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Original subtitles

A devasta��o do ataque em 17 de novembro de 1876...

em Fort Clendennon, comandado pelo coronel Stuart Volais.

ex-oficial do ex�rcito ingl�s na �ndia...

foi t�o completa, at� o po�o de �gua foi envenenado...

que sugiro que o posto seja abandonado...

e que n�o seja reconstru�do.

Informa��es recolhidas de Hanu, chefe de guerra dos arapahos...

capturado com seus homens em 23 de novembro de 1876...

revelam que o ataque foi planejado durante meses.

Ele foi motivado por falta de comida...

e suprimentos insuficientes para os arapahos viverem.

Isso � confirmado pelo fato de que toda a comida do forte...

foi levada, assim como armas e muni��o...

com exce��o de um rev�lver...

descoberto sob uma escada.

O rev�lver pertencia a um civil...

nas palavras de Hanu, um estranho homem solit�rio...

que viera do norte.

CHUKA

-Voc�s est�o bem? -Sim, obrigada.

Senhoras.

Isso ser� r�pido. Logo iremos embora.

-Tem um p�-de-cabra? -Sim.

Pegue.

Tivemos sorte.

Sim, j� dev�amos estar mortos.

Vamos arrumar a roda e dar o fora.

Abram os port�es!

Continue, sargento Hahnsbach.

Sim, senhor!

Continue, cabo.

Terminei.

Senhor, a senten�a foi cumprida.

Muito bem, sargento.

De agora em diante, a puni��o por deser��o...

n�o ser� chicotadas, mas fuzilamento.

-A tropa � sua, sargento. -Sim, senhor.

Tropa! Dispensados!

Senhoras, bem-vindas ao forte Clendennon.

Sou o coronel Valois.

Meu oficial executivo, major Benson.

Senhoras.

Esta � a Sra. Ver�nica Kleitz.

Aquela � a Srta. Helena Chavez. Este � o coronel.

Um desertor. Um ladr�o.

N�o se abale por eu punir um homem.

Eu aprendi que um homem � a imagem de todos.

� mesmo, senhora?

Talvez queiram se lavar antes de prosseguir viagem. Major.

Coronel.

Acompanhe-as at� meu alojamento.

Por aqui.

Ol�.

Coronel.

Tem sua '�gua' l�?

Est� encharcado de u�sque.

N�o � uma boa qualidade para o chefe dos batedores.

Quem �?

N�o sei.

Parece perigoso.

Ele � um pistoleiro.

Chama-se Chuka.

Com licen�a.

O que ele faz?

Ele nos ajudou com uma roda quebrada.

Mas que gentil.

Ent�o, os �ndios apareceram.

-Eles nos olharam. -Olharam?

N�o tentaram det�-los?

S� deram uma longa olhada.

Ent�o?

Hanu. Eu j� lhe disse o que penso h� muito tempo.

Pergunte a ele. Passou por seu territ�rio.

Talvez ele cheire melhor do que eu.

N�o seria dif�cil.

Este � o comandante do forte Clendennon.

Coronel Stuart Valois.

Gostaria de passar a noite aqui, se n�o se importar.

-De onde voc� �? -De onde eu estiver.

Tudo bem, sargento.

Viu algo incomum durante a viagem?

Fala do jovem chefe?

Ele era incomum.

Eu sei sobre ele. Algo mais?

Mulheres e homens famintos.

Crian�as pequenas.

Ficavam em volta do forte. Eu os afugentei.

Por qu�? Por que n�o os alimenta?

Minhas ordens � que fiquem no sul no inverno...

e voltem no ver�o. Apenas isso.

Pode se levantar quando falo com voc�?

Est� bem, coronel.

Obrigado.

Eu descobri, Sr. Chuka...

que, para os selvagens, bondade significa fraqueza.

Eles os desprezam por isso.

Quando der as costas, os esfaqueiam.

Guarde esta informa��o.

Pode salvar sua vida um dia.

Coronel.

Eles est�o com fome. E est�o inquietos.

Se n�o der comida, eles vir�o peg�-la.

Esta informa��o pode salvar sua vida um dia.

Viu algum tipo de patrulha?

Contei exatamente o que vi.

Tr�s soldados?

N�o.

Onde posso dormir?

No est�bulo.

N�o poder� beber u�sque ou fumar.

-Entendeu? -Sim, sargento.

Ele n�o parece perigoso.

O que ele disse faz sentido.

-Pode ir, sargento. -Obrigado, coronel.

Minha patrulha n�o voltou.

A dilig�ncia n�o sair� at� meu batedor descobrir por qu�.

Vou pegar a bagagem das mulheres.

-� melhor se aprontar. -Sim, senhor.

Vou comer alguma coisa e vou partir.

-N�o demore. -Obrigado, senhor.

Se desejarem algo...

� s� outro vagabundo que quer comida e lugar para dormir.

Major.

N�o o chame de vagabundo.

Ele se chama Chuka e � r�pido.

Muito r�pido.

Senhora.

Dormiremos aqui hoje.

Aqui? N�o entendo.

O coronel n�o quer que a dilig�ncia prossiga.

Ficar� aqui, em seus aposentos.

Ent�o, obrigada, senhores. Major.

Senhoras.

Ver�nica.

Voc� acha que h� perigo?

N�o, o coronel est� sendo precavido.

Por que n�o o cumprimentou?

Do que est� falando?

Sr. Chuka.

Voc� o conhecia.

Eu notei.

At� o nome � familiar.

Lembro a hist�ria que contou tempos atr�s.

Sobre um jovem e a fazenda do seu pai.

Havia muitos jovens na fazenda.

Eu n�o devo pensar ou falar deles.

Eu prometi.

Voc� deu sua palavra.

Meu pai deu sua palavra.

� a mesma coisa.

N�o fa�a nada contra a vontade de seu pai.

Desde que fique no seu lugar...

n�o ligo para sua reputa��o de pistoleiro.

Ele...

Agora estou preocupado com a patrulha.

N�o com um pistoleiro no est�bulo!

Sim, senhor.

-Tome um drinque. -Obrigado, senhor.

O que acha disso?

-N�o estou gostando. -Nem eu.

Nem o Trent.

Eu avisei o general em Forte Wallace.

Veja isto. 'Hanu n�o ousaria.

Seria suic�dio tentar algo com Fortes Wallace...

Askett e Garland t�o perto.'

Isso � o melhor de tudo.

'Seus homens n�o s�o confi�veis num combate.'

Eles dar�o conta.

Claro, sargento.

-Afinal, n�s os treinamos. -Sim, senhor.

As mulheres est�o confort�veis? Como a senhora se chama?

Kleitz, senhor. Est�o em seus aposentos.

Est�o em seus aposentos.

Se eu pedir refor�os e Hanu n�o atacar.

E n�o h� certeza de que o mensageiro passar�.

Queria um bom regimento ingl�s em vez desses...

Dar� tudo certo.

Sim, sargento.

Tenho certeza disso.

Mais uma coisa.

Como elas dormir�o aqui, quero que fiquem confort�veis.

Como assim?

Teremos um jantar, os oficiais ir�o.

Ra��es de primeira.

Mande os atendentes lavarem as m�os.

Sim, senhor. Como nos velhos tempos.

Mais uma coisa.

Convide o pistoleiro.

O vagabundo?

Sim, o Sr. Chuka.

Ele n�o ser� a estrela da mesa, mas me intriga.

Eu convidarei as senhoras.

Calma, amigo.

Est� bem. Apare�a.

� voc�.

-Voc� me enganou. -Quem � voc�? O que faz aqui?

Sou o batedor.

P�ssimo dia para sair.

� para isso que me pagam.

Pagam bem?

Tenho um sal�rio. E voc�?

Se isso o satisfaz.

Des�a da� e venha beber.

Fala muito para um velho.

Dur�o tamb�m.

Obrigado.

Ningu�m tem um emprego f�cil.

N�o sei.

� um bom emprego.

Quando resolver o problema com Hanu...

posso voltar para o forte durante o inverno.

De vez em quando vou ao M�xico para...

Posso ir com voc�?

Vejo-o na volta.

'Adios'.

Abra.

-Ent�o? -Est� �timo.

Obrigado.

Slim, h� quanto tempo est� em Clendennon?

Ap�s o 1o m�s voc� esquece o tempo.

� como a cadeia.

Pode fugir da cadeia.

24 km ao norte de Granada, 100 ao sul de Stone Creek.

Uma terra in�spita.

Ent�o, voc� tem ele.

Desertores. Pega mal para um comandante.

E temos o Hahnsbach.

Acho que � melhor soldado profissional do mundo.

Dispense a tropa.

Tropa dispensada!

Guardem os rifles.

Voc�!

Est� falando comigo, n�o �?

O coronel quer que jante com ele.

Oficiais, senhoras. Oito em ponto.

Vista uma camisa limpa, se tiver uma.

Jantar� com senhoras.

O coronel me ensinar� como me comportar.

Fa�a a barba, vagabundo.

-Sentinela! -Senhor?

Avise assim que Trent voltar.

Sim, senhor.

Volte ao posto!

-Sim? -� o coronel Valois.

-Posso entrar? -Por favor.

Foi gentil em ceder seus aposentos.

Foi um prazer.

Posso dizer que realmente foi um prazer.

Nosso pequeno posto no oeste raramente tem a chance...

de hospedar duas mulheres t�o encantadoras.

Espero n�o estarmos atrapalhando.

Pelo contr�rio.

Espero que concedam a honra de jantarem comigo esta noite.

Se permitirem, convidarei alguns oficiais...

para que compartilhem do meu prazer.

Seria um prazer.

Obrigada, coronel.

Obrigado, senhoras.

� a conversa, senhora.

Coronel?

A conversa.

Ser� maravilhoso jantar...

em vez de comer...

Parece haver uma rotina...

em um pa�s como esse, isolado.

Sinto falta da conversa.

E da eleg�ncia de jantar na companhia de v�rias pessoas.

Sua presen�a esta noite, permitir�...

que eu rememore lembran�as muito agrad�veis.

Ningu�m viu voc�?

Ningu�m, exceto Brandon, Clinton e Slim.

-Voc� n�o viu nada. -Nunca vejo.

Espere.

O que h�?

Ningu�m a machucar�.

Mais bonita que a �ltima.

Ela sabe que ficar� aqui um tempo?

-N�o poder� sair do forte. -Ela sabe.

Ela n�o gosta da id�ia.

Saia.

Sim, senhor.

Deixem o major conversar.

Talvez ele descubra o que acontece l� fora.

Boa noite.

Boa noite.

Os anos a tratarem bem.

Obrigada.

Pensei que me esquecera.

Jamais poderei esquec�-la.

-Voc� queria? -Eu fui for�ado.

Voc� me culpa.

N�o a culpo.

Voc� � obediente e disseram que eu n�o tinha seu n�vel.

Voc� se tornou muito duro.

Como n�o estava � altura dos seus padr�es...

tive de achar um jeito de levar as pessoas ao meu.

Com sua arma, Sr. Chuka.

Com minha arma, Sra. Kleitz.

Sra. Kleitz.

Est� muito bonita.

Posso acompanh�-la ao jantar?

Obrigada.

Sr. Chuka.

Vi pela janela quando disse boa noite � senhora.

Agora pode me dizer boa noite.

Boa noite, senhorita.

Poderia me acompanhar ao jantar.

Nunca um pistoleiro me acompanhou.

Diga, senhor.

� t�o mau quanto dizem?

Ningu�m � t�o mau quanto dizem.

Quando o vimos pela manh�, para onde ia?

-Montana. -Para matar algu�m?

Uma jovem n�o devia fazer tantas perguntas.

A senhora me ensinou, mas eu nunca aprendo.

Entendo.

Tive de levar um destacamento completo...

para recuperar as roupas da senhora dos �ndios.

Creio que n�o seja bem assim.

Eu juro pelos Evangelhos.

Numa noite, dentro de alguns anos...

voc�s se lembrar�o de outra estranha noite...

no deserto americano, quando jantaram no forte Clendennon.

Vamos nos lembrar.

Espero que sim.

Uma noite agrad�vel como esta...

nos leva para longe da realidade.

-Realidade? -Sim, senhora.

Realidade.

Nosso oficial-executivo.

Nosso imensamente charmoso e inteligente major Benson.

Um conhecido jogador no ex�rcito.

Muitos homens jogam.

Sim, senhora.

Mas n�o com o estilo do major Benson.

Quando o major mexe com as cartas da sua manga...

do fundo do ma�o de cartas.

Mas ele nunca pega do topo do ma�o.

Major Benson � um trapaceiro.

Sua ta�a est� vazia.

-Ordenan�a! -Sim, senhor?

Nada aquece mais a alma de um homem que um vinho.

Por favor, permita-me.

Sim, permita.

O bom doutor.

Est� bem.

Dispensado.

Daly � m�dico por acidente.

Por profiss�o, ele � um covarde.

Eu protesto!

36 homens morreram enquanto ele dormia.

N�o � o fascinante o que um uniforme pode esconder?

Por favor.

Vai ficar mais fascinante. Sente-se, tenente.

Que belo vestido, senhorita.

Belo vestido.

� uma linda cor.

Paris, presumo.

Tenente Daly...

trai��o.

D� para imaginar? Trai��o.

-Eu me ressinto... -Ressente?

Eu s� disse o que est� nos registros.

Senhorita, vou trazer um licor.

Ainda tenho uma garrafa de Londres.

Eu fui inocentado.

Claro que a corte marcial o inocentou.

-Permiss�o para me retirar. -Permiss�o negada, capit�o.

Talvez voc� possa contar aos nossos convidados...

como consegue dormir depois que seu comando foi dizimado.

N�o dorm�amos havia dias.

Est�vamos muito cansados.

Ent�o n�s...

-Continue, capit�o. -Maldi��o!

Aconteceu como estou contando.

� uma hist�ria impressionante.

N�o h� nada sonolento em voc� agora.

Sente-se!

-Eu acho que... -Por favor, senhora.

Perder� o cl�max da noite.

Nossa pe�a de resist�ncia.

Vamos ouvir nosso h�spede...

o pistoleiro.

Major, mais conhaque para o Sr. Chuka.

Diga, Sr. Chuka.

Quantos homens matou?

Acho que � hora...

Por favor, senhora. Isso foi indelicado.

Sente-se, senhora.

Desculpe, Sr. Chuka.

O que falei, era na l�ngua francesa.

� s� curiosidade, claro.

Pode falar o quanto quiser, n�o me importo.

Na l�ngua arapaho, � claro.

� muita gentileza sua.

Quantos homens voc� matou?

Parei de contar aos 16.

Foram lutas justas?

Sr. Chuka.

Eu perguntei se foram lutas justas.

15 foram justas.

O que � justo para voc�, Sr. Chuka?

Eles me encaravam e tiveram uma chance.

E o 16o sexto?

Atirei na sua nuca.

N�o posso provar que ele tentava roubar meu cavalo.

No ex�rcito, eu tamb�m iria para a corte marcial.

Fico feliz que tenha dito isso.

E quanto ao nosso coronel?

Ele...

-Poder�amos captur�-lo. -E fazer o qu�?

Obrig�-lo a falar?

Olhe para ele!

� um guerreiro arapaho. Nunca dir� nada.

-Reviste o forte! -Sim, senhor.

Vamos, depressa! Mexam-se!

O que est�o esperando?

Voc� � um profissional.

Mas sua hora tamb�m chegar�.

E estar� t�o morto quanto ele.

Talvez voc� morra antes de mim.

Voc� tem sorte. A flecha n�o era para o capit�o.

Era para mim.

Deve estar muito decepcionado.

Voc� derramou muito sangue de seus homens.

Tem certeza de que s�o culpados?

Se houvesse alguma d�vida, eles n�o estariam aqui.

Isso me faz pensar.

O que faz aqui?

Qual � a sua culpa?

Por que est�o parados? Verifiquem a cozinha!

Pare, pistoleiro.

Voc� pode ser r�pido no gatilho...

mas para mim voc� ainda dorme no est�bulo.

Quando se dirigir ao coronel, fale com respeito.

Ele � o comandante deste posto. N�o se esque�a.

Cavalo sem cavaleiro! Abram os port�es!

Coronel, � o cavalo de Trent.

Ele jamais perderia um cavalo.

Acho que n�o.

Veja isto.

� um cocar de guerra arapaho.

Ele n�o perdeu o cavalo. Eles o mandaram de volta.

Temos de encarar os fatos.

N�o podemos avisar o ex�rcito e pedir refor�os.

Com sua experi�ncia com os arapahos...

e conhecimento da regi�o...

pegue um soldado e v� para esta �rea.

Avance por uma hora e ent�o volte para o forte.

Quero o local e tamanho das for�as hostis...

e sua prontid�o para atacar.

Coronel, esta luta � sua, n�o minha.

-Sr. Chuka! -N�o vou trabalhar para voc�.

N�o � voc� que decide isso.

Uma ova que n�o.

Sou o comandante aqui.

Eu ficarei aqui e protegerei as mulheres, com voc�.

Voc� est� preso.

Desarme-o.

Ele n�o faria essa bobagem.

N�o se mexa.

Nem pense.

Largue a arma.

Coronel, eu disse que n�o trabalharia para voc�.

Enquanto estiver no posto voc� far� o que eu mandar.

Tem toda a raz�o. Vou embora.

Nada disso.

Vou ao est�bulo, pegarei meu cavalo e irei embora.

Matarei o 1o homem que tentar me impedir.

Matarei v�rios antes que me peguem.

Escute.

Vou mat�-lo.

Mande-o se afastar.

Afaste-se, sargento.

Chuka.

-Eu fa�o isso. -Eu selo meu pr�prio cavalo.

Vai precisar das duas m�os, pois ter� problemas.

-Do que est� falando? -Um problema grande.

Obrigado, Jake.

� um comit� de despedida?

Eu disse para ser respeitoso com o coronel.

A conversa no escrit�rio foi a gota d'�gua.

Eles s�o minhas testemunhas.

Desarmado, certo?

Por que voc� fica protegendo este coronel de araque?

Ele...

� meu comandante e n�o me esque�o disso.

Pode puxar seu rev�lver e atirar.

Defenda-se do melhor jeito que puder.

Eu pretendo derrub�-lo com meus punhos.

Estou esperando.

N�o quero manter um homem ocupado como voc� esperando.

Guarde isto, Jake.

O sargento cuspiu um peda�o de dente.

Isso o torna vencedor.

Me d� isto.

H� algo que eu possa fazer?

N�o, j� fizeram tudo o que podiam fazer por mim.

Diga-me.

O homem com quem se casou.

Voc� o amava?

Ele era uma pessoa decente.

E de fam�lia rica.

Voc� o amava?

Fiquei muito infeliz quando mandaram voc� embora.

Por voc�?

Por n�s.

Senhora, vou deixar o forte e n�o voltarei.

Voc� e a senhorita deveriam ir comigo.

-Agora? -Agora.

Hanu quer o que est� neste forte e o coronel n�o dar�.

-O que o coronel devia fazer? -Dar tudo.

O forte, a comida, muni��o, tudo para os �ndios.

Isso significaria trai��o para um oficial.

� mais seguro aqui.

Voc� segue a autoridade, como anos atr�s.

Talvez n�o haja outra chance.

Sr. Chuka.

Lamento interromp�-lo. Com licen�a, senhora.

O sargento disse que pode ser nosso batedor se o pagarmos.

Um homem pode passar pelos �ndios...

se for r�pido com o cavalo e com o rev�lver.

Gostaria que pedisse.

Estou lhe pedindo.

US$ 200.

Ter� o dinheiro ao voltar.

N�o, o dinheiro agora.

Meu escrit�rio em cinco minutos.

� preciso assinar este documento no caso de um civil.

Basta fazer sua marca. S�o as normas.

-Segue o regulamento. -Sim, o regulamento.

O que foi aquilo?

O qu�?

Voc� e Hahnsbach.

Nada especial.

Foi o que achei, pelo barulho.

Chuka.

� uma boa arma.

Ela tem o coice de mula se usar muita p�lvora...

mas a bala vai onde quer.

Fique com o canh�o. Ficarei com isto.

Sr. Chuka?

Sim, Sr. Hahnsbach?

Boa sorte.

Abra.

Voc� � louco.

-� um homem morto. -Cale-se.

Abaixe-se. Abaixe-se.

Temos muito caminho pela frente.

Abaixe-se.

Minhas pernas. Fuja enquanto pode.

Tenho um cavalo atr�s das rochas.

S�o muitos.

S�o muitos e prontos.

Quando acha que atacar�o o forte?

Hanu � esperto.

Est� treinando seus homens e atacar� em algumas horas.

-Vamos. -Por que vamos voltar ao forte?

Coronel me pagou como pagava voc�.

Quem est� levando voc� de volta? A senhora?

Voc� fala demais, velho.

Vamos, voc� consegue?

Disse que estava fraco, n�o que n�o conseguiria.

Mas vai ser duro.

Major, cuide disso.

Sim, coronel.

Major Benson.

Gostaria de falar com o senhor.

O que deseja?

O que acha que Hanu vai fazer?

N�o fa�a perguntas rid�culas como esta.

Espere.

Espere. Voc� fala com o soldado que sabe das suas hist�rias.

J� recebeu sua grana. Cale-se.

N�s temos trabalhado muito. Quer saber de uma coisa?

Qualquer um...

qualquer um ali...

foi punido pelo coronel por pegar tabaco.

O que isso significa?

Isso significa que...

queremos assumir o forte.

E tudo o que existe nele.

Isso � loucura.

Queremos impedir um massacre dos �ndios.

lnclusive nossas mortes.

N�s o promoveremos a coronel.

Voc� pode nos tirar daqui, para a estrada da liberdade.

Que tal?

Sabe que isso � motim, n�o �?

Chame do que quiser.

Voc� far� isso...

porque se eu decidir dizer ao coronel...

que um dos seus oficiais dorme com uma �ndia...

voc� enfrentar� outra corte marcial.

Voc� n�o pode permitir isso...

pois ele odeia voc�, tanto quanto voc� o odeia.

Est� bem, farei isso. Mas eu comando.

Como eu disse, voc� � o coronel.

Precisamos de um l�der.

Pode convencer o tenente Daly?

Talvez. Vamos ver.

Est� bem, mas n�o demore demais.

N�o me apresse.

Farei isso ao estilo militar.

Far� um motim no estilo militar?

N�o importa como fa�a, desde que fa�a.

Sargento!

Dois batedores, Trent e o pistoleiro.

O que est�o esperando? Abra! Abra!

Calma. Calma.

-Sargento, em minha sala. -Sim, senhor.

Eu estou bem.

Algo mais?

Muito mais.

Hanu est� treinando o ataque ao posto.

Ele tem v�rios truques na manga.

Seus guerreiros s�o os melhores que j� vi.

Voc� n�o tem muito tempo.

Alguma chance de passar por eles?

Nenhuma.

E mandar um mensagem para forte Walter?

N�o passaria pelo primeiro espinha�o.

� melhor pensar em algum truque logo.

Lembre-se, Sr. Chuka.

Ainda estou no comando deste forte.

Lembre-se, coronel.

N�o est� no comando de um forte.

Est� no comando de um bando de incompetentes.

Se n�o agir logo, haver� um massacre.

Sargento.

-Senhor. -Sim, major?

Os homens est�o reunidos. Querem lhe falar.

� urgente, coronel.

O que acha que �?

Aten��o!

Aten��o!

Esque�a, sargento. Estou assumindo o comando.

N�o esperaremos para sermos massacrados.

Major Benson, voc� est� preso.

Eu assumo o comando.

Eu disse que voc� est� preso.

Coronel.

Coronel, voc� pode mandar em seus oficiais, mas n�o em mim.

Spivey, volte para as fileiras.

Coronel, vamos embora aqui.

Escutem.

Escutem, todos voc�s.

Voc�s est�o neste forte por causa de um erro no passado.

Mas o que fizeram antes n�o se compara ao que far�o agora.

J� ouvimos isso antes.

Eu digo que vamos embora.

Voc�s podem partir, fugir, mas ter�o de me matar antes.

Voc�s s�o soldados do ex�rcito americano.

Somos a esc�ria do ex�rcito americano.

Assim como voc�, seu covarde...

� melhor me ouvirem.

E voc�, preste bem aten��o.

N�o ligo para quem escolham como seu chefe.

Trent e eu vimos toda a na��o arapaho l�.

Se n�o ficarem unidos e pararem de matar...

ningu�m tem uma chance!

Aten��o! Eu disse aten��o!

-Sargento. -Senhor?

-Prenda major Benson. -Acabei de dizer.

Precisa de todos os homens.

Todos os homens ir�o para seus postos.

Depressa!

-Major Benson! -Coronel.

-Escreva um relat�rio e assine. -Sim, senhor.

J� fez isso antes?

N�o. Nunca.

� dif�cil na 1a vez.

-Cabo Hannagan. -Sim, senhor.

Enterre-o.

-Sr. Chuka, posso lhe falar? -Claro.

Eu lamento por n�o ter aceitado sua oferta.

Tenho uma grande responsabilidade com Helena.

Ela � muito jovem, tem uma vida pela frente.

S� voc� conseguir� sair daqui vivo.

-Eu n�o... -Deixe-me terminar.

Antes que seja tarde demais, pode levar Helena com voc�?

Senhora, � tarde demais.

E se eu pudesse levar uma pessoa, seria voc�.

Se � tarde demais, por que voltou?

Dinheiro.

Entendo.

N�o, n�o entende.

Com dinheiro n�o teria de ir a Montana.

Pensei que a convenceria a lev�-la � Calif�rnia.

Eu pensei que talvez conseguisse me tornar...

apresent�vel para voc�.

Como disse, Sr. Chuka.

� tarde demais.

Obrigada, senhora, por s� pensar em mim.

Mas por que � t�o fria com ele?

-Ele s� tentou... -N�o quero falar nisso.

Por que sente-se t�o ofendida?

Por que sabe que o pistoleiro a ama?

Eu a invejo. Gostaria que ele sentisse isso sobre mim.

Eu saberia o que fazer.

V� at� ele.

Isso n�o � poss�vel.

O que voc� tem a�?

� algo que guardei para um dia chuvoso.

-N�o est� chovendo. -Vai chover.

O que voc� tem a�? U�sque?

Tequila. Quer provar?

Eu disse dia chuvoso, n�o inunda��o.

-Boa. -Tem certeza agora?

� boa.

Sabe.

Um velho pistoleiro me apresentou a isto.

O que est� havendo?

A patrulha est� voltando!

Abram os port�es!

Mandei abrir os port�es!

Coronel, a patrulha! Coronel!

A patrulha est� voltando!

Chuka!

Est� louco? S�o nossos homens!

Vire-os e d� uma olhada.

Como voc� sabia?

Os soldados foram usados como alvo para treino.

Lamento, sargento.

Hannagan!

Livre-se deles!

Eu lhe disse.

Hanu � um tipo diferente de �ndio.

Ele � esperto.

Logo ele atacar� de verdade.

Ele parece que n�o dorme.

D� um gole.

Claro.

Obrigado.

Antes de ser interrompido eu dizia como comecei com tequila.

Foi com um pistoleiro mexicano.

Ele sempre falava de um garoto.

Ele aprendeu tudo o que sabia sobre armas.

E ele sabia muito.

O garoto foi criado por um cozinheiro de caravana.

Seu apelido era Chuka.

Quem diria.

Ele deixou o garoto no M�xico.

E ent�o foi embora.

Ningu�m soube por qu�.

Se precisasse de matar algu�m, bastava chamar o garoto.

Voc� fala muito para um velho.

Traz boas lembran�as.

Sim.

Acho que � assim que tem de ser.

Voc� fez muito barulho com seu canh�o.

O que est� acontecendo l�?

Nada.

Aquele �ndio s� mostrou as penas.

O verdadeiro ataque ser� depois.

Quantos eram?

Cerca de 20.

Nossos soldados atingiram algum?

-Cavalos, na maioria. -J� imaginava.

Uma coisa que odeio em lutar contra �ndios.

Cavalos s�o mortos.

Cavalos.

Amo cavalos.

Cavalos os assusta.

Eu gosto muito deles.

Quero encher a cara.

Vou ficar aqui, beber e dormir.

Lou.

Sim?

Voc� tem uma garrafa extra de tequila?

Voc� vai beber tudo?

N�o sei por que a guardo.

Me acorde quando eu for morrer.

Tem medo de morrer?

N�o, mas vem numa hora inconveniente.

Sargento!

Coronel!

Coronel.

Est� amanhecendo.

Quero falar com voc�.

� �bvio que voc� est� b�bado. N�o se desculpe.

Tamb�m estou bebendo.

Eu vim aqui por um motivo.

Precisa tomar uma decis�o.

Precisa tirar todos daqui.

Como voc� sugere que eu fa�a isso?

Mostre que vai partir.

Monte e parta. Em paz e calmamente.

Deixe o que Hanu quer. Comida e muni��o.

Tome uma dose de conhaque.

N�o se meta em temas militares, exceto quando o chamo.

Se me lembro bem, voc� se demitiu horas atr�s.

Eu vou convenc�-lo...

de que precisa dar o fora daqui!

Voc� me intriga.

Voc� � t�o auto-suficiente.

Um belo esp�cime de animal da selva.

Por que est� enrolando? Est� cheio de problemas.

Voc� tem Hanu fora do forte. Tem seis homens mortos.

J� vi mortos demais!

Este lugar cheirar� � morte amanh�.

N�o posso fazer nada.

Seguiremos o regulamento.

N�s lutaremos e o destino est� nas m�os de Deus.

Regulamento?

Seu forte ser� destru�do e voc� seguir� o regulamento?

E as mulheres?

Esta � a quest�o.

As mulheres.

Ou eu deveria dizer...

a mulher?

Voc�s precisam um do outro.

Eu o invejo.

Eu o invejo mais do que imagina.

Est� muito mais b�bado do que eu.

Voc� perguntou uma vez por que estou aqui.

Qual era a minha culpa.

Esta � minha culpa.

J� estive em uma posi��o como esta.

Eu liderei meus homens enquanto estava b�bado.

Fui expulso do ex�rcito ingl�s.

Marcado como covarde.

Bem...

eu era jovem, idiota...

mas n�o creio...

que era covarde.

Em algumas horas, vou descobrir.

Descubra outra hora.

Essa gente n�o precisa morrer.

Temos de tirar as mulheres!

Eu entendo, Sr. Chuka.

Est� apaixonado por ela.

Eu disse que est� apaixonado por ela.

Muito bem.

Estou apaixonado.

Ent�o, sele seu cavalo e tire sua senhora daqui.

Sabe muito bem que n�o passar�amos.

Hanu pensar� que pediremos ajuda a Forte Wallace.

Ent�o, ter� de ficar conosco e lutar...

e proteger sua senhora o melhor que puder.

Mas n�o pode vencer!

Eu acho que posso.

Lamento n�o podermos conversarmos mais.

Voc� me intriga.

Dispensado, Sr. Chuka.

Voc� � louco.

� completamente maluco.

Ser� um dia longo. Que todos fiquem em seus postos.

Certo, sargento.

Voc� acordou cedo.

Sempre acordo cedo. N�o quero perder nada.

Eu falava sobre armas.

Falava sobre armas?

Ali�s, Baldwin...

como o seu canh�o n�o acertou o alvo?

Eu s� errei por 30 m.

Interessante.

Sargento.

Voc� n�o � de bater papo.

Voc� � bom cozinheiro, Slim e n�o o incomodo.

Fa�a seu trabalho que eu fa�o o meu.

Sim, sargento.

Algu�m mais acordou cedo.

Qual � o problema?

Voc� fala demais, Lou.

S� estou nervoso.

Lamento em saber.

Sente-se e tome um caf�. Falamos de armas.

Por que n�o se senta e conversa?

Talvez voc� tenha de levar um caf� extra, mas pod�amos...

Espere. N�o quis me meter na sua vida.

S� queria perguntar algo que me incomoda.

Com que rapidez consegue sacar sua arma?

Voc� colocou tequila no caf� dele?

Eu quero saber. Com que rapidez?

Mais r�pido que um piscar.

� bem r�pido.

Sacar e atirar ao mesmo tempo?

Sacar e atirar.

-Obrigado. -Espere.

Escute.

Vamos fazer um jogo.

Vejamos como voc� � r�pido.

Saque!

Bang.

Acabou de ser morto, Hahnsbach.

Mas tive a pergunta respondida.

Quero lhe fazer uma pergunta.

N�o quer ser impertinente, mas quero saber.

Por que voc� ap�ia o coronel?

-� meu comandante. -N�o � s� isso.

Por que defende aquele idiota?

-N�o... -Por que, Hahnsbach?

� um bom comandante.

Sabe o que � o ex�rcito. Tem conhecimento.

Ele veio de cima, conhece lordes e damas.

Ele sabe.

Eu nunca disse isso a ningu�m.

Sei o que acontecer� hoje.

Sei o que Hanu far�.

Escute, Slim.

Diga uma palavra do que falei...

e eu mato voc�.

Estivemos no Sud�o juntos.

Eu era um recruta.

Era soldado porque era o que eu queria fazer.

O coronel era capit�o.

Est�vamos numa patrulha.

Eu cometi...

um grande erro.

E...

bem...

para salvar minha vida...

o coronel foi capturado pelos rebeldes.

Eles o torturaram com facas.

Quando terminaram com ele...

ele...

ele n�o era mais...

um homem completo.

Ele fez tudo isso para me salvar.

Por isso o servirei enquanto viver.

Agora voc� entende.

Eu entendo.

Coronel.

Senhor.

Os homens est�o em seus postos. Est� tudo pronto.

Obrigado.

Senhor.

Deseja algo mais?

N�o, obrigado.

Existe esperan�a?

Minha �nica esperan�a no mundo...

� de encontrar algo que procurei a vida toda.

E mant�-la.

Tia Ver�nica.

Pode ouvir minha confiss�o agora?

-Hannagan. -Senhor.

Cubra o lado leste.

Escute.

Tente entender.

Voc� pode fugir.

Tente entender.

Voc� � uma deles. Voc� pode fugir.

Hannagan, Jerkins, Blackfeet, tirem os cavalos!

Vamos, depressa!

Tirem os cavalos!

Aconteceu r�pido demais.

N�o tive tempo.

N�o tive...

Venha c�! Venha c�!

Coronel...

'O dono da arma n�o foi encontrado.

Nem seu corpo foi identificado.

Em rela��o ao pedido feito ao secret�rio de estado...

pelo embaixador do M�xico...

sobre informa��es sobre as cidad�s mexicanas...

Sra. Kleitz e Srta. Chavez...

Hanu se lembra delas, mas n�o deu informa��es.'

Uma coisa para concluir meu relat�rio.

'Encontramos uma cova dentro do forte.

N�o queremos assumir a responsabilidade...

nem o sacril�gio da exuma��o, h� uma cruz sobre ela.

� um pequeno t�mulo.

Assinado, capit�o Foster, 4a cavalaria do ex�rcito.'

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