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UMA SÉRIE NETFLIX
Cala-te ou rebento-te a cabeça, cabra.
Entendeste? Caladinha.
Vá lá. Procurem bem. Procurem em todo o lado. Em todo o lado.
Vê aí!
Vê ali atrás!
Vê neste saco. Vá lá!
- Não deixem nada por ver. - Abre.
Está aqui ou não?
Encontrei-a!
Muito bem. Vamos, rapazes.
Vamos!
Lá para trás!
Levem-nos lá para trás. Eles ficam lá atrás.
As escadas.
Usem cadeiras, seja o que for!
Vamos lá!
Não olhes para mim, filho da puta! Estou a ver-te!
Não olhes para mim, rapaz! Hasta la vista!
Nós não temos nada que ver…
Toma lá, filho da puta!
- És a minha gaja, filho da puta! - Vai-te foder!
Látigo!
Vamos, Lili!
Lili!
Vamos, Lili!
- Deixem-na em paz. - Vá lá!
Larga-me, filho da puta!
- E então? - O perímetro está seguro.
Os acessos, as paredes exteriores e as ruas envolventes também.
Até haver um comunicado oficial, o facto de a juíza Piñeiro estar lá não sai daqui.
Além disso, o grupo que se autodenomina por Os Renascidos
pode ter oficiais da justiça como reféns.
Até agora, não há informação…
Quando quiser, podemos entrar. Há duas equipas prontas.
Vamos esperar pelo comunicado.
- E tu? - Nada. Continuam sem responder.
- Continua a tentar. - Sim, senhor.
O Antín.
- Antín. - O que se passa, Lasarre?
É a terceira vez que te ligo esta manhã
e não consigo sair do meu gabinete.
Estou barricado aqui dentro. Nem água tenho. É vergonhoso.
De que estão à espera?
Já te disse que não vou arriscar até saber a situação da juíza Piñeiro.
Faz o que for preciso, mas tira-me daqui!
Destrói a prisão, põe uma bomba… Tira-me daqui!
Está bem, não saias daí. Estás seguro aí.
Esta noite, quero dormir com a minha mulher.
Filho da puta!
Andrés, preciso de te pedir um favor.
- O que fazes aqui? - Tenho um problema.
Vim com um visitante e ficou lá dentro. Não o consigo contactar. É menor.
Um menor? Lá dentro? Quem é?
Deve estar na entrada. Podem entrar e procurá-lo?
Não posso entrar até emitirem um comunicado.
- Como assim? - Não entendes o que se passa?
- Está bem. Peço à Dra. Piñeiro. - A doutora é refém deles.
Quem vieste visitar?
O Miguel Palacios.
O palhaço que escreveu o livro sobre a fuga?
O filho dele está lá.
Olha para ti.
Como estás, Luna? Como está o Lucas? Conseguiram sair?
Aconteceu uma coisa.
Eu saí, mas o Lucas ficou aí.
Como assim?
Na confusão.
Estávamos a sair, perdi-o de vista e não o encontrei aqui fora.
Há uma grande operação aí?
Sim, muita gente.
Há oficiais do tribunal. A polícia prepara-se para entrar.
Sabes por onde vão entrar?
Não, mas vão reprimir o motim.
Ainda não o fizeram porque a juíza Piñeiro está aí.
A juíza está aqui?
Se conseguires, diz-lhes que o motim é só de um grupo pequeno.
Os restantes não estão envolvidos e prenderam-nos no pátio.
A culpa é minha. Desculpa. Não o devia ter trazido.
O Lucas deve estar na entrada, mas está bloqueada. Não posso entrar.
O que vais fazer?
Liga-me só se houver novidades. Adeus.
À medida que o motim continua na prisão de Puente Viejo,
ainda não há notícias sobre as exigências dos reclusos.
Mas as pessoas que não saíram ficaram lá como reféns.
Espera-se que as autoridades intervenham para acabar com o motim.
Puta que pariu!
Idiota! São vocês! Quase vos ataquei.
Temos de estar alerta. Vamos, depressa.
- Não podes andar sozinho! - O que podia fazer?
O cabrão do Bardo.
O que é que ele quer?
- Ninguém sabe. - Filho da puta!
Matou o Medina.
Estão a controlar o primeiro andar, menos a entrada.
A direção também está fechada.
E o Antín está lá?
Sim. Se estava cá quando isto começou, não conseguiu sair.
O cabrão ainda lá está!
- Vais ligar ao 112 ou quê? - Venham.
- Corremos perigo ali… - Vamos! Depois explico.
- Abre, careca de merda. - Quietos!
- Saiam ou disparo. - Tenho de falar com o Antín!
- Larga a arma. - Que importa o que queres, drogado?
- Abre a porta! Ele quererá ouvir isto! - Para! Estás envolvido nisto?
- Nós não fizemos nada. - O que queres?
- Abre, meu! - Queres falar agora? Estás pedrado?
Foda-se!
- Seja o que for, tem de esperar. Ouviste? - Sim, liga-lhe. Já.
O que caralho queres?
Não atendes a tua mulher?
Estou?
Alicia?
Não. Sou eu, idiota.
Escuta. Temos a tua mulher.
Deves ter uma paciência de santo
porque ela é mesmo insuportável.
Deixa-o entrar.
Só ele.
Chefe, é a juíza Piñeiro.
Fala o procurador Lasarre.
Presta atenção, procurador Lasarre. Estou com a juíza Piñeiro.
Agora ela não pode falar. Está um pouco ocupada, mas está bem.
Vou mostrar-te para veres que está bem.
Vê lá. Pronto. Cumprimenta-o. Diz-lhe: "Olá. Tudo bem?" Cumprimenta-o.
Digam-me o que querem para agirem de forma tão violenta.
Vamos conversar. Tudo tem solução.
Dou-lhe a minha palavra.
Podes enfiar a tua palavra no cu.
Se não me derem o que quero, vão morrer todos aqui.
Vão morrer. Entendeste?
- Estou a ouvir. - Assim gosto mais.
Preciso de uma avioneta para ir ter com meu pessoal ao Paraguai.
E ela vem comigo.
Quando passar a fronteira, liberto-a. Pode ser?
O que me está a pedir não é comigo.
Não é contigo, filho da puta?
Vê se percebes.
Se não me mandares o que pedi,
vais tirar o corpo dela com uma colher de um saco do lixo.
Dou-te algumas horas para pensar. Manda-lhe um beijo.
Vá lá. Manda-lhe um beijo.
Sabes o que tens de fazer. Pensa bem.
Pensa bem. Adeus.
Este é o cabecilha. Quem é?
Veja, está na lista. José Muriazo. Chamam-lhe Bardo.
Há notícias do Lucas?
Ainda não, mas eles falaram com o cabecilha.
Ele pediu uma avioneta para sair do país.
Com quem falaram?
Muriazo. Chamam-lhe Bardo.
Ameaçou matar a juíza e deu umas horas ao procurador. Onde estás?
Não importa. Depois falamos.
Não admira que o Antín tenha o cabelo que tem.
Este massajador é brutal.
E estes compridos?
O que se passa? O pau dele não funciona?
- Lava a boca antes de falares do Sergio. - Sergio!
Sergito! O Sergio é um idiota.
É mesmo idiota. E tu és uma merda, pior do que ele.
Porque tu nem sequer sujas as patas.
Mas gostas de gastar a guita que ele rouba.
Tem imensos sapatos. Eu contei-os. Tem 120 sapatos no closet.
- Rouba-os todos. - Mais vale. Servem-me.
E as viagens que fizeste?
Roma, França, Caraíbas.
- Pelo menos, não roubo ninguém! - Claro que não!
Nem sequer levantas um dedo.
Mas eu sim.
Eu arregaço as mangas, querida, porque sou empreendedora.
E ele também trabalha, sabes?
Tu és a única que passa o dia todo a coçar
essa cona seca e imunda.
Agora, vamos falar com o teu marido.
Para saber que ainda não te matamos. Ainda. Ouviste?
Sergio? Sergio, o que faz esta gente aqui?
Tem calma, ruiva.
Resolve isto.
Vou tratar de tudo.
- Isto foi longe de mais. - Calma, amor. Confia em mim.
Por favor, Sergio!
Eu nunca te envolveria. Estás doida? Amo-te e preciso de ti.
Vai correr bem, ruiva.
Ajuda-me lá. Acalma-te.
- Calma. - Resolve isto!
- Pronto, Alicia. - Já!
- O que queres, filho da puta? - Então?
Tento na língua.
Se acontecer alguma coisa à minha mulher, dou cabo de ti. Empalo-te!
Não estás em posição de fazer ameaças.
Agora nós estamos na liderança.
O que queres?
Quero que tirem o Marito do hospital.
És burro ou fazes-te?
Como posso tirá-lo do hospital? Preciso de autorização do tribunal.
Entendes?
Está bem. E qual é o problema?
- És o Antín. - O que tem isso que ver?
Podes sair e fazer o que queres.
Lembras-te?
Lembras-te de quando nos abrias o portão para roubarmos?
Achas que estaria aqui se pudesse sair? Achas que fiquei porque vos adoro?
Não se pode sair. Estão a controlar o primeiro andar e a saída.
Temos de esperar pelo fim do motim
e tentar fugir no meio da confusão quando entrarem. Percebeste?
Está bem.
Como quiseres.
Mas se nos lixares,
despede-te da ruiva.
É contigo.
Vá lá, filho da puta!
Toma lá, cabrão!
Vamos!
Vamos lá!
Vamos lá!
- Isso mesmo! - Pastor!
Força!
Vamos lá!
Foi o Bardo.
- Matou-o. - O Brian?
O Brian?
Vamos lá!
Deu merda.
Está bem. Vai.
Traz-lhe água. Está a dar comigo em louco.
Tens de ligar ao procurador. Diz-lhe para me trazer o que pedi.
Senão, todos vão morrer.
E tu estás incluída.
Tens de parar com isto.
Peço-te, por favor.
Estás a arruinar-te, estás a descer cada vez mais fundo.
Digo-te isto como se fosse tua mãe.
Porque estás a falar da minha mãe?
Vais falar da minha mãe, filha da puta?
Sabes como é sustentar oito irmãos e levantar-te às quatro da manhã?
Passar frio? Passar fome? Que sabes tu…
Não me apontes o dedo!
Não me apontes o dedo!
Não estou a apontar.
Estou a fazer o meu trabalho.
Já fizestes estragos suficientes. Por favor.
Estragos? De que estragos falas?
Em vez de defender a lei…
Sabem as condições desumanas em que vivemos aqui?
De que precisas? Diz-me.
- Confia em mim. - Porque havia de confiar?
Filha da puta!
Sabes há quanto tempo reporto o que se passa aqui?
Há sobrelotação, negligência, abuso de licenças
e da liberdade condicional e mudanças na gestão.
Não sabes nada! Como me podes ajudar?
Espera. Podemos falar.
Nós podemos falar. Se isto é por causa do miúdo que morreu…
Não sabes que passei a minha vida toda aqui?
Não sabes nada!
Não sabes o frio que é cá dentro!
Não sabes como é cagar aqui! Não sabes como é!
Tu cagas maravilhosamente no teu trono!
Não sabes o que é a dor!
Nós não somos iguais. Não me vais comover.
- Não? - Não, não vais.
Vais ver, filha da puta! Queres ver como te comovo?
Não!
Queres ver?
Trá-lo cá.
- Vou matá-lo. - Não!
Sim! Vem cá, filho da puta. Senta-te!
O que vais fazer?
- Vai-te foder! - Não!
Vou comover-te.
Não! O que vais fazer?
Eu e eles somos iguais!
Sabes como estes cabrões nos maltratam?
Como violam os miúdos?
Como lhes batem?
Queres que te comova, filha da puta?
Chora, maricas!
- Vê se comoves esta puta! - Não!
O sacana do Pastor.
E o cabrão do César também. Olha.
Abre, meu! Abre a porta. Vá lá, filho da puta!
Abre a porta!
Vamos lá!
Tens de entrar e acabar com isto, Lasarre. Estás à espera que nos fodam a todos?
Estou à espera da chamada. Tenho de pensar na vossa segurança.
Despacha-te! Vão desfazer-nos como em Sierra Chica.
Com a juíza cá dentro, idiota.
- Diz. - Presta atenção.
Puta que te pariu, Lasarre. Estou cansado.
- Mandaste o que te pedi? - Já tratei de tudo.
Sai e, em dez minutos, estás a sair do país.
Não faças jogo sujo.
Não o faças. Não sou burro.
Caso contrário, deito-a ao rio.
Vai correr bem. Está tudo tratado, não há problema.
Só quero que me garantas que sais com a juíza sã e salva.
Isso depende de ti. Se fizeres tudo bem, vai correr bem.
Caso contrário, vemo-nos por aí.
Ouviste, Antín?
Vamos entrar.
Vamos.
Não, Dios!
James.
James!
- Vá lá. - Colombiano!
James!
Perdi.
Não, não perdeste nada. Aguenta-te.
Não, não desistas, meu. Vá lá.
Sempre tiveste um irmão.
Era eu, amigo.
Não, colombiano. Não!
Não, colombiano!
Colombiano. Não!
Não, colombiano!
Vamos, Diosito.
Vamos.
- Não! - Vá lá, Diosito!
- Não! - Vamos!
Colômbia!
Por ali!
Vamos.
Se te mexes, arranco-te a cabeça.
Larga-a, meu!
Estás a cometer um erro.
Os únicos que cometem erros aqui são os polícias.
Estás a fazer merda. Não vês que nos vamos foder todos por tua culpa?
Vou ser breve. Só a solto na fronteira. Está tudo tratado.
Eu sei como é. Fazem promessas e não as cumprem.
A juíza é a minha garantia. Não quero saber. Vem comigo, há espaço.
Não posso.
Claro que podes. Que importa? Estamos fodidos.
Tenho o meu filho. Não lhe quero estragar mais a vida.
Também tenho filhos.
Por isso mesmo. Solta-a. Não estragues mais a vida dos teus filhos.
O que sabes tu da minha vida?
A minha família não me vem visitar. Abandonaram-me, entendes?
Odeiam-me, não me amam. Tinha razão! Ninguém nos ama!
Somos a escória da sociedade.
Vamos embora, Pastor. Daqui a uma semana, ninguém se lembra.
Não é assim que funciona. As nossas ações têm consequências.
- Mataste o Brian e vais pagar por isso. - Já paguei, meu! Não devo nada.
Para incriminar o Borges, mataste um bom miúdo. Isso não se faz.
Para sobreviver nesta selva, temos de ser duros ou inteligentes.
As minhocas estão a comer o teu amigo.
E vão comer-te também.
Não!
Mamã…
Isto é pelo Brian, filho da puta!
- Soltem-na. - Ela é a nossa garantia.
Que garantia? Acabou, filho da puta.
Vai-te foder!
Desapareçam, cabrões!
- Maricas! - Bazem!
Acabou.
Obrigada, Palacios. Obrigada.
Acabou.
Vamos por aqui.
Lucas.
Lucas.
Aonde vais, cabrão?
Só acaba quando eu disser!
Tu, a juíza e o puto vão morrer.
- Vá lá! - Vamos lá!
Vem cá.
Estás bem?
Salvaste-me.
Está tudo bem.
Adeus, Miguel.
Vai com Deus.
Luqui.
Está tudo bem.
Está tudo bem, amor.
Larga o rapaz.
Deixa-o ir.
Larga o rapaz.
Está bem, vou já. Obrigada.
Temos de ir.
Está bem, eu aceito.
É tua. Mereceste-a.
Ganhaste.
A prisão é tua. Está livre para ti.
Vamos lá!
Limpem tudo!
Essa cama é tua. Não importa.
Vamos lá!
A prisão não é minha.
A prisão é tua.
Pertence-vos. Às pessoas como tu.
A certa altura, pensei que era a minha casa.
Mas percebi que não é.
Não estou aqui por opção.
Vamos lá!
Campeão!
É essa a diferença entre nós.
Apesar de poderes estar lá fora, vens para cá todos os dias.
Acompanha-o.
Vamos lá!
Foda-se!
Sub-21!
Sub-21!
Sub-21!
Tens cinco minutos.
Olá, querido. Sou eu.
Gladys.
Ele…
Ele morreu.
Ele morreu.
Mas não fiques triste, amor. Ele morreu feliz.
Ele já não está connosco, querido.
Mas o Marito estará sempre comigo, no meu coração.
Tal como tu e o teu filho.
Porque os Borges continuam, entendes?
Escuta, amor.
Presta atenção.
Não sei se tens algo para me dizer. Não sei quando te voltarei a ver.
Cheguei até aqui graças a vocês.
Não tenho tempo, amor. Tenho de desligar. Estão à minha espera.
Está bem. Vai lá.
Vai lá. Também estão à minha espera.
"Este mundo domestica-nos para desconfiar do próximo.
Para vê-lo como uma ameaça e nunca uma promessa.
Quando é verdadeira,
quando nasce da necessidade de falar, ninguém pode parar a voz humana.
Quando negam a boca, ela fala com as mãos,
com os olhos
ou com os poros.
Seja com que for.
Porque todos temos algo a dizer as outros,
algo que vale a pena
de ser celebrado ou perdoado."
Eduardo Galeano.
Hoje decidi ler-vos algo que me ajudou a ver as coisas de outra forma.
Que me inspirou a escrever a minha história e a valorizá-la.
Agora tenho privilégios por bom comportamento. Posso sair.
Trabalhar, ver o meu filho e voltar para cá.
Mas quem leu o meu livro sabe que passei muitos anos no inferno.
E conheço-o bem.
E sei que a vida não é fácil.
Aqui dentro sabemos disso.
E não é fácil levantar. É tentador ficar caído e desistir.
Mas é nesses momentos,
quando achamos que acabou e que não podemos fazer mais nada,
que não temos nem mais uma gota de sangue para deixar no chão,
é aí que podemos parar…
… e olhar para dentro.
Esquecer o que está lá fora, olhar para dentro e procurar.
Porque se procurarmos bem fundo, há sempre uma razão.
Mesmo que seja vaga, surge uma razão para nos levantarmos e lutarmos.
E essa razão é quem amamos.
E quem nos ama com todos os nossos defeitos.
Essas pessoas estão connosco.
Estão aqui connosco, ao nosso lado.
Mesmo que não estejam entre nós.
Estão aqui.
É por essas pessoas que devemos lutar todos os dias.
Porque lhes devemos parte da nossa vida.
O destino é uma página em branco.
E para a preencher bem,
temos de lutar com unhas e dentes contra o mundo da morte.
Contra a obediência.
E contra as proibições.
Espero que sejamos teimosos para continuar a acreditar,
apesar das provas em contrário, de que a condição humana vale a pena.
Apesar de sermos imperfeitos…
… ainda não estamos acabados.
Vamos.
FIM
Legendas: Ruben Oliveira
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