All language subtitles for Boardwalk.Empire.S05E05.720p.BluRay.x264-DEMAND

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

BOARDWALK EMPIRE Rei da Noruega

Por aqui, despache-se. Ele ainda respira.

Porque � que o Xerife n�o veio?

Tinha outros assuntos, minha senhora.

Durante as elei��es tinha tempo, n�o tinha?

Ele mandou-me aqui, assim que ligou, Mrs. Zeller.

Tem qualifica��es?

Sou um agente da autoridade.

Est� ali em baixo.

Estava a apanhar caranguejos. Vinha por aqui e vi-o.

Acenou com a m�o como se quisesse que eu fosse ter com ele.

- Disse alguma coisa? - N�o me aproximei.

Passam-se aqui coisas sombrias.

De noite, h� vozes a gemer.

Quando amanhece, nunca sabemos o que vamos encontrar.

Ande. Fa�a o seu trabalho.

Azar ou caos?

� um porco.

- O qu�? - Um porco.

- Um porco morto. - N�o � um corpo assassinado?

N�o, minha senhora.

- Ele acenou-me. - Devia ser a perna dele.

- Vai contar ao Xerife? - Com certeza.

N�o sabe nem a metade do que se passa aqui.

Se vir algo suspeito, avise-me a mim ou ao Xerife Lindsay.

- Quem � o senhor? - Sou o adjunto.

Pode perguntar por mim. Enoch Thompson.

N�o sabe o que se passa.

Por favor.

Raios.

Raios.

O que se passa?

Ou est� a lutar com um crocodilo ou continua na sanita.

Pensava que o p� dava diarreia.

O meu irm�o n�o faz nada normal.

Estou?

Barata.

- Mata-a. - Eu trato disso.

Rato de biblioteca.

Algum progresso?

"A hist�ria n�o se repete, mas rima."

O que quer isso dizer?

- Uma adivinha? - Parece poesia.

Liguei ao Nucky Thompson.

Disse-lhe que o Luciano queria a cabe�a dele.

- E ele disse isso. - Estava b�bado?

Se for como o irm�o...

O que eu acho? � uma mensagem.

Como um... Como � que se diz?

- Um press�gio. - Um press�gio.

Temos de estar alerta.

Esta treta dos impostos.

- O que te preocupa? - Primeiro prendem o Ralphie.

- Depois v�o atr�s do Jake. - Vamos vencer isto, Al.

- Os advogados deram cabo deles. - E depois?

Devo facilitar as coisas?

Toda a opera��o, temos de a mudar de s�tio.

- O que queres dizer? - A contabilidade, o dinheiro.

- Vai tudo para Cicero. - Fazes ideia de como...

- At� amanh�. - Amanh�?

Esperar para qu�? Vamos tirar tudo daqui.

- Tens outra coisa para fazer? - N�o, claro que n�o.

Era o Owney Madden. O amigo dele est� na cidade.

O ator. Quer passar aqui para te cumprimentar.

V�o fazer um filme sobre mim.

Ouviram?

Raios.

Est� calor em Nova Iorque, n�o est�?

- O clima. - Est� bem.

Mr. Thompson?

Mr. Doyle quer v�-lo imediatamente no escrit�rio.

- Quem �s tu? - Joe Harper, senhor.

Mr. Doyle disse que � urgente.

- Leva isto para o carro. - Sim, senhor.

O Ronis j� ligou de volta?

Vou deixar-vos a s�s.

N�o estou armado. Fui revistado l� em baixo.

Isso n�o iria deter um homem decidido.

� verdade.

- Deixas aquele tipo mandar? - O Mickey?

A personalidade dele � compat�vel com a opera��o.

Isto � pior do que o meu antigo bar.

- Os tempos mudam. - Arranja-se sempre forma.

- J� ningu�m bebe? - N�o vim aqui para isso.

O que aconteceu?

Andei com uns tipos.

Lojas, bombas de gasolina.

Uma noite, deixaram-me para tr�s.

N�o posso dizer que n�o mereci.

Passei algum tempo na cadeia.

Ouvi dizer que ainda estavas preso.

Desta vez est�s enganado.

Lamento, Chalky.

Tamb�m n�o vim aqui para teres pena de mim.

- N�o sei onde est� o Narcisse. - Podes encontr�-lo.

Isso n�o serviria de nada a nenhum de n�s.

N�o podes dizer o que � bom para mim.

A tua fam�lia mudou-se para St. Louis h� alguns anos.

Est�o a usar o nome de solteira da tua esposa.

Bato � porta e eles recebem-me de bra�os abertos.

- N�o sabes o que vai acontecer. - Sou um homem procurado.

N�o saio � luz do dia h� mais de uma semana.

Podes ficar aqui com prote��o.

Eu devo-te isso.

N�o faz sentido nenhum pensar no passado.

A �nica coisa que podes fazer � recome�ar.

- Acredito nisso. - J� n�o somos rapazes.

Tamb�m n�o estamos mortos. Ainda temos tempo.

Talvez n�o saibas o fim.

Tenho um compromisso em Nova Iorque e n�o posso adi�-lo.

Quero que fiques aqui.

Vamos arranjar forma e esperar pelo melhor.

Desde quando � que �s t�o otimista?

Sempre fui assim.

Toma.

- N�o temos neg�cios. - Isto � entre amigos.

S� um momento.

Fiquei preocupada. Fiquei � espera na esta��o.

Adormeci.

O que � isto?

N�o tenho a certeza, mas acho que � um beb�.

Ol� para ti tamb�m.

- Mas quando... - Na minha �ltima visita.

No dia do Trabalhador?

Estou de sete meses.

E n�o disseste nada? Nas cartas e telefonemas.

J� estavas sob muita press�o.

O que podias ter feito?

N�o ias voltar para casa.

N�o interessa.

Estou contente.

Estou muito contente.

Tens de comer.

Cuidar da tua apar�ncia.

- E parar de beber. - N�o bebo.

Quero dizer, bebo.

Ando a esfor�ar-me. Vou conseguir.

A s�rio.

E agora que vais...

Preciso de ti, June. Preciso que venhas para aqui

e que tragas o Dermott e a Kathleen. Ainda est�o a crescer.

- E agora o beb�. - E o teu irm�o?

A minha vida n�o tem nada a ver com a dele.

Ele n�o mandou mais mesada.

N�o quero que toques naquele dinheiro outra vez.

Estou a subir na vida. A melhor coisa que j� me aconteceu.

E vamos ficar juntos.

� uma b�n��o. Uma oportunidade de recome�ar.

Nem todos t�m isso.

Vamos comer naquele restaurante horr�vel?

N�o, n�o.

Vamos comer comida caseira. O meu s�cio convidou-nos.

A mulher dele. Ela quer conhecer-te.

Est�s ocupada?

O que se passa? Charlotte.

N�o tenho tempo. L� isto.

- Isto explica tudo. - Ela est� aqui.

Protege a tua pele.

- Vamos, Charlotte. - N�o.

N�o me tirem os dentes.

O Martin adora o meu sorriso.

- N�o. - Lavar, lavar.

Lavar, lavar.

Cuidado com os ladr�es. Guarde as suas peles aqui.

BROOKLYN, NOVA IORQUE

N�o faz sentido. O Maranzano garantiu a tua seguran�a.

Disse que n�o tenho nada a temer. N�o � a mesma coisa.

Talvez o Al tenha percebido mal.

Ou o Luciano agiu por conta pr�pria.

O Charlie fala muito, mas obedece ao Maranzano.

N�o se o Maranzano estiver morto.

- O Al tamb�m disse isso? - Acabei de te dizer.

Claro. Estou a perder a audi��o.

- A Anne est� c�? - Foi ao bingo.

Est� calor para esta �poca do ano.

Usei a ventoinha ontem � noite.

Desculpa as minhas maneiras, o que bebes?

O mesmo que estiveres a beber.

A primeira coisa em que a Anne pensa, quando algu�m chega.

A anfitri� perfeita.

Sempre a tomar conta do lado dom�stico.

E tomamos por garantido.

Como a sa�de.

� por isso que te deves reformar.

Irritaste algum deles?

O Luciano ou o Lansky?

S�o neg�cios, John. Estou no caminho deles.

Est�s com fome? Posso fazer-te uma tosta.

Estou bem, obrigado.

A que horas vais ter com o Maranzano?

7h30 no restaurante dele.

Vou l� ter convosco. Vamos tirar isto a limpo.

- N�o queria envolver-te nisto. - Ou somos amigos ou n�o somos.

� �bvio que o Luciano n�o deve estar presente.

Ligo ao Maranzano antes e explico-lhe tudo.

Acima de tudo, � um homem racional.

- Estavam v�rios investidores... - Tretas.

Fez um investimento...

Foste l� hoje de manh�?

Tinha raz�o sobre ela.

- O que viu desta vez? - Um corpo por baixo do velho pont�o.

- E? - Um porco.

Deu � costa.

Incomoda-me h� vinte anos.

Da pr�xima vez, vai ser o dem�nio de Jersey.

Ela � o dem�nio de Jersey.

Aquela tua namorada, a Mabel?

A Mrs. Lindsay aprovou. E concordo com ela nesses assuntos.

Acho que o pai dela n�o aprova.

N�o me aprova a mim.

Eu posso atestar sobre o teu bom car�ter e o teu sal�rio.

Tenho de resolver isso sozinho.

J� comeu no Oyster House?

O restaurante novo em Ducktown? Muito chique.

A quest�o � essa.

Ele trata-me como se eu fosse um pedinte.

Vou sentar-me com ele hoje e mostrar-lhe que...

- Boa tarde, Pat. - Mr. Halligan.

Se n�o � a lei a oeste de Pecos.

Desculpe?

J� apanharam o ladr�o da cadeira de rodas?

Soube que roubou uma senhora em frente a toda a gente.

Estamos perto.

E o Ragged Dick.

- Como vai tudo? - Bem, senhor.

�s polido.

Meus senhores.

- Somos n�s. - Entrem.

Lou. Leander.

Toma um charuto, Jacob. Tu tamb�m, adjunto.

Muito agradecido.

- Viste o nosso amigo? - Estava de mau humor.

Recebeu uma proposta, acho que se chama assim.

Como assim?

Mr. Halligan quer renegociar os termos de um acordo j� antigo.

Acha que estou em d�vida para com ele

pelo que constru� com as minhas m�os.

N�o vai dar em nada.

� press�o de Nova Iorque e n�o vou aceitar isso.

- Como estamos? - Do que estamos a falar?

Manter a cidade nas m�os dos donos.

Mr. Halligan tem amigos.

N�o s�o meus amigos e n�o os quero por aqui.

Temos de arranjar homens.

Uns vinte.

Coloc�-los nas esta��es de comboio, nos ferries.

Buscas regulares nos hot�is.

Se n�o gostarmos de algu�m, fazemos com que se v� embora.

Aplicar a lei contra a vagabundagem.

N�o h� nada de ilegal nisso.

- Esse � um dos assuntos. - Qual � o outro?

Tu e eu vamos falar disso.

Espera no alpendre.

Que tal se est� a dar?

� um bom rapaz. Trabalha muito.

Mant�m a boca fechada.

Parece-me meio idiota.

Qual � a tarefa?

Manter esta cidade nas m�os de quem � dono dela.

Fazer novos amigos

Eli.

Sim, muito bom.

- E muito apropriado. - Acha que sim?

Toco o "Greensleeves" tamb�m.

O jantar est� a ficar frio.

Chester, isso soaria melhor mais longe de mim.

O Luciano n�o sabe o teu nome. Ele que diga o que quiser.

N�o pode provar nada.

Isso n�o impediu o Capone de enfiar uma arma na minha boca.

- Isso � fraca lideran�a. - Achas que n�o sobra para ti?

Sabes tudo sobre mim. Ele vai pressionar-te.

- Vais ceder. - De onde tiraste...

Vais ceder e n�o vais ajudar nenhum de n�s. Pensa nisso.

- O que queres fazer? - N�o vou ceder ao medo.

- Marido. - Estou a ir, querida.

Estamos muito contentes por nos terem convidado.

O Eli disse que � uma cozinheira maravilhosa.

O que mais diria?

Cheira muito bem.

O beb�, quer que seja o qu�? Um menino?

Temos quatro de cada, por isso...

Precisamos de um desempate.

Ambos ser�o uma b�n��o.

Como bem sabemos, n�o �, querida?

Sabemos o qu�?

Que meninos e meninas adicionam uma certa magia a uma fam�lia.

De onde � que as pessoas tiram essas ilus�es?

A minha m�e verdadeira morreu.

Era bailarina.

Um bangal� encantador.

Foi o George que construiu.

- A s�rio? - Um kit da Sears...

O telhado est� a pingar.

Talvez o Eli possa ajudar. Ele � muito habilidoso.

A s�rio? Podes passar aqui durante o dia.

Quando o marido n�o est� em casa ou est� a trabalhar.

A fazer as recolhas.

Parece-me trabalho para dois homens.

Talvez seja melhor eu...

Arranjou a m�quina de lavar e depois estragou-a.

A correia partiu, querida, sozinha.

S� � necess�rio um homem.

A maneira como as coisas s�o feitas hoje em dia.

S�o de m� qualidade.

Podem passar-me o p�o?

Obrigada, Mrs. Rothstein.

Mrs. Thompson?

Old Rumpus e Associados?

� uma empresa holding de Nova Jersey.

Fundos de um banco de fora do estado demoram mais.

E tendo em conta a natureza invulgar do acordo,

quero ter a certeza de que o dinheiro existe.

N�o.

- Desculpe? - Eu disse que n�o.

Este � o acordo. O �nico acordo.

Para proteger os interesses da minha cliente...

D�-me isso.

Agradecemos a sua discri��o em rela��o a este incidente.

- Est� no s�tio certo, n�o est�? - Talvez esteja.

Deixem-me acompanh�-los.

- Sempre foi casada? - Sim.

Associa-se a criminosos frequentemente?

Parece que sim.

E agora eu tamb�m estou envolvido.

Obviamente.

Terei o privil�gio de agradecer ao seu marido pessoalmente?

Ele n�o faz nada por bondade, senhor.

- Deveria saber disso. - O que tem ele em mente?

Nem sempre � f�cil de saber.

Mas pode come�ar por abrir uma conta para ele.

- Com um nome fict�cio. - Com que objetivo?

Para preparar uma venda a descoberto da Mayflower Grain Corporation.

Eu andei a vaguear em 1909.

De Redding para Buffalo.

Muito frio por l�.

N�o a temperatura, as mulheres.

Vai ver quem �.

Vejo que consegues afinar um piano, mas de fino n�o tens nada.

Estou � procura de uma pessoa.

Gavin Lynnquist. Marshal dos EUA.

- Esteve aqui na semana passada. - E o senhor n�o estava.

Procuro o antigo dono, Albert White.

Um negro conhecido como Chalky.

O que fez ele?

Tem uma grande cicatriz na cara.

Deixe-me adivinhar. Roubou uma melancia.

Matou um guarda prisional numa quinta de trabalho em Maryland.

E tamb�m o condenado com quem fugiu.

Eu vi que aqueles olhos escondiam problemas.

O Mr. White � um fugitivo.

Pode ser acusado de cumplicidade, se esconder um criminoso.

- E se eu o entregar? - N�o ter� nada a temer.

Pode at� ser recompensado.

N�o me vou esquecer disso.

Venha c�.

- Ali. - Albert White.

Larga a faca e coloca as m�os no ar.

Albert White.

Larga a faca ou disparo.

M�os acima da cabe�a.

Vira-te lentamente.

O meu nome � Jenkins, senhor.

N�o � ele.

- Falou numa cicatriz. - N�o � ele.

S�o todos iguais.

Volte sempre que quiser.

A� est�s tu.

- Deixa estar. - � trabalho de mulher.

Vamos estar com cerim�nias na tua condi��o?

Os rapazes fazem isso. Anda, George.

Muito bem.

Descontraiam, liguem o r�dio.

Est� quase na hora do Rudy Vall�e.

A minha Kathleen adora-o.

Tenho uma ideia. Podemos ouvir, m�e?

- Ouvir o qu�? - O disco.

- Estou cansada do disco. - Por favor.

Como queiras.

- Um passo de cada vez. - N�o volto a fugir.

- Vais ficar encurralado. - N�o vou fugir.

Tem isso na cabe�a, n�o vai esquecer.

- N�o vou fugir. - N�o podes continuar...

O que se passa?

Estamos sozinhos.

Estamos sozinhos.

- O que se passa? - N�o sei.

Eli, qual � o problema?

Nada.

- Eu limpo isto. - Eu limpo.

Eu...

- Lembraste-te agora? - Lembrou-se de qu�?

Meu Deus.

Algu�m me diz o que se passa?

- Mente a si mesma. - Desculpe?

- Temos de ir. - Quem � a senhora para me dizer...

Temos de ir.

Mente. Tu mentes. Tu mentes.

Mas eu vou dizer a verdade.

O seu marido e eu fomos para a cama.

Na cadeira da cozinha. Muitas vezes.

Enquanto o meu marido trabalha, a fazer as recolhas.

- O qu�? - June.

- Pap�. - Abigail, para o quarto.

Ela disse asneiras.

Eu abro.

Aquela mulher...

Precisas de mim aqui?

Vamos dar uma volta.

- N�o � uma boa altura. - Temos de conversar.

Nelson.

Tu tamb�m.

Xerife Thompson.

M�e.

M�e.

M�e.

O Dr. Cotton?

O que � que ele te fez?

Bolo de caramelo. Guardei-o para ti.

Foi a boca? Ele...

A doen�a estava noutro s�tio.

Deram-me uma turma de 1� classe. Era o que tinha pedido.

- Podem ser rebeldes. - Est�o na idade perfeita.

�vidos para aprender. E livres de preconceitos.

O que falta �s crian�as de Camden?

Disse que eu devia escolher o meu caminho.

Disse?

Esta cidade vai prosperar, Mr. Jeffries.

Um bom s�tio para investir.

Com toda a tua experi�ncia.

Sim, com todo o respeito.

Acho que � o dever de um jovem ir atr�s das oportunidades.

Porque n�o vai para Klondike?

O Enoch n�o vai para Klondike, pai. Isso � absurdo.

Iria, se a minha ambi��o fosse essa.

N�o vou permitir isso.

S�o s� homens rudes e gordura de urso.

H� riquezas aqui.

Atlantic City duplicou de tamanho na �ltima d�cada.

Dez mil turistas por dia na �poca alta.

Ele vai rentabilizar pessoas, em vez de ouro. � mais f�cil.

De mo�o de recados a Xerife-adjunto.

Todas as hist�rias t�m um princ�pio, senhor.

Tenho uma miss�o para ti.

Vais procurar e comprar um ma�o de cigarros.

Quer que me ausente.

Quero um ma�o de cigarros.

- Posso fumar um? - Apanhas, se fumares.

� completamente monstruoso.

S� firme.

- Mr. Jeffries... - Vou falar...

E depois podes dizer o que quiseres.

Nunca neguei nada � Mabel, n�o valeria a pena.

Ela � muito determinada.

N�o sei o que ela v� em ti, n�o quero ofender-te.

Pareces diligente e honesto. Mostraste ser persistente.

Devia admirar essas qualidades, mas por algum motivo, n�o o fa�o.

N�o esperava que o fizesse.

- Porque dizes isso? - Lutamos pela mesma coisa.

Um de n�s est� destinado a perder.

Quero casar com a Mabel.

Quero sustent�-la a ela e � fam�lia que vamos ter.

Como?

Ao subir na vida.

Prova isso.

- N�o posso provar aqui sentado. - Prova a ti mesmo.

N�o tenho de provar o que j� sei.

Acho que n�o sabes.

Acho que �s arrojado

e tens jeito para saber o que as pessoas querem ouvir.

Mas acho que n�o sabes o que �s.

Senhor, creio que ambos vamos descobrir.

Fumei um na mesma.

Era o que eu esperava.

A quem nos odeia.

� arrojado.

O Mr. Thompson � arrojado.

O suficiente para vir aqui e encarar-me de frente.

N�o estamos � espera de Mr. Torrio.

Quando � que se vai livrar do Charlie Luciano?

Ele desilude-me, � verdade.

Ele vai vir atr�s de mim e depois vai atr�s de si.

Quando estamos no trono, � o que se espera.

N�o levo estas coisas t�o a peito.

O que se pode levar mais a peito do que um homem que nos quer matar?

F�. Confian�a. Lealdade.

A base do Imp�rio Romano.

C�sar n�o foi apunhalado pelas costas?

Mesmo assim, prefiro lidar s� com italianos.

Onde � que isso me deixa?

� Malta, uma ilha.

Leal a Roma, mas isenta das leis romanas.

E dos tributos romanos tamb�m?

Mr. Torrio garantiu-me de que sabe devolver um favor.

Mas podemos ouvir da boca dele.

Baixe-se.

Saia da frente.

Posso entrar?

- Desculpe incomodar. - Passa-se alguma coisa?

N�o, minha senhora. S� assuntos da cidade.

- Senta-te, por favor. - Deixe estar.

Como est� a Ruth?

J� est� boa. O beb� est� a crescer.

Fico feliz.

E ent�o?

Os servi�os que presta ao Comodoro...

- Que servi�os s�o esses? - Que t�m regras pr�prias.

- Podia ajudar com eles. - Ningu�m te pediu isso.

- Estou a oferecer. - N�o � assim que funciona.

Vai para casa. J� � tarde.

Falamos sobre isso noutra altura.

Obrigada por me receber, Dr. Cotton.

Sei que carrega um grande fardo.

Muitas responsabilidades.

N�o considero isso um fardo,

mas uma oportunidade de ajudar os que s�o incapazes de se ajudarem.

Gostava de lhe dizer pessoalmente

que me recuperei completamente.

Recuperou? Quando?

N�o houve um momento exato, mas agora vejo as coisas com clareza.

Penso com clareza.

O que quer?

Tenho a certeza de que existem formalidades a serem cumpridas,

mas gostava de iniciar o processo.

- Qual processo? - O processo de ter alta.

Porque foi trazida at� n�s?

Tirei a vida a uma pessoa.

Num estado de insanidade tempor�ria.

Por causa da minha dor.

Sabia que estava doente?

- Sabia. - E agora sabe que n�o est�?

- Sei. - Como?

Como sabe como � que est�?

Como � que sabe?

O conceito de insanidade tempor�ria � problem�tico.

Alguns diriam ser conveniente para os pacientes.

Racional antes do ato, racional depois,

mas naquele exato momento... - Foi decis�o do j�ri.

Para onde vai a insanidade?

A mal�ria, a s�filis, a tuberculose,

ficam nos tecidos.

Escondem-se da vista s� para reaparecerem.

Ficam no corpo para sempre, a menos que sejam arrancados.

Estou melhor.

Fui ajudada.

- Estou grata. - Mas est� curada?

Est� curada?

Vamos descobrir o que h� dentro de si.

Vamos tratar disso.

N�o tem de se preocupar.

- Podes n�o fazer isso? - Fazer o qu�?

Ficar a olhar para mim.

Estou a deixar-te constrangido?

Aquilo em que est�s a pensar.

Foi um acidente.

S� isso.

Como um el�trico a atropelar um cavalo?

Um homem a ficar com a cabe�a esmagada numa prensa de metal?

Uma explos�o de g�s

em que os espetadores ficam literalmente desmembrados?

Foi assim ter sexo com a minha mulher?

N�o sei quanto a ti,

mas a minha vida � uma tempestade.

Terra � vista.

Guarda isso. Precisamos de ti s�brio.

O agente proibicionista que afogaste,

o investigador em quem disparaste, enquanto fugias da deten��o.

E n�o deve ser dif�cil de descobrir mais.

Agente especial James M. Tolliver.

- Morto no cumprimento do dever. - N�o sei quem �.

Engra�ado. Os dentes dele estavam espalhados na tua sala.

Um negro assaltou-me.

Foi ele que engravidou a tua mulher?

Ningu�m quer saber dos teus problemas.

� o fim, cavalheiros.

Ou cooperam connosco...

Ou v�o ver como s�o as coisas dentro da c�mara de g�s.

O que querem que fa�amos?

N�o h� nenhum tribunal em Cook County

que coloque o Alphonse Capone na cadeia.

Est�o todos subornados.

Mas n�o o gabinete de Receitas Internas.

Estamos a montar um caso de evas�o fiscal.

- Achas que � uma piada? - N�o.

N�o com todas as multas e juros.

Ele tem de declarar o dinheiro, legal ou n�o, caso contr�rio...

Cinco anos numa pris�o federal, no m�nimo.

Se pudermos provar a receita.

Chave da sala de contabilidade.

- Combina��o do cofre. - Precisamos dos livros de contas.

V�o busc�-los para n�s.

- Porque n�o v�o voc�s? - Porque somos dispens�veis.

O Capone vai estar fora a noite toda

a mostrar a alguns tipos de Hollywood as vistas.

Equipa m�nima no Lex, mais f�cil n�o podia ser.

V�o fazer uma entrega.

- Dinheiro. - E depois?

Fa�am o que for preciso.

Mas v�o trazer aqueles livros hoje � noite.

- E ele vai para a cadeia. - De outra forma n�o vai.

Usaram ambos distintivos. Eis a oportunidade de os merecer.

Os livros est�o escritos em c�digo.

Conhecem o Ries. O contabilista.

- Tem p�nico de insetos. - Exato.

Ele aceitou cooperar.

N�o foi?

Tirem-nos de cima de mim.

Parecia um matadouro. Destru�ram o bairro todo.

N�o h� como dizer quem est� vivo ou morto.

Quem eram os atiradores?

� melhor n�o saber. Mantenha-se fora disto.

Estou envolvido agora, n�o estou?

Ficamos gratos por tudo o que fez.

O seu conselho, a sua opini�o.

E � medida que o sindicato avan�a, vai ficando mais forte.

E o seu envolvimento ser� uma parte importante...

Estou?

Esper�mos por ti, John.

Durante algum tempo.

Nucky?

Eu liguei. N�o recebeste a mensagem?

Por acaso, recebi.

E agora tenho uma mensagem para ti

e para os dois idiotas a quem te aliaste.

N�o vou descansar at� vos ver nas sepulturas.

Vai fazer o seu trabalho? Pago impostos como qualquer um.

Diga isso ao Xerife.

Ele tem de vir resolver as coisas por aqui.

N�o me sinto segura na minha pr�pria cama.

As coisas que acontecem � noite.

Consigo ouvi-las. Consigo ouvir...

Consigo ouvir as almas a gemer.

Tenho m�s not�cias.

Ando a ligar h� v�rios dias.

Tive de investigar algo

que eles disseram n�o ter ocorrido.

Conte-me.

Miss Wheet foi mandada parar numa opera��o perto de Havana,

depois do recolher obrigat�rio.

Houve uma discuss�o com os soldados.

Ela disparou uma arma. Morreu no local.

N�o acredito.

Isso n�o vai mudar o que aconteceu.

Quero os nomes dos respons�veis.

Pago o que for necess�rio.

N�o existem nomes, Mr. Thompson.

Ent�o quem � o respons�vel?

Ningu�m.

HARLEM, NOVA IORQUE

- Senhor. - Vim ver uma mi�da.

N�o vai ficar desiludido.

Tenho de o revistar. Temos tido problemas.

Est� bem.

S� quero um tipo de problema.

Por aqui.

Primeiro quarto � esquerda.

- Boa noite, Clarence. - Boa noite, Mr. J.

Novas regras. Tivemos problemas, vou ter de o revistar.

- A Amelia est� aqui? - Sim, est�.

Todas as suas meninas preferidas.

A Sophia tamb�m?

Ol�, querido.

- Como est�s? - Vamos at� l� acima.

- N�o sejas t�mido. - Sei que viste alguma coisa.

Anda c�.

Mam�?

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.