All language subtitles for Den.Som.Draeber.2019.S01E03

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
da Danish Download
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian Download
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish Download
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

E ent�o, Anders. Est� feliz com ele?

- Sim. - Ele tamb�m est� feliz.

- Onde o Anders est�? - Est� por aqui.

Ent�o deixe-o vir.

N�o, o Anders prefere ficar aqui.

- Eu sei o que se passa aqui. - Do que est� falando?

Anders, venha aqui.

Eu disse para voc� vir! Agora mesmo.

- N�o, Erling! - Afaste-se dele!

- Deixe o menino decidir. - Sei por que voc� o quer aqui.

Vem c�! Solte-o ou chamarei a pol�cia.

- N�o, Erling! N�o! - Vamos, deixe-o.

- N�o tem nada para fazer aqui. - Erling!

- Vem c�. Relaxe. - Voc� � uma merda!

- Erling! - Voc� � nojento!

S01E03 legendas @drcaio

Estamos � procura de Anders Kjeldsen,

37 anos de idade.

Anteriormente condenado por estupro e roubo.

Ontem encontramos a m�e dele, Ulla Kjeldsen.

Amarrada a uma cadeira no por�o.

Estava morta h� quase um ano e meio.

Amarrada da mesma maneira que Natasha.

Frequentou um navio escola quando tinha 18 anos,

mas foi mandado para casa porque

sempre estava metido em confus�o.

Qual foi a causa da morte da m�e?

Morreu de sede.

Ele a arrastou para o por�o enquanto estava viva.

Pode haver outras v�timas que n�o conhecemos.

- Louise? - Sim.

Pelo que sabemos agora, esta � a nossa teoria.

Seu procedimento muda de Natasha para Julie.

Dez anos atr�s, persegue Natasha...

a ataca, mata e esconde no mesmo lugar.

Tr�s anos depois, ataca uma garota em um posto de gasolina.

Mas l� ele atacou por impulso.

No meio de um assalto porque a garota se parecia com Natasha.

Quando levou Julie, est� deliberadamente

� procura de uma nova v�tima.

Usa um carro e move a v�tima.

Pode haver mais v�timas entre

a garota do posto de gasolina e Julie?

Acho que sim, porque ele muda seu foco radicalmente.

Ent�o temos que procurar por casos antigos n�o resolvidos.

Com estupro, transporte da v�tima,

ou assassinatos similares...

no mesmo per�odo.

Certo.

Vamos checar tamb�m casos semelhantes

em nossos pa�ses vizinhos. Dennis, cuide disso.

N�o gosto quando s�o duas l� embaixo.

Est� indo muito bem agora.

Tenho medo de descer sozinha.

- E se me atacarem? - N�o ousar�o.

Des�a e d� comida para elas.

Agora!

Com que frequ�ncia vem aqui?

Se voc� n�o resistir, ent�o ele para de bater.

Diga-me, Julie. Todos os dias?

Apenas deixe ele fazer isso.

Se voc� resistir ent�o ele corta a �gua.

Por muito tempo.

- Quem �? - N�o sei.

Nunca diz nada.

A m�dia se diverte com a teoria

do serial killer. E recebemos cr�ticas.

Eles s�o motivo de preocupa��o?

N�o s�o somente os jornalistas.

As fam�lias das v�timas criticam

por n�o chegarmos a lugar nenhum.

Os pais de Natasha acham que a ignoramos.

Certifiquem de que toda a Dinamarca

saiba que ser� enterrada amanh�.

Devemos usar a m�dia para encontrar Anders Kjeldsen?

Se sai que procuramos por ele,

vai se tornar dif�cil de encontrar.

H� tamb�m outra raz�o para esperar.

Alguns assassinos aparecem

nas cenas do crime ou nas sepulturas das v�timas.

Acho que Anders Kjeldsen pode aparecer no funeral de Natasha.

Mas n�o se sair na m�dia que o procuramos.

Voc� fala que ele n�o tem casa. Consegue ver tudo isso?

Eu acho que sim. Ele provavelmente vigie

tudo o que se escreve sobre ela.

Eu colocaria vigil�ncia na igreja.

- Oi. - Oi, Stine.

Podemos falar sobre a festa de anivers�rio do seu irm�o.

- N�o tenho tempo. - Tudo bem, eu posso te cobrir.

- S� dois minutos. - Obrigada.

Estou vendo o local nas mesas...

por isso, preciso de saber se

voc� vai ao anivers�rio do Mikkel.

Ainda n�o decidi.

- Porque n�o quer ir sozinha? - N�o.

- Pode levar algu�m se... - Se h� um homem na minha vida?

Sim.

N�o h�.

- Queremos que venha. - Obrigada.

Voc� ligou para Annemarie.

Deixe uma mensagem que darei retorno.

Ol�, sou eu. Estava pensando em passar hoje.

Foi bom ver voc� de novo.

Bem, era isso. At� mais.

Estou indo agora. Vou ver Annemarie.

Quer uma carona?

Sim, obrigada, tenho o grupo hoje.

Assassinato n�o resolvido ao sul de Malm�.

H� tr�s anos e meio.

Erika Bernn, 35 anos. Encontrada

em um lago, amarrada da mesma forma...

que Ulla Kjeldsen e Natasha.

- Amarradas com meio n�. - Falou com os investigadores?

Sim, Rydberg. Pode nos ver amanh� no local.

Perfeito. Vamos para a Su�cia amanh�.

Quando eu abri, ele estava furioso.

Vinha para minha casa a qualquer hora do dia.

Mas n�o o deixava entrar. N�o at� aquela noite.

Em um momento come�ou a chorar.

Ent�o eu o deixei entrar.

Eu n�o tinha medo dele.

Nunca fez nada antes. Mas naquela vez ele fez.

Ele n�o se foi at� a manh� seguinte.

Tinha medo que ele voltasse. Mas n�o fez isso.

Ele n�o voltou.

Fiquei com medo durante semanas.

- Voc� foi � pol�cia? - N�o. N�o acreditariam em mim.

Ele era meu ex e eu o deixei entrar.

Ent�o, preferi esquec�-lo.

E como voc� lida com isso?

Uma merda.

Quer ouvir algo vergonhoso?

Sinto falta daquele merda. Eu sou uma est�pida.

Voc� n�o � est�pida.

Sou est�pida. � doentio.

Quando experimentamos um abuso de algu�m que amamos...

gostar�amos de odi�-lo, e somente odi�-lo.

Mas nem sempre � assim t�o f�cil.

E tenho certeza que seu namorado nem sempre foi um bandido.

- O que est� fazendo aqui? - N�o recebeu minha mensagem?

N�o.

Oi.

Posso ver que contratou algu�m para o banheiro.

- E obrigado pelo �ltimo. - Oi.

Quem � voc�?

Meu nome � Jan. � minha casa.

- Certo. Pensei que voc� era... - Este � Danny, meu namorado.

Oi.

Espere um minuto.

N�o queria que descobrisse assim.

- Quanto tempo? - Uns quatro meses.

Isto era o que eu queria lhe dizer nesta sexta-feira.

N�o fa�a isso.

N�o o investigue. N�o fiz nada de errado.

Pe�a para ele n�o urinar no meu banheiro.

Tem irm�os?

Tenho um irm�o mais velho.

O nome dele � Rasmus.

A pior coisa de estar aqui...

O que �?

� que a minha m�e...

e meu irm�o mais velho n�o sabem o que aconteceu comigo.

Mas tamb�m n�o quero que saibam.

� abril?

Sim.

Ent�o acabo de fazer anivers�rio.

Eu fiz 18 anos.

Parab�ns.

Ali est� Rydberg.

- Oi. - Oi.

- Lasse Rydberg. - Jan.

- Louise. - Lasse Rydberg. � logo aqui.

A encontramos aqui. Ele a deixou na beirada.

Sem qualquer tentativa de esconder o corpo.

Desapareceu a caminho do trabalho

para a casa, sexta � noite.

Quando a encontramos na segunda-feira,

estava morta no m�ximo h� 24 horas.

Ent�o ele a manteve viva por dois dias.

Mas nunca soubemos onde.

Somente encontramos o carro que talvez ele usava.

Que tipo de carro?

Uma van. Roubada pouco antes de ela desaparecer.

Foi completamente queimada.

N�o h� impress�es digitais nem nada.

A causa da morte foi um golpe na cabe�a,

mas antes tinha sido espancada.

Tinha cortado o rosto dela e a lavou com uma solu��o de cloro.

Algum suspeito?

N�o. Ningu�m do c�rculo dela tinha motivo.

Presumimos que a v�tima e o agressor n�o se conheciam.

Tenho algumas fotos no carro.

Teve assassinatos semelhantes?

N�o, nem perto.

N�o t�o cruel. At� cortou um dedo dela.

Antes ou depois de ela ter sido morta?

Antes, de acordo com o legista.

Se aconteceu antes, pode significar algo.

� poss�vel que j� se conheciam.

Acreditamos que a v�tima foi selecionada aleatoriamente.

Poderia ser qualquer uma. Lugar errado na hora errada.

Podemos ter c�pias?

� claro.

- Obrigado pela ajuda. - De nada.

- Louise? - Os suecos est�o errados.

Cortar o rosto � muitas vezes uma tentativa de apagar...

a personalidade ou identidade.

Acho que o criminoso conhecia Erika.

- Poderia ser Anders Kjeldsen? - Acho que n�o.

Usa a viol�ncia para pacificar, mas ele n�o � um s�dico.

E como conheceria Erika Bernn?

Ele pode t�-la conhecido depois de sua liberta��o.

- Uma advogada de 35 anos? - V�rias coisas coincidem.

A localiza��o do corpo, a van queimada e o n�.

Muitas coisas n�o combinam.

O corpo foi limpo.

Kjeldsen n�o poderia ter planejado.

- Cortar o dedo n�o se encaixa. - Poderia ter come�ado aqui?

Ent�o tamb�m teria feito isso com a m�e dois anos depois.

Anders Kjeldsen esconde suas v�timas.

Este queria que Erika fosse encontrada.

Queria mostrar que ela foi humilhada.

Se fosse Kjeldsen,

Julie e Emma poderiam estar vivas.

Erika n�o foi assassinada em seguida.

Julie est� desaparecida h� seis meses.

� mais f�cil para voc� se as garotas est�o mortas?

Que diabos voc� quer dizer com isso?

- Est� tudo bem? - N�o sei.

- Minha ex encontrou outro. - Droga.

Pensei que ela mudaria e ent�o poderia voltar para casa.

Quando voc� se separou?

H� seis meses.

Na �poca que Julie desapareceu?

Sim.

Pensou que se salvasse Julie, talvez salvasse a sua rela��o.

N�o pode calar a boca?

Deveria ser t�o dif�cil?

Droga.

Acho que voc� n�o devia ir ao funeral da Natasha.

Est� com ci�mes. Eu decido por mim mesmo.

E se algu�m te reconhecer?

N�o se meta.

Est� bem.

H� uma maneira de ver o funeral sem correr riscos.

Quer ouvir?

- A que horas � o funeral? - Em uma hora.

N�o acho que Anders matou Erika.

Ainda n�o sabemos.

Terminei o relat�rio.

Gitte, encontrou mais alguma coisa sobre Anders Kjeldsen?

Uma fam�lia n�made cl�ssica.

Em 14 anos viveram em cinco munic�pios diferentes...

mas toda vez que algu�m suspeitava, Ulla se mudava.

- Que tipo de suspeitas? - Viol�ncia e abuso sexual.

Ningu�m investigou, ent�o eram apenas suspeitas.

Falei com uma professora, que tinha Anders na 6� s�rie.

Disse que Anders era problem�tico e agressivo.

N�o procurava contato com adultos ou colegas.

� dif�cil encontrar algu�m que o conhecia

e teve um relacionamento com ele.

Mas vou tentar.

Temos que ir. Est� tudo pronto, Dennis?

Sim, colocamos tudo na igreja.

Informei os pais e a igreja.

Ficaremos seis dentro, cinco fora.

Sim, perfeito.

Eu gostaria de ir.

Tudo bem. Pode vir comigo.

- Obrigado, Gitte. - De nada.

Certo, estamos prontos.

Veremos tudo por aqui.

Pode aumentar um pouco o volume?

Equipe 1 em posi��o. 2 e 3, esperem.

Entendido. Jan est� dentro.

Vemos Jan. Mas nada de Anders Kjeldsen.

A m�e de Julie Winding est� aqui.

Karen senta ao lado de Jan. Erik senta do outro lado.

Oi, Jan. Que bom te ver.

Dennis, est� olhando para a lateral?

Como est� o Rasmus?

Muito melhor. Obrigado por lev�-lo.

Ele n�o queria vir hoje. Estou aqui por causa dos pais.

Durante dez anos eles n�o sabiam o que aconteceu com ela.

Acham que � o mesmo homem, n�o �?

� o que os jornais escrevem.

- Que � um serial killer. - N�o sabemos.

E a m�dia, eles definitivamente n�o sabem.

Fecham as portas externas. Nada de Anders Kjeldsen.

Dennis, d� uma olhada por a�?

Pode deixar.

Talvez ele esteja na regi�o.

Agora, a m�e de Natasha gostaria de dizer algumas palavras.

Todas as unidades fora, chequem todas as estradas pr�ximas.

Eu amava a minha filha.

Desde o dia em que nasceu, era todo o nosso mundo.

Tivemos o melhor de voc�.

A melhor coisa que um ser humano pode experimentar.

E no dia em que te perdemos...

experimentamos o pior.

Durante dez anos, seu pai e eu sab�amos...

que voc� n�o nos deixou de prop�sito...

Mas algu�m tirou voc� de n�s.

Agora posso finalmente dizer adeus.

Voc� n�o foi esquecida, Natasha. E nunca ser�.

Em homenagem � sua mem�ria.

Vamos sair. Poderemos domin�-lo.

Ou ent�o ela.

N�o d�. Nunca sairei daqui.

Julie, n�o consigo fazer isso sozinha.

Voc� tem que me ajudar.

Nunca conseguirei esquecer este lugar.

Quando veio com voc�,

sabia que ele logo me mataria.

Mas n�o importa... Porque n�o tenho mais for�a.

N�o vou deix�-lo fazer isso.

Vamos sair daqui. Julie?

Conseguiremos juntas. Julie?

Verificamos toda a vigil�ncia,

Anders Kjeldsen n�o esteve presente.

Vamos acompanhar agora o t�mulo dela.

Falei com um homem que morou com Ulla Kjeldsen.

Seu nome � Lars Purhus e ele tem um bar em N�stved.

- Falarei com ele. - Louise vai com voc�.

Conhece melhor Anders Kjeldsen.

Durante dez anos, seu pai e eu sab�amos...

que voc� n�o nos deixou de prop�sito...

Mas algu�m tirou voc� de n�s.

Havia tamb�m um policial.

Ele estava sentado bem na minha frente.

Vou tirar uma delas hoje � noite.

Obrigada. Eu agrade�o.

Sinto muito pelo que eu disse antes.

Sobre o seu div�rcio e desaparecimento de Julie.

N�o sei nada sobre o seu casamento.

N�o.

� uma doen�a do trabalho. Fa�o isso com frequ�ncia.

- Verdade? - Sim.

Ent�o, pe�o desculpas.

Voc� teve relacionamento com Ulla Kjeldsen?

Como eu disse � mulher, n�o a vejo h� mais de 20 anos.

E o seu filho, Anders?

Sabe alguma coisa sobre ele?

- O que ele fez? - Por que pergunta?

Depois de 25 anos aparece a pol�cia perguntando por ele,

ent�o provavelmente fez alguma coisa.

- Quer tomar algo? - Duas Cocas, obrigado.

Ent�o... Ulla n�o conseguia control�-lo.

Era um garoto dif�cil, fugia sempre.

Por um tempo ele viveu em uma fazenda vizinha.

De Erling Pedersen.

O que Ulla achava de seu filho viver l�?

No come�o achava que estava bem, que era bom se livrar dele.

Mas prefeitura amea�ou retirar o bolsa fam�lia.

Ent�o queria ele de volta.

- O Anders mudou-se para l�? - Sim. Ele se tornou violento.

Ele bateu em um colega e um professor.

Por favor, tinha 10 anos de idade.

Uma crian�a totalmente perturbada.

Voc� o viu desde ent�o?

N�o.

Felizmente.

Devia falar com Erling Pedersen. Um cara muito escorregadio.

- Aconteciam coisas na fazenda. - Lars?

Sim, j� vou.

- Ele foi abusado sexualmente? - N�o sei.

Mas algo aconteceu l� que o deixou t�o violento.

Ol�.

Pol�cia da Zel�ndia central e ocidental.

- Conhece Anders Kjeldsen? - Sim.

- Podemos falar com voc�? - Sim. Entrem.

Como conheceu o Anders?

Ele veio para a fazenda com a classe.

Ent�o ele continuou vindo aqui.

Me ajudava no celeiro e depois de um tempo acabou ficando.

Eu o levava para a escola todos os dias,

inclusive frequentava as reuni�es de pais.

- A m�e dele n�o se importava. - Mas finalmente veio busc�-lo.

Sim, j� que amea�aram tirar o bolsa fam�lia,

ent�o ela e o namorado vieram aqui.

- Lars Purhus? - Sim.

Ele tem um bar na cidade.

Anders tinha medo dele.

- Tamb�m da m�e. - N�o tentou proteg�-lo?

Sim, eu tentei.

Mas quando se vive sozinho, sem uma esposa e filhos...

as pessoas pensam o pior de voc�.

A m�e de Anders amea�ou ir � pol�cia.

Ent�o n�o me atrevi fazer mais nada, mas deix�-lo lev�-lo.

Anders n�o aceitou muito bem.

Ele poderia reagir muito violentamente.

Ele estava muito zangado comigo.

Eu o entendo bem. Eu o decepcionei.

Como ele expressava a raiva?

Depois de algumas semanas...

encontrei o meu gato jogado na fossa.

Ele foi morto com uma faca.

Eu suspeitei de Anders. Ele gostava muito daquele gato.

- Voc� o viu desde ent�o? - Sim. Uma vez.

H� um ano.

Acordei � noite, e havia um carro

atr�s do celeiro, ao lado do tanque.

- Era ele. - Tem certeza?

Totalmente. Eu o vi direto nos olhos, e ent�o ele partiu.

- Estacionou ao lado do tanque? - Sim.

- Pode nos mostrar o tanque? - Sim.

Droga!

N�o � usado h� anos, mas tem algo l�.

Tem algo l�.

- O que � isso? - Acho que � uma m�o.

Vem c�.

Vem c�, j� te falei!

Vamos, Julie!

H� tr�s cad�veres, presumivelmente mulheres.

Em todos falta o dedo anelar esquerdo.

- Julie � uma delas? - N�o, n�o pode ser.

Na minha opini�o, as tr�s estiveram l� por mais de um ano.

Ent�o, n�o, Julie n�o � uma delas.

Obrigado.

Obrigado pela ajuda. Ligue se souber de alguma coisa.

Voc� tinha raz�o. Havia outras v�timas.

Algo n�o est� certo.

- N�o parece ser ele. - Deve ser o Anders.

Erling viu ele por aqui.

O mesmo jeito que Erika Bernn. Ela tamb�m deve ser sua v�tima.

E Julie n�o era um dos corpos...

Ent�o ela ainda est� viva.

Quem � aquele?

� ele!

Unidade 1207 seguindo o suspeito e pedindo refor�os.

1207, tem uma localiza��o mais precisa?

N�o. Est� dirigindo para a floresta.

1207, qual � a placa?

Um minuto. Vou me aproximar mais.

Come�a com AW... 82127.

Droga!

AW 82127, repita por favor.

Eu o perdi!

Vamos! Vamos!

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.