All language subtitles for Fortitude.S03E03

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Original subtitles

Sou a Elsa Schenthal.

A Farmac�utica Schenthal...

mandou um bando de assassinos raptar-me.

As circunst�ncias que o criaram a si e a mim...

- O parasita. - Criaram 18 de si e uma de mim.

Todos os infectados pelo parasita

mataram algu�m para transmitir a infec��o.

N�o o Dan Anderssen.

A �ltima regenera��o de tecidos

est� quase em 95%.

Tu partiste-me o nariz!

O parasita, n�o posso lutar quando ele me domina assim.

Est�s a falar com algu�m. E algu�m est� a responder,

- porque ficas zangado. - Quem responde?

N�o respondas.

A inspectora Myklebust. Um tiro no meio da testa.

Est� contaminar a cena do crime.

Sou o governador interino.

E tamb�m o chefe da pol�cia de Fortitude.

Ao fantasma das nossas mem�rias.

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S03E03

Queria manter os corpos aqui mais tempo.

H� v�rias coisas aqui que me preocupam.

Estamos apressar as per�cias forenses.

Petra e as suas pin�as de sobrancelhas...

O qu�?

Algu�m disse que isso s�o as per�cias de Fortitude.

Algu�m que provavelmente est� morto?

O que o preocupa, Eric?

Para come�ar,

a ideia de Lars Ulvinaune atirar e matar duas pessoas.

Isso preocupa-me.

O que faziam os investigadores de Oslo aqui?

Prender o Lars.

Por que prenderiam Lars Ulvinaune?

O homem mais fixe de Fortitude.

Algu�m lhes deve ter dado o seu nome.

Quem faria uma coisa dessas...

a um concidad�o?

Ou...

o Lars preparou seiva de rena em quantidades industriais.

Eric.

Disseste-lhes que a seiva de rena causou

o salto suicida do governador Munk.

Foi por isso, ent�o?

Devemos ir-nos embora.

N�o h� espa�o para si aqui.

Os corpos s�o a prioridade.

Qu�? H� bastante espa�o.

Pode vir comigo no ve�culo em que os mortos chegaram aqui.

Dan Anderssen...

Por que mencionou a seiva de rena?

Porque o Eric estava prestes a realizar

que denunciou o Lars e causou a morte dele.

Ent�o, estava a proteger-me?

Voc� � o governador.

E voc� � o xerife.

� assim que funciona.

N�o � pessoal, Markus.

� uma lei b�sica no mundo em que vivemos.

Os pap�is que desempenhamos.

Certo. Eu entendo.

Ent�o, tamb�m deve entender

que eu mandei o Myklebust e o Oby para a cabana do Lars.

Cheguei l� antes deles e matei o Lars.

Estrangulei-o na cama dele.

Quando os investigadores chegaram,

disparei no sargento Oby,

depois disparei na inspectora Myklebust,

e depois diaparei no cad�ver do Lars,

na garganta,

para esconder as marcas do estrangulamento.

Os hematomas que os meus dedos fizeram.

N�o lembro de teres cometido assass�nios por mim.

Ainda h� tempo.

- Perd�o? - Falo com o governador.

Sim.

Fala.

- O Lars matou-os? - Sim, � o que parece.

Lars, o condutor do limpa-neves...

- Eu sei. - Cruzes.

E agora, quem te atacou?

N�o foi nada. S� um mal-entendido.

- Tontices. - Com quem?

A enfermeira disse que um pescador te agrediu.

�, um russo grande.

N�o h� nenhum barco russo em Fortitude.

- Bem... - Como era ele?

- Grande. - Grande?

E parecia que fazia trabalho bra�al

num grande barco pesqueiro.

- E aconteceu no Blue Fox? - Sim.

- Na casa de banho? - Sim.

Tinhas bebido muito?

Acho que tinha bebido...

N�o vou anotar nada desta merda.

Quando quiseres dizer a verdade sobre o que houve,

vai-me procurar na delegacia.

- Markus. - Vim na condi��o de governador.

Ok, governador.

Eric Odegard, temos de conversar.

Depois do que viu hoje,

deve precisar de uma bebida.

De facto, preciso.

Na minha anterior condi��o de professor na escola,

raramente testemunhei uma carnificina assim.

O xerife Anderssen disse-me umas coisas,

quando v�nhamos da cena do crime.

Disse?

Sim, e depois do que me disse,

senti-me obrigado, como governador,

a telefonar para Oslo.

- E o que lhes disse? - Que a pol�cia de Fortitude

estava totalmente convencida

de que um tiroteio tr�gico resultou nas mortes

das tr�s pessoas envolvidas,

e portanto, n�o est�vamos � procura de suspeitos.

O Dan mandou-o dizer isso?

N�o.

N�o. Falei com Oslo na minha condi��o de governador,

com base nas minhas conclus�es.

Markus, n�o tem qualquer experi�ncia,

perfil ou aptid�o para investiga��es policiais.

- Governador. - Qu�?

Voc� disse Markus. Continua a dizer Markus.

Estou a falar aqui, agora, como seu governador.

- O governador de Fortitude. - Porra, Markus Huseklepp!

Seu rid�culo, arrogante e insignificante.

- O qu�? - Voc� ouviu-me, porra!

H� outro assunto

que discuti com Oslo.

A resid�ncia do governador,

quer dizer, esta casa,

� um direito inerente

ao cargo de governador interino.

Passaram-se nove semanas

desde que a ex-governadora, isto � a sua mulher, Hildur,

desocupou esta resid�ncia.

Assim, de acordo com a directiva de Oslo,

estou disposto a dar-lhe 48 horas

para arranjar uma acomoda��o alternativa,

antes de me mudar para aqui.

Ent�o, deveria dizer:

"V�-se lixar, governador Huseklepp!"

Boyd!

Boyd!

Boyd...

Elsa.

Elsa.

Ele escapou. Desculpa-me, Elsa.

Ok, p�ra de falar.

Perdeste muito sangue. Preciso come�ar a tratar-te.

- N�o tenho muito tempo. - Cala-te!

- Cala-te, Boyd! - Tens de o fazer, querida.

O meu tempo acabou.

Quero..quero que tires o que resta.

Sim, Elsa.

Meu amor.

F�-lo!

Elsa...

Ei, meu amor.

- Obrigada. - Para onde quer ir?

Um hotel chamado Blue Fox, por favor.

� a melhor pousada em Fortitude.

� bom sab�-lo.

Muito bom, mesmo.

Uma para curar. Tome-a j�, pai.

N�o se importe comigo.

H� cerveja e vodca no frigorifico.

N�o lhe fiz pequeno almo�o.

� uma perda de tempo e dinheiro.

E h� anticongelante no anexo, se ficar sem bebida.

Eu fui ao Fox...

tomar uma bebida.

Uma mulher sentou-se...

e n�s convers�mos.

- Uma mulher? - Ela era...

muito bonita.

Ela era...

uma... n�o sei...

Algu�m de fora. Como...

E, tive de ir � casa de banho...

onde me deram clorof�rmio

e acordei amarrado

- e a vomitar... - Pare.

O homem que usou o clorof�rmio

- deu-me com um martelo. - Voc� caiu b�bado.

- Eu estava b�bado. - Sim.

Penduraram-me de cabe�a para baixo.

Lutei com esse homem pela minha vida,

e acho que o matei.

Preciso da tua ajuda

para encontrar o lugar onde isto aconteceu.

Pai, vou-lhe mostrar onde isso aconteceu.

Vou usar a experi�ncia que obtive nesta casa

- como sua filha. - N�o digas isso, Ingrid.

- Aconteceu aqui! - Sei o que achas! Mas aconteceu!

Entre!

Est� tudo bem?

Sim.

Ele diz que se meteu numa briga e matou um homem.

- Isso � horr�vel! - Sim, �.

Mas f�-lo parecer aventureiro e corajoso,

em vez de um pobre b�bado.

Vamos l�.

At� mais, sr. Lennox.

Tem experi�ncia com as condi��es do �rctico?

Eu li sobre isso.

N�o � a mesma coisa.

Acho que preciso usar um fato de mergulho.

Qual o seu tamanho? 1,70 m de altura e 50 Kg?

55 Kg.

E uma arma.

Espingarda de ca�a?

Uma arma de m�o.

Um rev�lver .44.

Uma Magnum para um urso, acha ser o que serve,

mas recomendo sempre uma espingarda de ca�a,

como uma Winchester M70 ou uma Remington 700.

Eu quero uma Sig Sauer P226 X5 Tactical,

com um cabo Hogue personalizado e mira de tr�tio.

E uma caixa de muni��es 9 mm, 147 gramas,

V-Crown de ponta c�ncava.

Tamb�m leu um livro sobre armas?

Ouvi falar delas, por uma amiga.

Abre.

Uma para o piloto do helic�ptero?

Costumavas brincar a isso com a tua m�e?

Obviamente nunca conheceste a minha m�e.

Acho que est� a acabar, Vincent.

O qu�?

A infesta��o parasit�ria.

Acho que tive uma purga a noite passada.

Tenho cada vez mais informa��es visuais nas retinas.

N�o � s� claro e escuro.

Estou a come�ar a perceber os movimentos.

- Mesmo? - Sim, mesmo.

Isso � �ptimo.

Acho que a influ�ncia mal�vola do parasita passou

e estou a come�ar a sentir os efeitos da cura,

como aconteceu com o Dan e...

N�o estou a ter nenhum impulso violento.

Na verdade, � o contr�rio. Estou calma e relaxada.

Feliz como n�o me sentia h� s�culos, Vincent.

A luz no fim do t�nel.

� isso.

Bem dito.

Al�m disso...

isto faz-me doer os pulsos, bastante.

Quer dizer, n�o tenho a certeza de serem necess�rias.

- N�o? - N�o, quer dizer...

poder�amos mant�-las...

Mas acho que ficava tudo bem se as tirasse.

Achas?

Abre.

Acho que vamos mant�-las.

Tudo bem.

N�o, n�o est� bem.

Mas, posso perguntar...

Come�as a gostar disto um pouquinho?

A que parte te referes?

Isto. A impot�ncia.

A minha impot�ncia.

Uma mulher indefesa amarrada � cama na sua cave.

- Natalie, abre bem. -Sim exactamente.

� um pouco...Exactamente, sexual n�o �?

Natalie.

Tu finges que isto n�o te excita.

- Abre a boca, toma a sopa. - Ou vais-me bater?

- P�ra com isso. - Ent�o, desamarra-me.

- N�o te vou desamarrar. - Isto n�o � saud�vel.

- E dizes-me isso! - Sabe, se me encontram aqui,

ter�s um problema que nem imaginas.

Como raios explicarias...

teres uma mulher amarrada na tua cave?

- Isto foi tudo ideia tua! - Achas que vai funcionar?

Agora a minha ideia � acabar com isto,

porque; ou n�o funcionou

ou eu mudei de ideias ou que raios for,

mas estou a dizer-te que quero que me deixes ir.

- N�o vou deixar-te ir. - �s um pervertido, porra!

Acho que ficamos por aqui.

- Tu comeste-me - Chega de canja.

- Enquanto eu delirava. - N�o.

- Acho que o fizeste. - Bem n�o o fiz.

Mas sonhaste com isso, n�o?

- P�ra. - A mesma coisa.

- Natalie... - Masturbas-te a pensar nisso?

Que pervertido de merda! Depravado!

Achei que seria como o Ulisses

- e as sereias. - Vai-te lixar!

Ele mal resistiu � beleza delas.

- Teve de ser forte. - Vai-te lixar!

Mas as sereias n�o eram umas vacas malcriadas distorcidas,

cabras psicopatas.

N�o v�s! N�o me deixes aqui, porra!

N�o me abandones!

Vincent...

Vincent?

Vincent!

Vincent!

Vincent!

Vincent!

Vincent...

N�o me abandones, porra!

Vincent!

Vincent...

Vincent!

Porra...

Vincent...

Michael?

Largue a arma.

N�o � uma arma.

Seja o que raio for, largue isso.

N�o vou tentar embebed�-lo,

mas vou tomar uma bebida.

Quer-me acompanhar numa bebida?

O que aconteceu com o tipo negro?

O que aconteceu com ele?

- Ele veio ter comigo. - N�o comece com merdas!

Boyd Mulvihill.

Ele era o meu...

Foi meu marido nos �ltimos nove anos.

Era amoroso, sexy, inteligente, forte.

Foi m�dico dos Fuzileiros Navais dos EUA.

Voc� quase acabou com a vida dele...

e eu acabei.

Voc� matou-o?

Matei muitas pessoas.

Eu quase o matei a si.

O Boyd estava a morrer por causa dos ferimentos.

Sei que � um alco�lico compulsivo, agora...

Mas n�o se preocupe. Posso mudar isso.

Se fizermos o teste de queimadura da p�lvora,

posso come�ar no Oby.

Tu est�s muito alegre.

Eu?

N�o, n�o estou.

Disseste-,e que eras muito solit�ria,

porque s� tens intimidade com pessoas mortas, lembras-te?

- E? - E...

Agora tens um orgia,

de morte e intimidade na tua morgue,

com tr�s cad�veres novinhos em folha.

Ingrid, que se passa contigo?

Por que mandaste o Lars sair da cidade?

Porque o Lars lhe teria dado os nomes.

- Que nomes? - De quem matou o governador.

Queres proteger os homens que mataram o Munk?

Mat�-lo foi fazer justi�a.

E n�o havia outra forma

da justi�a encontrar o Erling Munk.

Tu falas como o Dan.

Igualzinha ao Dan.

Talvez o que Dan diga

- seja justi�a. - N�o, Petra.

O que o Dan fala � loucura.

Sou a �nica que v� isso?

O Dan nunca foi t�o sensato!

S� dizes isso porque fazes amor com ele.

Ent�o, est�s a dizer...

que para me comer...

ele tem que ser louco, �?

E se houver outra explica��o?

Explica��o?

E se o Dan Anderssen...

ama a Petra Bergen?

Te ama?

Eu devo a minha vida ao Dan.

Todos devem.

Eu entrego-me a ele, Ingrid.

Toda a vida ao nosso redor flui do Dan.

Queres dizer "morte", Petra. � isso que est� a fluir.

Toda a vida e todo o amor.

Fechei a porta � solid�o quando o Dan voltou.

Agora sou dele porque ele � meu.

Por que estava eu amarrado como um porco,

pronto para ser sangrado, de cabe�a para baixo?

� o que me mant�m viva.

O qu�?

Uma destila��o de fluido cerebrospinal humano.

Ele cont�m c�lulas-tronco pluripotentes.

Ent�o, Boyd Mulvihill... Ele doou?

Sim.

Antes de morrer.

Fale-me da Freya.

O qu�?

O que houve com ela?

Ela era minha mulher.

E agora morreu?

A Freya teve esclerose lateral amiotr�fica.

A morte acontece tr�s anos ap�s o diagn�stico.

Foi muito mais r�pido que isso.

Eu estava t�o bem ontem � noite,

e olhe agora.

O que � isso?

� recente.

H� algo errado.

O que quer?

O que quero?

Um b�bado de cidade pequena.

A beber e a brigar.

N�o conseguiu salvar a Freya.

Era o que queria.

- Isso mesmo. - Tudo o que queria?

Sim.

Ent�o, o que sobrou?

N�o sobrou nada.

Voc� quer-me.

A si?

Voc� pode ter-me.

T�-la como o Boyd a teve?

Exactamente como Boyd me teve.

E acabar como o Boyd?

Que outra forma?

Dispa-se para mim.

Mostre-me o que �.

N�s os dois.

Por baixo de tudo.

Ou talvez lhe d� um tiro na cabe�a,

saia daqui e volte para o mundo real.

Talvez voc� v�.

O Boyd fez isto?

E por isso matou-o.

N�o,

voc� f�-lo?

A �nica forma de sobreviver � solid�o

� encontrar algu�m com quem a possa compartilhar.

�. Eu tamb�m n�o.

Aqueles sacos de lixo podem flutuar

quando os tecidos come�arem a decompor-se.

Liberta g�s.

Mesmo se os afundarmos com correntes.

Acho que vou tir�-los dos sacos

e enrol�-los em rede de ferro.

- Rede de ferro? - Camar�es e caranguejos.

S�o is�podes que comem tudo.

Conseguem tirar a carne at� ao osso.

Algumas partes podem ser engolidas inteiras

por tubar�es da Gronel�ndia.

Tubar�es da Gronel�ndia? Nunca ouvi falar.

O Boyd ia gostar disso.

- Vincent? - Sinto muito.

Foi culpa minha.

Estou com tudo na cabe�a.

Ainda bem que n�o est�s b�bado.

Tira os tamp�es dos ouvidos.

- Quem � esse? - Vincent Rattrey.

� cientista. Ursos e merda.

Estava enrolado com a mi�da loira, a Natalie.

Ela ficou cega.

Houve uma merda no trabalho que a lixou.

Que tipo de merda a lixou?

Ela trabalhou com a dra. Khatri.

Elas trabalhavam juntas.

Deixe-me sair aqui.

O que se passa?

Cuide do Boyd e depois volte para a casa.

Vincent?

Vincent!

Abre, Vincent! � a Ingrid.

Deixa-me entrar!

Deite-se no ch�o!

- Que raios se passa? - Deita-te na porra do ch�o!

Partiste a minha janela.

Deita-te no ch�o, porra!

Cara no ch�o, sacana!

- Para o ch�o! - N�o sejas rid�cula.

A cara no ch�o e os dedos entrela�ados

atr�s da cabe�a.

Estou a marinar isto para o meu jantar.

Cortei este tipo no outro dia.

Ando ocupado a limpar a pia, Ingrid.

Ent�o, atira em mim.

Ouvi um grito de mulher.

N�o h� nenhuma mulher aqui.

S� tu e eu.

Tudo bem?

O Lars nunca atiraria em ningu�m.

Tamb�m acho.

E o Eric... Ele est� arrasado.

O Dan ficou louco...

� o teu pai, n�o �?

- O qu�? - O teu pai.

O que tem ele?

� o que realmente te perturba.

Ele quase me atropelou.

- Quando? - Agora h� pouco.

Vincent...

O que vou fazer com o meu pobre pai?

Vincent!

Tudo bem, tudo bem!

Vincent.

- Eu sei. - Ouvi alguma coisa.

MYKLEBUST

Por favor, diga o seu nome.

- Vincent Rattrey. - N�o autorizado.

Natalie Yelburton.

N�o autorizado.

Por favor, diga o seu nome.

Surinder Khatri.

Os testes iniciais confirmam

que a reac��o mais significativa � infesta��o parasit�ria

foi a capacidade de regenerar tecidos danificados.

Observei isso na paciente Elena Ledesma.

� remo��o de sec��es de tecido do f�gado

seguiu-se a completa regenera��o do �rg�o.

O efeito cumulativo dessa cirurgia deveria mat�-la.

Mas isso n�o aconteceu. Por�m, depois ela morreu.

Tamb�m em Dan Anderssen,

depois da crucifica��o, as suas feridas sararam.

Mas e a mente dele?

Porque ao mesmo tempo em que todos os indiv�duos

experimentaram o benef�cio de regenera��o de tecidos,

p�de ser confirmado, que na maioria

isso foi acompanhado por um colapso psicol�gico.

Observou-se claramente uma confus�o da mem�ria,

das emo��es e da personalidade.

Uma degenera��o da empatia humana,

que parece ser inexoravelmente seguida

por uma ca�da hedionda em psicose e psicopatia.

Tanto quanto pude verificar,

em todos os casos era irrevers�vel

e resultou na destrui��o do intelecto

e desintegra��o da personalidade,

por fim manifestados num padr�o tr�gico de confus�o,

ilus�o e auto-engano.

Mas o pior, na minha opini�o,

� que o �nico indiv�duo que sobreviveu al�m da expectativa

finalmente suportou um agonizante

e catastr�fico derretimento.

Uma desintegra��o, um desmoronamento.

Um horr�vel e impar�vel mergulho na agonia,

com o colapso das partes que nos torna humanos,

separadas e dissolvidas para sempre.

Aqui � a Freya. Por favor, deixe uma mensagem.

Ei, mi�da.

Eu s� queria dizer...

que tudo o que est� a acontecer...

que qualquer coisa que vejas aqui em baixo...

V�...

Eu tenho uma chance

de talvez fazer as coisas certas.

De...consertar as coisas

que...n�o consegui acertar para ti.

Vincent...

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