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ANTRO DA PERDI��O
DECKER'S Fique enquanto estiver em restful
Ol�, rapazes carreguem as vossas armas
E vamos come�ar a noite com um bangue!
E da�? Mesmo tendo explodido
Estamos prontos para um outro bangue!
Da Calif�rnia at� ao Rio Grande Rio
Uma rapariga deve ter a sua muni��o � m�o
No Oeste onde se joga e onde se bebe
Ningu�m nunca d� a m�nima
Fazemos de tudo um pouco e os problemas que se danem
Vamos l� o lugar deve ser este aqui
Vamos come�ar a noite com um bangue!
Agora acalmem-se e eu vou entreter-vos
a contar a hist�ria do Tenderfoot Pete,
Que veio do leste para estas bandas,
ele tinha um cavalo, e com uma perna de cada lado!
Depois de tanto cavalgar, ele admitiu a derrota.
Ele era muito sens�vel, sim, mas n�o nos p�s.
Com o seu chap�u grande, suas botas e o seu casaco
parecia realmente um homem do oeste
Ele tamb�m andava armado,
e era realmente um bruto
A �nica coisa que ele esqueceu
foi de carregar a arma
Todos disseram ao enterrar o tolo:
N�o saques a arma se ela n�o funciona!
Par de 8, m�xima.
Vai custar-lhe 500.
500, �?
Eu dobro esses 500.
- Vou ter que ver. - � a �ltima carta.
Dama. Par de ases.
Desiste?
Fa�a a sua aposta!
Decker, realmente precisa de uma li��o!
Como est�o todos?
Nada mau, Brandy, nada mau!
Talvez eu ganhe o bar antes de amanhecer!
�ptimo. Assim poderei ter um aumento!
Pode, sim, pode, sim!
Eu preciso do teu p� de coelho.
Est�s assim t�o mal?
Aqui est� ele.
Eu n�o terminei com ele ainda!
- Querem uma bebida? - Vou tomar um caf�.
- Todos v�o querer? - Tamb�m quero.
Voc� n�o tem medo dos meus ases?
A aposta � sua.
Aposto mil!
Acha que � o suficiente?
V� para o diabo com esse topete!
Aposto 5.000 nessa!
Mas n�o vejo dinheiro e voc� n�o tem cr�dito!
Quem falou em cr�dito?
Quanto aposta contra o meu rancho?
N�o pode apostar o seu rancho! Estou satisfeito com 1.000.
N�o se vai livrar desta t�o facilmente!
Voc� pediu. Quanto aposta contra o meu rancho?
Se voc� tanto insiste...
aposto os 5.000.
Ent�o est� apostado!
- O que � que tem? - Espere um minuto!
� melhor escrever no papel!
A� est�!
O meu rancho contra 5.000 em dinheiro.
Voc� queimou-me!
Sinto muito!
- Eu tropecei. Sinto. - N�o se preocupe.
- Eu sinto muito mesmo. - Esque�a!
Vamos continuar!
Aceita a minha aposta?
Eu disse que sim.
Tr�s ... bons ases!
Onde?
Estou a ver apenas um duque.
Eu tinha um �s na m�o.
De onde veio este duque?
Voc� pode ter-se enganado.
Os meus dois pares venceram.
Um minuto!
N�o ponha as m�os em nada!
Henry, estava a blefar e foi desafiado. Seja homem.
Voc�s trocaram-me esta carta. Bando de canalhas!
No seu lugar, eu ficaria calmo.
Acha que o vou deixar roubar tudo o que tenho no mundo?
Acha que sou parvo?
Dummy, voc� e o professor levem-no para se acalmar.
Bom trabalho, querida.
� o p� do coelho! Nunca falha.
� o que parece!
Temos uma faixa de terra de lado a lado do vale!
O que vai fazer com ela?
Cerc�-la. Ter�o de pagar o direito de passagem.
Com todo o gado do Texas a passar, vai fazer uma fortuna!
Uns 200.000 d�lares por ano.
- Eu sei o que amo em ti. - O que �?
Tu �s forte em aritm�tica.
Com isso, eu podia casar.
Eu n�o!
Devo ir l� para baixo.
Deves aprender uma coisa, Brandy.
manter as tuas bonitas m�os longe da mesa.
N�o culpes uma pobre rapariga por tentar.
- Nunca desistes. - � verdade.
Pare a�, Skinner!
Vou matar o canalha do Decker!
Ele fez-me apostar o meu rancho e trocou-me o �s por um duque!
N�o vai matar ningu�m!
D�-me a minha espingarda, xerife. Vou matar aquele ladr�o.
Ele n�o lhe vai tirar o seu rancho.
N�o se preocupe com isso. N�o lhe vai tirar o seu rancho.
V� para casa, antes que ele o mate.
Isto n�o � um conselho, Henry. Isto � uma ordem.
V� para casa!
- O que est� a acontecer, xerife? - Nada.
Eu sei pelo seu andar!
Quando Destry andava assim, havia problemas!
Era r�pido no gatilho! Quando eu era assistente do Destry,
esses bandidos nem vinham � cidade!
H� procura de algu�m, xerife?
Quero saber se o Decker est� a jogar ou a tomar terras.
Que tal, ser um xerife esperto e pagar-me uma bebida?
Se eu fosse esperto, Brandy, nunca seria xerife.
Brandy, eles n�o acreditam em mim!
- Fui assistente do Destry, n�o fui? - Claro.
Eu sei, porque eu era a outra assistente.
Entre, xerife.
Tome uma bebida.
Obrigado. Eu s� bebo com amigos.
- Vamos tornar-nos amigos. - Antes disso quer saber uma coisa.
Explique-se, talvez o possa ajudar.
- Com certeza. - Ent�o?
Devolva o rancho ao Skinner.
Porqu�? Eu o ganhei.
Isto n�o � o que Henry diz.
O que diz o Henry?
Que lhe trocou a carta dele.
Aqui estamos n�s.
Ele nunca soube perder.
Ele n�o me ouviu.
Voc� pagou a aposta, n�o foi?
O que queria que fizesse? Perder esta oportunidade?
Havia muito dinheiro envolvido.
Voc� deve ter uma raz�o para o roubar.
Eu odeio essa palavra.
Encontre uma melhor ... e eu a usarei!
Eu ganhei honestamente a terra dele.
Mas se pensa assim, eu devolvo-a.
Voc� ficar� satisfeito?
Isto � razo�vel.
Ele assinou isto.
Eu posso rasg�-lo?
N�o. Quero que o entregue ao Henry.
Isso vai ensin�-lo a sair fora do jogo que n�o pode abancar.
� justo.
Ser� que o tenho julgado mal todo este tempo?
- Foi a primeira impress�o, Xerife. - Pois foi.
Muito bem, rapazes! Vamos animar o p�blico!
Sil�ncio, a todos!
Sil�ncio!
O nosso Presidente vai fazer uma importante declara��o.
O honor�vel Hiram J. Sellers.
Ol�, Presidente!
Amigos e concidad�os
como diz o poeta,
"A vida � dif�cil, a vida � curta.
E no final, h� o t�mulo.
� muito profundo isto.
Eu tenho o doloroso dever de vos informar
que um dos melhores de n�s
n�o est� mais connosco.
O nosso estimado Xerife, Joseph Bailey
j� n�o est� neste mundo.
Na aus�ncia de outro oficial,
e no cumprimento da lei e da ordem,
e de acordo com a Lei n� 8.000...
oito...seis ...cinco ...quatro,
devo nomear um sucessor interino.
Eu examinei a quest�o com seriedade
e pedi a opini�o de cidad�os proeminentes.
Decidi nomear Xerife
um homem que tem experi�ncia como oficial de paz,
um homem que todos amam e que todos respeitam.
Sr. ... hmm ...
- Qual � o nome dele? - Reginald.
Reginald T. Barnaby!
Ele est� a falar do Rags!
- T. de qu�? - De "tonto".
Viva o novo Xerife!
O que � que est�o a festejar?
- A sua nomea��o Rags. � o novo Xerife. - Viva.
- O que � que eu sou? - O novo xerife. Parab�ns.
Sr. Presidente ...
Como Presidente deste munic�pio, eu o declaro Xerife.
Bebidas por conta da casa!
Brandy?
Brandy, � mais uma das pe�as que eles me est�o a pregar?
N�o, Rags, voc� � mesmo o Xerife!
Brindemos rapazes. � lei e � ordem, e uma vida
longa para o novo Xerife.
N�o est� a beber, Xerife?
Qual � o problema? Vai desmaiar?
Eu n�o vou beber mais.
N�o, se eu vou ser o Xerife!
Devo escolher entre a garrafa e o dever.
N�o zombarei da lei nem da ordem!
Agora a lei ser� respeitada nesta cidade!
Est�o a ver um tipo duro no comando, e podem chamar-lhe,
um homem de car�cter.
Eu estou consigo, Xerife.
Se for preciso, eu vou ser o seu assistente.
Eu j� tenho algu�m em mente.
- Um rapaz chamado, Destry! - Destry?
Rags. Ele est� morto h� anos.
Parece o homem certo para o cargo!
Falo do filho do Destry.
O jovem Tom limpou Silver Creek,
uma cidade mais dif�cil que esta!
Ele ainda n�o � muito conhecido.
A �ltima vez que o vi,
o pai queria fazer dele um Xerife que honrasse a estrela.
Isto � o que esta cidade precisa.
E isso � o que esta cidade vai ter!
Xerife, a dilig�ncia vem a�! Ela est� a chegar!
Toma. Toma. Fecha a porta!
Bessie Mae! Bessie Mae!
Chamou-me?
A dilig�ncia est� a chegar. O quarto para o Destry est� pronto?
Os meus quartos est�o sempre prontos!
Eu s� queria ter a certeza!
Viu o doutor por a�?
N�o, n�o vi.
Mandei-o h� meia hora buscar
um chap�u novo que mandei vir de St. Louis.
Eu n�o tenho tempo para conversas! A dilig�ncia est� a chegar.
Se o vir...
diga-lhe para me vir ajudar com a bagagem.
Deve estar l� no bar a jogar com aquela mulher.
30 d�lares, doutor.
Vou jogar limpo.
Palavras.
Dinheiro ou nada.
Hey! Ou�am todos!
A dilig�ncia est� a chegar. O Destry vai estar, n�o tarda a�!
Doutor, � melhor ir para casa.
A Bessie est� � sua procura para levar a bagagem.
Vamos ver ent�o esse Destry!
- Vamos, Brandy. - N�o. Eu j� vi uma dilig�ncia.
- Eu voltarei r�pido. - Eu n�o estarei aqui.
- Eu quero recuperar. - Sim, mas s� se for agora.
Se eu n�o for, a Bessie vai esfolar-me vivo.
Ela o esfolar� de qualquer maneira!
Continue a aposta. Talvez ganhe desta vez.
- Est� certo! - O que � isto?
O meu cheque.
- Oh, n�o. - Ora, Brandy. Brandy.
E isso, na caixa?
� o chap�u da Bessie.
Eu sou jogadora. Os trinta d�lares contra o chap�u.
- Eu n�o posso jogar o chap�u. - Voc� vai jogar.
Eu j� suspeitava!
Afinal de contas ...
a Bessie n�o gostaria que eu deixasse de jogar com sorte.
� ele! O Destry chegou!
Olhem para ele!
Dois metros de nervos e m�sculos!
O senhor esqueceu-se!
Tenha cuidado com a bagagem!
N�s n�o temos tempo! Tome!
O que � que eu vos disse? Ele � como um gato bravo!
Tom, meu rapaz, eu estou feliz em o ver.
Vamos mostrar-lhes, n�o �?.
O meu nome � Jack Larson.
Voc� n�o � o Destry?
Destry? Sou eu.
Voc� � o Tom Destry?
Est�o sempre a perguntar-me isso. Como vai, Rags?
Voc� tem certeza que � o Tom Destry?
Estou bem certo disso.
� um gato bravo mesmo!
Livre-se disto.
Tome. Tire-as daqui, por favor!
Sou a Bessie Mae Curtis. Tenho um �ptimo quarto para o senhor.
E para a Sra. Destry.
N�s n�o somos casados.
Desculpe-me.
N�o precisa de desculpar-se.
Talvez n�o seja uma m� ideia. Com licen�a.
Srta. Phillips, se me disser aonde vai ficar, cuidarei da sua bagagem.
� que eu n�o sei para onde vou.
O meu tio era para me vir buscar.
Tom, vamos sair da rua! Vamos at� a delegacia!
Calma, Rags. S� quero ajudar a srta. Phillips.
N�o se preocupe, ele j� deve estar a chegar.
- Quem � o seu tio? - Henry Skinner.
O rancho dele fica a oeste daqui.
Se eu encontrar o in�til do meu marido, ele a vai l� levar.
Muito obrigado.
Enquanto isso, venha comigo. Farei ch� para si e para o sr. Destry.
Voc� est� louca! O Destry n�o quer ch� nenhum!
Pode largar essa gaiola?
Tome. Agora, venha comigo.
- At� logo, obrigada! - Com licen�a.
Que pressa � essa?
O Sr. Decker, quer pagar-lhe uma bebida no saloon.
Isso pode esperar! Tenho coisas mais importante para fazer.
Rags, n�o � assim que se faz. O sr. Decker n�o iria gostar.
N�o mesmo.
N�o o quero desapontar, seja ele quem for.
� muito sensato da sua parte.
Venha comigo e com o Curly.
Fez boa viagem?
Bom neg�cio, h�?
� uma quest�o de opini�o.
Ei, pessoal, este � o novo assistente do xerife.
- Ent�o voc� � o Tom Destry! - Sim.
Eu n�o sei porque � que as pessoas ficam t�o admiradas.
O meu nome � Decker.
Oh! Sim. Voc� queria falar comigo?
Sim. Aquele � o nosso Presidente, Hiram J. Sellers.
Prazer em t�-lo connosco, filho.
Prazer em conhec�-lo.
Acreditem ou n�o, ele n�o �...
"Mais crian�a".
- Pode fazer melhor que isso. - Muito mais, voc� vai ver.
Espero que sim, madame.
Eu ofere�o-lhe uma bebida.
Um momento! Voc� � maior de idade?
Sou sim.
H� uma coisa que eu gostava que voc� entendesse.
Sou a favor do entendimento.
Eu tenho um h�bito peculiar.
Eu sei como s�o os h�bitos.
Eu coleccionava an�is de charuto.
- N�o � nenhuma brincadeira? - Eu colecciono armas.
De assistentes de xerifes.
- Voc� tem muitas? - Algumas.
Mas sempre h� lugar para mais uma.
Eu gostava de o ajudar, Sr. Decker, mas n�o posso.
Ent�o... terei de lha tirar?
Isso seria dif�cil. Calma a�!
Espere um minuto. N�o nos vamos exaltar.
O que eu quis dizer, � que n�o ando armado.
Viu? Foi bom eu n�o estar armado, n�o acha?
Um de n�s podia ter sido ferido...
e eu n�o ia querer, que isso acontecesse?
Pessoal, temos um assistente que sabe o que � bom para ele!
Tem toda a raz�o, rapaz.
Se os Xerifes andassem desarmados, n�o ter�amos problemas.
O que quer beber?
Que tal uma dose de leite?
- Est� fresco? - Claro que sim!
J� entendi como limpou Silver Creek.
E pode come�ar a fazer o mesmo aqui!
N�o se esque�a dos cantos!
Parecem meio sujos, n�o �!
Olha o que est� a fazer! Larga isso.
Calma. Vamos largar isso antes que algu�m se afogue.
Rags! Rags! Meta-me na pris�o.
- O que � que fez? - N�o discuta, prenda-me.
- N�o fez nada. - Pense em algo. Tarde demais!
Doutor! Eu acho-o, seu insignificante...
D�-me o meu chap�u!
Desaparece daqui!
Est� com o meu chap�u! Mandei-o vir de St. Louis!
Agora � meu. O seu marido perdeu-o ao jogo comigo.
Perdeu?
Roubou-lho, sua vadia! Voc� sempre lhe rouba tudo.
Ele prefere que eu o roube a ser casado consigo!
S�rio? Segure, por favor!
Parem!
Olhe em que estado ficou o seu chap�u.
Hey! Um momento! S� estou a tentar ajudar.
Por favor, eu s� quero explicar ...
Cada um de n�s tem uma cadeira. Vamos sentar-nos e conversar.
Saia daqui ou mato-o!
- Muito bem, vou sair! - � melhor!
Calma, j� estou a ir!
Eles disseram-me que esta cidade era tranquila.
- Fora daqui! - Estou a ir.
Querida!
Eu nunca pensei ver algu�m a rir do filho do Destry.
Nem todo o filho � igual ao pai. O mundo seria o mesmo.
Num cargo destes, as pessoas devem ter medo de ti!
A primeira impress�o � que conta.
- E a minha foi m�? - M�?
Eu disse a todos que iriam ver um pistoleiro muito bravo,
como o teu pai.
E o que � que eles viram?
Um rapaz a carregar uma gaiola e um guarda-sol.
Eu estava a ajudar a rapariga.
N�o te chamei para isso.
Eu n�o confio na primeira impress�o.
Para mim, a �ltima � a mais importante.
N�o � verdade.
Tom, sabes porque eles me fizeram Xerife?
Porque eu era o b�bado da cidade.
E acharam que me iam intimidar!
Mas eu pretendo engan�-los e fazer um bom trabalho.
Foi o que acabei de dizer, a 1� impress�o n�o conta.
Eu tinha um sonho,
uma imagem de n�s dois, eu e tu a cavalo, lado a lado.
O sonho me reanimou, como se eu estivesse com o teu pai.
Ent�o lembra-se disto?
Disto, eu jamais me esquecerei.
� a arma dele, n�o �? Do teu pai.
Rapaz, era por isto que eu esperava!
P�e o cinto e vamos trabalhar.
N�o, Rags, n�o.
Eu n�o acredito em armas.
N�o o qu�?
N�o acredito em armas.
O meu pai estava armado quando foi morto pelas costas.
A sua arma de nada adiantou.
S� h� uma coisa assusta os assassinos, um juiz e o j�ri.
Quer dizer que limpou Silver Creek sem tiroteios?
� verdade.
Silver Creek n�o devia ser t�o violenta como diziam,
pois nunca vais limpar Restful com um monte de pedras.
Eu li a hist�ria de um homem chamado David.
Ele se saiu bem com uma pedra.
Eu acho que ele estava a usar Uma fisga.
N�o adianta, Rags.
Ouve...
Tom, � melhor voltares para Silver Creek.
Teu pai era meu amigo. Eu n�o quero ver a magoares-te.
Eu n�o penso em magoar-me.
Se te recusares a atirar, nada vai acontecer.
Esta cidade precisa de um Destry como foi o teu pai
e est� bem claro que n�o � o teu caso.
Desculpa o que eu te disse.
Tudo bem.
Devemos dizer sempre o que pensamos.
Eu n�o me iria sentir bem se te empossasse.
Sem ressentimentos?
Sem ressentimentos, Rags.
ADEUS, XERIFE PHIL DECKER E AMIGOS
Podemos dizer que o Decker faz bons enterros.
Ele faz muitos?
Eu gostava de ser coveiro!
Quem � que ele est� a enterrar desta vez?
Joe Bailey. Era o xerife.
- Voc� � forasteiro, n�o? - Sim. O que aconteceu ao Bailey?
Alguns falam de um ataque card�aco.
O problema � que ele levava a s�rio o seu trabalho.
Qualquer Xerife que fizer isso aqui est� a pedir um enterro.
Bom, tenho que voltar a escavar.
Se quiser beber alguma coisa, eu ainda n�o ordenhei.
Eu estou � procura do Presidente.
A esta hora da noite deve estar a pintar.
Deve passar por aqui em breve.
Enquanto espera, que tal experimentar isto aqui?
� muito melhor do que leite.
Porque n�o?
Voc� vai fazer todo o trabalho agora?
Que trabalho?
Rags esteve aqui e trocou isto por uma garrafa.
Deve preferir ser b�bado de 1� do que xerife de 2�.
Onde est� ele?
Provavelmente, a dormir, nos fundos, onde fica a cerveja.
Ei, est� aqui o Presidente.
- Boa noite, filho. - Boa noite, Presidente.
Est� a deixar-nos?
Eu estava � sua procura.
Pode empossar-me como assistente do xerife?
Eu pensei que isso j� tivesse ocorrido.
Deixamos passar.
E � melhor faz�-lo antes que eu assuma.
Ser� um prazer, filho.
Quando o vi, soube logo que era o tipo ideal para este servi�o.
Eu tamb�m penso assim.
Como dizem,
Se n�o funcionar direito, o enterro � seu.
Levante a m�o direita. Tom Destry, jura defender a lei?
Juro.
Pelo poder investido em mim,
eu nomeio-o assistente de xerife.
Que n�o se arrependa.
Obrigado, Presidente.
Eu s� precisava de uma ajudinha!
E eu teria conseguido.
Eu li a hist�ria de um homem
que precisava de ajuda e achava que n�o tinha.
Isso deixava-o muito infeliz.
- Tom? - Sim, Rags?
Eu pensei que tinhas partido na dilig�ncia.
N�o tinha dinheiro para a passagem.
N�o me deixaram viajar de gra�a.
Vou ter que trabalhar aqui uns dias para poder deixar a cidade.
- O Presidente empossou-me - Empossou-te?
Ent�o tu vais ficar?
Vais ficar e ajudar-me?
N�o sei quanto poderei ajudar.
Mas eu gostava de ficar por perto e v�-lo a p�r ordem na cidade.
Talvez eu aprendesse alguma coisa.
Eu... tenho de ir buscar o meu distintivo.
N�o � preciso fazer isso, Rags.
N�o abriu m�o dele.
Viste o Sr. Destry na cidade?
Vi, encontrei-me com ele na loja. Almo�amos juntos.
Ele j� matou algu�m?
Acho que n�o, Eli.
Ele tem as suas pr�prias ideias no cumprimento da lei.
- Ficou melhor, n�o ficou? - Sim, acho que sim.
Ele j� te beijou?
Claro que n�o!
Acho que ele tem as suas pr�prias ideias sobre tudo!
Eli, sai pelas traseiras e traz o xerife!
Martha, deita-te no ch�o!
O que foi, pai?
O Decker quer ocupar o rancho! Vai!
Vou mant�-los longe at� tu voltares!
- O que � que vai fazer com isso? - Atirar! Traga o sr. Destry.
� melhor sair da�, Skinner!
Este rancho � meu e eu vou tomar posse dele!
S� por cima do meu cad�ver!
Bailey tinha o cora��o doente?
N�o, acho que n�o.
Este � o relat�rio de quando deixou o ex�rcito.
Seu cora��o era perfeito.
No entanto, ele morreu.
Sim. Mas n�o bate certo com o relat�rio do Dr. Curtis.
O que acha do m�dico?
Eu tinha uma cadela, ela estava doente.
Ficou toda inchada. Ele queria oper�-la.
No dia seguinte, ela teve 6 lindos filhotes!
Vamos falar com ele.
N�o! N�o quero que ele me trate! Quero ficar vivo.
Xerife! Xerife! O Decker e outros foram tomar o nosso rancho!
Est�o a atirar no meu pai. Por favor ajudem-nos!
Podes ficar descansado.
E a Srta. Phillips?
Ela tinha uma arma e estava prestes a atirar.
Ela sabe disparar!
O que � que eu disse?
Mesmo as mulheres andam armadas. Escolhe a tua.
O que tem a� chega! Vamos, Eli!
Ora, Tom!
� o Destry!
Parem!
Eu n�o vou tolerar isto.
Rags, o melhor � sair daqui antes que seja ferido.
Voc� ouviu o xerife? Pare de atirar!
Que tal ir para casa e abrir o seu guarda-sol?
Saia, Skinner!
Voc� n�o ouviu? Eu disse-lhe para cessar fogo.
Talvez seja melhor ver isto.
Eu quero ouvir o Skinner.
� todo seu.
Rags, fique aqui. N�o quero mais tiroteios.
Deixa comigo.
Chegou na hora, Destry. Estavam a fechar o cerco.
- Est� tudo bem? - Sim, obrigado.
Fico contente.
- Voc� escreveu isto? - Sim, escrevi.
- Isto resolve o assunto. - N�o resolve, n�o!
- Ele fez batota para o obter. - Como � que ele fez?
Eu tinha 3 ases quando a rapariga entrou.
Ela espalhou caf� em cima de mim, e ele aproveitou para trocar a carta.
Foi assim ent�o? Testemunhas?
Eram cinco, mas todos trabalham para o Decker!
O senhor entrou no jogo errado.
- O que � que vai fazer? - Nada.
Nada?
Eu n�o posso fazer nada.
Isto d� a terra para o Decker.
A propriedade � dele.
E fala voc�, tanto em justi�a e na aplica��o da lei!
- Prefiro ser chicoteado... - E eu adoraria faz�-lo!
Vai deix�-los ficar com o nosso rancho?
- Eu n�o posso ajudar, Eli. - Bolas...
Compreendo como voc�s se sentem,
mas ter�o que sair por agora.
Depois pensaremos numa forma de reaver o rancho.
- O Bailey disse-me isso! - Quando � que lhe disse isso?
Um pouco antes de morrer.
O ataque card�aco dele foi muito conveniente.
- Ent�o? - � todo seu, sr. Decker.
- Vamos, Rags. - Tom, o que est�s a dizer?
N�o se abre m�o de um rancho assim!
- O Skinner perdeu o rancho ao jogo. - Skinner � meu amigo!
Rags, a lei � para todos. Ou voc� cumpre a lei ou n�o cumpre.
N�o �, Sr. Decker?
Destry, � um sujeito muito esperto.
Vamos dar-nos muito bem. Pe�a-me o que precisar.
Lembre-se do que eu disse sobre a lei, � para todos.
Mas, Tom!
Entre!
Tenha calma! N�o comece a atirar coisas!
S� vim conversar um pouco.
- O que temos para falar? - Ainda n�o sei.
Mas se nos sentarmos, vamos encontrar alguma coisa.
A sua casa � muito bonita.
Acabou de se levantar?
- Que diferen�a faz? - Oh, na verdade nenhuma.
O trabalho nocturno confunde-nos.
Eu tamb�m, trabalhava � noite.
- O que quer dizer? - Nada.
S� estou a conversar!
Acho que n�o gosto deste tipo de conversa.
Francamente, tamb�m n�o o aprecio.
Uma x�cara de caf�?
� muita gentileza da sua parte.
Porque est� aqui?
Como xerife, tenho de falar com as pessoas,
e tentar descobrir o que se est� a passar na cidade.
O que descobriu?
Calma! N�o espalhe em cima de mim. N�o estamos a jogar p�quer.
O que � que quer dizer?
Eu li um livro sobre um jogador de cartas,
em quem algu�m espalhou caf� para lhe trocarem uma carta.
Depois deste incidente, as suas cartas tinham mudado.
Ponha-se na rua!
E tome conta da sua vida, ou acabar� todo furado!
- Como o Bailey? - Sim, como ele!
Obrigado.
Espere!
O que vai fazer?
Ainda n�o decidi.
A dilig�ncia parte daqui a uma hora.
Embarque nela.
Comecei a gostar disto.
Isso n�o � rec�proco.
Eu vou dizer-lhe ...
voc� n�o � t�o m� como parece.
N�o se importe com � que eu sou.
Est� bem.
Deve haver um rosto bonito debaixo desta pintura.
Tire-a e depois olhe-se.
Vai ficar surpreendida.
Dia do aluguer, Srta. Sweetland!
Eu sei, mas sempre pago � sua esposa.
Ela est� muito ocupada hoje. Estou a fazer isto por ela.
- Se n�o houver problemas... - Sem problemas, senhorita.
12 ... 17 ... 22 ...
� isto mesmo. A Bessie depois d�-lhe o recibo.
- A Bessie vai fazer o qu�? - Receber!
Que surpresa agrad�vel.
Que surpresa? Eu moro aqui.
Oh? realmente?
Com todas estas idas e vindas!
- Bom dia. - Um momento, doutor!
Eu preciso falar com o senhor.
Entre no meu consult�rio.
Vai cavalgar?
Desculpe, minha querida. Isto � urgente. � um paciente!
Sente-se, Tom.
A Bessie parecia transtornada.
� o seu estado normal.
Coloque-o debaixo da l�ngua.
Tem problemas nas vistas?
S� quando jogo p�quer.
Esse � o pior caso.
A temperatura est� normal. Tire a sua camisa.
- Eu estou bem. - Eu sei, voc� n�o � casado.
- Tire a camisa. - Eu quero falar sobre o Bailey.
O que... tem ele?
O senhor atestou que ele morreu de um ataque card�aco.
Sim, lembro-me de que fiz isso.
Enfim, ele morreu.
Vamos beber alguma coisa!
Sabia que pode ir para a cadeia por falsificar documentos oficiais?
Eu n�o falsifiquei nada. Eles disseram-me que ele enfartou.
Quem s�o "eles"?
O Decker e o Presidente Sellers. Estavam presentes no �bito.
Examinou o corpo?
Bem ... n�o exactamente.
Porque n�o?
Eles fizeram-me assinar sob a amea�a de uma arma nas costelas.
Eu teria assinado tamb�m.
Foi o que eu fiz.
Mas isso pode causar-lhe problemas.
Diga-me o que devo fazer, e eu vou corrigir isso.
Fa�a uma aut�psia, descubra a verdadeira causa da morte.
Claro ...causa da morte. Sem problemas!
Mas eu n�o posso fazer isso!
O Decker n�o iria ficar satisfeito.
Sabe doutor, eu tinha um amigo.
Ele teve de escolher
entre o diabo e o inferno.
N�o foi f�cil decidir.
Um momento, Destry! Eu quero falar consigo.
Eu tenho 5.000 cabe�as de gado que estou a trazer do Texas.
Soube que s� passarei se pagar ao Decker, 50 centavos por cabe�a!
Eu entendo a sua raiva.
- O que vai fazer? - Eu estou a tratar disso.
A s�rio?
Foi voc� que deu ao Decker aquele rancho.
O Decker tinha direitos. A lei estava do lado dele.
Com certeza!
Saia da carro�a, Skinner, e entre.
Voc� vai ficar aqui at� saber o que fazer.
Obrigado, Bessie. � muita bondade da sua parte,
mas n�o sei como lhe vou pagar.
Quem falou em dinheiro? Para que servem os amigos?
Guarde as suas coisas no barrac�o, dos fundos.
Homens, ajudem-no!
- Obrigado. - Isto � um ultraje!
- Dez anos roubados desta maneira! - O que se espera mais da cidade?
Eu devia ter atirado mais, em vez de o ter mandado buscar.
Se esta � a sua maneira de fazer, justi�a estou fora.
Devemos obedecer � lei, mesmo quando n�o se gosta dela.
Isto tanto vale para mim como para si.
- Posso ajud�-la srta. Phillips? - N�o, obrigada.
Eli, �s vezes temos de fazer coisas que n�o gostamos,
e as pessoas ficam zangadas.
O pior � que, depois da zanga,
vem a teimosia, e elas n�o aceitam qualquer explica��o.
Em alguns casos, n�o h� explica��o para dar.
A lei n�o pode sofrer nenhuma excep��o, pois a invalida.
Entendes isso, n�o?
Eu n�o sou muito crescido para entender essas coisas.
Talvez nunca tenhas idade para entender uma mulher.
Sr. Larson! Ajude-me a descer?
Claro, Srta. Phillips! Venha.
Obrigada.
Tenho de ir.
- Bom dia, pessoal. - Ol�.
Hoje toda a gente acordou zangada.
- Sabe por qu�? - Por causa do Skinner.
Talvez.
Olhe, Rags, volte para a delegacia.
N�o lhe fica bem andar na rua comigo.
Fui eu que te trouxe para c�.
Vou cuidar de ti at� que decidas ir embora.
Vamos voltar.
Tom, n�o entres. N�o te importes. N�o � nada.
Vamos s� ver o que se passa!
Tu podes ser ferido.
Juntos, agora! 1 ... 2 ... 3 ...!
Come�aram cedo demais, n�o foi, rapazes?
Ent�o porqu�?
Nada de importante. Estamos s� a verificar.
Ora, n�o me diga que � o Destry, �?
Sim sou eu.
Ouvi falar de si.
Bebe leite e n�o anda armado.
� isso mesmo.
O que � que me ia dizer?
- Sobre esses tiros... - O qu�?
- Algum problema, rapazes? - Nenhum.
N�o, estamos s� a divertir-nos.
Nenhum problema, Sr. Decker. N�s est�vamos de sa�da.
N�o tenham pressa!
Bem, divirtam-se.
Cuidado com os quadros e com os candelabros do Presidente.
Vai sair daqui, ou n�o?
Belas armas, as suas!
Posso ver uma delas?
Cuidado, est� carregada.
E � bastante est�vel.
Posso ver a sua tamb�m, Curly?
Porque n�o?
- Tome a minha tamb�m. - Obrigado, Mac.
- E a sua? - Claro.
Pertenceu a um assistente de xerife.
Devia ser um pouco m�ope!
Presidente?
Como voc�, eu tamb�m n�o ando armado! Prefiro um arco e flecha.
Eu n�o o culpo. O barulho incomoda-me tamb�m.
Est�o a imaginar porque pedi as vossas armas?
Sim, mas n�o me preocupo. Ainda tenho outra.
Vou mostrar-lhes o que penso sobre isso.
Disseram-me que � a primeira impress�o que conta.
Sobre voc�,
a minha primeira impress�o � que � um fregu�s dif�cil.
- Estou certo? - Est� sim
Eu, por exemplo.
Venho aqui desarmado.
Pois n�o gosto muito de atirar.
E a sua 1� impress�o � que eu n�o sei atirar.
- Correcto? - � verdade.
Tende um pouco para a esquerda.
Foi por isso que n�o acertou nos meus p�s.
Podemos nos divertir um bocado com armas...
�s vezes.
Nunca usei armas de cano curto.
� melhor chegar mais perto.
Dispara bem, depois da gente se acostumar.
Isto prova que a primeira impress�o pode ser falsa.
� pelo preju�zo.
Agora, que fique claro.
N�o queremos mais esta confus�o de tiroteios.
Algu�m pode magoar-se.
� verdade. N�s n�o queremos mais.
N�o queremos mais tiroteios.
N�o foi por mal. Vamos andando, rapazes.
O que est� a fazer?
Ah, eu esqueci de dizer-lhe. Eu tenho uma mania.
Colecciono balas que j� foram usadas.
Podias bater!
N�o � tarde para come�ar a fazer isso?
N�o te tenho visto ultimamente.
Eu senti a tua falta.
Andas ocupado demais a contar os lucros.
Parece que tens um novo amigo?
Um novo amigo? Quem?
- O Destry. - Deves estar a brincar!
Ele foi visto a sair daqui.
Como a maioria dos homens desta cidade.
Eu sei, mas tu n�o expulsaste o Destry.
Eu gosto de estar bem com a lei.
O que � que ele queria?
A tua pergunta � pouco lisonjeira.
Sem gracinhas, Brandy. O que � que ele queria?
Nada.
Ele veio pedir desculpas por ter despejado �gua sobre mim.
S� isso.
Tenho de me preparar para o meu n�mero.
Sabes, h� outras coisas que ele pode lamentar mais.
N�o � muito cedo para perdermos outro xerife?
N�o, te deves incomodar.
Eu s� acredito na lei da auto preserva��o.
Queres que eu lhe diga?
Quero que fiques longe dele.
Eu mesmo vou dizer-lhe.
Quando o doutor chegar, leve-o ao Decker's.
Tom, que tal ficares aqui comigo? Iremos juntos.
N�o se preocupe com isso. S� vou agir quando l� chegar.
Mas...
- Tem um f�sforo? - Claro.
Voc� n�o est� com frio?
Procurava ar fresco.
� o que n�o lhe falta com essa roupa.
Obrigada.
Algo a est� a chatear?
Porque diz isso?
Eu li num livro que uma bela mulher, fica mais bela,
quando est� chateada.
Voc� l� bons livros.
Eu n�o li nada disso, n�o, eu o inventei.
Ainda � mais agrad�vel.
As coisas ficam mais f�ceis de dizer se mencionar um livro.
N�o importa como diz as coisas,
desde que elas sejam ditas.
Bem ... Eu vou andando.
N�o entre a� esta noite! Por favor.
Porque n�o?
Acredite em mim, n�o entre a�!
Desculpe, mas tenho um problema a resolver com o Presidente.
Obrigado de qualquer maneira.
Tom.
Tome. Este � o meu p� de coelho.
Ser� mais �til para si.
- Obrigado, Brandy. - Bela noite!
- Estou a interromper algo? - N�o, n�o est�.
H� muitos lugares l� dentro.
Estava � sua procura.
Estou aqui.
N�o sei quanto o Decker lhe pagou para roubar aquela terra,
mas eu vou passar com o meu gado e ningu�m vai impedir-me.
Talvez n�o.
S� depois de tentar, � que fica a saber.
Venha comigo, e n�o se vai arrepender.
N�o ia querer que eu tra�sse o Decker, pois n�o?
Acho que j� o traiu!
Isto funciona!
- O que est� a fazer? - O retrato do Decker.
Est� muito parecido, n�o acha?
N�o quero ser cr�tico demais,
Mas h� qualquer coisa nele.
J� sei o que �. Os olhos.
Est�o amig�veis demais.
Presidente, tenho de perguntar-lhe uma coisa.
� oficial.
Fico feliz se for para o bem-estar da comunidade.
Eu sei, � por isso que vim falar com o senhor.
Ningu�m tem cooperado muito comigo e com o Rags.
- Tem a certeza? - Sim.
Quando eu fa�o uma pergunta,
respondem vagamente e afastam-se.
Que tipo de pergunta � que faz?
Nada de extraordin�rio.
Como: O que aconteceu com o xerife Bailey?
Eu conheci um tipo que tamb�m fazia esse tipo de perguntas.
Ningu�m falava com ele.
At� que morreu de solid�o.
- Lembre-se disso. - Com certeza.
� uma morte abomin�vel.
Mas continuo curioso sobre o Bailey.
Ou�a, filho.
Desculpe-me, eu n�o quero perder isto.
Ol�, rapazes!
Vamos acalmar um pouco hoje, est� bem?
Eu cantarei um cl�ssico ...
ent�o, sem gritos e sem tiros.
- Quero falar consigo. - Espere um minuto.
- Muito bem. - Obrigada.
- Quem me oferece uma bebida? - Sente-se aqui.
- Brandy, cante outra can��o. - Tenho sede!
- Estamos ocupados. - N�o me parece.
Destry, soube que andou a fazer perguntas sobre o Bailey.
Mencionei o seu nome algumas vezes.
Porqu�?
Apenas por curiosidade. O meu pai era assim tamb�m.
- O que lhe aconteceu? - Levou um tiro nas costas.
Talvez seja melhor irmos at� a delegacia.
Oh n�o!
- Destry ofereceu-me uma bebida. - � verdade.
H� limite para o p� de coelho. Ele n�o estava a brincar!
N�o atirava em mim diante de tantas pessoas.
Desculpe-me.
Parem a m�sica, rapazes!
Pe�o desculpa por interromper. Mas tenho algo importante a dizer.
Acabo de saber como o Xerife Bailey morreu.
Eu soube que ele morreu de um ataque de cora��o.
� o boato que corre pela cidade.
Mas se ele enfartou, foi por ouvir uma bala a chegar.
- Est� a insinuar ter provas? - Sim.
Esta bala.
O m�dico acabou de a retirar das costas do Bailey!
Eu acho que � uma prova ...
n�o �, Phil?
N�o sei.
Faz ideia de quem a colocou l�?
Eu li alguma coisa nova.
Parece que toda arma deixa a sua marca na bala.
Pondo as duas balas sob uma lente de aumento,
d� para ver se ambas sa�ram do mesmo cano.
O doutor comparou a bala extra�da �s que tirei da parede.
Comparei? Sim, eu comparei.
Encontramos uma igual.
N�o pode esconder isso de n�s!
� curioso voc� dizer isso, Curly.
- Porque a igual veio da sua arma. - O qu�?
- Destry, quero dizer uma coisa. - Acalme-se, Phil!
Duvido que este peda�o de chumbo seja admitido como prova.
- Deixe isso para o Tribunal. - Oh, certamente!
O Sr. Decker e eu
enganamo-nos quanto ao que causou a morte do Sr. Bailey.
O Tribunal tamb�m vai decidir isso.
Vamos, Curly.
Voc� vai deix�-lo fazer isto?
Vamos l�, Curly!
� nosso dever fazer cumprir a lei.
Se voc� � inocente, voc� n�o tem nada a temer.
- Tem certeza? - Certamente! V�.
N�o estou a gostar disto!
J� tinha ouvido falar nesta hist�ria das balas?
N�o posso dizer que sim.
Preciso p�r a minha leitura em dia.
Abra a cancela!
Vamos, abra essa cancela!
- S�o 20 centavos por cabe�a. - Eu vou pagar. Agora, abra.
- Pode abrir! - Abre!
Comece a cont�-las.
Depois de acordar! Vamos, rapazes.
Vou mostrar ao Decker e ao seu assistente de xerife.
Ningu�m me d� ordens.
N�o me interessa a lei.
N�o vou pagar nada por passar com o meu gado.
Ningu�m o vai for�ar a pagar,
mas em cinco ou seis anos, voc� estar� cansado desta cela.
Veja o Curly, ele j� est� cansado da dele.
- N�o est�? - N�o falarei nada.
Isso � lament�vel.
Daqui a algumas semanas, n�o vai poder falar mais.
O que � que quer dizer?
� dif�cil falar com a corda no pesco�o.
Voc� vai ser enforcado.
Eu quero uma bebida.
Claro! Traga �gua, Rags!
�gua?
Vou � afogar esse cafajeste!
- Ele � nosso h�spede. - Nosso h�spede!
Eu o faria falar!
� lament�vel que v� ser enforcado por aquilo que n�o fez.
Voc� quer ser enforcado?
E eu sou doido?
Ent�o diga-nos a verdade. O Decker n�o o pode ajudar.
Deixe-me em paz!
J� disse que n�o fui eu. Foi o que disse!
Ent�o diga-nos quem foi.
Acho que o Bailey pediu a nota assinada pelo Skinner.
� isso?
Lealdade � uma coisa bonita, quando � rec�proca.
� justo ser enforcado por uma ideia do Decker?
E se eu lhe disser?
O que acontecer� comigo?
Muita coisa pode mudar.
- Bem, eu... - Ol�, senhores. Boa tarde.
Como Presidente de Restful, agrade�o em nome do povo
ter descoberto o assassino do nosso estimado xerife.
Em vista da ac��o imediata e vigorosa,
eu considero justo que o r�u, Curly Adams,
seja levado a julgamento com a mesma rapidez.
Na falta de autoridade judicial,
decidi julgar o caso eu mesmo.
N�o ser� necess�rio se dar a esse trabalho, Presidente.
Ou devia dizer "Merit�ssimo"?
J� chamamos um juiz territorial.
Ah, foi mesmo?
- Quando � que ele chega? - Dentro de poucos dias.
Ele e o Tom trabalharam juntos em Silver Creek.
� uma pena ele vir de t�o longe para nada.
O caso ir� para julgamento amanh� cedo.
Traga o prisioneiro ao saloon do Decker, �s 10h.
Este � o �nico lugar suficientemente grande.
Haver� um j�ri?
Foi �ptimo ter tocado no assunto.
Para economizar tempo, eu j� designei 12 jurados.
Espere, Presidente. Nada feito.
Eu conhe�o esse tipo de justi�a.
Ningu�m vai soltar o Curly pelo que um bando de b�bados disser.
Haver� um julgamento de verdade,
perante um juiz federal realmente honesto.
Ouviu o que ele disse sr. Sellers?
Est�o a desafiar a autoridade local.
Os amigos de Curly n�o v�o gostar.
Diga a eles que o Curly s� sair� daqui com o juiz Nolan.
Diga tamb�m aos seus amigos.
Pode deixar, filho. Pode deixar.
Parece que muita coisa j� mudou, n�o �?
- Para ti, n�o mudou n�o! - Rags!
Pronto, j� est� feito!
Desculpe, Curly.
H� momentos em que n�o se deve rir!
- Pode sair, Larson. - Como assim?
- Tem gado � sua espera? - Claro.
V� tomar conta dele.
Deixei-o a� para ter a certeza de que n�o ia desafiar a lei.
Fa�o isto para mostrar que a lei pode ser justa tamb�m.
N�o vou pagar.
Espero por si � noite.
At� l�, decida se vai pagar ou ficar.
Quem disse que vou voltar?
Tenho a sua palavra. A porta ficar� aberta.
- Eu n�o prometi nada. - Prometeu, sim.
Li que o orgulho de um homem de confian�a conta mais que coisa escrita.
Apresse-se.
Vi muitas pessoas na minha vida, Destry, mas voc� � �nico!
Voc� o deixou molhado. Veja como o consegue secar.
Eu vou torc�-lo!
A� vem ele! Vou contar-lhe o que voc� disse.
N�o vai n�o!
O que est� a acontecer?
Algum problema?
Sabe, Sr. Destry,
eu acho que que as mulheres s�o doidas.
N�o �s s� tu, Eli!
N�s est�vamos a falar sobre voc�.
De repente, ela me empurrou para tr�s desta �rvore.
Pergunto: N�o � doida?
N�o sei. Depende do que diziam.
- Eu conto-lhe! - Eli!
Fal�vamos sobre voc� ter prendido Curly Adams,
e como isso era bom para a cidade.
- Ela n�o disse s� isso. - Eli!
Ela disse que gostaria de beijar voc�.
A s�rio?
N�o foi bem isso...
foi uma maneira de falar.
Voc� n�o vai fazer nada?
Este n�o � o lugar apropriado.
Vou lembrar-me disso.
- Vamos, Eli! - Para mim, � doida!
- Tom! Tom! Destry! - O que foi?
Brandy quer v�-lo, na casa dela. � importante!
N�o corra assim. Est� a ficar velho.
Faria bem se dissesse isso � Bessy Mae!
- O que foi? - Entre, entre!
O doutor disse que era importante.
Nem tanto.
Eu s� queria lhe pagar uma bebida.
- Que bom. - Sente-se.
- � sua sa�de. - � sua tamb�m.
- E ent�o? - Ent�o, o qu�?
Estes homens! Percebeu alguma coisa?
Claro! Tirou um pouco daquelas cores de guerra!
E voc� est� bonita.
Eu me sinto nua.
Brandy, porque me queria ver?
Vou deixar a cidade.
E queria v�-lo antes de partir.
N�o sei se � importante ou n�o.
Claro que �.
- O que aconteceu? - Nada.
Estou cansada desta cidade, das pessoas
e do que eu fa�o.
Volto para New Orleans.
Muita gente vai sentir a sua falta por aqui...
excepto as esposas leg�timas.
E voc�?
Sim... eu tamb�m.
J� esteve em New Orleans?
N�o, nunca.
Voc� iria gostar.
� uma maravilha nesta �poca do ano!
O que tem?
Nada.
Voc� gostava de vir comigo?
Est� fora dos meus horizontes.
E eu ainda tenho um trabalho a fazer aqui.
Desejo-lhe sorte.
Venha comigo, Tom, n�o se vai arrepender!
J� estou arrependido.
Por falar em sorte,
obrigado pelo p� de coelho. Ele ajudou-me muito.
Guarde-o.
N�o � nada. N�o d� aten��o a isso!
N�o v�, Tom! Eles v�o mat�-lo!
Eu imploro-lhe!
- Rags! - Atiraram nas minhas costas.
Eu n�o tive tempo de sacar.
N�o fale. Cuidaremos disso.
N�o d�i tanto, mas estou furioso.
Eu sei como �.
Tudo estava a ir t�o bem.
E eu te decepcionei.
N�o me decepcionou. Pelo contr�rio.
N�o, n�o, eles...doutor, fa�a algo para tirar a bala daqui,
assim, o Tom e eu saberemos quem foi,
depois de um pouco de descanso...
Est� bem, Rags, eu j� vou tir�-la.
Deixa-me furioso,
levar um tiro nas costas.
Eles estavam com medo de enfrent�-lo, cara a cara.
Achas isso?
Eu sinto-me cansado agora,
mas eles v�o ver do que somos capazes.
- N�o �, Tom? - Claro.
Sonhei que o far�amos
lado a lado, como o teu pai.
Eles v�o juntar voc� e eu.
Fique calmo, Rags.
Isto vai levar-te a faz�-lo sem mim.
Estou muito cansado...
Estou de volta. Desculpe pelo atraso.
- Que houve com ele? - Algu�m matou Rags.
E soltaram o Curly.
O Destry est� a vir para aqui.
- E eu devo tremer? - Desta vez, ele est� armado.
Vamos nos preparar para uma pequena recep��o.
Avise o Curly. Professor, para a sacada.
Dummy, a porta da frente.
Onde � que vais?
Vou tomar ar fresco. Est� muito fumo aqui.
- Tu vais cantar. - Ainda n�o est� na hora.
Tudo deve parecer normal quando o teu amigo entrar.
Agora vai cantar!
Vamos l� meninas! Levantem-se! Vamos animar este lugar!
Vamos l�! Fa�am o vosso n�mero! Vamos!
Parem com isso!
Pronto. Recomecem a m�sica!
Atr�s dela!
- Doutor! Doutor! - O que �? Onde est� o Destry?
Ele estava a ir para o saloon.
Eu vou ajud�-lo, embora seja contra isto.
- Ele n�o est� l�. - Eu sei?
- N�o est�? - N�o?
Talvez esteja na cadeia a juntar mais gente.
� uma �ptima ideia. Eu vou l� ver.
Abaixe as m�os e ande calmamente para a porta.
Entre. Depressa! Feche a porta suavemente.
S� quero o Decker. Onde est� ele?
Onde est� o Decker?
Deixem-me passar! Deixem-me passar!
Brandy, saia daqui!
Cuidado!
Brandy!
Eu n�o vou fazer aquela... viagem a Nova Orleans ...
afinal.
Voc� vai, Brandy.
N�s vamos. Eu vou consigo.
D�-me um beijo de adeus, Tom.
Bom dia.
- Belo dia! - Ah, sim!
Ah, sim!
- N�o se esque�a de domingo! - L� estarei!
N�s vamos.
Raparigas! Acabo de lembrar-me: Martha pediu-me para dizer-lhe
que est� muito feliz no rancho.
A s�rio?
Diga-me, Tom, voc� nunca a vai beijar?
� dif�cil de dizer, Eli.
Estou muito ocupado com o trabalho.
Voc� j� acabou com tudo.
Tornou-se uma cidade muito tranquila.
N�o se ouve mais nenhum tiro.
- L� dentro. - O que foi?
N�o sei! N�o parei para perguntar!
� l�, ali!
Ol�, xerife!
O que � que est� a acontecer?
Eu estou na cidade desde manh�,
e soube que a �nica maneira de merecer um pouco da sua aten��o era
fazer barulho com uns tiros!
Com licen�a!
Est� a infringir a lei.
Pretende prender-me?
A lei � igual para todos, n�o � mesmo?
� isso mesmo.
Vou com voc� em paz.
As minhas muni��es acabaram.
que contava a hist�ria de dois jovens.
Eles n�o podiam ficar juntos.
N�o por culpa da rapariga,
ou do rapaz.
Um monte de mal-entendidos separava-os. Um dia, afinal...
Sabe o que eu acho? Voc� anda a ler demais!
�... chega a hora em que �
preciso parar de ler.
F I M
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