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Sincro por Aloelihim
OS INVASORES DE MARTE
- Esse sim que � brilhante! - � uma bola de fogo.
Ali est� Marte.
- Onde? - Ali em cima. V�s?
- Est� muito perto. - Est� no peri�lio.
S�o 45 milh�es de quil�metros da Terra.
S� 45 milh�es? Bem, parece perto.
Espertinho!
Olha. L� vem.
S�o mais do que no ano passado.
Vai ser a maior chuva do ano.
- Caramba! - Meu Deus, como brilha!
Isso n�o se est� a vaporizar. Est� a atravessar a atmosfera.
Tem uma cauda comprida.
Est� na hora de dormir.
M�e, perdeste este.
Foi incr�vel.
Vamos, para a cama.
Mas est� apenas a come�ar.
Mas amanh� tens aulas.
Tu tamb�m.
Por isso vamos todos para cama.
Eu n�o.
Nem eu.
Sim.
Meu Deus. O que � isto?
"Matei-te. 50 raios laser na cabe�a."
"E eu j� te mandei para cama."
Como poderei ser astronauta se n�o me deixas ficar acordado � noite?
- Acabaste as tuas tarefas? - Acabaste as tuas?
Boa noite.
- Leitura obrigat�ria? - D�-me isso.
N�o te deites tarde, ok?
Hoje o comandante da base veio � escola.
"O C�o Louco Wilson"? O qu� era?
Suponho que era para fazer rela��es p�blicas.
Sup�es?
- Ouviste isso? - O qu�?
O trov�o, pai. Est�s a ficar velho.
Que esperto.
Quase que me esque�o.
Uma moeda para a tua colec��o.
Em perfeito estado.
Obrigado.
Guarda no teu casaco.
J� para cama. Vamos.
Amo-te.
Eu tamb�m te amo. Boa noite.
- Bons sonhos. - Boa noite, pai.
M�e, Pai!
Vamos, levantem-se!
- Pai! - Qu�?
T�m de vem isto.
Um OVNI aterrou atr�s da colina! Tinha luzes vermelhas!
Vamos!
- Olha para estes rel�mpagos. - Era muito brilhante!
Que bom que lhe compraste este telesc�pio.
Era enorme e brilhava muito, tinha luzes estanhas.
Aterrou ali, atr�s da colina.
- Deve ter sido um rel�mpago. - N�o, pai. Eu sei a diferen�a.
N�o foi isso. Foi outra coisa.
Um OVNI. De certeza.
N�o vieste da base?
N�o, n�o era um avi�o. Nunca tinha visto nada parecido.
- Talvez fosse um meteorito. - N�o era isso, pai.
Vai para a cama.
J�.
Quando amanhecer, vou ver. Est� bem?
Vai dormir.
No livro di�rio...
os recibos, as vendas menores e as facturas.
As facturas.
No livro maior, as contas para pagar, os pagamentos...
Ol� m�e.
Onde est� o pai?
- Fizeste a tua cama? - Sim.
- O que � que est�s a fazer? - N�o � o que est�s a pensar.
- Que n�o te apanhem. - A mim, nunca.
George, porque n�o te trocaste?
Queres caf�?
Sim.
Onde est� o teu outro sapato?
O qu�?
Perdi-o.
Eram os teus melhores sapatos de couro.
L� fora h� muita lama.
O que se passa contigo querido? Sentes-te bem?
Quando eu passar pela loja, compro outro par.
Tens a certeza que n�o havia nada atr�s da colina?
Nada.
Foi s� um pesadelo.
Nada mais.
O que te aconteceu na nuca?
Senta-te, David.
Comam, antes que fique frio.
J� vou. Adeus, querido.
- Mas, M�e... - Come sen�o atrasas-te.
Vou contigo at� � paragem do autocarro.
Tens raz�o, filho.
Havia alguma coisa atr�s da colina.
O qu�?
- Anda, vou-te mostrar. - N�o Pai.
Ol�, David.
Pe�am aos vossos pais que assinem a autoriza��o para o dia no campo.
Tragam-nas amanh� cedo.
Esta semana estudaremos os sapos.
Recolhi estes esp�cimes hoje de manh� cedo...
perto do p�ntano, na colina Copper.
Quem me sabe dizer...
quem s�o estes com pele avermelhada?
Quais, Sra. McKeltch?
- Podes-me mostrar no meu sapo? - Sim.
Isto vai ser fixe.
Que nojo!
Pega l�!
David Gardner...
talvez te comportes assim na tua casa.
Ele atirou-me...
Mas n�o te vais comportar assim na minha aula.
Um, dois, tr�s, quatro, cinco.
- Obrigado. - Olha, � sangue.
Heather, fica no meu lugar enquanto levo este jovem...
incontrol�vel a enfermaria.
Espero que te vacinem contra o t�tano.
Um, dois, tr�s, quatro, cinco.
Srta. Magnusson.
David Gardner cortou a m�o.
Espero que aprendas.
Sim, obrigado.
O qu�? Desculpe.
Disse que este menino parvo se cortou.
No sei o que se passa. Est� incontrol�vel.
Eu encarrego-me, Sra. McKeltch.
McKeltch.
Acho que vai sobreviver.
- At� logo. - Adeus, at� amanh�.
Pai?
David Gardner...
d�-me comida.
Meu Deus, m�e. N�o fa�as isso outra vez.
- Onde est� pai? - N�o sei.
- Deve andar por a�. - N�o, eu procurei-o por todo o lado.
Talvez tenha ido � base com os seus amigos.
N�o, acho que n�o.
Algo anda esquisito.
O que est� a acontecer?
O pai est� estranho.
Meu amor, conheces o teu pai.
N�o te preocupes.
Agora a preocupada sou eu.
Ol�, chefe.
- Obrigado por vir. - De nada, Sra. Gardner.
- Este � o Agente Kenney. - Ol�.
O George n�o est� em casa.
O carro dele est� aqui, mas ele n�o.
Fazes ideia de onde possa estar?
- Talvez atr�s da colina. - N�o, David.
- Desculpa? - A colina Copper.
Hoje foi dar uma olhadela.
David achou que viu um avi�o cair l�.
N�o, � mentira. Eu vi um OVNI.
Com luzes brilhantes.
Chega!
Desculpe.
Sabes o que vamos fazer? Vamos dar uma olhadela.
Obrigada. � ali por tr�s. Eu mostro-lhe.
N�o vejo ind�cio de nenhuma queda de avi�o.
Nem eu.
N�o vou a colina desde rapaz.
Meu Deus! Quase me mataste de susto.
Este � o Ed.
Ed, ela � minha esposa.
E este � meu filho.
Como est�?
N�o poderia estar melhor.
- E voc�? - Bem.
Onde estavas? Chamei a pol�cia.
� melhor ir. Tenho de procurar Alice e Heather.
Vemo-nos por a�, Ed.
O que se passa contigo?
De onde saiu esse doido?
� o pai de Heather, a menina que se senta ao meu lado escola.
Pareceu-me esquisito.
O Ed trabalha para a companhia telef�nica, no departamento de computadores.
Desde quando trabalhas para a companhia telef�nica?
Tivemos uma reuni�o especial.
Por causa do novo sistema electr�nico da base.
J� estou em casa.
Vejo que j� voltaste.
o teu mi�do tem muita imagina��o.
Sim.
- Eu sei. - Obrigado por vir, chefe.
Parece que o encontramos.
Agora est� tudo bem.
Obrigado.
- Foi um prazer. - Adeus, senhora.
Sabes...
M�e.
� uma paisagem muito linda...
na colina. Temos de ir l� dar um passeio...
depois que lavar os pratos
Depois que eu lavar os pratos?
Est�s muito estranho.
M�e!
N�o est�s com fome?
Est�s-te a sentir bem?
Acho que n�o se sente bem.
Tenho uma ideia.
Porque n�o fazemos um piquenique na colina?
Hoje eu tenho aulas.
Vamos hoje de tarde.
Atr�s da colina � muito lindo.
O teu pai mostrou-me um lugar que nunca viste.
Est�o a brincar?
Fic�vamos muito bem l�.
Vou fazer um lanche. Hamb�rgueres.
Gostas, n�o?
N�o quero ir.
Querido...
abra�a a tua m�e.
Vamos ver.
Socorro, socorro.
O que me disseste da nave espacial era mentira, n�o era?
Deixa-me em paz, ok?
Os outros meninos acham que est�s a mentir.
Fixe.
N�o queres jogar?
Est� bem.
Vamos esta noite.
N�o devemos cometer erros...
vamos destrui-lo � meia-noite.
N�o h� crise.
George Gardner est� encarregado.
DIA NO CAMPO
O que est�s a fazer?
Heather.
David Gardner.
P�ra, p�ra!
- P�ra! - Linda, Linda, Srta. Magnusson!
David, o que se passa?
- Estou farta. - Algum problema?
Disse-te que ele ia dar problemas. Tem de ser severamente castigado.
David, o que se passa?
- Ela... - Ele empurrou uma menininha.
- Mas... - E � um intrometido.
Por favor, deixa-nos conversar a s�s?
D�-mo.
Por favor, deixa-me falar com ele. Entra na minha sala.
Est�s-te a exceder, irm�.
Venho-te buscar daqui a cinco minutos.
Cinco minutos.
ENFERMARIA
Est� bem, acalma-te.
Queres que me acalme? N�o entendes.
O que � que eu n�o entendo?
O que me contares n�o sai desta sala.
Sou enfermeira, estou aqui para te ajudar.
� o que eu devo dizer, mas...
estou-te a dizer a verdade, David.
Certo, deixa-me ver a tua nuca?
Ok.
A comer um sapo?
N�o sei. � uma hist�ria estranha.
N�o � uma hist�ria.
Um OVNI aterrou atr�s da tua casa...
e pois algo na nuca do teu pai e da tua m�e.
Depois apanhou a tua professora...
a pol�cia, a tua amiga Heather...
e o pai dela, Ed...
da companhia telef�nica? � isso?
Como apanhou a Sra. McKeltch?
Ela disse que havia pego os sapos na colina.
De certeza que andou por l�.
D�s-me um minuto?
- Ent�o? - Sra. McKeltch...
David est� preocupado com uma ferida que viu na senhora...
Na sua nuca.
Na minha nuca?
Sim, disse que tem posto um curativo.
Bom, sim. Tenho um fur�nculo na minha nuca.
Um fur�nculo?
Um fur�nculo.
Se me deixar ver, posso ajudar a desinfectar.
N�o me toque!
Eu quero esse menino.
Se n�o mo entregar...
Tem muita sorte, irm�.
Meu Deus.
Isto vai ser um problema.
Bem, sai pela janela.
Esta � a chave da porta de tr�s.
Espera-me em casa. Vou-te ver assim que terminarem as aulas.
- Onde moras? - Na South Royal 462.
Ok, adeus.
Onde est� o David?
N�o se sente bem. Porque n�o volta mais tarde?
Ele est� com a enfermeira.
Os pais v�m busca-lo.
- N�o est� bom. - Pode estar em perigo.
Vamos denuncia-la.
Que tipo de enfermeira � voc�?
Lamento, Sr. Gardner.
Sa� da enfermaria um momento...
e quando voltei, j� tinha fugido.
O que � que ele lhe disse?
Estava enjoado.
Tem problemas com uma das professoras.
Disse-te, precisa de ajuda psiqui�trica.
- S� disse isso? - Sim.
Teve somente um problemazinho com um dos professores.
A-E-I-O-U.
A-E-I-O-U.
Traz-me uma estaca...
e depois um martelo.
Traz-me ambas as coisas...
e arrancar-te-ei o cora��o e o f�gado, David Gardner!
David Gardner!
David Gardner!
Apanhei-te.
Apanhei-te.
David Gardner.
Apanhei-te.
- Encontrei-os! - Fala baixo, ou v�m-nos.
Estive aqui em baixo e vi a Sra. McKeltch.
Acalma-te David, estamos com problemas!
Eu vi-os, s�o os maiores que j� vi em minha vida.
Eles podem pensar que eu te raptei!
N�o, eles v�o tentar apanhar-me!
Perseguiram-me e quase me matavam!
O qu�? Quem?
Essas coisas!
S�o como bonecos gigantes, horr�veis e enormes!
Espera!
N�o entendo o que est�s a dizer.
Anda, vou-te mostrar.
N�o �s um puto maluco, pois n�o?
- Aqui estava a entrada para o t�nel. - N�o vejo nada.
Desapareceu.
Tenho certeza que era aqui. Tenho certeza.
Eu juro!
Mas j� n�o est�.
Mudaram de lugar. Podem mover os t�neis.
� demais para mim.
Mas viste os curativos que eles usavam nas nucas.
Sim, mas eram apenas curativos.
Bem, temos que ir � colina.
A s�rio?
Achas realmente que um OVNI aterrou aqui?
Sim estamos com problemas, eles sabem...
que te ajudei a escapar.
Posso inventar uma hist�ria, para tranquilizar as coisas.
A tua casa � aqui em baixo.
Olha.
Descarrega o Magn�metro.
V� j�.
Podes dizer-nos onde est�?
Subam a colina, est� no vale.
- Johnson, tens tudo? - Tudo pronto.
Por aqui, amigo.
Disse a passagem da colina.
- H� algo? - N�o.
N�o te pareceu que Gardner estava estranho?
- O que se passa? - N�o sei.
Aqui em baixo.
Anda.
- Encontraste alguma coisa? - Nada.
Tenho um sinal forte aqui.
Eu sigo-te. Eu captei-o.
Eu tamb�m captei.
O qu�?
- Encontrei algo. - N�o.
- Meu Deus! - Vamos sair daqui.
N�o.
O dia no campo, a Professora vai levar todos para l�.
O que vamos fazer agora?
Tenho que fazer um telefonema.
- A quem? - A Pol�cia Estatal.
Perdeste o dia no campo.
Linda!
Chega!
Voltem!
Vais-me pagar, David Gardner!
Raios!
E tu?
- A tua garganta est� bem? - Sim, perfeita.
- Falaste com a Pol�cia? - N�o, estava a dar ocupado.
- Tens a certeza que est�s bem? - Sim.
H� um lugar onde nos podemos esconder...
e depois chamamos o FBI.
Eu j� vou.
O telefone est� sem sinal.
� o Pai de Heather. Deve estar a desligar as linhas.
Raios!
Baixa-te.
Vamos sair daqui.
- Onde vamos? - Anda, eu sei de um lugar.
Olha aqui.
Aqui dentro.
Vamos, por aqui.
O que diabos fa�o aqui?
- Viste-os... - J� n�o sei se vi o que vi.
Lamento.
N�o sei.
� normal ter medo.
N�o tenho medo.
Tenho horror.
Eu tamb�m.
Por favor.
Ouviste alguma coisa?
Est� tudo bem, somos da Pol�cia.
Viemos ajud�-los.
Est�o a fazer t�neis pela cidade toda!
Sim, eu sei!
Temos que os parar!
Como? Est�o em todo lugar! Vamos sair daqui.
Temos que encontrar os meus pais.
N�o vamos voltar sozinhos.
Precisamos de ajuda.
General Wilson.
Quem?
General Wilson.
Bem, diminuam a velocidade!
- Mostre-me o seu passe. - Temos que ver o General Wilson.
� uma emerg�ncia.
Gabinete do Comandante.
Fala o Sargento Rinaldi. Sim, senhor. Est� aqui.
Quem?
General.
� o chefe da Pol�cia Militar, senhor.
Sim?
Parece que � outro maluco.
O qu�?
O filho de George Gardner?
Aqueles s�o os homens que foram engolidos pela areia.
Meu Deus...
N�o estou a gostar disso.
Bem, Srta. Magnusson, David...
O que � que significa isto?
Tem algo a ver com o teu pai?
N�o quero ser mal-educado, mas n�o tenho muito tempo...
- O que est� a acontecer... - N�o.
Primeiro tenho ver a tua nuca.
- A minha nuca? - Sim.
Por favor, General. Ele est� a falar a s�rio.
Queria ter certeza.
� melhor ver a minha.
Bem, continua.
Est� ligada.
O detonador est� activado.
Melhor que se tratem...
ou vai destruir tudo.
Entendo que deve soar estranho.
Mas digo que � a verdade.
N�o sei.
A areia engole as pessoas.
Um monte de extraterrestres andam soltos por baixo da cidade.
� um pouco dif�cil de acreditar.
Desculpe, senhor.
A NASA confirma ter visto...
um OVNI...
na �ltima noite, durante a chuva de Meteoros.
Mas o radar n�o registou nenhuma aterragem.
De fato, n�o encontrou nada.
general...
E se a nave absorve energia?
O radar n�o registaria nada porque n�o captaria nenhuma energia, certo?
Senhor.
Enviamos equipas para procurar sinais de aterragem ou impacto.
Os que foram para colina Copper n�o reportaram nada.
� porque eles foram engolidos pela areia.
Fazem parte disso!
Walker, podes vir aqui por favor?
Quero que tu e o menino saiam por algum tempo.
Sim, senhor.
Senhor?
Walker, quero que leves estas duas pessoas...
para a sala de comando.
Sim, senhor.
Por favor, acompanhem-me.
Rinaldi...
quero que avises a NASA...
que submeteremos os seus homens a uma verifica��o de seguran�a.
- N�o quero criar problemas. - Sim, senhor.
O general j� pode v�-los.
Pe�o que me perdoem pelo inc�modo.
Tenho umas perguntas de rotina...
sobre a verifica��o na colina.
Prendam estes homens!
Agora digam-me que diabos � tudo isto?
General...
Para tr�s!
Meu Deus.
- Est�o mortos. - Qu�?
Meu Deus!
N�o toque naquelas coisas!
Cerquem o per�metro da base. Avisem a seguran�a!
Tragam de volta aqueles dois cientistas da NASA.
Tomara que eles possam explicar isso.
Tragam o rapaz e a enfermeira j�!
- Fechem a �rea de lan�amento. - Sim senhor.
David...
esse � o Dr. Stout, director cient�fico do projecto Millennium.
- E este � o Dr. Weinstein. - Como vai?
Trabalhamos com o teu pai.
O teu pai falava-nos muito de ti.
Esta � Linda Magnusson, a amiga de David.
Eu pensei de que as miss�es "Viking" n�o tinham encontrado sinais de vida...
� excep��o de uma foto que eu vi em uma revista.
Haviam coisas na superf�cie que pareciam pir�mides.
Eu vi esta foto.
E essa coisa enorme...
que parecia uma cabe�a?
Saiu em todos os jornais. Era mentira, n�o?
Pelo contr�rio, haviam outras fotos t�o sensacionalistas como as que publicaram.
Mas n�o h� �gua o suficiente para que haja vida.
Na superf�cie. Por isso agora estamos � procura debaixo da terra.
Se h� vida, porque n�o querem que os encontremos?
Os t�neis!
Talvez n�o gostem de nossa visita.
N�o h� outra op��o.
N�o, por favor, General Wilson, qualquer atraso extra...
- far� passar do lan�amento. - Marte n�o vai esperar por n�s.
Eu entendo, cavalheiros. Lan�aremos esta noite...
mas antes devemos garantir a seguran�a.
Todavia n�o sabemos com o que estamos a lidar.
O que quer que fa�amos?
Contagem regressiva para o lan�amento
Eu quero fazer uma pausa na contagem regressiva at� ser seguro.
Depois encarregam-se.
Est� bem..
ZONA DE LAN�AMENTO �REA RESTRITA - N�O PASSAR
� uma pausa, avise a torre de controle que eu autorizei.
Eu sei, j� vou.
Bem, doutor.
Vamos a torre de controlo. Vimos j�.
Ou�a, General!
- Uma falha na seguran�a! - O qu�?
H� um cami�o de oxig�nio l�quido na pista.
LAN�AMENTO
A seguran�a prendeu dois t�cnicos que tentaram roubar os equipamentos.
- Roubar o qu�? - Cabos de cobre, senhor.
- Encheram um cami�o. - Cabos de cobre?
Est�o-me a avisar que o radar voltou a funcionar.
- Algum sinal? - Negativo, senhor.
Eles est�o entre n�s, General.
David, podes levar-me a este lugar, o da areia?
Sim, � atr�s da minha casa.
A for�a de alerta est� pronta?
Sim, senhor!
Capit�o Curtis, leva um pelot�o � escola.
N�o te preocupes filho. Ainda n�o acabaram as op��es.
Na marinha n�o temos problemas em matar Marcianos.
Vamos!
ESCOLA PRIM�RIA MENZIES
Mexam-se!
Vamos!
Mexam-se!
Vamos!
Controlem a casa!
Equipas de tiro 1 e 2, verifiquem o campo de batalha!
L�deres de pelot�es, verifiquem o campo de fogo!
Vamos, soldados!
Vamos!
- Espero que seja o que procuramos. - Sim, eu sei.
Meu Deus.
Vamos!
Senhor, a casa dos civis est� limpa.
- General Wilson! - Sim David?!
Tenho uma ideia.
Se tentarmos falar com eles...
Recebemos a confirma��o de que h� t�neis sob a escola.
O capit�o Curtis entrou, est� a ir para oeste sem resist�ncia.
- Para oeste! Eles vem para c�! - Os explosivos foram colocados.
Quer control�-los?
Deixa-me dar uma olhadela.
Por favor, acalma-te.
- Sargento Lance. - Sim, senhor!
- Veja se est�o todos em seguran�a. - Sim, senhor!
Muito bem, mexam-se vamos!
O primeiro sector de fogo � de 11 � 2 horas.
Vamos! Aponta �s 11 horas.
- Ele est� a cair! - Rinaldi!
Sai j� da�!
Rinaldi!
Tragam as cordas!
Para baixo!
- N�o atirem! - Para baixo, merda!
N�o podemos perder esta oportunidade.
Vejam estas criaturas.
N�o sabemos nada deles, nem porque est�o aqui.
Est� bem, rapazes.
- Como � que sabes que s�o "rapazes"? - Cala-te
Acho que tenho algo vosso.
Isto � vosso?
� vosso.
Est� certo.
Sou Mark Weinstein.
Doutor Weinstein.
Sou do programa BIET.
Busca de Intelig�ncia Extraterrestre.
Entenderam-me?
A s�rio?
Entendem-me.
Eles entendem-me.
V�s?
Eles entendem-me.
Fogo!
Est� bem.
Exploraremos estes t�neis.
David, vai correr tudo bem.
David, O que se passa?
David!
Tenho que encontrar A M�e e o Pai!
- N�o David, p�ra! - David!
Volta para aqui!
David!
- Pai! - Volte para aqui!
- Tenho que encontrar os meus pais... - Linda, p�ra!
Entrem e ponham a dinamite!
Vamos faz�-lo.
General, e a mulher e o menino?
Vamos ter de os arriscar.
N�o h� outra sa�da.
Vamos!
Mais � frente!
Vamos, r�pido!
R�pido, saiam da�!
Saiam da�!
Saiam dessa... Puxem as cordas!
Vamos, para cima rapazes!
Saiam!
Vamos, voc�s conseguem!
Vamos, saiam!
- Por aqui! - Continuem!
Vamos!
Temos que ir para baixo, preparem-se!
Vamos!
Linda?
N�o deixem que escape.
Agora vejam l� dentro.
Isto cheira mal!
Parece di�xido de sulfato.
Continuem a andar.
O que est�s a fazer?
- � �xido de cobre. - N�o temos tempo para isso. Vamos!
Encontrei cobre.
- Vamos, depressa. - Com cuidado.
Onde est� a Linda?
A Linda est� muito ocupada.
Soltem-na!
�s um menino de sorte, David Gardner.
N�o s�o todos que t�m a oportunidade de ver o c�rebro supremo.
Posso falar contigo?
Por favor, tem piedade da Linda.
Se puder trazer-me a minha M�e...
Causaste muitos problemas, David Gardner.
Eles n�o te fizeram mal. Nem os meus pais, nem a Linda nem os outros.
S�o boas pessoas, nunca te fariam mal.
Tarde demais.
Tarde demais.
Cala-te, estou a falar com ele.
Por favor.
Tarde demais.
Ficarei quieto e irei para a escola para o resto da minha vida.
N�o entendes? N�o podes fazer isso com as pessoas.
N�o podes controla-los.
- N�o podes partir... - Um, dois, tr�s, quatro, cinco.
Por favor, podes-me devolver os meus pais?
E a Linda e a Heather?
Podes ficar com a Sra. McKeltch.
Agora � a tua vez.
N�o.
Pobre crian�a.
Pobre crian�a.
Vais ver!
C�rebro de bosta.
Rapaz mau!
Fixe.
Linda!
Para tr�s!
Rinaldi!
P�ra.
General.
Por Deus, Rinaldi, n�o.
Para tr�s, General!
N�o dispares, Rinaldi!
Matem-me.
Atirem!
Capit�o Curtis! Cuidado!
- Capit�o Curtis, General Wilson, aqui! - David, est�s bem?
Eles apanharam a Linda!
H� uma m�quina enorme para controlar as pessoas.
- Se n�o formos r�pido, v�o usa-la. - Bem, acalma-te.
- Re�nam as tropas. - Temos de ir � nave para salv�-la!
Preparem as suas armas.
N�o me treinaram para isto.
A Linda est� ali!
Ponham os explosivos!
Atirem! Atirem!
Passa por cima, anda!
Anda para aqui! Fica comigo!
Est�o prontos para disparar?
Apontar! Fogo!
A disparar no flanco traseiro!
Capit�o!
Linda!
Coloquem o resto dos explosivos.
Vamos, r�pido!
P�ra! David, p�ra!
Est�s bem?
Onde estamos?
A entrada! A nave est� a partir!
O David est� bem.
Mas temos que sair daqui j�!
Verifiquem os t�neis. Encontramo-nos l�!
Vamos, r�pido!
Explosivos prontos, senhor. Quanto tempo precisa?
D�-me cinco minutos para sair daqui.
Capit�o, tem cinco minutos para tirar todos daqui!
Venha rapaz!
Vamos!
Continuem a correr, Linda fora!
V�o para fora!
David levanta-te, temos que sair!
Vamos r�pido para fora!
Vamos para fora!
R�pido!
Os porcos selaram a entrada.
Comecem a cavar!
N�o podemos cavar! Nem sequer podemos explodir a entrada!
Capit�o Curtis!
General Wilson!
Temos uma das suas armas. Sei que parece estranho, mas...
Tomara que nos sirva, mas temos de aprender a us�-la antes que seja tarde.
Combust�vel! Precisamos de cobre!
Eles usam cobre. Eu vi como eles usavam.
- Se tiv�ssemos ao menos uma moeda. - Droga, se eu tivesse uma...
Algu�m tem uma moeda?
- Ningu�m leva dinheiro para batalha. - Um minuto e quinze segundos.
A moeda do pai!
Uma moeda de colec��o.
Aponta, que eu disparo.
Ajude Curtis!
Movam-se!
David, por aqui!
J� vou!
Andem, movam-se!
- David! - Aqui estamos.
M�e?
Pai?
Anda connosco.
Vamos, querido.
- V�o partir sem n�s. - N�o, por favor.
Rapaz.
- N�o sabes o que est� a perder. - Sim, sei.
Vamos, rapaz.
M�e, pai, amo-vos.
Entendam, n�o posso ir convosco.
- Vamos! - Onde est� o David?
Vamos!
Corre!
- Vamos, David! - N�o!
Vamos! R�pido!
Vamos! R�pido!
Vamos, Linda!
Ele fica bem, vamos para baixo!
Aguenta! Vamos, Linda, tu consegues!
- David! - Vamos, David!
R�pido!
R�pido!
M�e! Pai!
Socorro! Pai!
- David, o que est� a acontecer? - N�o! Deixem-me em paz!
Tudo bem.
Acordaste. J� passou, querido.
Perseguiam-me e apanharam-te a ti, e ao pai.
- A s�rio? - Calma, querido.
Quem te perseguia?
Pai, mostra-me a tua nuca.
- Deve ter sido um pesadelo. - Por favor, mostra-me.
- Est� bem? - Est� bem.
E tu?
Est�s bem m�e.
Meu amor.
A nave aterrou atr�s da colina.
Que nave?
E come�aste a perseguir-me por aqui.
Mais tarde uma luz a brilhar explodiu.
Isto � muito incomum.
Para dizer a verdade, gosto dos Marcianos que v�m roubar o cobre.
- Pareciam t�o reais. - Cobre para energia?
No h� porque te preocupares.
- A tua colec��o de moedas continua aqui. - Sabes o que acho?
Creio que o teu sonho estava cheio de coisas que se passaram no teu dia.
Como a moeda da colec��o.
E at� a visita do "C�o Louco" Wilson � tua escola.
Mas eu assustei-me muito.
N�o tem porque te assustares, David Gardner.
Amanh� fazemos um piquenique na colina.
Sentes-te melhor, mi�do?
� melhor dormires, sen�o amanh� ficas cansado na escola.
- Boa noite filho. - Adeus pai.
Boa noite querido.
M�e?
Queres que eu deixe aberta?
N�o, est� bem assim.
Boa noite.
M�e! Pai!
OS INVASORES DE MARTE
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