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Por favor.
Por favor.
BANSHEE N�o te Podes Esconder dos Mortos
For�a, Charlie! D�-lhe!
D� cabo dele!
Cuidado!
N�o consigo ver isto.
Deva, quero ir para casa.
Deva!
Beaty, faz o que bem entenderes! Eu vou ficar!
Como quiseres. Vou-me embora.
- Lindo menino! - Que se lixe esta merda!
Agora a s�rio.
Segundo assalto!
Que raio faz aqui?!
Conhe�o um informador que pode saber do Chayton.
� um antigo Redbone. O pre�o vai ser elevado.
Custe o que custar, eu pago. Chame o informador.
Hood?
Eu devia ter disparado quando pude.
� dif�cil esquecer tanto passado num momento.
Acredite, eu sei.
Coronel Douglas Stowe. Porra!
N�o seria mais f�cil usar a grava��o da voz do Stowe?
N�o, n�o seria.
O sistema de reconhecimento de voz deteta muitas falsifica��es digitais.
Coronel Douglas Stowe.
- Mas a minha n�o. - Muito bem.
- Ent�o, podemos ir. - Nem l� perto.
A base est� igual �s �ltimas tr�s vezes que viste.
Alguma coisa est� mal.
- S�o os teus nervos. - Ora, eu n�o tenho nervos.
- Queres saber o que eu acho? - A minha resposta a isso nunca muda.
S� h� uma maneira de dar descanso a essas d�vidas.
E n�o � ficar aqui sentado a dar em doido.
� s� isso.
Grita e eu mato-te.
H� mais algu�m em casa?
Vamos.
Levantarei os meus olhos em dire��o �s montanhas,
de onde veio a minha ajuda.
A minha ajuda veio do Senhor,
que fez o C�u e a Terra.
Ele n�o permitir� que sofrais.
Ele manter-vos-� e n�o se desleixar�.
Aten��o, aquele que mant�m Israel n�o se desleixar� nem dormir�.
Irm�os,
se algu�m for apanhado em alguma transgress�o,
v�s que sois espirituais deveis restaur�-lo num esp�rito de bondade.
Bem-vindo, Kai.
Tende aten��o convosco, sen�o podeis ser tentados.
Se algu�m pensa que � o que n�o �
engana-se a si mesmo.
Todos devem testar as suas pr�prias a��es.
E ent�o poder�o orgulhar-se de si mesmos.
Sem se compararem a outros,
pois cada um deve carregar o seu pr�prio fardo.
O homem tem 1,93 m e est� cheio de tatuagens tribais.
N�o acredito que ningu�m o viu.
N�o, eu compreendo.
Est� bem. Se souber alguma coisa, j� sabe onde estou.
Obrigado.
Algumas chamadas?
N�o, senhor. Foi um dia lento.
Ligou para a Emily Lotus. Por favor, deixe uma mensagem.
Ol�, sou eu. Outra vez.
N�o tenho tido not�cias tuas.
Eu sei que n�o sou a pessoa de que tu mais gostas, mas...
Estava a pensar em n�s.
Obrigado. Retribua a chamada quando lhe for conveniente.
O nosso amigo da Filad�lfia diz que ficaste confusa
com a proposta que ele trouxe do Sr. Frazier.
Eles compravam � nossa concorr�ncia e quer premi�-los com um desconto?
J� aceitei as condi��es do Frazier.
Parar com todas as vendas aos salvadorenhos imediatamente.
Entendido?
- Por favor, seja razo�vel. - Entendido, Rebecca?
- O teu tipo sabe que est�s aqui? - Isso n�o te diz respeito.
Tudo me diz respeito.
Diz-me, por que estou a conversar com a sobrinha do homem...
...que me abandonou?
Estou aqui para corrigir esse erro tempor�rio.
O que te leva a pensar que compraria a ti?
Porque serias tolo se n�o o fizesses.
Dizem por a� que o Frazier quer acabar com o teu neg�cio.
Perdeste o controlo das esquinas nas ruas, das raves...
Daqui a poucas semanas est�s completamente acabado.
Eu consigo p�r-te no jogo de novo.
Consegues?
Come�amos devagar. Dois quilos por semana, 7 mil cada.
Quatro mil cada.
Seis mil.
Ou talvez conven�as o Frazier a atirar-te um osso.
Conhe�am-se h� muito, n�o �?
Gosto de ti, "chica".
Gosto mesmo.
Mas, se me tramas,
o teu tio vai apanhar-te em pedacinhos pequeninos.
Anseio por uma longa e f�rtil rela��o, Sr. Morales.
Hector.
S� para que saibas, tenho vigiado o progresso do FBI.
O Chayton continua desaparecido.
O Xerife Hood, contudo, n�o.
O Capit�o Ferillo entregou uma queixa formal.
Tens vigiado Camp Genoa?
- Ouviste o que eu disse? - Ouvi. O Ferillo que se lixe.
H� mais alguma coisa para eu me preocupar?
Com todo o respeito, todos devemos preocupar-nos.
Quero adiar o assalto.
A base vai ser fechada at� ao final da semana.
� agora ou nunca, Job.
Ent�o, � nunca.
O qu�?
Eu j� vi todos os teus lados.
Imprudente, burro e, sobretudo, casmurro.
Mas nunca vi isto.
Est�s no fundo.
Se n�o p�es a cabe�a � tona, arrastas-nos a todos contigo.
Vamos fazer a merda do assalto!
E vamos faz�-lo esta noite.
Boa sorte.
Job?
Perguntaste-me o que eu precisava.
Agora,
� s� isso.
Est� bem. Vou arranjar-me.
Mais vale estar bonito para a foto da cadeia.
Espera.
Pega.
N�o tens medo de mim.
N�o.
Devias ter.
Enterrei um marido e um filho.
H� dias em que penso que j� n�o tenho raz�o para viver.
Bem, n�o vai ganhar nenhum concurso de beleza.
Obrigado.
Ent�o, como est� ele?
Na mesma, �? N�o te aflijas, n�s podemos contar com ele.
A empregada de mesa j� veio?
A Carrie ainda n�o veio.
- Mas h� de vir. - � bom que se concentre.
Parece que vamos assaltar uma loja de conveni�ncia pela atitude deles.
Sabes que mais, Job? Tu preocupas-te demasiado.
Algu�m tem de o fazer.
Vejamos como est�.
Est� bom.
Ol�, Beaty. O que se passa?
O qu�?
Onde � que ela est�?
- Tens a certeza que � aqui? - Sim.
Consigo convencer-te a ficar c� fora?
Muito bem.
Deva!
Mas que raio?!
- Vamos para casa. J�. - Que raio fazem voc�s aqui?
- N�o voltamos a dizer. - Ela n�o vai a lado nenhum.
- Cala-te. - N�o acredito nisto.
- Agora n�o se est�o a cagar? - Deva!
- N�o, vou ficar! - Ouviste? Ela n�o vai a lado nenhum.
- Sai-me da frente. - Est�s no meu terreno, velho.
E tens de bazar. J�.
Pronto, vamos respirar fundo e pensar no que vamos fazer.
N�o devias ter feito isso.
- Gordon! - Charlie, n�o, por favor!
Deva, est� calada!
�s homem o suficiente para disparar, rapaz?
Eu mato-te.
Ent�o, para de falar e f�-lo.
Eu juro que disparo, cabr�o!
Dispara.
Pousa a arma.
Deva, vem c�!
Est�s bem?
N�o costumo comer fora.
Para ser honesta, eu tamb�m n�o o fa�o h� muito.
Esqueci-me da tortura medieval que s�o os saltos altos.
Est�s linda, Emily.
Tamb�m h� muito que n�o ou�o isso.
Obrigada.
Bem, um brinde a sairmos das nossas zonas de conforto.
Tens um sorriso bonito.
Aposto que s�o poucas as pessoas que podem dizer isso.
Bem, talvez.
Eu sei o que � colocar barreiras.
A tua sobrinha, a Rebecca... H� quanto tempo vive ela contigo?
H� pouco.
Estava em apuros, precisava de orienta��o.
Mas chegou a hora de se desenrascar sozinha.
Talvez seja melhor.
Achas que as interven��es das outras fam�lias s�o assim?
Espero que sim.
N�o podemos ser os �nicos a divertir-nos.
Queres muito ou pouco?
Nem um nem outro.
Estivemos bem l�.
Pois estivemos.
Onde estiveste?
Fui dar uma volta. Espero que n�o te importes.
� pouco sensato p�r-me � prova.
Nem me passou pela cabe�a.
Est�s sem gasolina.
- Ent�o? - Ent�o?
Vemo-nos por a�?
Sim.
Boa noite, Gordon.
Boa noite.
Podes levar a carrinha do meu marido.
N�o a conduzo desde que ele faleceu.
N�o te podes esconder dos mortos.
N�o � isso que est�s a fazer?
Lisa, est� a� dentro?!
- Mentiste-me! - N�o, ele � s� um vizinho.
Vem ver como estou de vez em quando.
Livra-te dele.
- A� est�s tu, querida. - Ol�.
A Margaret est� a fazer o jantar. P�s a mesa para tr�s.
Obrigada, Vince, mas n�o.
Est� a fazer o seu famoso frango com bolinhos.
N�o, j� disse.
- Est� tudo bem? - N�o, eu estou bem, � s�...
Estou s� a precisar de um tempo sozinha.
Desculpa.
- Est� bem. - Desculpa.
N�o, n�o, n�o.
Ao trabalho.
Sugar? Acorda.
- Vamos rever mais uma vez. - J� o fizemos umas seis vezes.
E vamos faz�-lo uma s�tima vez, se conseguires contar at� l�.
O Hood.
Tu.
A Carrie.
- Satisfeito? - N�o.
Mostra-me a c�mara de seguran�a de Genoa em tempo real.
Em tempo real... Em tempo real...
Agora mostra-me o ciclo.
- Mais alguma coisa? - Sim.
Vou deixar estas c�maras na entrada e na sa�da.
- J� tenho que chegue para vigiar. - N�o vou correr riscos.
Se vires algu�m ou algo que n�o deva estar l�,
abre-me essa grande bocarra e faz barulho.
Tr�s, dois, um!
- Est�o todos prontos? - Sim.
Vamos a isto.
Est� na hora de ter paz e sossego aqui.
Explosivos ativos.
- � todo teu, Sugar. - Vou subi-lo.
N�o vai ceder, porra!
Caramba!
Filho da puta!
Pronto, tudo calmo a oeste.
E isto foi a parte f�cil. Vamos entrar.
Est� bem. Vou come�ar a descer.
Comigo.
Vamos a isto.
Pronto.
CICLO
CICLO
Pronto, pronto, est� tudo bem.
Coronel Douglas Stowe.
Coronel Douglas Stowe.
Est� livre.
Tens tr�s minutos. N�o me fa�as esperar.
Eu consigo.
O corredor para a sala dos computadores est� livre.
� s� andarem.
Assim que eu iniciar o algoritmo, tens doze minutos.
Estou � tua espera.
Muito bem. Tr�s, dois, um, agora!
Por favor.
Por favor!
Por favor!
Por favor!
Porra!
O Job precisa de ajuda na sala dos computadores. J�!
Algu�m me ouve?
- Algu�m me ouve? - N�o posso, estou a ficar sem tempo.
Mas que raio est� ele a fazer?
Onde raio estavas tu?!
Cabr�o!
Tens dois minutos.
V� se acordas, velho. Vamos voar at� a�.
Porra! Isto n�o pode ser bom.
Rapazes, ou�am, o chef�o acaba de chegar � base.
Coronel Douglas Stowe.
Coronel Douglas Stowe.
Fitzpatrick, a identifica��o n�o d�. N�o consigo entrar no escrit�rio.
Diz aqui que o Coronel est� no armeiro.
- Manda uma equipa para o armeiro j�. - Quantos?
Todos!
Vamos, toca a andar, pessoal! Isso vai ficar cheio num instante.
Temos de nos despachar!
Porra!
N�o acredito nesta merda!
Algu�m mudou os c�digos.
Abre a porra da porta!
- J� est�. - V�o!
Porra!
Coronel Douglas Stowe.
Porra!
Tenta outra vez.
Coronel Douglas Stowe.
- O que se passa? - Eu sei l�!
Coronel Douglas Stowe.
Job, sai!
Encontrem-nos!
N�o, n�o! Eles v�o ouvir!
Vamos, vamos.
Vamos, vamos!
Vamos, vamos!
Vamos, vamos.
Vamos!
Vamos l�, vamos l�.
O que fizeram aqui?
Seu sacaninha!
Leva a mala!
Job!
- Sugar! - Estou aqui.
Pronto, vamos l�.
Tu consegues.
Vamos l�.
Rebenta!
- H� um problema, h� um problema. - Verifica o detonador!
- Rebenta-o! - F�-lo.
- Rebenta-o! - F�-lo!
- Onde est� ele? - Se estava l� quando rebentou,
n�o teve tempo para escapar � explos�o.
Temos de ir.
Esperem!
Meu Deus!
Vamos!
Ainda est�o todos a respirar?
Sim.
- Ol�, Brock. - Emily? Pensei que n�o ias atender.
O vizinho disse-me que a Pol�cia passou por casa.
Sim, eu estava preocupado.
- Emily, todos menos ele. - Brock...
N�o, j� n�o se trata de n�s, mas da tua seguran�a.
- Eu estou bem. - Sim, mas est�s a tentar o destino.
Ouve, tens de te afastar o m�ximo poss�vel desse homem.
Tu n�o percebes.
- N�s temos qu�mica. - Qu�mica?
N�o, pensas � que podes arranj�-lo tal como tentaste fazer comigo!
- Adeus, Brock. - Estou? Estou, Emily?
Bolas!
Onde est� o Hood?
Voc�s sabem que isto � uma celebra��o, certo?
Tenho de ir para casa.
Estiveste muito bem, Sugar.
Eu sei.
N�o sei o que se passa entre voc�s, mas, seja o que for...
- Distra�-me. - E puseste-nos a todos em risco.
- Deixaste-me pendurado! - Job!
N�o.
"L'Chaim".
Guarde-o.
Convenci o meu informador que era hora de ter consci�ncia.
Onde est� o Chayton?
Vai para o Louisiana.
H� um grupo de renegados tribais em Nova Orle�es.
Chamam-se a si pr�prios a Ala Dezoito.
Vai at� l�?
Vou.
O que vai fazer quando o encontrar?
O que voc� n�o conseguiu.
- Eu sei que � dif�cil para si. - N�o, o rapaz que conhecia morreu.
Naquele dia, no mato, olhei-o nos olhos,
e ele ter-me-ia matado sem pensar duas vezes.
Seja ele quem tenha sido, agora � um assassino frio.
E tem de ser abatido.
S� n�o consigo v�-lo acontecer.
Cuide-se, Xerife.
Brock...
- Cobre-me. - Lamento, n�o posso.
O qu�?
Vou consigo a Nova Orle�es.
Eu conduzo.
A culpa n�o � minha. A culpa � tua, porra!
A culpa n�o � minha.
Foram tomadas precau��es.
N�o � poss�vel. A culpa � tua, porra.
Isto � imposs�vel. N�o aconteceu!
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