All language subtitles for Hidden.Camera.2007.720p.WEBRip.x264-.YTS.AM(port)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish Download
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

CONSPIRA��O GLOBAL

Espera a�. Acciona a c�mara seis.

C�mara seis no ecr�.

Quantos corpos?

Cinco.

Quem � que descobriu isto?

Fui eu. Ia a passar pelo quarto e notei um fedor horr�vel.

Uma das v�timas foi o atirador.

Encontraram alguma arma?

No ch�o. Uma Colt Delta Elite.

Uma autom�tica de 10 mm? Mais alguma?

Duas das v�timas tinham armas de pequeno calibre nos casacos.

N�o foram disparadas.

Talvez um neg�cio que tenha corrido mal.

Ainda n�o identific�mos todas as v�timas. Apenas uma.

Peter Kovaks, ojornalista. Levou um tiro na cabe�a.

Jesus Cristo...

Esta ainda vai ser a nossa melhor hist�ria.

Continuo a dizer que �s doido.

Ent�o...

Esperem. Malta.,. N�o � assim que trabalhamos!

O que � que ele est� a fazer?

Leni, mas que merda?!

� assim que eu... Que eu resolvo as coisas.

Aqueles idiotas apontaram-me uma arma � cabe�a!

A pol�cia n�o veio. Ningu�m te veio salvar. �s de confian�a.

Obrigado. Agrade�o isso.

Agora podes pedir a algu�m para me desamarrar, por favor?

- Nunca mais voltes a fazer isso. - Sabes, eu n�o sou um deles.

- De quem? - Do norte. Eu nasci em Seul.

Parab�ns, E porque � que eu me iria importar com isso?

Eles s�o bons para fazer neg�cio.

Conheces a Embaixada deles aqui? � a melhor.

As embaixadas s�o territ�rio nacional, sabias?

Eles fazem entrar e sair mercadoria. De cidade para cidade.

Pa�s para pa�s. Ningu�m lhes pode tocar.

- Mais uma vez, porque � que... - �s bom...

- A tua mercadoria? Est� aqui. - Est� aqui? Neste momento?

- Queres v�-la? - Sim, quero muito.

Hora do espect�culo.

De primeira. Intacta. N�o tem mais de dezasseis.

Eu disse-te que conseguia arranjar.

Inacredit�vel.

Sim, conseguiste. E apesar de eu n�o gostar dos teus m�todos...

,,. Gosto dos resultados, Portanto, � como concord�mos.

Vinte mil por rapariga? Fazemos neg�cio?

- Neg�cio feito. - Muito bem. Vamos l�.

Vamos!

Pol�cia!

Pol�cia?

Toca a andar!

Pol�cia! Ningu�m se mexe!

- Pol�cia? Tu �s pol�cia? - N�o, Leni. N�o. N�o sou pol�cia.

Sou jornalista, E isto...

... � como eu resolvo as coisas.

Vai-te lixar!

Cala-te!

Vai-te foder!

Eles apontaram uma arma � tua cabe�a, Dan.

A pol�cia estava preparada mas tu n�o fizeste o sinal.

Como � que soubeste que eles n�o te iam matar?

- Eu n�o sabia. - � isso que eu quero dizer. �s louco!

Ent�o, Alex...

Ent�o, Alex. Est�s a agir como se fosse a primeira vez que trabalhamos juntos.

Sabes o tipos de hist�rias que fazemos...

Porque � que tenho a sensa��o que vem a� um serm�o?

Fazemos as hist�rias reais que mais ningu�m faz.

Aquelas que tocam mesmo ao cora��o.

E depois podemos vend�-las � esta��o televisiva que pagar mais.

Quero dizer, somos livres, E isso � maravilhoso, N�o percebo...

- Finalmente. Est� desligado. - Tenho que mandar cortar aquilo.

Estava a pensar que, para a pr�xima hist�ria, temos de ir at� Marrocos.

H� l� um homem, Ahmay...

Tem uma pista sobre uma hist�ria e diz que a vamos fazer explodir.

Alex, o que se passa?

Dan, n�o sentes falta de ter uma esta��o de televis�o a que possas chamar casa?

Est�s a brincar comigo? N�o, Quantas vezes j� fal�mos sobre isso?

- N�o me lixes. Quem? - A UBN. Aceitei a oferta deles.

Desculpa, Dan. Vou tirar uns dias de f�rias

e depois vou para Nova lorque.

Mas eu preciso de ti.

N�o precisas de ningu�m a n�o ser de ti pr�prio.

E eu preciso de fazer isto. Por mim.

Ol�. Como est�o as coisas na solarenga Espanha?

- J� partiste mais cora��es? - Sim, provavelmente o meu.

Pois,,. Como se isso alguma vez pudesse acontecer.

Escuta, estou a ligar-te para te lembrar que a minha despedida

de solteiro � daqui a duas semanas.

N�o vais desiludir um velho amigo do bairro, pois n�o?

N�o h� nada que me impe�a de ir a� para te ver destruir

completamente uma vida de liberdade e felicidade.

Sim, sim...

Um dia vais encontrar a mulher certa e ent�o, meu amigo,

- at� tu ficar�s a saber como �. - Duvido.

Telefonei s� para confirmar. N�o te metas em trabalhos, sim?

Vai apanhar bandidos a�, seu pol�cia duro,

e vemo-nos em Nova lorque.

Sim, sim. Gosto muito do trabalho. Gosto muito.

Trabalha com a c�mara.

Espero que percebas que a imagem que est�s a filmar

n�o precisa de quaisquer passagens ou directos.

De facto, sim,., Percebo isso.

As lindas historiazinhas fragmentadas com seis horas de v�deo!

� espantoso, n�o achas?

S� uma pergunta. Achas que consegues colocar aquela c�mara neste casaco,

Talvez por cima do bolso esquerdo?

N�o vejo porque n�o. Bom, sim. Tens algum encontro amoroso

que queiras guardar para a posteridade?

Vou encontrar-me com um informador por causa de uma hist�ria nova.

Com certeza. D�-ma c� que eu instalo-a no teu casaco

e fico � espera de editar o teu novo informador.

Obrigado, Ludovic.

Hotel Vincci Soho, por favor.

Dan! Dan!

Tens um irm�o que mora no Paseo de Gracia?

Sim. Acho que ainda vive l�. Porqu�?

A mulher dele tem tentado contactar-te.

J� telefonou v�rias vezes e...

- O que �, Yolanda? - Lamento muito, Dan...

O teu irm�o est� morto.

- Ol�. - Ol�.

Ena, Kathryn! Olha s� como cresceste. Meu Deus.

Sou o teu tio Dan. Lembras-te de mim?

Trouxe-te isto. � um presente. Um regalo. � um livro de fotografias.

Viste o meu pai?

Kathryn.

N�o te importas de ir para o teu quarto?

- M�e... - Por favor, querida...

Sim, j� passou muito tempo.

- � bom ver-te. - Lamento.

Ela j� sabe?

Eu disse-lhe mas acho que ela ainda n�o compreende.

- Nem eu sei se compreendo. - Entra.

A pol�cia encontrou-o no Medina Royal. Com mais outros quatro,

A �nica coisa que me disseram foi que parecia um caso de homic�dio, suic�dio.

A s�rio? Homic�dio, suic�dio?

Homic�dio, suic�dio. O que � que ele estava l� a fazer?

- Estava a trabalhar numa hist�ria. - Sobre o qu�?

N�o sei. Ele nunca falava das suas miss�es. Mas esta parecia...

- N�o sei.,. Diferente. - Isto n�o faz sentido.

Dan, eu sei que voc�s tiveram os vossos desentendimentos mas...

Alguma vez, tu...?

Tive inten��o de lhe telefonar tantas vezes mas depois uma semana

passava a duas, a um m�s, um ano... Acho que sou teimoso.

N�o eras o �nico.

O Peter n�o concordava com o tipo de reportagens que fa�o.

Pelo amor de Deus, ele ganhou um Pulitzer.

- Tu n�o eras assim t�o diferente, Dan. - N�o.

Da �ltima vez que o vi, ele disse que eu chafurdava na lama

com um porco, ou algo assim.

O Peter amava-te. Queria o melhor para ti.

- M�e! - Quero que me fa�as uma coisa, Dan.

Preciso que descubras o que puderes sobre a morte do Peter.

N�o, n�o, Juliana, N�o vi c� por isso.

S� c� vim para saber se tu e a Kathryn estavam bem.

- Dan, por favor. - M�e, vem c� por favor!

H� algo mais, sinto-o.

Pensa nisso.

- Olha para isso. - O que tens aqui?

- A minha casa de bonecas. - Sim, � uma casa muito grande.

Lembro-me disto. N�o acredito que ele ainda o tem.

Dan?

Est� bem, eu fa�o isso. Vou ver o que consigo descobrir.

- Presumo que encontrei a cena do crime. - � outro da Interpol?

Porque n�o o posso deixar entrar a menos que...

Interpol?

Sim, sim, Sou eu. Os outros agentes est�o c�?

- Partiram h� cerca de meia hora. - A hist�ria de minha vida.

O que acha que aconteceu aqui?

S� o que ou�o. Trag�dia. Mortes. Suic�dio.

Sim, homic�dio, suic�dio. � o que dizem.

O quarto estava trancado por dentro.

Sabe que mais? Pode parar de fazer o que est� a fazer

por um minuto e dispensar-me algum tempo com a cena do crime?

Preciso de verificar algumas coisas.

- Sim. - Agrade�o-lhe, Gracias.

Meu Deus. O que estavas aqui a fazer, Peter?

Ol�, senhor.

Natas, ia mesmo agora telefonar-te.

A c�mara do quarto no Medina Royal apanhou algu�m...

Por favor, Lilly. Passa para o ecr�.

Quem � ele?

Ainda n�o sei, mas est� a fazer perguntas sobre o sucedido.

- Quem � que est� de vigia? - O Rattori,

- Envia-lhe isso - Est� bem.

Ele est� mesmo em frente ao Hotel.

� a �nica pessoa ao telefone al�m de mim.

Arma-lhe o telem�vel para o podermos localizar...

A dar a tua localiza��o agora.

Detect�mos uma chamada a dirigir-se para a tua localiza��o.

Detector accionado.

Dan, lamento o que aconteceu ao teu irm�o.

Meu Deus, tenho tentado falar contigo. Fui buscar as minhas coisas ao escrit�rio

e eles contaram-me o que aconteceu.

Escuta, preciso dos teus contactos na pol�cia de Barcelona.

Espera. Espera, Porqu�? Est�s a investigar?

- � uma loucura t�o grande assim? - Tudo o que fazes � uma loucura.

Alex... por favor.

Est� bem. Conheci uma pessoa no servi�o secreto espanhol.

- � pol�cia? - Quem �s tu?

Sou Dan Kovaks, o irm�o do Peter Kovaks. Quem �s tu?

Inspector Daniel Oro. Lamento a tua perda.

Acabei agora de falar com a mulher do teu irm�o.

E tens mais novidades sobre o vosso homic�dio, suic�dio?

Ent�o, meu, voc�s conseguem fazer melhor do que isso.

N�o conseguem? Quase todos os homic�dios-suic�dios s�o crimes passionais.

A forma como aqueles tipos morreram foi limpa, precisa.

Sem paix�o.

Espero n�o estar a ensinar-lhe nada, Inspector.

Ainda n�o sei porque � que o teu irm�o estava l�.

Mas sei que os quatros homens com quem o teu irm�o morreu

eram todos condenados por crimes menores e que frequentemente

n�o existe l�gica no crime menor.

O neg�cio corre mal, algu�m saca de uma arma e pum,

acaba-se tudo... Cinco pessoas assassinadas.

Sim, a parte do homic�dio percebo. Mas � a parte do suic�dio que me deixa baralhado.

Boa noite, Dan Kovaks.

- Ol�. - Ol�. O que te disse o inspector?

Queria saber se eu tinha alguns processos do Peter.

Alguma coisa que ele tivesse deixado.

- E? - Disse-lhe que ele nunca guardava nada aqui.

Certo.

- Ol�. - Ol�.

V�o a algum lado?

Sim. Vamos para o campo para casa da minha m�e.

N�o aguento isto aqui.

Continuas a procurar?

Juliana, tens a certeza que queres que eu descubra os pormenores?

Isso n�o vai mudar nada, pois n�o?

Quero a verdade, Daniel. A Kathryn merece isso. E eu tamb�m.

Est� bem. Vou continuar a procurar.

Hoje, os manifestantes anti-guerra alargaram os seus protestos

a novas cidades por todo o mundo.

Enormes multid�es reuniram-se em piquete em frente

das embaixadas norte-coreana e americana, enquanto o rel�gio

assinala o passar do tempo em rela��o � amea�a dos Estados Unidos

em empreender uma ac��o militar contra a Coreia do Norte.

Comoj� inform�mos, a administra��o de Washington intimou

o ditador coreano a cessar todos os testes de m�sseis bal�sticos

e de armas nucleares at� 15 de Novembro sob a pena de enfrentar

uma ac��o militar"r�pida e agressiva".

Hoje em Nova lorque, a apenas doze dias desse prazo,

o Vice-Presidente Asteron solicitou novamente apoio �s Na��es Unidas.

Connosco, a partir no seu escrit�rio em Washington e directamente para a UBN,

encontra-se o chefe de gabinete do Vice-Presidente, Matthew McBride.

Bem-vindo. Sr. McBride.

Um "grave perigo" � como descreve o Vice-Presidente a amea�a

de guerra com a Coreia do Norte.

Ser� essa uma postura de ano de elei��es ou a administra��o

acredita realmente que estamos no limiar de uma guerra?

Alice, o Presidente enviou quatro grandes porta-avi�es

para o Mar do Jap�o e para o Golfo da Coreia Ocidental.

Entendo isto como um sinal de que os Estados Unidos n�o est�o a brincar.

Mas as Na��es Unidas est�o divididas ao meio,

alguns acusando a administra��o de instigar o conflito. Como reage a isto?

� um disparate. Foram os norte-coreanos que provocaram isto

e agora j� n�o h� mais negocia��es.

Se outros pa�ses n�o nos apoiarem at� 15 de Novembro,

esta administra��o est� pronta para uma ac��o unilateral.

N�o iremos hesitar...

Avan�ar.

Avan�a com a c�mara dois.

"Um, dica W-H. Dois, doze Lou Cox."

"Levar a amostra a S de la Strada." Que diabo � isto?

Que diabo � isto?

Ainda est�s a�?

Sim. Vou arrancar agora.

Isto deixou de ser uma opera��o de vigil�ncia.

Quero que elimines o alvo e acabes com tudo. Percebeste?

Entendido.

Vai. Vai!

Perdon. Desculpe. Desculpe.

Rattori, ele est� a subir para o telhado.

Temos um fugitivo! No telhado!

A mesma localiza��o: G-6, 406...

Arranjem-me uma c�mara no c�u.

J� est�. Pedido de cobertura para latitude 4-1.3- 8-2-1,

longitude 2.1- 8-09-0-9 aquisi��o de prioridade alfa.

Tudo bem, Natas. Tenho um Misty com cobertura para os pr�ximos dez minutos.

A preparar uma retransmiss�o Mill Star.

P�e uma escuta no telem�vel dele.

Corre o que quiseres, Kovaks.

Separem-se!

Temos contacto visual. Ele est� nas Ramblas.

Dirige-se para norte, com rapidez. Est� a cerca de 150 m � tua frente.

Merda!

Apanhei-te!

O que � isto? O que se est� a passar?

Temos um homem atingido. Homem atingido.

Onde � que ele est�?

Repito. Homem atingido.

Merda! Merda. Foda-se! Onde � que ele est�?

V� l�. Onde � que ele est�? Diz-me onde ele est�.

Est� bem. Estou a trabalhar nisso. Dirige-se para oeste,,. Na Pelayo.

Pelayo... Pelayo, agora. Vamos l�. Pelayo.

Parece que est� a ficar cansado. Est�s a ganharterreno.

Que diabo, onde � que ele est�?

Diz-me alguma coisa! Onde � que ele est�?

Espera a�. Est� qualquer coisa errada.

Aqui diz que ele vai na tua direc��o, est� mesmo � tua frente!

Ele est� debaixo do ch�o. Est� no metro.

Muito bem. Ele est� a sul,

a precis�o � muito pequena, o sinal � fraco.

Continua a andar em frente. Aproximadamente 90 m.

Muito bem. Vai por tr�s que eu vou pela frente.

Encontramo-nos no meio.

Parece que o alvo parou de se mexer!

Muito bem. Ele est� mesmo entre voc�s os dois.

Apanh�mos-te.

30 metros.

15 metros.

8 metros.

Deviam estar mesmo em cima dele!

Foda-se. Foda-se. Merda. Perdemo-lo.

Est� bem, Sr. Kovaks. Est� bem.

Acho que n�o que precisamos das pessoas importantes para este, Agente Rattori.

Ora, tu conheces-me. Gosto sempre de ajudar os mais fracos.

O que temos aqui, meu velho amigo?

Bom, � primeira vista, um homic�dio casual.

A v�tima � Maria Infante, 27 anos. Sem antecedentes nem hist�ria,

Mas quem quer que fez isto deixou um rasto descuidado...

Impress�es digitais de p� que nos conduziram ao apartamento de baixo.

E a quem pertence?

A Peter Kovaks, o jornalista morto no Medina.

Uma testemunha diz que viu o irm�o dele a abandonar a cena do crime.

Est� bem.

Emitam um alerta para o irm�o. Prendam-no.

Suspeita de homic�dio.

A partir de agora, assumo oficialmente o comando deste caso.

Amostra? Que amostra? A nota?

� um conjunto de marcos alem�es muito raro.

� um dos meus bens mais valiosos.

Interessante.

Lamento muito o que aconteceu ao seu irm�o.

Obrigado. Penso que as pessoas que mataram o Peter

andam agora atr�s de mim.

Os notici�rios disseram que as pessoas que mataram o Peter se suicidaram.

Nem sempre se pode acreditam nos notici�rios, n�o �?

Sente-se, por favor.

O Peter falou consigo sobre esta hist�ria, certo? A amostra?

Sim, sim. N�o lhe queria falar nisso a menos que perguntasse...

Para sua pr�pria seguran�a, sabe?

Foi sobre isto que o Peter me pediu informa��es.

PN-14342.

O dinheiro de reis, de pa�ses trai�oeiros, de homens maus que fazem coisas m�s.

Est� a ver os c�rculos?

S�o a marca de defeitos de v�rias incarna��es de PN-14342.

Na p�gina um, existem muitas numa vers�o da nota com o nome de Supernota.

Agora, vire para a �ltima p�gina, aquela a que chamo "Meganota".

A Meganota.

Quase perfeita. Tem consci�ncia do feito que isto �?

Ent�o, a PN-14342 � uma falsifica��o?

Sim. Uma linda fam�lia de falsifica��es! E agora a �ltima vers�o

da 14342 � t�o boa que consegue enganar todos os bancos do mundo.

Impressa em papel id�ntico, em m�quinas de impress�o Intaglio,

e com tinta visual �ptica, como a moeda verdadeira americana.

- Quantas destas Meganotas viu? - Muitas,

Sempre que os Servi�os Secretos dos Estados Unidos as encontrou.

Diz a hist�ria que as enviaram de barcos para Washington e as queimaram.

Mas depois come�aram a aparecer muitas e n�o conseguiram abafar o caso.

Seria capaz de reconhecer uma se a visse?

O que � que acha?

Nada fora do vulgar � primeira vista.

Micro-impress�es em volta do velho Ben Franklin...

Fios de pol�mero. Tecido azul e vermelho.

Tinta que altera com a luz. Sim... Est� tudo c�.

� dif�cil de acreditar no cuidado extremo que foi preciso para fazer isto.

E tudo saiu frustrado por causa de um G com o fundo plano.

- Na palavra "LEGAL"! - Um G com o fundo plano?

Veja aqui. O fundo do G n�o � redondo.

Este defeito de impress�o � a �nica caracter�stica que torna esta nota diferente

da moeda corrente legal e verdadeira.

Ent�o, essa � uma Meganota. - Sim. � a meganota.

Tem mais dessas?

Na verdade, n�o lhe quero dizer isso mas agrade�o-lhe muito os seus conhecimentos.

O meu irm�o tamb�m lhe agradece.

Muito obrigado.

Sr. Kovaks, se encontrar mais dessas,

ficarei contente por as autenticar!

Est� bem. Muito obrigado.

Os manifestantes surgiram hoje em for�a em Nova lorque,

Chicago, Los Angeles e em mais de quarenta cidades portodo o mundo.

Os manifestantes est�o protestar contra a recusa de Kim Jong II

em reconhecer o dia de 15 de Novembro

como a data limite para parar com os ensaios da bomba nuclear.

Com o prazo a terminar dentro de dez dias e os norte-coreanos

a continuar a recusar...

- Tal como eu disse. Ele est� c�. - A ac��o militar parece agora inevit�vel...

Recebi o teu e-mail sobre a Meganota e tenho algum material interessante.

Queres dizer-me o que se est� a passar, Dan?

Est�s em todos os notici�rios.

Est�o a dizer que assassinaste uma mulher no pr�dio do teu irm�o.

N�o, n�o matei. Meu Deus, estes tipos est�o a falar a s�rio.

Desta vez superaste-te.

Como sabias que eu iria estar aqui?

Sabia que, se precisasses de ajuda, acabavas por virter com o Ludovic.

Lamento o que aconteceu com o teu irm�o.

Obrigado. Quero descobrir isto. Ainda bem que aqui est�s.

Eis o que temos. Kim Jong II.

Ultimamente, este tipo tem aparecido em todos os notici�rios.

Primeiro, veio Adolf Hitler e a sua campanha secreta,

a Opera��o Bernhard, durante a 2� Guerra Mundial para inundar

as economias inglesa e americana com... dinheiro falsificado.

Agora, de acordo com fontes do Departamento

de Estado e dos Servi�os Secretos, � o ditador norte-coreano

Kim Jong II com o seu pr�prio plano mestre.

Depois de anos a produzir falsifica��es quase perfeitas

do antigo desenho do dinheiro americano, fontes dos servi�os secretos

dizem que Kim Jong II e os seus mestres falsificadores ficaram peritos

na arte da falsifica��o, e que est�o actualmente a fazer quantidades

enormes de c�pias quase perfeitas da moeda americana.

Estas foram apelidadas por alguns de "Meganotas".

Oi�am bem isto.

- Uma Meganota? - Sem d�vida.

Ent�o achas que foram os norte-coreanos que mataram o Peter?

N�o sei. Alex, talvez seja melhor sa�res daqui.

- Isto est� a ficar muito perigoso. - N�o, Dan, eu fico.

Malta, � melhor sa�rem ambos daqui.

Mas como � que...? O teu telem�vel.

D�-me. D�-me o teu telem�vel. Eles conseguem triangular a tua posi��o.

Provavelmente, andam � tua procura.

D�-mo c�. Eu sei como bloquear o sinal. V�o pelas traseiras.

Pol�cia! Quietos!

Entra!

- Quem � ele? - � um pol�cia.

- Um pol�cia bom ou mau? - � uma boa pergunta.

Sou Oro, da Pol�cia de Barcelona

Porque est� a fazer isto?

O Santos Rattori, dos Servi�os Secretos espanh�is, assumiu

o controlo da investiga��o a partir do meu departamento.

Espera l�. Disseste-me que o meu irm�o estava com um grupo

de pequenos criminosos naquele hotel.

Porque � que os Servi�os Secretos espanh�is est�o envolvidos nisto?

N�o sei. Pensei que podia confiar no Rattori, mas agora est� a receber

ordens de algu�m superior.

- Para onde nos est� a levar? - Para fora de perigo.

Porque � que eu n�o me entrego?

Porque ou serias falsamente acusado de homic�dio ou morto na pris�o.

Gostas das op��es?

Notam alguma coisa estranha na bala? � do crime do Medina.

A mim, parece-me normal.

Esta foi disparada atrav�s de um silenciador.

Sabem porque � que isso me preocupa?

Quem � que comete suic�dio com um silenciador?

Ou n�o foi encontrado nenhum silenciador no local?

Est�o ambos certos.

Os assassinos poder�o ser norte-coreanos?

O que � que sabes? Diz-me o que sabes!

Vamos. Vamos.

Aumentar o per�metro para 16 km. Onde est�s, Kovaks?

- Para onde vamos? - Parece que para... Fran�a.

- Ali est� ele. Anda, vai, - Mas apanhamos o pr�ximo.

N�o, Vamos apanharj� este, est� bem?

Ficamos agachados um bocado. Fa�o os meus contactos de l�.

- Seu filho da m�e! - � demasiado perigoso, Alex...

Se eu desaparecer, vai � Embaixada dos Estados Unidos

e conta-lhes o que descobrimos at� agora.

Eu � que te fa�o desaparecer, seu sacana!

Base de Barcelona.

- Esta linha � segura? - Prossiga.

Estou preocupado com a sua demonstra��o p�blica de for�a.

Ser�o descartados como actos de viol�ncia casuais.

� preciso que assim seja. O �ltimo carregamento?

O �ltimo carregamento chegou em seguran�a e o p�ssaro est� a voltar para casa.

Cumpre o plano. Encontraste o pacote em falta?

N�o. Ainda estou a trabalhar nisso.

Sim, lindo menino. Hoje foste um bom menino. Um menino muito bom.

- Sr. Kovaks! - Desculpe se o assustei.

Venha para dentro. Est� com ar de quem precisa de um lugar para descansar.

N�o, s� preciso de lhe fazer umas perguntas, se me permitir.

Os norte-coreanos s�o os falsificadores?

Sim. Os norte-coreanos s�o os orgulhosos pais da PN-14342.

Como � que sabe?

Porque, meu caro rapaz, sou um dos poucos peritos do mundo

que consegue detectar a Meganota. Por isso, as ag�ncias

contratam-me com frequ�ncia para a localizar no fluxo monet�rio.

Todos os caminhos levam � Pen�nsula Coreana.

- Podia contar-me um pouco da hist�ria? - Venha para dentro.

N�o, n�o, por favor. Diga-me s�.

Em 1989, as falsifica��es da Meganota come�aram a aparecer em bancos portodo o mundo,

As falsifica��es eram boas mas estavam longe de ser perfeitas.

Ningu�m dos servi�os secretos conseguia descobrir quem as fazia.

- Isso mudou em 1997. - O que aconteceu?

Dois desertores, um deles o antigo secret�rio do Partido Trabalhista

coreano, pediram asilo na embaixada dos Estados Unidos em Pequim.

Acabaram por falar sobre um projecto acarinhado

por Kim Jong Il: A falsifica��o de grandes quantidades de moeda americana.

- E isso est� documentado? - Eu estava presente.

Uma ag�ncia dos Estados Unidos levou-me l� para falar com o dissidente do Partido Trabalhista,

- Que ag�ncia foi essa? - A CIA.

Quantas falsifica��es fizeram os coreanos?

Estamos a falar de bili�es de d�lares.

Ena, isso poderia causar um grande estrago.

� o que est� a acontecer.

O outro dissidente disse que Kim Jong II est� a usar o dinheiro falso

para financiar o programa de armas nucleares.

De facto, os servi�os secretos acreditam que ele tenha utilizado essas falsifica��es

para financiar os testes at�micos subterr�neos em 2006.

Isto � um assunto muito s�rio, Sr. Kovaks.

Sem d�vida. Custou a vida ao meu irm�o.

Todos os caminhos levam � Pen�nsula Coreana.

Um americano a violar a propriedade norte coreana. Que habitual!

Desculpe, devo ter-me enganado no caminho em Burma.

Kovaks? Estou a reconhecer este nome.

Talvez esteja a confundir-me com o meu irm�o. Ele foi assassinado

no Hotel Royal Medina. Talvez tenha lido sobre isso.

Talvez estivesse estado l�.

N�s estamos acostumados a isto.

A Rep�blica Democr�tica Popular da Coreia � acusada

de muitas coisas pelos seus inimigos imperialistas.

Chamam-nos terroristas.

Bom, se anda e fala como um c�o...

Mas n�s sabemos que as revolu��es dividem a humanidade para que ela rejuvenes�a,

Tal como o nosso objectivo eterno de reunir o nosso povo.

Para isso, jamais hesitaremos em fazer o que tem de ser feito,

Mas eu sei como � perder um irm�o. Eu j� perdi dois.

E tamb�m eu faria tudo para preservar as suas mem�rias.

� por isto que o vou libertar para que continue a procurar.

Mas n�o volte, est� a perceber?

Alejandra? Que bom ver-te.

Agente Denfri. H� quanto tempo,., Como est�s?

Ent�o, n�o foi assim h� tanto tempo.

Bem-vinda � nossa festinha de vigil�ncia.

- Rapazes, apresento-vos a Alejandra Velor. - Ol�.

Quem � que est�s a vigiar?

O grupo do costume, Espi�es disfar�ados de diplomatas.

Descobriste alguma coisa para mim?

As identidades dos homens que foram mortos

- juntamente com o Kovaks. - �ptimo.

Tr�s deles eram guarda-costas freelancer.

Obviamente, n�o eram muito bons. Estavam a proteger este tipo,

Newton Suliman. Um pequeno criminoso de Chipre com liga��es ao crime organizado.

Negociava principalmente com bens roubados.

Ele e este homem, Goulos Haque, estavam quase sempre juntos.

Mas ele n�o foi uma das v�timas.

Foi apanhado pelas c�maras de seguran�a do hotel?

- Desceram mesmo antes do tiroteio. - Que conveniente.

Exactamente. Mas apesar do porteiro e de outras pessoas do Medina

conseguirem identificartodas as v�timas atrav�s das fotografias,

ningu�m disse ter visto o Goulos Haque naquele dia.

Alguma ideia de onde ele possa estar?

A pol�cia de Barcelona foi ao apartamento dele

e declarou que parecia que ele tinha sa�do � pressa.

Pegou no carro e seguiu em direc��o a Val�ncia.

Como � que sabem isso?

Foi mandado parar por excesso de velocidade a 20 km de Val�ncia.

� claro que o pol�cia que o mandou parar, passou-lhe a multa

e deixou-o seguir viagem.

Nesta altura, os corpos ainda n�o tinham sido descobertos.

- Val�ncia? As docas? - Sim. Pode ser,

Ent�o, o Haque � o elo perdido. Mas o que � que ele sabe?

H� mais uma coisa que deves saber...

Um agente de topo da Interpol assumiu o comando da investiga��o

e tirou-o das m�os da pol�cia de Barcelona.

O Rattori, eu sei...

O Rattori est� a trabalhar com um homem chamado Natas

e est� a ser muito apoiado.

Principalmente por algu�m desconhecido, se percebes o que quero dizer.

Para quem trabalha o Natas?

Para algu�m importante, mas n�o consegui descobrir quem �.

Obrigada, Alfonso. Posso ficar com estas fotografias?

Tem cuidado, Alejandra. Isto pode ser maior do que pensas.

Num claro desafio aos avisos dos Estados Unidos, chegou-nos hoje

a not�cia que a Coreia do Norte realizou mais um teste de m�sseis bal�sticos

no Mar do Jap�o, aumentando ainda mais a tens�o.

Tudo isto enquanto a for�a naval americana se apressa a ir para a zona,,.

- Eu sabia que voltavas c�. - Ol�. Como estava a Fran�a?

�ptima, Durante os cinco minutos que l� estive...

Cabr�o... Estamos seguros aqui?

Estamos seguros em algum lado?

O Ludovic disse que a pol�cia n�o voltou aqui desde...

- O que se passa? - Estou de muito mau humor.

� uma longa hist�ria.

Encontrei-me com o meu contacto que me contou que o tipo

que morreu com o Peter era um traficante de mercadoria roubada,

mas sem grande import�ncia. E que o parceiro dele, Goulos Haque,

est� desaparecido.

Provavelmente pegou no carro e fugiu do porto de Val�ncia num navio de carga.

- Para onde? - N�o sei.

O meu amigo est� a ver se descobre, mas...

- Sabes no que estou a pensar? - Sim.

Se encontrarmos esse tal Haque, encontramos a pe�a que falta.

Ol�, malta.

Encontrei um v�deo naquele chip que me deste. Vem ver.

Vamos.

Bagageiros?

Aquele � o Goulos Haque.

E aquele � o Suliman, o homem que morreu com o Peter.

Servi�os de Apoio Americanos, no porto de Barcelona.

- Apontamentos �udio para filmagem de vigil�ncia. - Meu Deus... � o Peter.

Dia 6, sexta-feira � noite, 10 horas. Porto de Barcelona.

Parece que Suliman e Haque n�o s�o traficantes de falsifica��es

como dizem ser, mas vigaristas comuns.

Devem tertido sorte um dia e roubado um contentor cheio de dinheiro falso.

Mas roubaram-no de quem? De um banco?

De falsificadores? Descobrir isso � a minha pr�xima tarefa.

N�o consegui chegar perto do 401A mas vou tentar novamente

depois de me encontrar com Suliman como comprador

dentro de dois dias, no Hotel Medina.

Est�o a vender muito dinheiro, a dez c�ntimos o d�lar.

E agora?

Vamos acabar o que o meu irm�o come�ou. Vamos ao 401A.

Eu sabia que ias dizer isso.

Antes que me esque�a. Na eventualidade de uma emerg�ncia.

Abri-o usando uma identidade falsa.

V�o demorar semanas a descobrir.

Suponho que n�o tens a chave?

Est� bem. Espera aqui.

- Est� bem. - Chama-me se vires algu�m, sim?

Sim.

Cara�as... Natas!

Os sensores de movimento dispararam no armaz�m!

- Algu�m l� devia estar? - N�o.

Acciona a c�mara tr�s, Aumenta a imagem. Chama a seguran�a.

- Dan! Dan! - Corre. Corre!

Vai, vai. Corre!

Vamos, vamos! Entra! Entra!

Podemos encontrar-nos em algum lado?

Acho que n�o � seguro encontrarmo-nos na rua. Venha at� c�.

Est� bem.

E, Dan, n�o confie em ningu�m. Est� a ouvir-me?

N�o confio em ningu�m.

Estou t�o aliviado que esteja bem...

J� ouviu falar dos Servi�os de Apoio Americanos?

Um grupo de ajuda humanit�ria?

Li nojornal que a sede europeia � c�.

Encontr�mos uma nota rasgada num dos armaz�ns deles.

Pode dar uma olhadela?

Posso dizer-lhe sem qualquer d�vida que � um bocado de uma Meganota.

N�o tem que a examinar primeiro?

- N�o se mexa. - O que est� a fazer?

Finalmente vai conhecer as pessoas que tem procurado.

Est�o a chegar. Quando telefonou, eu telefonei.

Resultou na perfei��o.

- Qual � a sua finalidade? - � sempre o dinheiro.

No meu caso, isso tem um duplo significado.

H� algo de muito excitante em fazer parte de uma coisa t�o sinistra e t�o perfeita.

Os meus amigos tamb�m me pagam com dinheiro verdadeiro para verificar as falsifica��es.

Gosto de pensar que se mudaram para c� porque sou muito valioso para eles.

- Valioso? O senhor � pat�tico. - Contrariamente ao seu irm�o.

O meu irm�o?

O poder inebriante das minhas Meganotas. Os sonhos que inspiram.,.

Do que est� a falar?

O Peter pode ter come�ado a fazer uma grande hist�ria

sobre uma coisa que iria mudar o mundo,

mas provou ser demasiado humano para os seus ideias.

Faz sentido.

O seu irm�o pretendia comprar para si pr�prio as Meganotas

ao Suliman a dez c�ntimos o d�lar,

com o objectivo de ganhar dez vezes mais em Meganotas.

E fazer o que se faz com ganhos il�citos.

- N�o acredito nisso. - Acredite.

Verifique se na conta dele n�o houve um grande levantamento de dinheiro anterior ao tiroteio.

E todos pensavam que era voc� o irm�o "moralmente duvidoso"!

Certo. Anda, anda. Vamos. Vamos.

Acreditas na hist�ria que ele contou sobre o Peter?

N�o sei. N�o sei. Quero dizer,.,

Apesar do Peter e eu n�o nos entendermos, sempre o considerei,.,

- Perfeito? - N�o...

Perfeito, n�o, mas muito mais perto disso do que eu.

N�o sei. Talvez ele tenha visto uma oportunidade de fazer dinheiro f�cil.

Que pensasse que ningu�m ia dar por falta.

A Juliana disse que ele estava diferente.

- Diferente? Como? - N�o sei.

Que diabo! Onde estavam voc�s? Aguentei-os o mais que pude!

Para onde foram?

Sa�ram de carro. Como � que hei-de saber?

Localiza-os. Vamos precisar de algu�m que trate do assunto.

W,H. Dica. W.H. Dica?

Dois doze, Lou Cox.

Dois, um, dois. Dois, um, dois.

212. Um indicativo telef�nico. Seria Nova lorque.

- Pode ser assim t�o f�cil? - Talvez.

O Peter codificava sempre a informa��o que tinha para a proteger.

J� andei com a Pol�cia de Nova lorque o suficiente

para saber que eles chamam "Lou" aos tenentes.

O qu�?

- Miller. - Ol�, Mitch. � o Dan.

N�o est�s a ligar para te descartares da minha festa, pois n�o?

N�o, n�o. Escuta-me um segundo, sim?

Preciso de ajuda. � muito importante, est� bem?

Claro, O que �?

Estou tentar seguir a pista de um tenente da Pol�cia

de Nova lorque chamado Cox.

Se est� a receber seguro, o nome aparece na escala de servi�o.

Procura algu�m com outro registo de servi�o...

FBI, ex�rcito, qualquer coisa assim...

Est� bem. Tenho aqui um. Tenente Michael Cox.

Depois de ter sa�do da Pol�cia de Nova lorque, prestou servi�o

com chefe da seguran�a audiovisual para os servi�os secretos na Casa Branca.

- Na Casa Branca? Em que administra��o? - Na actual.

Filho da M�e. Casa Branca W.H. Deve ser White House (Casa Branca).

O Peter deve ter recebido uma dica de algu�m da Casa Branca sobre o Michael Cox.

O Michael Cox deve ser o nosso homem, certo?

Consegues localiz�-lo?

Onde � que ele est� neste momento?

No Cemit�rio de Woodlawn, no Bronx.

Morreu num acidente de autom�vel o ano passado.

Filho da... Sabes uma coisa? Era de calcular. Tem fam�lia?

Sim, a mulher, Lynn Cox. Vive em Mattituck na Ilha.

Est� bem. Escuta, amigo. Preciso que lhe fa�as uma visita.

O qu�? Porqu�?

Pergunta-lhe se ela sabe alguma coisa sobre a PN-14342,

tamb�m conhecida como Meganota.

Diz-lhe que morreram muitas pessoas a tentar descobrir aquilo que o marido sabia ou viu.

Est� bem. Espera. Espera. PN.,?

PN catorze, tr�s, quarenta e dois. � muito importante. Escreve, meu.

- Est� bem. Fa�o o que puder. - Obrigado, mano.

Sim, sim...

Agora, j� temos alguma coisa.

Para quem est� a telefonar?

- Fala o Oro. - � o Dan Kovaks.

Ainda est�s vivo? Estou impressionado.

Sim. N�o sei quanto tempo mais consigo manter-me assim,

Senhor, detectei uma chamada feita para o Inspector Daniel Oro.

Existe uma empresa chamada Servi�os de Apoio Americanos

no porto de Barcelona. Preciso que descubras quem est� por detr�s deles.

- Que disparate � este? - Acredita em mim,

Est� relacionado com o homic�dio e � muito importante. Est� bem?

Est� bem, vou verificar, Onde est�s agora?

Apanh�mo-lo, senhor.

Diria que devias estar a ir para um aeroporto ou esta��o de comboios,

mas � demasiado tarde para isso.

O Rattori destacou homens para todos os pontos de sa�da.

N�o te v�o deixar sair.

Vai ter comigo � Plaza de Espanha dentro de uma hora.

Muito bem.

Kovaks.

Descobri quem � que dirige os Servi�os de Apoio Americanos.

� este tipo. O mesmo que tem estado a controlar o agente

dos servi�os secretos espanh�is.

Chamam-se Calvert Natas. � um americano que opera

fora do Consulado dos Estados Unidos.

Natas? Um americano?

- Para quem trabalha ele? - Para a CIA.

Como � que sabes?

Se eu estivesse l�, eu pr�prio te dava um tiro.

Deixa-me lembrar-te que nada � detect�vel.

N�o me digas. Ent�o, onde � que eles est�o?

Estou a trabalhar nisso. Tenho o meu homem no terreno neste preciso momento.

Acaba com isto, Natas. Faz o que tiver de ser feito.

Mata-os e desaparece da�!

Localiz�mo-lo, senhor.

Dirige-se para norte pela Av. Diagonal em direc��o a Pau Claris.

Est� bem.

- Para onde vamos? - Para outro pa�s.

O qu�? Estamos a centenas de quil�metros de qualquer fronteira.

- Bem-vinda a outro pa�s, Anda. - O qu�?

Conhe�o aqui uma pessoa. Vamos. N�o te preocupes.

As embaixadas s�o territ�rio nacional, sabes?

Ningu�m nos pode tocar.

N�o podem entrar aqui!

- N�o, n�o. N�o nos vamos mexer. Estamos inocentes.

Chamo-me Daniel Kovaks e esta � Alejandra Velor.

Estamos aqui para pedir asilo pol�tico.

Somos jornalistas de investiga��o.

Temos na nossa posse segredos de estado do governo americano

e vamos ser mortos, Precisamos de asilo pol�tico.

Com que ent�o, Sr, Kovaks, parece que n�o levou muito a s�rio

o aviso que lhe fizemos da �ltima vez que c� esteve.

Mas n�o volte c�, percebe?

Da �ltima vez?

O tipo com quem falei da �ltima vez, deixou-me ir embora.

Disse que podia continuar com a minha investiga��o.

Por favor, posso atender? Pode ser muito importante.

Pode ser a informa��o que os seus superiores est�o � espera

e n�o quer desiludir os seus superiores, pois n�o?

Obrigado. Sim?

Sou eu. Acabei de chegar. Tenho informa��es para ti.

Fui visitar a Lynn Cox a Mattituck, tal como pediste.

Logo que falei na PN-14342, ela come�ou a passar-se.

Depois deu-me um DVD.

Disse-me que o marido lhe disse para o dar a qualquer pessoa

com um crach� que n�o fosse da CIA.

Qual � o vosso endere�o electr�nico? Preciso do vosso endere�o.

A mulher estava aterrorizada, Dan. Mal podia esperar para mo dar.

O que � que est� dentro dele?

Tanto quanto sei, fotografias nuas da Sra. Cox.

N�o tive tempo de ver. Queres que te mande j� por e-mail?

Sim, por favor. Comprime o ficheiro e envia para

info@barcelona.nkoreanconsulate,com.

Espera l�. Consulado da Coreia do Norte? Dan, que diabo...

Envia-me, est� bem? Por favor... Obrigado.

Muito bem. Estamos em ac��o.

H� uma pessoa que vos quer ver.

Devem estar orgulhosos por ir conhecer o vener�vel C�nsul-Geral

da Rep�blica Democr�tica Popular da Coreia em Espanha,

- Chang Choi. - C�nsul-Geral?

Bom, eu... continuei com a minha investiga��o e descobri algumas coisas.

E agora, preciso da sua ajuda, senhor.

- Sim, eu sei, E eu preciso da sua. - Da minha?

Sim. Acabou de chegar um e-mail para si.

- Como conseguiu arranjar isto? - Atrav�s de um amigo.

- E este �...? - Matthew McBride.

O chefe de gabinete do Vice-Presidente.

Ol�, meu amigo.

- Calvert Natas! - Conhece-o?

Viste-me hoje na televis�o?

Sempre disse que devias ser o tipo com o t�tulo.

Pode fazer pausa a�? Pode parar, por favor?

O Calvert Natas dirige os Servi�os de Apoio Americanos a partir do porto de Barcelona.

Ele � da CIA.

E � o respons�vel pelo transporte mar�timo das Meganotas falsas que o vosso pa�s faz.

Espere. Se nos queremos dar bem h� uma coisa que tem de perceber.

A nossa posi��o oficial � a de que essas notas existem

mas que estamos a ser culpados sem qualquer prova.

Est� bem. Ent�o digamos apenas que, hipoteticamente,

o pa�s X est� envolvido na feitura dessas notas.

O que � que o Natas faria com elas?

- Hipoteticamente? - Claro.

Se um pa�s produzisse grandes quantidades de dinheiro falso,

eles fariam tudo o que pudessem para o lan�ar no sistema monet�rio... discretamente.

O que temos ouvido dizer � que essas notas

est�o a aparecer em quantidades anormalmente grandes no sudeste asi�tico.

Algu�m, que n�o o fabricante, est� a recolher as notas e a coloc�-las l�.

Vejam,.,

Quantas Meganotas entraram?

Noventa milh�es o m�s passado. Oitenta e cinco no m�s anterior.

O Kim Jong tem andado atarefado.

Sim. E os servi�os secretos ainda pensam que estamos a queimar as que confiscamos.

Olha, os nossos amigos malaios est�o a ficar entusiasmados.

Querem mais notas para fazer com que as contribui��es

n�o deixem de vir para o nosso pequeno fundo.

Muito bem. Ent�o o Natas e o McBride t�m uma linda negociata.

Ficam com todas as notas que os servi�os secretos encontram em circula��o...

E em vez de as queimar, enviam-nas para a Mal�sia?

E em troca, a Mal�sia branqueia o dinheiro e d�-lhes uma bela parte

para porem no seu pequeno fundo.

Duvido que esse fundo seja a favor da UNICEF.

N�o. Provavelmente, serve para opera��es secretas,

para a campanha pol�tica do Asteron, sabe-se l�.

Estava tudo a correr sobre rodas at� que foi roubado um carregamento dessas notas.

Imaginem a surpresa que foi quando descobriram

que um jornalista estava a tentar comprar algumas dessas notas.

Esse jornalista era o meu irm�o.

Essas Meganotas ainda andam por a�, certo?

Esses tipos devem ter entrado em desespero

e acabaram com tudo o que se relacionava com a opera��o,

Come�aram a matartoda a gente que sabia alguma coisa sobre as notas falsas,

provavelmente incluindo as pessoas do pa�s respons�vel pela sua fabrica��o.

Espere l�. Est� a dizer que o Natas e o McBride est�o dispostos

a come�ar uma guerra para encobrir o seu envolvimento nas notas falsas?

Isso surpreende-o?

Houve guerras que come�aram por muito menos que isso.

Eu compreendo. Confie em mim.

Mas que hist�ria dos diabos!

�, sim. Mas eu n�o vou cont�-la.

O qu�?

N�o vou contar o caso a menos que possa contar a hist�ria.

Toda a hist�ria. A verdade, com defeitos e tudo.

- Imposs�vel. - Muito bem.

Ent�o vai ter que nos entregar � pol�cia espanhola e n�s desaparecemosjuntamente com a hist�ria.

Depois d�-se o 15 de Novembro e os nossos pa�ses

entram numa guerra nuclear e, acredite em mim, o senhor vai perder

todas as esperan�as de reunificar o seu pa�s... ou o que restar dele.

Eu sou um jornalista s�rio, sim?

Vou contar as duas partes da hist�ria.

Pode emitir um desmentido, contar outra hist�ria, o que quiser.

Vou ter que falar com o primeiro-ministro.

� claro.

Entretanto, do que � que precisa?

Preciso de telefonar a uns amigos.

Qual � o nome do navio? Riccardi?

Precisamos de quinze minutos para uma reportagem especial

para toda a esta��o de televis�o. Prometo que vai valer a pena.

Est� bem, Obrigada.

O Denfri diz que o Haque levou o carro e embarcou em Val�ncia

num navio chamado SS Riccardi.

Atracou em Newark a noite passada.

A noite passada? Raios. Este j� se foi.

N�o, n�o. Se tiver que passar pela alf�ndega, n�o.

Boa!

E em rela��o � esta��o? Tudo tratado?

A UBN ofereceu um tempo na sua rede e nas filiais.

Mas � apertado. Se falhamos, estamos feitos.

Toca a andar.

N�o pode passar. N�o pode passar.

Sou convidado do consulado, Sou convidado do consulado, deixe-me em paz, homem.

Sou convidado do consulado.

Entra. Entra.

Fala-vos Anna Michaels, para vos apresentar uma not�cia

de �ltima hora a partir do consulado da Coreia do Norte em Barcelona, Espanha.

Aparentemente, uma equipa de televis�o americana est� a solicitar

asilo �s autoridades norte-coreanas.

Os pormenores n�o s�o claros, mas parece que o jornalista

e a produtora americanos est�o a preparar-se para transmitir a partir do interior do consulado.

Daremos mais informa��es com o desenrolar da hist�ria.

Agora...,

- Miller. - S� mais um favor, amigo.

Desta vez fa�o de ti um her�i.

J� alguma vez algu�m te disse que �s um chato do cara�as?

Escuta. Preciso que prendas um homem chamado Goulos Haque.

H- A-Q-U-E. Ele deve estar � espera para levantar um carregamento

do SS Riccardi que atracou em Newark a noite passada.

Acabei de te mandar por e-mail uma descri��o dele e algumas fotos.

O que � que ele leva?

O mais prov�vel � ser dinheiro falsificado que desapareceu,,.

Isto � uma coisa grande, amigo. Est� bem?

Telefona-me quando o apanhares. Tenho de ir.

Telefona-me quando o apanhares.

Apontamentos de vigil�ncia, N�mero seis...

O que � que vou dizer sobre o Peter?

- Aquilo que o teu cora��o te diz. - N�o posso mentir.

Tamb�m n�o tens provas suficientes.

N�o digas nada at� teres a certeza, disse-me uma vez um jornalista esperto.

- Quem era ele? - Algu�m com o bot�o "desligado" avariado.

Alex, obrigado.

Isto ainda n�o acabou, H� uma maneira de os impedir.

O cami�o da televis�o precisa de uma vista desimpedida

para o edif�cio para conseguir ter sinal.

Percebes? Corta-lhes a vista.

Lindo,., Que lindo.

Com licen�a. Retirem estes cami�es daqui.

Quem � o senhor? Interpol?

- Tirem-nos. - Est� bem.

Est�o a receber o nosso sinal, Nova lorque?

�ptimo, Queremos fazer alguns ensaios e estaremos prontos

dentro de poucos minutos, est� bem?

Obrigada.

N�o vamos sair daqui.

Saiam daqui ou mando reboc�-los.

No centro desta reportagem, e o mais chocante de tudo,

encontra-se uma conspira��o feita pelo chefe de gabinete do Vice-Presidente, Matthew McBride, e...

Estamos muito apertados? Como aqui?

Perdemos o sinal.

O qu�?

Muito bem. Traz-me a c�mara seis.

C�mara seis.

J� est�.

- Rattori, est�s a ouvir? - Sim.

Entrei no sistema de seguran�a deles e bloqueei as c�maras cinco e seis.

Agora est�s invis�vel.

Espera pelo meu sinal. Espera a�... espera a�... Agora!

Vai!

Estou. O qu�? O qu�?!

Merda. Est�o a mudar os cami�es.

O que � que fazemos?

N�o se preocupem, Nova lorque. Estamos a tratar disso.

- O que vamos fazer? - Diz-me que sou uma boa produtora.

- O qu�? - Diz-me que sou uma boa produtora.

�s uma boa produtora, E agora?

Vem c�.

- Reconheces algu�m? - O Ludovic,

Boa.

Depois de termos tido aprova��o ontem � noite, telefonei-lhe, para o que desse e viesse.

�s uma grande produtora.

O �nico problema � que, assim que ele i�ar o mastro, a pol�cia v�-o.

Como � que ele vai fazer chegar o sinal ao cami�o da UBN?

Pois... Muito bem. O plano � este.

Comunica aos tipos da UBN para levarem repetidores

de microondas para um telhado a sudoeste daqui.

Podemos usar o Ludovic para retransmitir o sinal para o telhado

e depois eles podem lig�-lo ao sat�lite. Certo?

Ent�o, � uma corrida de retransmiss�es!

Vou ligar ao Ludovic. Se tivermos que fazer balan�ar

o sinal at� Nova lorque, � isso que fazemos.

Parece que o seu espectaculozinho acabou.

Espere, espere.

O primeiro-ministro ordenou-nos que o entreg�ssemos �s autoridades

locais no prazo de uma hora.

N�o, n�o. Precisamos de mais tempo. Isso n�o � suficiente.

Precisamos de mais tempo.

Uma hora, no m�ximo. N�o posso fazer mais.

Esta c�mara � hist�ria, meu.

Podemos transmitir? Consegues arranj�-la?

Fazemos as malas e desatamos a correr?

N�o, n�o, E vamos para onde? N�o temos para onde ir.

Temos que inventar alguma coisa.

Temos outra c�mara? Um telem�vel?

- Creio que isto lhe pertence. - A minha c�mara,

- Faz isto funcionar. - Estou a tratar disso.

- Est� pronta. - Perfeito,

Ave Maria, cheia de Gra�a! Funciona, por favor!

... mudando para o canal 6, modula��o QPSK...

Canal 6, QPSK. Apare�am onde quer que estejam.

Estou a v�-los. J� vos tenho!

Preparem-se, rapazes... Est�o a ir na vossa direc��o.

Telhado para retransmiss�o. Retransmiss�o perfeita para o sat�lite.

- Est� a funcionar! - Ainda bem. Come�a o espect�culo...

Controlo principal, estamos prontos para entrar no ar.,.

Est�o a dizer-me que a nossa comunica��o com Barcelona foi restabelecida.

Passamos agora a Daniel Kovaks, um jornalista freelancer

que, de entre todos os locais, � presentemente um refugiado pol�tico

no consulado norte-coreano.

Dan? Dan? Consegue ouvir-me?

Obrigado, Alice.

- � o tio Dan. - Sim,.,

Dentro de poucos momentos, as autoridades espanholas

v�o prender-me a mim, � minha produtora e a toda a equipa,

Embora as acusa��es que nos s�o dirigidas sejam completamente falsas,

estamos a ser acusados para nos impedirem de levarmos at� v�s esta hist�ria.

Esta hist�ria come�a com o rumor de uma falsifica��o internacional,

alegadamente feita pelo governo norte-coreano.

Sim, o mesmo governo de onde estamos a fazer esta emiss�o.

Este v�deo foi feito pelo meu irm�o enquanto investigava

uns criminosos de pouca import�ncia que roubaram um carregamento de notas falsas.

Parece que Suliman e Haque n�o s�o traficantes de falsifica��es

como dizem ser, mas vigaristas comuns que assaltam barcos

e armaz�ns de carga. Devem tertido sorte um dia

e roubado um contentor cheio de dinheiro falso.

Mas roubaram-no de quem? De um banco?

De falsificadores?

Est�o a vender muito dinheiro, a dez c�ntimos o d�lar.

Da sua parte, os norte-coreanos negam veementemente

qualquer envolvimento na falsifica��o, mas permitiram que eu

fizesse esta transmiss�o por aquilo que afirmam

ser" um desejo sincero de impedir a guerra nuclear."

No centro desta reportagem, e talvez o mais chocante,

encontra-se uma conspira��o feita pelo chefe de gabinete do Vice-Presidente,

Matthew McBride, e por elementos pertencentes � CIA

para usarem este dinheiro falso para proveito pol�tico.

Quantas Meganotas entraram?

Noventa milh�es o m�s passado. Oitenta e cinco no m�s anterior.

O Kim Jong tem andado atarefado.

Sim. E os servi�os secretos ainda pensam que estamos a queimaras que confisc�mos. Idiotas!

Esta conspira��o levanta problemas muito s�rios e perturbadores.

Quantas pessoas morreram devido � cumplicidade

de Matthew McBride nesta conspira��o?

E at� que n�vel vai esta conspira��o?

P�ra no gabinete do Vice Presidente ou continua

at� ao pr�prio Presidente?

E, por fim, quantas mais vidas se perder�o se o prazo de 15 de Novembro

conduzir a uma ac��o militar?

Iremos para a guerra para servir as necessidades do mundo livre

ou pela gan�ncia de um punhado de homens?

Como nota pessoal, quero agradecer ao meu irm�o,

Peter Kovaks, que deu a sua vida por esta hist�ria.

Era um jornalista espantoso, um pai e marido carinhoso,

Tamb�m quero agradecer � Alejandra Velor, a minha produtora,

que arriscou tudo para estar aqui.

Ela significa tudo para mim.

Passaram j� 48 horas desde o incidente no consulado

da Coreia do Norte em Barcelona, Espanha.

E neste momento, a hist�ria continua a desenrolar-se,.,

Nos Estados Unidos, o chefe de gabinete do Vice-Presidente,

Matthew McBride, encontra-se agora detido numa pris�o federal n�o divulgada.

� acusado de homic�dio em primeiro grau e trai��o,

Foi nomeado um procurador especial para investigar

se o Vice-Presidente ou at� mesmo o pr�prio Presidente

saberiam da conspira��o das Meganotas.

O criminoso de longa data, Goulas Haque, foi detido no porto de Nova lorque.

Encontrava-se na posso daquilo a que as autoridades

pensam ser as Meganotas falsas desaparecidas.

Calvert Natas, um antigo operacional da CIA e o principal

conspirador para al�m de Matthew McBride, est� dado como desaparecido,

Natas est� a ser procurado a n�vel mundial.

Entretanto, no Mar do Jap�o, foi ordenado � for�a naval americana

que retirasse e regressasse �s bases na �sia.

Assim, parece que por agora os Estados Unidos

e a Coreia do Norte deram um passo atr�s na guerra.

Quanto a Dan Kovaks e Alejandra Velor resta ainda dar autoriza��o

aos membros da imprensa para falarem com os corajosos jornalistas

sobre a sua not�vel descoberta.

O sil�ncio fez surgir rumores sobre o seu destino.

Os norte-coreanos negam veementemente qualquer acto ilegal

e afirmam n�o ter nenhum envolvimento com falsifica��es

ou qualquer outra actividade criminosa.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.