Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Aceita alguma coisa? Água?
A Caitlin vai te passar um microfone. Se puder só…
Passe por baixo da sua…
Sei que é difícil.
Pode se sentar.
Prometo que não vai demorar.
Tem uma coisa que ninguém entende sobre o que houve em Chamberlain.
A polícia não entende,
a imprensa não entende, os cientistas não entendem,
e vocês também não.
Talvez eu te surpreenda, Sue.
A polícia, a imprensa e os cientistas
perguntam o que achamos que aconteceu
para dizer que estamos errados.
Não somos assim.
Eu só quero entender.
Tenta me contar, por favor.
O que houve, Sue?
O que ninguém entende?
Duzentas mortes.
A cidade inteira foi destruída.
É muito fácil esquecer.
Éramos jovens.
Só jovens.
Só éramos jovens nos esforçando ao máximo.
Eu quero muito, Sue, que me conte mais sobre a Carrie White.
O que quer saber?
Todos os detalhes.
Soube que houve um treinamento contra atiradores
no primeiro dia dela na escola. Confere?
Lembra dessa simulação?
Acho que sim.
Queria que me contasse, como se escrevesse num diário.
Fui de carro com a Chris, como sempre,
meio surtadas porque a Duke não tinha divulgado o resultado.
Aí vimos uma menina no detector de metais.
E ela…
olhou pra mim,
e eu…
senti que estava olhando pra uma criança,
tipo a minha irmã.
Vi ela de novo na sala.
Ela tava fodida.
Notei na hora porque…
ela era bondosa.
Não por fingimento.
Não…
de um jeito falso.
Sem segundas intenções.
Ela era só…
bondosa.
Por que isso era tão estranho?
Por que a gente é tão escroto?
CARRIE, A ESTRANHA
Então você não ia ao baile,
estava em casa com as irmãs,
e viu um carro num post na internet.
- Do Billy Nolan. - Aí correu pra escola.
Sabia que a Chris e o Billy iam aprontar alguma coisa.
Você chegou às 21h25.
Não sei a hora exata.
Nós sabemos. Foi às 21h25 e você viu…
Eu vi…
o negócio caindo na Carrie.
Vou te mostrar uma imagem,
uma das últimas que temos antes do apagão.
É o print de uma live.
A Victoria Gibbs estava transmitindo a coroação.
É melhor falar com a Vicky.
Ela morreu. Nós a achamos presa no teto.
Quero te perguntar sobre essa mulher.
Você já a viu antes?
Ela já esteve na escola antes do baile?
Eu…
não sei quem é, desculpa.
O que você sentiu quando entrou?
- Sentiu alguma coisa… - Quem é ela?
…tipo um formigamento?
Ou um arrepio na nuca ou nos braços?
Um estalo no ouvido, como num avião,
ou sentiu algum cheiro estranho, tipo de ozônio?
Ou um gosto metálico na boca?
Não sei.
Tente lembrar.
Caralho!
Quê?
O seu celular explodiu?
Isso. Na minha mão.
Toda a atividade de rede móvel no ginásio parou exatamente às 21h27.
Sem live, sem dados, sem sinal na torre do centro.
E todos os relógios de pulso também, segundo a polícia.
Até os mecânicos.
Tá.
Sentiu mais alguma coisa?
Mudança na pressão ou temperatura,
ou a Carrie White fez algum gesto com as mãos?
Só senti o celular explodir na minha cara.
Entrou vidro no meu olho.
Eu fiquei zonza pra caralho.
O que a Carrie fez?
Não sei.
Não lembro de muita coisa.
O meu ouvido sangrando,
o povo gritando…
Só sei que o incêndio começou logo depois.
A passarela, sei lá,
desabou logo em seguida, e o fogo começou.
Lembro que parecia tiros.
Tiros?
É.
Um pessoal gritou "tiros",
e eu achei que tinha algum psicopata atirando no baile.
Do que mais você se lembra?
Foi um puta pesadelo, moça.
É disso que eu me lembro.
Tommy!
As estrelas.
Deixa eu ajudar.
Deixa que eu assumo daqui.
Não. Não, não, não!
Pausa.
Olha em volta.
Você disse antes
que você viu alguma coisa atrás da Carrie.
Isso mesmo.
Disse uma coisa no depoimento que eu queria que você esclarecesse,
sobre uma sombra.
A sombra?
Isso, a sombra.
O que a sombra fez?
A sombra explodiu.
BAILE DE FORMATURA
Merda!
Trancaram a gente!
Tão atirando na gente!
Carrie. Carrie!
Todo mundo pergunta da Carrie.
Mas ninguém pergunta das outras pessoas que estavam lá,
dos desconhecidos que estavam lá,
das pessoas que eu nunca tinha visto na vida.
E mesmo sendo difícil de acreditar,
e mesmo sendo difícil de entender,
ninguém está fazendo as perguntas certas.
Porque não foi só a Carrie.
Aí é que tá.
Não foi só a Carrie.
- Tem certeza? - Tenho.
Mas não tem certeza absoluta. Ou tem?
Eu diria que, se pensar direitinho,
você não tem certeza se viu mais alguém lá.
Não tem certeza absoluta, tem?
Que porra…
- Que porra foi aquela? - Meu Deus.
Meu Deus.
Que porra foi aquela, mano?
Foi ela.
Cala a boca. Não pira, caralho.
Billy, o que a gente fez?
Eles mereceram.
Todos eles.
Billy.
Aberração do caralho!
Morre, porra!
Você vai morrer.
Espera. Espera!
Boa.
Isso é karma, caralho.
Meu De…
Fala sério. Vê se cresce.
Descul…
Calma. Olha pra mim.
Você não fez nada de errado, tá?
Nada.
Escuta. Tá ouvindo aquilo?
Você só queria existir.
Fala. "Eu existo."
Eu existo.
Levanta.
Fala: "Vai se foder, eu existo!"
Vai se foder! Eu existo!
Agora, dança comigo.
RETROSPECTIVA EM 35MM
Emaline!
Carrie!
Carrie, você tem que sair daqui.
Meu Deus, o que aconteceu com você?
Oi, Stella.
A cidade inteira tá sendo evacuada. Tem que sair.
Cadê a sua mãe?
Vocês vão embora, né?
Obrigada mais uma vez pelos livros.
Mamãe.
Lavanda é verde
Lavanda é azul
Se você me amar
Eu vou amar você
Cantam os passarinhos
Brincam os cordeirinhos
Nós estaremos seguras
Longe do perigo
Todos eles morreram.
Quem?
Todos, talvez.
Da escola.
Talvez mais gente também.
Não sei.
Tá bom.
Desculpa, mamãe.
Só relaxa.
Eu fazia isso.
Na sua primeira noite no mundo, eu limpei o sangue
do seu corpinho novinho.
É o mesmo tipo de esponja.
Agora eu me dei conta de que era…
igualzinha.
Tudo bem.
Podemos rezar juntas.
Como antes, quando você era pequena.
Eu descia aqui, e você descia sozinha.
Eu me virava e você…
estava ao meu lado.
Com as mãos postas e de olhos fechados.
Você só me imitava.
Não lembro.
Claro que não, era muito pequena.
Só uma imitadorazinha.
Minha sombra.
E você era tão…
pura.
Você era…
inocente e intacta, do jeito que Deus quis.
Você era…
radiante como neve fresca.
Será que posso ser perdoada?
Ele perdoa, sim.
- Até pelo que eu fiz hoje? - Até por isso.
E se Ele não te perdoar, eu perdoo.
Filha, eu te perdoo.
Tanto por hoje quanto pelo resto.
Por tudo.
E você? Pode me perdoar?
Pelo quê?
Qualquer coisa.
Por tudo.
Claro, mamãe.
Diga que me perdoa.
- Eu te perdoo. - Diga de novo.
Eu te perdoo, mamãe.
Vamos rezar juntas, filhinha.
Ó Pai Celestial,
venho em oração pedir perdão pelos meus pecados.
Confesso com a boca e creio no coração
- que Jesus é Teu filho… - Por favor, Deus.
…e que ele morreu na cruz do Calvário…
- Dai-me força. - …para que eu fosse perdoada
e recebesse a vida eterna no…
Não!
Carrie?
Por quê?
Oi. Te achei.
Me deixa morrer.
Não, eu vim te ajudar.
Vem.
Vem.
Falei que eu existia.
Temos que te tirar daqui.
Eu levei um tiro.
Quê?
Então como…
Já tinha visto ela antes daquela noite?
Não.
É ela? Tem certeza?
Tenho.
- Quem é ela? - Não se preocupe.
Então ela está segura?
A Carrie? Sim.
Viva, com certeza.
Segura, já não sabemos.
Quem é ela?
Não importa.
Olha, eu…
acho que você não quer me dizer isso.
Eu não…
- Desculpa, eu não… - Você tem filhos?
- De certa forma. - Então não?
É, acho que não.
Claramente.
Quem fala pra uma mãe que a filha dela não está segura
e se recusa a dar as informações que tem
claramente não é mãe.
Quer dizer, se ela…
Se essa garota for um perigo pra minha filha,
pode apostar que você vai me contar tudo que eu quiser saber,
porque quando eu sair daqui, vou fazer dessa garota
o meu único propósito.
Entendeu?
Entendi.
E acredito.
O nome dela é Emaline West.
Ela é perigosa?
Sim, ela é uma PA.
O que é isso?
Projetora astral.
Deve ter lido a respeito antes de se encontrar com aquela mulher.
- Preciso ir embora. - Sente-se.
Queria perguntar do momento que a senhora descreveu no desabamento.
Já tinha feito algo parecido antes?
Você viu caindo, desabando em cima da senhora, e aí a senhora…
Reagiu.
Gostei. "Reagiu".
Já tinha feito isso antes?
Por favor, Senhor. Olha por mim.
Por favor, Senhor. Olha por mim.
Por favor, Senhor. Olha por mim.
Talvez uma vez.
Por favor, Senhor.
Por favor?
Quando eu era bem pequenininha…
Ele respondeu!
…talvez, mas achei que tinha sido Deus.
Nós chamamos de gene TC.
É difícil de pegar. Ele pula gerações.
É predominantemente inativo e recessivo,
e, em algumas pessoas, é extremamente recessivo.
Podia passar a sua vida toda sem se manifestar.
Mas em momentos assim,
momentos extremos, de estresse absurdo,
às vezes dá um estalo e alguma coisa acaba se liberando.
Todo mundo conhece a história. A mulher, o filho, o carro…
A mãe vê o filho preso embaixo do carro porque o macaco cedeu
e ergue o veículo pra tirar o filho enquanto a vizinha pede ajuda.
Conhece essa história?
Conheço.
Já ouvi alguma coisa assim em algum momento.
O que a imprensa não entendeu foi que, naquele momento,
a mãe descobriu uma coisa dentro de si que nem sabia que existia.
Uma coisa mais forte que músculos e ossos.
Assim que ela descobriu, conseguiu ativar de novo.
Você conseguiria ativar de novo, Margaret?
Seja sincera.
É muito importante que seja sincera.
Não.
Imaginei.
Tudo bem.
Muita gente é iluminada sem saber.
Tudo bem, Margaret. Tudo bem.
Eu só…
queria fazer o melhor pra ela, sempre.
Eu só…
Por favor, esqueça isso.
A senhora nunca teria dado a ela o que ela precisa.
Mas tem um bom coração.
A senhora tem um ótimo coração.
Tá ouvindo?
Dá pra ouvir batendo.
Imagine o seu coração, Margaret.
Fica mais fácil se puder ver na mente.
Seu coração é um músculo vermelho.
Às vezes, ele bate rápido,
muito rápido, quando se tem medo, mas não precisa ter medo.
Então agora está batendo mais devagar.
Mais devagar.
E mais devagar.
Vou te dar um presente, Margaret.
Não se preocupe. Todo mundo gosta de presente.
Eu tenho jeito pra presente.
Mais devagar.
Sei dar às pessoas o que elas sempre quiseram.
E sabe o que você sempre quis de verdade, Margaret?
A escuridão
e o Deus que mora lá.
Mais devagar.
Tudo bem.
Pai Nosso, que estais no céu…
Mais devagar.
…santificado seja o Vosso nome…
O sangue está voltando pro seu corpo.
…venha a nós o Vosso Reino…
As mãos parecem alabastro ou mármore, brancas.
…seja feita a Vossa vontade…
A minha vontade, Margaret.
A minha vontade.
…assim na Terra…
Mais devagar.
Parou.
Caramba.
Matou a mãe dela?
Viu alguma coisa, Caitlin?
Uns flashes. O carro é branco.
- Ela não viu a placa. - Tá.
Levem ela pro hotel.
Com os ferimentos, ninguém vai questionar a parada cardíaca.
Coloquem ela na cama.
Margaret White morreu dormindo.
Oi.
Oi, como tá se sentindo?
Onde a gente tá?
A sua febre passou.
Que ótimo. Como tá…
Como tá o seu braço e o seu ombro?
Tentei dar um jeito neles, mas…
Você levou um tiro?
Ela tentou furar o seu tímpano.
Quase não pegou. Você reagiu bem rápido.
Vai demorar um pouco, mas você vai ficar bem.
- A minha mãe… - Tentou furar o seu cérebro, Carrie.
Já passei por isso. Sei como é.
É terrível.
Sim, pode passar a mão em mim.
Eu devo estar fedendo também.
Você existe.
Pois é.
Mas você estava na minha cabeça.
Não. Não exatamente. Eu…
Desculpa ter demorado pra te achar. A viagem foi longa.
Quem é você?
Isso também é uma longa história.
A gente tem tempo. Prometo.
Onde a gente tá?
- Recomeçou. - Onde?
Tá, olha, eu…
O ideal é eu não te contar, pra você não pensar nisso.
Assim, ninguém consegue te rastrear.
Eu te fiz duas perguntas simples.
Quem é você e onde estamos?
Nem isso você vai me dizer?
Tá só me sequestrando e me deixando sem informação.
Por que…
Por que todo mundo me trata como se eu não aguentasse nada?
Não, você aguenta. Aguenta, sim.
E você não tá destruída, viu? De jeito nenhum.
Você é uma deusa.
É tipo um furacão devastador.
E não tô te sequestrando
nem te deixando sem informação.
Tô te escoltando pra um lugar seguro,
longe dos monstros que nos perseguem, e é uma puta honra.
Quem eu sou?
Sou sua amiga.
E onde estamos?
No mundo.
É o que você sempre quis, não é?
Ele é seu, Carrie.
Sei que você se sente culpada, e vamos tratar isso também,
porque o que destruiu foram só correntes.
O mundo é meu?
É, sim.
O mundo é meu.
Inteirinho.
O mundo é meu.
Pra onde quer ir?
BASEADA NO ROMANCE DE STEPHEN KING
Legendas: Luiz Souza
Supervisão Criativa Zé Roberto Valente
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.