All language subtitles for City.of.Blood.S01E04.1080p.WEB.h264-EDITH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

ANTERIORMENTE

- Se sua filha e a doadora n�o vierem� - Estaremos l�.

Sou Yassin, amigo da Phoebe.

- Eu te mandei o v�deo. - Sabe onde ela est�?

Por que n�o me contou sobre a oferta do Moderson?

Ele est� ditando nossa estrat�gia de campanha?

Ele representa 90% dos nossos doadores.

N�o sabemos nada sobre ele.

Tem um banco de sangue embaixo do Domo.

O que foi fazer l�?

Foi a sua pasta que aprovou aquilo.

A constru��o, sim.

Mas n�o sou respons�vel pelo que fazem l�.

Preciso ir ao hospital. Minha irm� vai receber meu rim.

Se n�o fizermos a cirurgia�

- N�o vai dar. - Ela vai morrer.

- Quando o Domo reabriu? - H� seis meses.

Todos desapareceram nos �ltimos seis meses.

Ent�o o banco de sangue tem rela��o?

N�o preciso de voc�.

Vai impor a legaliza��o do sangue.

- Est� me amea�ando? - Sim.

O que voc� �?

Algu�m que voc� n�o pode simplesmente dispensar.

Tenho uma ideia para salvar sua irm�.

Mas voc� n�o vai gostar.

PELA MUDAN�A AB!

Voc� tem muni��o?

� 15, certo?

N�o esquenta, mano.

N�o faz merda, ouviu?

Vou tentar.

TEMOS QUE AGIR

CIDADE DE SANGUE

- Tenho que ir. Tudo tranquilo? - Tudo. At� mais tarde.

Esqueceu algo?

Estamos fechados.

N�o vai demorar.

Conhece ela?

N�o.

Tem certeza?

- T� bom. - Agora se lembrou?

Ela veio aqui ontem. Deixei ela sair pelos fundos.

Eu n�o a conhe�o. S�rio.

Ela veio sozinha?

N�o.

N�o!

De novo�

Ela estava sozinha?

- Bea Hoffmann, � voc�? - Sim.

Como anda f�cil virar especialista em algo.

Benjamin Fitz-James.

Este � seu lugar.

- Deixa comigo. - Cuidado�

Tem um momento?

S� temos esta foto da sua irm�.

Queremos recort�-la. Tudo bem por voc�?

Certo, obrigada.

Ol�, Bea.

Decidiu entrar pra pol�tica?

N�o. Estou aqui pela minha irm�.

Sua m�e acabou de me contar.

Espero que ajude a encontr�-la.

Muito obrigada.

- Aqui. - Obrigada.

Fitz-James, deseja um retoque?

- N�o. Obrigado. - Certo.

Fale com o Fitz-James depois do programa. Quem sabe ele nos apoie.

E o seu pai?

Claro, seu novo slogan veio na hora certa�

Ele adorou.

O povo apoia voc�.

� ela quem deve temer.

Sr. Lawal?

- Siga-me. - Sim.

- Oliver? - Sim.

Ela vai falar do slogan.

Responda como combinamos com a Stella.

Que porra � essa?

FELIZ ANIVERS�RIO

Puta merda.

O traidor � o irm�o do Farid.

O que vamos fazer?

Entregar o Yassin pro Pit.

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: E-MAIL | loschulosteam@gmail.com

Como � n�o poder morrer?

Solit�rio.

Meu maior medo � um dia n�o sentir mais nada.

Esquecer como � ser humano.

Nem todos n�s somos assim.

� dif�cil,

mas d� para superar a fome de sangue.

� como superar um v�cio.

Mas o medo de ser dominado pelo desejo nunca some.

Ol� e boas-vindas. Que bom ter sua audi�ncia!

Hoje temos convidados ilustres e um assunto que diz respeito a todos n�s.

Berlim � perigosa?

Aqui no est�dio conosco, a primeira-ministra Hilda Klein, do BDP.

- � um prazer receb�-la. - Ol�.

Tamb�m est� conosco Oliver Lawal, do Aufbruch Berlin.

Segundo as �ltimas pesquisas, ele � o segundo candidato mais forte

e, portanto, o maior rival de Hilda Klein.

- � um prazer receb�-lo. - Oi.

Tamb�m apresento Benjamin Fitz-James, especialista em seguran�a.

Ele � CEO e cofundador da maior empresa de seguran�a privada,

a For�a de Seguran�a de Berlim.

Bem-vindo, Sr. Fitz-James.

E, para fechar, a voz da juventude de Berlim,

a jornalista e agora ativista Bea Hoffmann

que, com seu controverso arremesso de sangue,

chamou aten��o para as injusti�as sociais e o com�rcio ilegal de sangue.

Seja bem-vinda. � um prazer receber todos aqui.

Vamos come�ar com voc�, Srta. Hoffmann.

Sua m�e a perdoou pelo ataque de sangue,

ou a situa��o continua tensa?

Estou aqui para falar sobre a quest�o da seguran�a em Berlim.

Houve mais de 230 desaparecimentos n�o solucionados

nos �ltimos seis meses.

E minha irm� � um desses casos.

Ela se chama Phoebe Kaya.

Se algu�m a viu, por favor, entre em contato.

Essas pessoas, diferente de mim e de voc�s,

n�o t�m um lar nem renda, e lutam para sobreviver

- nas ruas todos os dias� - Sim.

Posso fazer uma interrup��o curta?

Caros telespectadores, tamb�m publicamos em nosso site

fotos das pessoas desaparecidas.

Quem souber de algo

pode contatar a Unidade de Desaparecidos da Pol�cia de Berlim.

Os detalhes de contato tamb�m est�o em nosso site.

Prossiga.

S�o pessoas que vivem � margem da sociedade,

ent�o ningu�m se importa com elas.

Nem pol�ticos, nem a imprensa, nem a pol�cia.

Entendo. Srta. Hoffmann, muito obrigado

por sua introdu��o fervorosa ao t�pico de hoje.

O senhor diz que a seguran�a dos berlinenses

tamb�m � prioridade na sua campanha.

O que diria � Srta. Hoffmann em resposta?

Ou sua �nica preocupa��o � agir contra as "elites", Sr. Lawal?

- Ficou sem palavras? - N�o.

- Eu� - Acreditem em mim.

Os pol�ticos e a pol�cia levam os desaparecimentos muito a s�rio.

Estamos criando uma comiss�o especial.

S�rio? S� agora?

Esse problema n�o come�ou ontem, n�o �?

� muito f�cil apontar o dedo para os outros.

Eu e o senhor sabemos que esse n�o � o �nico problema de Berlim.

Mas concordo com a Srta. Hoffmann: o crime se combate com justi�a social.

- Isso � besteira. - Como?

- Besteira. - Sr. Lawal, teve sua chance de falar.

O problema � que a criminalidade, gra�as ao seu governo, Sra. Klein,

tem permiss�o para se espalhar como um c�ncer.

Admito que n�o sou f� da sua pol�tica err�tica, Sr. Lawal,

mas concordo com o senhor

que a pol�cia de Berlim n�o tem pessoal nem recursos

para sequer come�ar a garantir a seguran�a de Berlim.

- Exato. - Por isso, n�s da For�a de Seguran�a

abordamos a Sra. Klein anos atr�s, mas sem sucesso.

Propusemos privatizar o setor de seguran�a,

e assim torn�-lo mais profissional.

Todo cidad�o teria a seguran�a que quer e precisa.

Ou a que puder pagar.

Um sistema para cada classe � o fim da democracia.

Concordo. Est� corret�ssimo.

Mas � melhor do que prote��o nenhuma.

Isso contradiz sua campanha. Achei que fosse contra as elites.

- Desculpe, Sr. Lawal. - L� vem�

Mas � dif�cil enxergar consist�ncia nas suas pautas.

Esse slogan sobre as elites � um absurdo por si s�,

visto que entrou via casamento para uma fam�lia rica.

Quando digo "esmagar as elites", me refiro a pessoas como a senhora,

que ficam organizando grupos focais e briefings

e decidindo sobre a vida das pessoas com base apenas em estat�sticas.

Ao contr�rio da senhora, eu conhe�o as ruas.

Conhe�o as pessoas e as demandas delas, e sei o que acontece l� fora.

E estou vendo Berlim, a minha Berlim, descer pelo ralo.

Srta. Hoffmann, se me permite,

n�o acha v�lido o argumento do Sr. Lawal?

Por que a opini�o da Srta. Hoffmann � relevante?

Porque ela jogou sangue na m�e?

Isso basta hoje em dia?

Eu estou interessado em ouvir a Srta. Hoffmann.

- Por favor. - Os desaparecimentos s�o relevantes.

H� ind�cios claros de que eles t�m liga��o direta com o tr�fico de sangue.

Mas voc�s n�o admitem nem fazem nada.

N�o � verdade. H� um projeto de lei de reforma policial.

- Uma reforma ap�s a outra. - Sim.

Eles se escondem atr�s dos processos democr�ticos,

em vez de fazerem algo para variar.

Sr. Lawal, um momento.

- J� h� uma for�a policial� - N�o terminei.

Prometo aqui e agora que, se me elegerem para o governo,

n�o haver� mais grupos focais nem comiss�es especiais.

N�o, haver� uma for�a-tarefa

que erradicar� sistematicamente os cl�s criminosos desta cidade,

confiscar� as propriedades, deportar� as fam�lias

e acabar� com a exist�ncia deles.

Quanto a voc�, Srta. Hoffman.

N�s vamos�

N�s vamos legalizar o com�rcio de sangue.

Para que os cidad�os de Berlim possam receber

uma renda b�sica

e para sufocar o Batvia.

Sim, estou falando do Cl� Batvia,

que est� se espalhando como uma praga pela cidade.

Assim teremos menos desaparecimentos.

Talvez nenhum, Srta. Hoffmann.

Precisamos nos livrar dessa esc�ria com�

Quero saber para onde vai todo esse sangue coletado ilegalmente.

Para os hospitais � que n�o �.

At� onde sei, ainda h� escassez de sangue.

Podemos perguntar � nossa nova especialista, Srta. Hoffmann.

Responderemos a essa pergunta em um momento.

Acabei de receber uma mensagem do diretor.

E � uma �tima not�cia para voc�, Srta. Hoffmann.

Sua irm� entrou em contato conosco.

Ela est� nos assistindo e est� no telefone.

- Srta. Kaya? - Oi, Bea.

Desculpe n�o ter falado nada.

Eu s� soube agora que voc� estava me procurando.

Eu s� precisava de uns dias sozinha antes da cirurgia.

N�o imaginei que recorreria � imprensa.

Achei que nos ver�amos no hospital.

Foi o que combinamos.

Sim, Srta. Kaya. Muito obrigado por contatar sua irm�.

E por nos contatar. Sua irm� deve estar mais tranquila.

Pessoal de casa,

s�o esses momentos que me deixam incrivelmente feliz,

quando percebo que nosso programa faz a diferen�a.

Na semana passada�

Zeno Gennardi chamando

�voc�s se superaram.

Sua solidariedade possibilitou que o jovem Hannes, de 7 anos,

que est� doente, se submetesse a uma cirurgia card�aca.

Esta semana, Hannes ser�

Srta. Hoffmann, que �timo!

Fico feliz pelo reaparecimento da sua irm�.

Deve estar muito aliviada, n�o � mesmo?

N�o?

Tudo bem. N�o vou perguntar

sobre o procedimento m�dico, mas�

N�o � s� a minha irm�. H� 200 pessoas desaparecidas.

Elas tamb�m v�o ligar?

Desculpe, mas a irm� desaparece e depois liga no momento mais prop�cio?

Vou dizer o que parece.

Voc� jogou sangue na Secret�ria de Constru��o,

que por acaso � sua m�e,

e agora inventou esse sequestro.

N�o recebe aten��o suficiente em casa?

A grande pergunta de hoje �:

a Secret�ria de Constru��o falhou como pol�tica e como m�e?

O senhor perguntou para onde vai o sangue.

Ele n�o � vendido no exterior. Ele continua aqui, em Berlim.

Eu vi pessoalmente.

Sob o Domo, h� uma �rea enorme com toneladas de sangue armazenadas.

Srta. Hoffmann, quer que acreditemos�

Uma �rea sob o Domo, com toneladas de sangue armazenadas,

e o meu pessoal n�o notou?

Agora sou eu quem quer saber que procedimento m�dico � esse.

- Descemos a esse n�vel? - Pe�o desculpas.

Eu agradeceria se pud�ssemos voltar � discuss�o em pauta:

a seguran�a dos berlinenses.

- Veremos. - Se entendi direito, o Sr. Lawal

quer abolir a democracia e transformar Berlim num estado policial.

A que n�vel o senhor se refere?

Ao da pol�mica? De volta � senhorita.

H� alguma prova dessa�

reserva de sangue?

Qualquer prova? Seria f�cil tirar pelo menos uma foto

para mostrar aqui hoje, n�o concorda?

� verdade. Vejam por si mesmos. Mande a pol�cia.

Infelizmente, eles t�m coisas melhores a fazer.

- Sim. - Infelizmente.

Ʌ

Srta. Hoffmann, vejo que est� abalada com a situa��o.

Eu j� disse que � a verdade.

Certo. Ent�o�

� a verdade.

Senhoras e senhores, faremos um breve intervalo comercial

antes de continuarmos esta discuss�o

controversa e emocionante. Fiquem ligados.

Ela nunca vai me perdoar.

Satisfeito? J� a envergonhei o bastante?

O motorista est� esperando.

Phoebe.

Leve isto.

Tem o c�digo de seguran�a. Pode entrar quando quiser.

Rosa, onde colocou meu celular?

Rosa, querida.

Vi voc� brincando com ele.

Merda�

Kevin, n�o consigo achar meu celular.

E eu com isso?

Est� ali.

Pegue pra mim.

Essa�

vai sobrar pra voc�.

Que merda.

Que nojo�

Merda.

G chamando

Chefe.

Finalmente.

Foi mal.

O que me diz?

Pois �, eu vi.

Aquele cara vai destruir nosso neg�cio.

Temos que fazer algo a respeito.

- Sim. Ainda hoje. - Hoje?

Estou ocupado. Um dos meus homens � um delator.

N�o � problema meu.

D� uma li��o inesquec�vel no Lawal.

Se n�o, teremos problemas.

- Ningu�m nos ataca e sai impune. - Rosa, a� n�o.

- Certo? - Estou com minha filha hoje.

D� um jeito.

Dr. Honeck, Departamento Quatro. Dr. Honeck, por favor.

Oi.

Foi mal. N�o sabia que estava me procurando.

Liguei mil vezes. Mandei mensagens.

- Por que n�o retornou? - Eu precisava pensar um pouco.

Meu celular ficou desligado.

Por dois dias?

E a� voc� liga no meio do programa e me faz parecer idiota?

- Vacilei. - Recebeu algo?

- Foi por dinheiro? - N�o.

Yassin filmou eles levando voc�.

Desculpe. N�o tinha vaga pro carro.

- Oi, Phoebe. - Diga a verdade.

Podemos resolver isso? N�o quero que morra.

Vamos?

Foi isso que disse a ela?

Disse que eu posso morrer?

Se sua condi��o piorar, vai precisar do transplante, Bea.

Sen�o ela nunca largaria o v�cio.

Vai se foder.

Eu fa�o tudo pela Bea.

Eu vi o estado em que voc� estava.

N�o posso fazer isso.

O qu�?

N�o quero seu rim.

- Mas ela quer doar. - N�o posso aceitar. N�o assim.

Voc� � muito ego�sta!

Sabe o que precisei fazer para marcar essa cirurgia?

Quantas pessoas queriam estar no seu lugar?

Bea!

Bea!

- E agora? - N�o fa�o ideia.

Por onde andou?

Voltou a usar drogas?

Est� maluca?

Voc� n�o d� a m�nima pra nada, n�?

� culpa sua ela estar nessa situa��o.

� culpa sua se ela morrer!

Eu tinha 14 anos.

Respire o vento fresco da mudan�a.

Seu lar em harmonia com a natureza.

Domo Clim�tico. Molde seu futuro.

Onde ela est�?

Quero falar sobre o Johan.

Sim?

Ele faz o Lawal incitar o povo contra minha organiza��o.

Me pressiona por mais sangue.

Tem raz�o.

Assim n�o d�.

Quero que ou�a uma sugest�o do Johan.

Que sugest�o?

O que quer dizer?

Sabe que teremos que achar outra maneira

de adquirir sangue a longo prazo.

Que maneira seria essa?

Uma que n�o nos torne vulner�veis.

Queremos legalizar o com�rcio de sangue. Oliver Lawal vai fazer isso por n�s.

Queremos mesmo isso?

Johan atacar minha organiza��o faz parte do plano?

Claro que n�o.

N�o foi de prop�sito.

Zeno�

essa conquista ser� nossa.

Eu e o Johan vamos visitar voc�.

E a� vamos conversar.

Se essa � sua decis�o�

Ele est� aprendendo.

Vou lev�-lo.

Ainda vai demorar.

Vem c�.

Entre.

Eu�

quero que me morda.

Como �?

Por que n�o? S� aceita VIPs?

N�o tem espa�o no seu maldito Domo?

Anda, me morde.

Vai.

Melhor que aquela porcaria da garrafa.

Vai logo.

A vida � preciosa, Phoebe.

N�o tem nada de precioso nela.

N�o aguento mais!

N�o quero mais sentir. Malditos sentimentos. N�o aguento.

Ela me odeia.

N�o tenho mais nada.

A culpa � sua.

Sua e do seu plano de merda.

Phoebe, pare.

Pare.

Pare com isso.

Finalmente apareceu.

Oi. Esta � da casa de repouso.

Tenho mais uma entrega.

- Estou ocupado� - N�o, n�o est�.

- Voc� vai para o Domo. - Ei.

Tem entrega para o Domo.

O que est� olhando?

� para um amigo.

Tudo bem com voc�?

Claro. E voc�?

Bem, s� meio estressado.

Estou com minha filha.

- Ei, Yassin. - Oi.

Este vai para o apartamento A28.

Fale com o porteiro.

Se o cliente n�o estiver, coloque o bolo na geladeira. Entendeu?

� melhor levar a arma.

Confeitaria Tucholsky

- � tranquilo entrar com a arma? - Claro que n�o.

Fale com o seguran�a da entrada A.

Ele tem barba e cabelo castanho.

- Certo. - D� o celular.

- Entendeu? - Sim.

Cabelo castanho.

Est� com medo? Seu merdinha!

Valeu.

- Oi. - Oi.

Ainda tem os n�meros do banco de sangue que me mostrou?

Por qu�?

Estou indo para o Domo.

Tem uma entrega para o apartamento A28.

E se os n�meros do banco correspondem aos apartamentos?

Estou indo para l�. Vem comigo?

Bea?

Espere por mim no Domo.

Eu chego em uns 20 minutos.

N�o dev�amos t�-las separado.

Phoebe sabia no que estava se metendo.

Carl, ela tinha 14 anos. Ela tamb�m precisava de algu�m.

Eu e a Phoebe nunca nos dar�amos bem.

Foi ego�smo.

Foi, sim.

Imagine se fosse eu e voc�.

N�o d� para comparar.

- D�, sim, Carl. - N�o.

N�o tenho mais dinheiro. N�o posso pagar.

Temos at� hoje � noite. Depois�

A cirurgia precisa acontecer.

Precisa encontr�-la.

A condi��o dela vai piorar.

Pode rastrear o celular?

N�o posso. N�o d�.

Ela n�o devia ter ido ao programa.

Tem alguma verdade no que a Bea disse?

Como assim?

O tal banco de sangue sob o Domo. Sabe algo sobre isso?

� invencionice.

Certo, vou ver o que posso fazer e depois te ligo, est� bem?

- Carl. - Diga.

Vou esperar aqui.

Est� bem.

Qualquer coisa, me ligue.

FOR�A DE SEGURAN�A

- Oi, Yassin. - Oi!

Tudo bem?

Sim. Tem sangue a�?

N�o, s� um bolo e uma arma.

Uma arma?

Um seguran�a de barba e cabelo castanho est� a par de tudo.

- Ol�. - Ordem de entrega, por favor.

DAILY EATZ Domo

E aquele ali? Tamb�m tem cabelo castanho.

Coloque a bolsa no ch�o.

E ele tem barba.

Ei!

Saiam e virem � esquerda. Depois, falem com o porteiro.

- Obrigado. - Pr�ximo.

Como sabia?

Eu n�o sabia.

Era tudo ou nada.

� AMIZADE E �S MUSAS

Ficou me esperando?

Est� com medo?

Como ele reagiu?

Foi desnecess�rio o Lawal ter provocado ele.

N�o era para ele saber por um talk show.

Aquilo�

n�o foi planejado.

� isso que me preocupa. Que voc� n�o tenha tudo sob controle.

Domo Clim�tico. Molde seu futuro.

Coloque a entrega na mesa.

- Algu�m mora aqui? - R�pido.

� um bolo. Preciso p�r na geladeira.

Tudo bem.

Achei que o apartamento seria maior.

Onde est� a outra?

- No banheiro. - O qu�?

- Ela n�o pode usar. - Tem algo aqui!

Diga para ela voltar j�.

Se algu�m souber� N�o podem usar.

Bea?

Aqui.

- Como achou isso? - N�o pode entrar.

- Vou chamar um guarda. - Ouviu?

Ei. O que tem a� n�o � da conta de voc�s.

O que tem a�?

Farid?

O que fizeram com voc�?

Merda� Me ajude a tirar ele daqui!

Merda.

Vou chamar a seguran�a.

Deixa ele, Farid!

Farid, pare! O que est� fazendo?

Solta ele! Farid!

Vamos embora, Yassin. Vamos!

Temos que sair.

Yassin, vamos!

Vamos! Yassin.

Bea, pode ir.

Voc� tem que ir!

O que vai fazer?

Mandei ir embora!

Vai logo! Fuja!

Bea, espera!

Respire o vento fresco da mudan�a.

Seu lar em harmonia com a natureza.

Molde seu futuro.

Finalmente chegaram.

Ent�o querem me transformar num homem honesto?

Que conceito interessante.

Quando isso vai acontecer?

Esperamos que a legaliza��o do com�rcio de sangue

se torne oficial de tr�s a quatro meses ap�s a elei��o.

Isso se o Lawal vencer.

� nossa previs�o.

Ent�o precisam de mim at� l�?

E depois disso tamb�m.

Com licen�a.

Al�?

7% DA ESTRUTURA DANIFICADA EVACUA��O IMEDIATA NECESS�RIA

O que sabemos por enquanto

� que o teto de membrana do Domo foi danificado.

Ainda n�o h� detalhes sobre a extens�o da cat�strofe.

N�o se sabe se foi um acidente ou terrorismo.

Explos�o no Domo

At� agora, nenhum grupo assumiu responsabilidade.

Legendas: Eduardo Godarth

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.