Quando vou ter a minha lua-de-mel?

N�o � t�o f�cil para as mulheres, sabes disso.

-N�o funciona! -O qu�?

-O que n�o funciona? -Tu sabes.

-Soa familiar. -Ningu�m te perguntou.

Vai buscar qualquer coisa para comer.

Vou ter fome daqui a uma hora e meia.

-Daqui a um minuto e meio. -Parem os dois com isso.

Meu rapaz!

N�o!

Joany.

Onde est� a Clarissa?

No quarto.

Vamos busc�-la e sair daqui.

Acabei de ter a experi�ncia mais maravilhosa.

E tamb�m muito perigosa.

Este animal que ainda est� sob o solo

-Aparenta ter... -Tenho o direito

de ser o pr�ximo a casar.

Porque sou o mais velho e tu n�o �s dos mais bonitos.

N�o precisas chorar, imbecil.

S� estou a dizer que tu n�o �s t�o bonito como eu.

Como estava a dizer, continuo intrigado com este animal,

que parece ter um tent�culo com um chifre ou ferr�o na ponta.

Uma caracter�stica nunca mencionada nos meus 17 anos de pesquisa.

Isto faz-me pensar se h� outras surpresas � minha espera.

O renascimento deste animal...

Vamos, meu! Defende-te!

Porque est�s aqui?

Deixa-me em paz!

Deixar-te em paz?

-�s que tipo de bandido? -Sou um cientista!

Espera. O que disseste?

Vamos ouvir o tipo, Rip.

Cientista? �s esperto?

Sim. Sim.

-Conheces algum doutor? -Sou doutor.

Em zoologia. Universidade de Cleveland.

N�o precisamos de um doutor do zool�gico.

Precisamos de um doutor m�dico.

O nosso pessoal est� com problemas de sa�de.

Eu mudei para medicina veterin�ria.

Animais de quinta, principalmente.

Que pena. Pod�amos usar-te como m�dico de pessoas.

Podes acabar com ele, Rip.

N�o! N�o! Eu sou m�dico!

Posso ajudar a tua fam�lia.

� melhor estares a dizer a verdade.

Vamos, Rip.

A floresta est� cheia de surpresas esta noite.

Chega de gritar, chega de lutar chega de tudo.

Se n�o te portares bem, o teu marido n�o vai ser o �nico a perder a cabe�a.

A mi�da ali ser� a pr�xima.

Percebeste?

Est�s bem, tio?

Vamos fazer um bonito funeral amanh�.

Vou coloc�-la ao lado do tio e da tia no cemit�rio.

O maldito matou-a.

Homem sem cora��o.

E agora n�o tem cabe�a.

Ei, tio. Preciso de um pouco daquele rem�dio para a lua-de-mel.

Tens?

Toma. Mastiga isto.

Tens de te meter em tudo, n�o �?

Vejam quem n�s encontr�mos.

N�o, quem � este?

Ele � m�dico, Billa. Pode-nos ajudar.

Para que � um m�dico, Fij? J� temos o tio Hibby.

Sei l�, pensei que um m�dico ia ser �til

para tratar das nossas doen�as.

Do reumatismo da av� Willow, talvez.

Abaixa essa coisa.

Rapazes...

tenho m�s not�cias.

-A av� Willow morreu. -O qu�? Como?

O maldito deu-lhe uma machadada.

Ela est� em repouso.

Ent�o �s m�dico, n�o �s?

Consegues ressuscitar os mortos, doutor?

N�o. Claro que n�o.

Foi o que pensei.

Rip...

Est� bom. Amanh� vamos velar mais.

Leva-a de volta agora.

T�m muito trabalho a fazer.

N�o vou fazer nada!

Precisas controlar.

Onde encontraste o doutor?

Na Senda dos Mortos.

Bem. Vai buscar as coisas dele.

Traz tudo para c�.

Est� bem.

Esta floresta est� mais agitada que bichos na madeira.

N�o quero que ningu�m encontre nada que os traga at� aqui.

Achas que vou poder casar tamb�m, Billa?

Veremos.

Vamos ver.

Vamos, Rip. Vamos ali.

Consertem essa janela tamb�m.

Est� bem. Tudo bem.

Isto vai resolver todos os nossos problemas.

Merda!

� bom que isto funcione, tio.

Vamos descansar um pouco.

Deixar o rem�dio come�ar a fazer efeito.

Isso. Posso sentir agora.

Estou a sentir.

Estou a sentir.

Sabes...

�ramos s� n�s, nunca vimos ningu�m aqui.

S� vagabundos e ca�adores, mas...

nunca pol�cias, campistas ou coisas do tipo.

Acho que est� na hora...

de mudarmos para o interior da montanha.

Tu e eu...

agora que estamos casados,

vamos viver bem.

Vamos ter o nosso pr�prio cl� Crawford. O que achas?

Acho que est� a funcionar!

Nada nos impede agora, n�o �?

Pearlene. � melhor ficares quieta se sabes o que � bom para ti.

N�o ia dizer nada.

Tenho o meu pr�prio homem agora.

Faz o que quiseres.

Acho que entendeste o recado do Billa, n�o?

Vou desamarrar as tuas pernas agora.

Ningu�m liga para o que achas, Rip.

E n�o sei o que aquele m�dico queria para entrar na nossa floresta.

Porque est�s com este chap�u? N�o precisas disto.

Querido.

-Acordaste. -O qu�?

Onde...

Quem �s tu?

Eu vou ser a tua nova mulher.

�s louca?

Vais-me dar um beb� saud�vel.

As coisas s� v�o melhorar se eu casar.

Ouviste alguma coisa?

Em nome do Jesus Todo-Poderoso!

N�o posso dizer que j� vi uma coisa assim antes.

Para onde foste?

Jesus Cristo!

N�o blasfemes nesta casa!

Est� a acontecer! Est� a acontecer!

Que raio...

N�o! N�o! N�o me segures, desgra�ado!

Desamarra-me, sua puta louca!

Que raio est�...

Billa. Ajuda-me!

Mas que merda!

Eu avisei-te, sua puta!

Vais perder a cabe�a!

Vai-te foder!

Sabes o que queria? Nunca ter conhecido a tua fam�lia.

Eu tamb�m.

O que � isto?

Passos.

Corram!

Vamos sair daqui. Onde est�o a tuas roupas?

Joany. Onde est� o meu pai?

-Agora n�o. -Assim como, agora n�o?

Joany, onde est� ele?

-Joany, onde... -Morto, cara�as. Ele est� morto!

Controla-te. Controla-te. Est� bem?

Vamos. Vamos, levanta-te.

Vamos ali. Vamos, vamos. Por aqui.

Corre! Corre!

Meu Deus. Meu Deus!

Ali, tem um po�o.

Tudo bem. Foi embora. Foi embora.

O que era aquilo? O que era aquilo?

O que era?

N�o sei, querida. N�o sei.

Temos que descobrir uma maneira de sair daqui.

Joane. Tem uma corda. Tem uma corda!

A minha c�mara! A minha c�mara.

Onde est�? Preciso gravar a minha descoberta.

Precisas ficar quieto.

Vai-te foder!

Mata-a!

A minha c�mara. A minha c�mara.

Onde raio... Onde est� a minha c�mara?

Onde est� a minha c�mara? A minha c�mara...

Onde... Onde...

Suas putas!

-Puta! -Desgra�ado!

Desgra�ado!

Desgra�ado!

Filho da puta!

Desgra�ado!

N�o!

H� outras coisas para nos preocuparmos. Vamos.

Jesus...

Algu�m que me ajude!

N�o. N�o!

BEM-VINDO A MASON'S GROVE

A NOVA CAPITAL DA MADEIRA NO OESTE

Pai gostava disso.

Ali dentro.

Acho que isto vai servir.

Porqu� aqui? N�o podemos achar outro pr�dio?

� a constru��o mais resistente da cidade.

Tem um buraco no tecto.

Vem c�.

N�s...

Escondemo-nos nos cantos, est� bem?

Ao amanhecer sa�mos daqui.

Claro.

Clarissa...

Aquele homem...

N�o.

Ele n�o me tocou.

Est� tudo bem.

Pearlene?

Acorda, querida. Acorda, querida.

Acorda.

O que foi?

Pensei ter ouvido uma coisa.

Est� tudo bem. N�o vos vou magoar.

-Quem �s? -S� quero a minha c�mara.

Est� na tua mochila.

N�o estou armado.

-N�o sou um deles. -Eu sei.

N�o tens um telem�vel, ou tens?

N�o. Posso levar a minha c�mara?

Obrigado.

Tens carro? Acampaste aqui perto?

Fiz um trilho h� uma semana, desde Keila Creek.

Keila Creek? A que dist�ncia fica?

Cerca de 75km em direc��o ao norte.

-Preciso mesmo ir. -Espera. Espera.

N�o achas melhor juntar-nos para sair da montanha?

Sair da montanha?

Porque ia querer fazer isso?

Ningu�m vai sair daqui.

Aqui est� ela. Aqui est� a minha Bum Bum.

Isso.

N�o venho aqui desde que era rapaz.

Tenho boas lembran�as deste s�tio.

Lembran�as muito boas.

Por favor, deixa ir a minha filha.

N�o! Trouxeram o dem�nio at� n�s.

Sou o �ltimo dos Crawford, gra�as a voc�s.

Quero que fa�as as honras.

Devia-te ter matado.

�? Mas n�o mataste. Ent�o, bau-bau.

O que se passa?

Que horas s�o?

Talvez 3 da manh�.

Cristo.

Vai j� acabar.

Do que est�s a falar?

Quem �s tu, afinal?

O trabalho da minha vida.

� o trabalho da minha vida.

E estou a perder. Tudo por causa de uns parolos.

Que tipo de cientista �s tu, afinal?

Zoologista.

Criptozoologista, na verdade.

Cripto?

O que � criptozoologia?

Ele persegue o P�-Grande.

N�o persigo contos de fadas.

Est�s acordado. Que bom!

N�o queria que perdesses a divers�o.

O que � isto?

O meu pr�prio rem�dio pessoal...

para algumas dores e sofrimentos.

O teu amigo, ali fora vai acabar por vir aqui.

E vai-te ver por aquele buraco ali em cima.

Ele vem at� ti e vai-te agarrar.

E tu...

Vais ser o pr�ximo peixe no anzol.

Que coisa horr�vel, n�o?

Ser comida viva.

Vamos come�ar. Voc�s os tr�s aguentem a�.

Vou procurar o nosso amigo.

N�o! Tu n�o podes...

N�o temos muito tempo!

Temos de sair daqui.

Est� trancado. N�o h� outra sa�da.

O desgra�ado sabe fazer um n�.

� o animal mais raro do mundo.

Tens de tirar a dinamite da blusa.

Eu sei.

S� apareceu uma vez at� onde eu sei.

Merda.

-Desculpa. -Leva mil anos

para a larva crescer at� � idade adulta.

Queres calar?

E n�o vai viver muito depois do amanhecer.

Espera. Aquilo vai morrer?

Vai morrer ao amanhecer.

Sim. Ao amanhecer.

� bem prov�vel.

Raio...

N�o est� bem.

Vamos. Carne fresca.

As amarras est�o a afrouxar, acho eu.

O que � isto?

Est� aqui.

A� vamos n�s.

Merda!

N�o!

-Ajuda-me! -Que horror ser comido vivo.

Aqui em baixo! Deixa-me ver o que tem mais.

-Cala-te, idiota. -Meu Deus, meu Deus, meu Deus.

� verdadeiramente incr�vel.

A minha c�mara! Preciso da minha c�mara!

N�o! N�o! N�o v�s embora.

N�o v�s!

Volta! Volta!

Volta! Volta!

N�o!

-Clarissa...

-N�o! -Vais precisar, Clarissa!

N�o, Joany!

M�e...

Socorro.

Legendas

Tradu��o

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Fim

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