All language subtitles for Horror.Rises.from.the.Tomb.1973.Portuguese

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Original subtitles

Fran�a. Meados do s�c.15.

Quando a superti��o e a ignor�ncia

reinava em toda a Europa.

Homens e mulheres acusados de bruxaria

s�o executados na fogueira.

Na forca. Ou na l�mina do verdugo.

A Peste. As pragas mais devastadoras.

A guerra. E suas consequentes calamidades.

N�o s�o remotamente t�o temidas...

quanto o sombrio poder de Satan�s

e sua sinistra corte de diabos e bruxos.

Alaric du Marnac,

voc� conhece as muitas maldades

pela quais este justo tribunal te condenou.

Voc� bebeu sangue humano.

Voc� comeu carne de vivos e mortos.

Voc� assistiu missas negras com sacrificios sangrentos

de rec�m-nascidos e donzelas.

Voc� adorou Satan�s e respeitou o Sabbath.

S�o vampiros e lobisomens.

Por isso ser� decapitado

e sua cabe�a e seu corpo

ser�o enterrados em diferentes lugares

para que nunca se juntem.

Eu te amaldi�oo, Armand du Marnac, meu desprez�vel irm�o,

e voc�, Andre Roland

e seus descendentes, pagar�o,

porque eu voltarei.

Eu voltarei!

Malditos! Malditos para sempre!

Acabar�o com nossos corpos,

mas nossos esp�ritos te perseguir�o para sempre!

E voc�, Andre Roland,

e voc�, Armand du Marnac,

que renegou seu pr�prio sangue.

Voc� e seus descendentes sofrer�o as piores desgra�as

e encontraremos a vingan�a, em algu�m da sua linhagem!

Voc� mesmo... Voc� mesmo...!

Voltaremos para a vingan�a!

Malditos! Malditos todos voc�s!

O HORROR ERGUE-SE DO T�MULO

Hugo! N�o ouvi voc� entrar.

Que te aconteceu, bo�mio?

J� fazem duas semanas que n�o d� sinais de vida.

Eu n�o sei. Passo o dia todo na frente dessa tela

tentando fazer algo novo e diferente, mas n�o consigo.

Embora seja um esbo�o, � bem diferente do seu estilo.

Sim, essa estranha imagem me persegue ...

e n�o consigo decifrar.

Tudo que vejo � um par de olhos negros,

penetrantes... fitando intensamente.

Se voc� se apaixonou pelos olhos negros ...

minha visita n�o tem objetivo.

Sempre com suas piadas.

Diga-me por qu� veio... al�m do meu whisky.

Paula chegou.

Onde ela est�?

Com Sylvia. Est�o nos esperando.

Um segundo. Vou me trocar.

Por que demorou tanto. Tem sorte por n�o termos sa�do.

Tr�nsito, voc� sabe.

Levamos uma multa por avan�ar o sinal.

Foi uma tarde maravilhosa.

Andamos e andamos e tudo parecia novidade para mim.

Paris � �nica.

O amor muda tudo.

- Certo, Maurice? - � claro.

Para mim � amor sem esperan�a.

Para Paula o jornal � mais importante que eu.

Quantas vezes te pedi para casar.

Em breve ir�o me transferir para Paris.

N�o posso deixar meu emprego na Alemanha agora.

At� Dimara voltar do Paquist�o, ningu�m poder� me substituir.

- Ent�o... - Bem, Maurice.

N�o fique triste. Veja o meu caso.

N�o sei a quanto tempo tento me casar com Hugo, sem �xito.

Olhe, Sylvia. Sou insuport�vel, ego�sta e tamb�m exclusivista.

Voc� vive para seus pacientes.

Se casar contigo, teria que me dedicar todo seu tempo.

Francamente, n�o te vejo fazendo isso.

E como sabe o que gostaria de fazer?

S�o os Dilillans. Disseram que viriam.

Aqueles chatos!

N�o me disseram que estavam vindo.

Se soubesse...

- � uma m�dium fant�stica... - Tem poderes surpreendentes.

Reune todas as condi��es e pode fazer de tudo...

reencarna��o, visualiza��o, auras...

Ontem, nos levaram ao cemit�rio P�re-Lachaise,

e colocamos nossas m�os no busto de Kardec.

� um privil�gio dentro do grupo.

Temos sess�o amanh�.

Nunca fui a uma sess�o esp�rita e gostaria de ir.

Eu tamb�m.

Ent�o vamos. Falarei com eles.

N�o me diga que acredita nesses disparates.

Espiritismo � hist�ria de falsificadores.

para roubar pessoas, eu garanto.

- N�o deveria falar assim. - Se for...

a sess�o, mudar� sua mente.

Pode ter certeza.

Ent�o eu vou. E vamos ver.

Tenho uma id�ia, Maurice.

Pedirei para Alaric du Marnac aparecer.

Segundo a lenda, sua cabe�a foi enterrada em algum lugar

perto das ru�nas do monast�rio nas minhas terras.

Pedirei que mostre onde est� e talvez possamos encontr�-la.

Pode ser.

Gostaria de chamar Mabille De Lancr�.

- Mabille De Lancr�? - Sim.

Era companheira de Alaric. Tamb�m foi considerada culpada.

E depois de torturada a executaram.

Segundo a tradi��o seu t�mulo tamb�m est� na terra de Marnac.

Certo, Hugo?

Isso Alaric vai nos esclarescer.

Creio que para a sess�o ter �xito,

h� que se entregar sem reservas mentais.

Tenho certeza que Hugo perder� todo...

digamos... humor,

quando conhecer Madame Irina Komarova, nossa m�dium.

Estamos de acordo, certo? Iremos todos.

N�o conte comigo.

- Mas Maurice... - � in�til Paula, n�o insista.

Pois eu sim. � uma experi�ncia que n�o quero perder.

Alaric du Marnac, � voc�?

Sim, sou eu. Que quer de mim?

Quero saber onde descansa, Alaric du Marnac.

N�o existir� repouso para mim

enquanto minha cabe�a decepada n�o se juntar ao meu corpo.

Onde foi sepultado, Alaric du Marnac?

Meus verdugos me condenaram a vagar eternamente nas sombras

enterrando minha cabe�a no claustro dos decapitados

e meu corpo na cripta do monast�rio,

ao lado da minha fiel Mabille.

Alaric...

Eu te ordeno, materialize-se.

Repito, Alaric.

Se tudo estiver favor�vel,

materialize-se!

Madame Irina!

Tudo era uma fraude.

Truques. Velhos truques.

A voz era uma fita gravada.

O candelabro foi movido...

Eu n�o sei, por cordas talvez...

Por outro lado estava longe. Era f�cil de manipular.

E os sinais que apareceram no pesco�o da m�dium?

Eram marcas de dedos. Como se tentassem estrangular.

Maquiagem, talvez.

E viram a rapidez que a tiraram da sala?

N�o deixaram Sylvia examin�-la.

A explica��o de Hugo � acertada.

Provavelmente tudo foi um truque...

e nossa auto-sugest�o teve papel decisivo.

Contudo n�o descarto um fen�meno de parapsicologia.

Se tudo foi um truque, como Irina sabia

da exist�ncia do claustro e monast�rio?

Ou esses lugares n�o existem nas suas terras?

� claro que existem. Mas algu�m poderia ter dito.

� incr�vel.

Voc�s parecem velhas assustadas e superticiosas.

Tudo que aconteceu � muito estranho.

Sei que vou fazer. Vamos para a casa Sade.

Vamos procurar entre as ru�nas do velho claustro.

Assim esclarescemos as d�vidas. N�o concorda?

� uma grande id�ia.

Assim poder� descansar. Acho que devia ir, querido.

Est� bem.

Que aconteceu para mudar tanto?

N�o acreditaria se eu dissesse.

Estava precisando de umas f�rias.

Estava farta da clinica e de Paris.

Prepare-se para o desconforto.

As pessoas nessas montanhas vivem como se viviam h� dois s�culos.

J� faz muito tempo que n�o vem aqui?

Anos. De vez em quando o caseiro me escreve.

Espero que o chal� que meu pai construiu esteja habit�vel.

Cuidado!

Garotas fiquem aqui.

- O que houve. - Ele esta ferido. Que horr�vel!

N�o se mexa!

- Como est�? - Estou bem.

Espero n�o ter quebrado nenhum osso.

O carro est� fora de combate.

� o radiador. N�o podemos continuar.

N�s fizemos isso. Com a espingarda.

Ele nunca erra.

Esse j� pagou por seus crimes.

Agora � a sua vez. Enforcamos aqui ou na cidade?

Aqui. Quanto mais r�pido terminar com o canalha melhor.

Boa noite senhores. Meu nome � Andr� Govar.

Acho que est�o perdidos.

Faz tempo que n�o vemos estranhos na montanha.

� pouca sorte que tenham encontrado esses dois.

Est�vamos indo para a Casa de Sade quando nos assaltaram.

S�o dois criminosos que tentavam escapar.

Mataram toda uma familia para roubar.

Os pais e quatro crian�as.

O menor tinha um m�s.

Mas vamos dar o que merecem.

V� em frente.

Atirei no meio dos olhos. Nunca saber� o que o atingiu.

A melhor espingarda da cidade.

Onde p�e o olho p�e a bala. Que cara ...

Gostar�amos de continuar a viagem.

N�o teriam outro carro?

Ei Pierre!

Traga o Citro�n!

Ja vou.

Darei a Lizeth. Uma bela lembran�a.

Conhece a esc�ria que o fez.

Dentro de meia hora estar� aqui.

Entretanto vamos falar do pre�o do carro que voc� quer comprar.

Quanto quer por ele?

Digamos... tr�s mil.

Voc� sabe, � dif�cil achar um carro aqui.

Tudo bem. Eu pago.

Certo, agora vamos enforcar esse cara.

Lamento envolve-los neste espet�culo,

mas as coisas tem que ser assim.

O que vai fazer? N�o tem autoridade!

Essa autoridade te parece pouca?

� um pouco ingrato, Sr.

Estou te ajudando e...

� um esc�ndalo! Um absurdo!

Como � poss�vel que isso possa acontecer?

Foi um acerto de contas!

Devemos ficar felizes. S� perdemos 3 mil francos e o carro.

Mas essas pessoas! Temos que denunciar.

As autoridades devem saber sobre eles.

N�o � poss�vel matar assim impunemente.

Deviam merecer.

Pensei que fossem nos matar.

Eu tamb�m. Por isso digo que devemos ficar felizes.

Mas devemos denunciar.

As pessoas se ajudam aqui.

A lei do sil�ncio � sagrada.

- Bom dia, Gaston. - Bom dia, Sr.

Bom dia a todos.

Gaston, voc� nos levar� ao claustro esta tarde

e amanh� vamos explorar as galerias do monast�rio.

Sr, n�o gostaria de ir ao monast�rio.

Mas por qu�? Eu n�o entendo.

N�o vem aqui ha muitos anos e n�o sabe o que aconteceu.

O que aconteceu?

N�o � um bom lugar, Sr.

Mais de uma pessoa entrou nos subterr�neos

e nunca mais regressaram.

Dizem que tem um tesouro enterrado e por isso entraram.

Mas agora, ningu�m se atreve.

O diabo... est� solto l�.

N�o diga besteiras.

N�o acontece nada para quem entra nas ru�nas.

Simplesmente se perdeu no labirinto de galerias e criptas.

Mas tenho um mapa.

Certo, Sr. Farei o que disse.

E veja se encontra algu�m para ajudar.

A �rea que desejo explorar � ampla.

Vou a cidade tentar encontrar algu�m.

Mas n�o ser� f�cil.

Voc� sabe que toda a terra perto do monast�rio...

Sim, eu sei, o diabo est� solto.

Mas nesta vida tudo tem um pre�o.

D� a eles o necess�rio.

- E para esta tarde. - Sim Sr.

Ou�a, Hugo.

Por que n�o deixamos tudo e voltamos para casa?

Que bobagem � essa? Depois de chegar aqui?

Imagina se encontramos o tesouro que os locais falam.

E voc�s?

N�o querem ser p�s frios, n�o �?

N�o � isso.

Mas gostaria que fosse sozinho.

Acha que encontrarei a famosa cabe�a?

Talvez.

Esta bem irei sozinho. N�o preciso de voc�s.

Vamos com voc�.

Juntos come�amos esta est�pida aventura.

E juntos vamos termin�-la.

Gaston...

se encontrar o tesouro me casarei com sua filha Elvira.

Eu me caso com Chantal. � um pouco mais gorda.

Dizem que tem muito ouro enterrado.

Presumo que seja para todos.

N�o h� nenhum tesouro.

Se continuar falando besteira, vou abrir sua cabe�a com a p�.

Algum problema, Gaston?

Nada Senhor. S�o coisas nossas.

Encontrar algo enterrado h� s�culos � muito dif�cil.

Aqui, me ajude!

Vamos, cavem aqui!

"Minha alimenta��o vir� do cora��o humano.

Vermelho, palpitante e ign�bil".

"1454."

Vamos abri-lo.

� imposs�vel.

Vamos lev�-lo conosco.

Amanh� pegaremos um ma�arico na cidade.

Certo. Vamos levar para dentro.

Amanh� vamos reparar a eletricidade.

N�o gosto de velas.

Foi usado a muito tempo. Podemos n�o conseguir.

Hugo, por qu� n�o colocamos o cofre onde estava?

Tenho mau pressentimento.

Pare com isso, Maurice! Parece um garoto assustado.

Amanh� abriremos o cofre.

Tendo algo ou n�o. Nada ir� acontecer.

Vamos, abra a porta.

N�o fa�a barulho.

Gaston tem bom ouvido.

- Espere. - Sua casa � perto.

- Vamos. - Espere.

Abra a porta!

- E se fizermos uma piada com as garotas? - Uma piada?

Imagine se formos aos seus quartos

cobertos por um len�ol?

N�o! Acho que n�o tem gra�a.

Boa noite.

Certo

Ajude-me com isso.

Vamos abrir.

Conseguimos.

"Asta... Astaroth".

Eu sabia que viriam, ladr�es imundos!

Gaston, acha que ir�amos roubar, isso?

Sempre fomos amigos.

N�o valeria a pena por causa disso.

Se o tesouro estivesse ali, ter�amos dividido com voc�.

Esteja certo.

Voc� o matou.

Abra! Abra!

Por favor!

Abra!

Meu pai. Eles o mataram.

Eles o mataram.

Acordei e n�o o encontrei no seu quarto...

assim que entrei sua arma havia desaparecido.

Eu olhei e ele...

estava ca�do.

Morto.

Vamos.

H� outro homem morto.

Esmagado.

� um dos caras que desenterrou o cofre.

- O cofre. - Desapareceu.

� incr�vel!

N�o entendo como pode ocorrer algo assim nos dias atuais.

Vamos Maurice, acalme-se.

Tentei falar com o prefeito mas n�o me recebeu.

O m�dico e a pol�cia, tamb�m.

Todos na cidade parecem mudos e surdos.

As crian�as me atiraram pedras.

Por telefone...

a explica��o foi quase uma amea�a.

Disseram que a tempestade derrubou os postes e as linhas n�o funcionam.

Imagine.

Mas teve dois assassinatos aqui.

Tivemos que nos livrar dos corpos.

Temos que sair. Temos que denunciar.

Estamos diretamente afetados.

O "dia do acerto"

� t�o grave quanto isso.

N�o � hora de discutir. � hora de sair daqui.

Como? N�o temos gasolina e nem como consegui-la.

� uma armadilha, Hugo!

Entre os p�ntanos e as montanhas a fuga � imposs�vel.

E tem mais.

Dei a Claude, o b�bado da cidade, uns trocados...

e ele me explicou algo.

Gaston j� estava condenado ao ostracismo.

Vivia na terra de Marnac e isso era suficiente.

Mas o toleravam.

O problema foi contratar os homens.

Para trabalhar aqui.

Por isso s� encontrou dois delinquentes.

Ningu�m mais quis acompanh�-lo.

- A lenda. - Exatamente.

Na cidade acreditam que nossa chegada trar� desgra�as.

Podem tentar nos matar?

Pode ser.

Se n�o tentarmos atravessar a montanha a p�,

podemos morrer de fome.

Temos provis�es para quatro dias.

Encontraremos uma solu��o.

Maldita hora que nos metemos nessa aventura!

- Posso ajud�-la? - Obrigada, n�o � necess�rio.

- Ent�o at� amanh�. - At� amanh�.

Chantal, voc� est� a�?

E Elvira? Como est�?

Bem.

Dei um sedativo. Ela dorme.

� horr�vel.

Paula sumiu.

E a pobre Chantal.

S� um monstro faria algo assim.

� tudo culpa sua!

Voc� nos colocou neste inferno!

Est�o loucos?

Temos que ficar juntos agora!

Parem com isso!

Paula.

Meu Deus, o que fizeram com voc�?

N�o.

N�o.

N�o se aproxime.

Esse sangue.

Tire esse sangue.

Estou sozinha.

Completamente s�.

Voc� ainda me tem, Elvira.

Tenho medo.

Quando era crian�a tamb�m tinha medo.

E voc� me procurava, lembra-se?

Sim.

Voc� a ama muito, n�o �?

S� amei uma mulher.

Maurice, venha.

Maurice, venha a mim.

E Elvira? Est� calma?

Ela dorme.

E Maurice? Onde est�?

Eu n�o sei. Acho que saiu.

Vou procur�-lo.

� quase noite e tudo pode acontecer.

Pobre rapaz. Esta sozinho.

Hugo foi procur�-lo. Esta muito preocupado.

Voc�, Maurice Roland...

que tem o sangue dos meus inimigos,

me servir� e ajudar� a cumprir minha vingan�a.

Esta noite, minha fiel companheira,

Mabille de Lancr�...

voltar�.

Em sete luas cheias,

quando a conflu�ncia astral for favor�vel,

teremos poder m�ximo,

e exterminaremos todos que carreguem em suas veias

o sangue dos nossos executores.

Ent�o nosso �dio ser� infinito

e o resto dos homens ir�o tremer!

Paula. Maurice. Sylvia.

Todos desaparecidos. Provavelmente mortos.

Pressinto que um perigo terr�vel nos amea�a.

Agora sei claramente que sou o �nico culpado.

Este lugar � amaldi�oado.

Toda a regi�o est�.

Disse muitas vezes ao meu pai, "Temos que ir, temos que ir ".

Mas ele nunca me ouviu.

No fundo ele adorava tudo isso.

- Eu o amava muito. - Elvira.

Tem que se salvar.

N�o h� ningu�m na cidade? Um amigo ou um parente,

que possa ajud�-la?

N�o h� ningu�m.

Ningu�m queria falar conosco.

Tenho visto s� desgra�a.

Maurice Roland...

voc� devolver� meu corpo.

Por s�culos ele foi separado de mim,

fazendo com que minha alma vagueie no mundo das sombras.

Abra a l�pide que o cobre.

Mabille, minha fiel companheira. Voltar� a mim...

e nossa vingan�a ser� cumprida.

Maurice.

Voc�s nos servir�o durante o dia.

E at� que as sete luas passem e o rito se cumpra,

servir�o ao nosso senhor Sat�.

Meu pai guardava algo...

algo que nos defenderia do que um dia

surgir� da tumba para nos destruir...

Algo maligno e poderoso que vai nos atacar.

Sabe onde est�?

Acho que esta no po�o.

Vamos. Vamos busc�-lo.

O martelo de Thor!

Esteve nas m�os dos meus antepassados por s�culos.

Como seu pai conseguiu?

Eu n�o sei. Nunca me disse.

De acordo com a lenda,

com este talism�, poderiam se defender

do dem�nio e esp�ritos malignos.

Coloque-o. Ele a proteger�.

No meio dessa loucura qualquer coisa pode ocorrer.

Minha filha.

Abra.

Pai! Pai!

Elvira! Elvira!

N�o abra! Quieta.

- Pai, pai! - Para tr�s!

Elvira!

Uma tocha!

A lareira! A lareira!

Uma tocha. Depressa!

Vamos, Elvira!

A lamparina, r�pido!

Maurice! Que aconteceu?

Foi horr�vel.

Andei perdido por horas.

Felizmente consegui me esconder numa caverna durante a noite.

Quando tentava voltar � que vi o chal�.

Mas por que? Por que fez isso?

Estava desesperado.

O desaparecimento de Paula me transtornou por completo.

Decidi ir � cidade procur�-la.

Tinha certeza de que eram os que a levaram.

Mas me perdi.

Maurice, muitas coisas aconteceram.

Coisas inexplic�veis e horr�veis.

Quero que me acompanhe ao p�ntano.

L� ver� coisas que sua mente n�o aceitar�,

mas s�o t�o reais como n�s mesmos.

Explicarei mais tarde.

Primeiro vamos a cabana com o machado.

Precisamos de lenha.

Voc� fica. Pode ser desagrad�vel.

J� � dia e n�o correr� nenhum perigo.

Vamos queim�-los, assim que os encontrar.

Est�o aqui.

Vamos, me ajude a tir�-los.

Temos que destru�-los para que n�o voltem.

Est� me ouvindo?

Maurice, que esta fazendo?

Maurice, que aconteceu?

E Hugo?

O monstro me dominou.

Virei o assassino do meu melhor amigo.

N�o sei que outras monstruosidades cometi sob suas ordens.

Lembro vagamente de coisas terr�veis...

Dantescas.

- Hugo esta morto. Morto. - N�o fui eu quem o matou.

Foi esse maldito espectro!

Mas juro que darei minha vida para destru�-lo.

Ou�a, Elvira. Esse talism� � eficaz.

Libertou-me de sua influ�ncia e o fez fugir.

Vamos procur�-lo em sua toca e destru�-lo.

Voc� amava Hugo.

Seu pai e sua irm� tamb�m foram mortos por este monstro.

Ajude-me.

Temos que acabar com ele,

caso contr�rio muitos inocentes ter�o um fim

muito pior que a pr�pria morte.

Temos que chegar ao seu ref�gio durante o dia. Mas como?

Nunca o encontraremos nesse labirinto de galerias.

O mapa!

Hugo tinha um mapa. Deve estar no seu quarto.

"Se o talism� de Thor for colocado na testa

"do esp�rito reencarnado,

"ele ser� definitivamente destru�do

"Durante o dia esses seres imundos n�o tem poder.

"Quando o feiticeiro reencarnado � uma f�mea,

"nada pode com esses amuletos.

"E s� ser�o destru�dos se uma mulher de alma pura ...

se dispor a dar sua vida atravessando o cora��o com uma agulha de prata.

Uma agulha de prata.

Temos que encontrar algo que possa servir

Primeiro destruiremos os cad�veres no p�ntano.

Depois veremos a agulha.

Pare! Ainda n�o!

Estou faminta.

Quero seu cora��o.

N�o. Vamos sacrific�-la com os outros no dia do rito principal.

Somente no dia!

Deixe-me procurar por comida!

N�o dev�amos ter vindo. Voc� sabe o que ele disse.

� um b�bado. Como pode crer nele?

Venderia a alma ao diabo para n�o vir a esse lugar.

Seremos ricos amanh�. N�o percebe?

Quando o cara me pagou por aquele peda�o de lixo

vi quanto tinha.

Um ma�o desse tamanho!

Por que n�o o matamos no bosque?

Teria sido f�cil se livrar dos corpos sem deixar rastros.

Bem, isso � passado.

Sabe o que vamos encontrar na casa?

J�ias, certamente... prata... Como posso saber?

Sacos de dinheiro.

- Tem certeza? - Claro.

Espere um pouco. A noite sim. De dia n�o me atrevo.

N�o se atreve? Tem medo agora?

Alguma vez teve problemas comigo?

Est� amanhecendo e n�o atacaram.

Deve haver uma raz�o.

Est�o nos guardando para algo importante.

Sim, lembro de algo..

Depois de sete luas, o rito final.

Dev�amos ter tentado ontem.

N�o teria tempo. A noite caia sobre n�s.

Hoje � nossa chance.

Tem um poder infernal.

Jamais poderemos venc�-los aqui.

Elvira, n�o perca a esperan�a. Vamos lutar at� o fim.

Tem que haver uma chance.

A qualquer momento atacar�o.

Temos o talism� e a agulha de prata.

O bem triunfar� sobre o mal.

E temos f�. Vamos venc�-los.

Sete luas se passaram.

Hoje vamos captur�-los.

Quero que quando o dia supremo chegar...

estejam preparados para o sacrif�cio.

Maurice, meu amor.

- Paula! - Maurice.

Por favor, n�o v� l�.

- Aqui, pegue. - Tenho que ir. Precisa de mim.

Paula.

Paula! Paula!

Meu Deus, o que fiz?

Paula!

Alaric!

Mabille.

Tradu��o e Revis�o * Tatuador *

S� LEGENDAS RARAS @2020@

FIM

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