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Pouco antes da alvorada...
aterrissou uma nave perto do Phillipsburg, Colorado.
Trazia para a Terra um carregamento experimental e perigoso.
Duas d�zias de esporos.
Ap�s as expor � atmosfera terrestre...
cada uma se desenvolver� e se transformar� em um alien�gena adulto.
Deste experimento...
dependem futuros envios de centenas...
possivelmente milhares de invasores alien�genas.
E, possivelmente, o futuro da ra�a humana.
Quando vai comprar um autom�vel de verdade em vez desse brinquedo?
S� ficaria gordo e pregui�oso, como alguns.
Gordo eu? Isto � m�sculo!
Como vai a� fora?
Deve haver 40 toneladas de terra por toda a estrada.
Se vir o cara da escavadora diga-lhe que se encarregue.
- Fique aqui, volto logo. - Boa ca�a.
OS INVASORES
Uma produ��o Quinn Martin.
Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.
Os invasores...
seres alien�genas de um planeta que se extingue.
Seu destino: A Terra.
Seu prop�sito: Fazer dela seu mundo.
David Vincent os viu.
Para ele tudo come�ou em uma noite em um caminho solit�rio...
quando procurava um atalho que nunca encontrou.
Come�ou com um restaurante fechado e abandonado...
com um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.
Come�ou com a chegada de uma nave de outra gal�xia.
Agora David Vincent sabe que os invasores est�o aqui...
que assumiram a forma humana.
De algum modo, ele deve convencer um mundo descrente...
que o pesadelo j� come�ou.
Atores convidados: Gene Hackman
Mark Miller
Patricia Smith
John Randolph
Wayne Rogers
Epis�dio desta noite: OS ESPOROS.
Perguntarei outra vez, Sr. Jessup.
Est� certo de que o que viu...
n�o � o que disse o sargento Goldhaver?
O truque de magia?
- Temo que n�o. - Mas estava ali!
N�o digo que n�o aconteceu, s� que n�o o vi.
Ia pela estrada, e quando vi o caminh�o me joguei.
Fiquei desacordado alguns segundos.
E o que aconteceu com as pessoas que estavam l� dentro?
Ernie, n�o sabemos se havia algu�m dentro.
Exceto o condutor, � obvio.
E certamente entrou no bosque, desorientado.
� certo de que os rapazes o encontrariam.
Disse-lhe isso, vi dois...
Podemos falar?
Sr. Jessup, se nos desculpar, quando voltarmos pode ir.
Ernie...
Sente-se, Ernie.
N�o acredita em mim, n�o �?
Ernie, sente-se.
O que tem para me dizer?
- Te dizer o que? - J� sabe do que falo.
Acha que estive bebendo outra vez.
E?
Hoje n�o. Faz dois anos que n�o.
Ernie, seja sincero.
Sou sincero, n�o provei uma gota desde que me suspenderam.
Olhe, quanto falta para se aposentar?
Um ano e tr�s meses. Por que?
O que acha que acontecer� se eu enviar esse relat�rio?
N�o sei.
Claro que sim, saber�o que quem o escreveu estava b�bado.
Acredita nisso?
Ernie, desde que cheguei seu expediente est� limpo.
� dos melhores.
Eu gostaria de acreditar em voc�.
N�o estou mentindo! Nem para voc�, nem no relat�rio.
Sim e para o menino da emissora.
Ernie, deveria n�o ter feito.
- Mas vi tudo! - Acredito que viu!
Se lhe suspenderem outra vez, sua aposentadoria come�a j�.
Sem pens�o.
Poderia jurar que o que viu n�o foi uma ilus�o �tica?
N�o sei.
- Possivelmente foi. - Claro que foi.
Diga ao Sr. Jessup que pode ir.
H� algumas horas...
ouviu-se uma estranha not�cia no r�dio.
Um xerife de Phillipsburg...
notificou um acidente em que os passageiros desapareceram em chamas.
A imagina��o de um policial?
Ou prova dos invasores?
David Vincent vai a Phillipsburg para averiguar.
J� falamos, foi um efeito �tico e nada mais.
E se n�o foi?
E se o sargento viu realmente?
Se tivesse chegado antes podia ter perguntado a outra testemunha.
- Ele n�o viu nada, poderia acreditar. - Outra testemunha?
Sim, um tal Jessup. Meus homens acompanharam-no ao �nibus.
Como ele �?
Uns trinta, cabelo claro, traje cinza, acredito.
N�o, era marrom.
Sa�a quando voc� entrou. Deve t�-lo visto l� fora.
Acredito que sim.
- Onde ocorreu o acidente? - O que importa?
Queria saber.
Na estrada, a 100 metros a este, lado do cruzamento do Milford.
Obrigado.
Come�a a mudar o relat�rio.
Desculpe, estou no caminho de Milford?
Est� perdido?
Sim, aluguei o autom�vel, mas n�o pedi um mapa.
Vire a primeira � direita e siga 40 quil�metros.
Obrigado. Quer que o leve?
Se n�o lhe importa parar para que eu use o telefone.
Claro, n�o h� problema.
Meu autom�vel quebrou h� alguns quil�metros.
Tenho uma reuni�o em Milford.
Harper, Dave Harper, seguros.
Tom Jessup...
sou vendedor.
- O que vende? - O que?
J�ias? Com essa maleta...
Sementes.
S�rio?
Tudo come�a com uma semente.
Inclusive n�s.
Nunca me haviam exposto assim.
Quem sabe, possivelmente algum dia inventemos uma esp�cie nova.
Do que?
Quem sabe.
Talvez de pessoas.
Ali h� uma cafeteria. Devem ter telefone.
Sr. Harper...
incomodaria-lhe fechar o autom�vel?
- Pela maleta. - Claro.
Acredito que a levarei l� para dentro.
H� muitas pessoas.
H� muitas pessoas que falam demais.
Caf�, por favor.
Ah irm�o, para que lugar que nos trouxe.
Fazem boa comida.
Sim, h� amostras no menu.
N�o se danificaram. Mas morreram tr�s dos nossos.
Eu sei, mas tenho que levar os esporos � chocadeira.
Bem. Onde nos encontramos?
Direi a este homem que me deixe.
Coloque de volta.
Senhor. Aqueles garotos roubaram sua maleta.
- Chamarei um m�dico. - Chame a pol�cia.
Chame pol�cia!
O que acha que h� l� dentro?
Algo que n�o t�nhamos antes.
At� mais tarde, amigo.
- Isso foi uma estupidez. - O perdemos, n�o �?
- Digo de pegar isso. - Cale-se.
Viu como ele nos menosprezava.
Mas n�o tinha porqu� o roubar.
Voc� tamb�m? Por que n�o v�o embora?
- E se ele chamar a pol�cia? - Se ele o fizer a culpa � sua.
Se n�o tivesse se assustado n�o nos teriam visto.
- Estavam olhando voc�. - Olhavam a briga.
Vamos ver o que temos.
- Me deixeeu tentar? - O vizinho tem ferramentas.
Volto j�.
� o Jessup. Levaram os esporos.
N�o, n�o sabem o que s�o.
N�o posso, estou em um autom�vel roubado. Ter� que me pegar.
Apresse-se. Se a abrirem poder� ser perigoso.
Os garotos n�o importa. Mas Jessup e a maleta sim.
S�o apenas garotos que levaram simples sementes.
N�o � somente um carro, chefe.
O que quer dizer?
S� sei que sou o respons�vel pelo carro.
Provavelmente vamos trazer o carro de volta.
J� poder�amos t�-lo feito...
Estou denunciando o roubo de um carro e voc� deve investigar.
- Est� me dizendo o que tenho que fazer? - Algu�m tinha que faz�-lo.
Est� bem...
Muito bem. Ernie, pegue a descri��o do autom�vel.
- Ponha no canal de rotina. - O tempo � vital.
Tenho uma cidade cheia de problemas, o que quer?
Se encarregue, Ernie.
O que vai fazer?
Sair outra vez, em algum lugar terei que come�ar.
Importa-se que o acompanhe?
Poderia lev�-lo com meu carro.
Est� claro que algo estranho acontece...
e possivelmente voc� sabe o que.
Possivelmente.
O que havia na maleta?
Nada bom.
Que material mais duro.
- Hal. - O que?
- Vamos devolv�-lo. - Nem brincando.
Possivelmente nos perdoem se o devolvermos.
Talvez ele tenha raz�o.
Se tanto o quer, fique com ele.
Cansei de ser sua bab�.
Vamos, ele � que tem um trabalho.
� quem paga as despesas.
S� porque cada vez que aparece um servi�o ele est� ali para atrapalhar.
Isso � mentira.
E aquela vez que um cara nos dava $200 por semana para dirigir?
Teve que desistir.
Sim.
Queria que lev�ssemos autom�veis roubados para outro estado.
Isto parece um bom neg�cio?
N�o posso abr�-la.
Pois vamos devolv�-la.
N�o vamos ficar aqui o dia todo.
Bem.
O que vai fazer?
Melhor perguntar o que voc� vai fazer.
Levou algo meu.
N�o sei do que est� falando, cavalheiro.
Devolva-me isso. Devolva-me isso agora.
N�o tenho nada seu.
O que faz?
Onde est�?
Quer morrer?
Meu irm�o. Est� com ele.
E onde ele est�?
N�o sei.
Eu posso matar voc�.
Ficarei com a chave.
Eu deveria ter dado o cheque.
- Seu irm�o diz que tem minha maleta. - Me livrei dela.
- Onde? - Atirei-a no convers�vel branco.
O do teto negro.
Ser� melhor que n�o tenha mentido.
Nunca pensei que n�o pud�ssemos pagar um local para dormir.
S�o $7. Uma vela de autom�vel?
Aceitar�o o cart�o de cr�dito.
Sinto ter ido a Las Vegas e perder o dinheiro.
Sinto muitas coisas...
Mas o fato � que est� feito.
Agora estou cansado e preciso dormir.
Logo conseguiremos algo, sempre conseguimos.
Esta vez n�o, estamos acabados.
Financeira e espiritualmente, e j� estou farta.
De quem � isto?
Nosso n�o, nunca o vi.
Disse que conseguiria algo.
J� estamos o bastante desesperados para roubar?
N�o, mas sim para aceitar uma recompensa ao devolv�-lo.
Algo t�o fechado ou � de uma mulher, ou s�o diamantes.
E n�o me parece ser de uma mulher.
Entre para nos registrar.
vou ver se encontro uma ferramenta.
Claro...
rouba a mala e nem olha o que h� dentro.
N�o pudemos abri-la, eu juro.
Tem um telefone?
Frank, � o Ernie.
Um convers�vel branco com capota negra para o sul pela 94.
Ponha em busca, ok?
H� quanto tempo?
Quem?
J� o est�o procurando.
Jessup ligou.
Para que enviar uma ambul�ncia? J� est� morto.
Vamos. Vamos dar o fora daqui.
Podemos?
Vamos.
Estou quase conseguindo. Qual seu palpite?
Com sua sorte, roupa suja.
Seu problema � que n�o tem f�.
� horr�vel.
Deve valer algo.
O que s�o?
Algum tipo de sementes?
Sementes asquerosas, vamos nos livrar delas.
Deixa que encontre o dono.
- Algu�m nos pagar�. - N�o quero esperar.
N�o tinha visto nunca algo assim Rally.
Quero ir para casa sem essas coisas, se livre delas.
Se esquece de que estamos na ru�na, n�o temos nada.
Podemos come�ar de novo, mas tem que ser paciente.
N�o podemos nos permitir pagar um motel, e eu tenho que ser paciente?
Para que volte a apost�-lo? Onde est�o as chaves?
Est� bem, tamb�m vou.
N�o com essa... caixa.
Pode ir em um avi�o e se desfazer disso.
Como?
Com o cart�o de cr�dito.
A aut�psia dir� que morreu de uma hemorragia cerebral.
Como sabe?
J� vi isto antes.
Um menino de sua idade... Que duro.
� pior que duro.
Foi assassinado.
N�o gosta que as coisas fiquem calmas, n�o �?
Quando as coisas est�o calmas solta-me outra bomba.
Discos voadores, alien�genas...
Espere um segundo...
voc� viu como morreram os dois esta manh� no acidente.
Est� bem.
Parece que Jessup e seu tenente s�o amigos.
Do que est� falando?
O que voc� sabe sobre o Mattson?
Que tem boas refer�ncias e est� h� um ano aqui sem problemas.
Se eu matasse algu�m n�o iria � pol�cia sem um amigo l� dentro.
Est� louco, n�o sabemos se Jessup matou algu�m.
S� queria recuperar sua maleta.
Ernie, sei como trabalham.
Trouxeram um disco voador porque Mattson � um deles.
Ele � quem lhe disse que n�o entregasse seu relat�rio.
Tudo encaixa.
Foi divertido...
mas chega. Fora.
Sei como soa, mas confie em mim e comprove-o.
Como? Arriscarei minha pens�o...
mas n�o penso em passar minha aposentadoria em uma camisa de for�a.
N�o ia r�pido nem passei um sem�foro vermelho...
posso ir agora, por favor?
Quanto tenho que esperar aqui?
N�o muito.
- Encontrou seu amigo? - Sim.
N�o est� com ela.
Sinto...
hav�-la incomodado, mas...
perdi uma maleta, e esperava...
- que me ajudasse a recuper�-la. - Eu n�o a peguei.
Ningu�m disse que o fez.
Mas lhe agradeceria qualquer ajuda.
Como agradeceria?
Digamos...
200 d�lares?
Est� bem.
500.
Por um punhado de sementinhas?
Tem um trato.
O que acontece?
Nada. Estou um pouco cansado.
Alguma not�cia sobre a maleta?
N�o.
Vou pedir um caf�, quer um sanduiche ou algo?
Obrigado. Um sanduiche de carne.
Telefonista.
Sou o sargento Earnest Goldhaver.
Me comunique com a pol�cia da Philadelphia a partir de meu telefone.
Sim, senhor. Seu telefone?
6231399.
Anotou o n�mero?
Sim, senhor.
Departamento de pol�cia, aqui � o sargento Myons.
Sou o sargento Goldhaver, de Colorado.
Certo.
Eu...
Procurava refer�ncias de John Mattson.
Trabalhava com voc�s?
O conhecia, um bom homem.
Bom... Onde est� agora?
N�o sabe?
Suponho que n�o. O que houve?
O mataram no ano passado.
O juiz chamou de homic�dio, n�s, assassinato.
Posso lhe dar o n�mero da mulher dele.
N�o, obrigado sargento.
Muito obrigado.
Esqueci a carteira.
- Jack? - Sarah!
- Gra�as a Deus. Tinha raz�o. - N�o, n�o tinha.
- Sarah, tenho que te dizer algo. - Escuta...
- N�o, escuta voc�, a caixa! - Encontrei o dono.
- Livrei-me dela. - Nos d�o $500 por ela.
Se livrou dela?
- Onde? - Vamos.
Onde a levamos?
O que se faz com uma semente?
Vamos plant�-las? Onde?
Na casa de madeira, burro, onde seria?
N�o me parece boa id�ia. Poderiam ser perigosas.
Ningu�m te disse para vir.
Aonde v�o?
- � casa de madeira. - Cale-se idiota.
Posso ir?
� perigoso. Nitroglicerina e dinamite.
N�o diga a ningu�m, Liz. Sobretudo a mam�e.
Ok.
Quer nos matar?
Sinto muito, senhor. N�o voltar� a acontecer, senhor.
Trabalha-se com algu�m um ano...
e acredita-se saber tudo sobre ele.
Mattson e eu est�vamos unidos.
Fui um idiota.
Conhe�o a sensa��o.
Agora sim tenho um relat�rio para preencher.
Acreditar�o que voltei a beber.
Possivelmente voc� deveria assinar voc� o relat�rio tamb�m.
Se encontrarmos a maleta acreditar�o no que lhes diz.
Quase brindaria por isso.
Delicioso.
J� comeu Mark?
Prova um.
Melhor fazer voc�.
Est�o loucos!
D� o fora daqui, covarde.
N�o se preocupem.
N�o aconteceu nada.
O relat�rio diz que voc� estava com a maleta.
Se a tivesse teria dado ao Sr. Jessup.
Ao menos oferecia dinheiro por ela.
Quando atirou a mala, havia algu�m?
N�o.
- Est� certo? - J� disse, ningu�m.
S� alguns meninos.
- Que tipo de meninos? - Meninos.
Meninos, com sardas certamente, apenas, meninos.
Obrigado.
N�o est� zangada, n�o �?
- Por que? - Joguei a maleta...
perdemos a recompensa...
� a primeira vez que esteve com uma m�o ganhadora.
Como faremos?
Casa por casa, uma a uma.
N�o ligou? N�o deixou nenhuma mensagem?
Mattson? Desapareceu.
O tenente Mattson est�?
N�o. O que aconteceu?
- Quando volta? - N�o sei.
Se voltar, diga que vim v�-lo.
Uns amigos encontraram algo que acredito que � perigoso.
- O que encontraram? - N�o estou certo.
- Uma maleta de metal? - Sim, senhor.
Eu perdi uma maleta.
N�o disse que n�o continha nada perigoso.
S�o s� sementes.
- N�o � assim? - Sim, senhor.
- E as sementes n�o s�o perigosas. - N�o, senhor.
Temos um carro l� fora. Acompanha-nos?
Diga ao tenente, por favor.
Ol�.
- Onde est� sua mam�e? - N�o est� em casa.
- Como se chama? - Elizabeth Garber.
Tem algum irm�o?
- Como se chama? - Earl Garber.
E onde est� Earl?
N�o direi nada, n�o me podem obrigar.
Elizabeth...
seu irm�o tem uma caixa? Parece uma maleta.
Onde a levou?
� pelo uniforme. Esperarei fora.
O que tem na caixa?
- Dinamite. - Dinamite?
N�o deveria brincar com dinamite. Onde ele est�?
- Na casa de madeira. - O que � a casa de madeira?
� para as flores.
Ah, j� sei o que �. Obrigado.
Tudo ficar� bem.
Olhe como crescem. Se entrar algu�m vamos ter problemas.
Eu n�o estarei aqui.
Esperem l� fora.
Tinha que nos que delatar.
Tire-os daqui.
Meninos, corram!
Estou bem.
- Queria ter outra pistola. - Queria ter uma bomba.
Se tiv�ssemos uma garrafa vazia...
S� temos uma cheia. No porta-luvas.
Queria que n�o tivesse atirado assim a garrafa, Vincent.
Era bom u�sque.
Aqui est� tudo.
Quer assinar como testemunha? Em todo caso n�o far� mal.
Ernie, n�o o entregue.
N�o? Por que essa mudan�a?
Quanto falta para que lhe d�em a aposentadoria?
Pouco mais de um ano?
N�o se arrisque a perd�-la.
Isto � importante. Eu gosto do dinheiro como qualquer um, mas...
certamente n�o acreditam em voc� mais que a mim.
- Mas voc� me disse isso. - Fa�amos um trato.
Em um ano, quando tiver aposentado, se continuar com isto nos encontramos.
Voc� e eu. Parece-me bom.
Mas a garrafa no porta-luvas...
- Esque�a. - J� era para jog�-la h� um tempo...
pensava em voltar a beber.
N�o estava certo.
Eu estou certo.
- Um ano e tr�s meses. - Parece-me bom.
- At� logo. - At� logo, David.
A destrui��o dos esporos � uma vit�ria para David Vincent...
em uma guerra sem tr�gua em que as vit�rias escasseiam.
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