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Original subtitles

BLACK SPOT

Como ele está?

Urinando sangue, mas parece superficial.

Leila disse que podemos vê-lo.

Não fale da ideia de chamar os bombeiros.

- Eles ainda não voltaram? - Não.

Não, porque o cara disse que a namorada está presa na caverna.

E é um labirinto de merda, pode demorar horas.

- Namorada? - Isso.

Digo que estava ali...

bem atrás de mim!

Eu a senti.

Não sei o que era, mas senti muito medo!

- Não tem sinal de ataque. - Não está me ouvindo!

Mas Nathalie ainda está lá com aquilo.

Está bem, espere.

Os bombeiros farão de tudo para resgatá-la.

Precisamos do nome.

Ela se chama Nathalie Duval.

Ela tem família a avisar?

Não conheço a família, nos conhecemos há pouco tempo.

Moramos juntos há um mês.

Já tinham explorado cavernas?

Não.

Foi a primeira vez.

Ela conhecia o caminho, mas nos perdemos.

Foi onde a coisa se aproximou.

Eu senti...

as garras,

as patas...

Ele nos procurava no escuro,

ao nosso redor.

Imploro, é preciso fazer algo.

Por favor, me ajudem.

Vai ficar tudo bem.

Tem dias que eu prefiro os mortos.

Do que acha que ele está falando?

Está delirando. Está em choque.

Eu o atendi em janeiro, perdeu os pais. Ele deprimiu.

Talvez tenha sofrido uma crise.

Ele assumiu a fazenda com o irmão.

Não, o irmão está dando duro,

mas ele se fechou em si mesmo na casa dos pais.

Ele bebe bastante.

Outro dia, brigou na Sabine,

parou quando o acertei com uma garrafa.

- É mesmo? - Sim, vodca, recém-aberta.

Acha que ele bebeu?

Ele disse que não, mas vou fazer uns exames.

Está bem.

Bom.

- Então? - Veja.

Está assim desde de manhã.

Enquanto procuramos o vírus, não se faz nada.

Vi este sinal em toda a cidade.

- Não tem uma mensagem? - Não, só tem isso.

Isso os diverte, não sei.

Vou ver o que posso fazer.

Houve um acidente hoje na caverna.

- É grave? - Ainda não sei.

Vou fechá-la. Não me falta mais nenhum processo. Pronto.

Dou notícias.

Bom dia.

Como vai, Gérald, encontrou suas marcas?

Laurène?

Quero conversar sobre o procurador.

Parece que está perguntando sobre todos.

Não gosto disso.

Não diga que não consegue dormir?

Não está sentindo culpa...

Ele precisa ter bons modos.

Lembre-se que graças a mim você comanda a delegacia,

apesar da sua mão.

Não se esqueça disso.

O que eu deveria fazer?

Encontre algo para ocupá-lo.

Achar minha neta, por exemplo.

ELDORADO

Pegue.

Nem vestígio de óleo de amendoim,

de noz, amêndoa, soja, gergelim ou trigo?

Bom apetite.

Tem uma sala no Palácio de Justiça ou outro lugar?

Por que perder tempo me deslocando?

Os casos estranhos estão aqui.

Gosto do seu estabelecimento cada vez mais.

Não somos acordados por galos.

Não tem perigo, os corvos comeram todos.

Tem interesse nos Steiner?

Fazem parte das curiosidades locais.

Há um movimento na família, neste momento.

Eles fecharam a serraria, venderam os abatedouros...

Talvez tenham sido apanhados pela crise.

Você se preocupa com eles. Nada acontece sem que se metam.

Gérald Steiner é dono deste bar. Você trabalha para ele.

Ainda assim brigamos no conselho municipal.

Eu faria uma visita a eles.

Houve muitas mudanças no mês passado.

E não fiz tudo isso

para comer tomates e me deixar manipular.

No que está pensando?

Talvez só queira vê-los destruídos como os outros.

Passamos quatro horas lá e só achamos isso.

- É tudo? - É.

Deve ter perdido quando se machucou.

Só há vestígios dele nas galerias.

Procurou bem?

- Não tinha ninguém. - Ela pode estar em perigo.

Escute, Laurène,

estou cansando da sua estupidez.

Quando digo que fizemos o trabalho, fizemos. Ok?

Não fique nervoso.

O cara rindo da nossa cara.

Aviso que não volto lá.

É um reclamão, mas conhece o trabalho.

- Todos confirmam que não tem nada. - Besteira parar as buscas.

Então...

Conseguiu falar com a família dela?

E aí?

O que houve?

Primeiro é preciso identificá-la.

De fato, falei com todas as Nathalie Duval da região,

não faltou nenhuma.

O telefone dela, do trabalho, nada?

Não, a linha não foi ativada

e na oficina onde trabalharia não há uma Nathalie.

O dono da loja de equipamentos

disse que Fuchs foi sozinho.

Onde está a garota?

Talvez ela não exista.

É isso.

Peguei o que havia sobre os símbolos.

E sobre as árvores, achou algo?

Não, mas precisamos continuar procurando.

Aparecem cada vez.

Mas deveria estar treinando.

- Não tem uma competição logo? - Rudy, não ligo.

Pegue, me ajude.

É melhor a dois.

Venha, veja.

Só o que encontrei,

- é a árvore da vida. - Certo, incrível.

Existe na mitologia celta ou nórdica.

Mas as três árvores em forma de "A",

não estou entendendo.

Talvez seja anarquia?

Não parece um cliente comum.

E você também não parece bibliotecário.

Vai dizer isso ao juiz?

Ah, então você é um bad boy.

Eu te disse. Faço um trabalho perigoso.

Não trabalha para pagar a dívida com a sociedade?

"Olá, meu nome é Roman, estou aqui para ajudá-los.

Consultem nossa seleção do mês."

Sua namorada não é fácil.

Não é minha namorada.

Não estou mentindo.

Acham que sou louco.

Vou mostrar que ela esteve aqui!

Sua história não faz sentido.

O quê?

Sua história não faz sentido.

Minha namorada está morrendo e perde tempo com besteiras?

Vamos ver isso juntos.

Ela existe!

Por que eu inventaria tudo isso?

Que merda!

Tenho certeza de que estava aqui.

Estava aqui.

Não tem mais nada. Merda.

Certeza que estava aqui.

Merda!

Vadia! Vadia!

Vadia!

Estava aqui.

Não é possível.

As coisas dela estavam aqui, eu...

Merda! Merda! Merda!

Não tem mais nada.

Meu telefone. Meu telefone.

Aqui.

Vou ligar para ela.

Vai ouvir a voz dela.

Já ligamos. A linha não está ativa.

As fotos. As fotos. Espere.

Tirei centenas. Vou encontrá-las.

Não faz sentido.

Tem algum amigo que a conheceu?

Laurène.

Já volto.

- Aí está a garota. - Que engraçado.

O que mais você quer?

Olhe ao seu redor. Ele está completamente louco.

E daí? Isso não prova nada.

Prova que não há namorada!

É o que prova.

Merda, pare de besteira.

Então, encontrou algo?

Não sei o que houve.

Venha, vamos ao hospital.

Não me toque!

Eu a abracei.

Eu a beijei.

Calma, vai dar tudo certo.

Você apagou as fotos.

O quê?

Foi você que apagou as fotos...

e ela está morrendo na caverna, sozinha e é sua culpa!

A culpa é sua!

Acalme-se!

Acalme-se.

Calma.

Acalme-se! Não vai me ajudar?

O que quer que eu faça?

Ora.

Detesto fazer isso.

O que fizeram ao meu irmão?

Precisam da autorização da família para internar.

Acha que é o melhor para ele?

Já me acostumei a esses crises.

Ele precisa de ajuda.

Moro no outro canto da propriedade, não posso olhar o tempo todo.

Tudo porque ele não saiu da casa.

Seu irmão já falou de Nathalie?

Não.

Não me surpreende ser invenção.

Ele se sente sozinho.

Temos horários difíceis aqui, com os animais, a colheita,

os currais.

Não temos muito tempo para sair

ou assistir à tevê para nos informar.

Precisamos ir.

O hospital vai mandar notícias.

Falaram de uma briga no Eldorado.

- Vamos? - Não era nada, era...

um cara bêbado.

Ele brigou com um cara, Gaspard Bellan.

Trabalha para os Steiner.

Laurène!

Eu dirijo.

O que você quer?

Estou dando uma olhada.

Tem uma decisão a tomar?

Não sabíamos que a proposta era sua.

Falamos de uma soma substancial.

Não vale a pena pensar demais.

Isso não muda nada. Ainda é não.

Entendo.

Tem de cuidar do seu filho.

Essa via é perigosa.

Vamos intimar Bellan amanhã.

Se precisamos ver o canalha sempre que chafurda na lama,

que tal instalá-lo em nosso escritório?

Não sei a relação entre a caverna e mulher.

Merda, não acredito. Não tem relação, ela não existe!

Precisa aceitar isso.

Não dá para seguir uma intuição que vem do nada.

Está bem, acabou?

Não, ainda não.

Droga, está muito claro. Viu onde ele mora?

É a casa de "Psicose".

Me surpreende você não perceber.

- Não acredito. - O quê?

Ali.

É o Siriani.

O que esse idiota está fazendo?

Não faço ideia.

Verdade que uma mulher desapareceu hoje?

Não. Finalmente nos enganamos.

- Tem certeza? - Tenho.

Por quê?

Não sei. Intuição.

Algo que senti hoje de manhã.

Tipo um mal-estar.

Já aconteceu com você?

Acontece.

Não sei se deve dar tanta importância.

Nesse livro, falam das cavernas do lugar.

Parece que eram tumbas coletivas nas tribos celtas.

Meus pais adoravam essas coisas.

- Por que pegou isso? - Um trabalho da escola.

Isso não vai fazer você ser presa.

ARDUINNA

Vou me deitar.

- Boa noite. - Boa noite.

Fez um passeio ao campo ontem?

Bom dia, major.

Sim, me perdi um pouco.

Não tem nada lá. Os proprietários venderam.

Eu sei.

- E por que você estava lá? - Eu?

Procurava uma mulher que não existe.

Estamos todos no mesmo lugar.

Parece que intimou esse cara, pouco conveniente,

trabalha para os Steiner.

- Bellan? - Isso.

E daí?

Disse a mim mesmo que talvez você precise de ajuda.

Fuchs estava bêbado naquela noite.

Ele me agrediu e eu me defendi.

Voltou a vê-lo?

Não, tenho uma vida.

Conhece espeleologia?

O que você está pensando?

Que desci na caverna para cuidar dele?

Tem que ser louco para se enterrar lá.

Mas você parece gostar do lugar.

Deve ser o bom ar.

Vários vizinhos dos irmãos Fuchs cruzaram seu caminho recentemente.

Talvez. A cidade é pequena.

É, mas você causa um efeito especial nas pessoas:

eles todas se mudam.

Vendendo as terras para uma...

sociedade financeira com sede em Luxemburgo.

ACSI.

Sabe quem a administra?

- Não. - Eu também não,

não consegui descobrir.

Mas aposto que foi por isso que brigou com Olivier Fuchs.

Você está delirando.

Jamais venderia a casa dos pais e você pressionou um pouco.

Bobagem. Não tenho relação com essa sociedade.

Claro, aparentemente, você é contratado há 13 anos

pelos Steiner como "diretor técnico".

O que "diretor técnico" quer dizer?

Cuido dos problemas mecânicos.

Sei que eles estão por trás disso.

E você faz com que ninguém recuse a oferta.

Como os Vanier,

que você visitou ontem e ameaçou o filho.

Um menino que anda de bicicleta,

que corajoso, hein?

Eu vou lhe dizer.

Minha irmã morreu atropelada.

Também de bicicleta.

Faz anos que peço à prefeitura placas nas rotatórias.

E nunca ameaçaria uma criança,

todos aqui sabem disso,

menos você.

Vamos parar por aqui.

Está debochando de mim?

Escute, major.

Chegou aqui sem conhecer ninguém e acusa sem provas.

Luxemburgo?

É um país, sabia?

Tem um mundo fora de Villefranche.

Exato, então não bagunce o meu.

A imobiliária comprou muitas terras graças ao prefeito.

Ah, é isso.

Decidiu ir atrás dos Steiner.

É o quê? Passagem de volta para casa?

Vai, é só abrir uma investigação.

Sabe que está tudo conectado.

Só não sei se você é cúmplice ou cega.

Eles estão preparando algo.

Me ajude e eu lhe devo um favor.

Por que acha que preciso de ajuda?

Eu estou vendo, major.

Está no centro de tudo aqui, mas...

está sozinha.

Tome, assine aqui.

Da próxima vez, espero que visite as celas.

Quer me ver numa cela?

- Viado. - O quê?

O que você disse?

Alguns fingem que é normal,

mas eu não consigo aceitar. Me dá nojo.

Tenho vontade de bater.

Do mesmo modo que o viado do Fuchs.

Nem sei como conseguiu uma garota.

Que garota?

Interesse? Precisa se definir.

Que garota? Fiz uma pergunta, entendeu? Que garota?

Acalme-se.

Na noite em que brigamos,

um carro o buscou na frente da Sabine.

Uma loira desceu e o beijou. Serve isso?

Qual é? Cai fora.

Deveríamos ter acreditado,

em vez de mandá-lo para um hospício.

Os bombeiros precisam voltar.

Não vamos mandá-los de volta!

Nem sabemos se vamos achar algo.

Bellan viu a moça.

Faz 24h que está lá. Podemos salvá-la!

Bellan viu uma mulher.

Nada prova que tem algo a ver com essa história.

Sinto muito, mas é não.

E avise antes de interrogar meus funcionários.

Não me sinto obrigada a nada.

E "sociedade ACSI" significa algo para você?

Do que você está falando?

O procurador fez a sua cabeça?

Não me respondeu.

Vendemos terras a eles para financiar projetos municipais.

Está difícil para a cidade. Faço o que posso.

Não acredita?

- Estou avisando, vou descer. - Está bem.

Não pedi que viesse.

Hermann está esperando com o material.

Acha que é loucura?

Acho.

Isso é para anão.

Claro.

Lá os rádios não funcionam.

Estarão sozinhos.

- Tudo bem? - Sim, calma.

Depois de três horas, chamo a cavalaria.

Cuidado com as pedrinhas, se movem muito.

Não tem nada para nos tranquilizar?

Claro, se virem o monstro,

tirem uma foto.

Que engraçado.

Vamos?

Encontrei o A.

Loucos que se dizem "Filhos de Arduinna",

deusa da fauna e da flora dos Celtas.

Em geral, eles só assinam "A".

Isso. Eles são poetas.

Você que diz. Mas eles fazem guerra.

Sabotaram várias obras. Tem coisas que datam dos anos 1970

e em toda França.

É bizarro.

Devem ter uns 100 anos.

Mas estão em Villefranche agora.

Acha que tem a ver com a Marion?

Não sei.

Certeza de que vieram pelos Steiner.

Atingem o prefeito levando a filha dele.

Rudy, te ligo depois.

- Está bem. - Até. Beijo.

Beijo.

SITE EM CONSTRUÇÃO

Não vamos ficar de brincadeira. Não sei onde estamos.

Por que faz frio aqui?

Laurène!

O quê?

Veja.

Duas pegadas diferentes.

Um sapato masculino aqui,

- e dois menores. - Fuchs não estava sozinho.

Passaram por aqui.

Tem uma passagem que se abre ali!

- Ouviu? - O quê?

- Tudo bem? - Tudo.

Vamos.

As pegadas se separam. Só há as que ficaram para trás.

As pequenas vão para lá.

Talvez tenha outra saída.

Talvez. Preciso fazer uma pausa.

Ou solto isso, ou viro eunuco.

Já volto.

Não se afaste muito.

Laurène!

Entrei em pânico na descida, isso nunca me aconteceu.

Acontece com todos, querido.

Ao menos não viu o monstro. Já é um começo.

O quê? O que houve?

Não sei o que era.

Não tive coragem de contar, mas...

senti algo frio,

glacial mesmo,

se movia em algum lugar na escuridão.

Marion! Espere! Não faça isso.

Marion, sou eu.

É Laurène.

Lembra de mim?

Está acabado.

Espere, vou te ajudar.

Está acabado.

Vamos voltar.

Vou cuidar de você.

Ele está vindo!

Quem? Quem? Me diga quem?

Marion!

Laurène!

Laurène!

- Senhor procurador? - Adjunto Ferrandis.

Me perdoe, não pude deixar de segui-los.

- Laurène precisa de ajuda! - Eu sei.

Não vim por causa dela.

Do que está falando? Me deixe passar!

Acha que não notei como me olha?

- Do que está falando? - Não me incomoda.

Gosto de você, você de mim,

chega de mentiras, não acha?

Ninguém para nos ver. Ninguém para nos ouvir.

Vamos deixar relinchar

os cavalos do prazer.

Me dê a mão.

Confie em mim.

Precisamos sair daqui.

Está tudo acabado.

Laurène? Laurène?

Pare com isso!

Pare!

- Sou eu! - Marion! Não! Não!

- Não tem ninguém, - Eu a vi.

não tem ninguém,

estamos alucinando.

Veja, veja, não tem ninguém.

O que é essa mochila?

Pare!

Pare, pare, pare! Eu imploro.

Ela está lá embaixo!

Me deixe descer de volta, merda!

O que me fez. Pare.

Ela está lá embaixo, eu juro.

Me escute, me escute.

Precisa fazer isso.

Eu a vi. Eu a vi.

Ele estava nos meus braços. Eu a vi.

Está tudo acabado.

Vocês me fizeram morrer de medo.

Tudo por causa de uma mochila.

Tem um mapa.

Nora Littardi.

Valeu bem a pena procurar por Nathalie Duval.

O que aconteceu lá embaixo?

Não faço ideia.

Ela pegou o mesmo caminho que nós e depois sumiu.

O que temos?

Cinco condenações por fraude.

A cada vez, maiores,

fingia amor, roubava os caras,

e depois sumia e repetia em outro lugar.

Se for profissional, está longe.

E por que Fuchs? Ele mal sobrevive.

- Não tem nada. - Só a fazenda dos pais.

Sim. Um não pode vender sem o outro concordar.

O que querem aqui?

Onde ela está?

Quem?

Nora Littardi.

Ou Nathalie Duval, tanto faz. Onde ela está?

Ela foi embora?

Pare de brincadeira.

Foi ao hospital assinar os papéis do seu irmão.

Tudo para vender a casa.

Merda. Você estava pronto para deixá-lo morrer!

Não sabe de nada! Estamos afundados em dívidas.

Trabalho de sol a sol há dois anos,

e ele se deprime, se agarra a esse lugar.

A imobiliária é a única chance!

Só queria recomeçar a vida com a Nora!

Ela é uma golpista, sr. Fuchs.

Nós dois, é real.

O plano para se livrar de Olivier,

foi ideia dela. Você não foi o primeiro.

Vão se encontrar em algum lugar?

Ela dizia que era por nós.

Ela voltou aqui depois da caverna.

Achei que estava tudo resolvido mas ela começou a delirar,

- igual ao meu irmão. - Ela está aqui?

Eu a amava.

Devíamos fugir juntos.

Eu só queria conferir as passagens.

E só tinha uma.

Aquela vadia ia fugir sozinha.

Largue o machado!

Sr. Fuchs,

o que o senhor fez?

Ela ficará comigo para sempre.

Ela ficará comigo para sempre.

Loucura, estava na cara desde o começo.

Foi nojento.

Eu quase vomitei.

Tudo para acabar assim.

O que fez você delirar na caverna?

Não sei. Uma coisa esquisita na pedra.

Espuma ou líquen.

Deve produzir alucinógeno. É preciso analisar.

Não, o prefeito mandou fechar a caverna.

Em todo caso, é mais uma coisa estranha.

Podemos dizer que

o ecossistema reagiu a alguma coisa.

Claro.

E você, o que fazia, Nounours?

O quê?

O que fez em você? O que sentiu?

Em mim, nada. Na verdade,

deve ter relação

com a corpulência.

Por que está me olhando?

Me desculpe. Por nada.

Procuro a Major Weiss.

Com licença.

O quê?

- Nada. - Nada.

A venda da casa dos Fuchs foi registrada.

Parece que os Steiner conseguem o que querem.

Pensou na minha proposta?

Pensei.

Vai lutar essa pequena batalha sozinho.

Faço meu trabalho se tiver provas, até lá, não pertenço a ninguém.

Um fardo, por favor?

Um dia vai precisar escolher um lado.

Acha que está prestes a acontecer algo?

Coloca na minha conta?

Amendoim?

Não, obrigado.

Estou avisando, fiz alguns avanços.

Precisa me levar.

Parece que foi difícil lá embaixo.

Não somos obrigados a conversar.

Isso dói?

Duas cervejas e melhora.

Sei que não me conta tudo.

Não posso culpá-lo.

Ah, mas...

- Você se lembra? - Está de brincadeira?

- Você gostava! - Você também!

Você se lembra de...

- Acha que ainda sobrou algo? - Acabou.

Agora sou velho, está tudo acabado.

CAMPING BEL BRIETTE

Me solte! Me solte!

Me solte!

Me solte!

Tradução da legenda: Giovana Zaltron

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