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kurtemcasa.blogspot.com Ao servi�o da Lusofonia
GODSEND - O ENVIADO
V�, tenham calma, quero todos quietos.
Quem atirou isto? Espera l� que j� te digo...
Ningu�m bebe mais refrigerante, parecem doidos!
O t�xi era meu... - Azar, p�.
�s est�pido. �s um est�pido!
� cabr�o!
A carteira.
D� c� o bolo... Onde est� o Paul?
Maurice? - Merda, � Mr Duncan.
Conheces o gajo?
O Maurice foi meu aluno de biologia h� coisa de 5 anos.
Pelos vistos, as aulas n�o serviram de muito?
Anda da�, meu.
Este gajo � � maneira, foi o melhor professor que tive.
Embora!
Desculpe l� o mau jeito...
Todos erramos...
Est� tudo controlado? - Por que demoraste tanto?
Encontrei um antigo aluno que me reteve...
Trazes o presente?
Vamos l�, ent�o.
Clara, apagas a luz?
Todos prontos? - Isso vai, Jeff?
Onde se meteu ele? Onde est� o meu filho?!
Pap�!
Ele tem l� f�lego... - Fizeste-me rir!
Onde exactamente � a Dorset Prep? - Em Marte.
� nos sub�rbios, a meia-hora daqui.
O lugar � �ptimo mas o Paul ainda n�o se decidiu.
La ser uma mudan�a da escola onde est�s agora?
Claro, menos droga, melhor servi�o de cafetaria...
N�o liguem, isto � a consci�ncia dele a falar.
M�e, pai, que prenda mais baril!
Fica-te bem, h�?
Ele precisar� de mais a��car? - E, s� fa�o asneiras.
O Steggie est� aqui? - Cuidado...
Bolo para o Steggie.
Pode l� com�-lo...
P�rque n�o? - E herb�voro.
Ah, se � herb�voro... Nesse caso levo-o.
Espera. E se o deixasses, para o caso?
Foi o que pensei. Gostaste dos anos?
Boa noite, pap�.
De que prenda gostaste mais?
Do blus�o que me deste.
Fica-te bem, o encarnado.
Que tens na agenda para amanh�?
Tenho de passar pela galeria, ir buscar uma lente que encomendei,
comprar uns t�nis novos ao Adam...
E tenho de te fazer!
Mas disso posso tratar j�.
Continuas a considerar a proposta?
Apercebes-te que significava termos de nos mudar?
Pois mud�vamo-nos.
Tu achavas o maior, viver na cidade...
E achava quatro ma�os de cigarros e uma Diet Coke, uma refei��o...
Adoro a cidade tanto quanto tu mas agora temos um filho
e uma cidade n�o � o melhor s�tio onde o criar.
E passavas a ganhar o dobro.
S� n�o sei se � a altura certa, come�as a ter sucesso...
N�o sou eu quem importa.
N�o consigo deixar de pensar que ia trair os meus princ�pios...
Bom, ouve.
Sabes o quanto respeito a tua no��o de �tica.
Mas trata-se do Adam e �s vezes a �tica tem de ficar para 2� plano.
V�, � a tua vez.
Vou a um piquenique
e vou levar uma formiga,
um bagel, um croissant...
E um Ding Dong.
Um Ding Dong, e...
Sapataria � nossa direita.
D� c� a m�o.
Se os enches mais de ar ainda acabam explodindo.
Pum!
Queres esses ou n�o?
E isto, queres?
Vou experiment�-los l� fora. - N�o te afastes, ouves?
Como � que deseja pagar?
Com cart�o de cr�dito.
Preciso duma assinatura... - Desculpe.
Malta?
O meu comit� de recep��o?
Desculpa, fui demorado numa reuni�o de professores.
Tem quatro mensagens novas.
Deixe tudo o resto connosco.
Amor?
Desculpem... Jessie Duncan?
Sou o Richard Wells...
A sua mulher foi minha aluna, h� anos.
O momento � mal escolhido...
Bem sei, eu li no jornal. N�o imaginam a pena que sinto.
Mas t�m um minuto?
Sei a altura p�ssima... - Agora, n�o.
Acreditem, n�o h� outra.
E n�o foram f�ceis de encontrar e pretendo ajud�-los.
Ajudar-nos?
Sou m�dico especialista em t�cnicas de fertiliza��o.
Se pud�ssemos conversar s� por uns minutos...
E h� j� ali um restaurante.
Fiz o internato em obstetr�cia mas a minha paix�o � a pesquisa.
Que faz o Paul?
Ensino biologia. - Ah sim?
Diz-nos duma vez o que pretende?
Sabem, se houvesse...
N�o h� forma de os preparar para lhes dizer isto
portanto vou diz�-lo de chofre.
A minha cl�nica aperfei�oou um m�todo
de, a partir de uma �nica c�lula,
criar um feto geneticamente id�ntico
que, acabado o per�odo de gesta��o, para todos os efeitos, renasceria.
Fala em clonagem?
O beb� seria id�ntico at� ao �ltimo cromossoma,
at� ao �ltimo cabelo que tivesse na cabe�a.
� como nos quer ajudar?
Trabalhei num hospital de c� e tive acesso ao dossi� da Jessie.
Sei as complica��es surgidas no parto do Adam.
E que n�o podes voltar a conceber.
Leu o dossi� dela?
Tinha de ter a certeza que ela pode ter uma gravidez normal.
E portanto sim, posso ajud�-los.
Podem voltar a ter o Adam. E voltar a cri�-lo.
O Adam morreu, porra!
O meu filho morreu. - Paul, por favor...
S� Deus sabe pelo que passaram, quero tudo menos incomod�-los.
Mas sou capaz de fazer isto e queria que soubessem.
Fala duma coisa que � ilegal, al�m de potencialmente imoral.
Ilegal sim, imoral n�o;
falamos apenas de usar vida para recriar vida.
E j� clonou com �xito algum ser humano?
Ainda n�o, mas s� porque procurava um candidato ideal.
Mas espero que se n�o lhes interessa o que proponho...
Mas prop�e o qu�? - Ele nem sabe se consegue...
N�o, sei que consigo. Mas o importante seria a confian�a.
Arriscariam tanto em mim quanto eu, em voc�s.
A minha cl�nica fica a 500 kms daqui;
aceitar implicaria mudarem-se para l�
e mudarem por completo de vida.
O Paul tem raz�o, isto � totalmente ilegal,
teriam de romper com toda a fam�lia e amigos que conheceram o Adam.
Claro, eu ajudava-o a arranjar casa e um lugar no liceu de l�.
J� ouvi que chegue.
Sei o perturbante que isto �... - N�o, n�o sabe!
N�o pode nunca saber.
Ele tem raz�o, desculpem t�-los incomodado.
Encontras-me neste n�mero; o ADN pode ser conservado eternamente
mas as c�lulas do Adam s� vivem mais 72 horas,
portanto caso mudem de opini�o...
Nem acredito que ponhas sequer a hip�tese!
E eu n�o acredito que nem sequer ponhas.
Fazes ideia de tudo o que podia correr mal?
Ouve, eu amo-te.
Amo-te mais que palavras possam descrever.
Mas tanto pode correr mal e tanto tem de correr bem...
E se corresse? - Mesmo assim n�o era o Adam.
Mas teria a mesma cara, a mesma forma de rir...
Podemos tentar ter outro. - Sabes que n�o.
E eu n�o quero outro!
Quero o Adam! Quero-o de volta!
Sabes o que n�o parei de pensar enquanto esperava a ambul�ncia,
enquanto o tinha nos bra�os
e o via morrer?
"Esta ser� a �ltima vez que vou poder abra��-lo."
O meu menino...
Acabo de saber. Nem sei como expressar...
Obrigado, Sam.
Como est� a Jessie a aguentar?
Se queres saber, nada bem...
D�s-lhe os meus sinceros p�sames, por mim?
Posso perguntar-te uma coisa?
J� ouviste falar de um m�dico chamado Richard Wells?
Claro que j� ouvi falar; por que perguntas?
Foi professor da Jessie...
O tipo � uma lenda viva,
fez estudos avan�ad�ssimos no mapeamento de genes.
Mas tanto quanto sei vendeu as descobertas a uma firma,
por uma fortuna incalcul�vel,
e depois abandonou o ramo.
Mas ainda aparecem artigos dele em revistas especializadas,
consistentemente brilhantes; tal como disse ele �...
Um g�nio, pois.
Paul, sinto tanto... - Claro, obrigado.
Tr�s, dois, um, come�a o jogo!
Achas a ideia boa?
N�o, acho que o dev�amos chamar Adam.
Quem �? - N�o sei.
Eu, o Adam.
N�o conhe�o nenhum Adam... - O teu filho!
Todas as c�lulas s�o basicamente clones,
c�pias id�nticas de uma c�lula original.
A chave para estimular artificial- mente a sua replica��o
est� em obrig�-la a voltar ao seu estado pr�-especializa��o,
� percursora das c�lulas estaminais,
antes de se tornar em c�lula do figado, do c�rebro,
ou numa relativamente mais simples c�lula da epiderme.
Uma vez neste estado, o n�cleo da c�lula
� imediatamente transferido para um �vulo sem n�cleo da m�e;
completada a transfer�ncia
o �vulo idealmente aceitar� o n�cleo como sendo seu,
e a partir da� basta deixar a Natureza seguir o seu rumo.
Ela portou-se muito bem,
tem s� de ficar c� at� amanh� para vermos se o implante pegou.
Mas correu tudo lindamente.
Tem de ficar deitada pelo menos uma hora,
portanto mostro-lhe a vossa casa? Ela est� bem entregue.
Tanta gente e mais ningu�m sabe?
O processo pouco difere de um implante padr�o,
para os meus t�cnicos a Jessie � apenas uma in vitro de alto risco.
Riverton � uma bela terra, de certeza que se dar�o bem c�.
Talvez seja um pouco retirada mas � uma boa comunidade;
gente simp�tica, muitas fam�lias,
o lugar ideal onde se criar um filho.
Portanto siga-me que lhe mostro as redondezas.
Bonita regi�o, n�o acha?
Toda a �rea tem imensa hist�ria e a casa tem pelo menos cem anos.
Tomei a liberdade de encomendar mob�lias,
que amanh� j� c� devem estar... - E se n�o resulta, Richard?
Se o implante n�o pega, se o processo falha?
Vai resultar. - N�o pode ter a certeza.
Ningu�m pode ter certezas a respeito de nada,
at� uma gravidez rotineira pode correr mal.
Mas com toda a franqueza, que mais tem voc� a perder?
A ela. � Jessie.
Depositou nisto todas as esperan�as.
E eu n�o a vou desiludir, nem a si.
Dou-lhe a minha palavra.
Isto � mesmo de verdade?
Para j�...
N�o acredito nesta casa...
Anda ver. - Que h� a�?
Meu Deus, Paul!
Sabes o que pod�amos p�r aqui? - Uma c�mara escura?
Como te sentes? - Bem.
Amor, estou em casa!
Onde te meteste?
� um casar�o!
Disseste que nunca farias uma festa aqui.
V�, faz for�a. - N�o consigo!
Est� a correr tudo bem, j� se v� a cabe�a.
Qualquer coisa est� mal! - Nada est� mal.
J� est� a sair.
For�a, v�, for�a, for�a...
E pronto.
J� passou, estamos c� fora.
Quero ouvir-te chorar.
Ele est� �ptimo, est� tudo bem.
S� falta que agora respire.
Quanto tempo passou? - Trinta segundos.
Vou ter de o insuflar.
Que se passa?
Foi igual ao do outro, lembras-te?
Quiseste pregar-nos um susto, foi?
Obrigada.
Boa noite, Adam.
Meu menino...
Continua a soar-me esquisito.
� o nome dele, Adam sempre foi o nome dele.
Tio Richard!
Parab�ns, Adam.
Como vai o trabalho? - Bem, s�o mi�dos porreiros.
E tamb�m t�o espertos
que �s vezes sinto-me como se ensinasse peixes a nadar.
Num Club Med...
N�o continuas com saudades da outra escola?
N�o, � mais como ter saudades de sentir saudades.
Tio Richard, ajuda-me a lan�ar o papagaio?
N�o o deixes aproximar-se das �rvores.
Que palavra disseste tu?
Riservator. � uma palavra cient�fica.
Andamos agora a estudar recursos naturais.
Ah, reservat�rio...
� uma esp�cie de lago, s� que feito pelo Homem.
Mas n�o � Deus que faz tudo?
E fez, se acreditares que fez as pessoas
que pensaram como fazer um reservat�rio.
� mi�do, n�o vens para dentro?
Despedir-te dos teus amigos!
� menino dos anos, quantas vezes � preciso dizer?
Deixas os brinquedos pelo ch�o e algu�m trope�a neles.
Aqueles de n�s que n�o usam capacetes dentro de casa...
Que est�s a fazer?
Onde arranjaste isto? - Foi o presente do Joey.
Porqu�, gostas?
Vai agora dormir.
Sabes, estive a pensar... - Em qu�?
Acho que j� n�o gosto muito de ti.
Apanhei-te!
Algu�m est� num grande sarilho... Aonde julgas que vais?
Vou tapar-te todo!
De muitas maneiras ele � t�o igual...
Sem deixar de ser ele pr�prio.
At� que... Olha para ele; �s vezes chego mesmo a esquecer.
At� acontecer alguma coisa, como aquilo do dinossauro.
Eu percebo-te, comigo passa-se o mesmo.
Mas isso rala-me, sabes?
Se descobre...
N�o h�-de descobrir. - Mas se descobre?
O que significaria para ele... E eu amo-o tanto.
Amo-os aos dois.
N�o! Socorro!
Est� tudo bem, eu estou aqui.
Pap�!
Mam�!
Larga-me! - Calma, est� tudo bem...
Larga-me!
Est� tudo bem, j� passou!
Que tem?
Ele perdeu os sentidos, chama uma ambul�ncia!
Chamo � o Richard!
Gra�as a Deus... Quero-o num hospital.
O meu pessoal e eu tratamos dele.
O teu pessoal nem sabe o que...
Nem precisa de saber, lembra-te do nosso acordo.
Pode ser hora de o repensarmos, est� inconsciente h� cinco horas.
A respira��o e cor est�o normais e est� a reagir a est�mulos;
basicamente, est� a dormir. - S� que n�o acorda.
O que descreveste soa muito a pesadelos.
H� crian�as que gritam a dormir, que se sentam, andam, falam at�,
sem que despertem.
N�o, tu n�o viste, isto n�o foi nada disso.
Espera. Sei que � assustador mas n�s fal�mos disso,
que podiam haver reac��es mal ele passasse a idade com que morreu.
E como fez oito anos, passou essa barreira.
Falaste em poss�veis altera��es, mas de nada como isto.
Porque n�o podia ter sabido, ele � a sua pr�pria pessoa
e estamos e sempre estivemos � merc� desse facto.
At� hoje tivemos o mapa dos primeiros 8 anos dele
mas entr�mos em terra inc�gnita, n�o h� maneira de sabermos
quem o Adam de 9, 10, at� 50 anos, ir� ser
nem que problemas ter� ou n�o.
Acredita, n�o h� nada mais que um hospital pudesse fazer.
Mas que teve ele? - Isso queria eu saber.
Provavelmente, nada; demos-lhe um pouco de tempo, sim?
Nestes �ltimos oito anos, por muito feliz que tenha sido,
sempre tive a sensa��o que hav�amos de pagar tudo muito caro.
N�o por algu�m descobrir,
s� que o �amos perder.
N�s n�o o vamos perder. N�o o vamos perder.
Ele est� bem? - Como te sentes?
Tenho c� uma fome!
Richard, obrigado. - Vejo-os todos amanh�.
Adam, anda jantar!
C� em cima n�o est�.
Anda.
A� est�s tu... Que fazes tu a� metido?
N�o me ouviste chamar-te?
Sentes-te bem?
Falo contigo.
Responde! - Sim, pap�?
N�o me ouviste chamar?
O jantar est� na mesa, vai para casa.
N�o, diz o Paul que achou s� estranho.
A mim ele parece-me bem...
� isso que eu penso, que n�o deve ser nada.
N�o deve haver motivo para preocupa��es, ouves?
V�, beijos e at� breve.
Obrigada, Richard, at� breve.
Dev�amos lev�-lo a um psiquiatra.
O Richard n�o acha preciso. - E a palavra dele � evangelho?
Quanto tempo somos supostos viver assim?
Quando acaba a nossa gratid�o?
Est�s mesmo bem de certeza?
Algu�m sabe o que isto �?
Um grande e feio artefacto; vamos � p�-lo de lado.
Pensem no ADN como uma caixa de fus�veis,
com cada um dos genes ligado ou desligado,
dependendo da c�lula de que estamos a falar.
Portanto o gene respons�vel pelos p�los do nariz do Kevin...
Pouca utilidade teria num dedo do p� dele.
Ent�o n�o est� presente?
N�o, presente est�, mas inactivo. Est� desligado.
Est� morto...
Olhem, estudem o Cap. 11 at� ao final da aula
e depois podem ir-se embora.
Eu preparo-lhes um espect�culo e voc�s pagam-me o almo�o.
Ou sen�o rebento-lhes com o coiro e nunca mais se levantam.
Que tal isto?
E que tal... Sim!
Que � que v�o voc�s fazer?
E se o ele ter vivido para al�m da vida da c�lula original
tem provocado a liga��o a algum problema dormente?
Talvez seja significativo ou n�o,
mas quaisquer altera��es de sa�de ou comportamento
podiam tamb�m ter ocorrido da outra vez;
aqueles pesadelos... - Se � o que s�o.
...s�o uma alterac�o do sono normal�ssima.
Se h� coisa que ele n�o �, � normal.
Queres que diga estar tudo bem, que n�o me preocupa?
N�o, n�o quero.
Tens todo o direito a ralar-te
mas durante oito anos soubemos o que esperar.
Pais nenhuns o sabem e, a partir de hoje, tamb�m n�s n�o sabemos.
"N�s"? - Sabes o que quero dizer.
J� posso voltar para junto dos meus doentes?
Nunca quiseste ter filhos teus?
A Jessie acha-te fant�stico com o Adam, � c� um desperd�cio...
Paul, ele � teu filho e sei o que significa para ti.
Mas tentas n�o esquecer o que significa para mim?
A� v�m eles.
Porqu� esse ar triste?
Aquele novo, o Roy Hazen, nunca p�ra de se armar.
� sempre quem sobe mais alto no baloilo e coisas assim.
� c� um cara de cu...
Que linguagem � essa? - Sei l�...
N�o gosto nada, entra para o carro.
Ai, Deus!
Tu est�s bem?
Eu nem te vi... Raios partam, n�o te vi!
Sabes que estive perto de te atropelar?
E que te podia ter matado?
Quantas vezes tenho de dizer que n�o saias de bicicleta para a rua?!
Que � que te deu?
Est�s bem?
De certeza?
PERTURBA��ES DO SONO
Quero sim, deixa-me ir buscar uma caneta... Dr. Lieber?
Em Beauford?
Obrigado, Sam, agrade�o muito, depois falamos.
Quem era?
Engano.
Adam, abre a porta!
Abre a porta, filho.
Abre a porta!
Raios partam, abre a porta!
Que foi, por que tinhas a porta trancada?
A cortina... A cortina, ele estava debaixo.
Est�s a falar de qu�?
Olha, n�o h� aqui nada. - N�o o deixes fazer-me mal.
Ningu�m te vai fazer mal, est� tudo bem, tudo...
Acalma-te, deves ter tido s� um pesadelo.
Eu vi...
Viste o qu�?
Adam, fala comigo.
Por favor, tens de falar,
se n�o souber o que � n�o te posso ajudar.
Eu sei uma coisa...
O qu�, que � que sabes?
Que vai acontecer uma coisa m�. - N�o vai nada.
Eu n�o deixava que nada de mal te acontecesse.
N�o a mim...
Ouve, tu �s meu filho. Percebes isso?
Diz. - Sou teu filho.
Isso, e vai tudo correr bem.
Quantos �vulos colheste? - S� tr�s.
Desculpa se venho em m� altura. - N�o, tudo bem...
D�em-nos licen�a.
Que foi? Tu pareces...
Preciso de falar contigo duma coisa.
Tenho de ir a casa buscar uns pap�is; dou-te de almo�ar?
Que tal, gostas?
Tive uma ideia, fazemos um concurso de baloi�o?
E s�o voc�s o j�ri.
Senhoras primeiro...
N�o v�s muito alto ou ainda desatas a chorar.
E n�o partas nenhuma unha!
Porcalh�o! - Qual foi a ideia?
Adam Duncan, p�ra imedia- tamente, n�o se cospe.
Desce, desce da�, j�!
Dizes que os pesadelos podiam sempre ter come�ado nesta idade?
Ou possivelmente despoletados por um sem-n�mero de coisas.
Pela escola, stresse, tens�o dentro de casa...
O Paul receia que as c�lulas do Adam possam ter...
Retido recorda��es da vida anterior?
H� uma experi�ncia muito citada,
de um rato que foi ensinado a sair dum labirinto,
depois morto, esmigalhado e dado a comer a outro rato.
Que, posto perante o labirinto saiu dele em tempo recorde,
provando que a mem�ria perdurou nas c�lulas ingeridas.
� fascinante...
E tamb�m um disparate completo, uma lenda sem p�s nem cabe�a.
Ent�o n�o � poss�vel que se esteja a lembrar?
Gra�as a Deus.
Preocupa-me mais que o Paul fabrique essas estranhas teorias...
Ele est� a passar por um momento dificil.
Est� �ptimo.
Nunca se sentiu t�o em casa c� como tu, pois n�o?
N�o achas que um dia tentar� ir-se embora?
Isso n�o pode acontecer; aqui, no meio de nenhures,
� f�cil esquecer as consequ�ncias do que n�s fizemos,
mas se algu�m descobre
podem nunca mais voltar a ver o Adam.
Eu sei... - Confio em ti para que o traves?
Desculpa, acabo de ouvir o recado.
Ligaram-me para o liceu por n�o te encontrarem?
Tinha sa�do... Como est� ele?
Bem, Mrs Duncan, mandei-o ir esperar para o meu gabinete.
N�o sei exactamente como lhes dizer isto,
mas o comportamento dele anda a afugentar os outros.
E podia ter-se seriamente magoado.
Vamos falar com ele?
Cheiras a vinho?
Eu estava a almo�ar fora. - Com quem?
Por que te transtornou tanto?
Foi um simples almo�o, quis falar com ele sobre o Adam.
Livra, Paul...
Aonde � que vamos? - Pedir uma segunda opini�o.
Brincas comigo?
V�s-me rir?
Quanto aos pesadelos... - Acha que � o que s�o?
Muitas crian�as da idade dele os t�m;
os pais apanham sustos de morte mas n�o afectam os mi�dos.
Quanto �s recentes altera��es, visto ele n�o dormir...
N�o, o senhor n�o o conhece, � mais do que isso.
Ele n�o me larga.
Quem? - O Zachary.
Quem � o Zachary, Mr Duncan, algum colega de turma?
N�o sei... Quem � o Zachary?
O rapaz que vive nos meus sonhos.
Espera, esse tal disse chamar-se Zachary?
N�o foi preciso, eu sei...
Nunca viste a cara dele?
N�o gosta de mostr�-la. Mas sei que � ele pelo blus�o.
Que tipo de blus�o? Deixa-o responder.
Encarnado com mangas brancas.
Aonde � que vamos? Aonde � que n�s vamos?
Aonde vamos, quem?
O Zachary.
E onde est�s? - Onde n�s vivemos.
N�o quero fazer isto, � de loucos.
Quem diz, o Richard? H� qualquer coisa que nos esconde, de certeza.
Pela forma como est� sempre por perto...
� nosso amigo... - Zachary, onde est�s?
Fala-me do Zachary! - Nunca conheceu nenhum.
Que nos tentas dizer, Adam? Diz!
Agora, chega. - Diz o que nos tentas dizer.
Se tu n�o percebes... - N�o quero perceber.
Morre!
Cuidado!
Est�s bem? Amor, tu est�s bem?
Como est� ele?
Desculpa...
V�, enfia-te na cama.
J� est�s em casa, sim?
Vai � dormir, sim?
Eu morri?
Claro que n�o.
Tens estado sempre aqui connosco.
Vai dormir.
� o que isto �,
ele recorda em sonhos a primeira vida.
Os mi�dos dizem coisas dessas... - Um mi�do, da cidade?
Bom, � poss�vel...
Se certos genes usados no implante retiveram certas mem�rias.
N�o s�o mem�rias. - Como podes saber isso?
Por n�o poder ele.
Amor, acorda, j� cheg�mos.
Bom, desenhem todas as pessoas da vossa fam�lia � porta de casa.
Demorem o que quiserem.
Usem muitas cores...
E n�o se esque�am de p�r o nome por baixo.
Em letras grandes, quero col�-los � volta da sala.
Ol�, Pat.
Lembrei-me de vir ver se elas t�m vendido bem...
Muito bem, o Richard Wells ainda ontem comprou esta grande,
e estas tr�s pequenas.
Que bom... D�s-me s� um segundo?
Lembrei-me de perguntar como est� o Adam.
Por acaso, n�o muito bem.
Teve outro pesadelo
e desta vez o Paul conseguiu que falasse com ele.
Pergunto-me se n�o pod�amos usar essa capacidade a nosso favor...
Que implicaria isso?
Que o levasses l�, para come�ar.
O Paul n�o vai concordar...
N�o tinhas ficado de o controlar?
Ter, tinha... Deixa, eu falo com ele.
Tenho de desligar,; adeus, Richard.
V�, embora, venham!
Venham, seus molengas! Mariquinhas!
Se eu sou capaz, tamb�m s�o!
T�m medo de qu�? Embora!
Que querem os bebezinhos, o biber�o deles, �?!
Quem est� a�?
Por favor, est� bem...
E n�o mexas nisto.
Est�s a� em baixo?
N�o me ouviste?
Est�s bem?
Tens fome?
Ol�, m�e... Ol�, pai.
Est�s com fome?
N�o, Tanya, c� n�o est�...
Tanya, tem calma...
Espera um segundo, eu pergunto-lhe j�.
A m�e do Roy diz que ele ainda n�o voltou da escola;
fazes ideia onde possa estar?
Espera... Que fazias junto ao rio hoje � tarde?
Brincava s�...
Com quem?
N�o sou suposto dizer.
Adam, tu respondes-me?
Vai para o teu quarto.
J�!
Lamento, ele n�o sabe.
Claro, tudo de bom.
O Richard n�o quer usar a capaci- dade dele de falar para saber mais?
Pois liga-lhe.
Levamo-lo l� amanh�.
Adam, como se chama a escola?
Consegues dizer-me o nome da escola?
Pius...
Pode ser Saint Pius? - Isto n�o lhe faz mesmo mal?
� um calmante leve, s� para ver o que lhe sacamos.
N�o �, Paul?
O Zachary est� l�?
Nessa escola?
Est�o todos.
Est�o l� todos. - Queres mesmo continuar?
Conhecemos esse nome, Zachary Clark?
Quem � o Zachary Clark?
Julgam que eu sou ele. - E �s, �s tu o Zachary?
Quem �s tu?
Julgam que sou eu ele!
Julgam que sou eu ele!
Acorda-o, ele est� a sofrer!
Acorda.
Faz alguma coisa, porra!
Adam, acorda.
Zachary?
Amor?
Pap�?
Tu est�s bem.
Por que o chamaste Zachary? Responde.
Porque n�o reagia ao nome dele.
Isso � treta e quero a verdade! Tu enganaste-me!
Por que quiseste a minha licen�a para o hipnotizar?
Paul, est�s completamente...
P�ra com o que h� de errado comigo, diz � o que tem o meu filho!
Quem dera poder ajudar-te...
O Adam est� mudado.
E mudou para pior.
�s vezes � como haver dois dele.
Est� destrutivo, tentou ferir-se, os colegas da escola t�m-lhe medo.
H� qualquer coisa que n�o nos dizes.
Houve vezes que te vi falar-lhe quando est� assim alheado
mas ela a ti ouve, n�o �?
N�o me fa�as asnear, ele � tudo o que amo neste mundo.
E falo se n�o tiver respostas depressa, percebes o que te digo?
Eu n�o brinco.
Juro por Deus que conto ao mundo inteiro o que tu fizeste!
O que n�s fizemos, Paul, o que n�s fizemos.
Talvez tenhas raz�o e ele esteja a recordar...
Ou talvez seja outra coisa.
Porqu� o nome Zachary Clark, ou aquela escola?
Amanh� vou l� tentar descobrir, s�o umas poucas horas de viagem.
Nem pensar, se o Richard...
Nunca saber�, saio de manh� bem cedo.
Largue-me, largue-me!
O meu filho!
Jessie, posso falar contigo?
N�o te disse?
Disseste-me que eles nunca se deram bem.
Os g�meos viram o Roy a brincar junto � margem, a armar-se,
t�m todos a certeza que ele caiu, e tu n�o?
Para j� n�o tenho a certeza de nada.
Fa�a ele o que fizer, continua a ser nosso filho.
Achas isso muito reconfortante?
Que queres dizer, que desejavas que n�o o tiv�ssemos tido?
A mam� adora-te.
Assustaste-me...
Est� tudo bem, mam�.
Merda.
Lamento mas n�o h� aqui nada; n�o h� mesmo outra Saint Pius?
C� na cidade n�o, e como disse h� muito que est� fechada.
E uma busca nos registos por nome? Procuro um Zachary Clark.
Pelo nome levava algum tempo...
Eu posso esperar. - Semanas?
Desculpe ma��-la, chamo-me Paul Duncan.
Parecer-lhe-� disparatado mas traz-me c� o Zachary Clark;
o nome diz-lhe alguma coisa? E de um rapazinho.
N�o, tenho pena...
E os antigos donos da casa, tinham filhos?
Melinda!
N�o havia antigos donos,
o meu marido e eu compr�mo-la h� seis anos,
ainda toda calcinada, e ele � arquitecto e restaurou-a.
Ela estava vazia? - Esteve v�rios anos, sim.
E n�o sei nada sobre os donos anteriores, tenho muita pena.
Desculpe ma��-la.
N�s entrevist�mos por telefone um grande n�mero de nannies,
mas lembro-me de falar com uma que ia jurar que me disse
ter trabalhado para a fam�lia que vivia nesta morada.
E acho que ainda tenho o contacto dela.
Que bom, obrigado...
Cora Williams?
N�o me conhece mas preciso de falar consigo.
� sobre o Zachary Clark.
Entre.
N�o tem mensagens.
Bolas!
Esperei nunca mais ouvir esse nome.
Que fez ele? - Tinha problemas na escola.
E nunca tinha amigos e voltava para casa todo arranhado.
Uma vez ficou trancado numa sala vazia
at� que um professor o encontrou, aterrado e todo a tremer.
Mas isso foi antes de causar ele os problemas
e de os outros mi�dos acharem melhor deix�-lo em paz.
E ent�o deu-se o inc�ndio. - Na Saint Pius?
Nunca perceberam como come�ou, mas eu sabia.
E quando ele voltou para casa, perguntei-lhe.
E ele limitou-se a sorrir.
Juro, olhei-o nos olhos e s� vi maldade neles.
E mantive-me longe dele, com medo do que seria capaz.
E medo das ideias terr�veis que n�o me largavam a mente.
Naquele dia est�vamos os dois sozinhos em casa
e ele tomava banho quando eu soube de repente o que tinha de fazer.
Nem me ouviu entrar.
Tentei ir at� ao fim, juro que tentei, mas...
N�o consegui.
N�o fui mesmo capaz.
Quando a m�e chegou ele n�o lhe disse o que eu tinha feito.
Est�s aqui?
Estava em minha casa no dia seguinte
quando senti uma premoni��o paVorosa.
Corri para l� e a dois quar- teir�es j� ouvia as sirenes.
Depois vi todo aquele fumo e corri para a casa,
cega pelas chamas, rezando para n�o chegar tarde de mais.
Mas chegou...
Soube depois que a m�e dele nessa altura j� estava morta.
Lembro-me de fazer um frio g�lido naquele dia.
Fazia sempre frio naquela casa.
E ela tinha ido � cave ver se a caldeira funcionava.
Est�s a� em baixo?
E era l� que ele estava,
s� � espera dela.
Diz que o Zachary matou a m�e?
Com um martelo que havia pendurado na parede.
E mal terminou a linda obra,
pegou fogo � casa.
E depois foi l� para cima acabar de brincar.
Foi onde encontraram o corpo dele.
E onde estava o pai?
No hospital, como sempre.
Era m�dico? - M�dico de beb�s, pois.
S� que a mim parecia mais um cientista.
V� l�, v�...
Est�s em casa? Jessie, se est�s a�, atende.
Preciso de falar j� contigo, liga-me mal ou�as isto.
Beijos.
N�o a devias ter aberto...
N�o devias ter mexido nessa caixa.
Este sou eu?
Amor, deixa que explique...
Zachary?
Quero falar com Richard Wells.
O Dr Wells est� no funeral do Roy Hazen.
O funeral � onde?
N�o tenhas medo, est� tudo bem.
E eu estou aqui. Mas tem cuidado, sim?
Que foi isso?
Mam�?
Onde est�s tu?
O Adam agora n�o pode vir brincar, Mrs Duncan.
Espera!
Deixa-me explicar.
N�o pudeste us�-lo, n�o foi?
Ao Zachary, n�o pudeste us�-lo.
Ou nem te ocorreu tentar.
N�o, ocorreu-me...
Mas o fogo destruiu-o? Deixando-te sem uma �nica c�lula utiliz�vel.
Tudo o que pude salvar foi como peda�os de um mapa;
salvei o que pude, estava quase a ter o processo aperfei�oado.
Nem imaginar podes esse tipo de tortura.
Ter o conhecimento e saber que n�o te serve de nada.
Mas a ti serviu-te; assim que tiveste c�lulas do Adam
preservaste caracter�sticas f'isicas dele e manipulaste certos genes,
coisas intang�veis como cogni��o, personalidade, recorda��es...
N�o tenho raz�o?
S� que n�o havia maneira de prever o resultado.
S� podia esperar um vislumbre,
a indica��o de que algo tinha sobrevivido.
Sobrevivido? Fazes ideia do que fizeste ao meu filho?!
� minha fam�lia?!
Era de esperar que percebesses, visto ambos desejarmos o mesmo.
Fizeste experi�ncias com uma vida humana!
Tu e a tua mulher, tamb�m. - H� uma enorme diferen�a.
H�, Paul?
Julgas poder-se abrir a caixa de Pandora e voltar a fech�-la?
N�s confi�mos em ti, porra!
N�o pod�amos saber e o que fizeste sai de...
Das normas aceit�veis?
Nomeia um avan�o da medicina que n�o saiu.
Diz l�, se n�o era suposto fazer isto, como � que soube faz�-lo?
Por seres um cientista.
S� que isto n�o � ci�ncia ou evolu��o,
� uma falta moral, � ignorares o que est� certo e errado.
E tu, Paul, n�o cometeste nenhuma falta?
N�o sei.
Talvez este seja o meu castigo por querer o que n�o devia ter.
Se for o caso, pois que seja. Mas duma coisa tem a certeza,
farei tudo o que puder para salvar o meu filho
e para que sejas punido.
N�o, agora j� chega!
Vou � Pol�cia e depois procurar um s�tio onde o possam ajudar.
N�o vais a lado nenhum. - O tanas!
Foi uma experi�ncia. Que falhou, apenas.
Podemos sempre termin�-la e voltar a tentar.
Termin�-la?
� do meu filho que est�s a falar.
Nosso filho! Ele s� � teu porque eu to dei!
Nem te chegues a ele!
Est�s a ouvir? Nem te chegues!
Contenta-te por o teres tido tanto tempo,
eras um nada quando apareci.
E dei-te uma filho, uma casa, um emprego;
tudo o que para ti tem valor foi-te dado por mim.
Lembra-te disso,
meu grande ingrato de merda!
Porqu�? Porque n�o me deu ele ouvidos?
Est�s aqui?
Onde est�s?
Larga, larga o machado.
Sim, pap�?
Quem �s tu?
Quem �s, neste momento?
Sou o teu filho.
Continua a N�o Haver Explica��es Para Desaparecimento de M�dico
6 MESES PASSADOS
M�dico Continua Desaparecido
Se conseguissem t�-la pintada at� Quinta, era fant�stico.
H�-de ficar linda, Mr Duncan.
Ent�o, gostas do teu quarto?
Ainda n�o est� pronto.
V�, n�o estejas assim... E uma mudan�a radical, eu sei.
Mas os m�dicos que te t�m tratado
dizem todos que ela pode ser muito ben�fica.
O tratamento est� a fazer-te t�o bem...
E aposto que numa nova cidade, tendo novos amigos,
ele ainda te fa�a melhor. - Eu sei.
Vou j�!
H� tr�s caixotes l� em baixo com "brinquedos" escritos neles;
que tal vires ajudar a abri-los?
Onde quer isto?
Cuidado com isso... L� em baixo.
� mi�do, n�o vinhas...
Pensei que fosses descer.
Tu est�s bem?
Tu dizias, se alguma coisa... - Est� tudo bem, pap�.
Eu estou bem.
Confia em mim, isto vai ser �ptimo para todos n�s.
� um lugar ideal onde recome�armos.
kurtemcasa.blogspot.com Ao servi�o da Lusofonia
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