All language subtitles for not.a.stranger.s01e02.1080p.web.h264-9minus5in

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Um caso de uma noite.

Uma noite e nada mais?

Nada mais.

SEI QUEM ÉS

LEITE

2 MESES ATÉ À EXPOSIÇÃO

Na altura, o meu problema era não conseguir começar.

Melhor dizendo, era o que eu pensava.

Podia ter fechado a porta ao meu passado e começado de novo.

Ou, com um sentido de aventura a fermentar dentro de mim,

com uma sensação de leveza.

As pessoas perdem muito tempo com as perguntas erradas.

No entanto, a minha felicidade devia ser única.

Era uma felicidade que incluía o lado negro da felicidade.

O que fazes aqui, Nazlı?

Estou a trabalhar.

Estás a trabalhar?

E o teu emprego, o hospital?

Acabou.

Comecei de novo.

Não podes ficar aqui.

- Não decidiram deixar-me ficar? - Não.

Não quero. Percebes?

Esta é a minha casa.

A casa onde vivo com a minha família.

Sou casado.

Parabéns.

Esta parvoíce vai acabar já.

Vou assegurar-me disso.

Arranjo-te um emprego, resolvemos isto.

Não tens de tratar de nada. Já estou à procura de emprego.

Vou-me embora assim que encontrar um.

- Já escolheste o tema? - Não sei.

Não sinto nada. Estou vazia por dentro.

Não exageres. Primeiro, acalma-te.

Sai, dá um passeio. Apanha ar fresco.

Pensa nisso. Era o que fazias.

Isso era antes.

Está bem. Então, não faças isso.

Faz o que te deixar feliz.

É o que importa.

- É a Ezgi da galeria. - Está bem.

Olá, Ezgi.

Não podemos adiar a entrevista?

Não me parece boa ideia falar da exposição antes de decidir o que vou fazer.

Todos temos histórias que contamos a nós próprios sobre a vida.

Até que chega um momento

em que sentimos que têm de mudar.

Desistir delas.

Inventar novas.

Creio que ele também sentia isso.

Uma dúvida sinistra ter-se-á infiltrado silenciosamente na sua mente.

Quem era eu antes?

Quanto mudei?

Não borrates.

- Não borrates. - Não.

É o que estás a fazer. Não borrates.

Fizeste um bom trabalho.

A partir de agora, a minha manicura, pedicura…

És tu que fazes.

Tratas disso.

- Ouviste? - Está bem.

Estás decidido a borratar tudo.

Se a Mavi chorar ou ficar aborrecida, liga-me.

Está bem.

Acabou-se o iogurte dela.

Ainda há um pouco naquele frasco, mas lavei o resto.

Está bem.

Faço mais hoje à noite.

Já fiz mais. Está no armário de baixo.

Obrigada.

Eu faço-lhe o iogurte. Diz-me quando estiver a acabar.

Não é incómodo. Eu faço.

Não disse que era incómodo. Só disse que eu fazia.

É o nosso pato preferido?

Sim, sim.

Mavi, viste a minha fita do cabelo?

POSSO VER A MOTA HOJE? ESTOU OCUPADO

EU DISSE QUE ESTAVA OCUPADO, MAS A REUNIÃO FOI ADIADA

SE PUDERES VIR AGORA MOSTRO-TE A MOTA

Muito bem.

Está a surgir aqui algo bonito.

O que se passa?

- Está horrível. - Não exageres.

Vocês, artistas, adoram exagerar.

Prepara a tela e começa de novo.

Pentimento.

Lembremo-nos do que significa.

Arrependimento, em italiano. Certo?

Um artista pode preparar um quadro inteiro ou uma parte de que não goste.

Recomeça e cria uma nova obra de arte.

Isto não é um defeito.

Os arrependimentos fazem parte de vocês. São parte essencial da vossa arte.

Quando as raparigas se maquilham também é pentimento?

As tuas perguntas sexistas deixam-me maluco. Não tenho resposta.

Mas temos uma artista famosa entre nós. Podemos perguntar-lhe.

A minha ex-assistente.

É a nossa convidada de hoje,

Funda İnal.

- Bem-vinda. - Bem-vinda.

Pergunto-me que tipo de mãe te tornaste.

Perguntaremos isso à Mavi quando ela crescer.

Gostaria que fosses a minha mãe.

Estás zangado comigo?

Eras o amor da minha vida.

Eu não era teu.

Eu sabia disso até nos nossos momentos mais felizes.

Mas a vida é assim.

Desculpa.

Manda cumprimentos.

- Estou. - Onde estás?

Na escola.

- Como está o Kemal? - Está bem.

Está bem. Como foi a aula?

Isto talvez demore.

- E estou preocupada com a Mavi. - Não estejas.

Eu ia falar disso. Vou para casa.

O tipo que queria ver a mota insistiu em vê-la agora.

Por isso, vou para casa.

- Ótimo, também fico mais descansada. - Está bem, querida. Amo-te.

Amo-te.

Sabes como eu era convencida?

Era tudo fachada.

Será que vou mesmo fazer a exposição? Sinceramente, não faço ideia.

Claro que vais.

Já decidiste.

A única coisa a fazer

é concretizar a tua decisão.

O desempenho e o conforto eram as minhas prioridades.

- Faz muitas viagens longas? - Fazia.

Para viagens longas, precisará de uns acessórios.

Alforges, proteção para faróis, para-brisas, etc.

Sim, esse é o plano. Começaremos no mar Negro.

A rota da Trácia também é muito bonita.

Uçmakdere, as montanhas Ganos.

Vamos juntos, mano.

Obrigado, mas… Já não tenho idade.

A tua mulher não deixa?

- Não. Ela… - As mulheres são muito esquisitas.

Não, eu não quero. Velocidade e assim.

Não é a melhor parte?

Sim, mas… agora tenho medo.

Quando se é pai, quer-se viver mais tempo, acho eu.

Vais vender a mota?

Vou.

Porquê?

- Como assim? - Adoravas a mota.

Adiante.

A vida é tão estranha, não é? Tudo muda.

Se não se importar, vou tomar banho enquanto a Mavi dorme.

INICIAR SESSÃO

- Estás a gravar isto? - Sim.

Uau, estás incrível.

İlker, a Nazlı deixou coisas no apartamento antigo. Vamos buscá-las.

É o aniversário da Ceren. Não te esqueças.

- Vamos em frente? - Vamos virar à esquerda.

- Podemos parar aqui. É aqui. - Aqui? Está bem.

Já volto.

Hoje, vou sair tarde do escritório.

Compra um presente por mim.

E diz: "Desculpa, ele não pôde vir."

Se não tivesse de trabalhar, não te mandava sozinha, mas…

… tem mesmo de ser.

Nazlı! Ouves-me durante dois minutos?

Emre. Podes falar mais baixo?

Não atendes as minhas chamadas.

Tenho de ir, desculpa.

Estou aqui.

Ele é o teu colega de casa?

Não, é o meu namorado. O Emre.

- Há algum problema? - Não…

As coisas azedaram da última vez.

É o nosso estilo. Fazemos tudo de forma intensa.

Há quanto tempo estão juntos?

Já há algum tempo.

Há mais de um ano.

A Funda chegou. Funda.

- Olá. - Querida.

- Um presentinho. - Obrigada, querida.

Minha linda.

Kemal. Olá a todos, já agora.

- Bem-vinda. - Olá.

Desde quando?

Deve ser muito recente.

Interessante.

Como assim?

Escondeu-nos isto.

Também não percebo.

Ela contou-me quando cheguei.

Agora é hora de aprender! Azul!

Azul.

Olá.

Olá.

Maviş.

Anda cá. O papá está aqui.

Vamos lá.

Saudades do papá?

O papá tem muito trabalho hoje. Vai trabalhar em casa.

Vou lavar as mãos.

Anda cá.

Bravo!

Saúde!

Vamo-nos embora agora.

AINDA ESTÁS NO ESCRITÓRIO? ESTÁ TUDO BEM?

TUDO BEM. ESTAVA FARTO DO ESCRITÓRIO. VOU TRABALHAR EM CASA.

ESTÁS EM CASA? QUE TRETA NÃO TE ATRAPALHO, AMO-TE

Olha o que tenho para ti.

- O que é isso? - A Funda de há 15 anos diz olá.

Ouve bem.

"Olá, sou a Funda.

É o meu primeiro ano no curso de arquitetura da sua faculdade."

Sei o que vem a seguir. Não continues.

Vais ouvir.

"Este não é o sítio certo para mim.

A minha alma pertence aí.

Sei que não aceita alunos de outros departamentos,

mas o meu desejo é autêntico.

Deixa-me provar-lhe isso?"

Se ainda queres um conselho,

dá-o a ti mesma.

Esta és tu.

A mulher idealista,

fiel

e corajosa que me enviou este e-mail.

Tenho tantas saudades tuas.

Tenho saudades tuas todos os dias.

- Quer gelo, senhor? - Sim, uma pedra.

Vou à casa de banho.

A Mavi está a dormir lá em baixo.

Vou estar no quintal uns minutos. Tenho uma visita.

Está bem.

Estive a falar com a Ezgi. Arranjaram-te uma entrevista.

Sim.

- Então? Porque estás a hesitar? - Não sei, não tenho a certeza.

Só estou a fazer-me difícil.

Torço o nariz a tudo.

Tenho de controlar tudo,

em todas as circunstâncias.

Quero que os gajos com quem todos querem uma entrevista

sejam os que me querem entrevistar.

Mas eu digo…

"Dispenso."

- Parece-te mal? - Parece coisa de menina mimada.

Mimada.

Por exemplo, também quero ser mãe, está bem?

Quero ser mãe.

Mas dizer isto vezes sem conta não faz com que aconteça, pois não?

O que faço?

Aceito e começo a desejar outras coisas,

a pensar que talvez se realizem.

O que significa isto? Não podemos ter tudo o que queremos.

Se eu consigo aceitar isto, tu também consegues.

Acorda, amiga.

Acorda.

Não podes controlar nada nem ninguém nesta vida.

Foda-se.

Estás zangada comigo?

Porquê? Estás só a dizer o que pensas.

Não se trata disso.

Em relação ao Kemal.

Não estou zangada.

Não tens o direito de estar zangada.

- Porque não estás zangada? - Estou feliz por vocês, Ceren.

Pronto.

Deita tudo cá para fora.

Precisava de um lenço. Estás bem?

- Sim, estou bem. - Pronto.

Ficaste aliviada. Deitaste tudo cá para fora.

O teu vestido…

… está uma desgraça.

É leite?

İLKER AMOR

A pessoa que contactou não está disponível…

Olá, Sra. Funda.

Desculpe, não a ouvi.

Bem-vinda.

- Não tinhas de fazer isto tão tarde. - A roupa da Mavi acumulou-se.

- Resolvi tratar disto. - Percebo.

O İlker? Não o consigo contactar.

Acho que o ouvi sair.

Obrigada.

ESTAVA NA MOTA, VIM APANHAR AR FRESCO

Disseste que o poder curativo das plantas era a tua paixão,

daí escolheres a enfermagem.

O quê?

Quando trataste dos frascos.

Disseste: "É a minha paixão, daí escolher esta profissão."

Sim.

Como pudeste desistir tão facilmente?

Às vezes, as coisas que amamos deixam-nos.

Mesmo que não as queiramos deixar.

Eu disse-lhe que tive um acidente.

Depois disso, tive de deixar de ser enfermeira.

Como é saber que não podes ser mãe?

Não fiques triste.

Vem comigo.

Agora, olhando para trás,

arrepende-se de ter escolhido aquela mulher e não outra?

O arrependimento faz parte.

Talvez seja a parte mais importante.

Tenho uma ideia para a exposição.

Vai ser ótima.

Já comecei o primeiro quadro. A Nazlı vai posar para mim.

- De quem foi a ideia? - Minha.

Não sei.

Há qualquer coisa nela. Inspira-me incrivelmente.

- Foste de mota. - Sim. Fui dar uma volta.

Como foi?

Decidi não a vender.

Porquê?

Porque me excita.

O que estás a fazer?

Aproveita.

Será sobre diferentes estados da feminilidade.

Como dar à luz, uma mulher tornar-se mãe

ou preferir não o ser ou não poder, apesar de querer…

Vamos explorar como as histórias das mulheres se desenrolam e divergem

através da lente da maternidade no mundo de hoje.

Há notícias do emprego a que te candidataste?

Não, ainda não.

Está bem, não demores.

Disse que conseguia.

Arranje-me um emprego.

Está bem.

Exato.

Eu trato disso.

Muito bem.

Está bem.

Eu aviso-te amanhã ou quando for.

Que bom.

Talvez eu quisesse

tê-la só para mim.

Fiquei curiosa.

Queria olhar para ela,

observá-la.

Mas, por mais que se olhe com atenção,

não se tem a perspetiva toda.

Há sempre ângulos mortos.

Coisas que não podem ser controladas.

O que fazes aqui?

Lembras-te de me teres perguntado?

O que fazes tu aqui?

Não ias mudar-te para Londres?

Não foi por isso que acabámos?

Talvez os desejos dos outros

possam ser apaziguados.

Mas nunca podem ser satisfeitos.

- Estás a filmar isto? - Sim.

- Tira uma foto. - Estás incrível.

Já pensaste em ser modelo?

Modelo?

Agora faz a tua pose mais sensual. A mais ousada.

Sim.

- Gostas? - Claro.

Já chega, vem cá.

Vem cá.

Aqui?

E tudo o que andámos a reprimir

volta a nós, mais cedo ou mais tarde.

Legendas: Rita Menezes

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.