All language subtitles for Catastrophe.2015.S04E06.1080p.AMZN.WEB-DL.DDP2.0.H.264-DEEP

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Original subtitles

Isto foi horr�vel.

Dev�amos poder algemar os nossos filhos

� cadeira do avi�o.

Iam ficar todos... por um minuto,

e depois ficavam �ptimos.

Fa�a uma �ptima viagem at� ao Vermont.

Espero que sejas espezinhada por um alce.

Que monstro.

Pois �. Afinal, qual era o problema dela?

O Frankie foi ter com ela, qu�, duas ou tr�s vezes?

Sim. Se ela n�o queria mi�dos a meterem-se com ela,

n�o se devia ter vestido como o Shrek.

Meu Deus, preciso de parar por um instante.

Estou t�o cansada que era capaz de chorar.

P�e os �culos de sol e chora.

N�o posso. A Muireann tirou-lhes uma das lentes.

Querida.

Senhor?

Obrigada.

J� l� vou busc�-lo!

-Ol�! -Ol�.

Anda c�.

Que cheiro � esse?

Somos n�s.

Bom, pelo menos � bom ver-vos.

Pronto. Vamos embora.

Vamos para a praia!

-Sim! -Muito bem.

Isso � o r�dio?

A M�e est� morta.

Ela morreu.

O qu�?

V� l�...

N�o.

O qu�? N�o, o qu�? Eu n�o...

-O qu�? -Eu n�o...

Eu falei com ela mesmo antes de entrar no avi�o.

Ela pediu-me para lhe trazer mostarda Colman's.

Encontrei-a no quarto hoje de manh�.

-O que aconteceu? -Ainda n�o sabemos.

Achamos que deve ter sido um ataque card�aco.

Querem que eu conduza?

-N�o. -N�o.

Est� bem.

Os param�dicos tentaram ressuscit�-la, ou...

N�o tentaram. Ela j� estava fria quando eles chegaram.

Eles tentaram tudo?

Quero dizer, ser� que eu devo l� ir tentar...

N�o.

Est�s bem?

-Sim. -Pois.

-Tu sabes. -Pois.

Pat, este � o meu irm�o, Rob.

E esta � a minha Sharon.

� a Sharon do Rob. Esta � a Sharon.

Rob...

...lamento imenso a tua perda.

Obrigado.

-� terr�vel. -Sim.

Simplesmente terr�vel.

Contaste-lhes sobre ontem � noite?

Ela... nem parecia nada ser ela pr�pria, para mim.

Nem parecia ser ela pr�pria... para ti?

Para mim, n�o. N�o.

Est�vamos a comer sopa do Five Corners,

- ela adora a sopa deles -

e ent�o, est�vamos s� na cozinha,

a comer aquilo,

mas os olhos dela pareciam-me enevoados.

E ela disse...

Ela disse algumas vezes o qu�o cansada estava.

Muito bem, eu vou buscar o nosso almo�o.

A Mia disse que tu adoravas carne de vaca marinada

quando eras mi�do, Rob.

Ainda gostas?

Eu vou ver a minha m�e agora.

Est� bem, ent�o vou trazer algumas carnes diferentes,

s� para jogar pelo seguro.

Est� bem.

As pessoas morrem quando as vamos visitar.

O teu pai morreu quando fomos � Irlanda.

E agora a minha m�e.

Quero dizer, podemos falar por Skype ou escrever cartas � tua m�e,

mas se a formos visitar, ela morre.

N�s temos um poder obscuro.

O que foi?

Estava a pensar se h� algu�m que devamos visitar.

Talvez dev�ssemos visitar o Fergal.

Isso n�o tem piada.

� bom ver-te a rir.

Ela estava bonita, n�o estava?

Ali deitada.

Estava mesmo.

Achas que o Pat � que lhe fez o penteado e a maquilhagem?

N�o.

N�o sei.

Parece-me que eles tinham uma boa rela��o.

N�o gosto que ele estivesse aqui quando ela morreu.

Cabr�o de vampiro do luto.

Qual � que achas que � o problema dele?

Qual � que eu acho que � o problema dele?

O qu�, ele amar a tua irm� e parecer ser mesmo bondoso?

E ainda nos arranjou aquele almo�o �ptimo.

Ele p�s carne numa travessa.

Sim, mas acho que foi mesmo ele que fumou a carne.

Eu � que lhe vou fumar a carne, foda-se!

Quando � que achas que vai ser o funeral?

Estamos a apontar para sexta-feira.

E depois talvez tenhamos de ficar por c� mais uns dias

para ajudar a resolver as coisas dela.

Est� bem.

Quanto tempo achas que vai ser preciso?

N�o sei.

Sim, mas aproximadamente?

-N�o sei. -Ent�o achas que cancele o hotel?

Sim.

Achas que ainda vais querer ir at� � praia?

-N�o sei! -Pronto, querido, s� estava...

Sabes, talvez seja bom para os mi�dos.

Fazemos o seguinte,

porque n�o vais tu at� � praia,

e eu fico aqui e vou ao funeral da minha m�e?

Eu vou ao funeral da tua m�e.

Mas depois disso, talvez dev�ssemos ir at� � praia.

Quero dizer, tu ainda vais estar triste, mas...

...porque n�o estar triste na praia?

-"Eu" ainda vou estar triste? -Eu tamb�m vou estar triste.

Na praia.

Fica-lhe muito bem.

� para o funeral da minha sogra.

Como � que correu? Arranjaste um bom fato?

Talvez seja uns quatro tamanhos acima,

mas s� custou $75, por isso...

-Compraste o vestido? -Sim.

E tamb�m comprei o bikini azul,

porque estava t�o barato.

E tamb�m porque, tu percebes, nunca se sabe.

H� outra loja de fatos de banho ali ao fundo, acho eu.

Queria ir l� dar uma vista de olhos, importas-te?

Rob!

-Rob Norris? -Tim?

Como � que vais, meu?

Que tal?

Olha, Sharon, este � o Tim Cabott.

Trabalh�mos juntos durante anos na Fry & Loeb.

Tim, esta � a minha mulher, Sharon.

-Ol�, Tim. -Sharon.

Sabe, namorei com uma Sharon num acampamento para gordos.

N�o � de Toronto, pois n�o?

N�o.

Vou acreditar em si.

-Como � que vais, meu? -Muito bem.

Sabes, comecei o meu pr�prio neg�cio.

Fartei-me de andar a enriquecer aquelas mulas.

E tu, que raio � que est�s c� a fazer?

Expulsaram-te de Londres quando descobriram que eras b�gamo?

N�o, n�o...

A minha m�e faleceu ontem.

Grande porra! Lamento ouvir isso.

A minha m�e morreu h� 11 anos.

� uma merda n�o ter m�e.

N�o me importa se tenho 56 anos, eu ainda quero a minha mam�!

Ouve, combinamos qualquer coisa noutra altura melhor.

Est� bem.

Talvez a Sharon se apaixone por Boston,

e eu te consiga aliciar a vires trabalhar para mim.

A n�o ser que n�o gostes de lugares de camarote em Fenway,

ou de lagosta � sexta-feira.

Eu gosto dessas coisas.

-Muito bem, meu. -Ou�am, tenho de ir.

-Liga-me. -Est� bem.

Sharon.

Oh, meu.

Ainda de luto, passados 11 anos.

Pois, parece que sim.

Acho que � melhor n�o lhe pedires

para ir comprar bikinis contigo.

O que � que isso quer dizer?

� uma boca para mim? Eu tamb�m estou destro�ada, sabes?

E pior ainda, n�o te veio nada a calhar.

Querido.

Eu sinto-me mal por ti, claro que sim,

e pela Mia, mesmo mal,

mas se estou triste por ter acontecido nas nossas f�rias em fam�lia?

Estou. Desculpa, mas estou.

Tivemos um ano muito dif�cil,

e � demasiado azar.

Sim, eu percebo o que est�s a dizer.

� uma pena pelas nossas f�rias,

por isso, que tal se pegasses nesse sentimento,

e o metesses numa caixa,

e depois tentasses enfi�-la no teu rabo

enquanto eu enterro a minha m�e?

Ol�, querido.

-Lamento imenso. -Obrigado, Jan.

Eu sei que a Mia estava ansiosa por ver o Frankie e...

-...a menina? -Muireann.

Mu... sim, claro.

Ol�. Eu sou a Sharon.

� t�o triste.

Bobby, posso falar contigo por um instante?

Sim.

O teu pai est� c�.

A Sydney n�o sai do quarto.

Ela n�o o quer ver.

-Onde � que ele est�? -Na casa-de-banho.

J� l� est� h� uns 20 minutos.

Acho que deve estar a tomar um duche.

Mas quando ele sair,

talvez seja melhor se lhe pedirmos para ir embora.

Est� bem, pronto, vamos l� ter calma por um instante...

C� est� o matul�o!

Eu sei quem tu �s.

Bem-vinda a Nova Inglaterra.

Ent�o, tens-te divertido com o Rob?

Bem, temos andado a preparar o funeral.

V� se ele te leva ao Woodman's

-para comerem ameijoas fritas. -Est� bem.

Quem � este pequenote?

� o teu neto.

Quem diria?

Olha, tu est�s bem?

Quero dizer, tu est�s um bocado amarelo.

Sim, � s� uma pequena cirrose.

Estou numa lista qualquer para um f�gado novo.

-Jesus! -Vou ser sincero,

eu n�o sou priorit�rio, mas tamb�m, porque � que deveria ser?

Eu andei sempre a dar-lhe e nunca me contive.

Enfim, boas not�cias aquilo do Brexit, n�o?

J� me tinha esquecido, tu �s xen�fobo.

V� l�, � s� por causa das fronteiras.

Vais construir uma casa sem paredes?

Isso era de doidos.

E para al�m disso, vai dar alguma coisa que fazer aos teus primos do IRA.

O qu�?

N�s n�o lhe devemos nada.

Ele nem sequer estava l� quando tu nasceste.

Ele s� te conheceu quando tinhas quatro dias.

Parvalh�o de merda. Sabes quem � que l� estava?

Eu. Tinha 5 anos.

N�o te estou a dizer o que deves fazer,

mas, sabes, se lhe dissesses que o perdoavas,

mesmo sem ser verdade, ias sentir-te melhor,

porque ele vai morrer em breve.

Pode-se perdoar algu�m depois de ter morrido.

Sim, exacto! Eu n�o fa�o parte da vida dele.

Foi ele que escolheu viver assim. Colhes aquilo que semeias.

C�us.

O meu tio teve cirrose.

Foi nojento.

N�o acabou nada bem.

Obrigado.

Eu estou mesmo aqui.

De que � que precisas?

Ela era uma �ptima m�e, em v�rios sentidos.

Ela costumava fazer-nos assados, de manh�.

Leu nalgum s�tio que o pequeno-almo�o

era a refei��o mais importante do dia,

e ent�o levantava-se �s 5 da manh�

para preparar uma grande panela de carne e legumes,

e n�s fic�vamos ali sentados, a suar e a comer.

E ela tamb�m fazia boas ac��es.

Descobrimos isso quando estivemos a ver as coisas dela.

Ela angariou dinheiro para opera��es � coluna em crian�as,

atrav�s das suas vendas no eBay.

Parece que h� l� um bot�o onde podemos fazer doa��es,

e era isso que ela fazia.

A amiga dela, Sally, deu-me um email,

que ela lhe enviou.

Vou l�-lo.

"Ouvi falar de uns beb�s."

"T�m as colunas que parecem saca-rolhas,"

"mas depois de serem operados,"

"� maravilhoso."

"Podem jogar h�quei ou andar de patins."

"Quero dizer, eu n�o tinha de fazer nada disto"

"se o Governo n�o se estivesse a marimbar para as crian�as deficientes."

"Por eles, atiravam-nas pela janela."

"Aposto que o Mike Pence passa os domingos"

"a atirar crian�as deficientes pela janela."

"Ele tem cara disso, aquele cabr�o"

com cara de ma�� assada no micro-ondas."

Eu continuava, mas s� piora.

Por favor, juntem-se a n�s no Archie's para uns fritos e umas bebidas.

Obrigado.

Querida.

N�o sei porque estou...

-Sentes a falta dela. -N�o.

Pois.

Eu detestava o Obama, mas respeito-o.

Era de esperar que ao fim de 8 anos aquilo que ele quisesse fosse descansar,

em vez de passar tanto tempo a organizar falsos tiroteios em escolas.

Jesus!

Porque � que est�s aqui?

Para al�m de procurares um dador de f�gado.

Estou aqui para prestar homenagem � tua m�e.

-A s�rio? -A s�rio.

A s�rio? Pois, mas pareces uma merda de um M�nimo.

Querida, eu nem sei o que isso �.

Isso � mau?

�?

O que foi?

Por amor de Deus.

Mas que raio?

Viste que o cabr�o do meu pai nos seguiu at� aqui?

Sim.

Deve estar a encher os bolsos com tostas.

Tu est�s bem?

Sim, desculpa, estou s�...

N�o tinha percebido que gostavas tanto dela.

N�o, n�o gostava, estou s�...

Desculpa.

Podes continuar, porque eu tenho de mijar.

Acho que talvez seja...

Acho que talvez seja 'jet lag' ou assim, sabes?

Merda. Tens um tamp�o?

N�o, acho que n�o, n�o tive o...

-Foda-se. -O que foi?

O meu per�odo est� quatro dias atrasado.

Espera, hoje � quarta-feira?

N�o, � sexta.

Est� seis dias atrasado.

J� n�o ia a um funeral h� algum tempo.

-Eu costumo evit�-los. -A s�rio?

Este � o primeiro funeral a que vais

de algu�m a quem tenhas partido a mand�bula quando estavas com os copos?

-Ela contou-te isso? -Contou.

Sim, pois, eu pensei muito nisso,

e tudo o que tenho a dizer

� que eu bati-lhe muito menos do que o meu pai bateu na minha m�e.

E falei com a Sharon, e ela diz que tu n�o lhe bates,

por isso, est� tudo a ir no caminho certo.

E olha s� para aquele homenzinho.

Ele vai ser ainda melhor do que tu.

Posso falar contigo por um segundo?

Sim.

O que queres fazer em rela��o ao teu pai?

Ele deixou a Sydney incomodada e est� bastante amarelo.

Vamos mesmo acreditar na palavra dele

em como n�o � contagioso, assim daquela maneira?

Olha, Pat,

tu pareces ser um tipo porreiro.

Ou, pelo menos, a Sydney acha que �s.

Mas para mim,

tu �s s� um gajo que eu conheci ontem

e que anda a meter o nariz onde n�o deve, nos assuntos da minha fam�lia.

Eu sei que tu est�s perturbado.

Que grande perspic�cia, Dr. Phil.

Por isso, n�o vou ficar ofendido.

Preferes ficar ofendido

por eu te mandar fechar essa boca de Marreta

e ir para o caralho mais velho?

-Rob... -Pronto...

Bonito!

-Bom trabalho, Pat. -Meu Deus.

Talvez seja melhor ficares com o contacto dela

para poderes estar l� quando ela morrer.

Podes partilhar uma ta�a de sopa com ela, no seu leito de morte,

enquanto os filhos batem � janela, a pedir para entrar.

Pronto, talvez seja melhor ires l� fora apanhar um pouco de ar.

-Eu gostava disso. -�ptimo.

Pe�o imensa desculpa.

Estou?

Est�s bem?

Sim. Foi um dia longo.

O Tim Cabot ligou-me.

-Quem? -O gajo com quem andaste

no acampamento para gordos, em Toronto.

Ah, o Tim!

O que � que ele queria?

Ofereceu-me um emprego. Um emprego muito bom.

Deve ser uma boa sensa��o.

�, sim.

E frustrante.

Porqu�?

Bem, porque n�o podes aceitar.

Porqu�? N�o posso aceitar porqu�?

Porque n�s n�o vivemos aqui.

Mas pod�amos. Quero dizer, porque n�o?

Seria uma nova aventura.

Os mi�dos iam adorar, sabes?

E se vend�ssemos a nossa casa em Londres,

pod�amos pagar a pronto uma casa em Swampscott, Massachusetts.

Eu n�o quero viver num s�tio chamado Swampscott.

Est� bem, ent�o em Saugus.

Jesus, quem � que d� o nome a esses s�tios?

Eu s� quero voltar para casa, est� bem?

S� quero voltar ao normal.

Olha, eu arranquei as minhas ra�zes por causa de ti,

e mudei-me para longe da minha fam�lia,

e agora a minha m�e morreu, o meu pai est� velho,

e o maior �rg�o no corpo dele est� a entrar em fal�ncia.

E a minha irm� parece forte, mas ela precisa de mim.

Sim, mas eles sabem que tens uma fam�lia em Londres que tamb�m precisa de ti,

e para al�m disso, eles agora t�m o Pat.

Pronto, podemos ficar a discutir isto a noite toda,

mas eu vou aceitar o emprego e n�s vamos ficar.

Tu n�o podes simplesmente dizer-me o que � que eu vou fazer,

eu n�o sou tua serva, foda-se.

-E para al�m disso, eu... -Quando eu disse "n�s",

estava a falar de mim e dos mi�dos.

-O qu�? -Quero dizer, tu tamb�m podes

fazer parte deste "n�s", ou ent�o podes simplesmente ir para o caralho,

mas eu vou ficar c� com os mi�dos.

Pronto, eu sei que est�s a sofrer,

e que daqui a nada vais sentir-te mal e vais pedir desculpa,

mas s� a tua sugest�o de eu n�o viver no mesmo pa�s do que os meus filhos,

� um bom ponto de partida para o teu funeral.

E eu n�o quero parecer uma psicopata,

mas eu mato-te.

Isso � que eu queria ver, foda-se!

N�o duravas nem um minuto a criar estes mi�dos sozinha.

Sabes o quanto eu me ia rir se tu me matasses?

N�o tanto quanto eu.

Era um al�vio!

Desde o dia em que te conheci

que me tenho esfor�ado para te fazer feliz,

e nunca resulta.

Tu alguma vez fizeste uma coisa - s� uma coisa -

s� por mim?

Para al�m de gerar e alimentar e criar os teus beb�s?

Sim, para al�m disso?

-Incont�veis broches. -Incont�veis?!

Tenho a certeza de que consigo contar at� 23

ao longo de quatro anos.

Eu sinto-me claustrof�bica!

Est� bem, sabes que mais?

�s mesquinha e ego�sta,

e ningu�m gosta de ti.

N�o me digas? Pois, mas eu quero l� saber disso.

Mas o mais importante de tudo,

eu n�o gosto de ti.

Ol�, fala o Fergal. Por favor, deixe mensagem.

Est� tudo bem com voc�s?

N�o sei se tenho uma resposta r�pida para isso.

Ouve,

eu liguei ao Pai e n�s vamos almo�ar juntos na pr�xima semana,

por isso... pois.

Se eu sou capaz disso,

acho que tu tamb�m �s capaz de resolver as coisas com a Sharon.

N�o �s?

Tenho uma coisa para ti, antes de te ires embora.

Muito bem, espera.

Ouve,

n�o quero chatear o Rob com isto,

mas podes dizer-lhe

que eu pe�o desculpa se me esforcei demasiado para tomar o leme.

Claro.

Eu talvez tenha de lhe mandar uma carta a dizer isso

porque ele agora n�o fala comigo, mas, claro.

E seja como for, n�o te preocupes. Tens sido �ptimo.

-N�o. -Um verdadeiro rochedo para a Sydney.

Bem, eu tento s�-lo.

E acho que � disso que o Rob precisa, tamb�m.

De um rochedo.

Eu sou um rochedo.

-Eu sou o rochedo dele. -Sim, senhora.

-Sim. -Sim.

� claro.

Ent�o, isto chegou ontem � noite.

Pensei que talvez quisesses ficar com ele.

Ela deve t�-lo comprado antes de morrer.

Ela andava a adormecer a meio dos leil�es no eBay.

Na semana passada comprou uma banana em cer�mica por $1500

porque ferrou o galho em cima do bot�o de licitar.

Desculpa, Pat.

Podes encostar o carro?

Sim. Est�s bem?

Estou, s� te quero contar uma coisa.

� estranho, sabes? Quando estamos aqui n�o nos sentimos

num etno-estado nacionalista branco

governado por um falso ditador teocr�tico.

Sentimos s� que estamos numa praia bonita.

Pois. Mal sabemos n�s.

Lamento que aches que � t�o dif�cil

fazer-me feliz.

Porque, na verdade, tu fazes-me feliz todos os dias.

Quero dizer, na maior parte dos dias.

Querida, eu n�o queria mesmo dizer

todas aquelas coisas horr�veis que disse.

S� pensei, sabes, o que seria mais cruel.

Sim, mas eu percebo porque � que o disseste.

Por isso, vamos em frente.

Percebes?

Vamos mudar-nos para c�.

Podemos ter uma boa vida aqui.

Olha, eu sou um destro�o completo,

e se tu queres estar comigo,

eu n�o me importo onde � que ficamos.

Pode ser em Londres ou Boston,

ou at� na porra do Cairo.

Diz-me s� onde devo estar, e quando,

e eu estarei l�.

Eu estou gr�vida.

Eu sei.

Vi o teste no caixote do lixo.

Deixaste-o, tipo, mesmo no cimo do lixo.

Imaginei que n�o fosse da Sydney, nem da minha m�e.

Meu Deus...

O que achas?

Eu vomitei quando vi.

Pois, eu tamb�m.

Mas depois pensei...

...porque n�o?

Quero dizer, pode ser divertido.

E tu, o que achas?

Quero dizer, eu ontem n�o tinha d�vidas

de que n�o queria ter mais filhos contigo,

mas agora, aqui sentada...

...acho-te t�o atraente.

Quero mesmo t�-lo.

Quero mesmo deitar c� para fora um beb� pequenino,

e beij�-lo, e cheir�-lo.

Posso perguntar-te uma coisa?

Eu n�o me peidei. H� aqui umas algas que cheiram...

Quero dizer, cheiram aos meus peidos.

N�o � isso.

Achas que ter�amos acabado por ficar juntos?

Quero dizer, se n�o me tivesses engravidado.

Da primeira vez.

Se eu s� te tivesse conhecido agora,

ia na mesma querer foder contigo durante uma semana,

e engravidar-te, e casar contigo,

e estragar tudo a partir da�.

Ent�o vamos fazer isso.

Queres dar um mergulho r�pido?

Os mi�dos est�o a dormir.

-N�o. -Porqu�?

Agora n�o me apetece divertir.

O que est�s a fazer?

A divertir-me!

Sharon!

Pensava que n�o te apetecia nadar?

N�o estava a gostar de te ver sozinha � deriva.

Legendado por ............... savimbi

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