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Original subtitles

- Bom dia, Sr. Nyssen. - Quem é você?

Quem o deixou entrar? O que faz aqui? Saia já!

Por favor.

Estou aqui porque tenho de recuperar algo.

Algo que me pertence.

Não sei do que está a falar.

Estou a falar do Rothschild azul.

É propriedade da família Nyssen há gerações.

Não é totalmente verdade.

Antes de a sua família lhe deitar a mão, pertencia-nos.

- A minha família. - Como chegaram a isso?

Não vou ser chantageado na minha casa.

Espere.

Está bem. Deixe-me explicar-lhe a situação:

Você é o habitante deste castelo, eu sou o invasor.

Eu tenho uma arma e você está a borrar-se todo.

Faça o que lhe digo...

ou meto-lhe uma bala na cabeça.

Entendido?

Ótimo. Agora, mostre-me onde está.

Isso é impossível! É completamente impossível.

- O quê? - Não está aqui.

Dou-lhe 12 horas.

Nem mais um minuto.

- Não levantaram as apostas? - Não.

Todas as apostas com valores

acima de 200 Marcos, feitas no Katsche Kroner,

algumas delas não foram pagas.

- Chefe. Chefe! - Agora não, agora não.

Não poderíamos pagar as apostas na totalidade. Nem por sombras.

Quanto teria sido?

840 mil marcos.

- Chefe. Temos de... - O quê?

Temos de ir para o clube. Agora. Imediatamente.

Porquê? O que aconteceu?

CLUBE DE BOXE WEINTRAUB

Vai para a porta.

BILHETE DE APOSTA

Chefe! Chefe, a Polícia!

- A Polícia vem aí. - Foi um acidente.

Livra-te dele.

- Abram! Polícia! - Três, dois, um...

Vai.

Polícia! Ninguém sai da sala.

Não vos ouvi tocar à campainha.

A mãe deve saber onde está a pedra. Quem mais pode ter estado no cofre?

Não, é típico!

Ela nunca atende o telefone! Pessoa impertinente.

Devo ir à cidade buscar a honrada senhora?

Ela não nos deixa alternativa.

Fim do turno, senhor. São 2,10 Marcos.

Fique com o troco.

Pode tirar dois cafés e uma tosta mista, por favor?

Bom dia, Lotte.

Entra, pedi o pequeno-almoço.

Senta-te.

Por favor. É importante.

KOPPENECK REFEIÇÔES ORIGINAIS DE BERLIM

Charlotte.

O que queres de mim?

Como pudeste ser tão estúpida? A desperdiçar o teu futuro

tão facilmente! - Queria ajudar a minha irmã!

Fui desastrada,

ficavas de braços cruzados se fosse da tua família?

Provavelmente ficarias!

Ela só ficaria temporariamente detida!

Deve ser mais seguro para ela do que na rua!

Sim, como se acreditasses nisso!

- Não confias em ninguém, certo? - Sim, muito menos em ti.

Sabes porquê? Tornaste-te no tipo

que bate em judeus e em ciganos!

- Cala-te! Não fazes ideia! - Mais que isso.

Tenho a certeza de que te tornaste um deles.

- Charlotte... - Odeio-te!

- Estou a cumprir o meu dever! - Que dever?

Bater com tacos pela pátria?

Ouve-me por um momento. Esperei até poder confiar em ti.

Por favor, acalma-te.

Tudo o que faço

é sob ordens secretas do presidente da Polícia.

- O quê? - Ele colocou-me na SA

para ganhar a confiança dos seus líderes.

Queremos dissolver a SA.

Porquê?

Com o objetivo de criminalizar o NSDAP.

E depois encerrá-los.

O que estás a dizer?

Desde quando? Desde quando fazes isto?

- Há dez meses. - Dez meses?

Porque não me disseste?

Porque a SA me mata, se descobrir.

E porque também te pode pôr em perigo.

Preciso de uma bebida.

Tens de voltar a esquecer.

O que te disse. Tens de agir como antes.

Não quero ouvir mais nada!

Está tudo bem?

Já está.

Mas se temos de fazer algo tão secreto...

Eu também tenho algo. - Sim?

O Rudi Malzig.

Ele diz que as marcas na mão do rapaz têm causas externas.

Um dos polícias pisou-lhe os dedos, foi por isso que caiu.

Não é a primeira vez que um caso destes é encoberto.

Gostava que fosses falar com ele.

Assim, não me parecerás culpado.

Eu falo com ele.

Esta conversa acabou! O que estás a pedir é imprudente.

- Fred. - Hermann.

Só queria ver o que têm.

Homicídio de um polícia.

"No caso do homicídio do agente Helmut Naumann,

a principal suspeita é

Antonie Ritter, 16 anos, de Wedding." - Sim, pensei...

Ótimo. Os leitores encontram este tipo de artigo

em todos os jornais judeus ou comunistas, certo? Vejamos.

"No caso do homicídio cobarde e traiçoeiro

do nosso homem da SA de confiança, Helmut Naumann", sim?

"A Polícia pediu..." Não.

- "A viúva enlutada pediu..." - Isso é bom.

Sim. "A ajuda da nossa comunidade."

"A principal suspeita é Antonie Ritter, de 16 anos, de Wedding."

Sim, vamos começar com: "Uma jovem do proletariado

é suspeita de cometer este ato traiçoeiro."

Depois o nome dela, a cor do cabelo e por aí fora.

- Sim. - Parabéns!

- Tens a primeira página! - Sim.

HOMICIDA DE POLÌCIA ANTONIE RITTER

BALLETT ICKWEDI.

BATATAS

Agora.

O que fazem aí? Parem imediatamente!

Parem imediatamente!

Não roubem batatas daqui, não pode ser.

- O teu nome? - Willi.

Vamos chamar a Polícia. Anda.

O que fizeste?

Difamaste uma inocente. A foto está pendurada em todo o lado!

É bom incriminar uma carraça. Um bufo a menos.

Foi em legítima defesa.

Ele não nos deu alternativa. Ele ia matá-la. Tu viste!

Não percebes mesmo, pois não? Fi-lo por ti, Moritz! Por ti.

Por amor.

Não vês isso?

Deixa-me em paz!

New York Times, Guardian, Le Monde e um jornal de Vienna.

Parece que estamos a ficar famosos, Katelbach.

Hoje, até tu nos porias na capa.

A não ser que estivesses onde uma atriz nua tivesse morrido.

Ótimo.

Dou aqui início ao julgamento

do Império Alemão contra Gustav Heymann e Samuel Katelbach.

Meritíssimos. Posso dar-vos um documento? É de imensa importância.

Do mais alto cargo.

Meritíssimos,

durante o julgamento, peço que o público seja excluído.

- O quê? - O Império está em causa.

Protesto! Todos os factos que este julgamento irá considerar

já foram publicados em vários jornais.

Solicito a exclusão de todos os representantes da imprensa.

- O quê? - Isso não tem fundamento jurídico!

- O que se esconde aqui? - Por favor, modere-se.

Vou deferir o pedido,

porque os segredos militares do julgamento exigem secretismo.

- Esvazie a sala. - Protesto, meritíssimos!

Solicito acesso ao documento que o meu colega Jorns lhe deu.

- Isto não pode estar a acontecer. - Recusado.

- Como disse? - É violação do estado de direito!

Isto não tem nada que ver com segredos militares.

É sobre esquemas ilegais de oficiais de alta patente

que ameaçam a república.

- Não é sobre liberdade de imprensa. - Tem de obedecer ao tribunal.

E vocês, a constituição, a nossa república!

As forças armadas ignoraram continuamente

as restrições do Tratado de Versalhes.

Isso era sabido antes da publicação dos artigos pelos meus clientes,

incluindo no estrangeiro.

Para o provar, peço a admissão de 28 testemunhas

e a entrega das provas.

Indeferido.

Indeferido? Como assim?

O tribunal não tem de justificar as decisões.

Isso é a perversão da justiça.

- Espero uma explicação imediata! - A recolha de provas terminou.

A audiência terminou. O tribunal vai proceder à sentença.

O que se passa aqui?

- Peço-lhe que pare. - O que está a fazer?

Tento descobrir porque é que, em meia hora,

a lei voltou à Idade Média.

Homens que se unem contra os nossos militares

têm pouca esperança neste tribunal.

Cuidado, Litten.

Está a passar das marcas.

MOSES ABRAHAM GOLDSTEIN

1857, SCHEPETOWKA FALECIDO 18 DE MARÇO 1915

A Sra. Nyssen acabou de chegar. Está à sua espera no grande salão.

O quê? Porque não vem cá?

Estamos numa situação de emergência!

Informei a sua mãe disso.

Mas ela quer que vá falar com ela pessoalmente.

- Vou contigo? - Não.

Vou acabar com isto sozinho.

- Ela devia conhecer-me! - Alfred?

Aí estás tu, finalmente.

Pensei que querias lidar com isso sem mim.

- Onde está a pedra, mãe? - Por favor, senta-te, rapaz.

Aprenderás que cada um é responsável pelo seu destino.

O diamante? Ainda temos meia hora.

Porque penduraste

este tesouro único à volta do pescoço da tua dita esposa?

- Deixa a Helga fora disto. - Porquê, então?

Talvez ela te possa ajudar, para variar.

Sempre apoiei o teu pai.

Onde está a pedra, mãe?

Não podes acreditar que te vou responder

quando falas com a tua mãe nesse tom.

Mãe.

Tens de me ajudar. Sofri uma invasão.

Esse patife ameaçou-me. Se for à Polícia...

Ainda estás vivo, não estás?

Por favor! Mãe!

Sim, ótimo, Alfred.

Eu ajudo-te.

Esta "pedra", como lhe chamas, tem um nome.

- Eu sei. - Sim, usa-o.

Primeiro, e o mais importante,

não falarás disto com ninguém fora desta casa. Ouviste?

Muito menos à Polícia. Não é da conta de ninguém.

Porquê?

O Rothschild Azul nunca foi nosso.

- Então, roubaste-o? - Não!

- E o pai? - Como podes sugerir isso? Não!

Veio ter connosco.

Como um enjeitado sem nome.

Acolhemo-lo e demos-lhe uma terra,

acarinhámos e cuidámos dele. E agora desapareceu.

Porque não podias apenas cuidar dele, Alfred?

Se o teu pobre e abençoado pai soubesse...

Mãe, por favor.

Para de chorar.

Desde que me expulsaste de casa,

já não tenho ideias nem influência.

O que me resta? Um apartamento sombrio na cidade, frio e mal-amado.

Mas era o que queriam. Os dois.

Mas como podia saber que te incomodava? Também querias isso.

O que mais podia fazer senão agir

como se não significasse nada para mim?

Mãe. Vou mandar vagar o quarto da ala oeste imediatamente.

Perdoa-me, mãe. Por favor, perdoa-me.

Vou avisar a Helga. Hoje.

Ela compreenderá.

Para a cidade, não importa para onde.

Avance. Depressa!

- Inspetor? - Gräf!

Desculpa, não te queria assustar.

- Não estás no interrogatório? - O Hugo não apareceu.

Já devia ter chegado.

Já liguei, ninguém atende. Nem em casa, nem no clube.

E ninguém sabe nada dele.

Possivelmente fugiu com o dinheiro das apostas.

Fala com o Weintraub.

Pergunta-lhe quem apostou contra ele. Ele considera-se a vítima.

- Os nossos colegas vão fazer isso. - Obrigado.

Vamos, homens!

Inspetor Rath! Não estava à sua espera.

Especialmente aqui atrás.

O Inspetor Chefe Böhm devia estar a chegar.

Agora mesmo. Antes da autópsia.

É verdade. Queria falar consigo.

- Comigo? - Sim.

O que há sobre o rapaz

que caiu do telhado do armazém na véspera de Ano Novo?

Está tudo no relatório. Causas externas foram descartadas.

Falei com a Menina Ritter.

Confirma que alguém pisou a mão do rapaz?

O que descobriu foi corrigido posteriormente.

- Sim. - Por quem? Pelo Dr. Schwarz?

É normal o Dr. Schwarz corrigir os seus relatórios?

Inspetor, isto é muito desagradável para mim.

Há alguma prova disso que me possa dar?

Um caso que possa provar?

Guardei cópias dos meus relatórios. Bem como as correções

e as reavaliações do Dr. Schwarz.

- Como consigo esses documentos? - Malzig.

Eu levo-os. Esta noite. Para o seu apartamento, ou para onde quiser.

A minha casa serve. Esta é a morada.

- Chego a casa às 20 horas. - Malzig. Onde está o corpo?

Já vou, Dr. Schwarz.

Onde estavas?

- Fuxe, finalmente! - Acalma-te, Werner. Acalma-te.

Lembra-te: ela quer algo de nós,

não o contrário. - O armazém está a abarrotar.

Podemos oferecer tudo. Bebida, o melhor champanhe.

- Tabaco de todos os tipos, - Exatamente o que a Else precisa.

Não digas nada e causas boa impressão, entendido?

Tudo bem, Fuxe.

Olá. A senhora, o patrão, se concordar.

Olha, o Fuxe, o rafeiro do Weintraub.

Queres arranjar-me problemas?

Diz-me se trazes um agente da alfândega,

ou ficas sem a cabeça!

O meu honrado sócio tem uma oferta.

- E só para ti. - Não.

Vais começar o teu próprio negócio?

Então, diz-me o que tens e eu digo-te se quero.

Tudo. Tudo, de A a Z.

Vamos começar moderadamente. Schnapps. Álcool caseiro. Rapé.

- Temos isso. Empacotado. - Cigarros. Não fales comigo.

E para o meu mimo pessoal,

charutos verdadeiros de Havana. Aqueles com o elefante preto, tens?

Acho que sim.

Muito bem, Fuxe.

Parece que ganhaste um prémio aqui com o teu homenzinho. Pontos para ti!

Resta é o preço. Como vamos dividir?

70/30 para mim. Se o que me trouxeres for bom.

Achas mesmo que viemos aqui para regatear a esse nível?

Se for menos de 70-30 a meu favor, não precisamos de falar mais.

Deixem estar. Não vou permitir que este idiota me roube mais tempo.

Sei quem matou o Hugo Vermelho!

O que disseste?

Vá lá, desembucha.

Pelo que vejo, és a próxima, Else.

Se o Weintraub for em frente, tu e as tuas bonecas passarão à história.

Ontem, o Hugo Vermelho foi assassinado. Amanhã, é a tua vez.

E depois toda a cidade será novamente dividida. A favor dele.

E ouviste isso algures?

Do Weintraub, pessoalmente.

A meias. Depois, viramos o jogo e o Weintraub é o próximo.

- Esther. O que disse a Polícia? - O que achas?

Não quero que vás para a rua sozinha.

Nem por pouco tempo. - Porque não?

Porque anda alguém atrás de mim. E talvez não seja só de mim.

- Mas também de mim? - Talvez. É melhor ficares aqui.

- É o que te convém. - Estás a ouvir-me?

Já não posso sair? As crianças devem ser trancadas?

Não teria chegado tão longe com o Edgar.

O Edgar foi-se! Está morto, Esther.

Eventualmente, teremos de ultrapassar isso.

"Isso"?

Ele.

Talvez tu tenhas.

- Porque está a demorar tanto? - A declaração do julgamento deles.

Demora um pouco.

Para absolvição também?

Em nome do povo,

no caso contra os arguidos Gustav Heymann e Samuel Katelbach,

foi emitido o veredito:

Os réus foram considerados culpados de traição e difamação.

Disseram que o estado alemão rearmou na União Soviética

ilegalmente, contornando a Liga das Nações,

não podendo isso ser provado de forma fiável.

O tribunal condena os arguidos a 18 meses de prisão

sem liberdade condicional. - 18 meses.

Este veredito é uma desgraça! Vou recorrer.

- Um recurso urgente. - É livre de o fazer.

Mas só se apresentarem provas novas

anteriormente desconhecidas.

Têm cinco dias úteis para o fazer. A sessão está encerrada.

A última palavra ainda não foi proferida.

Temos de escrever isto.

Não vou para a prisão por motivos de lealdade.

Vou para a prisão porque os deixo desconfortáveis.

Nada mau, pois não? Diz isso aos meus colegas lá fora.

Katelbach! Vamos!

Litten! Litten!

Se eu avaliar a situação,

então começou o desmantelamento do nosso estado de direito.

Parece estar a ocorrer uma mudança de poder

nas salas de trás destas paredes e que mina a nossa sociedade livre.

Não permitirei que o julgamento arbitrário...

- Sra. Elisabeth. - ...perdure no nosso país.

- Esta luta ainda agora começou. - Sra. Elisabeth, tinha razão.

Temos de considerar o plano B.

- Fale com o Dr. Litten. - Para onde o levam?

Dezoito meses! O que vou fazer sem si durante tanto tempo?

A andar. E tu, mantém a distância.

Tome, para si.

- Sra. Elisabeth. Eu... - Sim?

Queria dizer algo importante. Eu...

Há muito tempo que queria dizer isto, mas nunca tive oportunidade.

Prometo que vou já falar com o advogado.

Quer casar comigo, Sra. Elisabeth?

- Desculpe? - Em frente.

Seria muito mais fácil, para a autorização de visita e tudo.

Está a exagerar. A situação é que está a causar isto.

Não é... Sei quando é a situação, e não é a situação atual.

Acredite, conheço essas distinções,

quero dizer, diferenciações.

Mas ainda posso ir visitá-lo à prisão.

Assine aqui.

Vou pensar nisso. Quando o visitar, digo-lhe o que decidi.

E o que significa isso?

A mim, soa-me a "não". Por isso, pare com esta treta. Vá lá.

Não se preocupe, Sr. Katelbach. Considere o Plano B ativado!

Socorro! Socorro!

Helga!

Helga.

Viu a minha esposa?

A sua esposa saiu no carro, Sr. Nyssen.

- Sim? Para onde? - Não sei.

Estou certo de que ela entrará em contacto.

Claro, Wegener.

- Sim? - Fala o médico.

Não posso continuar assim! Terás de arranjar outra pessoa.

- O que aconteceu? - Eles toparam-me!

- Quem é que o topou? - O meu assistente, Malzig.

Meu Deus.

- Qual é o número? - Passe-me à firma Litten.

- Norte, 2645. - A estabelecer a ligação.

Advogados Litten, Seegers.

Sim, fala a Behnke. Desapareceram.

Os negativos. Estavam numa lata de chá e alguém os roubou.

- O quê? - Diz ao advogado:

As autoridades estão atrás de nós!

Entendido.

Helga?

Estou?

- Tem saudades dela? - Você!

- Onde está a minha mulher? - Comigo.

O que lhe fez? O que está a planear?

Isso depende de si, Sr. Nyssen.

- Até onde quer que coopere. - Diga alguma coisa!

Dê-me a pedra e terá a sua esposa de volta.

Como vou fazer isso?

Não sei onde está a pedra amaldiçoada!

Se soubesse, já a tinha devolvido há muito!

Pare de chorar.

Diga-me o seu preço. Pago o que for preciso!

Não quero saber do seu dinheiro. Dê-me a pedra ou nunca mais a verá.

- Inspetor Böhm! - Olá.

Olá.

Em relação ao homicídio do polícia, tem a rapariga?

Ainda não.

Mas a investigação da arma do crime e a autópsia da vítima

irão fornecer-nos informações valiosas.

Tem aqui uma bela operação. Há cartazes em todo o lado.

Tem que ver com a vida de um dos nossos colegas, não tem?

Claro.

Talvez não demos muito crédito um ao outro, senhor. Mas...

Se precisar de ajuda, avise-me.

Meta-se na sua vida.

- Inspetor Rath! - Bom dia.

Houve um bom motim em Wittenbergplatz.

Estou aqui por isso.

Senha: gangue dos armazéns. Preciso de ver o ficheiro anterior.

- Se houver algum. - Um? No plural.

No plural. Temos um monte deles.

- Muito bem. - Siga-me, líder de esquadrão.

A morte de uma miúda de rua. Mais uma vez.

Alguém nesta cidade anda a visar crianças sem-abrigo.

Aqui. "Morte de Beppo Schmidt. Agentes de investigação, secção 14.

Oficial supervisor, Erwin Kuschke, sargento, secção 14.

Morte de A. Ahlrichs.

Agentes de investigação, secção 14." A mesma secção.

A questão é saber se perder meninos de rua

importa o suficiente para enforcar vários polícias de Berlim.

Não importa se uma vítima é rica ou pobre.

Começa do início.

Uma contribuição contra a fome.

Uma pequena contribuição?

Uma pequena contribuição contra a fome.

No verão, o trevo cresce

No inverno, a neve neva

Depois voltarei

No verão, o trevo cresce

No inverno, a neve neva

Depois voltarei

No verão, o trevo cresce

No inverno, a neve neva

Depois voltarei

Montanhas e vales choram

Onde já caminhei Mil vezes antes

A tua beleza fez-me amar-te

Com grande desejo A tua beleza fez-me amar-te

Com grande desejo... - Merda.

A fonte corre...

Doze crianças morreram devido às detenções.

Outras mortes foram classificadas como acidentes.

Se o Rudi Malzig provar que os relatórios das autópsias

foram alterados... - Onde está ele?

É ele. Sim, está bem!

Moritz!

O que aconteceu?

Tradução: Melissa Lyra Iyuno-SDI Group

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