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Porquê? Passei a vida a tentar fugir destas pessoas...
Porquê? Mataram o meu irmão.
Certo. É por isso que vamos ficar longe...
E depois tiveram a lata de aparecer no memorial fúnebre,
abraçar-te e apertar-me a mão.
O Jayson apertou-me a mão
com a mesma mão que usou para espancar o teu pai.
E eu tive de ficar ali
a acenar com a cabeça
e dizer: "Obrigado por ter vindo."
"Obrigado por ter vindo."
Quando eu sabia, e tu sabias, o que lhe tinham feito.
Por isso, sim, vou roubar-lhes o dinheiro.
Sim. Vou roubar-lhes o dinheiro para termos uma vida melhor.
Porque tem de haver uma razão
para o teu pai ter morrido... - Não há razão para nada disso!
- Não te armes em mártir. - Não estou.
Mesmo que o tenhas feito pelos miúdos, eles vão passar a vida sem o pai.
Ouvir histórias de como ele era um assassino,
um ladrão e um raptor de merda.
- Esse é o teu legado. - Esse não é o meu legado.
- Agora é. - Não, esse não é o meu legado. Não.
Nem sei no que estou a pensar.
Nem vais chegar à prisão. O Jayson vai matar-te primeiro.
- Ele não sabe que sou eu. - Vai descobrir.
Então, ele que venha.
Que venha, foda-se.
Deixa-o vir e apertar-me a mão!
Vê o que acontece desta vez, cabrão!
Que raio se passa contigo?
Robbie, olha para mim!
- Tinhas uma vida. - Uma vida?
Que vida?
Esfalfar-me ali para cheirar a merda e lixo dos outros?
Voltar para casa e os meus filhos perguntarem se a mãe deles vai voltar?
E eu não tenho uma resposta.
Não! Estou farto dessa vida.
Estou farto dessa vida.
Tens de levar o Sam à Polícia.
Só preciso de uns dias.
- O que vai mudar nuns dias? - Dinheiro.
Um milhão de dólares, talvez mais.
Só...
Eu sei que fiz merda, está bem?
Eu entendo isso.
Deixa-me cuidar dos meus filhos.
Está bem?
Maeve, és a única família que me resta.
KYW notícias, 8h16...
Meu Deus! Temos de controlar esta merda.
O SAC não me larga e tenho uma conferência de imprensa às 14 horas.
E prefiro não ir para lá fazer figura de idiota.
Ninguém quer isso, Kath.
Mas estamos a ver 500 dicas
para descobrir o máximo possível sobre este bando.
O que sabemos?
- Lizzie, queres intervir? - É o Kenny Pollard.
Cumpriu dois anos na Prisão Rexler
por agredir um funcionário de uma loja de conveniência.
Nos últimos seis meses,
tem estado a trabalhar na Cirurgia de Árvores Swain, em Upper Darby.
Estavam fechados ontem,
mas pedimos ao capataz uma reunião com todos os funcionários
às 9 horas. - Bom dia, amigos da equipa.
Anthony Grasso, esta é a Kathleen McGinty da SSRA.
- Está atrasado, Grasso. - Desculpe. A Wawa teve de fazer...
Perdoa-me por não querer saber. Que mais?
A DEA ligou com informações.
- Aleah. - Viram a nossa informação sobre o PaCIC.
Puseram um localizador num carro.
Um traficante chamado Cosmo Giles, de Pittsburgh.
Um informador disse que o Giles
ia buscar um carregamento de uns motoqueiros.
O único gangue de motoqueiros a vender tanta droga em PA são os Dark Hearts.
Achamos que este bando os roubaram.
Mas não faz sentido.
Estes tipos nunca roubaram drogas.
Eles não queriam as drogas.
O encontro estava marcado para a meia-noite, mas foi adiado.
O nosso bando entrou naquela casa a pensar que iam buscar
o dinheiro depois da troca.
Isso presumiria que sabiam que isto ia acontecer muito antes.
Cremos que trabalham com um informador dentro do gangue.
- Quanto produto levaram? - Muito.
Doze quilos de fentanil puro.
Em revenda, são 1,5 a 1,6 milhões.
- Jayson, Perry. - Freddy!
- Freddy! - Ena.
- Quem se vai casar, Freddy? - A minha filha mais velha, Camila.
Esta noite, na catedral de St. Paul. Segue-me.
Gostas da escolha dela? Ele é um bom ser humano?
É um monte de merda inútil.
Dois filhos com outra mulher.
Sem emprego. Sem educação. Zero ambição.
Mas convenceu a minha filha de que é o Príncipe Encantado.
Ainda bem que não tenho filhos para me desiludirem.
Sim. Sorte a tua.
Entrem.
- Sentem-se. - Obrigado.
Fala comigo.
Esperávamos que nos ajudasses a resolver um problema.
Os tipos do Halloween que lhes assaltaram as casas?
Esses mesmos.
Faz-me a vontade.
Porque vos ajudaria?
Porque, neste momento,
controlamos o fornecimento.
A cidade é sua.
A parte oeste de Pittsburgh pertence-nos. É o acordo.
E, devido a estas rusgas, os nossos distribuidores perderam o produto.
Em breve, vão procurar outras formas de o trazer para cá.
Ainda não senti a pressão.
- Continua tudo como sempre. - Vai sentir. Em breve.
Quando esse produto não estiver lá,
os distribuidores viram-se para a concorrência.
Os equatorianos de Boston. Os colombianos.
Qualquer um desses outros sacanas,
ficaria feliz por entrar neste mercado.
Se entrarem no nosso mercado, Freddy,
é uma questão de tempo até te fazerem o mesmo.
Ninguém quer isso.
O que propõem?
Alguém quer vender 12 quilos, vão ter consigo e liga-nos primeiro.
- Só queremos o que roubaram. - O que ganho com isso?
- Vinte e cinco por cento, por atacado. - Cinquenta.
- Vinte e cinco é sermos generosos. - Achei que devia pedir 80.
Já que são vocês que têm uma pila de 30 cm enfiada no rabo.
Sabem qual foi a primeira coisa que comprei quando ganhei dinheiro?
Um Cadillac?
Um conjunto de dentes novos.
Um dia, fui às compras em Lancaster com a minha mulher.
Parámos num café para comer qualquer coisa a caminho de casa.
Pedi licença e fui à casa de banho.
Dois motoqueiros atacaram-me e espancaram-me.
Partiram-me seis dentes.
Fiquei com o maxilar fraturado.
E quando acabaram,
sacaram das pilas
e mijaram em cima de mim.
Tinha 5000 dólares no bolso.
Eles não estavam interessados nisso.
Eles bateram-me porque não gostavam da minha forma de falar.
Não gostaram da minha aparência.
Não gostaram da cor da minha pele.
Porque é que os dinossauros como vocês ainda existem num mercado
onde o meu produto é mais barato, mais puro e mais rápido?
Estes condados rurais a quem vocês espremem tudo?
Preferem comprar produtos a vocês, seus idiotas retrógrados,
com os vossos emblemas ridículos,
mesmo que lhes custe mais dinheiro, mesmo que o vosso produto tenha sido adulterado
com tanto veneno para ratos e tranquilizante para cavalos,
que, literalmente, lhes derrete a pele dos ossos.
Mesmo depois de tudo isso, eles preferem comprar a vocês,
porque não gostam do meu aspeto.
Vais ajudar-nos ou não?
Cinquenta por cento.
Ou saco da pila e mijo nas vossas caras barbudas feias.
Olá, Gertie. Gertie!
Tenho melancias.
TRABALHO ATÉ TARDE NÃO FAÇO JANTAR
VAMOS NADAR ÀS 9?
Não.
- Não te aproximes. - Que se passa contigo?
O que se passa comigo? Tenho sangue nas mãos por tua causa.
- Por minha causa? - Não devia ter acontecido assim!
- Vá lá. - Era entrar e sair.
- Não havia corpos. - Houve um atraso.
A troca foi adiada. O Jayson não estava à hora da chamada.
- Eu não sabia. - Era o teu trabalho saber!
Não tinha como saber.
Era o teu trabalho saber que havia lá um miúdo!
Lixaste-nos!
Calma. Vai dar uma volta.
Está bem? Deixa-me tratar disto.
É melhor que o acalmes.
- Ele é um risco. - Está assustado.
Todos os polícias da zona andam à nossa procura.
Não te fodi.
Disseste que querias um golpe maior.
Um golpe, não um monte de fentanil e um miúdo de seis anos.
Isso não foi culpa minha.
- Onde é que ele está? - Ele está bem.
O que vais fazer com ele?
Ajuda-me a vender esta coisa.
Não podes vendê-la.
Ainda não.
- Porquê? - Ouvi o Jayson esta manhã.
Reuniu-se com o Freddy Frias.
Se tentares vender assim tanto produto, ele descobre.
- Fica quieto. - Não me ouves?
Não posso ficar quieto.
Preciso deste dinheiro.
Acho que se vão livrar do Jayson.
O Perry está aqui. O nosso plano está a resultar.
Já não quero saber do nosso plano!
Como assim?
Porque começámos isto?
- Porque ele matou o teu irmão! - Sim, porque andavas a comê-lo.
Porque eu o amava.
Anda cá. Vá.
Preciso deste dinheiro para os meus filhos.
Não podes vender estas drogas. Desculpa.
Tenho de ir.
Não faças nada até teres notícias minhas.
Eryn...
Estamos por nossa conta.
Ela conseguiu o que queria.
Agora, temos de cuidar de nós.
Conheces alguém?
São as balas que encontrámos
nos corpos de Joanne Nance e Warren Clarke.
Inseri os resultados no NIBIN para ver se a arma esteve envolvida em outros crimes
e obtivemos um resultado.
Em 2017, os Dark Hearts organizaram um comício em Reading.
Apareceu um clube rival chamado The Vipers e foi o caos.
Morreram três membros dos Vipers. As balas que os mataram correspondem.
Ou seja, a mesma arma usada em Reading também foi usada na casa.
A arma que os matou pertenceu a um membro dos Dark Hearts.
- Posso? - Claro.
- Obrigado, Hank. - De nada, Grasso.
Muito bem, venham cá!
Temos um horário apertado, por isso, agradecia que fosse breve.
É uma criança desaparecida.
Demoramos o tempo que for preciso.
Muito bem, ouçam! Estas duas senhoras têm perguntas sobre o Peaches.
Bom dia.
Agentes Stover e Clinton.
Como alguns de vocês devem saber, o Kenny Pollard, ou Peaches,
foi morto numa invasão domiciliária.
- Estamos aqui porque... - Deixa-te de rodeios, Scooby-Doo!
- Sim. Estamos aqui à procura de... - À procura de um par de mamas?
Porque não vejo nenhuma entre vocês as duas!
Somos agentes federais e estamos aqui para investigar um crime federal
com jurisdição federal.
O que significa cala-te.
Como dizia a TFO Stover,
procuramos um rapaz de seis anos chamado Samuel Nance.
Qualquer informação sobre a vida ou amigos do Peaches, por mais triviais que pareçam,
é importante agora.
E se estão nervosos por falar ou assustados por serem rotulados de bufos,
vejam a recompensa no cimo do panfleto
e vejam se vos faz mudar de ideias.
Voltem ao trabalho. Vamos lá. Estamos a perder tempo.
- Voltem ao trabalho. - Vamos.
Bom dia.
- Posso ajudar? - Sim, procuramos Jayson Wilkes.
Não o vi.
Chefe, aquele tipo ali não é muito parecido com ele?
Obrigado.
É o Perry Dorazo que está no bar?
- Sim, estou a vê-lo. - Jay?
O FBI está aqui.
Obrigado.
Veja. Reconhece isto?
- Não. - Bar Zephyr, em Reading.
Houve uma luta entre o seu clube e alguns membros dos Vipers.
O que é que isto tem a ver com o que aconteceu?
Boa tarde.
- Agente Especial Tom Brandis. - Anthony Grasso. Como está?
Podemos ajudá-los em alguma coisa?
Temos um relatório balístico,
que confirma que a arma usada para matar Warren Clarke e Joanne Nance
foi a mesma que matou dois Vipers num tiroteio
no Bar Zephyr, em Reading, em 2017.
O que significa que a arma do crime pertencia a alguém do seu gangue.
Têm uma fuga.
Você sabe disso e nós também.
Oito das suas casas de droga foram assaltadas nos últimos 10 meses.
E alguém do seu gangue está a passar-lhes informações.
Provavelmente, o dono da arma.
Quando o encontrarmos, encontramos o Sam Nance.
Como disse que se chamava? Agente Especial?
Tom Brandis.
Tom Brandis?
Iremos analisar tudo.
- Há um menino desaparecido. - Não me diga.
Vai fazer 72 horas. Estamos a pedir a sua ajuda para o encontrar.
Encontrar o quê, o cadáver dele? Você sabe disso e nós também.
Perry, quero saber com quem esteve em Reading.
Em Reading?
Isso foi há sete anos.
- Não interessa. - Pergunte o que comi ao pequeno-almoço.
Não sei se foi aveia ou ovos.
- Quero uma lista de quem lá esteve. - Alguma coisa engraçada?
Sim. Vocês. Vocês são uma anedota.
Temos um miúdo desaparecido e estamos a ficar sem tempo.
- Não nos queres ajudar? - Temos a nossa maneira de o encontrar.
Não envolve nenhum de vocês.
Agora, ponham-se a andar.
- Boa. - Isso mesmo.
- Vemo-nos por aí. - Fiquem bem.
Olha! Quem estava em Reading naquele dia?
Tu aí!
Lembra-te de não ir para a estrada ou vais magoar-te!
Bolas.
A água aqui é mais funda, se quiseres nadar.
- Não sei nadar. - Já tentaste?
Anda cá.
Quando era pequena,
fui a uma festa de anos com as miúdas da escola.
Estavam todos a nadar, menos eu.
O meu pai pegou em mim e atirou-me para a piscina.
Foi assim que aprendi a nadar.
Por favor, não me faças isso.
- Está fria. - Sim.
Primeiro, vamos ensinar-te a flutuar.
Isso mesmo.
Agora, transforma-te numa estrela-do-mar.
Pernas e braços bem abertos.
Isso mesmo.
Maeve...
... acho que és melhor professora do que o teu pai.
Obrigada, Sam.
É o problema de envelhecer.
Podes escolher o que aprendes com os teus pais.
E o que deixas para trás.
Sam?
Estás a flutuar.
Olá, E.
É tão bom ver-te.
- Olá. - Olá.
- Cortaste o cabelo. - Está muito curto.
Tentei dizer ao tipo, mas... De repente, desapareceu tudo.
Acho que estás bonito.
Estás a fazer amigos? Ou quê?
Nem por isso.
Costumo ficar na minha.
Como está o pai?
Bem.
Sim, está bem.
Voltou a trabalhar.
Está sempre a perguntar por ti.
A sério?
Conduziu até lá para deixar o meu fato para a sentença
e nem sequer entrou.
Conseguiste experimentá-lo? O fato?
Está um pouco grande, agora que emagreci.
Mas não faz mal.
Como te sentes em relação a isso?
À leitura da sentença?
Não sinto nada, acho eu.
Eu só...
... tenho de lidar com o que o juiz disser.
Porque a culpa é toda minha.
Isto é tudo culpa minha.
O que é que posso fazer?
Acho que é esta aqui.
Shelley, olá, é o Cliff Broward.
O que fazes aqui?
O Ray está?
Quem está aí, Shel?
- Olá! Que raios fazes aqui? - Soube que finalmente saíste.
Passei por cá para te dar os parabéns.
- Este é um amigo meu, o Robbie. - Prazer em conhecer-te.
Sim, bem entra. Entra.
Shel, lembras-te do Cliff?
Fomos companheiros de cela durante uns anos, em Lycoming.
Ela não se lembra de nada.
Venha cá atrás.
Porque não vão lá para fora, sentem-se, relaxem. Vou buscar umas cervejas.
- Tens o jogo daqui a meia hora. - Não me digas.
- São 15 minutos sem trânsito. - Umas cervejas, nada de especial.
- Se houver trânsito... - Shel!
Diz isso mais uma vez.
Diz mais uma vez que tenho de ir ao raio do jogo.
Muito bem, rapazes, cá vamos nós.
O que andas a fazer ultimamente?
O que não tenho feito? Sou árbitro de jogos da liga recreativa masculina,
em Media.
- Os rapazes estão crescidos, não estão? - Sim, é de loucos, não é?
Apanhei o mais velho na outra noite, na cave.
Tinha a cabeça dentro da t-shirt de uma rapariga. Ela também era gira.
Quase lhe pedi para dar a vez ao pai.
Tu...
Ainda tens contactos como dantes?
- Contactos? - Queremos vender droga.
Damos-te uma parte, se nos ajudares.
E eu a pensar que só me vinhas dar os parabéns.
De quanto estás a falar?
Doze quilos.
Onde é que vocês os dois arranjaram 12 quilos?
Não perguntes onde, nem como.
Mas podes vendê-la ou não?
Podes crer, mano. Não sou nenhum Escobar.
- O Freddy Frias. - Não.
- Tem de ser por fora dos canais normais. - Porquê?
Está bem. Estou a ver.
É droga roubada.
Podes despachá-la ou não?
Se querem evitar o Frias, têm duas opções.
Vendes tu a droga e tratas disso em Kensington.
- Qual é a segunda opção? - Exatamente.
O Lee.
- O Lee Whitehead? - Sim.
- Ainda está metido nisto? - Sim.
Confias nele?
Não o conheço bem,
mas a Shelley cresceu com ele em Ridley.
A última vez que soube dele, estava envolvido com os colombianos.
E os motards afastaram-nos do mercado há anos,
por isso, vão aproveitar.
Mas ele vai querer ver o produto primeiro.
Diz-nos só quando e onde.
Mas tem de ser rápido.
Está bem. Eu contacto-o.
Porra, meu, o dia acabou de ficar interessante.
- Denny? - Olá.
- Sentem-se. - Está bem.
O que era tão importante que não podia dizer ao telefone?
Não é que não pudesse dizer, só queria algumas garantias.
- Garantias? - Sim.
Estes 25 mil dólares.
Explique-me como posso receber isso.
Fornece informação que leve a uma condenação
pelo rapto de Samuel Nance.
Morto ou vivo?
Não importa se o miúdo está morto ou não?
Há umas semanas, eu e o Peaches estávamos a trabalhar
e ele disse-me que comprou um anel de noivado por três mil dólares.
Eu disse: "Podes convencer a tua noiva de que custa três mil dólares,
mas não enganas o Denny."
Isto irrita-o à brava.
Saca de um maço de notas e enfia-o debaixo do meu nariz.
Ele diz: "Cheira isto, seu velho idiota."
Eu disse: "Onde arranjaste isso?" E ele começou a gabar-se.
Disse que o ganhou a assaltar "as casas".
O que quis dizer com assaltar "as casas"?
Casas de droga. Andava a assaltá-las.
Diz que as marcava com o Cliff.
- O Cliff? Quem é o Cliff? - O Cliff Broward.
Trabalhou connosco há uns anos atrás,
antes de passar para a recolha de lixo, a J&W.
E ele disse como o Cliff sabia destas casas de droga?
Sim. Vasculhava o lixo das pessoas.
Se encontravam provas de drogas, assaltavam as casas juntos.
- Aonde vão? - Nós damos notícias.
Não querem a minha morada? Dados bancários?
- Olá. - Um colega na Swain disse que o Peaches
confessou assaltar casas de droga com um amigo chamado Cliff Broward.
- Quem é o Cliff Broward? - Trabalhador do lixo na J&W.
Identificava as casas de droga vasculhando o lixo
e assaltavam-nas juntos.
Isso explica as outras casas assaltadas.
As que não pertenciam aos Dark Hearts?
- Certo. - Sim, é genial.
Tens a morada do Broward?
- Morada? - Avenida Mason, número 122.
Vou enviá-la para o Grasso.
- Vamos enviá-la para o Grasso. - Está bem.
Vamos vigiar a casa.
Vou contactar a Central e ter a SWAT por perto.
- Precisamos de um mandado de busca? - Não.
Circunstâncias especiais. Pode estar uma criança dentro da casa.
Vamos entrar já.
São elas à esquerda.
- Olha. - Olha para a porta.
Deixa-me ver.
Parece que alguém forçou a entrada.
- Quanto tempo falta para a SWAT? - Estão a reunir-se na Av. Sidwell.
- Devem estar prontos em 15 minutos. - Não quero esperar tanto.
Vamos agora.
Tudo bem?
- Aleah, Grasso, vão pelas escadas. - Certo.
- Tudo bem à esquerda? - Sim.
À direita.
Livre.
- Estás bem? - Sim.
- Estás bem? - Sim.
Lizzie!
Para!
Polícia!
Foda-se!
55-David-7, perseguição a pé.
Indivíduo mascarado, de calças de ganga, dirige-se para sul na Rua Edmonds.
- Estás bem? - Vai!
Dirige-se para sul, através do parque!
Susan?
Para! Meu Deus!
Estás bem?
- Olha para mim. - Susan!
- Susan! - É a Aleah.
Então? Para!
Não se mexa!
Não te mexas. Então? Não te mexas!
55-David-3. Suspeito apreendido. Parque Lawrence. Enviem unidades.
- Estás bem? - Sim.
Aquela é a minha casa?
Continua. Vira à esquerda.
- Estão por toda a minha casa. - Eu sei. Estou a vê-los.
Que raio vamos fazer?
Robbie, o que vamos fazer?
Ouve e acena com a cabeça.
Seja como for, sabes das tretas dele e vais fazer o que quiseres.
Nem sei como falar com ela quando fica assim.
Vem dançar comigo. Vá lá.
Vá lá.
Que bicho te mordeu?
Se tens de perguntar, não vale a pena responder, pois não?
Desculpa não ter voltado da última vez.
Só tenho um coração.
Seu cabrão de merda.
Podes parar de brincar com ele?
- O que me está a falhar, D? - O que te está a falhar?
As coisas que têm acontecido, vêm de dentro.
Tens a certeza?
O FBI veio cá. É um de nós.
O que vês que eu não vejo?
Não vejo nada.
Vá lá. És como a mãe galinha daqui.
Todos falam contigo.
Eu não... Quer dizer...
A Rayna veio cá há umas semanas atrás.
- A Rayna? - Sim. A mulher do Shane.
Ela e os miúdos foram lá a casa. Ficaram duas noites.
Disse que o Shane tem andado diferente e...
Diferente como?
Quer dizer, tu sabes,
como era quando chegou a casa depois de ser destacado.
Tudo o provoca.
Ela disse que, não sei, ele não dorme.
Os miúdos têm todos medo dele, então...
O quê? Achas...
Acha que pode ser ele que anda a informar o bando destas casas?
Para que fique claro, está a recusar cuidados médicos adicionais.
- Correto? - Sim.
Mesmo depois de eu recomendar um exame.
- O que acabei de dizer? - Bem...
- O que... Não. - Porque está a fazer isso?
Porque me faz parecer um idiota.
Sofreu uma concussão de grau dois.
Não o posso deixar conduzir. Há alguém que o possa levar a casa?
- Sim. Eu. - Eu levo-o a casa.
Maravilhoso.
Pode assinar aqui, por favor?
- Sente-se bem, chefe? - Se me sinto bem?
Fui atirado pelas escadas abaixo e aterrei de cabeça, Grasso.
- Está tudo pronto aqui? - Ela está na sala um e ele na dois.
Muito bem. Contacta o Easley.
Diz que precisamos de câmaras de vigilância à porta da casa do Broward
caso volte para casa.
Sim, eu posso fazer isso.
- Qual é a história destes dois? - Ela está limpa.
O Ray tem uma lista de antecedentes com drogas e violência doméstica.
Isso foi retirado quando ela recusou apresentar queixa.
Ele está em liberdade condicional, com uma pena de sete anos de prisão.
Aleah, senta-te com ela. Tenta fazer com que ela fale.
- Obrigado. - Obrigada.
Boa sorte.
Boa noite, Ray. Não tive oportunidade de me apresentar
antes de me atirar pelas escadas abaixo.
Tom Brandis, FBI.
Detetive Grasso.
Importa-se de nos dizer o que fazia dentro da casa do Cliff Broward?
É um velho amigo.
Estava a pregar-lhe uma partida, quando me pregou um susto de morte.
Acha que somos estúpidos, Ray?
- Numa escala de um a dez? - Eis o que sabemos.
O Cliff fez parte de um bando que roubou 12 quilos de fentanil
da casa de motoqueiros, no domingo.
Acho que isso tem algo que ver com o que estava a fazer na casa dele.
É uma teoria interessante.
Os colegas estão a falar com a sua mulher.
Se ela nos disser o contrário, vai ficar feio para si.
Pois, a minha mulher não vos vai dizer nada.
Shelley, sabemos que não é só você.
Li o seu ficheiro...
Temos bolachas de queijo ou argolas de pêssego Tajin.
Não seria de esperar que Tajin e argolas de pêssego combinassem,
mas são muito boas.
Já estive no teu lugar, Shelley.
Conheço essa vergonha.
Vês isto?
Foi quando ele me atirou para o canto da ilha da cozinha.
Maçã do rosto e órbita ocular fraturadas.
Tenho uma placa de titânio e três parafusos aqui.
Não apresentei queixa. Nem daquela vez, nem de qualquer outra.
Escrevi o meu número da segurança social em todos os meus sapatos,
para que a minha mãe pudesse identificar o meu corpo quando ele me matasse.
Há manhãs, mesmo agora,
quatro anos depois, e a sentir-me-ei totalmente bem,
a viver o meu dia...
E, de repente, eu...
... sinto a traqueia a contrair-se.
Assim do nada. Sem motivo, ou razão nenhuma,
só de repente, não consigo respirar.
É a mesma sensação que tinha quando ele se sentava no meu peito
e me sufocava com as duas mãos.
Deus sabe que abri a porta para fugir um milhão de vezes.
E só não saí mais cedo
foi porque, quando abri a porta e olhei lá para fora,
só via escuridão.
Há luz.
O Cliff foi a nossa casa.
Pediu ao Ray para vender umas drogas.
Estava lá outro tipo, mas eu não sabia quem ele era.
Por volta das 15h15 de hoje,
o Cliff Broward e um homem não identificado
apareceram em sua casa em Upper Darby.
Os três sentaram-se no pátio, beberam cerveja
e falaram em ajudá-los a vender 12 quilos de fentanil roubado.
Depois dele sair, sentou-se com a Shelley e forçou-a a assaltar a casa do Cliff,
para vocês lhe roubarem a droga
e ficarem com o dinheiro. Quer que continue?
- O que me oferecem? - Quem era a outra pessoa, Ray?
- A oferta. - Retiramos as acusações de conspiração.
- Quem é a outra pessoa, Ray? - Não conheço o outro tipo.
Bobby ou Danny ou...
Mas sim, o Cliff pediu-me para vender umas drogas por ele.
- Estava um miúdo com eles? - Um miúdo? Que miúdo?
Um rapaz de seis anos chamado Samuel Nance.
- Foi raptado. - Não havia miúdo nenhum. Porquê?
- Não havia miúdo? - Não.
- Onde está o Cliff? - Sei lá.
- Fui procurá-lo, tal como vocês. - Não, foste lá assaltá-lo.
- Como ficaram as coisas? - Deixamos as coisas?
Depois do Cliff sair, o que falaram que iria fazer?
Disse ao Cliff que conhecia alguém que podia estar interessado.
Quem?
Disse que um certo amigo podia vender um carregamento daquela dimensão
fora dos canais normais.
Mas ele ia querer ver a droga primeiro.
Disse ao Cliff que lhe mandava uma mensagem com o local.
O Cliff está à espera da tua mensagem para marcar o encontro?
Desbloqueia-o.
Desbloqueia-o.
- O que usas para comunicar com o Cliff? - O Snapchat.
- Não dá para rastrear. - Mandas SMS? Partilhas localização?
- Partilho a localização. - Onde?
- Onde? - No Parque Bailey.
Normalmente, às 22h ou 23 horas.
- Depois de o parque esvaziar. - Manda SMS ao Cliff.
Marca o encontro no Parque Bailey para as 23 horas.
Avisa toda a gente.
- Temos reunião no Condado às 8h. - Entendido.
Obrigado pelo seu tempo, Ray.
- Está tudo bem, certo? - Sim, está tudo bem, Ray.
Vamos retirar a acusação de conspiração por ter sido tão cooperante.
Infelizmente, também agrediu um agente federal,
o que é uma violação clara da sua condicional.
Espere lá. Disse que...
Disse que retirava a acusação de conspiração e retirei.
Vai ser transferido para uma prisão no Condado de Delaware.
O juiz vai revogar a sua liberdade condicional logo pela manhã.
Seu sacana mentiroso! Monte de merda!
- Boa sorte para si. - Monte de merda!
Sabes em que tenho estado a pensar?
No Canadá.
No Canadá? O que tem o Canadá?
É tipo pelas fotos que vi.
Aquilo lá em cima é muito bonito. É só ilhas por todo o lado.
Sítios onde se pode desaparecer.
Como nos safaríamos por lá?
A Polícia tem a minha cara. Isso já sabemos.
Lembras-te do Bartosz?
O camionista de Ridley que traficava merdas para o meu irmão?
Ele conduzia por uma rota por Manitoba,
mesmo lá no norte, até às Ilhas Discovery.
Eu podia...
Podia falar com ele sobre atravessar a fronteira.
É ele? É o Ray?
Quer encontrar-se no parque amanhã à noite.
Vamos.
- Aonde vamos? - Ver como é. Fazer um plano.
Não confio neste Ray. Temos de estar preparados.
Obrigado por me salvares hoje.
Sai daqui.
Guarda a minha para a próxima.
Queres ir beber um copo?
Conheço um bar em Delco onde o gerente me deixa fumar.
- Estás a convidar-me para sair, Stover? - Não.
Tudo bem, eu bebo um copo contigo.
- DJ Grass-A-Nova! - Horrendo.
Concordei em não usar o Snickerdoodle. Tem de ser justo... Sabes?
Posso confessar uma coisa?
O que acontece no convés do Barnaby, fica no convés do Barnaby.
Paralisei quando o Ray foi atrás do Tom.
- Sim, as pessoas congelam, Stover. - E tu?
- Claro. - Tretas, só dizes isso
para me sentir menos mal. - Acontece a todos os polícias uma vez.
Bem, não foi só uma vez.
A questão é essa.
E os polícias falam, e foi por isso que me mandaram para aqui.
Tipo, fazem de mim o problema de outra pessoa.
Acho que estás a pensar demais. Tens de esquecer tudo.
Confia nos teus instintos e vais reagir.
- E se eu tomar a decisão errada? - Não vais.
És boa pessoa. As boas pessoas tomam boas decisões.
Não! Essa é a frase de engate mais ridícula que já ouvi.
Eu... Meu Deus! Conheço tantas pessoas boas,
que tomaram tantas decisões más,
vingativas e tipo horríveis.
Sabes? Incluindo o meu ex-namorado que...
Ele fodeu a minha melhor amiga quando estive numa reunião de família.
Foi horrível.
- Isso é horrível. - Não é horrível?
É horrível. Completamente.
O que eu disse soou melhor na minha cabeça.
Sim. Eu não ia dizer, mas com um nome como Grassanova,
estava à espera que tivesses mais lábia.
- Eu atualizo a minha alcunha, Stover. - Sim.
Em vez de Grassanova, podias ser Grassa-Sem-Ratas.
- Meu Deus. - Ou...
Ou Grassa-Não- Papa.
Ultimamente, esse fazia sentido.
- Agente Stover. - Stover!
Foda-se para a minha vida. Não te devia ter trazido a um bar da Polícia Estatal.
Meu Deus. O que fazem aqui?
Como está a correr na Equipa de Intervenção, Stove-Top?
- Sim, muito bem. - Ouve.
- Sim. - Fica o tempo que quiseres, está bem?
A caserna fica bem sem ti.
- É verdade. - Foi bom ver-te, Stove-Top.
- Adeusinho, Stover. - Stover!
- A bola nove aqui. - Prepara-as!
Que horas são?
Merda! Tenho de ir.
O quê? Acabei de comprar outro maço de tabaco.
- Tenho de me encontrar com uma pessoa. - O quê?
- Sim. - Sim.
Olha.
- Vemo-nos amanhã. Sim? - Sim.
- Até amanhã. - Está bem.
Desculpe, pode...
Ei! Ouçam!
- Olá a todos. Como estão? - Mas que raio?
Ouçam, é uma altura difícil para se ser polícia.
- Calma! - Pronto, pronto.
Sim, nós merecemos. Eu sei.
Não estou aqui para dizer que somos todos honestos e íntegros.
Já trabalhei com sacanas corruptos e incompetentes suficientes
para saber que não é verdade.
Estou a olhar para alguns deles agora mesmo.
Como estão?
Mas hoje quero brindar a um dos bons.
A Lizzie Stover, da PSP.
Ela faz-me sentir que ainda restam alguns polícias honrados
nesta profissão de merda.
Saúde. Saúde a todos.
Saúde!
- Saúde! - À Lizzie!
FOI UM DIA LONGO. COMO ESTÁ O LUCAS?
TOMOU BANHO E ADORMECEU
ISSO É BOM. COMO ESTÃO AS COISAS AÍ?
CONSTRANGEDORAS. DIFÍCEIS. MAL POSSO ESPERAR QUE ACABE.
QUANDO PODEMOS FALAR SOBRE NÓS?
Estou bem.
- Sim? - Estou bem.
Podes ir para casa, Aleah.
- Olá. - Meu Deus.
- O que aconteceu? - Ele foi agredido.
Agredido? Numa feira profissional?
Por amor de Deus!
Está bem.
Eu e o seu pai estamos a trabalhar juntos numa equipa de intervenção do FBI.
Sou a Aleah Clinton.
Desculpe. Sou a Sara. A filha do Tom.
O que aconteceu ao certo?
Ele teve uma queda feia quando revistávamos uma casa.
O médico sugeriu uma TAC, mas o seu pai recusou.
Não pode conduzir. Ibuprofeno é bom para a dor de cabeça, mas nada de álcool.
Está bem.
Raios!
- Obrigada por o trazer a casa, Aleah. - Claro.
Quando voltaste a trabalhar no terreno?
A Kathleen precisava de alguém.
E achaste que era boa ideia?
Não tive escolha. Acredita.
É isto que fazes agora?
Vens para aqui e bebes sozinho a noite toda?
- Desculpa por ontem. - Não.
Não, peço mesmo.
Sei que devo parecer a maior cabra do mundo neste momento.
Não pareces nada.
Dá cabo de mim que nos tenhamos afastado.
Especialmente a Emily e eu.
Éramos tão próximas.
Espero que saibas que quando digo estas coisas, só te quero proteger.
Não quero que o que aconteceu à mãe
te aconteça a ti.
Médicos, psiquiatras, medicação.
Os problemas do Ethan consumiram-na.
Era a pessoa mais sociável que conhecia e, no fim,
ela nem saía de casa.
Tinha medo de o deixar sozinho.
Não te quero perder como a perdi a ela.
Isso é o que mais me assusta, pai.
Mas se quiseres que me afaste, claro que o farei.
Porque és tu que vais ficar aqui com ele, pai.
Eu volto para Chicago com o bebé e a Emily vai para a faculdade.
Não o quero aqui.
Porque achas que ainda não o fui ver?
Estou tão zangado.
Não posso perdoá-lo pelo que fez.
Então, acho que tens de falar com a Emily.
- Que horas são? - Estão atrasados.
- Dois minutos. - Continuam a estar atrasados.
Vá lá, relaxa.
Estamos prontos para isto, certo?
Estamos.
Não consegui dormir nada esta noite.
Eu sei. Senti-te às voltas na cama.
E tens a certeza?
Não, não tenho a certeza.
Acho que a certeza não existe.
Sabes?
Como sei que estamos a fazer a coisa certa?
Tenho um pressentimento.
Sim. Começas a falar como eu.
Sim. Sentimentos.
Tudo é um sentimento.
Tu eras um sentimento. E não correu nada mal.
Quem os vai amar mais do que nós, certo?
Eles já chegaram. Acabaram de chegar.
Muito bem, aqui vamos nós.
Muito bem, pessoal. Vamos lá.
BEM-VINDOS À FAMÍLIA ETHAN, EMILY
- O que dizemos? Damos-lhes os parabéns? - Não, não.
- Presunçoso. Não somos tão especiais. - Sim. Demasiado presunçoso.
O que dizemos?
Não conseguíamos imaginar deixar-vos ir, então, decidimos não o fazer.
Essa é boa. É boa. Gosto disso.
- Olá, Joe. - Olá.
- Bom dia. - Tens um minuto, Tommy?
Claro, entra.
- Café? - Sim.
O que descobriste?
Liguei ao agente em Mercer sobre a violação das regras de que falámos.
- Sim. - O membro do clube que o Jayson Wilkes
alegadamente matou era o Billy Prendergrast.
Mas não foi por isso que vim.
Chegaram as fotos da câmara que pediu em casa do Cliff Broward.
Vê aquele carro? Chega às 22h56,
apenas 90 minutos depois de ter prendido o Ray Lyman.
Só sai às 4h13 da manhã.
A matrícula é de Brandon Symentz, um tenente dos Dark Hearts.
Como é que os Dark Hearts sabiam do Cliff Broward?
Quão limitado é o seu círculo nisto?
A Equipa de Intervenção?
Sou eu.
Uma agente da Polícia de Chester.
Uma polícia estadual.
E um detetive do condado.
E verificaste-os a todos?
Não, não os verifiquei.
Eu herdei-os.
Os Dark Hearts estão a receber informações.
Achas que vem da Equipa de Intervenção?
Queres o meu conselho?
Suspeita de todos.
Tradução: Dina Guimarães
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