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Original subtitles

Esta � uma hist�ria real baseada em acontecimentos...

ocorridos no final da II Guerra Mundial.

Trata de uma das a��es mais perigosas e excepcionais das For�as Armadas.

A "EDS" Equipes de Demoli��es Submarinas.

Esse filme n�o seria produzido sem a coopera��o ativa...

do Departamento de Defesa e da Marinha dos Estados Unidos.

OS HOMENS R�S **1951**

N�o se parece em nada ao capit�o. Para mim n�o.

Sim, Canarsie. Parece um daqueles caras dos cartazes de b�nus de guerra.

- O capit�o era um homem. - E este o que �? Uma garota?

O Kinsella n�o dizia isso, Canarsie.

Disse que a mand�bula do capit�o era como um bloco de granito.

- E tinha os olhos azuis. - Fa�a seus olhos azuis com tinta preta.

Calma, Rembrandt.

O Pappy s� disse que sua mand�bula era forte e seus olhos amistosos.

N�o me interpretem mal, rapazes.

Sinto o mesmo que voc�s pelo capit�o. Mas fiz isso mais de 20 vezes.

Eu s� disse que se isso parece o Sr. Cassidy, eu pare�o...

Parece o meu tio e eu odeio o meu tio.

Tente novamente, Canarsie.

Vamos, Pappy. � a sua vez.

- Vamos, rapazes. Em p�. - Temos que limpar, r�pido.

Bem, bem. Como falam.

Esses rapazes n�o t�m modos.

Bem, rapazes. Deixe-os trabalhar.

Opera��o "Homem na �gua".

- Joe e eu est�vamos brincando. - Foi uma brincadeira.

N�o achamos engra�ado.

N�o pedimos para estar a bordo deste balde e se voc�s...

- Claro, claro. Esque�a isso. - Qual � o veredito, rapazes?

Jogamos eles na �gua ou Ihes damos outra chance de serem cavalheiros?

Na �gua!

- N�o pode nos culpar. - Claro. Claro.

Voc�s se divertem enquanto eu e toda a tripula��o

nos fazemos de criados, como se fossem gente muito importante.

- N�s somos. - Diz como somos, Jake.

Ou�am, faxineiras. Tem cerca de 3 milh�es de homens na Marinha.

Como n�s tem apenas mil em todo o Pac�fico.

Voc� e seus namorados t�m a honra, o prazer e a distin��o

de ter a bordo 30 destes...

- Intr�pidos. - Fervorosos.

- Ousados. - Mach�es.

Ent�o t�m que nos apreciar, nos atender, nos fazer sentir em casa.

Ou alguns de voc�s n�o estar�o aqui para a pr�xima refei��o.

V�o limpar o conv�s em outro lugar.

Vamos, Pappy. Vamos tentar recuperar um pouco de plasma.

Voc� ficou com o meu desde que sa�mos de Pearl.

- E voc�, Canarsie? Quer jogar? - Eu, apostar? N�o.

Al�m disso, quero terminar o retrato.

H� mais de uma maneira de lavar um conv�s.

Opera��o Matan�a!

C�us!

Vamos. Me d� uma m�o.

- Sim, Bill? - Um problema na popa, capit�o.

Rapazes do Sr. Lawrence lutaram com alguns nossos.

- � s�rio? - N�o muito.

Olhos negros e narizes sangrando.

E muito orgulho ferido, sem d�vida.

- Cedo ou tarde haveria atrito. - Por qu�?

Dois grupos diferentes num barco que est� para entrar em a��o.

Nervos, mau humor.

Averigua os fatos. Re�na-os na abobadilha. Falarei com eles.

- Me avise quando estiver pronto. - Sim, senhor.

Eu n�o me preocuparia muito, Lawrence.

Aconteceu uma vez quando levei o Jack Cassidy e seu EDS para Iwo.

Quase todos esses rapazes estavam com ele ent�o.

Dei-Ihes uma reprimenda e n�o houve mais problemas.

- � o que vai fazer esta vez? - Talvez.

- Por qu�? - O barco � seu.

Quer dizer que poderia conduzir melhor?

Bem, vou dizer o que farei.

Vou repreender os meus e voc� os seus.

Gostei disso. Obrigado.

E pode ter certeza que os meus homens n�o causar�o mais problemas.

N�o ligamos para a ducha, senhor,

mas olha o que fizeram ao Sr. Cassidy.

o Canarsie trabalhou semanas nisso, senhor.

Todos n�s �amos assin�-lo e enviar para a Sra. Cassidy.

Um homem tem direito de defender seus direitos, senhor.

Que direitos?

Senhor, n�o somos marinheiros comuns. Somos da EDS.

Isso nos torna especiais, n�o?

Nos d� direito de pisar em todos, de ser mand�es?

- O Kinsella quer dizer... - Sei exatamente o que quer dizer.

Somos homens da EDS.

Intr�pidos, fervorosos e ousados mach�es.

Conhe�o essa m�sica. E isso � tudo o que �: uma m�sica.

N�o nos d� direito a privil�gios extras ou favores da tripula��o.

Sr. Klinger, 8 horas de servi�o extra para eles.

Que cumpram 60 minutos por hora. Est� claro?

Sim, senhor.

E que fique claro que nenhuma parte do navio est� vedada

para os membros da tripula��o.

Lembrem-se.

Ningu�m pode dizer que alguns n�o procuraram, tolos.

Definirei as tarefas com o segundo comandante e as darei pela manh�.

Nos vemos.

O Lawrence me lembra o Pulaski, um cara que conheci no Brooklyn.

Todo mundo te lembra um cara que conheceu no Brooklyn.

Quem que nasceu no Brooklyn e chegou a alguma coisa?

A m�e de Winston Churchill, a linda Jennie Jerome.

Walter Hampden, Harry Houdini, Danny Kaye, Mae West, Gene Tierney,

Susan Hayward, Mickey Rooney, Barbara Stanwyck, Lena Horne

e o n�o menos importante Marvin W. Minkowsky.

Quem � ele?

O seu criado. Observem-no.

Esse garoto vai longe e far� coisas.

Como iniciar outro retrato do capit�o e r�pido.

"E r�pido". Quem sou? Um escravo?

N�o responda essa pergunta.

Ponte, aqui o Radio. Do capit�nia, Nancy Hanks.

Chama o capit�nia. Veja se est�o no Nancy Hanks, Smitty.

Sim, senhor.

Est�o l�, senhor.

Esta � a mensagem:

"Continuem... com miss�o... atribu�da".

Est� chegando uma mensagem, senhor.

- O que foi? V� o sinaleiro? - N�o, mas ele sim. Infravermelho.

Bem, que meus homens n�o saibam

ou me respeitar�o ainda menos, se isso for poss�vel.

"Continuem com a miss�o atribu�da. Boa sorte."

- Acuse o recebimento, Smitty. - Sim, senhor.

Leme 15 graus a bombordo. Curso est�vel 285.

O curso est�vel � 285. O leme est� 15 a bombordo.

- Em frente a toda velocidade. - Em frente a toda velocidade.

Sala de m�quinas confirma. Em frente a toda velocidade.

Lawrence, a cortina est� para subir para seus belos banhos.

Sim. A que horas chegaremos na �rea?

- Amanh� �s 0600. - Vou me preparar. At� logo.

Est� bem.

Ou�a...

esse Cassidy que voc� mencionou esta tarde...

- Jack Cassidy? - Sim.

- O que tem ele? - Que tipo de homem era ele?

Era uma figura.

Um cara realmente encantador.

Sim, os homens o estimavam muito, n�o?

Gostavam muito dele. E ele gostava ainda mais deles.

Morreu em Iwo, certo?

Sim, ap�s uma miss�o, voltando da praia.

Um dos seus homens caiu no mar. O Jack foi ajudar. Desapareceram.

Quando chega a hora de algu�m, n�o � um jeito ruim de morrer.

- At� mais. - Sim. Jogamos cartas, ent�o?

N�o, obrigado. Hoje n�o. Ap�s instruir os homens vou dormir.

Vejamos o plano geral de opera��es. VERMELHO - VERDE

Esta � a Praia Vermelha.

Esse � o porto natural e ponto de entrada.

Esta �rea � a Praia Verde.

Conforme fotografias a�reas e relat�rios da intelig�ncia

o inimigo espera que ataquemos a Praia Vermelha,

mas o almirante quer engan�-los e atacar a Praia Verde

se for acess�vel.

Nosso trabalho � averiguar.

Sr. Klinger, levar� o Flannigan e esses 10 homens.

Ir�o para a Praia Vermelha s� como manobra de distra��o.

Explodem bastantes obst�culos para convencer os japoneses

que entraremos por al�: a Praia Vermelha.

Eu vou na outra lancha com o Hodges e o resto

para fazer um reconhecimento da Praia Verde.

- Entendido? - Sim, senhor.

Sa�mos �s 0600. Confirma��o �s 7:30. � tudo.

"Manobra de distra��o". "Fazer um reconhecimento".

E a�? Lembram das instru��es do Sr. Cassidy quando atacamos Iwo?

"Levo metade do bando para dar uma olhada na verde.

O resto vai para a vermelha e armem uma confus�o".

Ele faz tudo parecer uma ordem presidencial.

Estou feliz de ir com ele. Na Praia Verde n�o ser� t�o dif�cil.

Claro. Por que acha que o comandante escolheu a verde?

Chega, ou ambos passar�o a miss�o na cadeia.

- Isso � ruim? - Nos vemos amanh�.

- Boa noite. - Boa noite.

Ou�am isso. Ou�am isso, brincalh�es.

O espet�culo come�a amanh� de manh�.

Todos v�o atuar.

O comandante far� o reconhecimento e o Klinger acender� os fogos de artif�cio.

Deixaremos esse balde �s 0600, quando estiverem prontos no conv�s.

- Com quem vai, Jake? - Tive sorte. Com o Klinger.

- Ent�o eu sou seu homem. - Eu tamb�m, Jake.

O que ele tem?

L� est�.

Parece deserta.

Deserta como uma colm�ia em junho.

- Estamos come�ando a Ian��-las. - Sim.

0500. Hora de jogar as lanchas na �gua.

Franklin?

Em frente um ter�o, acelerar a 5 n�s.

Sim, senhor.

Lanchas 2 e 4 na �gua, Bill.

Abaixem a popa para carregar imediatamente.

Joguem a lancha 3 ap�s zarparem, e fiquem alerta.

Sim, senhor.

Bem, rapazes, vamos descer o outro bote.

Digo ao Sr. Lawrence que estamos prontos?

N�o. Aposto que vai estar aqui �s 0600 em ponto.

Nem um minuto antes, nem um minuto depois.

Est� tudo a bordo como suas ordens. A Rosemary 4-1 est� no costado.

Bem. Meu grupo vai na Rosemary 4-1; o seu grupo na Rosemary 4-2.

- Est� bem. - Est� bem. Em frente.

- Zarpem logo que carregada. - Sim, senhor.

Bem, rapazes. Pela borda.

O capit�o disse que os recolheremos aqui �s 0900.

- Est� bem. - Boa sorte.

Obrigado. Em frente. A toda velocidade.

Rosemary 4-2, aqui Rosemary 4-1. Testando.

Rosemary 4-2, aqui Rosemary 4-1. Testando. Cambio.

Al�, Rosemary 4-1. Ou�o alto e claro.

Al�, Rosemary 4-1.

- Ou�o alto e claro. - Est� bem.

Muito bem! Joguem o bote na �gua!

Diminua a marcha.

- Est� tudo seguro? - Sim.

Velocidade m�xima em frente!

Coloquem as nadadeiras e as m�scaras.

Rosemary 4, aqui Rosemary 4-1.

Solicito fuma�a na Praia Verde. Cambio.

Pe�a ao comandante dos bombardeiros, cortina

de fuma�a no setor 2, tabelas 9 a 12.

Sim, senhor.

Aten��o.

Lembrem-se, o capit�nia espera esta informa��o.

N�o preciso dizer o qu�o importante � receb�-la.

Disso pode depender o sucesso ou o fracasso inicial da invas�o.

Ent�o olhem bem em tudo e n�o confiem na mem�ria.

Para isso t�m essas tabuletas.

Quando terminarem, voltem para o ponto de coleta e esperem a lancha.

Bem, vamos.

- Parece promissor. - Sim.

- Pronto? - Agora mesmo.

14 em 30'

Preparem-se para escolh�-los!

- Est�o todos? - Sim, senhor.

- Bom trabalho. Obrigado. - Obrigado ao senhor.

Quando o Lawrence nos der o sinal, acenda o pavio.

- Lembre-se, tem 10 minutos. - Entendido.

- Est�o com a praia bem vigiada. - � t�o dif�cil como em Iwo.

Pior. Nada poderia cruzar essa selva de concreto e a�o...

Muito bem, Hodges. Bengala verde.

Remova as espoletas.

Volta para pegar o Flannigan e o Kinsella.

- O que aconteceu, rapaz? - Raspou o meu bra�o.

O osso parece bem. � um ferimento superficial.

Mas � melhor irmos. Esses pavios n�o v�o queimar para sempre.

Segure na minha cintura. Vou lev�-lo ao ponto de coleta.

Impacto direto.

� melhor nos afastar, ou v�o nos recolher com uma peneira.

Rosemary 4, Rosemary 4. Aqui Rosemary 4-1.

Rosemary 4-2 sofreu um impacto direto em frente a Praia Vermelha.

Solicito que a lancha auxiliar resgate poss�veis sobreviventes.

Procedam com extrema cautela.

Carga de demoli��o para explodir em 6 minutos. Cambio.

Rosemary 4-1, aqui Rosemary 4. Entendido. Desligo.

Acha que os nossos rapazes estavam na lancha, senhor?

Devem ter estado l�.

Comandante! Acho que vejo dois rapazes!

Em frente velocidade m�xima. Mantenha o curso.

N�o vamos busc�-los, senhor?

- J� vem uma lancha de resgate. - Mas esses homens s�o nossos.

Acham que eu n�o sei?

- Pois bem. Nadador 10. - Sou eu, senhor.

Em frente.

19, 19, 18, 16...

14, 10...

3, 2, 4.

Sim. Certo.

Tem um ouri�o de concreto a cerca de 40 m da costa.

Muito bem.

Existe um recife de coral a cerca de 14 m da costa.

- Est� bem. - Nenhum outro obst�culo.

A p�lvora poder� com o ouri�o e o banco?

- Sim, senhor. Uns 60 quilos. - Est� bem. Nadador 11.

Como disse o Pappy, mais um ouri�o a 27 metros.

Quem � o Pappy?

- O Creighton, senhor. - Tem dois pares de g�meos.

Gostei que voc� voltou, Flannigan. Como est� o Kinsella?

Perdeu muito sangue. O doutor Ihe deu plasma. Disse que ficar� bom.

Bem. Bem. Ambos estavam na lancha?

N�o. Foi acertada antes de chegarmos.

- Voc�s viram? - Sim. Foi um impacto direto.

Ent�o, n�o pode ter sobreviventes?

N�o poderia ter certeza, senhor. Nessas circunst�ncias, ningu�m poderia.

Fa�a uma lista de desaparecidos em a��o

e um invent�rio de seus pertences.

Sim, senhor.

- O que achou da Praia Vermelha? - Est� bastante carregada, senhor.

Explodimos algumas coisas, mas n�o o suficiente para afetar.

Diria que a Praia Vermelha est� muito fortificada e � impenetr�vel?

- Sim, senhor. - Est� bem.

Bem. Todos fizeram um bom trabalho.

Lamento que custou algumas vidas. Podem salvar milhares. Assim espero.

V�o descansar. Isso � tudo.

Parece que os japoneses nos prepararam uma surpresa.

Quando chegaremos perto do capit�nia?

- Num par de horas. - Duas?

Com um diferencial de 10 minutos, mais ou menos.

Isso me dar� tempo para vestir e preparar meu relat�rio.

E quando ser� o servi�o?

- Que servi�o? - O funeral para os mortos.

- N�o tinha pensado nisso. - Obviamente.

Claro que n�o.

Eu sei. Caso contr�rio, teria dito algo para os rapazes.

N�o me passou pela cabe�a. Nunca fiz isso antes.

Teve sorte de n�o sofrer baixas antes.

N�o, n�o, n�o. N�o me refiro a isso. Eu tive baixas.

� s� que... Bem, simplesmente n�o tinha pensado.

- Ser� quando voltar do capit�nia. - Est� bem.

�gua quente. Sim est� agrad�vel.

Quando acabar a guerra, vou tomar banho todo s�bado � noite

precisando ou n�o.

- Como est�, Kinsella? - Ainda vivo e respirando.

Que o Lawrence n�o te ou�a. Poderia fazer algo a respeito.

J� tentou esta manh�.

Porque se alterar por esse est�pido cabe�a dura?

Aten��o!

N�o mencionei antes porque n�o havia pensado:

quando eu voltar do capit�nia faremos um funeral para os mortos.

Um funeral para os mortos.

Voc� n�o entende o homem, Jake.

No fundo � um rapaz de bom cora��o.

Um rapaz carinhoso e ador�vel.

Que o comandante Lawrence fique pronto para ir ao capit�nia.

Todas as m�quinas a frente, acelerar a 12 n�s.

Aten��o! Aten��o!

Cuidado. A� vem a corda.

Fogo!

Puxem as cordas altas!

Puxem voc�s, desde o casco!

Essas cordas �s vezes quebram.

Minha conclus�o � que chegar por mar � Praia Verde � poss�vel.

Podemos eliminar os obst�culos que t�m com explosivos.

O que voc� acha, Jack? Para mim est� bem.

� bom demais para ser verdade.

� verdade, senhor. Pode ter certeza.

N�o duvido de voc� nem dos rapazes, Lawrence.

N�o conhece esses caras da EDS, Jack.

S�o obras-primas.

Voc� tem homens suficientes?

Sim, senhor.

- Que horas vai acabar? - Estaremos fora �s 0800.

Bem. A hora H ainda � a planejada. 0900.

Fa�am c�pias deste mapa imediatamente

e enviem para todos os barcos do grupo.

Sim, senhor.

- Bem feito, Lawrence. - Obrigado, senhor.

N�o falhe amanh�. Contamos com voc�.

- Fique tranquilo, senhor. - Boa sorte.

Obrigado, senhor.

- Lawrence? - Sim, senhor.

O que foi com sua perna?

Nada s�rio, senhor. Eu esfolei num coral.

- Bem, se cuide. - Obrigado, senhor.

Sim, envenenamento por coral.

Essa perna est� bem tomada.

Devia ter dito esta manh�.

- Tamb�m tem um pouco de febre. - Quanto?

Quase 39.

O que pode fazer, doutor? Temos uma miss�o pela manh�.

- Voc� n�o ir�. - Eu tenho que ir.

Isso vai piorar muito antes de melhorar.

N�o pode fazer algo para que pelo menos eu possa...?

O melhor que posso fazer � controlar, evitar a propaga��o.

Tem que seguir o seu curso. Em 3 dias provavelmente estar� bem.

Fa�a o que puder esta noite, porque amanh� com ou sem febre eu irei.

� in�til discutir ou impor a minha autoridade.

A m�e natureza ir� mant�-lo a bordo.

Voltarei para cauterizar a ferida, fazer curativo e dar-Ihe sulfa.

Obrigado. Ei, doutor, Isso � entre n�s...

- Entre n�s e Pete Vincent. - Ol�, Vincent.

Ol�, Lawrence. O que foi?

A perna. Cortei num coral esta manh�.

Achei que mancava. O que o doutor disse?

Que n�o posso fazer parte da miss�o amanh�.

- Isso n�s vamos ver. - O Ullman � um bom m�dico.

� um desastre.

O Klinger morreu e ningu�m da unidade pode assumir o comando.

Alguns desses rapazes parecem muito capazes.

E t�m experi�ncia. O Cassidy tinha confian�a...

Sim. Sim.

Bem, talvez um ou dois poderiam.

O Flannigan, possivelmente o Hodges.

Acho que o Flannigan � melhor.

N�o � hora de obstruir as coisas

mas se est� pensando no Flannigan...

Fala o Sr. Lawrence. Que o Flannigan, Kinsella, Creigh...

N�o, n�o. Kinsella, n�o. Est� ferido.

Que o Flannigan, Creighton e o Minkowsky venham � sala dos oficiais.

- � isso. Obrigado. - Calma. N�o est� em condi��es...

Estou em perfeitas condi��es.

Sei o que est� acontecendo. Precisam ouvir algumas verdades.

- Por que n�o deixa eu cuidar? - N�o! � problema meu.

Tudo bem.

Entre.

O capit�o me entregou isso.

T�m direito de pedir transfer�ncia.

Vou assinar e enviar pelas vias oficiais quando voltarmos.

N�o quero que sirva comigo quem n�o deseja faz�-lo.

Mas n�o chamei voc�s para dizer isso.

Chamei voc�s para dizer que sei porque pediram transfer�ncia.

� porque n�o voltei para pegar o Flannigan e o Kinsella.

N�o � isso, Flannigan?

Deixemos as formalidades. Fala. N�o � isso?

Bem, senhor, sim.

Voc�s pensam o mesmo, certo?

Eu acho.

Bem. Vou dizer porque n�o voltei para recolh�-los.

Se tivesse voltado para peg�-los

poderiamos ter tido sorte.

Ent�o, para voc�s eu seria um bom cara,

talvez at� compar�vel ao Cassidy.

Mas e se n�o tivessemos sorte?

Aquela carga estava para explodir. E se tivesse feito?

O que aconteceria amanh�? Voc� esteve na Praia Vermelha, Flannigan.

Voc� sabe o que aconteceria se tentassem atac�-la.

Milhares de homens morreriam desnecessariamente.

Por isso n�o parei para apanh�-los. Essa foi a decis�o que tive que tomar.

� o tipo de decis�o que a Marinha espera de um oficial.

E nisso difere o meu pensamento do de voc�s.

Isso � o que queria esclarecer e por isso os chamei aqui.

Amanh� temos uma miss�o que tem que ser cumprida. Custe o que custar.

Fiquem prontos para zarpar para a Praia Verde �s 0500.

Ir�o todos menos o Kinsella. Isso � tudo.

- O que acontece? - N�o sei.

O Hodges e o Jake ainda est�o l� embaixo com o cabe�a dura.

Est� dizendo que � uma manobra estrat�gica numa �rea acess�vel

que separa a faixa perimetral do objetivo t�tico.

- E a menos que... - Cuidado.

O chefe Flannigan ser� o encarregado desta miss�o.

- Boa sorte. - Para a lancha, rapazes.

O grupo de bombardeiros est� dando duro. Os rapazes do ar tamb�m.

Parece que desta vez ter�o fuma�a de sobra.

Eles v�o precisar.

- Quem colocou no comando? - O Flannigan.

Esta manh� pensei por um minuto

que estava suficientemente louco para ir com eles.

Bem, acho que, doente ou n�o, o Cassidy teria ido.

O Cassidy? Eu n�o sei.

Eu ia, mas analisei

e vi que seria mais um inc�modo que um benef�cio para a miss�o.

Por que n�o desce para deitar?

N�o ajudar� muito a miss�o se ficar.

A mim sim isso ajudar�. Obrigado. Estou bem.

Coloquem as nadadeiras e as m�scaras.

Sei que querem saber o que acontece.

O Lawrence teve envenenamento por coral. O m�dico n�o deixou ele entrar na �gua.

- Envenenamento por coral? - Voc� pescou no capit�nia?

Isso � o que disseram e � isso que estou dizendo.

Envenenamento por coral, sim, garanto.

O que ele tem � "prai�te".

Economizem as piadas. Temos que causar explos�es.

Prestem aten��o. Isso � o que faremos.

O Pappy e eu seremos companheiros e vamos primeiro.

Depois o Hodges e o Canarsie. Depois o Ferrigno e o Sleepy.

Quando tiverem terminado de colocar as cargas

d�em tempo para voltar � linha de embarque.

Pelo menos 20 minutos.

20 minutos. Dois-zero.

Entendido?

Bem. Agora vamos.

Um momento. Esquecemos a faixa.

- Prefiro n�o fazer isso, Pappy. - N�o fazer?

- Por qu�? Temos tempo. - Tem certeza que voc� quer?

Tenho que fazer. Apostei 50 d�lares com o meu irm�o ca�ula.

Vamos e acabamos com isso.

- Vamos colocar e sair daqui. - Sim.

Vamos sair daqui.

BEM VINDOS FUZILEIROS DOS ESTADOS UNIDOS

CANTINA DUAS QUADRAS � DIREITA EDS EQUIPE 4

- Te acertaram, Pappy? - Sim, nas costas.

Vou te levar para o mais fundo para ver se pode nadar.

Tente agora, Pappy.

N�o consigo.

- N�o consigo. - Bem, segure em mim.

Reboco voc�. Temos muito tempo.

Estamos todos menos o Jake e o Pappy.

Rosemary 4-1, aqui Rosemary 4.

Informe a situa��o. Cambio.

Rosemary 4-1, aqui Rosemary 4. Informe a situa��o.

- Cambio. - O que fazemos?

Vamos fingir que n�o ouvimos.

Volta!

Ainda n�o est�o na linha.

Temos tempo para mais uma passada.

Vira e volta para a linha.

Rosemary 4-1, aqui Rosemary 4.

- � imperativo que informe. - O que vou dizer?

Que n�o ouviu. Essas coisas �s vezes engui�am.

Vejo-os! Desligue o motor.

Est�o vindo, Pappy. Estamos bem.

A� est�o.

O r�dio deve ter quebrado.

Que bom que est�o de volta.

Diminua a velocidade para tr�s n�s.

A tr�s n�s. Sim, senhor.

- Fiquem prontos para peg�-los. - Sim, senhor.

Ah, parece que est� tudo bem.

Sim, j� foi bastante por hoje.

Des�a logo para ver o m�dico.

Pode chamar o capit�nia?

Diga-Ihes que a Opera��o 18 est� cumprida.

Eu farei.

Que o R�dio envie essa mensagem ao capit�nia:

- "Opera��o 18 cumprida." - Sim, senhor.

Muito bem. Muito bem.

Ei, Sleep, sei que desta vez haver� garotas na praia.

Bonitas garotas, hula hula. Muitas.

Deixa disso, rapaz.

Voc� n�o tem que fazer manobras para conseguir uma garota no Hava�.

At� o Canarsie se d� bem l�.

N�o se preocupem comigo.

Pergunte para qualquer garota no Hava�

sobre o m�todo m�gico do Minkowski para sacudir os quadris.

- Como est� o Pappy? - Igual.

Essa armadura ou o que seja com as bolsas de areia me deixa louco.

Por que fazem tudo isso, Jake?

� a coluna. Ainda tem alguns fragmentos nela.

N�o pode se mover ou virar.

Por que o m�dico n�o tira?

Eu n�o sei.

O enfermeiro disse que far�o no hospital em Pearl.

Eu vou v�-lo.

Bem, o Jake est� muito preocupado.

Sim. � uma pena que acertaram o Pappy.

O �nico casado e com filhos da equipe.

Ei, ei, vejam.

Um dos "faxineiros" disse que viu ele esta manh� no refeit�rio.

Pela primeira vez em tr�s dias. Talvez ele estivesse doente.

Para mim estava fazendo uma camuflagem de distra��o.

- D�i muito, Pappy? - N�o, n�o.

Me mant�m bastante drogado.

Dizem que ficar� bom.

Claro. Precisam mais que umas balas me matar.

Fomos dois idiotas. Bateria a cabe�a contra a parede.

Idiota? Por fazer uma piada t�o boa para os fuzileiros?

Queria tirar uma fotografia da cara do meu irm�o quando ele viu.

Riram at� mijar nas cal�as.

Ol�, Flannigan.

Bom dia, senhor.

- Como est�, Creighton? - Bem, senhor. Obrigado.

Bem. Desculpe n�o poder vir antes, mas

o m�dico disse que ficar� bom quando removerem esses fragmentos.

- Quando aconteceu? - Pouco antes de nos recolherem.

Que pena. Sinto muito.

Anote os detalhes para o relat�rio, Flannigan.

Sim, senhor.

Diga aos homens que o capit�nia os parabeniza pelo trabalho.

- E eu tamb�m. - Obrigado, senhor.

At� logo, Creighton.

N�o me fa�a passar por mentiroso, Jake.

Anota o que aconteceu como eu disse.

Por que vamos complicar?

N�o, Pappy, n�o vai funcionar.

Cedo ou tarde ele vai saber.

Haver� uma imagem desse cartaz em todos os jornais.

Que diabos. Eu vou dizer.

Se n�o gostar, paci�ncia.

- Ser� falta de sorte. - Assim seja.

Bem, at� logo. Fique tranquilo.

Certo.

- Bom dia. - Bom dia.

Disseram que hoje tomou caf�. Fico feliz em v�-lo levantado.

Obrigado, Vince.

N�o dever�amos parar com isso de Vince e Lawrence?

Quase todos me chamam de Pete.

- Eu me chamo John. - Bem, John. Tome um caf�.

- Sirva-se. - Obrigado.

Tenho recebido bons informes.

Parece que o desembarque se fez com poucas baixas.

- O doutor deu a mensagem do capit�nia? - Sim, obrigado.

Parece uma cita��o presidencial.

Bem, a equipe merece.

E fico feliz pelo Flannigan. Fez um �timo trabalho.

- Sim, Bill? - Mensagem criptografada CinCPac.

M�s not�cias, heim? Sempre sei se boas ou ruins pelo queixo do Bill.

N�o s�o muito ruins, capit�o.

- � para voc� e sua equipe, John. - Sim?

- Logo nos separaremos. - Por qu�?

"Encontro com submarino Jack SS-259

� 1900, hora de Greenwich, 09 de junho em 2430 norte, 152 leste

em miss�o especial para a equipe 4 das EDS.

O comandante do submarino fornecer� informa��es detalhadas".

- Onde ser�? - Aqui, senhor.

Um ponto perigoso.

As ilhas Bonin ser�o o nosso objetivo, capit�o?

Quem sabe? O que acha, John?

O �ltimo que ouvi foi que evitar�amos as Bonin.

N�o vale a pena especular. Em alguns dias saberemos.

- Bill, vamos cuidar disso. - Est� bem.

- Com licen�a, senhor. - Entre, Flannigan.

Senhor, eu... Bem, se trata de como feriram o Creighton.

- N�o foi como o Pappy disse. - Como aconteceu?

Os fuzileiros sempre dizem que s�o os primeiros a chegar � praia.

Isso nunca gostamos n�s das EDS

ent�o o Pappy e eu preparamos uma brincadeira para os fuzileiros.

Colocamos uma faixa na praia, que dizia:

"Bem-vindo fuzileiros" com o n�mero da equipe embaixo.

Espera. Deixa eu entender isso.

Voc� e o Creighton foram � costa e colocaram essa faixa na praia?

Sim, senhor.

Antes ou depois de detonar as cargas?

N�o, primeiro cuidamos disso, senhor.

Que bom que n�o esqueceram esse detalhe.

- O Creighton foi ferido l�? - Sim, senhor.

Flannigan, voc� estava no comando da miss�o.

Encarreguei voc� porque pensei que tinha a intelig�ncia

para salientar a sua import�ncia.

Mas tudo correu bem, senhor. O capit�nia nos parabenizou.

N�o entende o que � isso.

N�o entendeu desde que assumi o comando da equipe.

� corajoso, todos s�o. Sen�o, n�o estariam aqui.

Ningu�m p�e isso em d�vida.

Mas o seu tipo de coragem � bastante...

e n�o vale nada quando realmente importa.

E esse assunto importava.

O Klinger foi morto. Eu n�o podia ir. Contava com voc�.

Queria que fosse um homem.

Um homem completo: intelig�ncia e coragem.

At� pensei que poderia convenc�-lo a n�o sair

e recomend�-lo para o posto do Sr. Klinger.

Mas n�o s� n�o serve para esse posto.

N�o � respons�vel nem para continuar l�der.

E quando deixar a equipe

n�o ser� como l�der.

� tudo, senhor?

Sim, � tudo.

Entre.

- Ah, John, entre. - Ol�, Pete.

Ouvia um pouco de trumpete. Em casa toco um pouco.

- N�o se incomode. - Quando minha mulher n�o est�.

- N�o desligue. N�o � necess�rio. - Sente-se.

- Obrigado. - Chega.

- Como est� a perna? - Est� bem. Bem.

N�o � a perna o que me incomoda.

Outro pedido de transfer�ncia. Desta vez de toda a equipe.

Parece ter um motim legal nas m�os.

Sim, � �timo, com a miss�o especial iminente.

Sabia que com o que disse ao Flannigan

n�o iriam gostar de voc�.

N�o estou aqui para ganhar concursos de popularidade.

O Flannigan p�s uma miss�o em risco...

para n�o falar as vidas da equipe.

Segundo as regras, era o que devia fazer, mas...

Mas o qu�?

Todos trabalhamos de forma diferente. N�o sei o que te dizer, John.

Bem, eu n�o sou o Cassidy.

- Quem falou do Cassidy? - Praticamente voc� fez.

Claro, todos n�s trabalhamos de modo diferente,

mas nem todos entendem isso.

Sei o que esses homens querem. Querem um cara cordial que os acoberte.

Eu n�o sou. Nunca fui.

As pessoas me aceitam como sou ou me deixam em paz.

- Por que se alterar por...? - Porque sou assim...

Porque deve ser culpa minha. Todos os homens n�o podem estar errados.

Na realidade ningu�m tem culpa, John.

� s� que esses homens adoram como her�i o seu �dolo morto.

Est�o ressentidos porque voc� tomou o seu lugar.

Ficariam com qualquer um.

Sim, acho que sim.

E de todos que podiam vir...

tiveram o azar de ser eu.

Se quer saber, eu n�o penso assim.

Vamos jogar baralho, ent�o?

Todos os tripulantes aos seus postos de combate.

Todos os tripulantes aos seus postos de combate.

Colis�o, a bombordo na popa.

Todos os tripulantes aos seus postos de combate.

- O que foi? - Um torpedo nos acertou.

- A bombordo na popa, senhor. - Sonar, pegou o submarino?

Sim, senhor. Dist�ncia de tiro 20, duplo zero e abrindo.

Parece estar retrocedendo. Vou virar para aumentar a dist�ncia.

- Todo leme � direita. - Todo leme � direita, senhor.

Bombordo a toda pot�ncia. Estibordo para tr�s dois ter�os.

Bombordo a toda pot�ncia. Estibordo para tr�s dois ter�os.

Martelo.

Doutor? Doutor!

A �gua est� acima do n�vel da porta.

Entraremos pela abertura de aceso superior. R�pido!

Doutor!

Me d� a lanterna.

Doutor!

Calma, Creighton.

Afastem-se.

Doutor!

Calma, filho. Fique tranquilo.

Controle de danos, fala o Ryan.

Parece que o torpedo n�o explode.

A metade entrou pelo flanco e dentro da enfermaria.

E entra �gua.

Se n�o piorar, acho que a bomba pode solucionar.

Fala o capit�o.

Pegamos um torpedo a bombordo na popa, na �rea da enfermaria.

Felizmente n�o explodiu e ningu�m est� ferido.

O doutor disse que o paciente se alterou um pouco, mas est� bem.

Vou dar uma olhada.

60 cm de �gua no compartimento. O m�dico est� com o paciente.

As bombas devem operar no m�ximo, instalem uma luz para trabalhar.

- Sim, senhor. - � melhor gui�-lo, senhor.

Entre.

- Est� bem, Creighton? - Sim, senhor.

Tive sorte de estar seguro.

Bem, bem. Podemos sub�-lo por aqui, doutor?

Imposs�vel. Faria muita press�o sobre a coluna.

Estou vendo. Calma, rapaz. Vamos te tirar daqui.

Sabe alguma coisa de torpedo, senhor?

Um pouco. Vimos alguns dias no treinamento.

O que acha, senhor?

O detonador n�o funcionou. Na base t�nhamos um assim.

Era chamado de "morte certa".

- Arriscamos chegar num porto? - Seria uma sorte.

Em Honolulu Ihe acertou um, n�o explodiu, e chegou em Pearl.

As circunst�ncias s�o outras.

Aqui tem uma ogiva danificada, um paciente que n�o podemos mover e uma miss�o.

Vamos consultar o Vincent.

- A� tem um telefone. - Quer que eu chame?

- Voc� conhece isso mais que eu. - Est� bem.

Fala John, Pete. Estou na enfermaria.

Tem que tomar uma decis�o dif�cil.

Sim. Sim, � dif�cil. Acha que n�o pode explodir?

Bem, talvez o detonador nunca foi conectado.

Acontece, mesmo com os nossos torpedos.

Qual � o seu palpite?

N�o sou especialista, mas diria para arriscarmos

remover o mecanismo detonador.

Supor que n�o est� armado � uma aposta muito grande.

- Voc� sabe como fazer? - Posso tentar.

A menos que tenha a bordo algu�m mais capacitado.

Bem, ent�o eu vou tentar.

Diga ao Doyle que mande para a proa o pessoal desnecess�rio. Boa sorte.

Obrigado, Pete.

O Vincent disse para tentarmos remover o mecanismo detonador.

Que ferramentas precisa?

Acredite ou n�o, apenas uma chave de fenda.

D�-me uma chave de fenda.

- Este tamanho est� bem, senhor? - Sim, perfeito.

Est� bem, Creighton

ou quer que o m�dico Ihe d� alguma coiosa antes de sair?

- N�o, eu estou bem. - Certo.

Ficar� algu�m em cima, caso precise de algo.

- Boa id�ia. - Pega a luz.

Vamos, doutor.

- Como est� o Creighton, doutor? - Est� bem.

Todo o pessoal para a proa. Quero um volunt�rio em alerta aqui.

- Sim, senhor. - Eu fico, senhor.

Bem, Flannigan. Que ningu�m fique nesta parte do barco.

Bom, todo mundo, r�pido.

O mar est� ficando mais violento.

Sim, parece que as bombas n�o vencem a �gua.

- Tem algu�m no conv�s? - O Flannigan, senhor.

Des�a a luz e a bomba port�til.

Sim, senhor. A luz.

Bem.

- A bomba, senhor. - Abaixe!

Flannigan, venha aqui.

Sim, senhor.

- Como vai, Pappy? - Gostei da companhia.

- Flannigan, me d� uma m�o. - Sim, senhor.

Tente tapar isso.

Est� conseguindo?

Feito. Procure uma madeira fina, al�.

Um desses abaixadores de l�ngua serve.

J� viu algum desses por dentro?

Sim, senhor. Algumas vezes.

Pegue a l�mpada. Traga aqui.

Tentarei levantar o suficiente

para inserir a esp�tula entre a agulha

e o detonador.

Est� quente aqui.

Claro que deve ser porque estou com medo.

Fique preparado.

Bem, eu tambem estou com medo.

Ningu�m sensato poderia n�o estar.

Tem algo travando. Normalmente saem f�cil.

- Alguma id�ia? - N�o, senhor.

Acho que preciso continuar tentando levantar.

Devo estar progredindo. Ainda estamos aqui.

Bom sinal. Acho que � o caminho certo.

Quanto mais deve subir, senhor?

N�o me lembro. Acho que 3 a 5 cm mais deve ser suficiente.

Chame a ponte. Diga ao capit�o para diminuir um pouco a velocidade.

Sim, senhor.

Sim, John?

O comandante Lawrence disse para diminuir a velocidade, senhor.

- Certo. Como vai? - Ainda estamos tentando, senhor.

- Avisem quando desarmarem. - Sim, senhor.

Diminua um ter�o. Velocidade a 5 n�s.

Diminua um ter�o. Velocidade a 5 n�s.

Fala o capit�o.

Lamento dizer que ainda n�o h� progresso com o torpedo.

Vou mant�-los informados.

O pr�ximo passo ser� decisivo.

Trago outra bomba, senhor?

N�o h� tempo. Esteja pronto.

V� a agulha? Sim, est� armado.

Coloque com cuidado.

Bem, Creighton, j� n�o tem presas.

Estamos bem, Pete. Est� totalmente desarmado.

- �timo. Bom trabalho, John. - Sim.

Fala o capit�o.

O Sr. Lawrence e o l�der Flannigan conseguiram desarmar o torpedo.

Baby, eu te amo! Maravilhoso!

Centro de controle de danos, fala o capit�o.

Equipe de reparos erga uma ensecadeira naquele espa�o.

Lhe sobra um cigarro?

Obrigado.

Irm�o, que bom � estar vivo.

Pode apostar que sim, senhor.

Lhe ordenaram que ficasse em cima, Flannigan?

N�o, senhor. O Sr. Doyle pediu um volunt�rio.

Eu te agrade�o. Obrigado.

O Pappy � meu amigo, senhor.

Sim, claro.

Bem, acho que � tudo. Aqui n�o podemos fazer mais nada.

A equipe de reparos ja vem, Creighton.

- Ficarei com o Pappy at� virem. - Est� bem.

- Fez um bom trabalho, Flannigan. - Obrigado, senhor.

Sei que o Pappy teria feito o mesmo por mim.

Claro.

Come�o a cheirar as suaves brisas do Hava�.

Quase posso saborear um abacaxi fresco, banhado em rum.

Na minha mente h� uma saia de mato usada por uma bonita wahine.

Na sua mente? Que mente?

Vamos ter muitos dias livres como da �ltima vez, Jake?

Quem sabe.

Sete dias livres com minha linda Leilani.

�timo.

Ei, estamos navegando em c�rculos.

Sim, estamos mais devagar.

Vejam, um submarino.

- � dos nossos. - Que al�vio.

O que voc� acha, Jake?

Tenho a sensa��o que Honolulu est� longe, muito longe.

Ah, n�o!

Fala o capit�o. Sr. Lawrence pegue o megafone.

Tragam um megafone.

Fala o Lawrence, senhor.

Tenho ordens seladas para voc� e dez dos seus homens.

Tragam apenas suas escovas de dentes. Temos tudo que precisam.

- Avisem quando estiverem prontos. - Entendido.

Ah, n�o, n�o, n�o!

O que voc� acha?

E o cabe�a dura nos deixou crer que �amos para Pearl.

- Jogue a lancha 2 na �gua, Bill. - Sim, senhor.

Espero voc�s no mesmo lugar na mesma hora em tr�s dias.

- Boa sorte, John. - Tentarei chegar no encontro.

Adeus, Pete.

Bem-vindo, Lawrence. Sou o Harry Miles, o segundo.

- Como vai? - Ele � o Lane, o chefe.

- Ele cuidar� dos seus homens. - Est� bem. O l�der Flannigan.

Leve-os para baixo r�pido.

O capit�o quer submergir logo.

Sim, senhor.

O capit�o est� na ponte. Siga-me.

Ok.

- Capit�o Redford, comandante Lawrence. - Prazer em v�-lo.

- Obrigado, senhor. - Em frente. Curso 180.

Em frente. Curso 180.

Quando estiver pronto, des�a para 60 metros, onde h� calma.

Sim, senhor.

O que querem que fa�a deve ser muito importante.

Tenho ordens para n�o navegar na superf�cie durante o dia.

Vamos descer. Quero abrir essas ordens seladas.

Sim, senhor.

Sua miss�o me deixa muito intrigado.

Bem, eu tamb�m, senhor.

Aposto que sim. Aqui est�.

Bem.

N�o faz id�ia de onde vamos?

Eu sei onde vamos:

para pleno territ�rio japon�s.

Mas morro de vontade de saber porque.

O mist�rio est� resolvido.

Devemos explodir a �nica base de submarinos japoneses conhecida...

ao sul das ilhas.

O que voc� acha?

- Uma base de submarinos. - Sim, senhor.

Vamos abrir essas coisas. Devem ser nossos mapas.

- Est� bem. - Temos que estudar.

Fala o comandante Lawrence.

Todos os membros da EDS fiquem prontos para instru��es imediatamente.

Todos os membros da EDS fiquem prontos para instru��es imediatamente.

O Sr. Flannigan e 5 homens far�o uma manobra de distra��o.

Eu e meu grupo faremos o reconhecimento hidrogr�fico. Etc., etc.

E deixaremos o submarino 2 horas antes do amanhecer, �s 0300.

Nos vemos aqui em 0230, vestidos e prontos para as instru��es finais.

Perguntas?

Ok.

Devemos cumprir juntos apenas mais uma miss�o: esta.

Depois disso, nos separamos.

Lamento que n�o nos demos melhor,

mas quero que saibam que acho que s�o uma grande EDS.

E tenho orgulho de ter servido com voc�s.

Isso � tudo.

L� est�.

� isso.

Descer perisc�pio.

Quando estiverem prontos, subirei para deix�-los.

Depois mergulho aqui mesmo e ficarei no fundo.

Ao retornarem batam

forte 3 vezes no casco e subirei para abordarem.

- 3 vezes no casco. - Isso mesmo.

Estamos prontos, senhor.

�timo.

E lembre-se: n�o falem no conv�s.

Domo, obrigado.

Vamos reboc�-lo, senhor.

N�o... vai demorar muito.

Atacar�o o submarino e liquidar�o todos n�s.

Ou�am, ou�am. Lembrem-se do que eu disse.

Batam tr�s vezes no casco do submarino, com for�a.

Tr�s vezes, com for�a. Esse � o sinal.

Sim, senhor.

- Repitam. - 3 golpes fortes no casco.

Bem. V�o embora.

Vamos reboc�-lo.

N�o, j� t�m suas ordens.

V�o embora.

Vamos reboc�-lo.

Bem, eu assumo o comando.

Est� bem, senhor?

Sim, sim, estou bem.

S�o as malditas bandagens.

- Ol�, chefe. - Ol�, Pappy. Como est�?

N�o muito mal.

Pega. Assine isso.

Aqui embaixo.

O capit�o est� dormindo?

N�o.

- Ol�, Flannigan. - Boa tarde, senhor.

O Canarsie finalmente terminou o retrato para a Sra. Cassidy.

� uma recorda��o de toda a equipe. Voc� assinaria, senhor?

Querem que eu tamb�m assine?

Sim, senhor.

Claro. Ser� um prazer.

Obrigado.

Aqui em cima, por favor.

Obrigado, senhor.

Obrigado a voc�.

Quer um cigarro, senhor?

Sim, por favor.

Obrigado, Pappy.

Laercio Tradu��o da legenda em Espanhol

Sincronia e ajustes para a vers�o HD por Lucio49, Outubro-2019

F I M

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