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"A PONTE"
- Acho que os bombardeios come�aram. - N�o creio, Sra. Bernhard.
Al�m do mais, parece que a guerra terminou.
Tomara! Todavia ainda n�o chamaram meu filho.
- O Sigi? - Sim.
- N�o chamaram porque � um garoto. - Acredita?
Doutor, dentro de 5 dias trarei a roupa.
Suas camisas v�o me dar muito trabalho.
N�o precisa tanta pressa.
- Grata, Dr. - At� vista, Sra. Bernhard!
Sra. Borchert, isto foi uma bomba?
Sim, foi uma bomba.
Tremeu toda a casa!
Sabe onde caiu? Devia ter ca�do num rio.
- Adeus, adeus, Vroslis!
- N�o estava num ref�gio? - Com o cavalo?
Sim, claro...
- Espere - Obrigada.
- Posso fazer sozinha. - Sim, eu sei.
� uma mulher muito valente.
Com tanto trabalhadores estrangeiros na sua posi��o, n�o tem medo?
Sim, algumas vezes, mas antes meu filho deve esconder.
- Bom dia, Sra. Borchert! - Bom dia, Sra. Bernhard!
- Logo te levarei mais roupa. - Bom, estarei em casa.
Sra. Borchert, o Albert me disse...
- que seu filho alistou-se como volunt�rio. - Sim.
- Est� sabendo? - Os Borchert sempre foram todos militares.
- Obrigada por sua ajuda. - N�o me agrade�a.
- At� logo. - Adeus.
Deve ter muita import�ncia o fato da bomba ter ca�do.
Sim, sim, dizem que caiu perto da ponte!...
Assegurem-se todos neste...!
O que faz o chefe do partido, vai seguir viagem?
Nada disto, Rendoff, temos que enfrentar o perigo.
e se h� algu�m que queira destruir o partido...
n�s o julgaremos imediatamente.
Anote bem isto, Rendoff!
Ema! Mais depressa!
- N�o vou tirar tudo! - Deve se apressar!
- E os salvo-condutos? - Eu os esqueci!
Que cabe�a!
- Sr. Forst! - O que quer?
Se voltar a cortar lenha no meu bosque, primeiro deve me pedir.
N�o penso nisto! Deve ajudar terminar a guerra.
N�o o escute, Sra.Borchert!
- O que ela dizia, Sra.Borchert? - Nada em particular.
- Deixe-me subir. - Sim, sente-se e depressa.
Mas, temos que passar na escola.
N�o podemos perder nem um minuto, alegre-se em sair daqui.
Tenho que me despedir do meu filho.
O trem sai dentro de meia hora. J� expliquei tudo ao Walter.
Anda, sente-se!
Walter, Walter! Jogue-me! Joga voc� s�!
Vamos meninos, para a sala! Vamos, depressa!
O que est� fazendo?
Ouviram o estrondo? Vai bomba!
Olhem se cair uma sobre a escola!
Sim, por�m na aula de matam�tica!
Mas para isto deveria enviar a Suzie o hor�rio das aulas!
Fa�am o favor de entrar para as aulas!
Calma, meninos! N�o prestem aten��o!
� cedo. A juventude tem que se divertir.
Ainda temos meia hora de ingl�s e descansar a tarde!
- Franziska! - O que �?
Quer vir comigo � ponte? Uma bomba deve ter ca�do l�.
Sim, mas antes tenho que fazer umas contas.
Eles v�em num momento...
- Buki ouviu. - O que?
- Sabe o que cacei? - N�o.
- Jura que n�o? - N�o, n�o sei.
- Ficar� assustado. - Diga logo.
- Observe. - Onde arrumou?
- Passeava na gruta. - O que tem a�?
Um rato. Vou solt�-lo no meio da classe.
Aposto que n�o se atreve.
ser� melhor n�o apostar.
- L� vai! - Oh,...!
- Muito engra�ado! - Que grosso!
� o maior idiota que tem na escola!
Segundo dizem, Oberbach foi evacuada.
Oberwald! Ent�o nos estouraram pelo sul!
Nos deixaram de um lado...
Deveriam ter nos levados todos, se pensam em defender o povo.
N�s, os jovens, somos a garantia do futuro.
Venha, n�o d� aten��o.
N�o se meta onde n�o � chamado.
Os americanos formaram uma verdadeira cunha.
Sim, impratic�vel. Por aqui pode se cortar o avan�o.
Deixaram este flanco todo descoberto.
Enviaremos uma divis�o de tanques Panzer.
N�o diga besteiras! Se quebraria toda a linha...
Posso convidar os chefes do Estado Maior que...
...assistam a aula de ingl�s?
- Vamos, Mutz! -Perd�o, tinha que organizar a frente!
Obrigado.
Bom, eles gostam de jogar "War", hein?
- Vai ser militar? - Oh, n�o. Quero ser maquinista do trem.
- Est� certo disso? - Sempre foi minha aspira��o.
Bom, precisaremos mais de maquinistas de que soldados.
Por que acredita nisto, sr. professor?
Creio que a paz triunfar�.
- Tem algo contra a paz, Borchert? - Claro que n�o, Sr.
Vamos com a tradu��o, Hager, comece voc�.
Sim... foi deixado, ...agora...
Sim, deixou de me amar... n�o voltar�o...
(a me encontrar)
N�o voltar�o a me encontrar.
Se chego a morrer no deserto...
(ser� melhor)
ser� melhor...
J� que voc� me abandona..
(n�o quero continuar vivendo) (- Sim.)
...n�o quero seguir vivendo.
Agrade�o ao seu esfor�o, Hager. E tamb�m a voc�, Franziska.
Vamos agora escutar como os nossos rom�nticos...
traduzem estes versos.
Leia-os, Scholten, � o mais capacitado.
"A noite escura me cobre com seu manto,
Se n�o tenho o seu amor � melhor que desapare�a.
Morrer l� no fundo do bosque...
� infinitamente melhor do que viver sem o seu amor.
Quem te ensinou o caminho da aldeia?
O amor, que sempre foi ideal, ser� minha liberta��o.
N�o foi s�bio no fundo de sua prud�ncia...
N�o sei que rumo seguir, voc� h� de me conduzir ao porto.
que se v� no horizonte do mar...
que espero chegar com todas as minhas for�as.
Sabe, a noite cobre o meu rosto...
que a vergonha toma conta de meu rosto...
elas palavras que escaparam dos meus l�bios...
Quisera poder reneg�-las.
Quisera poder esquec�-las, as... estas palavras,...
descobriram meus sentimentos...
Diga-me, saber� me amar? Sei bem que ir� confirm�-lo...
e quero confiar a voc� toda a minha confian�a.
Se pensou em jurar... - Vorst, feche a janela!
haver� de cunprir o juramento.
Depois de dizer isto, J�piter enganou os enamorados.
� admir�vel, j� o vejo...
Se me amas, diga-o sem temor.
Achou que me venceria facilmente?
Mas te dominarei com cautela.
Gerard, feche a janela.
Continue, Scholten.
Com licen�a, por favor.
Vou ver se posso colocar esta maleta que me pertence.
Obrigado.
Bem, adeus, eh...
Escute, por que n�s? O que estamos esperando?
Peda�o de mal-educado.
Bem, n�o vai chorar agora.
Agrade�a por ir.
Walter! Walter! Meu filho!
Saiu-se com perfei��o!
O que faz aqui �s estas horas? Por que n�o est� na escola?
Nem sequer me deixou dizer adeus!
N�o d� tanta import�ncia.
O principal � que sua m�e est� em lugar seguro.
- Desejava de se desfazer dela. - O que disse?
N�o era o que queria?
Ser� melhor n�o se meter em meus assuntos se n�o quiser que...
vou te fazer um filho decente...
Ol�, mam�!
Sigi, at� que enfim chegou!
Estava muito preocupada.
Por que? Temos ficado em um ref�gio.
Nos interromperam com a aula de ingl�s.
Ingl�s! Praa que quer tanto ingl�s?
Venha! Vamos comer.
Agora temos bombardeios todos os dias.
N�o deveria sair de casa.
Mas vai ser muito divertido!
- O qe� h� para comer? - Repolho
- Outra vez repolho! - N�o se pode conseguir outra coisa.
Vou � ponte pra ver o que aconteceu.
Ir� depois. Primeiro a comida.
Sigi! Venha comer!
Que faz a� parado?
Espere! Vou dar de comer a Abe.
Como est�?
- Sigi, a tia Vali escreveu. - E o que?
Queria que passasse ali, umas semanas.
Assim, vou acabar desertando!
O que meus companheiros v�o pensar?
Por que fala em desertar? N�o � um soldado.
Olhe, Bodan comeu tudo que lhe dei!
Na casa da sua tia nada te faltar�. Voc� estaria muito bem.
E voc�?
Eu aproveitaria seus cupons e poderia fazer uns extras.
N�o tenho nada para trocar. E voc� precisa de sapatos.
Prefiro que troque o Bodan.
Mas eu n�o deixarei aqui.
- Ol� Karl! - Ol�, Srta. Barbara!
N�s j� almo�amos.
- Droga! Outra vez quebrou! - Deixe-me te ajudar.
� muito am�vel.
O que � isto?
Devolva-me.
- O que significa? - Nada. N�o significa nada. Verdade.
Parece a mim.
Por favor, perdoe-me.
Mas se n�o tem nada a perdoar.
- Anda, seu pai est� te esperando. - Sim.
...milhares de mulheres se alistaram...
na se��o feminina do partido.
- Ol�, pap�! - Ol� filho!
- Tem apetite? - Sim!
- Em seguida tenho que marchar. - Aonde?
Quero ver o buraco qua a bomba fez.
Comer� antes.
Se a bomba fez um buraco, estar� al� depois que comer.
Obrigado, filho.
Me d� o prato.
- Quer mais? - Grato.
- Est� boa? - Estupenda.
- Por que Barbara n�o subiu? - N�o sei.
- � uma boa menina, n�o �? - Sim.
Toma.
Vou ver o que est� fazendo.
Lavar e marcar?
Sim, mas at� �s 6 n�o termino o trabalho.
- Ent�o, venha depois. - Se n�o for incomodar.
- Ol�, Sra. Weber - Ol�, Sr. Horber
- A Sra. Weber vir� �s 6. - N�o posso vir antes.
Meu chefe disse-me que n�o h� salvo-conduto...
para ir a cabelereira.
- Ah, sim? Disse esta besteira? - Sim.
E como ele sabe? Viveu toda a vida emboscado?
- Voc� pode vir depois das 6h. - Grata.
N�o ter� nada pendente a esta hora?
- N�o, Sr. Horber. - Ent�o venha �s 6h.
- At� logo. - At� logo, Sra. Weber.
Adeus.
Diga-me, Barbara, onde est�o os cupons do...
Diga-me, Srta. Barbara, onde est�o os cupons do sab�o?
- Aqui na caixa. - Sim, claro.
- Terminou? - Sim, pap�.
- Quando voltar�? - Quero ver como est� o bote.
Adeus Karl.
O bote! Que interessante!
N�o deve ser verdade. Ir� passear com alguma garota.
Me parece que n�o.
- Quando eu tinha 17 anos... - ...voc�, sim.
Quem te deu estes cigarros?
Walter Forst. Se ordena seu pai na Chefia do Partido.
- Quer um? - N�o, destes n�o, obrigada.
Qual � a claase dos meninos de Walter Forst?
Pois �, Walter � um grande garoto. Mas no fundo, um desgra�ado.
- Por que? - N�o acredita em nada.
E voc�, no que acredita?
Acredito em tudo que o meu pai me ensinou.
Seu pai dizia sempre: Deve sentar-se direito.
As r�deas soltas. Sem soltar demais.
Naquela �poca t�nhamos bons cavalos!
Esta n�o era uma raz�o, para que n�o siga fazendo, n�o?
Gra�as a Deus que chegamos! J� estava preocupada.
Trudel, voc� fica alarmada por qualquer coisa.
Vladimir, venha!
Sim, chefinho!
- Chegou cartas para mim? - N�o. N�o tem vindo nada.
N�o entendo porque n�o me avisam para me incorporar no ex�rcito.
Suponho que est�o esperando para que cres�a um pouco mais.
Esta mesma tarde, passarei pela casa do Comandante.
Enviar meninos para a guerra. Que imoralidade!
Mam�, pro�ba-o de dizer estas coisas!
Deixe l�. J� sabe como sempre tem pensado.
- Toma, leve o sab�o. - Ou o que eles chamam de sab�o.
- Seguem cortando lenha no bosque. - Sim, eu j� sei.
Precisam delas para as fortifica��es.
- Nossa lenha? - Sim.
N�o h� como negar.
Esperemos que ao menos respeitem os abetos da zona norte.
Mas, m�e, o que � um abeto a menos?
Se pap� tivesse vivido, n�o se oporia.
- Tem raz�o. - Perdoe-me.
- Vai desengachar? - Sim, claro.
Vamos, Vladimir, que tem de trabalhar.
Vamos!
Em seguida. N�o tem tanta pressa.
Te enviei madeira suficiente para construir o barco?
Sim, grato mam�. Tem para 2 botes.
N�o fa�a tanto barulho. N�o h� quem resista!
Em seguida termino.
Como pode ler com este espantoso barulho?
J� estou acostumado.
- Tem not�cias de sua casa? - Seguem em constante alarme ...
minha m�e disse-me que apenas pode sair do ref�gio...
e que se alegra muito de que eu esteja aqui.
E eu tamb�m. N�o � f�cil nestes dias, ter 2 homens em casa.
A prop�sito. N�o ia consertar as janelas...
para quando houver bombardeios noturnos? - Sim, em seguida.
Ent�o, n�o perca tempo.
- Seguimos sem a carta de pap�? - Sim.
- Com hoje, se v�o 23 dias. - Sim.
Mam�, n�o deve se preocupar.
Receberemos de uma vez, um mont�o de cartas junats.
Deve ser porque durante a ofensiva...
retiraram os correios para evitarem trai��es. - Voc� acredita?
Voc� viu? N�o passou nada.
Deve haver uma galeria...
A bomba deve ter ca�do na �gua.
- S� n�s ouvimos a explos�o. - Ningu�m mais?
Est�pidos! Deveriam estar contentes de ter se livrado!
E voc� tamb�m deveria estar.
- Onde se meteu Sigi? - Eu n�o sei.
- Sigi! Sigi! - O que quer?
O que h� em nossos dom�nios? H� novidade?
Nada. Tranquilidade absoluta.
Eu me vou.
- E n�s tamb�m. Verdade, Franziska? - Como quiser.
Nos veremos mais tarde.
- Daremos um passeio? - Se tem tempo.
- Eu tenho, e voc�? - Sim, mas n�o muito.
Ent�o, vamos!
Klaus! Klaus!
O que aconteceu esta manh� na aula de ingl�s?
Ontem sabia a li��o sem um s� erro.
Pois �, n�o sei. Para mim os temas sentimentais n�o me v�o.
"Se n�o me amas, deves desaparecer..."
Quando os disse, parecia uma brincadeira.
Agora tenho que ir a gin�stica.
- A que horas? - �s 5 e meia.
Onde est� o seu rel�gio?
Quando mam� esteve doente, o trocamos por manteiga.
Tome, te dou de presente.
- N�o pode me presentear com seu rel�gio! - Por que n�o?
Ficou louco, Klaus?
N�o vai precisar?
Para que?
Para que tenha uma lembran�a de mim.
- Por�m, quando precisar, me diga. - Prometido.
Tem uma esfera luminosa. � muito �til quando toca o alarme.
- Venha, ajude-me...
- N�s j� vamos? - Sim.
Eh, espere um momento
- Que foi agora? - Tenho uma roda murcha.
Estas s�o manias de minha m�e. Me empresta a bomba?
- Nunca levo nenhuma bomba de ar. - Tem na bicicleta.
Diga-me, Hans...
- O dia que bombardearam... - Sim, que foi?
- Teve muito medo? - Muit�ssimo.
- Estava acordado de verdade? - Claro que sim.
- E se atreve a confessar? - Por que haveria de ocultar?
N�o entendo.
- J� terminou? - Sim.
O Walter encontrou cola para o bote?
Veja, a� est� Sigi!
Temos cola e temos madeira! O bote pode flutuar.
- Que tipo! - Custou trabalho.
Na verdade, n�o h� ningu�m como Walter para conseguir algo.
Hoje ningu�m d� nada. Encontrei esta lata por sorte.
Que tudo seja pela vit�ria!
Mas, o que faz? Ficou louco?
Muito engra�ado!
- No que acreditou que era? - Eu o fiz para provar seu valor.
E tem que prov�-lo sempre com o mais fraco, verdade?
- Deixe-me j�! - Olhem isto!
Aqui, aqui tem algo escondido.
- Tire-o para cima. - � uma rede.
- Parece uma rede. - S�o garrafas!
Garrafas? Do que?
Caramba, meninos! Ter� sido um presente de Papai Noel?
- Este n�o esconde bebidas! - Como sabe que h� bebidas?
Vejam, um conhaque franc�s aut�ntico! E do ano de 42!
Nem tudo falha! N�o tenho me comportado mal, Papai Noel!
Olhe, n�o est� pensando em escond�-las, verdade?
Quem as teria escondido?
Algu�m que n�o devia ter a consci�ncia muito tranquila...
- E as queria faz�-las desaparecer. - Se sentir� aliviado, certeza.
Est� bem. Vamos repart�-las. Quantas s�o?
Vou cont�-las. 1, 2, 3, 4...
Pronto pode peg�-las! Al� em frente tem um cano!
Pegaremos ao anoitecer.
- Beleza, vamos r�pido! - Depressa!
- Voc�, Sigi, coloque-as no cano! - Eu, por que?
Porque � o menor.
Devemos divid�-las.
Poe que temos que dividir com os demais?
- N�s as encontramos. - Eu tamb�m as encontrei.
Em troca disto, te daremos 2 garrafas.
O benef�cio de todos antes de um, Sr. Chefe do Partido.
- Isto � o que seu pai disse. - Bom, bom, vamos meninos!
- E eu? Quem me leva? - Ficar� aqui, pequeno.
Venha comigo, eu te levo.
- Passe, passe! - Vamos, vamos!
- Temos licores, querem? - N�o queremos nada.
Passe-me ela.
Aonde estava, Karl?
- Te acontece algo? - N�o, n�o.
Ent�o, venha nos ajudar.
- Eh, meninos! Acharam a cola? - Sim, Sr. professor.
- Deve ter sido muito dif�cil, n�o? - Sim, muito.
Olhe, Borchert. Diga a sua m�e...
que o marceneiro me enviou as �ltimas t�buas.
Que eu o agrade�o muito...
Aonde se meteu, Borchert? Horber, me�a estas t�buas.
Que me�a as t�buas, Karl. Tome.
Pegue as chaves-de-fenda, por favor.
Isto est� bem. Ajuste as t�buas mais um pouco.
Est� louco! N�o acha que � o suficiente?
Aperta isto. Me d�, me d� isto. Segure forte.
Professor, deve tratar as tabuinhas?
N�o, n�o est� bem.
- S�o todas umas sem vergonhas. - O que disse?
Que nenhuma mulher tem vergonha!
- Est� ficando louco? - Nem sequer a sua Franziska!
Diga outra vez!
...por�m acabaremos em 3 semanas...
...para esta data estaremos prontos para os americanos.
Em Oberwald, um representante da juventude...
- Defendeu a esta��o por 2 dias. - E depois?
� uma pergunta, o que ocorreu depois?
Meninos, meninos!
J� est� aqui! Olhem, olhem, me chamaram para as linhas!
Tenho que me apresentar no quartel amanh� de manh�!
Tem se alistado?
Eu visitei o oficial de sele��o. Est� na guarni��o.
A que horas temos que incorporar?
Amanh� �s 7h.
Est� claro, sem n�s, n�o ganham a guerra.
Como se f�ssemos o mundo todo!
Meninos, o soldado Walter sa�da o soldado Scholten!
Pois isto que � estupendo, caras!
Soldado Walter, meia volta!
Ser� por isso que vai lutar na frente antes que...
o Sr. Profesor termine o bote com os do prim�rio...
Por�m me disse que o bote era nosso.
- N�s terminaremos quando voltarmos. - � isso a�!
Ent�o construiremos um barco de guerra.
Pensando bem, seria capaz de afund�-lo com sua cabe�a!
- Sr. Profesor. - Sim, sim.
Mas ent�o, a cabe�a vai parecer com "O Deus Da Guerra".
- Leve uma bolsa de borracha. - Bem, adeus.
- Adeus, Sigi! - Adeus meninos.
Quero que ele chegue amanh� para ir ao quartel.
Depressa, Mutz. Como vai dizer a sua m�e?
- Ande, suba. - Penso em falar por telefone.
Que boa not�cia, garotos!
Pois �, nem tinha pensado.
Vamos nos apressar, j� � tarde.
- Sim, nos esperam em casa. - Deixaram tudo em ordem?
- Sim, senhorita. - At� mais.
O que est� fazendo aqui?
Saia imediatamente! E sem esconder nada.
Para ver, me d� esta garrafa.
- Licor, verdade? - Eu n�o sei.
- Tem mais escondidas? - Eu n�o.
E os outros, de onde roubaram?
Roubado? N�s as encontramos.
Venha comigo. Esconder bebidas: 3 anos de pris�o.
Mas... amanh� tenho que me apresentar ao ex�rcito.
T�o pequeno?
Sim, o alistamento est� em casa.
De verdade! Vai me levar a delagacia?
N�o, para a casa de sua m�e, para que se seque devidamente.
Sigi!
O que aconteceu?
Ca� na �gua.
Chegou minha convoca��o?
- Sim. - Onde est�?
� que... � que n�o pode ir a guerra.
- Tadavia � um irrespons�vel. - N�o sou irrespons�vel!
Mas como � que ficou! Est� ensopado!
- Tire logo esta roupa! - N�o � nada.
Quer ficar doente? Amanh� estar� na cama espirrando sem parar.
N�o se preocupe. Amanh� estarei no quartel.
� horr�vel!
Sr. Vorlager, te asseguro que � um engano.
N�o. Agora todos se foram.
Te mandarei pra fora daqui. Sente-se.
- Te enviarei para a casa da tua tia Vali. - Smi.
L� poder� se esconder.
Quer que eu seja um desertor?
Sr. Vorlager, o que me aconselha?
Parece-me que n�o h� nada para fazer.
E quanto a garrafa, n�o penso em fazer averigua��es.
Onde arranjou esta garrafa?
� para que a troque. E as botas tamb�m.
Muito obrigada.
Isso � oculta��o de bebidas, e eu digo, te castigar�o.
Castigar? Ent�o prenda meu filho at� a guerra acabar!
Mas isto �... isto � uma verdadeira loucura!
N�o posso dizer o que penso, senhora.
Sou militar. Acho que ele entender�.
M�e...
Que � Sigi?
Tem uma mala pequena? Me empresta?
Vai se preparar para a casa da tia Vali?
Se me apresento ao quartel com uma caixa de baralhos...
...ca�oariam de mim. - Sim, n�o seria uma boa apresenta��o.
- Vai, homem... o fim chegou. - Sim. Por que?
Tem uma carta. Sua convoca��o para o ex�rcito.
Karl, isto n�o pode durar muito.
Ser� preciso que passe uns meses aprendendo as instru��es e...
- Para ent�o... - Assim n�o os atrapalhar�!
- O que est� dizendo? - Eu os espiei!
Fora! Ande! N�o quero v�-la nesta casa!
Karl!
N�o quero! Saia de uma vez! N�o quero v�-la!
Ficou louco?
B�rbara, deixe-nos um momento.
O que foi, Karl?
N�o se alegram por que eu vou? Assim estar�o s�s!
Karl... n�o compreendo. Por que fica assim?
Afinal somos adultos.
Voc� tamb�m queria a Barbara.
Por que se op�e a ela viver conosco?
Pare de arrumar as malas!
Ter� tempo amanh�.
Est� bem. Quando ficar mais calmo, venha me ver...
e conversaremos mais tranquilamente.
Gostaria de saber o que aconteceu com o meu filho.
N�o fique t�o bravo. Ainda � um garoto.
Tem raz�o. Pensava que j� era um homem.
E esses meninos, querem se mandar para a guerra?
A esta idade n�o se vai a um quartel! Se vai a um jardim de inf�ncia!
N�o se exalte!
A um jardim de inf�ncia, � onde eles deveriam ir!
Tem que mandar consertar o trator, mam�e.
Sim, J�rgen, n�o se preocupe. Resolverei todos os problemas.
- Senhora os trabalhadores estrangeiros se foram! - Como?
O que vamos fazer agora?
Devia avisar a pol�cia imediatamente...
sen�o a chefatura do...
N�o quero ver ningu�m. � a �ltima noite que estou com meu filho.
Mas os regulamentos s�o muito severos, Sra.
Na casa dos Letmann despediram 2 estrangeiros e por n�o darem parte...
Eu n�o sei. Tratarei disto amanh�.
- Trudel, quer nos deixar a s�s? - Sim.
Como vai poder se virar sem esta gente?
Talvez me enviem outros trabalhadores.
Mas os nossos voltaram e um pouco mais soci�veis.
Quem sabe se eles voltar�o?
Quem d� mais? Todo me d�o igual.
- Cada vez surgem mais dificuldades. - Temos que aceitar.
E justo quando tenho que ir!
Jurgen, j� me conhece. Quando � preciso sei me defender.
Este � o rev�lver de papai!
Sim. Enviaram depois da sua morte.
- Mam�e, posso us�-lo? - Leve-o.
Obrigado!
Como estou feliz! N�o sabe a alegria que me deu!
Com ela meu pai se defendeu heroicamente em combate.
Quando chegar a ser tenente, permitir�o que leve esta arma.
a que horas quer se levantar?
- Tomaremos caf� da manh� pela �ltima vez. - Claro que sim.
Pedirei que nos acordem �s 6h.
- Boa noite, mam�. - Boa noite, meu filho.
� admir�vel! Nunca te falta o valor.
N�o exagere nas coisas.
De qualquer maneira ter� que colocar tudo num saco.
- Tenha o seu G.C. - Deixe-o a�.
- Para que quer esta faca? - Penso em lev�-la.
Vai brincar com os �ndios?
O chefe da esta��o disse-me que de noite n�o se atira.
- Que se ataca com arma branca. - Que besteria!
Ele tem lido novela demais.
Hans, deve escrever para sua casa.
Aqui est�o as meias.
Temos direitos a umas meias soquetes tipo Wermacth.
Mas precisamos de outras para a muda.
Durante os combates, os soldados n�o mudam de meias.
Veja como minha m�e entende de guerra.
N�o quero saber nada de guerra.
Esteja certo: os deixam t�o destro�ados que n�o podem mais remendar.
Me parece que s�o os meus. Eu irei costurar.
- Est� fazendo de sua casa? - N�o.
Ent�o?
Mam�, precisamos de sab�o.
Venha � cozinha, na gaveta da mesa h� um sab�o.
- Se puderem repartir. - Obrigado.
Sab�o, maravilha! Sab�o de roupa!
Se soubesse, teria desaparecido faz tempo.
- Sra. Mutz... - O que quer?
Quero...
quero te agradecer por deixar-me ficar na casa.
Mas Hans...sou eu que tenho que ficar agradecida.
N�o compreendo. Por que?
Nos fez muita companhia. Sobretudo a Albert.
� um grande garoto!
Bom, se minha m�e ouvisse isto...
O sab�o n�o est� na gaveta da mesa!
Ent�o veja se n�o est� no arm�rio.
Por favor, Hans, cuide dele.
Claro. Depois de falar de mim assim...
Cuidarei dele. Prometo.
E cuide de voc� tamb�m, te pe�o.
Fico alegre, amanh� estarei s� na classe.
N�o acho que deva se alegrar.
Sim, aqui � o empregado 29.
O carro do correio recolhe o pessoal �s 12:17. Exatamente.
Sim, est� certo.
Klaus, voltaremos a ter dificuldades com os da 12:17 hs.
O que dir�o seus pais quando voltar tarde?
Ficar�o bravos.
Ent�o, prefiro que me deixe.
- Hoje n�o me importo se ficam bravos. - Jura?
- Parece qua v�o atrasar muito? - Quando Berl�n sofre ataque a�reo...
� imposs�vel estabelecer as comunica��es.
- N�o tentaria um jeito? - Bom, vou tentar.
Por favor, me d� o 314.
Veja Otto, como est� a situa��o a�rea?
Ah, sim? Obrigado.
Agora est�o atacando a zona de Hannover-Ronchein.
Vamos ver se tem sorte.
Que horas j� tem?
Olhe, se v� divinamente com a esfera luminosa!
- Veja, Franziska. - O que?
- Gostaria de te pedir algo. - O que �?
Prometa-me que n�o ficar� brava.
Promete a mim?
Pe�a-me o que quiser, Klaus. Esta � a nossa �ltima noite.
Quer me devolver o rel�gio?
Olhe, quando tiver que patrulhar de noite, ele ser� muito �til.
Tome.
Empregado 2, falou com Bremen?
- Posso falar? - Sim, homem, sim.
Al�? Ol� m�e, est� a�?
O que? Como? N�o, estou muito bem.
Amanh� vou me apresentar.
O que procura aqui? Conseguiu escapar, verdade?
- Pegue, � a minha convoca��o. - Convoca��o?
Mas n�o me diga o que devo fazer agora.
N�o pode esperar at� amanh�?
Tem medo de n�o chegar a tempo.
Aten��o! Aten��o! - Sil�ncio!
O bombardeio sobre a zona Hanover-Breusbeck...
est� no ponto mais cr�tico!
foi deslocado para o oeste.
� de supor que atacar�o Berlim.
Isto me agrada.
Ainda n�o chamamos a sua 5�, garoto.
N�s somos sempre exatos.
N�o posso voltar para casa.
Deixe que fique aqui, Paul.
Est� bem, deite ali.
- Tome, uma manta. - Grato.
Seu pai disse para parar esta m�sica de negros.
Perturba-o.
- O que o perturba, e pra que? - Eu que sei.
J� est� bom de m�sica.
Ale! Traga-me a roupa azul escuro, ainda tem lugar.
Olhe, onde colocou...
Vai sair de f�rias?
Walter, ver�... tenho que ir... � o que tenho recebido...
uma chamada da Chefia. Onde p�s os cigarros?
Esta casa sempre est� em desordem!
� que... vamos celebrar uma confer�ncia importante e...
Para isto que leva roupa azul escuro?
N�o se meta em meus assuntos!
- N�o te interessa! - Aqui os tenho.
Me d�.
Amanh� me alisto como soldado, pai.
Sim, j� sei.
Mas o Chefe do Partido teve que se ausentar!
Pelo povo, pelo F�hrer e pela P�tria!
Levar� contigo a Srta. Elena?
- Como? - Sim, ouvi isto na taverna.
- Cala sua boca! - Toda a cidade sabe!
Se n�o bastasse ter enviado a minha m�e fora...
para poder se divertir com esta vagabunda.
- V�, est� b�bado! - Sim, com as suas garrafas!
Que segundo diz, reservadas para os volunt�rios que marcham na frente.
Deveria te dar vergonha.
Quando voltarmos a nos ver depois da guerra...
Pode ter a certeza de que n�o voltarei a v�-lo.
Te garanto!
Espere... de manh� saber� o que � bom...
Te far�o andar mais direito que um pau.
J� era a hora de saber o que � disciplina.
� um filho mau! Devem fazer de voc� um homem!
Um homem como voc�?
O que voc� tem com meu pai?
Diga! Anda! Atreva-se! Diga!
Seu pai � muito mais considerado...
Aten��o, de p�!
Meia volta! Marchar!
Marchem!
Acha que estes pivetes podem pertencer a algum partido?
N�o. Deitem! Este da direita mais perto do solo!
Esta cabe�a! Abaixe esta cabe�ona se n�o quiser que a cortem!
Fuzil perto e sempre em posi��o de tiro!
De p�! Meia volta! Marchem!
Deitem-se!
Deve ensin�-los a nunca retroceder.
Com quem aconteceu isto?
Pergunte aos de cima.
Aten��o! De p�! Meia volta! Marchem!
Deitem-se!
J� n�o posso mais.
De p�! Frente! Marchem!
Deitem-se!
De p�! Meia volta! Marchem!
Te pe�o para me dispensar, mas tenho que revisar estes documentos.
N�o faltava mais.
- Por favor, sente-se. - Obrigado.
Encarregue-se para que ningu�m me incomode.
Em que posso te ajudar?
Os meninos da minha classe superior...
Est�o na sua Companhia. - Sim, eu sei.
Sr.Fr�hlich... eu vim te ver como companheiro...
voc� tamb�m � professor.
Faz 5 anos que sou soldado.
- E est� na reserva? - Sim, por causa do cora��o.
Diga-me, que mat�ria ensina?
Ingl�s, hist�ria, alem�o...
Suponho que queira falar-me dos seus alunos...
Sim. Vim para pedir-lhe...
N�o posso suportar que meninos, afinal...
sejam levados ao sacrif�cio.
Tenho conversado com estes meninos, Sr. Stern...
t�m um ideal. Pensam que vieram para lutar...
pelo triunfo deste ideal. Querem salvar a p�tria.
Pensam que voc� tem errado, Sr. Stern.
Hero�smo! Alemanha sobre tudo! A Vit�ria � segura!
Viva a P�tria! Para ela n�o importa nenhum sacrif�cio!
Por�m Sr. Fr�hlich, todos estes ideais...
...hero�smo, p�tria, liberdade...
n�o s�o mais do que �dolos ca�dos de nossas m�os.
Tudo isso n�o s�o mais que palavras!
Faz poucos dias, perdi meu filho na frente.
N�o s�o s� palavras!
Perdoe-me.
Acho que, depois desta guerra, n�o poderei ter f� nos meus ensinamentos.
Sr. Fr�hlich...
na realidade eu vim...
para te pedir que fa�a algo pelos meus alunos...
A que se refere?
Talvez como chefe da Cia,... tenha a possibilidade de ret�-los...
N�o continue falando!
N�o devo escutar nada do que est� dizendo.
Recebi umas ordens e tenho que cumpr�-las.
Perdoe-me.
- J� est� limpo? - N�o, ainda est� sujo.
Darei uma outra revis�o.
E voc�? Est� pronto para a limpeza?
N�o me sinto bem. N�o posso mais.
Ande, me d� o seu fuzil, n�s o limparemos.
Agora estar�amos na aula de biologia.
Tamb�m me sentiria mal.
Tenho que limpar o fac�o?
Estamos limpando todas as armas...
Acha que � um palito de dentes?
Por que n�o est�o bem afiados?
- Assim o buraco � maior. - Para que?
Est� muito claro, se estivesse t�o afiado como uma navalha...
entraria e sairia com toda a facilidade.
No que isto entrar na barriga, pode-se dizer adeus.
Na barriga?
Onde se n�o?
Tem que apoiar com for�a com um p� para poder tirar.
Como sabe?
Tenho lido.
N�o � o mesmo que treinar com os companheiros, certo?
N�o se meta comigo!
Aten��o!
O 3� grupo limpando os armamentos.
Lembre-se bem disto, Forst, quando se faz a limpeza...
n�o � preciso entrar em forma, entendido?
- Sin, senhor. - Continue.
Est�o fazendo muito bem.
Temos aprendido no curso de prepara��o militar, meu sargento.
Voc� n�o diga nada, ao menos que te perguntem.
Sim, meu Sargento.
- Quer chegar a ser oficial? - Sim Sr.
Seu fuzil.
Deixe-o quieto um momento. Mais alto. Vejamos.
N�o, n�o aprenderam tudo neste curso pr�-militar do dem�nio.
- Limpe-o outra vez. - Sim, meu Sargento.
Vamos!
O que acha? Que sobra �leo para desperdi��-lo deste jeito?
Oh, oh, oh! N�o estamos no tempo de desperdi�ar deste modo.
O que est� fazendo, pivete?
Ajudo a limpar as armas.
Sim, vejo que est� trabalhando, mas, o que faz com este fac�o?
� para cravar na barriga, s� se tira fazendo for�a com o p�.
Antes de fazer isto, deve aprender muitas coisas...
e n�o cometer imprud�ncias para que eles n�o fa�am com voc�.
Continuem!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
R�pidos com a equipe de campanha!
Vamos! Vamos, depressa!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Alarme!
Todos com a equipe de combate!
Nem sequer nos deixam descansar.
Depois da discuss�o de ontem.
Depressa!
Aten��o!
- Como est�o? Tudo pronto? - Tudo pronto, meu Sargento.
Bem, forma��o! R�pido. O cinto bem apertado.
- Voc�s n�o ouviram nada? - N�o, meu Sargento.
Voc� t�o pouco n�o ouviu nada? Est� seguro que n�o?
N�o, meu Sargento.
Ent�o � para isto que serve? Fora!
E voc�, o que espera? Vamos, r�pido!
Vamos, vamos garotos! Depressa!
� preciso ver quem est� sem fuzil.
Vamos meninos! R�pido! Depressa! Pr� fora!
A situa��o � grave.
Zimmerman! Um cigarro.
Avisaremos que este setor deve resistir at� amanh�.
� preciso.
Podem fumar.
Obrigado.
Os americanos alcan�aram hoje esta linha defensiva.
Aqui as abelhas! Aqui as abelhas!
Eu tinha previsto tudo.
Penso em mandar � frente todo aquele que pode carregar um rifle.
S� os doentes e os feridos ficaram para tr�s.
Leia Zimmermann.
O capit�o Freust mandar� a for�a de assalto.
O batalh�o atacar� em forma��o escalonada.
1, 2, 4, 3. Os servi�os sanit�rios e a provis�o...
...em �ltimo lugar. A a��o est� prevista ao amanhecer.
Todas as unidades estacionar�o no cruzamento da estrada de Alto...
�s 4 da madrugada.
Acertem seus rel�gios.
Batalh�o! Firmes!
Aten��o! Olhar � direita!
Sem novidade o Batalh�o de Granadeiros 463.
Grato. Descansem.
Batalh�o! Descansem!
Soldados!
Os americanos abriram uma grande brecha em toda a frente.
Nosso Batalh�o deve estabelecer contato com o 336.
A divis�o de granadeiros foi cercada.
Atacaremos ao amanhecer.
Espero que os veteranos do meu batalh�o...
cumpram com sua miss�o e seu dever...
Como tenho falado sempre.
Amanh� entraremos em combate.
Cada cent�metro do terreno que defendemos,
� um peda�o do cora��o de nossa p�tria.
E aquele que defende s� este cent�metro do nosso solo...
at� o �ltimo instante, ter� defendido a Alemanha.
Nos consta que a situa��o � muito grave.
Por�m somos soldados. Temos que vencer ou morrer.
Daremos honra a hist�ria,
demostrando que sabemos lutar at� o fim.
E aqueles que v�o � guerra pela primeira vez...
devem saber o lema do Ex�rcito Alem�o...
...que �... n�o retroceder jamais!
Nosso batalh�o s� sabe lutar. Vencer ou morrer!
Espero que a P�tria, nesta hora adversa,
possa contar com voc�s.
Para todos, n�o h� mais que uma ordem:
Avante pelo F�hrer, o Povo e a P�tria!
- Ordene ao Batalh�o que se retire. - Sim, meu Comandante.
- Zimmermann! Um cigarro. - Sim, Sr.
Aten��o Chefes de Companh�a!
Dirijam-se aos Centros de Provis�es.
3� Companhia. Esquerda!
- De Frente! - Quarta Companh�a!
Meu Tenente, a ordem do dia.
Algo mais, meu Comandante?
De frente! Marchem! 4� Companh�a!
Zimmermann, assegure-se que n�o falte conhaque...
vai ser uma verdadeira carnificina.
Onde est� meu carro? V� busc�-lo!
Sim, meu Comandante.
O que voc� quer?
Meu Comandante, tenho 7 recrutas na minha Companh�a.
E o que?
E os 7 s�o garotos de 16 anos.
- Quando incorporaram? - Esta manh�.
Ao primeiro disparo come�ar�o a correr e seguir�o o batalh�o.
Era o que nos faltava.
Me vou esta noite. Zimmermann!
Zimmermann! O que passa com voc� agora?
N�o v� que tenho que marchar?
- Meu Comandante. - Diga.
H� uma ponte pequena na entrada da cidade.
N�o serve para nada.
Os americanos estabeleceram uma cabe�a de ponte mais ao norte.
- Temos que voltar. - N�o seria melhor defend�-la?
Os meninos poderiam se encarregar disto.
Est� bem, fa�a isto.
Bem, meu Comandante.
- Em marcha. - Perdoe-me, meu Comandante.
Lisa, outro!
- Heilmann! Chame o capit�o. - Sim, j� vou. Vamos!
- Sorz! - A ordem do meu Sargento.
- Fique com o controle do grupo. - Sim, Sr.
Nos reuniremos abaixo, antes de sair.
Cuide de todos os detalhes.
- Sargento Heilmann! - J� vou. Depressa! Depressa!
Teria gra�a em nos meter em confus�o na �ltima hora.
Se houver tiros, largo tudo.
Vamos ao p�tio.
Nada de falsos alarmes. Nada de gritos.
- Est� claro? - Sim, meu Capit�o.
Quantos anos est� no ex�rcito?
7 anos, meu Capit�o.
E o que aprendeu nestes 7 anos?
A me esconder, meu Capit�o.
Isto � o que espero de voc�, Heilmann.
A ponte n�o tem import�ncia. Vai ser evitada.
- N�o quero perdas in�teis, certo? - Sim.
Obrigado.
Vamos, depressa!
- Ei, uma lata � o suficiente! - O que?
- Que deixe uma destas 2 latas! - Como disse?
� melhor que as deixe, aqui se contam at� os t�mulos!
Fique com as pocarias de suas latas e que te sirvam de veneno!
Recolha isto imediatamente!
Barrigudo, atreve-se a dizer isto porque est� num lugar seguro!
Ou cala a boca ou se arrepender�!
Do que vou me arrepender?
Vou esperar at� o final,
pra poder me vingar dos teus insultos! - Darei parte.
Isto se puder viver para faz�-lo. Covarde!
- Verbitsky! - O que?
- N�o interrompa o servi�o. - Sim.
- Largue de falar besteiras e v�. - Sim, sr.
N�o sabia que isto era uma creche.
Bom, apresse-se em pegar provis�es e armamentos...
e apresente-se no p�tio. Pronto!
N�s subiremos aqui. Vamos!
Vamos, subam, subam! Pr� cima!
Vem conosco?
Heilmann, tome. Heilmann, tome!
Sempre de �ltima hora.
Ponha-os aqui. Pra frente!
- Sargento Heilmann! - � sua ordem, meu Capit�o!
- Grupo 3�. Saiam! - Podemos seguir?
O 3� grupo preparado. Quando sa�rem, podem seguir.
Estamos j� na frente?
N�o diga besteira.
Mas... mas � a nossa ponte!
Que viemos fazer aqui?
Alegrem-se, idiotas!
Ou preferem que os levem para onde tem confus�o?
O que significa tudo isto?
Est�o nos devolvendo para nossas casas?
Os jovens recrutas foram trazidos para perto de seus lares.
� melhor. Assim poder� ordenar o que achar conveniente.
Deixe-os trabalhar em tudo mais que puderem.
Entretanto, n�o deixe de se preocupar ...
com os dinamiteiros que podem chegar num momento inoportuno.
N�o esque�a que a ponte dever� ser deixada numa hora precisa.
De acordo, meu Capit�o.
- Em voc�, eu confio, Heimann. - Sim, meu Capit�o.
- Que jogada nos deram! - Estamos no front?
N�o devem falar demais. Pode colocar nossa miss�o em perigo.
Acha que aqui haver� confus�o, meu Sargento?
Na guerra, h� em todas as partes.
Estamos prontos para que tudo termine.
Pois �, vamos nos instalar comodamente, hein?
Nos deixaram muito longe do front, meu Sargento.
Atr�s est�o os melhores postos, como no cinema.
Adiante tem excesso de luz.
Bom, agora tirem os materiais.
Ponham as bazucas nos lugares estrat�gicos.
- 1� posto. Haberhager. - Sim?
Uma metralhadora para a estrada. Al�.
- 2� posto. - Sim.
Voc� � direita.
Conhecemos bem a ponte. Sabemos de onde se pode disparar.
Tem brincado muito de �ndio aqui, verdade?
Sim. Ali est� o nosso posto de vigia.
Al� parece uma instala��o de posto, meu Sargento?
Claro que sim. Suba e n�o deixe de vigiar.
Em seguida, meu Sargento.
Coloquem as metralhadores como eu falei! Vamos!
Eu prefiro estar na primeira linha, meu Sargento.
N�o, fique aqui.
E pare com essa tagarelice.
O primeira coisa que temos que fazer � instalar tudo isto.
E eu, o que fa�o, meu Sargento?
Fique de sentinela na ponte. E n�o se mova.
- Sim, meu Sargento. - E n�o abandone seu posto.
Um sentinela na guerra � o mais importante.
- Sim, meu Sargento. - Vamos!
O que voc� faz aqui?
Tenho que subir algumas muni��es na �rvore.
� uma sorte n�o termos trazido canh�es.
Seria capaz de coloc�-los l� em cima, n�o �?
- Entretanto n�o � suficiente? - Que besteira falou.
Se nos atacam, onde vai se meter?
Com esta n�voa, � imposs�vel nos verem.
E se a n�voa for embora?
Terceiro grupo. Aqui!
Escutem-me ...
Quando amanhecer, gostar�o de tomar caf� quente, n�o?
- Sim, meu Sargento. - Ent�o, vou arranjar um.
Durante minha aus�ncia quem tomar� o comando...
- Scholten! - � ordem.
- De acordo? - Sim, meu Sargento.
- Olhe, fique com o fuzil. - Sim, senhor.
E continuem trabalhando!
Que tipo mais fresco!
Por que disse isto? � um grande chefe.
N�o diga asneira! Um bom chefe n�o abandona o fuzil.
- Perdoe-me. Pode-me dar fogo? - Sim.
- Quer um cigarro? - Sim, obrigado.
- Vamos! Esconda-se! - Eu me adianto.
- Alto. O que pediu a voc�? - Fogo.
- E o que disse? - Nada.
Siga. R�pido. Vamos peg�-lo.
Alto! O que voc� faz aquii?
- Eu? - Sim. Sua permiss�o para circular.
- N�o tenho. - A qual unidade pertence?
Sgto. Heilmann. Batalh�o 463, 3� Companh�a.
- E o que faz aqui? - Eu...
Seus documentos.
Tome. Estou na defesa da ponte.
N�o diga besteira. Esta ponte n�o precisa de defesa.
Temos ordens de faz�-lo voltar.
- Queria largar, n�o? - Acha que sou um desertor?
Venha comigo, l� temos um bom esconderijo para voc�.
Companheiro, tenho um grupo de guris na ponte, n�o posso deix�-los.
N�o continue inventando. Venha comigo.
S�o uns meninos. Est�o s�s que n�o s�o soldados.
Tenho ordem do chefe da minha companhia para cuidar deles.
E a cumpre passeando?
Precisamente estava me dirigindo ao posto de comando.
Isto � o que voc� diz.
Mas grand�ssimo idiota! N�o seja t�o teimoso!
Venha comigo at� a ponte e voc� mesmo os ver�.
Enviar garotos � guerra e deix�-los s�s. N�o t�m consci�ncia.
Parece imposs�vel.
E por favor, n�o me aponte com este traste!
Alto! Detenha-o! Alto!
O que foi isto?
Estes tiros v�m da retaguarda.
Se v� algo a� de cima?
N�o. Nada.
Ent�o, des�a j�.
A guerra deveria estar proibida com este tempo.
Onde se meteu Heilmann?
Acho que n�o se atrase.
- Vou busc�-lo.. - N�o se mova daqui.
� sua ordem, meu Coronel...
De forma que Heilmann n�o nos deixe plantados!
Isto, nem pensar.
Pois n�o seria o primeiro a faz�-lo.
Tem muita imagina��o.
Ouviram isto?
Deve ter sido algum peixe...
J� temos 10 cintos completos. � certeza que n�o gastaremos todas.
Escutem!
Artilharia. Mas ainda muito distante.
- Tudo est� pronto? - Sim.
Ent�o, venham aqui.
Olhe, Walter, empresta-me sua lanterna?
Tem medo do escuro?
Poder�amos comer um pouco, n�o?
Homem, isto est� bom. Boa id�ia.
- Comer, comer! - Venham meninos, vamos.
Corte um peda�o de carne.
Heilmann prometeu trazer caf�.
Aposto que ele vai nos deixar plantados.
Sigi, por que n�o mandou o sargento a casa de sua m�e?
Ela faz um caf� melhor que ningu�m.
N�o posso dizer ao sargento o que deve fazer.
Ele � o meu chefe.
Eh, � que n�o tem o seu?
N�o se coloque assim, logo serei eu.
Se minha m�e souber que estou t�o perto...
Esta salsicha � de primeira!
Tem para Sigi.
- Tome Sigi. - Pode-se comer estando em sentinela?
Voc� pode. Porque ainda est� crescendo.
N�o tem fome, Karl?
N�o, n�o tenho vontade.
Boa comida, por�m pouca.
O pior, � que n�o temos nada para beber.
- N�o ficou conhaque? - Tomara.
A� vem o Sargento.
Como pode ser o Sargento? Se ele foi para o outro lado?
O que fazem aqui?
Comendo.
Quer um pouco?
O que est�o esperando? Que levem um tiro?
Estamos cumprindo ordens.
Esta ponte � um ponto estrat�gico.
- � melhor que voltem para casa. - Como?
Voc� est� louco?
� uma loucura o que est�o fazendo.
O povoado ser� atacado. Eu sei muito bem.
Soube antes que nos mandassem evacuar.
Voltem para suas casas!
Veio at� aqui para dizer que desertemos do nosso posto?
E te faltou valor, verdade?
Estamos em guerra, compreende?
N�o sabem sequer o que podem passar.
� muito bonito brincar de her�is.
Pronto, marche!
Ser� melhor que n�o atrapalhe.
Que ande, pronto!
S�o uns inconscientes!
Se liguem, garotos, corre como uma lebre!
Mirem-no!
Velho covarde!
Agora � tarde para ir ao partido!
- Disparamos ao ar, para ver o que faz? - N�o.
N�o devemos fazer isto. Talvez o velho tenha raz�o.
Outra vez!
Que n�o volte a disparar por divers�o, certo?
M�e, deixe de novo. N�o v� que estamos nos divertindo?
Olhem, olhem que pontaria eu tenho!
Meninos, o chefe n�o nos deixa disparar...
- Aten��o! - O que foi?
- Vem um caminh�o! - Para a barreira!
Vamos, depressa, que n�o passe!
Alto! N�o podem passar!
Malditos guris! O que aconteceu aqui?
Quem foi o imbecil que bloqueou a estrada?
Agora s�o os nossos que p�em obst�culos?
Ficaram loucos?
Deixem a passagem livre!
Pronto, todos a trabalhar!
- Katfre! - Sim, sargento.
N�o diga "sim sargento." Trabalhe, temos que continuar!
Depressa! Que atalho de idiotas!
- O que aconteceu? - N�o perguntem est�pidos, a trabalhar!
Tirem tudo isto! R�pido, r�pido!
Vamos, cabe�as de burros, depressa!
Vamos colocar de novo.
N�o. ainda n�o. Disseram que vem mais caminh�es.
Acho que dever�amos colocar de novo.
Vou ao meu posto.
O que foi, Helmer?
N�o h� nada que fazer, meu Capit�o.
A moto quebrou. Temos que abandon�-la.
Era o que faltava! Deixem a moto e subiremos num caminh�o!
Depressa! N�o h� tempo para consert�-la.
Olhem. vejam. Deixaram-na.
Cuidado!
Maldita guerra!
Tirem tudo da moto! O primeiro que passar sem parar...
levar� um bom punhado de balas.
Vamos, n�o fiquem a� parados!
Deixem as padiolas, n�o far�o falta!
- Mas, meu Capit�o... - Disse que as queria!
Vamos, depressa! Temos que sair!
Aonde querem subir? N�o v� como vamos?
- Me d� um lugar! - Siga! N�o quero morrer aqui!
Vamos, prossiga!
Vamos, que estamos numa ponte!
Vamos chofer, depressa!
- O que foi agora? - N�o sei.
Por que paramos no meio de uma ponte? � uma imprud�ncia!
Pode apressar um pouco mais?
N�o se impaciente, j� termino.
J� est� amanhecendo e ainda estamos aqui.
E agora, o que foi?
Olhe Wilhelm, olhe que crian�as.
Tome, pequeno. ...
Uma barra de chocolate para que coma antes de morrer.
Vamos, vamos, vamos!
Vamos, em marcha!
O queria dizer com aquilo?
� prov�vel que tenha feito uma brincaderia com voc�.
Alegre-se que tenha ganho o chocolate.
Aquele covarde da Cruz De Ferro!
Consegui subir no caminh�o?
Parecia estar com muita pressa.
S�o uns canalhas! S� queriam escapar!
Deveria matar a todos!
Os americanos estariam muito longe?
- Quer ir para casa, verdade? - Claro que n�o.
- Se todos largassem, seria a melhor solu��o. - Qual?
- Ir para a casa. - Est� louco?
O que quer dizer?
Somos soldados e temos que cumprir uma ordem!
Defender a ponte!
Ainda que defendamos a ponte...
n�o evitaremos que se perca a guerra, J�rgen!
Enquanto defendemos a ponte...
...defendemos a Alemanha!
Quem quer jogar as armas e ir para casa?
- Voc�? - Por que h� de ser eu?
- Voc�s dois? - N�o.
Eu fico aqui.
- E voc�? - Pensa que vou deixar s�s?
- E voc�? - N�o sou um covarde.
E voc�? �... covarde?
Eu fico.
Bom, ent�o cada um no seu posto.
Vou � primeira linha com minha metralhadora.
Cuidado, avi�es! Ao solo! Deitem-se ao solo!
Por�m est�o a muitos kil�metros.
Estes aparatos s�o perigosos quando voam sobre tua cabe�a.
Olhem! Vejam isto!
Ficou como um carimbo!
N�o ficar� assim at� que a guerra acabe?
N�o mijou nas cal�as?
Um menino t�o grande e com tanto medo!
Sigi � t�o valente!
Que vai dizer a sua m�e, com o novo traje tirado do solo?
Cuidado, est�o voltando!
Ao solo!
Vamos, vamos, levante! Que n�o h� perigo! Sigi!
Sigi! Sigi... Sigi... Sigi!
Venham aqui! Mataram o Sigi!
Venham aqui! Estes canalhas o mataram!
Sigi est� morto! Est� morto o Sigi!
Sigi! Sigi! Sigi!
O que foi?
Estes criminosos...
Que vamos fazer agora?
Temos que avisar a sua m�e.
Pobre Sigi. Eu te vingarei.
Venha, ajude-me.
Que barulho � este?
S�o tanques!
Venham comigo.
Pronto, a barreira!
Malditos tanques! Alto, voltem!
Deixaremos os tanques passarem e fugiremos.
Nos refugiaremos na gruta!
- Walter, n�o deu em nada! - Muito bem!
Vamos, dispara voc� agora!
Traga-me as muni��es! Tenho que carregar!
Maldito seja! Est� enrascada! Ajudem-me!
Walter ficou louco!
Cubra-o!
- Aonde vai? - Cubr�-lo!
Estes garotos condenados, conseguiram que nos matassem a todos!
S�o uns idiotas! Acham que ...
defendendo a ponte os americanos n�o passariam.
T�nhamos que ignor�-la!
Meu Deus! Que foi isto?
N�o foi nada! N�o est� escutando? Fogos de artif�cios!
Meu filho! Meu filho j� � soldado! Ontem o levaram!
Acredita que j� estar� no front?
Desde ontem.
Nem sequer � capaz de sustentar um fuzil.
- O que quer no front? - Cuidado!
Agora sim vai ser valente!
E vai se acorvadar agora?
Se se acabar logo. Se se acabar logo!
S� � valente perante as garotas!
Quero sair! sair! Quero sair! sair!
- Jurgen! Jurgen! - N�o saia!
- Jurgen! - Vem! Quieto!
O que veio fazer aqui? Est� doido, menino?
- Os americanos est�o em cima. - J� sei.
As mulheres e as crian�as est�o aqui.
- Fique calado! - Se n�o for, gritarei.
Calado!
N�o fa�a mais bobagens! N�o dispare!
Maldito pivete!
- A� vem outro! Prepare! - Vai disparar?
Eh, eh! voc�s! Me escutam?
Andem, vamos! Que grito � este?
Saiam! Saiam!
Voltem a suas casas! N�o queremos matar crian�as!
Saiam! Voltem � escola!
Colegiais! Agora ver�o!
Karl!
Karl! Karl, atire!
Mate-o, Karl! Dispare!
Mate-o, mate-o Karl!
Atire! Mate-o!
Karl! Karl!
Karl, dispare Karl! Atire Karl!
Mate-o! Dispare! Mate-o!
Karl, Karl...Karl...
Karl...
Karl...
Karl...
Karl...n�o queria te fazer dano. Karl.
N�o queria que se machucasse. S� te peguei pela Franziska, Karl.
S� pela Franziska!
Karl, acerte a mim e a ti!
Acerte-me, Karl! Socorro!
Socorro! Socorro! Socorro!
- Vou cruzar a rua! - V�o te matar!
Socorro...
Socorro... socorro...
Ao solo!
Eu o matei, Hans. Eu o matei, Hans!
Est� louco!
Eu o matei, Hans...
Vem, Karl...
Karl... Karl... Karl... Karl...
Venha comigo, Karl...
Karl... vem...
Ven... Karl...
Karl... Karl...
Ao solo, Klaus!
Eu o matei, Hans! Eu o matei!
Fui eu! Eu o matei!
Quieto! Est� louco!
Deixem-me! Deixem-me! Deixem-me!
Est� louco, Klaus!
Karl! Karl!
Eles se foram!
- Albert! - N�o tem import�ncia.
Tire a jaqueta. Vou te vendar.
Vem, te ajudarei.
- Voltar�o outra vez. - Acha?
Temos que ir.
Walter!
Walter!
Vem.
O dinamite e o pavio.
Coloque as caixas aqui.
Coloque uma boa carga. O concreto da ponte � muito resistente.
Sim, Sargento.
- O que fazem aqui? - Vamos explodir a ponte.
Nos atrasamos por sua culpa.
Pensavam que iriam ganhar uma recompensa, verdade?
A casa com mam�e e que os receberam como her�is!
N�o � verdade! N�o � verdade!
- N�o quero ouvir! - S�o uns insensatos!
N�o � verdade! N�o � verdade!
Cale-se, n�o quero ouvi-lo!
- Marche! Marche! - Um pouco de calma, garoto.
Baixe este fuzil. N�o fa�a mais besteira. Cumprimos uma ordem.
Fora! Fora da ponte agora mesmo!
Tinha que fazer... Tinha que fazer!
Assassinos! Bandidos!
Fora! Fora! Andem!
Marchem fora daqui! Fora!
Hans! Hans! O que te passa?
Responda-me, Hans! Hans!
Vem conmigo, eu te levarei.
Hans, te levarei para casa.
Hans...
Vem...
Venha comigo, Hans...
Hans... Hans... Hans...
Hans, Hans!
Venha comigo, Hans!
Hans, vem... vem..!
Eu te levarei... Hans!
Hans...
Isto ocorreu em 27 de abril de 1945.
Foi t�o insignificante que n�o foi mencionado...
em nenhum comunicado especial.
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