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ANTERIORMENTE
- Se sua filha e a doadora n�o vierem� - Estaremos l�.
Sou Yassin, amigo da Phoebe.
- Eu te mandei o v�deo. - Sabe onde ela est�?
Por que n�o me contou sobre a oferta do Moderson?
Ele est� ditando nossa estrat�gia de campanha?
Ele representa 90% dos nossos doadores.
N�o sabemos nada sobre ele.
Tem um banco de sangue embaixo do Domo.
O que foi fazer l�?
Foi a sua pasta que aprovou aquilo.
A constru��o, sim.
Mas n�o sou respons�vel pelo que fazem l�.
Preciso ir ao hospital. Minha irm� vai receber meu rim.
Se n�o fizermos a cirurgia�
- N�o vai dar. - Ela vai morrer.
- Quando o Domo reabriu? - H� seis meses.
Todos desapareceram nos �ltimos seis meses.
Ent�o o banco de sangue tem rela��o?
N�o preciso de voc�.
Vai impor a legaliza��o do sangue.
- Est� me amea�ando? - Sim.
O que voc� �?
Algu�m que voc� n�o pode simplesmente dispensar.
Tenho uma ideia para salvar sua irm�.
Mas voc� n�o vai gostar.
PELA MUDAN�A AB!
Voc� tem muni��o?
� 15, certo?
N�o esquenta, mano.
N�o faz merda, ouviu?
Vou tentar.
TEMOS QUE AGIR
CIDADE DE SANGUE
- Tenho que ir. Tudo tranquilo? - Tudo. At� mais tarde.
Esqueceu algo?
Estamos fechados.
N�o vai demorar.
Conhece ela?
N�o.
Tem certeza?
- T� bom. - Agora se lembrou?
Ela veio aqui ontem. Deixei ela sair pelos fundos.
Eu n�o a conhe�o. S�rio.
Ela veio sozinha?
N�o.
N�o!
De novo�
Ela estava sozinha?
- Bea Hoffmann, � voc�? - Sim.
Como anda f�cil virar especialista em algo.
Benjamin Fitz-James.
Este � seu lugar.
- Deixa comigo. - Cuidado�
Tem um momento?
S� temos esta foto da sua irm�.
Queremos recort�-la. Tudo bem por voc�?
Certo, obrigada.
Ol�, Bea.
Decidiu entrar pra pol�tica?
N�o. Estou aqui pela minha irm�.
Sua m�e acabou de me contar.
Espero que ajude a encontr�-la.
Muito obrigada.
- Aqui. - Obrigada.
Fitz-James, deseja um retoque?
- N�o. Obrigado. - Certo.
Fale com o Fitz-James depois do programa. Quem sabe ele nos apoie.
E o seu pai?
Claro, seu novo slogan veio na hora certa�
Ele adorou.
O povo apoia voc�.
� ela quem deve temer.
Sr. Lawal?
- Siga-me. - Sim.
- Oliver? - Sim.
Ela vai falar do slogan.
Responda como combinamos com a Stella.
Que porra � essa?
FELIZ ANIVERS�RIO
Puta merda.
O traidor � o irm�o do Farid.
O que vamos fazer?
Entregar o Yassin pro Pit.
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: E-MAIL | loschulosteam@gmail.com
Como � n�o poder morrer?
Solit�rio.
Meu maior medo � um dia n�o sentir mais nada.
Esquecer como � ser humano.
Nem todos n�s somos assim.
� dif�cil,
mas d� para superar a fome de sangue.
� como superar um v�cio.
Mas o medo de ser dominado pelo desejo nunca some.
Ol� e boas-vindas. Que bom ter sua audi�ncia!
Hoje temos convidados ilustres e um assunto que diz respeito a todos n�s.
Berlim � perigosa?
Aqui no est�dio conosco, a primeira-ministra Hilda Klein, do BDP.
- � um prazer receb�-la. - Ol�.
Tamb�m est� conosco Oliver Lawal, do Aufbruch Berlin.
Segundo as �ltimas pesquisas, ele � o segundo candidato mais forte
e, portanto, o maior rival de Hilda Klein.
- � um prazer receb�-lo. - Oi.
Tamb�m apresento Benjamin Fitz-James, especialista em seguran�a.
Ele � CEO e cofundador da maior empresa de seguran�a privada,
a For�a de Seguran�a de Berlim.
Bem-vindo, Sr. Fitz-James.
E, para fechar, a voz da juventude de Berlim,
a jornalista e agora ativista Bea Hoffmann
que, com seu controverso arremesso de sangue,
chamou aten��o para as injusti�as sociais e o com�rcio ilegal de sangue.
Seja bem-vinda. � um prazer receber todos aqui.
Vamos come�ar com voc�, Srta. Hoffmann.
Sua m�e a perdoou pelo ataque de sangue,
ou a situa��o continua tensa?
Estou aqui para falar sobre a quest�o da seguran�a em Berlim.
Houve mais de 230 desaparecimentos n�o solucionados
nos �ltimos seis meses.
E minha irm� � um desses casos.
Ela se chama Phoebe Kaya.
Se algu�m a viu, por favor, entre em contato.
Essas pessoas, diferente de mim e de voc�s,
n�o t�m um lar nem renda, e lutam para sobreviver
- nas ruas todos os dias� - Sim.
Posso fazer uma interrup��o curta?
Caros telespectadores, tamb�m publicamos em nosso site
fotos das pessoas desaparecidas.
Quem souber de algo
pode contatar a Unidade de Desaparecidos da Pol�cia de Berlim.
Os detalhes de contato tamb�m est�o em nosso site.
Prossiga.
S�o pessoas que vivem � margem da sociedade,
ent�o ningu�m se importa com elas.
Nem pol�ticos, nem a imprensa, nem a pol�cia.
Entendo. Srta. Hoffmann, muito obrigado
por sua introdu��o fervorosa ao t�pico de hoje.
O senhor diz que a seguran�a dos berlinenses
tamb�m � prioridade na sua campanha.
O que diria � Srta. Hoffmann em resposta?
Ou sua �nica preocupa��o � agir contra as "elites", Sr. Lawal?
- Ficou sem palavras? - N�o.
- Eu� - Acreditem em mim.
Os pol�ticos e a pol�cia levam os desaparecimentos muito a s�rio.
Estamos criando uma comiss�o especial.
S�rio? S� agora?
Esse problema n�o come�ou ontem, n�o �?
� muito f�cil apontar o dedo para os outros.
Eu e o senhor sabemos que esse n�o � o �nico problema de Berlim.
Mas concordo com a Srta. Hoffmann: o crime se combate com justi�a social.
- Isso � besteira. - Como?
- Besteira. - Sr. Lawal, teve sua chance de falar.
O problema � que a criminalidade, gra�as ao seu governo, Sra. Klein,
tem permiss�o para se espalhar como um c�ncer.
Admito que n�o sou f� da sua pol�tica err�tica, Sr. Lawal,
mas concordo com o senhor
que a pol�cia de Berlim n�o tem pessoal nem recursos
para sequer come�ar a garantir a seguran�a de Berlim.
- Exato. - Por isso, n�s da For�a de Seguran�a
abordamos a Sra. Klein anos atr�s, mas sem sucesso.
Propusemos privatizar o setor de seguran�a,
e assim torn�-lo mais profissional.
Todo cidad�o teria a seguran�a que quer e precisa.
Ou a que puder pagar.
Um sistema para cada classe � o fim da democracia.
Concordo. Est� corret�ssimo.
Mas � melhor do que prote��o nenhuma.
Isso contradiz sua campanha. Achei que fosse contra as elites.
- Desculpe, Sr. Lawal. - L� vem�
Mas � dif�cil enxergar consist�ncia nas suas pautas.
Esse slogan sobre as elites � um absurdo por si s�,
visto que entrou via casamento para uma fam�lia rica.
Quando digo "esmagar as elites", me refiro a pessoas como a senhora,
que ficam organizando grupos focais e briefings
e decidindo sobre a vida das pessoas com base apenas em estat�sticas.
Ao contr�rio da senhora, eu conhe�o as ruas.
Conhe�o as pessoas e as demandas delas, e sei o que acontece l� fora.
E estou vendo Berlim, a minha Berlim, descer pelo ralo.
Srta. Hoffmann, se me permite,
n�o acha v�lido o argumento do Sr. Lawal?
Por que a opini�o da Srta. Hoffmann � relevante?
Porque ela jogou sangue na m�e?
Isso basta hoje em dia?
Eu estou interessado em ouvir a Srta. Hoffmann.
- Por favor. - Os desaparecimentos s�o relevantes.
H� ind�cios claros de que eles t�m liga��o direta com o tr�fico de sangue.
Mas voc�s n�o admitem nem fazem nada.
N�o � verdade. H� um projeto de lei de reforma policial.
- Uma reforma ap�s a outra. - Sim.
Eles se escondem atr�s dos processos democr�ticos,
em vez de fazerem algo para variar.
Sr. Lawal, um momento.
- J� h� uma for�a policial� - N�o terminei.
Prometo aqui e agora que, se me elegerem para o governo,
n�o haver� mais grupos focais nem comiss�es especiais.
N�o, haver� uma for�a-tarefa
que erradicar� sistematicamente os cl�s criminosos desta cidade,
confiscar� as propriedades, deportar� as fam�lias
e acabar� com a exist�ncia deles.
Quanto a voc�, Srta. Hoffman.
N�s vamos�
N�s vamos legalizar o com�rcio de sangue.
Para que os cidad�os de Berlim possam receber
uma renda b�sica
e para sufocar o Batvia.
Sim, estou falando do Cl� Batvia,
que est� se espalhando como uma praga pela cidade.
Assim teremos menos desaparecimentos.
Talvez nenhum, Srta. Hoffmann.
Precisamos nos livrar dessa esc�ria com�
Quero saber para onde vai todo esse sangue coletado ilegalmente.
Para os hospitais � que n�o �.
At� onde sei, ainda h� escassez de sangue.
Podemos perguntar � nossa nova especialista, Srta. Hoffmann.
Responderemos a essa pergunta em um momento.
Acabei de receber uma mensagem do diretor.
E � uma �tima not�cia para voc�, Srta. Hoffmann.
Sua irm� entrou em contato conosco.
Ela est� nos assistindo e est� no telefone.
- Srta. Kaya? - Oi, Bea.
Desculpe n�o ter falado nada.
Eu s� soube agora que voc� estava me procurando.
Eu s� precisava de uns dias sozinha antes da cirurgia.
N�o imaginei que recorreria � imprensa.
Achei que nos ver�amos no hospital.
Foi o que combinamos.
Sim, Srta. Kaya. Muito obrigado por contatar sua irm�.
E por nos contatar. Sua irm� deve estar mais tranquila.
Pessoal de casa,
s�o esses momentos que me deixam incrivelmente feliz,
quando percebo que nosso programa faz a diferen�a.
Na semana passada�
Zeno Gennardi chamando
�voc�s se superaram.
Sua solidariedade possibilitou que o jovem Hannes, de 7 anos,
que est� doente, se submetesse a uma cirurgia card�aca.
Esta semana, Hannes ser�
Srta. Hoffmann, que �timo!
Fico feliz pelo reaparecimento da sua irm�.
Deve estar muito aliviada, n�o � mesmo?
N�o?
Tudo bem. N�o vou perguntar
sobre o procedimento m�dico, mas�
N�o � s� a minha irm�. H� 200 pessoas desaparecidas.
Elas tamb�m v�o ligar?
Desculpe, mas a irm� desaparece e depois liga no momento mais prop�cio?
Vou dizer o que parece.
Voc� jogou sangue na Secret�ria de Constru��o,
que por acaso � sua m�e,
e agora inventou esse sequestro.
N�o recebe aten��o suficiente em casa?
A grande pergunta de hoje �:
a Secret�ria de Constru��o falhou como pol�tica e como m�e?
O senhor perguntou para onde vai o sangue.
Ele n�o � vendido no exterior. Ele continua aqui, em Berlim.
Eu vi pessoalmente.
Sob o Domo, h� uma �rea enorme com toneladas de sangue armazenadas.
Srta. Hoffmann, quer que acreditemos�
Uma �rea sob o Domo, com toneladas de sangue armazenadas,
e o meu pessoal n�o notou?
Agora sou eu quem quer saber que procedimento m�dico � esse.
- Descemos a esse n�vel? - Pe�o desculpas.
Eu agradeceria se pud�ssemos voltar � discuss�o em pauta:
a seguran�a dos berlinenses.
- Veremos. - Se entendi direito, o Sr. Lawal
quer abolir a democracia e transformar Berlim num estado policial.
A que n�vel o senhor se refere?
Ao da pol�mica? De volta � senhorita.
H� alguma prova dessa�
reserva de sangue?
Qualquer prova? Seria f�cil tirar pelo menos uma foto
para mostrar aqui hoje, n�o concorda?
� verdade. Vejam por si mesmos. Mande a pol�cia.
Infelizmente, eles t�m coisas melhores a fazer.
- Sim. - Infelizmente.
Ʌ
Srta. Hoffmann, vejo que est� abalada com a situa��o.
Eu j� disse que � a verdade.
Certo. Ent�o�
� a verdade.
Senhoras e senhores, faremos um breve intervalo comercial
antes de continuarmos esta discuss�o
controversa e emocionante. Fiquem ligados.
Ela nunca vai me perdoar.
Satisfeito? J� a envergonhei o bastante?
O motorista est� esperando.
Phoebe.
Leve isto.
Tem o c�digo de seguran�a. Pode entrar quando quiser.
Rosa, onde colocou meu celular?
Rosa, querida.
Vi voc� brincando com ele.
Merda�
Kevin, n�o consigo achar meu celular.
E eu com isso?
Est� ali.
Pegue pra mim.
Essa�
vai sobrar pra voc�.
Que merda.
Que nojo�
Merda.
G chamando
Chefe.
Finalmente.
Foi mal.
O que me diz?
Pois �, eu vi.
Aquele cara vai destruir nosso neg�cio.
Temos que fazer algo a respeito.
- Sim. Ainda hoje. - Hoje?
Estou ocupado. Um dos meus homens � um delator.
N�o � problema meu.
D� uma li��o inesquec�vel no Lawal.
Se n�o, teremos problemas.
- Ningu�m nos ataca e sai impune. - Rosa, a� n�o.
- Certo? - Estou com minha filha hoje.
D� um jeito.
Dr. Honeck, Departamento Quatro. Dr. Honeck, por favor.
Oi.
Foi mal. N�o sabia que estava me procurando.
Liguei mil vezes. Mandei mensagens.
- Por que n�o retornou? - Eu precisava pensar um pouco.
Meu celular ficou desligado.
Por dois dias?
E a� voc� liga no meio do programa e me faz parecer idiota?
- Vacilei. - Recebeu algo?
- Foi por dinheiro? - N�o.
Yassin filmou eles levando voc�.
Desculpe. N�o tinha vaga pro carro.
- Oi, Phoebe. - Diga a verdade.
Podemos resolver isso? N�o quero que morra.
Vamos?
Foi isso que disse a ela?
Disse que eu posso morrer?
Se sua condi��o piorar, vai precisar do transplante, Bea.
Sen�o ela nunca largaria o v�cio.
Vai se foder.
Eu fa�o tudo pela Bea.
Eu vi o estado em que voc� estava.
N�o posso fazer isso.
O qu�?
N�o quero seu rim.
- Mas ela quer doar. - N�o posso aceitar. N�o assim.
Voc� � muito ego�sta!
Sabe o que precisei fazer para marcar essa cirurgia?
Quantas pessoas queriam estar no seu lugar?
Bea!
Bea!
- E agora? - N�o fa�o ideia.
Por onde andou?
Voltou a usar drogas?
Est� maluca?
Voc� n�o d� a m�nima pra nada, n�?
� culpa sua ela estar nessa situa��o.
� culpa sua se ela morrer!
Eu tinha 14 anos.
Respire o vento fresco da mudan�a.
Seu lar em harmonia com a natureza.
Domo Clim�tico. Molde seu futuro.
Onde ela est�?
Quero falar sobre o Johan.
Sim?
Ele faz o Lawal incitar o povo contra minha organiza��o.
Me pressiona por mais sangue.
Tem raz�o.
Assim n�o d�.
Quero que ou�a uma sugest�o do Johan.
Que sugest�o?
O que quer dizer?
Sabe que teremos que achar outra maneira
de adquirir sangue a longo prazo.
Que maneira seria essa?
Uma que n�o nos torne vulner�veis.
Queremos legalizar o com�rcio de sangue. Oliver Lawal vai fazer isso por n�s.
Queremos mesmo isso?
Johan atacar minha organiza��o faz parte do plano?
Claro que n�o.
N�o foi de prop�sito.
Zeno�
essa conquista ser� nossa.
Eu e o Johan vamos visitar voc�.
E a� vamos conversar.
Se essa � sua decis�o�
Ele est� aprendendo.
Vou lev�-lo.
Ainda vai demorar.
Vem c�.
Entre.
Eu�
quero que me morda.
Como �?
Por que n�o? S� aceita VIPs?
N�o tem espa�o no seu maldito Domo?
Anda, me morde.
Vai.
Melhor que aquela porcaria da garrafa.
Vai logo.
A vida � preciosa, Phoebe.
N�o tem nada de precioso nela.
N�o aguento mais!
N�o quero mais sentir. Malditos sentimentos. N�o aguento.
Ela me odeia.
N�o tenho mais nada.
A culpa � sua.
Sua e do seu plano de merda.
Phoebe, pare.
Pare.
Pare com isso.
Finalmente apareceu.
Oi. Esta � da casa de repouso.
Tenho mais uma entrega.
- Estou ocupado� - N�o, n�o est�.
- Voc� vai para o Domo. - Ei.
Tem entrega para o Domo.
O que est� olhando?
� para um amigo.
Tudo bem com voc�?
Claro. E voc�?
Bem, s� meio estressado.
Estou com minha filha.
- Ei, Yassin. - Oi.
Este vai para o apartamento A28.
Fale com o porteiro.
Se o cliente n�o estiver, coloque o bolo na geladeira. Entendeu?
� melhor levar a arma.
Confeitaria Tucholsky
- � tranquilo entrar com a arma? - Claro que n�o.
Fale com o seguran�a da entrada A.
Ele tem barba e cabelo castanho.
- Certo. - D� o celular.
- Entendeu? - Sim.
Cabelo castanho.
Est� com medo? Seu merdinha!
Valeu.
- Oi. - Oi.
Ainda tem os n�meros do banco de sangue que me mostrou?
Por qu�?
Estou indo para o Domo.
Tem uma entrega para o apartamento A28.
E se os n�meros do banco correspondem aos apartamentos?
Estou indo para l�. Vem comigo?
Bea?
Espere por mim no Domo.
Eu chego em uns 20 minutos.
N�o dev�amos t�-las separado.
Phoebe sabia no que estava se metendo.
Carl, ela tinha 14 anos. Ela tamb�m precisava de algu�m.
Eu e a Phoebe nunca nos dar�amos bem.
Foi ego�smo.
Foi, sim.
Imagine se fosse eu e voc�.
N�o d� para comparar.
- D�, sim, Carl. - N�o.
N�o tenho mais dinheiro. N�o posso pagar.
Temos at� hoje � noite. Depois�
A cirurgia precisa acontecer.
Precisa encontr�-la.
A condi��o dela vai piorar.
Pode rastrear o celular?
N�o posso. N�o d�.
Ela n�o devia ter ido ao programa.
Tem alguma verdade no que a Bea disse?
Como assim?
O tal banco de sangue sob o Domo. Sabe algo sobre isso?
� invencionice.
Certo, vou ver o que posso fazer e depois te ligo, est� bem?
- Carl. - Diga.
Vou esperar aqui.
Est� bem.
Qualquer coisa, me ligue.
FOR�A DE SEGURAN�A
- Oi, Yassin. - Oi!
Tudo bem?
Sim. Tem sangue a�?
N�o, s� um bolo e uma arma.
Uma arma?
Um seguran�a de barba e cabelo castanho est� a par de tudo.
- Ol�. - Ordem de entrega, por favor.
DAILY EATZ Domo
E aquele ali? Tamb�m tem cabelo castanho.
Coloque a bolsa no ch�o.
E ele tem barba.
Ei!
Saiam e virem � esquerda. Depois, falem com o porteiro.
- Obrigado. - Pr�ximo.
Como sabia?
Eu n�o sabia.
Era tudo ou nada.
� AMIZADE E �S MUSAS
Ficou me esperando?
Est� com medo?
Como ele reagiu?
Foi desnecess�rio o Lawal ter provocado ele.
N�o era para ele saber por um talk show.
Aquilo�
n�o foi planejado.
� isso que me preocupa. Que voc� n�o tenha tudo sob controle.
Domo Clim�tico. Molde seu futuro.
Coloque a entrega na mesa.
- Algu�m mora aqui? - R�pido.
� um bolo. Preciso p�r na geladeira.
Tudo bem.
Achei que o apartamento seria maior.
Onde est� a outra?
- No banheiro. - O qu�?
- Ela n�o pode usar. - Tem algo aqui!
Diga para ela voltar j�.
Se algu�m souber� N�o podem usar.
Bea?
Aqui.
- Como achou isso? - N�o pode entrar.
- Vou chamar um guarda. - Ouviu?
Ei. O que tem a� n�o � da conta de voc�s.
O que tem a�?
Farid?
O que fizeram com voc�?
Merda� Me ajude a tirar ele daqui!
Merda.
Vou chamar a seguran�a.
Deixa ele, Farid!
Farid, pare! O que est� fazendo?
Solta ele! Farid!
Vamos embora, Yassin. Vamos!
Temos que sair.
Yassin, vamos!
Vamos! Yassin.
Bea, pode ir.
Voc� tem que ir!
O que vai fazer?
Mandei ir embora!
Vai logo! Fuja!
Bea, espera!
Respire o vento fresco da mudan�a.
Seu lar em harmonia com a natureza.
Molde seu futuro.
Finalmente chegaram.
Ent�o querem me transformar num homem honesto?
Que conceito interessante.
Quando isso vai acontecer?
Esperamos que a legaliza��o do com�rcio de sangue
se torne oficial de tr�s a quatro meses ap�s a elei��o.
Isso se o Lawal vencer.
� nossa previs�o.
Ent�o precisam de mim at� l�?
E depois disso tamb�m.
Com licen�a.
Al�?
7% DA ESTRUTURA DANIFICADA EVACUA��O IMEDIATA NECESS�RIA
O que sabemos por enquanto
� que o teto de membrana do Domo foi danificado.
Ainda n�o h� detalhes sobre a extens�o da cat�strofe.
N�o se sabe se foi um acidente ou terrorismo.
Explos�o no Domo
At� agora, nenhum grupo assumiu responsabilidade.
Legendas: Eduardo Godarth
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