Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
HANIBAL
Passamos os Alpes, para dar cabo deles.
Silêncio! Silêncio!
Vamos ouvir o Minúcio.
Minúcio, continua.
Pois eu repito. Só um louco é que tentaria atravessar os alpes...
com mil soldados e tantos elefantes.
Eu vos digo que em vez de nos armar-mos devemos festejar.
E agradecer aos deuses.
Porque antes que as nossas legiões enfrentem o Aníbal...
já a neve e o frio deve ter aniquilado esse barbaro arrogante.
E os cartagineses que sobreviverem a esta armadilha mortal...
estarão exaustos e as nossas legiões da fronteira irão liquidá-los com facilidade.
Deixem falar o Quinto Fábio!
Corrija-me se estiver errado....
Mas tenho a impressão que as legiões fronteiriças estão já bastante ocupados a combater os Gálios.
Quem os ajudará a enfrentar Hanibal?
O exercito de Asipen os ajudará!
De certeza?
Eu dúvido.
Eu acho que Quinto Fábio não confia na força de Roma.
Em pouco tempo Hanibal conquistou toda a Espanha.
Não só pela força das armas, mas com hábil estratégia.
Um homem como esse não deixará que os Alpes detenham a sua marcha.
Hanibal ficará muito contente quando souber que tão um admirador tão notável.
- Escutem! Escutem! - Silêncio!
Hanibal está cruzando os Alpes!
- As nossas legiões estão a fugir. - Então ninguém lhe faz frente!
- Apenas Rotário. - Rotário?
Mas Rotário é amigo de Roma...
Rotário conhece essas montanhas e atrasará a marcha dos Cartagineses.
Não os mates! Detem-nos!
Dá-me esse archote!
Temos que o parar!
Para trás!
Diz aos seus guardiões que se isto voltar a acontecer morrem!
Os elefantes são as nossas melhores armas.
Se os tivesses matado, teria sido o nosso fim.
Porquê? Os homens também são valorosos.
Hanibal...as provisões estão a acabar...
Os homens estão quase a rebelar-se. Quanto tempo podemos aguentar assim?
- Achas que devemos voltar para trás? - Voltar para trás será loucura.
Então só nos resta continuar em frente.
E se alguns não quiserem?
Não temas, Saraband. Tu és invencivel.
Hanibal, retira-me do meu cargo.
Retirar-te do teu cargo? E porque queres abandonar-me?
Eu devo fidelidade a Cartago.
E eu não?
Que exercito é este?
A tua força está em Espanha. Não nestas malditas montanhas.
Volta para Espanha, antes que o teu fracasso seja a desgraça de Cartago.
Teria eu marchado por meia Europa com o meu exercito...
e estaria acampado nestas montanhas...
se houvesse outra maneira de impedir que Roma invada a nossa terra?
Fica comigo, Saraband.
Tu e os meus irmãos são toda a minha força.
Um grande lider só deve confiar na sua própria força.
Não faças caso. Já o conheces. Não vai abandonar-te.
Hanibal, Rotário e seus homens já chegaram. Ele quer falar contigo.
Vês irmão? Temos que aprender a ser pacientes.
Hanibal vai escutar-te.
Sejam bem vindos.
Tu és Rotário?
Sou.
- Fala. - Não penses que vim render-me.
Vim aqui para propor-te uma aliança.
Diz as condições.
As minhas tribos podem bloquear-te os caminhos de Roma por muito tempo.
Com minha ajuda chegaràs a cidade rápidamente.
E o que queres em troca dessa ajuda?
A supremacia da minha tribo por cima das outras todas dos vales
Aceito.
Ali começa a Itálica. O vale do Poo.
Pagone!
As dificuldades acabaram. Os soldados podem descansar um pouco.
Sim, Hanibal.
Nunca esquecerei a tua ajuda.
Magnifico.
Com homens como vocês conquistarei o mundo.
Queres beber?
Obrigado.
É bom.
Esperemos provar o vinho de Roma.
E como serão as mulheres?
Isso eu não sei. Terão que descobrir por vocês mesmo.
Quando tentarem detê-los, vão ter uma surpresa.
Cuidem bem deles. Já foi um milagre eles terem atravessado os Alpes.
Não se preocupe.
Anduba, Hanibal espera-te na tenda dele.
Já vou.
E tu que vais fazer? Porque não vens também?
Depois. Vou supervisionar os trabalhos.
Certo. Vamos.
Temos que comemorar este dia.
A vista de Itália deu-nos novas forças, certo?
Ele já quer entrar em combate.
Não esperem um milagre.
Não posso conquistar Itália com um exercito cansado.
Precisamos de aliados.
Aliados que consigam destruir a unidade politica de Roma.
Proponho um brinde...
Que o frio do medo se instale no coração de cada romano.
Mas de que modo?
Reforcemos sobre o que se diz do poderio invencivel de Hanibal.
Difundimos noticias de violência e de saqueamentos.
E que se saiba que Hanibal é implacável com os inimigos...
e generoso com os seus aliados.
Certo...
Vamos dividi-los graças ao medo.
Quero que espalhem uma noticia até às colinas mais distantes.
Diremos que nestes dias se uniu a nós uma grande quantidade de aliados.
Todas as tribos dos vales dos Alpes.
Roma deve pensar que a nossa força é o dobro...triplo de que é na realidade.
Hanibal, um escravo romano diz ter informações valiosas para ti.
Mas acho que não devias perder tempo para escutá-lo.
Enganas-te. Nunca renuncies a nenhuma fonte de informação. Manda-o entregar.
Posso dizer-te onde me capturaram, poderoso Rei.
Pelos deuses, é um tesouro que vai resgatar.
Fala...
Prometes devolver-me à libertade?
Não negoceio com prisioneiros. Levem-no!
Não...não me mandes torturar.
Concede-me a misericordia do omnipotente Hanibal.
Larguem-no.
Vamos, fala.
- É a sobrinha de Quinto Fábio. - Fábio, o senador?
O mais poderoso dos senadores.
Pelos deuses, podes vendê-la por um alto preço ou ficar com ela se preferires.
Está próxima. Na sua residência de verão.
O teu pai sabe que vieste buscar-me?
Não o pude avisar, mas estou convencido que estaria de acordo.
Tu sabes que o meu pai gosta muito de ti.
E sabes que eu...também.
Que devo responder-te, Quintillo?
Se te acontecesse algo, eu seria a responsável.
Porque me tratas sempre como um miúdo? Eu já sou crescido.
Vem, vamos.
Senhora, não seria melhor esperar pela noite para partir?
Não temos que voltar imediatamente a Roma.
Cartagineses! Vem ai os Cartagineses!
Trata deles. Eu vou atrás daqueles dois.
Socorro...socorro!
Ajudem!
Quieta!
Parado!
Quieto!
Levem-no ao acampamento. E que não lhe aconteça nada.
- Anda, romano. Caminha! - Vem connosco. Mexe-te!
Deixa-me!
Os meus soldados teriam-te morto por isto.
Mata-me! Prefiro morrer do que cair nas mãos de Hanibal.
- Hanibal? - Sim.
É melhor estar morta do que ser escrava desse monstro.
É isso que os romanos pensam de Hanibal? Que é um monstro?
Se ele te ouvisse mandaria cortar-te a lingua.
O que fizer comigo não importa. Mas não destruirá Roma.
Que nobres palavras.
O teu tio Quinto Fábio, estará orgulhoso de ti.
Como sabes quem eu sou?
Um dos teus escravos mais fieis, traiu-te a troco da própria vida.
O meu tio é um homem muito poderoso em Roma.
Poderia tornar-te rico.
Ai sim?
Se me libertares e aquele miúdo.
Porque é que ele te interessa tanto?
É muito jovem. Sinto-me responsável por ele.
O meu tio de recompensará por salvar-nos de Hanibal...
E poderia dar-te o comando de uns centuriões.
Daria-me assim tanto?
Seria uma grande oportunidade para ti.
Hanibal iria esfolar-me vivo se soubesse que te escutei.
Mas vou pensar nisso.
Irás mesmo?
Agora tenho que te levar ao acampamento.
Mas prometo-te uma coisa. Vou ver-te esta noite.
Mas porque não veio?
Disse que poderia ajudar-me. Quer tirar-me a mim e a Quintillo daqui sem que Hanibal saiba.
Acreditas na palavra de um cartaginês?
Não, este homem é diferente dos demais.
Tem algo...é generoso e parece leal.
Acho que se não quisesse ajudar eu estaria agora presa...
e Quintillo talvez morto.
Siga-me! Hanibal quer falar contigo.
- Hanibal? - Eu disse para não confiares na palavra de um cartaginês.
Estou pronta.
Hanibal, a prisioneira!
Tu és Hanibal?
Sim.
Quero agradecer-te pela tua generosa oferta.
O que pensas fazer comigo?
Primeiro brindar-te uma bebida. Depois quero que jantes comigo.
O que te ofereço...talvez não seja digno de uma mesa romana.
Mas confio em que não vás desperdiçar isto.
Mas o que significa tudo isto?
Sou tua prisioneira. Porque não me tratas como às outras?
Prisioneira? Tu és a minha hóspede.
Em Roma um hospede pode ir embora quando quiser.
A esta hora da noite? Com as ruas cheias de soldados?
Que hospede seria esse?
- E quando poderia partir? - Penso que pela manhã.
Pensas que vou acreditar em ti?
Não posso obrigar a acreditares em mim.
Mas eu te prometi isso.
Qual é a razão de tanta generosidade?
Sou generoso porque me posso permitir a isso.
Também libertaras o jovem Quintillo?
Isso depende de ti.
A troco de quê?
É melhor sairmos.
O ar da noite é o meu.
Onde me queres levar?
Ver o acampamento.
E porque queres que veja o acampamento?
Poderia interessar-te ver como vive uma horda de barbaros.
Porque há tantas fogueiras?
São diferentes acampamentos. O meu exercito está organizado por raças.
Ali em cima estão os da Númedia....
Ali a cavalaria libia...
Ali os Ibéricos, os melhores combatentes do mundo.
E aqueles são os meus cartagineses.
Homens acostumados a todos os esforços. Seguiriam-me até ao fim do mundo.
Vamos. Peço-vos, vamos.
Mas porquê?
Tenho frio.
Vamos! Mexe-te!
- Aquele é que é o Hanibal? - Sim.
Quem me dera ser eu. Para estar com aquela brasa romana.
Como te atreves?
Larga-o! Este prisioneiro está debaixo da protecção de Hanibal.
Agora mostrarei as minhas armas mais poderosas.
Aqui estão os meus elefantes.
As bestas mais poderosas conhecidas pelo homem.Mira-as.
Observa como são poderosos. Nada os pode deter.
Não tenhas medo. Só são perigosos em combate.
E qual é a sua missão?
Esmagar. Eliminar qiualquer obstáculo.
- Quero que leves uma mensagem ao teu tio. - Uma mensagem?
Diz-lhe que Hanibal deseja a paz.
A paz?
Hanibal, o sanguinário invasor?
Invasor?
Foi o teu pais que começou esta guerra. Não o meu.
Cartago só quer viver em paz.
Mas também quer viver em liberdade. Não como provincia de Roma.
Sei que quando eram pequenos, tu e teus irmãos juraram sob a espada do teu pai que destruiriam Roma.
Isso é falso.
Juramos não nos ajoelharmos ante Roma, o que é muito diferente.
Falamos...mas não nos entendemos.
Porque é que ele não voltou ainda?
E quem és tu? A sua madrinha? Eles são crescidos para saberem o que fazem.
Não acho que o teu irmão a deixará dormir muito esta noite.
Estão enganados.
Essa rapariga voltará a Roma.
Estamos aqui para destruir Roma. Não para estúpidas questões sentimentais.
Pensas que a deixo ir, só porque me apaixonei?
É apenas uma forma de ganhar a guerra.
Quintillo!
O que tens?
Hanibal sauda-te. Enviou-me para vos desejar boa viagem.
Espera ver-te muito em breve...em Roma.
O que fizeste?
O que estás a imaginar?
Onde estiveste toda a noite? Que preço pagaste pela nossa liberdade?
Silvia...Silvia!
Perdoa-me.
És um miúdo.
Devemos a nossa liberdade à generosidade de Hanibal.
Conheço-te bem demais Silvia, para suspeitar que tenhas feito algo ilicito.
Mas temo que tu tenhas interpretado mal a generosidade de Hanibal.
Não podia defender-me. Eramos os seus prisioneiros.
Tinha a vida do teu filho nas suas mãos.
Poderia ter-te pedido um resgate.
Hanibal só deseja uma coisa...e sabe que de mim não teria conseguido nada.
Teriam que ter morto o meu filho.
- Ele só quer a paz. - Ele quer a ruina de Roma!
E só te libertou para que nos informes sobre as suas forças.
E para que as tuas palavras atemorizem o Senado.
Por isso te libertou. Será que não compreendes a sua astúcia?
O ódio não te deixa ver as coisas claramente.
Devemos confiar. O que te custa saberes se Hanibal está a ser sincero ou não?
E se estiver a ser, salvarás milhares de vidas humanas.
Se tentassemos negociar com ele, seria uma prova da nossa debilidade.
As tuas palavras são guiadas pelo coração.
Eu já te tinha dito que ela tinha perdido a cabeça.
É uma mulher....
Hanibal tem dois terriveis inimigos...
O tempo...e a distância à sua pátria.
Vamos encurralá-lo e encostá-los.
Como sombras ataquemos a sua vanguarda!
Cada dia...cada hora que passa...
é mais uma flecha em nosso peito.
O senador Fábio tem ideias estranhas...
Não se ganham as guerras nem com emboscadas nem com diversões.
Tito conquistou a Trévia apenas com 40 mil homens bem treinados.
Pergunto-me porque não atacamos?
Uma vitória em campo aberto....
pode significar para nós o fim da guerra.
- Muito bem... - Temos que defender Roma.
Se assim se salvar Roma....
ficaria contente por estar errado.
Levem-no com cuidado.
Hanibal! Um grupo de fugitivos tentou cruzar o rio.
Deixa-os. Que as tropas se reagrupem...
Quero que descansem esta noite. Amanhã marcharemos sobre Flúvia.
Sim, Hanibal.
Irmão! O teu olho está pior. Deverias curá-lo.
Eu irei tratar dele. Fica tranquilo.
Às armas! Às armas!
Doutor....
Não pode fazer nada?
Aqui? Não tenho instrumentos adequados.
- Não os pode arranjar? - Impossivel por agora.
Ao menos tira-lhe as dores.
Calma, Hanibal...
Diz-me a verdade...
- Vou ficar cego? - Não.
Não temas. Mas sofrerás bastante.
Faz o que tens a fazer.
Certo!
O povo está certo que os deuses estão contra Faminio...
e ficará contente quanto ele for destituido.
Mas os presságios confirmam o contrário!
- Podemos contar com o favor do Oráculo? - Claro.
Por isso não importa que digam que viram três luas.
É o unico presságio que não vamos contar.
O povo não entende.
Se contarmos que um menino de seis meses falou, o povo tem medo.
- Também podemos aproveitar isso. - Claro que vamos aproveitar isto.
- É preciso que o povo esteja assustado. - Exactamente.
Não é o momento para mudar de comandante. Ele está a combater contra os invasores.
A maioria decidiu assim.
O povo está contra Caius Flaminius e nós devemos satisfazer os seus desejos.
O povo não conta para vocês!
O povo só acredita naquilo que vocês, sacerdotes, lhes contam.
Vós também sois responsáveis pelo que vai suceder.
Nós só servimos aos deuses e eles são contra Caius Flaminius.
Traidores!
Deixem os deuses de lado! Não são eles que estão contra Flaminius.
Mas sim os seus rivais politicos!
Eles estão a usar as superstições para substitui-lo!
Não entrarei mais no senado...
porque não tolero ver Roma a caminhar para a sua ruina.
Ama, está ali um mercador que quer mostrar-te as suas mercadorias.
Manda-o embora.
Pediu para dizer-lhe que traz marfim de cartago, branco como a neve dos alpes.
Como te atreves a entrar sem permissão da minha ama?
Não, fica. E tu vais buscar-me um manto, por favor.
É muito humilde em querer ver a minha mercadoria...
Não és mercador. Deixa de fingir e diz-me o que queres.
Pediram-me para te entregar um anel.
Um anel?
Hanibal!
Quer que fiques com ele. Vai ser útil.
Porquê?
A derrota de Roma é inevitável. Flaminius foi derrotado em Trasimeno
O caminho para Roma está aberto.
Hanibal teme por sua vida.
- Tivemos que ver-te. - A ausência do senado é grave.
Deixou-nos sem o apoio dos teus conselheiros...
A derrota inesperada em Trasimeno deixou as portas de Roma abertas a Hanibal.
Agora és indispensável. Tens que voltar ao senado.
Não há tempo para discutirmos. Devemos unir-se.
Temos que chamar as legiões de toda a Gália e reunir os homens para defender a cidade.
Se já sabeis o que fazer....
porque recorrem a mim?
Vês outra solução para evitar o desastre?
Não me interpreteis mal...
Haveis dito que já não havia tempo para discutir.
E nisso estou de acordo.
Poderia até fazer um estudo profundo da situação.
Acho necessário um só homem tomar as decisões e assumir todas as responsabilidades.
Estás a propor uma ditadura e o senado não aceitará isso.
Se já decidiram espero que vocês tenham então razão.
Eu não voltarei ao senado.
Porque estão aqui?
Fomos derrotados em Trasimeno.
Já não há esperanças em deter Hanibal.
Não é preciso. Hanibal está disposto a negociar.
Como é que o sabes?
Olha para este anel.
Foi enviado pelo Hanibal.
Estás louca. Ainda tens contacto com Hanibal?
Não te enganes. Hanibal só me mandou procurar porque quer negociar a paz.
O que pensas fazer?
Ir até ele. Com isto posso passar as linhas.
Silvia, escuta-me...
Não o deves fazer.
Se os senadores pensarem que és uma espia de Hanibal seria a ruina do meu pai.
Prefiro morrer do que ver-te a implorar pela paz.
Larga-me! Vou embora.
Silvia!
Não estás a entender. Hanibal não quer a paz.
Mandou esse anel só por uma razão.
O que queres dizer?
Ele deseja-te. E eu fico louco só de imaginar isso.
Mas o que tens estado a pensar?
Silvia...
Eu...
Eu amo-te.
Quintillo, por favor...
O que dizes é absurdo.
Porquê?
Porque crescemos juntos.
E eu considero-te um irmão.
Não me mintas mais!
Tu amas o Hanibal.
O senado declarou mobilização total. Deixa-me alistar.
Não te posso impedir. Estás no teu direito.
Obrigado, pai.
- Serei digno do nosso nome. - Tenho certeza disso, Quintillo.
Só espero que não seja inútil.
Expulsaremos Hanibal das nossas terras.
Esse é o desejo de todos nós.
Mas nem sempre a vitória se obtem pela força das armas.
Teria sido melhor ter negociado com ele.
Três meses de tempo teriam sido mais vantajosos para nós do que formar um novo exercito.
Foi um erro não ter tido em conta a possibilidade de falar com Hanibal.
É absurdo estarmos acampados aqui.
Roma está ao nosso alcance.
São ordens de Hanibal.
Mas os romanos estão a caminho. Porque não aproveitamos?
Em poucos dias poderiamos celebrar a vitória no Capitólio.
Se o Hanibal quer vencer tem que montar um exercito.
Mas é um absurdo!
Roma apenas está defendida por uns centuriões e soldados assustados.
- Vou falar com ele. - E eu também.
Hanibal....
Perdoa, não quero discutir as tuas ordens....
Mas já estás a discuti-las.
Porque paramos aqui? Já nada pode deter-nos de conquistar Roma.
Nunca se fiem das coisas que parecem simples.
Por agora não tenho intenções de sair daqui.
Tu sabes conquistar a vitória.
Mas não sabes disfrutá-la.
Uma mulher quer falar consigo.
E mandou este anel.
Ali está ela.
Vamos embora.
Obrigado por estares aqui.
Não deveria fazê-lo.
Estou aqui porque é preciso.
Pensei que não virias.
Só vim porque me falaste de paz.
A paz é impossivel. Tu sabes-o.
Mas pediste para levar uma mensagem de paz ao meu tio.
Então isso foi um erro.
Porque me enviaste um mensageiro?
Porque queria ver-te.
E esperava que tu o quisesses também.
Eu quero salvar o meu povo.
Vieste só por isso?
O que é que te aconteceu?
Não é nada.
Em breve será curado.
Rogo-te. Faz com que possa voltar a Roma com uma mensagem de paz.
Pelo bem de todos.
É impossível.
Quem é que pode impedir Hanibal?
Cartago.
Os meus generais...e meus homens.
Não posso fazê-lo.
Então o que resta dizer...é adeus.
Conserva este anel...é teu.
É nosso.
Não...por favor.
Rende-te!
Quintillo!
- Deixa-me! - Não.
- Para, por favor! - Deixem-no!
Vou matá-lo coma as minhas próprias mãos.
Quintillo!
Não os matem.
Poupei-te a vida uma vez...
Estranha maneira de agradecer. Como te chamas?
Quintillo, filho de Fabius.
O filho do senador.
Foram astutos, tu e o teu tio.
O quê? Achas que...
Deixem-nos ir.
Suspeitava que a generosidade de Hanibal fosse só um pretexto.
Por isso segui-a.
Eu tinha razão.
Não tens nada a dizer?
Disse sempre a verdade. E vou repetir.
Vou ver Hanibal só com uma intenção.
Acreditava ser possivel ainda tratar da paz.
Descobri-te nos seus braços!
Podes negar isso?
Então é verdade?
Sim é verdade.
Sim. É verdade.
Mas não fui até ele só por mim.
Embora agora tenha a certeza de o amar...
garanto-te que não fui para trair-te a ti...
Nem à minha familia...nem a Roma.
Vais trazer desonra à nossa casa.
Eu que a tenho combatido no senado e tu....
A minha própria sobrinha...
Entregas-te nos braços do inimigo.
As mulheres como tu em Roma....
castigam-se só de uma maneira...
Enterram-nas vivas...
E deixam-se a morrer.
Que os deuses me perdoem.
Não posso denunciar-te como é meu dever.
Criei-te sempre....como uma filha...
desde que te trouxerem em pequena para a minha casa.
Mas deves pagar por tua traição.
Amanhã serás conduzida ao Templo de Véstia...
onde permanecerás toda a vida com as mulheres voluntárias para servir a Deusa.
O que faz aqui?
Procurei-te por todo o lugar.
Estás a chorar?
Não tenhas pena. Sei que sou culpada...
E por isso tenho que pagar.
Pagar porquê?
Talvez por estares apaixonada?
Por favor...
Não. Deixa-me falar.
Eu sou só uma escrava. Mas quando eramos pequenas não tinhamos segredos uma com a outra.
Recordas-te daquelas noites, em que juntas, imaginavamos...
o maravilhoso momento em que o teu homem aparecia como num sonho.
Sim...
Mas esse momento maravilhoso nunca chegou.
O teu homem chama-se Hanibal.
O teu sonho vai se realizar.
Não acredito, Mila! Hanibal odeia-me por pensar que o trai.
Não, Silvia. Hanibal sabe que não o traiste.
E ele ama-te.
Aquele mercador veio ver-me quase todos os dias.
E esta manhã voltou com uma mensagem.
Hanibal esperará sempre por ti e precisa de ti. Podes ter certeza.
Por favor não me odeies.
Nunca te trai.
Acredita. Jamais te enganei.
Peço que esperes na minha tenda.
Levantamso o acampamento. Vamos a Venosa.
Hanibal queremos falar contigo.
Essas são as minhas ordens. Falaremos depois.
Espera!
Não terás intenções de levar essa mulher?
Ordenei que levantássem o acampamento.
Obedeçam!
Essa mulher será a nossa ruína.
É evidente que Hanibal não se sente suficientemente forte...
e quer ganhar tempo.
Nós devemos aproveitar essa sua debilidade....
atacá-lo e persegui-lo.
Caius Varrone tem razão.
Essa pode ser uma excelente estratégia.
Mas não nos deixemos levar por subtis aparências.
Fabius está convencido que Hanibal está agora mais forte que nunca.
As opiniões de Quintus Fabius não nos interessam.
Além demais porque é que o teu amigo não voltou ao Senado?
Tem medo de ser acusado de cumplicidade com o inimigo?
Sim..
Tenho medo, Varrone....
Tenho medo...
Porque se me obrigais a que me defenda...
eu acusarei o senado...
a todos vocês, senadores de Roma....
de serem incapazes de governar.
E segundo tu, como é que se governa um povo?
Enviando a própria sobrinha para se prostituir com Hanibal?
Eu ignoro....
onde esteja a minha sobrinha...
mas se as vossas suspeitas...
se revelarem fundamentadas....
eu juro por todos os deuses....
que no dia em que voltar a ver a cara da minha sobrinha Silvia...
esse será o dia da sua morte!
- Não existe mulher capaz de dar a volta a Hanibal. - Não?
Então porque explicas tantos pretextos para adiar os combates?
Ele está a negociar uma aliança para a campanha de Lucani.
Precisamos de provisões, armas e mantimentos.
Também necessitavamos de armas para Trebbia e Trasimeno...
E então Roma não estava nas pobres condições em que estava agora.
Tu defendes o teu irmão...
mas não estás convencido do que disses.
Só há uma solução...
- Livrarmos-nos dessa romana. - O que disses?
Às vezes acontecem acidentes nos acampamentos.
Alguém pode ter se esquecido de fechar o recinto dos elefantes.
- E ela poderia morrer na confusão. - És tolo!
Se Hanibal nos ouvisse...
O que está a acontecer?
Agi sozinho.
Sabia que era dificil convencer-te.
Não fugam, covardes!
- Tragam paus! - Estacas! Rápido!
Não te preocupes.
Só estou um pouco assustada.
Os elefantes estão novamente fechados no recinto.
Não a deixes.
Tenho que encontrar o responsável!
Reza para que Hanibal não descubra que és o responsável desta loucura.
Fiz isso pelo interesse de todos. E respondo por isso!
Só lamento ter falhado.
Falhado em quê?
Falhaste em quê?
Em eliminar essa mulher! Vai ser a tua ruina e a de todos nós!
Se não fosses o meu comandante...
Vagone...Vagone!
Arvale desafiou Hanibal!
Arvale não tem hipotese. O meu irmão irá matá-lo.
Vou também ver isso.
Perdoo-te a vida para me servires.
Deixem-me!
Hanibal bateu-se num duelo.
Bateste-te por mim não foi?
Já terminou tudo.
Não.
Não terminou.
Os teus homens odeiam-me.
Por isso me tentaram matar.
E irão odiar-te a ti se continuares a amar-me.
Só trouxe odio e rebeldia ao teu acampamento...
Não te esqueças que sou romana....
uma inimiga.
Eles irão esquecer isso, Silvia...
Mas tu...
estás arrependida de ter vindo ter comigo?
Não me arrependerei nunca.
Agradeço ao Senado e a todo o povo romano....
a confiança que depositaram em mim ao me elegerem consul junto com Paulo Emilio.
Vamos amanhã....
E juro-vos que a guerra terminará no dia em que eu...
Caius Terencio Barone...
me encontrar com o inimigo.
O Senado cometeu um erro grave
ao confiar a Varrone o comando dos nossos exercitos.
É um homem que se guia pelos seus impulsos.
Também Paulo Emilio foi eleito. Não tens confiança nele?
Sim.
Mas o que será de um exercito comandado por dois homens que se desprezam?
Emilio saberá como refrear Varrone. Logo o verás.
Espero que sim.
Põe-te ao lado de Emilio, meu filho.
Emilio é melhor qualquer outro homem.
Ele pode servir-te de exemplo de como se comporta um verdadeiro soldado romano.
Os deuses da guerra estão connosco.
Mas o exercito romano tem o dobro de homens do nosso.
Mas esqueces-te de uma coisa muito importante.
Os romanos tem dois comandantes. Dois que se odeiam mortalmente.
Sabem o que significa isso?
Desordem....
Insegurança...divisão
- E vamso aproveitar-nos disso. - Mas eles já estão a atravessar Ofanto.
Estão a estender as suas forças.
Este é o Ofanto.
Estas são as tropas romanas. Vamos deixá-las atravessar o rio.
E à frente deles pomos a nossa infantaria.
Entretanto formaremos umas bases atrás deles. Aqui e aqui.
O único perigo reside na sua cavalaria.
Mas é estorvada pelo rio. Não poderá avançar.
Os nossos homens retrocederão...
E quando os romanos avançarem....
Nós atacaremos pelas alas....
E iremos esmagá-los de vez.
- Magnifico! - Isso irá funcionar.
Avançar a terceira Centúria!
Varrone, escuta-me por favor. É loucura tomar posições tão proximos do rio....
Não podes manobrar a cavalaria.
E poderás necessitar de ajuda.
Eu é que mando. Tu deves obedecer às minhas ordens.
- Mas será suicidio! - Obedece às minhas ordens...
E verás que não precisamos da tua cavalaria.
Desta batalha depende o nosso destino.
Se perdemos....seremos aniquilados....
E o nosso exercito será reduzido a nada.
Mas se vencermos....
Teremos o império Romano em nossas mãos.
Os romanos estão a avançar.
Ordena os homens para retroceder. Os romanos cairam na armadilha.
- Os Cartagineses estãoa recuar. - Que bom.
Atenção! Avançar!
A cavalaria à frente!
Direitos à armadilha.
Agora podem atacar à esquerda.
Eu ataco à direita. Depois atacamos juntos.
Mas ainda não conseguiste ganhar à cavalaria romana.
Deixa-os entrar no rio.
Qualquer manobra que tentarem será a sua destruição.
Os romanos já se avistam. Estejam preparados.
Varrone está cercado. Temos que avisar Paulo Emilio!
Temos que romper o cerco cartaginês para proteger a rectaguarda do nosso exercito!
Avante!
Avante!
Aqui vem a cavalaria romana.
Ordena o ataque!
Temos que tentar escapar daqui.
Paolo Emilio está atravessando o rio para ajudar-nos. Temos que resistir até que ele chegue.
Não discutas as minhas ordens. Cada qual faz o que pode.
Vamos sair deste inferno. Iremos para Venosa.
Vamos fugir. Rápido, fujam daqui.
Avante! Ao ataque!
Voltem para trás! Tentaremos cruzar o rio!
A vitória é nossa. Avisa os nossos comandantes.
Que nenhum romano deixe Canne com vida.
O consul Paolo Emilio e o filho de Quinto Fabio estão entre os mortos.
Silvia...
Perdoa-me...
Perdoa que te molestemos, Fabio. Estamos aqui em nome do Senado...
para te demonstrar o nosso pesar pela morte do teu filho.
Esta era a sua espada.
Muitos pais estarão a chorar os seus filhos...
Os deuses estão enojados connosco...
Fábio...
Estamos aqui também por outra razão.
O senado oferece-te o cargo de Procônsul, aceitando todas as tuas condições.
Tu, Minucio....
que eras um dos meus maiores opositores.
Na maior das calamidades requere-se a melhor solução.
Espero ser digno da vossa confiança....
Quero interpretar os desejos de todos os cidadãos romanos ao dizer:...
Roma não se submeterá nunca ao invasor!
A frase de Hanibal, quando atravessou os Alpes é válida...
agora para nós.
Vencer ou morrer!
Este descanso pode ser muito perigoso.
Deixa-os repousar. Quando Asdrúbal e Marbale...
voltarem de Cartago, combateremos novamente.
Será a batalha decisiva. E devemos vencer.
Não te preocupes.
Hanibal, não vens a Capua? Há uma festa em tua honra.
Parece que é em tua.
Eu vou a Capua. Vemos-nos mais tarde.
O que tens?
O teu tio foi eleito Prócônsul.
Mandou uma mensagem: "Vencer ou morrer."
Que outra coisa poderia dizer?
Parece que te animou.
Não. Entristece-me...
Perdoa-me.
Há uma festa em Capua. Quero que venhas também.
Peço-te que me deixes aqui.
Não deves ficar sozinha. Deves vir.
- Tenho medo. - Medo de quê?
Silvia...de quê?
O meu tio jurou destruir-te e eu te pertenço...
Amo-te mais que qualquer outra coisa no mundo.
Não chores, Silvia...
não sei dizer-te palavras bonitas...
mas nada poderá separar-nos jamais...
nem que Fabio me derrotasse.
Não é próprio de Hanibal perder a confiança em si.
Não queres confortar a um inimigo?
Não.
Tu não és meu inimigo.
Certo. Vamos à festa.
Não querias que eu sorri-se?
Sorri também tu.
Hanibal, Marbale chegou e está na tua tenda.
- E Asdrúbal? - Desembarcou em Itália.
Magnifico!
Em frente... Entra tu também.
Pai!
Feriste-te no olho?
Não é nada...
Tapei-o porque a luz me fazia diferença.
- Gostarias de ver o acampamento? - Sim.
Vagone.
Vem. Vou mostrar-te.
Porque estás aqui?
Para ocupar o meu lugar junto a ti.
Eu repudiei-te há muito tempo diante dos Sacerdotes.
Mas sou a mãe do teu filho!
Não uses o nosso filho! Danila, estou farto dos teus truques...
Dei-te sempre o necessário e tudo o que tenho pertence ao meu filho.
Mandei-te a Cartago pedir reforços. Onde estão?
Se tivesses seguido os meus conselhos, Roma já estaria destruida.
E Cartago não teria negado os reforços que pediste.
Negado os reforços?
O que significa isso?
Asdrubal apenas conseguiu 4 mil homens.
4 mil homens?
É impossivel.
Para Cartago não significas nada. Entendes agora porque estou aqui?
Deixa-o ir.
Onde está Silvia?
Pegou num cavalo e saiu.
Porque me seguiste? Peço-te deixa-me ir embora.
Silvia...
Volta para ela. Ela tem o direito.
Não devo dar explicações nem a ti nem a ninguém.
Amo o meu filho. E amo-te a ti.
Sim, eu sei, querido...
Consegui tudo o que uma mulher deve conseguir da vida.
Passei as horas mais felizes contigo.
Voltarei para Roma.
Se voltares a Roma, serás condenada à morte.
Suplicarei por clemência.
Fabio vai entender e irá me defender.
Corre! Vai para o acampamento.
Espera! Silvia!
Parados! Ele libertou-me. Salvou-me a vida.
- Sou Silvia, sobrinha de Fábio. - Silvia!
Levem-me com vocês.
És muito ágil para mim.
Tenho medo, mas vou defender-me...
Piedade. Piedade.
Estende a tua mão, Romano...
- Agora... vou cortá-la. - Basta!
Tens outras coisas para fazer. Deixa-nos a sós.
Guarda-a.
O teu filho é muito habilidoso.
Desde os quatro anos que está a praticar com os melhores mestres de armas de Cartago.
Tem tentado ser o melhor.
Disse-te mil vezes que não o queria comigo.
Não queria que conhece-se nunca palavras como ódio e vingança.
Volta para Cartago, Danila. Faz algo de útil uma vez na vida.
Não te peço por mim, mas pelo teu filho.
Espera aqui.
Hanibal...espera.
Um romano golpeou-o na cabeça....
e depois decapitou-o.
- Estão preparados? - Sim.
Peço-te para esperares.
Está na hora? Estou preparada.
Não tenho medo da morte...
Perdoa-me.
Trouxe-te um veneno.
É tudo o que posso fazer por ti.
A morte será rápida...e indolor.
Toma.
Obrigada.
Espera...
Foi ele que me deu.
Arranjarei maneira de lho enviar.
Hanibal! Os romanos atacaram.
As nossas frentes foram rechaçadas.
Vamos.
Avante! Em marcha!
Agora...
o destino de Hanibal está traçado.
prisioneiro para sempre de um terrivel juramento
ele continuará a sua luta inglória
com a vã ilusão de destruir a potência de roma
o seu nome será legendário...
e figurará entre os maiores estrategistas da história
embora a sua sorte adversa...
marcará a sua ruína e também a de Cartago.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.