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Ficamos assustados s� de pensar.
Quando ouvir vai achar que somos loucos.
Tente, por favor. Do come�o
No come�o eram bobagens,
as m�os e pernas mudavam de posi��o.
A cabe�a estava para cima em vez de para baixo.
Ent�o um dia ela apareceu em outro c�modo,
movendo-se sozinha.
N�o era algu�m que tinha a chave da casa
e estava pregando uma pe�a em voc�s?
Foi exatamente o que achamos, mas...
Nunca encontramos sinais de invas�o.
E ent�o acharam que a boneca estava possu�da?
Sim.
A Camila falou com um m�dium,
que nos contou que uma menina de 7 anos
chamada Annabelle Hagen, morreu neste apartamento.
Ela era solit�ria e se apegou � minha boneca.
Ela s� queria que f�ssemos amigos.
Quando soubemos disso, tivemos pena dela.
Somos enfermeiras. Ajudamos as pessoas.
Ent�o...
Deixamos que ela possu�sse a boneca.
Espere. Voc�s o qu�?
Ela queria viver conosco habitando a boneca.
-N�s concordamos. -Mas ent�o as coisas pioraram.
SENTIRAM MINHA FALTA?
Meu Deus.
Quando chegamos em casa, ela estava sentada no corredor.
Mas a t�nhamos deixado no quarto de h�spedes.
SENTIRAM MINHA FALTA?
Debbie! Debbie, espere!
SENTIRAM MINHA FALTA?
Est�vamos aterrorizadas.
N�o sab�amos o que estava havendo, nem o que fazer.
-Podem nos ajudar? -Sim, podemos.
Mas primeiramente, essa Annabelle n�o existe.
-E nunca existiu. -Fantasmas n�o t�m esse poder.
Acho que o que temos aqui � algo extremamente manipulador.
Algo inumano.
Foi um erro deix�-lo entrar na boneca.
Atrav�s dela, o esp�rito enganou voc�s.
Voc�s o deixaram invadir sua vida.
O que � um esp�rito inumano?
� algo que nunca habitou a Terra na forma humana.
� algo demon�aco.
-A boneca nunca esteve possu�da? -N�o.
N�o, foi utilizada como um canal.
Ela era movida para parecer estar possu�da.
Esp�rito demon�acos n�o possuem coisas.
Eles possuem pessoas.
Ele queria entrar em voc�.
Certo, j� � o bastante. Pode parar agora.
Acenda as luzes!
CA�ADORES DE PARANORMALIDADES
Convencemos a Igreja a mandar um padre
para aben�oar a casa e os ocupantes.
O que estava naquele apartamento,
n�o est� mais com eles.
Alguma pergunta?
-Sim. -Onde est� a boneca agora?
Em um local seguro.
-Sim. -O que voc�s s�o?
Digo, do que as pessoas os chamam?
Nos chamaram de demonologistas,
� um dos nomes para n�s.
Ca�a-fantasmas, pesquisadores paranormais.
Farsantes.
Malucos.
Mas preferimos ser conhecidos apenas como Ed e Lorraine Warren.
DESDE 1960, ED E LORRAINE WARREN S�O OS MAIS FAMOSOS
INVESTIGADORES PARANORMAIS DO MUNDO.
LORRAINE � CLARIVIDENTE E ED � O �NICO DEMONOLOGISTA
QUE N�O � DA ORDEM RECONHECIDO PELA IGREJA CAT�LICA
DOS MILHARES DE CASOS QUE ATENDERAM,
H� UM MAL�VOLO EM ESPEC�FICO QUE ELES MANTINHAM EM SEGREDO.
AT� AGORA.
BASEADO EM FATOS REAIS
Equipe CreepySubs apresenta:
INVOCA��O DO MAL
Tradu��o: Moicano | Sardinha | Bozano
Tradu��o: Jh�Franchetti | MarceloLox
Tradu��o: Darkside | caioalbanezi
Revis�o: koplersky
Chegamos.
-Nossa! Ouviu isso? -N�o ouvi nada.
-Exatamente. -Claro.
Tudo bem pessoal.
Meu Deus, estamos no meio do nada.
Qual � meu quarto? Qual � meu quarto?
Aposto corrida!
-Est�o empolgadas? -Sim.
-Estou muito animada! -Vamos, Sadie.
-Quero meu pr�prio quarto. -S�rio?
-Vou pegar meu quarto! -O qu�?
Posso escolher meu pr�prio quarto ou nem nisso terei escolha?
Quando achar um garoto bonito, ela vai esquecer de Jersey.
Que �timo! Mal posso esperar.
Vamos, Sadie!
Sadie, vamos!
Ei! Vamos!
Qual o seu problema? Vamos garota!
Tudo bem, voc� que sabe.
-Cuidado com o degrau. -Estou passando.
Cuidado, pai.
-Onde colocamos? -Na sala de estar.
Andrea, cad� meus sinos?
-Acho que est� com a Nancy. -Obrigada.
Nancy, onde est� meu sino dos ventos?
Sim. Me d� ele!
Me d�!
Voc� � m�!
M�e, posso pendurar meu sino?
Claro, h� um gancho l� fora para voc� pendurar.
Mande a April entrar, vai escurecer logo.
Tudo bem.
Venha, April. Mam�e quer que voc� entre.
Olha o que achei, Cindy!
Um... Dois...
-Tr�s. -Pronto!
-Sem olhar! -Quatro.
J� terminaram com a pizza? N�o quero desperdi�ar.
-Vamos! -� caro alimentar voc�s garotas.
Sete... Oito...
Nove... Dez.
Prontas ou n�o, a� vou eu!
Tudo bem, palmas!
Meninas, voc�s n�o conhecem a casa.
-Podem se machucar. -Tudo bem!
Segunda palma!
Isso � trapa�a.
Palma.
Te peguei!
-Voc� est� bem? -Sim. Bem...
O que quebraram agora? Saiam da�, por favor.
Foi sem querer. Foi culpa da Cindy.
-Minha culpa? -Meu Deus!
-Voc� viu. -N�o, n�o vi!
-Voc� me empurrou. -N�o.
Nancy, pode pegar os f�sforos, por favor?
-O que houve? -A Nancy quebrou algo.
-Cala a boca! -Foi voc�!
-O que foi? -N�o.
Acho que temos um por�o.
-Quero ver! -Voc�... Tudo bem.
F�sforos. Obrigado!
-Que chique. -Quero ver tamb�m.
-Todos veremos. -Mexa-se.
Caramba!
Roger?
O que voc� v� a� embaixo?
� dif�cil de dizer.
Tem um piano velho e um monte de lixo.
Filho da...
Roge?
Suba.
N�o quero voc�s l� embaixo. Est� cheio de aranhas.
Acalmem-se.
Para com isso, Nancy! N�o tem gra�a!
Ganhamos espa�o extra. Verifico pela manh�.
-Por que fecharam com t�buas? -N�o sei.
Tudo bem pessoal, o show acabou. Hora de dormir.
-Por favor. Obrigada! -Tudo bem, cama.
-Cara, estou cansado. -O que a Sadie tem?
N�o sei qual o problema dela. N�o consegui traz�-la para dentro.
N�o podemos deix�-la l� fora.
Ela est� bem, est� presa na corrente.
Sadie! Fica quieta!
Obrigada por fazer isso dar certo. Sei que � muita coisa para pagar.
Vai ser �timo, n�o vai?
J� est� �timo.
Sim.
Est� muito cansado para estrear a casa nova?
Quem disse que estou cansado? Ningu�m aqui est� cansado.
-M�e. -Como voc�s dormiram?
-Estou com frio. -Est� frio, n�o est�?
N�o pod�amos ter comprado uma casa com banheiros que funcionem?
-Avise seu pai. -Meu quarto estava fedendo ontem.
-Cheirava a coisa morta. -Ainda cheira?
-N�o. -Problema resolvido.
Roger?
-Roger? -Aqui embaixo, querida.
Bom dia.
Isso vai dar bastante trabalho.
Meu Deus.
O que faremos com isso tudo?
Vamos ter que revirar tudo.
Pode haver antiguidades que valem uma nota preta.
Ou um monte de lixo que o antigo dono n�o quis.
-� nosso agora. -Divirta-se.
-Vou fazer caf�. -Tudo bem, j� vou subir.
-Tentarei arrumar o aquecedor. -Seria bom, est� congelando.
Sim.
Sadie! Vem aqui, Sadie!
Mam�e!
Mam�e, onde est� a Sadie?
Est� l� fora. Ela deve estar com fome.
Por que n�o vai peg�-la?
-Bom dia, pai, pode segurar isso? -Claro.
-Sadie! -Devagar, garota!
-Roger? -Sim.
Esse rel�gio parou �s 3h07, e o do corredor tamb�m.
Isso � estranho.
-Talvez tenham batido na mudan�a. -Falando em bater,
-o que fez comigo ontem � noite? -N�o fiz isso, fiz?
-N�o sei. -Sadie!
April! April!
-April, o que houve? -O que aconteceu?
Meu Deus!
Sadie!
Deixei tudo fechado.
Pode olhar � vontade, mas n�o toque em nada.
Que loucura.
Ent�o voc� pegou tudo isso de casos que investigou?
Isso mesmo.
Tudo que v� aqui est� assombrado, amaldi�oado
ou foi usado em algum ritual.
Nada � um brinquedo, nem mesmo o macaquinho.
N�o toque.
N�o � assustador ou...
N�o te preocupa ter tudo isso na sua casa?
Por isso um padre vem todo m�s para aben�oar o quarto.
Eu penso que � mais seguro deixar aqui do que l� fora.
-� como tirar as armas da rua. -Por que n�o as incinera?
-Para destruir. -S� destruiria o recipiente.
�s vezes � melhor deixar o g�nio na l�mpada.
A boneca de Annebelle est� aqui?
Por aqui.
-Disse que ela era um "canal"? -Sim.
O que quer dizer?
Um dem�nio poderoso est� atrelado a ela.
Quando voc�s investigam casos sobrenaturais,
como impedem que o esp�rito possuam voc�s?
-Precisamos ser cuidadoso. -E sua esposa?
O que tem ela?
-Padre Gordon me disse... -Isso foi diferente.
O que aconteceu com minha esposa foi durante um exorcismo.
Qual a diferen�a?
Com licen�a.
Querida, o que est� fazendo? Venha c�.
Voc� sabe muito bem.
Tudo bem? Georgiana.
-Voc� tocou em algo? -N�o.
Venha c�, querida.
Georgiana, pode levar a Judy l� para cima?
-Claro. -Voc� n�o deve vir aqui, lembra?
-Sim, papai. -Tudo bem.
-Vai l�. -Vamos preparar um lanche.
Venha.
OS WARRENS DEMONOLOGIA E BRUXARIA
-O que est� acontecendo? -Papai, veja.
-Voc� est� linda. -Tudo bem, acabamos.
-Vista-se para o jantar. -Ficarei vestida assim.
N�o ficar� n�o.
Aqui est�.
Como foi?
Acho que o artigo dele ser� positivo.
Um n�o-c�tico.
-� bom variar um pouco. -Sim.
Pare de se culpar.
Sem a��car.
J� volto.
Isso n�o tem gra�a, Nancy.
O qu�?
-Pare de puxar meu p�. -Cala a boca, n�o fiz nada.
At� parece.
Para de peidar. Fede muito.
N�o jogue a culpa em mim.
-Pai? -Andrea, o que faz fora da cama?
-Que barulho � esse? -� a Cindy no meu quarto.
Ela est� son�mbula novamente.
Nunca a vi fazer isso antes.
Ela disse para n�o acord�-la nessas horas.
N�o, vamos coloc�-la na cama.
Ei, querida.
Vamos voltar para a cama.
-Ela est� bem. Boa noite. -Boa noite.
Ela est� son�mbula de novo? Ela tinha parado.
Foi at� o quarto da Andrea e ela assustou.
-Isso n�o � bom, o que faremos? -N�o sei. Querida...
Voc� est� com outro hematoma.
D�i?
-� alergia. -Fa�a-me o favor de ir ao m�dico.
Sim, eu vou. Dirija com cuidado.
-Eu te amo. -Eu te amo tamb�m.
Tchau! Amo voc�s!
-Cindy, pegou seu almo�o? -Sim.
Sim, eu sinto.
Sinto muito a falta dela.
Ela era minha melhor amiga.
Voc� � minha amiga, n�o �?
Sim, vamos brincar!
-Com quem est� falando? -Com a Rory.
-Rory. -� minha nova amiga.
-� mesmo? -Sim, quer v�-la?
-Sim, claro. -Com isso.
Quando a m�sica parar, ela estar� atr�s de voc� no espelho.
-Certo. -Mas voc� deve dar corda.
Tudo bem.
-Quase me matou do cora��o. -Te peguei.
Bem, acho que a Rory n�o quer me ver.
Bem, vamos brincar de esconde-esconde?
-Querida, eu n�o quero brincar. -Vamos, nunca me deixam brincar.
Tudo bem.
Lembre-se, voc� pode pedir por tr�s palmas.
-Certo. Um, dois, tr�s. -Um, dois, tr�s.
Vou me esconder.
Quatro, cinco, seis,
sete,
oito, nove, dez!
Primeira palma.
Merda.
Segunda palma.
April...
April.
Eu sei onde est� escondida. Me d� a terceira palma.
Vou te pegar.
Posso ouvi-la respirar.
April.
April.
Voc� tirou sua venda, eu ganhei. Voc� n�o estava nem perto, m�e.
Estava no quarta da Christine e da Nancy.
Eu devo ter algum cr�dito. Sem o seguro estou falido.
Mas isso � metade do meu sal�rio.
Sim, tudo bem.
Eu aceito.
Obrigado.
-Qual o problema? -Era da Fl�rida.
O prazo � de uma semana. Eu come�o amanh�.
Superaremos isso.
-Sim. -Vamos para a cama.
Pare, Nancy,
N�o � mais engra�ado, estou tentando dormir.
Por favor, n�o pegue meu p�.
Nancy.
O que est� fazendo?
Christine?
Voc� est� bem?
Voc� v�?
O qu�?
-Tem algu�m atr�s da porta. -O qu�?
Tem algu�m ali.
N�o vejo ningu�m.
Est� olhando para n�s.
-Nancy, n�o, n�o. -N�o, olha, olha.
N�o tem ningu�m aqui. Viu?
-� aquele cheiro de novo. -Meu Deus.
Est� bem atr�s de voc�.
Christine!
Christine!
N�o consigo abrir!
-Christine! -N�o!
-N�o! N�o! -O que aconteceu?
Tem algu�m aqui dentro.
-O qu�? -Onde?
Atr�s da porta! Est� atr�s da porta.
-Querida, ningu�m est� aqui. -Pai, tinha algu�m aqui!
Eu estava dormindo e algu�m pegou no meu p�.
Achei que fosse a Nancy.
Querida, tenho certeza que foi s� um sonho ruim.
N�o! Ele falou comigo.
Ele disse...
que quer minha fam�lia morta.
Sr. Winston!
-Winston. Winston. -Fique atr�s dele.
-Aonde vai? -Comprar umas coisas na loja.
-Por que tenta? -O qu�? Como assim?
Em 15 anos, j� conseguiu mentir para mim?
O padre Gordon ligou, tem um caso para analisarmos.
Disse que eu mesmo vou checar.
-Lorraine, s� eu. -Vou com voc�.
Sei que tem medo que acontecer� novamente.
Tenho. Tenho mesmo.
Talvez seja hora de darmos um tempo.
Escrever aquele livro.
Lembra do que disse na nossa lua-de-mel?
"Podemos fazer de novo?"
Depois disso.
Disse que Deus nos uniu por uma raz�o.
Certo?
Tenho certeza que n�o era para escrever um livro.
Vou me vestir.
Descobrimos que os barulhos v�m do s�t�o.
Quero que escutem um pouco.
Meu Deus, � isso.
Fa�a de novo, Ed.
Agora � s� meu peso,
mas se juntarmos a �gua saindo do cano
e o vento passando pela janela quebrada...
a placas v�o expandir e esfregar umas nas outras.
Voc�s ouvem pela casa porque estes canos levam ao radiador.
-Ent�o, a casa n�o � assombrada. -N�o, n�o �.
Geralmente existe uma explica��o racional.
DOIS COMPRIMIDOS AO DIA PARA ANEMIA
Meninas, j� passou da hora de dormir.
Quem est� ai?
Quem estiver ai embaixo ficar� trancado!
Deixe-me sair! Socorro!
Quer brincar de esconde-esconde?
Cindy?
Certo.
Tudo bem?
Tudo bem. Vamos. Vamos.
Prontinho.
Pode dormir comigo hoje, est� bem?
Pronto.
Socorro! Socorro! Socorro!
Quem est� aqui? Andrea! Andrea!
Vamos, pai! Depressa!
Quem esteve aqui? O que aconteceu?
Algu�m pode me dizer o que est� acontecendo aqui?
O medo � definido como uma agita��o,
uma ansiedade causada pela presen�a ou imin�ncia de perigo.
Seja um fantasma, espirito ou entidade,
todos alimentam-se disso.
O Maurice, por exemplo.
Um agricultor canadense, estudou at� a terceira s�rie,
e ap�s ser possu�do, falou o melhor latim que ouvi.
�s vezes de tr�s para frente.
Foi molestado pelo pai, que o torturava repetidamente.
Um espirito negro, fez deste homem sua casa.
Se observarem os olhos dele, podem v�-lo chorando sangue.
E, do nada,
uma cruz invertida apareceu em seu corpo.
Drew, acenda as luzes.
-Voc� mesmo fez o exorcismo? -N�o, n�o estou autorizado,
mas j� ajudei em muitos.
Um exorcismo pode ser muito perigoso.
N�o s� para a v�tima, mas para todos no local.
-O que houve com o Maurice? -Ele tentou matar a esposa,
mas a acertou no bra�o e atirou em si mesmo.
O Maurice tinha uma vida muito perturbada,
e quase nada pelo que viver,
nem mesmo um exorcista p�de traz�-lo de volta.
O que nos traz aos 3 est�gios da atividade demon�aca.
Infesta��o, opress�o e possess�o.
A infesta��o s�o os sussurros,
os passos, a sensa��o de uma presen�a.
Que, ao fim, leva � opress�o,
o segundo est�gio.
� ai que a v�tima, geralmente os psicologicamente vulner�veis,
� visada por uma for�a externa.
Ela acaba com a v�tima, destr�i suas for�as.
E, uma vez enfraquecida, parte para o �ltimo est�gio,
a possess�o.
-Ed, Lorraine. -Sim?
Ela quer falar com voc�s.
-Obrigada, Drew. -Te vejo depois.
Como podemos ajudar?
H� algo horr�vel acontecendo em minha casa.
Podem vir dar uma olhada?
Sabe, est� ficando tarde, temos que voltar para casa.
-N�o, voc�s n�o entendem. -Entendemos.
H� sempre um explica��o...
Tenho cinco filhas que est�o morrendo de medo.
Tenho tanto medo disso querer nos ferir...
Voc� tem uma filha.
N�o fariam todo poss�vel para proteg�-la?
Por favor, por favor, n�o podem vir verificar?
Claro que iremos.
� claro que iremos.
Vamos, Jim! Abra a porta!
Jim, o que houve?
-Sua cabe�a ficou preta! -Desliguem a televis�o. Obrigada.
Bobinha, �...
Ol�. Obrigada por virem.
-Oi, sou o Roger. -Lorraine.
Prazer em conhec�-la. Roger Ed Warren.
-Obrigado por virem. -Por favor, entrem.
Obrigada.
Bem... Meu Deus, olhe s� voc�s.
Quem s�o essas lindas mo�as?
Andrea, a mais velha. Nancy, Cindy, Christine.
E April.
Sr. e Sra. Warren,
estamos dormindo aqui embaixo.
as garotas sentem-se mais seguras e � mais quente.
Sempre aumento o aquecedor, mas a casa est� sempre gelada.
N�o � o problema no aquecedor, pelo que vi.
A situa��o piorou muito nas �ltimas noites.
E tem um...
Um cheiro horr�vel de carne podre
espalhado pela casa.
O qu�? O que foi?
Bom, um cheiro ruim pode indicar algum tipo de atividade demon�aca.
Meu Deus!
� para impedir que as portas fiquem batendo.
Sem isso, fica...
-A noite toda, bem assim. -Sempre acontece tr�s vezes?
-Sim. -Para ao amanhecer?
�s vezes, � para insultar a Trindade.
O Pai, o Filho e o Esp�rito Santo.
Pode soar como maluquice,
mas v�rios tipos de p�ssaros
voam contra a casa e quebram o pesco�o.
-S�rio? -E os rel�gios param �s 3h07.
-Todos eles? -Todos.
Pendur�vamos eles na parede da escada.
Algo sempre os derrubava, ent�o paramos de pendur�-los.
Era disso que eu falava. Estava aqui quando nos mudamos.
E tem muitas coisas no por�o.
Me mostre o por�o.
Est� sentindo algo aqui, querida?
Algo terr�vel aconteceu aqui, Ed.
Esses machucados... S�o de algo que aconteceu aqui?
� alguma defici�ncia de ferro que eu tenho.
Com tanta coisa ruim acontecendo, por que n�o se mudaram?
N�o temos para onde ir.
Nosso dinheiro foi todo investido aqui,
e tivemos muitos reparos para fazer.
E n�o conhe�o ningu�m que abrigaria uma fam�lia de sete pessoas.
Por isso fui atr�s de voc�s.
Que bom que nos encontrou.
Tudo bem, vamos come�ar?
Meu nome � Ed Warren. 1 de novembro de 1971.
Estou aqui com Carolyn Peron, que junto com sua fam�lia
tem experimentado ocorr�ncias sobrenaturais.
Tudo bem, podem falar.
-De onde eu come�o? -Das primeiras ocorr�ncias.
Acho que foram os rel�gios.
Seus pais disseram que voc� tem um amigo.
O nome dele � Rory. Ele tamb�m mora aqui,
mas est� sempre triste.
-E por que isso? -Ele n�o diz.
Mas acho que algo ruim aconteceu com ele.
Se importa se eu tentar ver o Rory?
O qu� foi?
N�s a compramos de um leil�o do banco.
Nunca soubemos quem viveu aqui.
Lorraine e eu achamos que a casa precisa de uma limpeza.
Um exorcismo.
O qu�? Exorcismo?
Achei que isso era algo que faziam com pessoas.
N�o necessariamente. N�o.
-Temos que sair daqui. -Temo que isso n�o v� ajudar.
A Lorraine viu algo. Por que n�o conta o que viu?
Eu vi a entidade sombria que assombra sua propriedade.
A primeira vez que vi foi quando entrei.
Estava atr�s de voc�s.
Depois vi de novo com as garotas, quando entramos na sala.
N�o importa para onde forem,
essa entidade sombria se ligou � sua fam�lia
e est� se alimentando de voc�s.
Mesmo se formos embora?
�s vezes ser assombrado � como se pisar em chiclete.
Voc� o leva com voc�.
Devo dizer que voc�s t�m muitos esp�ritos aqui.
Mas � com esse que me preocupo mais, porque o �dio dele � enorme.
Ent�o o que fazemos?
-Chamamos um padre? -Quem dera fosse f�cil assim.
Exorcismo � um processo arcaico. Requer treinamento e...
E mesmo assim, j� vi dar terrivelmente errado.
Mas antes disso,
a Igreja precisa autorizar.
Temos que investigar, pegar evid�ncias e fornecer provas.
Essa � a parte dif�cil.
-Suas filhas foram batizadas? -N�o, nunca fomos atr�s disso.
N�o somos uma fam�lia muito crist�.
Podem querer repensar isso.
Nossa presen�a pode piorar as coisas.
-Por qu�? -Somos uma amea�a.
O que quer que esteja aqui, n�o ir� gostar de n�s.
At� agora, n�o houve nada violento. Isso � um bom sinal.
Deixaremos uma pessoa fazendo testes na propriedade
para vermos com o que estamos lidando.
-Judy, o que est� fazendo? -Peguei um presente.
Eu e a Ana compramos em uma venda de quintal.
-Querida... -Uma pra voc� e uma pra mim.
Coloquei uma foto sua e do papai na minha.
A Ana que assim vamos sempre estar juntos.
Eu estarei com voc� e voc� estar� comigo.
Sinto saudade de voc� e do papai.
Querida!
-Sim? -N�o vai acreditar nisso.
A voz da Carolyn n�o foi gravada.
-Como assim? -Escute.
Meu nome � Ed Warren. 1 de novembro de 1971.
Estou aqui com Carolyn Peron, que junto com sua fam�lia
tem experimentado ocorr�ncias sobrenaturais.
Tudo bem, podem falar.
Das primeiras ocorr�ncias.
Nada. O tempo todo. N�o sei, achou alguma coisa?
Muito. N�o � a toa que est�o passando por isso.
Essa � a casa da fazenda original, constru�da em 1863
por um homem chamado Jadson Sherman,
casado com uma mulher chamada Bathsheba.
Ed, ela tem parentesco com Mary Towne Eastey.
Foi uma das acusadas de bruxaria em Salem.
Foi enforcada num julgamento.
Ent�o, depois de Bathsheba casar com Jedson, tiveram um beb�.
E quando o beb� tinha 7 dias de vida,
Jadson a pegou sacrificando-o na lareira.
Ela correu para aquela �rvore nas docas,
subiu, proclamou seu amor por Sat�,
amaldi�oou aqueles que tentassem pegar sua terras, e se enforcou.
A hora da morte foi 3h07.
-Bem, isso explica algumas coisas. -Sim, isso tamb�m.
O �ltimo nome dela � Walker, viveu l� nos anos 30.
Teve um filho, Rory, que desapareceu na floresta.
Ent�o ela se matou no por�o. E isso n�o � tudo.
A fazenda original de 200 acres, foi dividida e vendida.
Um garoto se afogou numa lagoa aqui.
Ele vivia nessa casa aqui.
E uma mulher que era empregada na casa vizinha
cometeu suic�dio.
Aqueles que tomaram as terras dela.
Estou aqui com Carolyn Peron, que junto com sua fam�lia
tem experimentado ocorr�ncias sobrenaturais.
Podem falar.
Das primeiras ocorr�ncias.
A� est� o Brad.
-Achou f�cil? -Sim.
Drew, esse � o oficial Brad.
Oficial Brad, Departamento. de pol�cia de Rhode Island.
Prazer em conhec�-lo, cara.
Ent�o voc� � o novo policial.
-Acho que sim. -N�o d� para atirar em fantasmas.
Pega leve, Drew.
Ajudem-me a descarregar o material.
Pegue isso.
Ol�, Roger.
Muito bem.
Quando terminar aqui, v� para cima, est� bem?
Entendido.
O que h� de errado com o Chevy?
O que n�o tem de errado com ele?
-Para come�ar, falta o carburador. -� mesmo?
Deixei o conserto dele de lado por um tempo.
Entendi.
Pegue o termostato, por favor?
O que isso faz?
Se houver uma queda de temperatura
o termostato aciona e a c�mera tira uma foto.
Voc� grava as coisas?
Sim, esse � o objetivo.
Por que aqui fora?
Foi aqui que a bruxa cometeu suic�dio.
Ela se enforcou no galho bem acima de sua cabe�a.
Como uma m�e pode matar o pr�prio filho?
Ele nunca foi um filho pra ela.
Ela usou a d�diva que Deus a deu como uma ofensa a Ele.
Bruxas creem que isso eleva o status delas perante a Sat�.
Bem...
foi um belo dia na praia, n�o �?
Como voc� sabia?
Foi uma vis�o.
� como dar uma espiada na vida de outra pessoa.
Eles significam muito para mim.
Est�vamos dirigindo pela costa.
A Nancy falou sobre como a paisagem era linda.
Achei que era o momento perfeito para uma foto.
Ir�amos recome�ar, sabe. Nova casa, um novo come�o.
Devia ver o Roger e as garotas. Nunca os vi t�o felizes.
Eles s�o o mundo para mim.
Coloque sua m�o sobre a mesa.
Agora tire.
Pronto.
Viu? Revela o que os olhos nus n�o conseguem ver.
Impressionante, n�o acha?
Sim, � maravilhoso.
Drew, as c�meras est�o prontas para o Brad?
Sim, armadas e carregadas, senhor.
O qu�? Eu tive que ir.
QUARTO TR�S
-Os quartos est�o sendo filmados. -�timo.
-O que tem na garrafa? -�gua benta.
A presen�a de itens religiosos
trar� rea��es de tudo que for profano.
Deixa-os irritados.
Ent�o espalho eles pela casa para acelerar as coisas um pouco.
Como mostrar uma cruz para um vampiro?
Exato.
Mas n�o acredito em vampiros.
N�o fui eu.
Brad, pegue a c�mera.
Certo.
S�o 21h18 e vamos para o por�o. A porta abriu sozinha.
Lorraine e o oficial Brad Hamilton est�o comigo.
Vamos deixar a luz do por�o apagada.
D� um sinal caso queira se comunicar conosco.
Voc� est� bem?
Certamente h� algo aqui.
Feche a porta, mova alguma coisa.
Vamos.
N�o peguei nada.
Vamos, Brad.
Como eu disse, n�o funciona sempre que queremos.
Talvez a c�mera filmou algo.
Cuidado!
Para algu�m que n�o acredita,
voc� pareceu assustado quando a porta bateu.
Deve ter sido uma corrente de ar.
Engra�ado.
Uma corrente de ar nunca me deixou com aquela cara.
Acredito no rel�gio.
S�o 3h08.
Acho que vou comprar sorvete, o que acham?
-Querida, voc� vem? -N�o, estou cansada.
Vou me deitar, n�o dormi quase nada.
Boa ideia, v� descansar. Lorraine e eu tomamos conta.
S�rio?
Tenho que ir. Vou trabalhar em uma hora.
Fazia tempo que a casa n�o ficava assim.
As crian�as se sentem mais seguras com voc�s aqui.
-Posso me acostumar com isso. -Comigo lavando suas roupas?
Voc� � engra�ada.
� um lugar �timo. O ar fresco do campo.
Eles s�o uma bela fam�lia, n�o s�o?
Sim, a mais nova... April.
-"Voc� trouxe panquecas?" -Sim.
-Temos que ajud�-los. -Eu sei.
Vou come�ar pelo Chevy.
Carolyn? Voc� est� bem?
Carolyn, abra a porta!
Carolyn, abra!
-Voc� est� bem? -Estou.
-Est� passando mal? -Acordei meio enjoada.
-Achei ter visto... -Ou�a, � Roger e as garotas.
Espere.
-Achei que fosse voc�. -Espero que n�o se importe.
Consegui por um pre�o bom em uma autope�as.
-Ent�o sabe o que est� fazendo. -Vamos ver.
Voc� tem um belo lugar aqui, Roger.
Lorraine e eu sempre quisemos morar no campo.
Eu te vendo.
Pode me passar a chave inglesa?
Significa muito ter voc�s aqui.
Admito que estava meio c�tico no in�cio.
Quero agradec�-los por terem vindo.
N�o posso levar o cr�dito. Foi a Lorraine.
-Eu n�o queria vir. -Por qu�?
Toda vez que Lorraine v�, sente ou toca algo,
ela ajuda as pessoas, mas tamb�m � afetada.
Aos poucos.
Dois meses atr�s est�vamos em um caso.
E ela viu algo.
A afetou demais.
Quando fomos para casa, ela se trancou em seu quarto.
N�o falou, n�o comeu e n�o saiu de casa por 8 dias.
O que ela viu?
Saia daqui.
Eu n�o sei. E n�o perguntarei.
Vou pegar mais. Quer tamb�m?
-N�o, obrigado. -Certo.
Olha o que ela me fez fazer.
Olha o que ela me fez fazer.
-Ed? -Olha o que ela me fez fazer!
Ed! Ed!
Ed!
-Voc� est� bem? -O que est� havendo?
Eu vi algu�m.
Uma mulher vestida de empregada.
Ed? Pegamos algo.
-� a Cindy, ela � son�mbula. -Espere, precisamos disso.
-Por que fotografar a Cindy? -Ela ativou a c�mera.
-Como assim? -Tem algu�m com ela.
Quem?
Cindy!
Cindy!
-Cindy! -Por aqui, � seguro.
Tem algu�m com ela.
Ouvi uma voz. Escute.
Siga-me. Por aqui.
Esse � meu esconderijo.
Cindy?
Cindy?
-Onde ela foi, Ed? -As janelas est�o trancadas.
Ed, para onde ele foi?
-Pegue a luz UV. -Para qu�?
Pe�a ao Drew.
Drew, preciso da luz UV.
Pegue. � isso, vai!
Apague as luzes.
Saia do caminho.
Certo.
Acenda as luzes.
Encontrei-a.
Venha c�.
-Pode peg�-la? -Sim.
� aqui que Rory se esconde quando est� assustado.
Querido, pode me passar a caixa de m�sica da April?
-Como est� a Cindy? -N�o lembra de nada.
-Aqui est�. -Obrigada.
Lorraine!
N�o!
Lorraine! Lorraine!
Lorraine!
Lorraine!
Olha o que ela me fez fazer.
Ela me fez fazer isso.
Ela me fez fazer isso.
-Ed! -Lorraine!
Ed!
Ed!
-Ed, sei o que ela fez! -Te peguei.
-Ed! Sei o que ela fez! -O qu�?
Possuiu a m�e para matar as crian�as.
Ela visita a Carolyn sempre, por isso os hematomas.
Est� se alimentando dela.
Nancy?
Nancy?
-Voc� est� bem? -Nancy!
Pegue ela!
Papai! Socorro!
Nancy!
-Ela est� bem? -Tudo bem, peguei voc�.
-Pegou isso? -Sim.
Levarei a grava��o ao Padre Gordon.
Ele ir� lidar com a Igreja.
Imagino que trar� respostas r�pidas.
-Ou�a. Roger. -Sim?
Veja, vou trazer o exorcista e vou voltar, mas a Lorraine...
-Sim, entendo. -At� l�, Drew ficar� de olho.
-Ed, obrigado por tudo. -Sim.
M�e?
Est� tudo a�.
Mam�e?
Judy? Deus!
Judy?
Lorraine, espere!
-Lorraine? -M�e, sou eu. A Judy est� bem?
-O qu�? -Pode verificar, por favor?
-Droga m�e, v� ver. Por favor! -Vai me dizer o que houve?
-Ed, � a Judy. -O qu�? Como assim?
O qu�?
Gra�as a Deus.
Desculpa m�e, n�o queria te assustar. Explico mais tarde.
-O que diabos aconteceu? -Tive uma vis�o da Judy na �gua.
Sei que � algum tipo de aviso.
Eu sei.
Vamos dar o fora daqui.
Bem...
-N�o era brincadeira. -N�o.
Isso � complicado. Porque, as crian�as n�o s�o batizadas.
-Entendo. -A fam�lia n�o � membro da igreja.
-Qual �? -E...
A aprova��o deve vir diretamente do Vaticano.
Padre, nunca vimos nada como isso.
Sim, nem eu.
-Padre, n�o temos muito tempo. -Tudo bem.
-Eu mesmo vou fazer isso. -Obrigado.
-Esperarei por sua liga��o. -Sim.
Mam�e? Papai?
Mam�e? Papai?
Papai?
Vov�?
Vov�?
Vov�! Vov�, socorro! Vov�!
-Judy? -Vov�!
Vov�!
Vov�! Socorro!
-Judy! -Vov�!
-Judy, abra a porta! -M�e.
-Ed, tem algo errado. -O qu�?
Vov�!
-Judy! -Socorro!
-Judy, abra a porta! -O que foi?
-O que houve? -Judy!
Deem espa�o! Judy, afaste-se
Afaste-se!
-Judy! -Socorro!
-Pai! -Afaste-se da porta, Judy!
Deus! Est� bem?
Eu estava brincando na cadeira com a Annabelle.
O qu�?
Tudo bem.
Ainda est� na caixa.
Tudo bem. Est� tudo bem.
-Papai! -Papai!
A mam�e saiu com a Christine e a April.
Saiu com o carro. N�o sei o que aconteceu.
N�o explicou nada, s� foi embora.
-Foi embora? Para onde? -N�o sei onde est� indo.
Onde estamos indo, m�e?
-Al�? -� o Roger.
Tem algo errado com a Carolyn.
A Andrea disse que ela saiu com a Christine e a April.
Falaram que fedia a carne podre.
Possuiu a m�e para matar os filhos. Ela est� indo para a casa.
Roger, volte para a casa agora, te encontro l�.
Tranque as portas, feche as cortinas.
Fiquem perto do telefone.
Agora!
-Eu vou. -N�o. Fique com Judy.
S� vamos proteg�-la � se impedirmos isso.
-Sen�o ir� nos atacar de novo. -Por isso estou indo.
Acha que vou te deixar ir sozinho?
-N�o posso te perder. -N�o vai.
Vamos acabar com isso juntos.
-Est� trancada. -Carolyn!
-Roger! -Saiam do caminho!
Carolyn!
Carolyn! Aqui em baixo.
Carolyn, n�o!
Carolyn! N�o!
Segure a m�o dela! Pegue a tesoura!
-Vamos lev�-la para o carro. -Para onde?
-Para o padre fazer o exorcismo. -Espere. Onde est� a April?
April?
Deixe a Christine est� no carro e ache a April!
April!
Vamos!
-Ela n�o sair� da casa. -O que quer dizer?
Se a tirarmos, a bruxa ir� mat�-la.
Roger!
Carolyn!
Carolyn?
Vamos, vou coloc�-la a�. Vamos.
Fique aqui.
N�o saia daqui. Voltarei, eu prometo.
Preciso achar a April, certo? Vou voltar, prometo.
April?
Voc� est� bem?
Pare!
Pare! Brad! Brad!
Pegue algo para amarr�-la.
Segure!
Temos que trazer o Padre Gordon aqui.
� longe, ela n�o aguentar�. Olhe para ela!
-Ent�o voc� precisa sair. -Do que est� falando?
-Tenho que fazer o exorcismo. -O qu�? Achei que seria um padre.
-Voc� n�o � padre. -Tem uma ideia melhor?
-Ele consegue. Voc� consegue. -Voc� tem que sair daqui.
N�o vou te deixar.
Lorraine, n�o vou fazer com voc� aqui.
Deus nos uniu por uma raz�o. � isso.
Vou pegar o livro.
April!
April!
Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.
April!
Segurem-na! Segurem-na! Venham!
Segurem a cadeira!
April?
April? April, voc� est� a�?
April!
Carolyn, n�o desista! N�o a deixe lev�-la.
-Warren, pare, voc� vai mat�-la! -Ele n�o pode!
Algu�m me ajude
Pare com isso!
Voc� precisa entender que estamos lutando pela alma dela!
Em nome de Jesus Cristo e todos os anjos e santos,
ordeno que se revele!
Roger, ajude-me!
Coloque-a no ch�o!
Coloque-a no ch�o!
Coloque-a no ch�o!
-Carolyn! -Carolyn!
Ed, cuidado!
Voc� est� bem?
Segure-a firme! N�o a soltem.
Voc� a est� soltando, Roger!
Deixe minha fam�lia em paz!
N�o sei o que voc� �, mas deixe minha esposa!
Deixe-a! Est� escutando? Deixe-a!
Deixe-a! Maldi��o, deixe-a!
Ela j� era.
E agora todos voc�s morrer�o.
April!
Eu a encontrei! Ela est� na casa, na cozinha!
Voc� n�o pode sair.
Pegue-a!
-Aqui. -Carolyn!
-Carolyn! -Entre no buraco.
Carolyn? Meu Deus.
V� peg�-la.
N�o, Catolyn! N�o!
Carolyn, n�o!
Pelo poder de Deus, a condeno de volta ao Inferno.
� sua filha!
N�o pode desistir!
Roger, precisamos que ela lute internamente.
Farei isso com voc�. Voc� precisa resistir.
Sei que voc� � forte.
-Tem que lutar! -Continue!
Podemos vencer, certo? Volte, Carolyn!
Isso, traga-a de volta!
Lembre-se do que me mostrou.
Lembre-se do dia que disse que nunca esqueceria.
Disse que eles eram o mundo para voc�.
� isso que est� deixando para tr�s.
Mam�e?
-Acabou. -Me perdoe.
Eu te amo tanto. Eu te amo tanto.
Eu te amo tanto.
Fico t�o feliz de estar aqui.
A corrente de ar fez isso com voc�?
Posso matar um cara com uma arma qualquer dia.
Voc� foi �tima.
Voc� que foi.
Ligarei para o padre Gordon para contar o que aconteceu.
Que bom.
O Vaticano aprovou o exorcismo.
Bela sincronia.
E se pudermos, ele quer nos encontrar amanh�.
Quer falar sobre um caso em Long Island.
S�rio?
"AS FOR�AS DEMON�ACAS S�O FORMID�VEIS.
ESSAS FOR�AS S�O ETERNAS, E ELAS EXISTEM HOJE.
O CONTO DE FADAS � VERDADEIRO. O DIABO EXISTE, DEUS EXISTE.
NOSSO DESTINO CABE �QUELE QUE ESCOLHEMOS SEGUIR."
ED WARREN
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