All language subtitles for Bastille.Day.2016.720p.BluRay.X264-AMIABLE

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

SACRE COEUR, PARIS

Olhem ali!

Deves-me 300 euros.

- Rapaz descarado. - Tu foste...

- Viste a cara da freira? - Vi. E a do velhote.

Julguei que ele ia desmaiar.

E vai, quando descobrir que o Rolex dele desapareceu.

Volta comigo e vamos pedrar-nos.

N�o h� nada melhor do que isto. Foi altamente.

Sim, mas isto foi apenas um aperitivo.

Ficas melhor sem mim.

Agente Especial Briar, eles est�o � sua espera.

UNIDADE DE VIGIL�NCIA DA CIA, PARIS

Est� familiarizado com as transac��es de criptomoeda pela Deep Net?

N�o fa�o compras online.

Certo. � um homem do terreno.

Na sua �ltima opera��o, Anbar,

foi designado para estar na vigil�ncia,

mas fez um pouco mais do que isso.

Sem uma evid�ncia visual clara,

exp�s o seu disfarce para apanhar seis suspeitos

que apenas voc� assegurou que transportavam explosivos escondidos.

Estou curioso, est� a dizer que sabia

o que eles levavam debaixo da roupa antes de os atacar?

Sim.

Tal como posso dizer-lhe, Tom,

que tem vestidas cuecas apertadas, certo?

Mas no processo, exp�s a sua informadora chave, F�tima Hamza.

Dois anos para ganhar a confian�a dela,

e infiltrar-nos na rede terrorista, desperdi�ados.

- Foi um risco calculado. - A s�rio?

Porque o seu Comandante em Bagdade descreve-o

como imprudente, insubordinado,

e irrespons�vel face aos activos humanos.

Reconhece a descri��o?

N�o, mas reconhe�o um idiota quando vejo um.

Tom, um minuto.

Eu arrisquei-me para colocar-te nesta posi��o.

- Tens de alinhar no jogo. - Sim.

E tu sabes como eu sou bom nisso.

Bem-vindo a Paris.

Muito bem, o temporizador est� programado.

Tens a certeza que o escrit�rio vai estar vazio?

Sim.

� apenas um aviso, para obrig�-los a ouvir-nos.

�s a �nica pessoa a quem eu podia pedir para fazer isto, Zoe.

�s a �nica em quem eu confio.

Obrigado, obrigado.

Isto...

...e como pedido,

dois passaportes japoneses.

Que tal 800?

Baba, � um Reverso genu�no. Podia obter dois mil por ele no George V.

Ent�o vai l� vend�-lo.

Nove.

E ponho umas t-shirts da Lacoste.

Os teus crocodilos foram cosidos ao contr�rio.

J� deves ter o suficiente, Michael, para voltares para casa.

N�o h� l� nada para voltar.

Ent�o, segue em frente.

Toda a gente tem um sonho.

Vou entrar em Medicina,

e encontrar a cura para o Alzheimer.

A semana passada, n�o era Parkinson?

A s�rio?

Tem uma boa noite... Dr. Michael.

SEDE DO PARTIDO NACIONALISTA FRANC�S

Boa noite.

- Boa noite. - Boa noite.

Boa noite.

Disseste que n�o ia l� estar ningu�m.

Era suposto assust�-los, n�o mat�-los.

Ouve!

Regressa e faz o que plane�mos.

Percebeste? Estamos a ficar sem tempo.

N�o posso faz�-lo.

Vou atir�-la ao rio.

Ela assustou-se.

Disseste que ela ia faz�-lo.

Ela vai voltar.

Olha para mim.

Se a bomba n�o explodir, n�o ganhas nada.

Disseste que ela conseguia.

Eu encontro-a.

Vai l�, ent�o.

O que � que achas?

Vamos ver.

CHAMADA DESCONHECIDA

Zoe?

V� l� Zoe, fala comigo, por favor.

Not�cia de �ltima hora da explos�o

de uma bomba na Pra�a Maurice Chevalier.

Merda! Alvo errado.

Pelo menos houve uma explos�o.

Manda a amea�a.

Este foi apenas o primeiro ataque.

Em 36 horas, vamos p�r esta cidade de joelhos.

Sr. Gamieux, todos ouvimos a amea�a.

Como Chefe da Seguran�a Nacional,

o que pode dizer para tranquilizar as pessoas de Paris?

Estamos a subir o n�vel de amea�a para C�digo 3.

36 horas.

Isso leva-nos at� ao Dia da Bastilha. Ainda vai em frente?

O 14 de Julho, o Dia da Bastilha, � o nosso feriado nacional.

A Am�rica cancelava o Dia da Independ�ncia?

Guardavam as vossas bandeiras e os fogos de artif�cio

ou elevavam-nos ainda mais alto?

A Fran�a n�o cede a amea�as.

Vamos ca�ar estas pessoas e obrig�-las a pagar. Obrigado.

Estamos a tentar melhorar a imagem.

Divulgamo-la nos meios de comunica��o?

Ainda n�o.

Primeiro passamo-la na CIA e na Interpol.

Talvez possam ajudar, para variar.

O que � que tens?

A imagem francesa estava invertida.

Tivemos sorte. Imagens de vigil�ncia n�o relacionadas

do Minist�rio das Finan�as, a 250 metros de dist�ncia.

O mesmo tipo aparece nas nossas imagens.

Vamos partilhar isto com os franceses?

Creio que quanto menos souberem que os espiamos, melhor, n�o?

Pode p�r em perigo toda a nossa opera��o.

A imagem coincide com

um tal Michael Mason, nascido em Vegas.

O pai dele era dono de um casino, a m�e era agente imobili�ria.

Boas notas, ia entrar na universidade,

at� o pai se ir embora, deixando-os com d�vidas ao jogo.

Depois, tudo deu para o torto. Desistiu do secund�rio.

Foi preso em Reno por fazer batota no jogo.

Mandados de captura em quatro estados por delitos menores.

Pagou a fian�a, fugiu do pa�s,

e entrou em Fran�a com visto de turista.

Contact�mos a m�e dele.

Apenas teve not�cias do filho duas vezes nos �ltimos 18 meses,

ambas atrav�s de chamadas a cobrar de um telefone p�blico em Paris.

Ela n�o fazia ideia de onde ele estava ou o que faz.

Cito: "� igual ao pai dele,

est� sempre a fugir de alguma coisa, sobretudo de si mesmo."

Ent�o o que vamos fazer?

Procuramos um rasto de dados.

Cart�es de cr�dito roubados, contas banc�rias...

- O mesmo telefone p�blico? - Sim?

Estamos � espera do qu�? Vamos apanh�-lo.

O mesmo telefone p�blico em 18 meses, ele vive nessa rua.

Uma ac��o directa pode comprometer as liga��es a uma rede terrorista maior...

Um cidad�o norte-americano mata quatro pessoas em Paris.

Perdemo-lo durante o nosso turno.

Ficamos sentados � espera que ele ataque outra vez?

Briar, n�o estamos em Bagdade, estamos em Paris.

Vinho tinto, o Louvre, Louis Vuitton.

N�o pode simplesmente come�ar a disparar.

O Tom tem raz�o.

Se o puderes apanhar discretamente,

podemos t�-lo durante 24 horas.

Depois os franceses podem ficar com os restos.

Est� bem.

Assegura-te que sobra alguma coisa.

A pol�cia divulgou uma imagem de vigil�ncia de um homem

procurado por liga��o com o incidente

e as autoridades est�o a pedir a algu�m com informa��es

sobre a identidade do homem, que se apresente.

O controlo de fronteiras e as esta��es de comboios foram alertados.

At� agora, ningu�m reinvidicou a responsabilidade do...

Com licen�a.

Ele evitou a cobertura das c�maras de vigil�ncia.

Esta rua � boa. Ele pode entrar e sair rapidamente.

M�ltiplas rotas de entrada e sa�da.

Bons acessos aos telhados. Quem est� no 44?

Uma casa de drogados, alvo de buscas duas vezes em 12 meses.

Demasiada aten��o.

- No 48? - Um hotel de imigrantes.

E o 52?

Sem antecedentes criminais, sem inquilinos registados.

- Apenas em dinheiro. - Fala mais alto.

- Apenas em dinheiro. - Muito bem, vou avan�ar.

...sugere que o momento deste ataque,

na v�spera do feriado nacional e parada militar franceses...

A cidade permanece em estado de alerta elevado

para as celebra��es de amanh�.

A investiga��o na cena do crime continua e a �rea est�...

- Bom dia. - Bom dia.

- Tudo bem? - Sim.

Conhece este homem?

Sim, conhe�o.

Vive no �ltimo andar.

Obrigado.

- Obrigada. - J� est�.

Porra.

N�o!

Pare!

Saiam da frente! Vamos!

Sim, sacana, e agora?

Encontraste-a?

Sim. Est� aqui. Est� um pouco perturbada.

Quem � o maldito bombista das not�cias?

N�o sei. Algu�m roubou-lhe a mala.

Mant�m-na a�.

Matei quatro pessoas.

N�o � justo!

Zoe, p�ra! Tu n�o tens culpa.

- Mas fui eu quem os matou. - Tu n�o tens culpa.

Fui eu que os matei.

Est�o todos preparados?

Tens algum problema, Xavier?

N�o dev�amos ter confiado numa rapariga.

O alvo errado vai chamar demasiada aten��o.

Precisamos de caos, e vamos ter caos.

Primeiro tratamos da cabra.

Fica aqui, se n�o tens coragem.

Vamos.

Zoe, levanta-te. R�pido.

O que est�s a fazer?

Vem a� uns homens para matar-te.

Desce pelas escadas traseiras e foge.

- Sai de Paris. - Sair de Paris?

Se ficas, matam-te.

Est� calado.

- Est�s apaixonado? - Apaixonado?

- N�o. - Est�s a escrever um romance?

- O qu�? N�o. - Que raio fazes em Paris?

- Eu s�... - Trabalhas para que organiza��o?

N�o trabalho para nenhuma...

O teu ficheiro diz que este � o primeiro ataque.

- O meu... - O que vais bombardear a seguir?

- N�o sou um terrorista. - Este n�o �s tu?

Esse �... Eu coloquei a mala no lixo.

Mas n�o sabia que tinha uma bomba l� dentro.

- Lamento, p�. - Algu�m deu-ta?

- Roubei-a. - Roubaste-a?

Sou um carteirista. � o que eu fa�o.

- Roubaste-a e n�o viste o interior? - Sim, vi o interior.

Olhaste para o interior mas n�o viste a bomba?

S� l� havia porcarias.

Era uma peruca, um brinquedo. Voltei a p�-los na mala.

Juro por Deus. Lamento imenso.

- Eu n�o... Desculpe. - Cala-te!

Concentra-te!

Eu n�o sabia o que estava na mala.

Mas fugiste e obrigaste-me a perseguir-te,

e as pessoas inocentes n�o fogem.

Vinha atr�s de mim. J� olhou para si?

Quero que percebas o seguinte,

isto n�o est� bom para ti.

Um telefonema e vais num voo fantasma para o meio do nada,

desapareces de cena.

Ningu�m dar� pela tua falta.

A mala n�o era minha.

Juro por Deus.

Era de quem?

De uma rapariga.

- Descreve-a. - Est� bem. Ela era bonita.

Tinha cabelo castanho e uma peruca loura.

Tinha a mala. A linguagem corporal dela fez-me crer que tinha algo valioso.

sim, 900 gramas de Semtex. Bom trabalho.

� o telefone dela. Estava na mala.

Depois de a ter roubado, tocou e eu atendi.

Um tipo franc�s tratou-a por Zoe.

- Onde a roubaste? - Em Pigalle.

Se verificar nas c�maras de vigil�ncia, vou ver-te a rouba-la?

S� trabalho em pontos cegos, por isso, nada de c�maras.

Pois.

Porque n�o tens antecedentes em Paris.

N�o h� roubos de carteiras nem de malas.

- Apenas este maldito dinheiro terrorista. - Isso � de vender as coisas que roubo.

- A quem � que vendes? - Tenho um tipo.

- Onde? - Em Barbes.

Deves ser mesmo muito bom.

O n�mero um de todos os carteiristas.

Sou o melhor.

� bom que sejas.

O sinal do telefone dela est� a dez minutos daqui.

Bairro caro, para uma rapariga hippie.

O pap� deve ser advogado.

Ela conhece o tipo da foto.

Esteve com ele duas horas antes da explos�o.

� c�mplice?

N�o propriamente.

Tornou-se viral.

Gosta da ribalta, �?

� ele.

- Ele � o qu�, o teu namorado? - N�o.

� um carteirista. Ele usou-me.

- O nome dele? - N�o sei.

Era norte-americano.

Sete rel�gios, quatro carteiras e dois passaportes japoneses

foram roubados em Montmartre.

- Passaportes japoneses? - Sim.

Isso � um roubo encomendado.

Vai interrogar os traficantes em Barbes.

Vem at� mim e rouba-me a carteira.

Est� bem.

Isto � rid�culo. N�o vai haver um tipo que venha at� mim

na rua e que v� pedir-me para roubar-lhe a carteira.

- N�o funciona desta forma. - F�-lo.

Est� bem, est� bem...

Bem, aproximo-me da pessoa, evito o contacto visual,

chego-me para o lado, olho-a nos olhos e depois desapare�o.

- Ainda est� aqui. - Mas o dinheiro foi-se.

Sabe, tirei a carteira da primeira vez,

e voltei a coloc�-la � segunda, s� que sem o dinheiro.

Tem tudo a ver com distrac��o.

Estava demasiado ocupado a observar-me, para ver o que eu estava a fazer.

D� c� isso.

Senta-te.

Encomenda.

Tenho uma encomenda para Zoe Naville.

- Morada errada. - Est� bem, obrigado.

- Bom dia. - Bom dia.

Tenho uma encomenda para Zoe Naville.

Zoe Naville?

Desculpe, acho que se enganou na morada.

Americano?

Sim.

Est� marcado especificamente para esta morada.

Bem, lamento n�o poder ajudar.

- Lamento t�-lo incomodado. - Sim.

Sem problema.

Christophe!

Estou? Estou? A pol�cia, por favor.

Sim.

Porque devia ajud�-lo?

Podemos ajudar a sua fam�lia a obter a cidadania.

Ou n�o.

- Perdeu-o? - Fomos comprometidos.

Eram das opera��es especiais. G-19 e m�scaras de g�s.

E agora temos a pol�cia francesa a vasculhar uma casa da ag�ncia n�o declarada.

Isto era um trabalho de recolha, n�o uma guerra urbana.

Como raios foram comprometidos?

Dois agentes � procura de uma rapariga chamada Zoe.

Est� bem?

O Mason disse que roubou a mala a uma rapariga chamada Zoe. Ela � a chave.

A carregar os dados do telefone dela agora.

Tem de apanhar o Mason antes que os franceses

percebam que estamos a agir no quintal deles.

Eles localizaram o telefone dela. D�-me tudo o que l� estiver.

- Briar... - O Mason tem um receptador em Barb�s.

Apanh�mo-lo, apanhamos a rapariga, apanh�mo-los a todos.

Briar, a sua miss�o � o Mason.

A Karen est� a arriscar-se por si. Est� a tentar empatar os franceses.

Apanhe o Mason antes que isto nos rebente no colo.

O nosso principal suspeito.

Apareceu uma testemunha e identificou-o como americano.

Americano?

Tens um nome?

Ainda n�o, mas um poss�vel avistamento.

A pol�cia de Paris est� a investigar uma perturba��o violenta

num bloco de apartamentos na rua Saint Vincent.

Os vizinhos colocam o suspeito no local e...

...um homem negro com pron�ncia americana.

Continua.

O relat�rio policial diz que o apartamento tinha uma esp�cie de...

...sala de interrogat�rio escondida.

Liga��es terroristas?

N�o, cheira a...

...a Ag�ncia.

E a Ag�ncia cheira a qu�?

Karen... J� nos conhecemos � muito tempo.

Tenho quatro corpos na rua na v�spera do Dia da Bastilha.

- Se tiveres alguma informa��o... - Se tivesse... Dizia-te.

Sabes disso.

Claro.

- Claro. - Como est� a esposa?

Cara.

O Pascale desiludiu-nos.

Dividimos agora o dinheiro em 14 partes. Algum problema?

E a rapariga e os dois americanos?

Eu trato deles.

Faz a chamada. Denuncia a mesquita.

Est� bem.

- E o video? - Estamos a tratar dele.

Est� bem.

Tenho a planta do banco.

Se seguirmos o plano � risca,

e espalharmos o caos...

Jackpot.

Foi uma chamada an�nima.

Disseram que a bomba foi fabricada

no Centro Comunit�rio em Saint-Denis.

Esse Centro, faz parte da mesquita?

Sim.

Tenho o Comandante da interven��o r�pida � espera l� fora.

Sophie, pe�a ao Comandante para entrar, por favor.

Meu senhor.

O Comandante Rafi Bernard, da unidade de interven��o r�pida.

A sua equipa resolveu o cerco ao aeroporto de Nanterre o ano passado.

- Perdeu dois homens, certo? - E um ficou paralisado, sim.

Est�o a cuidar das fam�lias?

Podia ser melhor.

J� foi informado?

� complicado. Na v�spera do Dia da Bastilha.

Isso ser� um problema?

Nenhum problema, senhor.

Bom. Ent�o, meus senhores... Vamos.

A todas as unidades.

Encontrei um engenho explosivo.

Repito. A todas as unidades, encontrei um engenho explosivo.

Cala a boca!

Sacanas fascistas!

Perfeito. Ac��o, reac��o.

Isto deve tratar de tudo.

Temos provas que os bombistas passaram algum tempo na mesquita,

mas o nosso principal suspeito continua a monte

e continuamos a levar a amea�a muito a s�rio.

O americano.

Ol�, Baba.

Colocaste aquela bomba?

Roubei a mala. N�o sabia o que estava no interior.

Por favor, Baba, preciso de um lugar para me esconder.

Nunca te tomei por esse g�nero de pessoa.

E n�o sou.

- Por favor, Baba, tu conheces-me. - Conhe�o?

Conhe�o?

Ficas a dever-me uma.

Est� bem. Est� bem.

Segue-me.

Espera aqui.

Muito bem, mantenha-o a�.

Rua Chercell, em Barbes. Fecha-a. Alerta a interven��o r�pida.

Mais uma vez, esta cultura estrangeira

derramou sangue nas nossas ruas.

Bombardearam a nossa capital!

Quando � que a Fran�a vai acordar?

Se o encontrarmos armado,

disparamos assim que o virmos.

Os imigrantes n�o s�o respons�veis por esta bomba.

Porque est�o estes fascistas a culpar-nos?

Recusamos ser tratados desta forma.

Equipa de interven��o no local. A partir de agora � connosco.

D�-me a chave.

Livre.

- Onde � que ele est�? - Estava aqui.

- N�o mintas! Onde � que ele est�? - Estava aqui!

Arrancamos-te a informa��o � porrada.

Vamos, d�em-lhe uma li��o.

Preto seis. Ele vai na tua direc��o.

Estou em posi��o.

Estou a v�-lo.

- Est�s a v�-lo? - Afirmativo. Alvo � vista.

- Entra! - Dispara!

Porra!

Merda!

Aquele maldito pol�cia ia matar-me?

�s um terrorista bombista. Mataste quatro pessoas.

P�e o cinto.

Temos de impedir que os americanos encontrem a rapariga.

Lan�a um alerta ao autom�vel.

Protestos anti-fascistas est�o a crescer esta manh� no norte da cidade

ap�s uma s�rie de ataques n�o provocados a mesquitas.

Activistas online est�o a questionar a pesada resposta policial.

Temos de resistir a estes fascistas.

Temos de fazer barulho e fazer-nos ouvir.

Temos de ir para as ruas manifestar-nos.

Mostrar-lhes que n�o temos medo.

Que se lixe a pol�cia!

Zoe.

- Est�s bem? - Por favor, ajuda-me.

- Ol�, Zoe! - H� quanto tempo!

Paul, estou em sarilhos. Preciso de um s�tio para me esconder.

Porqu�, o que aconteceu?

S� preciso de me esconder.

Esconder-te?

Est� bem, n�o te preocupes.

Podes ficar em minha casa, sim?

Os franceses encontraram explosivos numa mesquita.

Parece que encontraram uma c�lula.

N�o, isso n�o soa bem.

Os dois tipos que me atacaram n�o eram de nenhuma mesquita.

Foi aquela rapariga.

Passamos os dados dela aos franceses.

O seu trabalho consistia em encontrar o Mason

e encerrar isto. - Estou a tratar disso.

O que descobriram no telefone da rapariga?

Os dados do telefone dela est�o ligados a um activista.

Rue Duris, Clichy-sous-Bois. Porqu�?

Digo-lhe mais tarde.

Ent�o, o qu�, � da CIA?

Tem nome?

- Briar. - Primeiro ou �ltimo?

� o �nico que vais obter.

A cidade est� sob amea�a. Temos de encontrar esta bombista.

Vais identific�-la. At� l�, esta merda cai sobre ti.

Sou apenas um ladr�o que roubou uma mala.

Acuse-me e vamos esclarecer isto.

Isso n�o vai acontecer. Queres outro ponto vermelho no peito?

- N�o sou um terrorista. - Roubaste uma mala.

Deixaste-a l�. Agora, s� homem.

- Temos um trabalho a fazer. - Isto � uma loucura.

- Eu n�o trabalho para a CIA. - Bem, hoje trabalhas.

Ol�. Gostava de saber se me pode ajudar.

- Procuro a minha amiga Zoe. - N�o conhe�o nenhuma Zoe.

- Quem �s tu? - Ben, dos protestos do G8.

- A Zoe disse para passar por c�. - N�o te conhe�o.

Patrice!

Chega aqui. Abre.

Abre.

Como te chamas?

- Tamir. - Tamir, onde est� a Zoe?

- N�o est� aqui. - Onde � que est� escondida?

Por favor, ela � inocente.

P�ra!

Sai.

Entra.

Julguei mesmo que ia matar aquele tipo.

Estou a tentar deter uma bomba.

P�s-lhe uma arma na boca, nem sequer pestanejou.

Li��es morais de um carteirista.

N�o bato nas pessoas, nem amea�o mat�-las.

N�o, na verdade, matas.

Est� a perder o seu tempo. Eles j� se foram.

Procura aqui. Aqueles tipos est�o aqui.

Ent�o, estou � procura do qu�?

Do tipo oxigenado. Ele est� nas fotos dela.

- E? - Michael, somos a CIA.

Temos bastante equipamento.

Podemos obter um reconhecimento facial.

Ou vamos ao trabalho dele.

Onde?

Est� bom.

Vou mand�-la para o Rafi.

Perfeito. Coloca-a online.

Ele vai precisar de outro carro.

Fala o Rafi. H� algum roubo de carros declarado nesta zona?

Roubaram um carro a 50 metros de ti.

Um Mercedes dourado. Foi visto a ir para Oeste para Bondy.

Excelente. Estejam todos atentos.

- E agora? - Esperamos que ele apare�a.

Caramba!

N�o toques nisso.

N�o sou nenhum traficante, est� bem?

Sabes, n�o sou nenhum marginal. Tenho planos.

Tipo o qu�?

Estou a juntar dinheiro para financiar a minha entrada em Medicina.

Tretas. Sabes, olhas para a esquerda quando mentes.

� um denominador bastante comum.

Tu n�o me conheces.

Aos 14 e aos 16, foste apanhado a roubar pornografia

e CDs da Britney Spears.

Roubaste o carro do teu padrasto e espetaste-o

na fonte do Caesars Palace.

Categorizado como impulsivo, car�ncia de perspic�cia e propenso a reincidir.

Muito bem. E tu, falta de empatia interpessoal?

Imprudente, insubordinado e irrespons�vel.

R�pido a recorrer � viol�ncia.

Filho da m�e, revistas outra vez os meus bolsos e levas um tiro na tromba.

- Caramba, p�, s� estava... - Cala-te. Ele chegou.

Qual � a jogada?

Vais tamb�m enfiar-lhe uma arma na boca?

N�o. Se me v�m, mudam-na outra vez.

Eles n�o te viram bem.

- Nem pensar. - V� l�. Queres limpar o teu nome?

Aquele tipo sabe onde est� a Zoe. Vai l�, traz-me uma pista.

- Nem pensar. - Michael, isto � uma oportunidade.

Percebes?

A Ag�ncia n�o recruta apenas os melhores.

Precisa de pessoas como tu, com intelig�ncia da rua.

Sabes, n�s os dois n�o somos muito diferentes.

Eu era apenas um mi�do adoptado do Belize.

Sem valores no sistema, sem pais, sem falar ingl�s.

Ningu�m queria saber de mim.

Quero um acordo.

Apanhamos a rapariga, ela confirma a minha hist�ria, eu fico livre.

De acordo.

Promessa com o dedo mindinho.

Desaparece daqui.

J� pedi desculpa por ter chegado tarde, est� bem?

Tenho uma amiga em minha casa, ela estava a precisar de ajuda.

� a pol�cia. � sempre a pol�cia.

Onde est� o meu telefone?

Estava aqui.

Algu�m levou-o.

Meu, liga para o meu n�mero.

Roubaste-me o telefone!

Tony.

- Ela est� em casa dele. - Conseguiste uma morada.

Bom trabalho.

- Aquilo foi intenso. - Sim, portaste-te bem.

Achas que tenho hip�teses na Ag�ncia?

Tens potencial.

Que se lixe a pol�cia!

A cidade est� em polvorosa. Estava a dar na televis�o.

A pol�cia mandou um protestante �rabe para o hospital.

Estas imagens est�o a provocar uma situa��o tensa

com confrontos entre a esquerda e a extrema direita.

� um incidente bastante lament�vel.

Mas com a cidade sob amea�a, temos o dever de manter a ordem.

Obrigado.

Est� a crescer como planeado.

Os hashtag v�o detonar.

Potencial avistamento dos suspeitos no Mercedes dourado.

- Onde? - Em direc��o a La Raincy.

Para La Raincy.

- Bom dia. - Bom dia.

V�s? Podes ser acolhedor. �s uma pessoa diferente quando sorris.

Posso ter uma arma?

Onde � que ela est�?

O que � que deseja?

Onde � que ela est�?

- Est� � procura do qu�? - Onde � que ela est�?

Mexa-se e eu mato-o.

Eu mato-o!

Eu mato-o, est� bem?

Queres mat�-lo?

- V�, mata-o. - Briar?

�s uma terrorista, certo? Mata-o.

Zoe, certo? A mala era tua, n�o era?

Lembras-te? Em Pigalle. A mala era tua.

Com a bomba no interior que ele roubou?

Por favor! N�o, por favor.

Zoe, n�o tenho tempo para isto, est� bem?

Mas vais dizer-me onde � que vai estar a pr�xima bomba.

Preciso de saber agora!

N�o quero magoar-te.

Olha para mim. Olha para mim.

J� vi isto milhares de vezes.

Basta olhar para ti para saber que n�o �s terrorista. Est�s a ser usada.

Provavelmente contaram-te uma hist�ria,

disseram-te que eras a �nica em quem podiam confiar,

que iriam tomar conta de ti, mas eles mentiram, Zoe.

Est�s metida em sarilhos.

N�o era suposto ningu�m morrer.

Quem construiu a bomba?

O Jean. S� conheci o Jean.

Jean. Onde � que ele est�?

O tipo que lhe deu a bomba est�

no n�mero 14, rua Kleber. Enviem refor�os.

Briar, somos a porcaria de uma equipa de vigil�ncia.

O seu trabalho era encontrar o Mason.

- Est�o os dois comigo. - Est�o o qu�?

Briar, tr�-los para c�.

N�o h� tempo. Estou a ir para l� agora.

Est�s bastante deslocado.

Se fizeres isso, ficas por tua conta, entendido?

Entendido.

- Vamos lev�-la � pol�cia, certo? - Ainda n�o.

O acordo n�o era esse. Entregamo-la, eu fico livre.

Queres ir? Vai.

N�o posso, porque a pol�cia ainda acha que fui eu.

Fiz tudo o que pediste. Julguei que �ramos uma equipa.

Desculpa, p�. N�o est�s entre os melhores.

Manipulaste-me.

Toda aquela treta sobre o teu passado,

tamb�m era mentira? �s sequer do Belize?

N�o, do Connecticut, na verdade.

Ali est� ele.

Ele encontrou-a.

- Confiei em ti, p�. - Cala-te.

Para baixo!

Merda!

Est�s bem?

- Foste atingida? - N�o.

Tamb�m estou bem, obrigado. Quem s�o estes gajos?

Quem s�o eles, Zoe? S�o do bando do Jean?

N�o, o Jean n�o � assim. Ele nunca iria magoar ningu�m.

Ele deu-te uma bomba, sim?

Zoe, n�o temos tempo para isto.

O que est�o a planear? Eles est�o a planear outra bomba?

N�o, n�o est�vamos a planear nada, e s� t�nhamos uma bomba.

Bem, o que est�o a fazer? D�-me qualquer coisa. V� l�.

O Jean disse que �amos lutar contra os fascistas,

que �amos tentar perturb�-los. - Como?

Eu devia ter bombardeado um edif�cio de escrit�rios vazio.

- Certo. - Mas mudei de ideias.

- E depois apareceu ele. - N�o podes culpar-me disto.

- A mala era tua. - Eu ia atir�-la ao rio.

Est�o a romper motins em Barbes.

Est�o a piorar � medida que anoitece.

Os saqueadores est�o a aparecer.

Est�o a queimar lojas em St. Denis.

Est�o todos a seguir este tipo.

Juntos, somos mais fortes. Juntos, contra atacamos.

Sigam os hashtag!

Ataquem o Governo. Ataquem a pol�cia.

Ataquem os fascistas.

J� estamos sobrecarregados,

e o desfile � daqui a doze horas.

Eu ligo ao Ministro.

Ele vai elevar o n�vel de amea�a para C�digo Cinco.

Onde?

No primeiro andar.

Por favor, n�o o magoe.

Tira-a daqui.

Anda c�.

Pol�cia Capit�o Fibbert, Pascal

Conheceste-o numa demonstra��o?

- Sabes porque � que te escolheu? - Escolher-me?

- N�o, est�vamos apaixonados. - Zoe, ouve-me.

Quando um homem � um pol�cia infiltrado,

as rela��es n�o s�o o que parecem.

N�o, n�o � verdade.

Eu acreditava nele e acreditava no que t�nhamos juntos.

Essa era a habilidade dele.

Ele tinha de ganhar a tua confian�a.

J� fez isto?

Mentir, enganar, lixar, usar as pessoas

para alcan�ar o que quer?

Sim, j� fez isso e muito mais.

� o trabalho dele.

N�o preciso que me julgues.

Eles s�o pol�cias, Karen. S�o uma equipa de Interven��o R�pida.

Planearam explodir a bomba nos escrit�rios da Nation Pure.

Para culpar uma mesquita?

Karen, algu�m est� neste momento a jogar xadrez com a cidade.

Briar, isto est� descontrolado.

Tenho de entregar isto aos servi�os secretos franceses, sim?

Sim, vais falar com quem?

Victor Gamieux. Era o meu contacto na L�bia. Ele � dos bons.

E os meus activos?

Ele vai querer que os entreguemos.

Um carteirista e uma mula bombista?

O que � que isso te interessa?

- N�o interessa. - �ptimo.

Vou preparar a recolha.

Ele �, obviamente, um profissional.

Est� em cima de n�s. Dev�amos cancelar.

J� chega, porra. Deixem de tornar isto t�o pessoal.

J� perdemos muito tempo com isto.

Ele tem a rapariga. E ent�o?

N�o consegue encontrar-nos.

N�o sei. � arriscado.

Todos os dias arriscamos as nossas vidas por esta cidade.

Para acabarmos numa cadeira de rodas

e a cagar para um saco at� morrermos.

Vivemos numa lixeira, enquanto eles mijam dinheiro

com a sua grande pila no desfile militar.

Que se lixe esta cidade, est� bem?

Porque daqui a doze horas estar� tudo terminado.

Vamos ficar bem na vida.

De acordo?

Victor.

A bomba foi fabricada por um pol�cia infiltrado.

Chamava-se Pascal Fibbert.

Foi encontrado enforcado esta noite,

mas o mais prov�vel � ter sido estrangulado.

Victor, tens uma conspira��o terrorista

no seio da for�a policial.

A mesquita foi uma armadilha. Est� a passar-se alguma coisa..

E tens provas?

Tenho uma testemunha. Correntemente na

companhia de um dos meus agentes.

O outro americano?

Estamos preparados para tos entregar.

Mas consegues p�-los sob uma cust�dia segura?

A entrega da testemunha tem de ser discreta,

at� eu descobrir at� onde se estende a podrid�o.

Est�o perto da Pra�a Stalingrad, em Aubervilliers.

Muito bem, liga-lhe. Vou organizar a recolha.

Diz-lhe que a palavra de seguran�a � "Mike Alpha".

Obrigada, Victor.

O Gamieux vai escolher os seus homens.

Palavra de seguran�a, "Mike Alpha".

Obrigado por teres vindo ter comigo.

Deves-me um jantar.

Pra�a Stalingrad, Aubervilliers.

Leva-os para um local calmo e mata-os aos tr�s.

J� temos o C�digo Cinco?

Leva os protestantes para onde precisamos deles.

Sim, chefe.

Envia o hashtag final.

Diz aos maluquinhos onde t�m de ir.

Mike Alpha?

Estou?

Sim, acab�mos de recolh�-los.

Est� bem, at� logo.

Vamos, Michael.

Enquanto a prociss�o do Dia da Bastilha

coloca-se em marcha esta manh�,

os protestantes abriram uma nova frente de ataque.

A hashtag, Atacar o Banco, tornou-se viral

numa campanha online altamente bem coordenada.

Num n�mero sem precedentes,

os protestantes est�o a cercar o Banco Nacional de Fran�a.

H� 200 anos, as pessoas

revoltaram-se contra os opressores

e atacaram a Bastilha.

Hoje, revoltamo-nos novamente!

O Ministro autorizou-me a implementar o c�digo de seguran�a m�ximo.

Todos os agentes dispon�veis v�o estar a controlar a multid�o.

Um grupo de Interven��o R�pida est� a aproximar-se por ar

para proteger o banco a partir do interior.

-Onde � que ela est�? - N�o conseguimos localiz�-la.

Todos os dispositivos silenciaram-se.

Ela foi encontrar-se com o Gamieux esta manh� para organizar a recolha.

Os homens dele tentaram matar-nos.

Ele � o chefe dos Servi�os Secretos franceses.

- Sabe o que est�...? - A Karen est� morta, Luddy, est� bem?

Est� morta.

O Gamieux � corrupto e temos de descobrir o que ele anda a tramar.

Ele est� a proteger o Banco de Fran�a.

P�s a Interven��o R�pida no comando. Entraram em C�digo Cinco.

Portanto, ele p�s a Interven��o a proteger o banco

dos motins que ele pr�prio criou.

Tem tudo a ver com distrac��o, certo?

Estes gajos n�o s�o terroristas. S�o ladr�es.

- Que conversa � essa? - Quanto dinheiro h� no cofre?

� a Reserva Nacional francesa.

Sim.

E n�s entreg�mos-lhes as chaves.

Isso � fantasia, Briar.

� fisicamente imposs�vel sair com o dinheiro.

Os olhos da maldita cidade est�o sob o banco.

E ordeno-lhe que regresse imediatamente e entregue...

Briar.

Briar!

Preparem-se.

Protejam o per�metro.

Atiradores furtivos, tomem as vossas posi��es.

Os restantes venham comigo. Para as portas.

Que se lixem os banqueiros!

Tomem as vossas posi��es.

Mandem os seguran�as embora.

Vou estar nas comunica��es. Estejam � escuta.

- Fiquem aqui at� isto terminar. - Est�s a abandonar-nos?

- N�o ter�o nenhuma utilidade para mim. - Porque � que est�s a fazer isto?

Bem, digamos que n�o suporto ladr�es.

Mataram uma boa agente da CIA.

Ela merecia melhor.

Quer dizer, o que est�s a fazer?

Vais sozinho, sem nenhum plano, sem apoio?

Leste o meu relat�rio. Sou imprudente e irrespons�vel.

Est� feito?

Sim. Todos os c�digos est�o a ser alterados.

Para as reservas de ouro e para o sistema interno do Banco?

Sim. Desde as 10 da manh� que a Interven��o tem total controlo.

Agora.

Alarme desactivado.

C�maras de vigil�ncia desligadas.

Muito bem, vamos.

J� cheguei.

Christophe.

Concentra-te. N�o estamos aqui pelo ouro.

Aqui h� dez vezes mais.

ACEDER A CONTAS "Que se lixem os banqueiros!"

QUANTIDADE TRANSFERIDA

J� est�. F�cil.

Nada de carregar coisas pesadas.

500 milh�es de d�lares.

Amanh� vamos estar nas Bahamas.

Que raio se passa?

H� um intruso no banco. � o americano.

Julgava que o Xavier tinha tratado dele.

Todas as unidades. Encurralem-no e disparem a matar.

Chefe, h� uma troca de tiros no banco.

Comandante, o que se passa a�? Responda.

H� um intruso no �trio.

Temos a situa��o controlada.

- Ele est� preso. - Ele mandou-nos esperar aqui.

Esta luta n�o � nossa!

Quatro pessoas morreram por nossa causa!

O que podemos fazer? S� estamos os dois.

N�o, h� muitos mais.

Abaixo a pol�cia!

- Bando de fascistas! - Eles s� precisam de um empurr�o.

Vamos!

Ataquem a Bastilha!

Zoe!

- Vamos! - Bando de c�es!

Briar!

As portas principais cederam.

Os manifestantes entraram.

A pol�cia de Interven��o est� completamente em minoria.

P�e as m�os no ar.

J�!

N�o!

Todos os homens, respondam.

Sim.

Disseste que isto seria sem barulho,

agora h� um rastro de cad�veres pela cidade.

S�o os meus homens.

Ouve, aborta o plano e sai da�.

Demasiado tarde! Tenho meio milh�o no bolso.

Tens de tirar-me do pa�s!

Imposs�vel. N�o posso fazer nada por ti.

Sua doninha gananciosa.

Achas que est�s limpo no teu belo gabinete?

Se eu caio, tu cais comigo.

O qu�?

- Michael, est�s a ouvir-me? - Briar.

Vai na tua direc��o um homem que saiu do cofre

com meio milh�o no bolso.

O qu�?

Ouve-me. N�o � ouro.

� moeda digital. Est� no bolso do peito, numa pen.

Tenho uma informa��o nova.

Parece que h� um agente corrupto no banco.

Merda!

Que se lixem os banqueiros!

Onde � que est�s? Eu sei que �s tu.

Onde � que est�s?

O que est� ele a fazer? Enlouqueceu.

Mostra-te!

Identifica��o positiva. � o bombista.

N�o te mexas, Michael.

D�-me isso.

O que � que ele tem na m�o?

Merda, � um detonador!

N�o, n�o, vigiem o Comandante!

D�-me isso.

A pen.

Disparem.

Pol�cia! Pol�cia!

Saiam! Saiam!

Est� morto.

E o bombista americano?

N�o o deixem sair do edif�cio.

Aquele tipo junto � porta, de capuz verde.

Negativo. N�o � ele.

- Est�s bem? - Estou.

- Onde est� o Michael? - N�o sei.

Anda.

N�o h� sinal dele. Ele desapareceu.

O Director Gamieux foi elogiado pelo seu trabalho

por acabar com o grupo de pol�cias corruptos.

O suspeito bombista continua a monte

e a pol�cia est� a vigiar todos os portos e aeroportos,

pedindo ao p�blico que permane�a vigilante.

Ele n�o veio ter comigo.

Ele n�o viria, tu entregaste-o.

Ele n�o tem para onde ir, precisa de um passaporte.

Tenho de atra�-lo.

A quem mais iria ele recorrer?

Ouvi qualquer coisa na internet.

Continua.

Ele abordou Ali, o Turco, em Grigny, para encontrar um comprador,

mas ningu�m lhe toca, tem demasiada aten��o sobre ele.

Passa a not�cia por todo o lado.

Faz saber que h� uma parte interessada.

Um russo.

- Entendes? - Sim, sim.

Sergei?

- Porra. - N�o te preocupes, Michael.

Estou sozinho.

N�o estou aqui para te prender.

Estou aqui para fazer um acordo.

Era um passaporte que querias?

Dou-te bilhetes para o Brasil e cem mil d�lares em dinheiro

em troca da pen.

Por meio milh�o?

Confia em mim, n�o est�s em posi��o de negociar.

Tem o dinheiro?

Por aqui. Segue-me.

Onde � que vamos?

Vamos por aqui.

Entra ali.

Larga a arma... ou mato o teu amigo.

Quem, este gajo?

E agora?

N�o sabia que ias disparar contra mim.

Ainda est�s vivo. Vamos.

- A pen. - Dei-a ao Gamieux.

Para onde � que vou a partir daqui?

Nem sequer fiquei com o dinheiro.

A CIA vai reembolsar-me?

Parece que vais ter de encontrar trabalho.

Trabalho?

A CIA tem alguma coisa?

- Sim, podes limpar os carros. - Tipo, � procura de bombas?

N�o, amigo. Com sab�o e �gua.

- E algo na vigil�ncia? - N�o me parece.

- Nos correios? - N�o.

V� l�, p�, eu tenho habilidades.

Sabes, devia ter-te dado um tiro nas trombas.

BASTILHE DAY MISS�O ANTITERRORISTA

Tradu��o: RMdS

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.