All language subtitles for Back In Action (2025) 1080p.WEBRip.x264.AAC5.1-[YTS.MX]-por

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Downloaded from YTS.MX

Official YIFY movies site: YTS.MX

HÁ 15 ANOS

- Está? - Tudo bem. Temos confirmação do MI6.

O alvo está em jogo. Podem avançar.

Está bem.

Querida, já ligaram. Estás pronta?

- A sério. Estamos atrasados. Temos de ir. - Vou já.

- Disseste isso há cinco minutos. - Um minuto.

Conheço-te. Dizes isso e demoras 20 minutos.

Está bem. Vou buscar o carro.

Não. É uma festa para crianças.

Talvez eu deva...

- As duas. - A sério?

E... isto.

Caramba. Belo carro.

Sabem que as vossas despesas têm limites?

Tudo pelo disfarce, Chuck. Não nos ensinaste isso?

Lembras-te de Macau?

Perdeste meio milhão para agradares às Tríades.

Digo-vos isto. Se correr bem, deixo-vos manter o carro.

A sério?

- Não. - Bem me parecia.

Serão negociantes de armas franceses.

Os verdadeiros Sr. e Sra. Lemieux estão indispostos.

Concentrem-se. Vamos lá.

Balthazar Gor, ex-KGB, agora chefe da Volka

e um dos terroristas mais perigosos do leste europeu.

É a festa de anos do filho, mas levem-no a sério.

Misturem-se e vejam se o encontram.

Não o vemos nas câmaras.

Olha para isto. Tudo para um miúdo de oito anos?

O miúdo vai tornar-se um cretino.

Há mais de uma forma de estragar uma criança.

Faz zoom. Ali mesmo.

Só podem estar a brincar.

- O quê? - O que é?

Foi perigoso juntar-vos. Andam a dormir juntos.

Estamos a representar pela missão.

É básico. Vá lá, Chuck.

Se forem capturados, mintam melhor.

Está controlado. Conheces-nos.

Gor à vista.

Sabem o que fazer. Vá.

Mescal com laranja.

Olá. Sou a Mélodie Lemieux.

Queria dizer-lhe que a casa é linda.

Chamo-me Gor.

Balthazar Gor. É um grande prazer.

O prazer é meu.

- Desfrute da festa. - Obrigada.

Voz e impressão adquiridas.

Muito bem. Agora o cofre.

Em cima, no escritório.

Vamos sacar a impressão.

Balthazar Gor.

Já o temos.

- Excelente. - O que é?

Sabem o que é uma chave ICS?

- O quê? - Sistemas de controlo industrial.

É uma chave mestra para algumas das infraestruturas mais importantes.

Centrais, barragens, reatores nucleares.

O Gor podia causar outro Chernobyl.

Já percebemos. É mau.

Escadas a leste.

Mexam-se.

Muito bem. Para o ponto de encontro.

O Baron Andrews do MI6 vai lá ter.

E, Emily, não menciones a chave ao Baron.

Sei que há historial entre os dois, mas não confiamos em ninguém nisto.

- Emily. - Baron.

Estás bem. Estava doente de preocupação.

- Doente? Pois, estás pálido. - Matt.

Emily, quando voltas para Inglaterra

e te juntas a uma agência a sério?

Quando contratarem agentes a sério.

No que toca a ser agente de viagens, estás a arrasar.

Cortesia do MI6. Não o risquem.

- Os americanos são brutos. - Não levo a mal.

Irritei-te?

- São ciúmes? - Ciúmes de quê?

Não sei. Deteto ciúmes.

- É o sotaque? - Não.

É a personalidade, mas o sotaque não ajuda.

Vocês fariam um casal tão giro.

Boa viagem, Emily.

É sempre bom ver-te.

Toma a chave.

Tenta não o riscar. Adeusinho.

Fabuloso, caríssimo. Por obséquio.

Que má imitação.

Bem-vindos. Sou o Dylan. Posso levar a bagagem?

Não, obrigado. Bebidas. Pode trazer champanhe?

- Claro. - Obrigado.

Na verdade, estou bem. Para mim, não, obrigada.

Não bebes?

- Não. - A sério?

Costumamos brindar depois da missão.

Sim, mas com a altitude e a desidratação,

não me apetece champanhe.

Agora sei mesmo que se passa algo.

- Sim? - Sim.

Não sei o que é, mas passa-se algo.

Estou grávida.

O quê?

E tu és o pai.

Deduzi que sou o pai, mas...

- Andas com mais alguém? - Não, e tu?

Não! Só contigo.

Tens a certeza?

Bastante.

É um Royal Flush de testes de gravidez.

Fiz chichi em todos, portanto...

Não sei o que estás a pensar,

mas, sabes...

Não estamos juntos há muito tempo...

Eu alinho.

O quê?

Disse que alinho.

Alinho até ao fim.

A minha pessoa preferida vai criar a minha nova pessoa preferida.

Eu alinho.

Dizes sempre as coisas certas.

Porque é verdade.

Na verdade, D, champanhe! Traz a garrafa. Vou beber por dois.

Vamos ter um bebé.

Parabéns a ambos. Ótimas notícias.

Estás confortável com isto?

Sei por experiência própria

que filhos não se enquadram bem neste tipo de trabalho.

E eu sei por experiência própria como é não ter uma família.

É o que sempre quis.

Eu também.

O quê?

É o meu hálito?

- Estás bem? - Eu só...

Vou borrifar a cara com água.

Lamento. A casa de banho está avariada.

É um voo de 11 horas.

Lamento.

Matt, a casa de banho está avariada.

- Larga-a. - Queremos a chave.

Está bem.

Está aqui. Larga-a.

Em!

- O que estás a fazer? - Só há um.

- Não! - Em, não temos tempo!

Cuida desse bebé.

Em, o que fazes?

Não me largues.

Não largues tu.

Está bem.

Vês aquela clareira?

- Agarra-te! - Estou a agarrar.

Meu Deus, conseguimos. Despacha-te.

Então? Estás bem?

Parti umas costelas, mas não é isso.

Em, não podemos fazer isto,

sobretudo com esse bebé.

Então? Saímos e tornamo-nos civis?

Sabiam que estávamos naquele avião. Fomos comprometidos.

Então? Desaparecemos?

Todos vão pensar que morremos, certo?

- Sim. - Assim, podemos desaparecer.

Sim, recomeçamos. Teremos de cortar o contacto com todos.

Tudo bem. Não tenho ninguém. Tu tens a tua mãe.

- Não podes contactá-la. - Pois.

Não é uma perda.

E o Chuck?

Que tem? É nosso amigo. Esta é a nossa família.

Ele entenderá.

Deixamos tudo pelo qual trabalhámos?

A carreira, a vida, tudo o que conhecemos?

Correto. Porque tudo mudou.

Se não tivesse a parte interna das coxas forte,

estarias morto, sabes?

As tuas coxas salvaram-me.

E não morremos.

- Vamos mesmo fazer isto? - Podes crer.

Não sei para onde vamos. Não sei o que faremos, mas...

Resolveremos isso.

É só quereres.

Quero mesmo.

- É melhor irmos. - Vamos.

DE VOLTA À AÇÃO

PRESENTE

Miúda, diz-me que dia é!

O dia em que o meu homem ganha tudo.

- Dia de jogo! - Dia de jogo!

- Ouve. - O quê?

Se ganharmos este jogo...

Não digo que seja por eu ser o treinador,

mas pode ser...

Por seres o treinador. Exato.

Gostas do meu treino? Sabes o que dizem?

- Diz-me. - É sensual.

Meu Deus!

Raios! Vão voltar a atrasar-se.

Alice! Leo! Pequeno-almoço!

Leo, larga o jogo!

Claro que ela sabia.

Alice, vamos!

- Vamos! - Estou a escovar os dentes.

Há 20 minutos? Está agarrada ao telemóvel.

Já te disse. Se te zangas por causa do telemóvel, tira-lho.

- Tira-lho tu. - Tenho medo dela.

Eu sei. É aterradora, certo?

Sobretudo aquele olhar.

Alice, os dentes estão limpos!

Já vou!

Já gostou de nós, lembras-te?

Não me lembro. Foi há muito tempo.

A noite de cinema com a mãe devia voltar.

É uma boa ideia.

Víamos Creed: O Legado de Rocky. Creed II.

- É muito óleo. Tens a certeza? - É mesmo?

O que fazias com a tua mãe aos 14 anos?

Aos 14 anos?

A minha mãe foi destacada para Beirute e esqueceu-se de me dizer...

Certo. Mau exemplo.

É uma infância muito diferente.

Então, miúdo? Estás bem?

Sim.

Estiveste a jogar videojogos ontem depois da hora de deitar?

Não.

Sim. Está bem, desculpa.

Cedeste depressa. Acreditei em ti.

Não cedas tão depressa, sim?

- Tenta. - Espera.

Porque estás zangado?

Não, por favor, não o encorajes a mentir.

Porquê? Estão sempre a mentir.

- Desculpa? - O que disseste?

Ouvi-te falar com o tipo do ar condicionado em russo.

- Porquê? - Foi uma escolha.

Tenho esse direito.

- Falas russo? - Mais ou menos.

Svidaniya ou Sputnik. Gorbachev, sabes? Salada russa.

Mas era sobre o ar condicionado.

Eu e o vosso pai

aprendemos russo básico no Corpo da Paz.

Pensei que estiveram na Colômbia.

- Onde se conheceram. - Certo.

- Sim. - Conhecemo-nos lá.

Na Colômbia.

- Fomos da Colômbia para a Rússia. - Para o Belize.

O Belize é ao lado da Colômbia.

Sim. Exato.

Colômbia, Belize, Rússia.

- Sim. - Viajámos muito.

A paz não cai do céu.

Além disso, kushay zavtrak.

O que é isso?

Comam o pequeno-almoço.

Tenho compromissos esta tarde.

- Podes ir à lavandaria? - Está bem.

Temos de ir ao supermercado. Acabou tanta coisa.

Está bem.

Não devias beber isso tão cedo.

Dizem que evita o cancro.

- Onde ouviste isso? - Dá-me isso.

Não está disponível para ti agora.

Podes tirar isso?

- O quê? - Não o faria.

- O que estás a ouvir? - Não conheces.

Pois, é bem provável.

Estava a pensar se tinhas planos depois do jogo desta noite.

- Porquê? - Podias convidar algumas amigas,

fazíamos coquetéis sem álcool

e falávamos dos melhores mexericos.

Vou estudar em casa da Annalise.

- Segunda falha. - Certo.

Claro. Adoras... estudar.

Tenho a segunda-feira livre.

Fazemos uma noite de cinema?

- Deixa estar. - A sério?

Deixo estar? De certeza?

Está bem.

Eu vejo um filme contigo.

- Vês? - Claro.

- Até o Creed III? - Vou besuntar-me com óleo.

Como o Michael B, percebes?

Muito bem, chegámos.

Está bem, querida. Tem um ótimo dia na escola.

Não, eu amo-te mais.

Leo, não te esqueças de que viremos buscar-te mais tarde.

Estás a usar isso outra vez?

É espetacular.

Regista o padrão de sono, o oxigénio e até a tensão.

Tens 12 anos. Não tens tensão.

É grande para os teus dedos, não é?

Daí usá-lo no polegar.

E se amanhã formos lançar umas bolas?

- Ouviste falar de ETC? - Não é a sério.

- Eu joguei, sabes? - Sim.

Devias fazer exames.

Toma!

Eu mostro-lhe a ETC.

- Vês aquilo? - O quê?

Está outra vez com aquele rapaz.

- De onde veio isso? - Amazon.

Dá-lhe espaço.

Está outra vez com ele. Estão de mãos dadas.

- Beijaram-se. - O quê? Beijaram-se?

Que miúdo de 14 anos tem bigode?

Chama-se James e tem 16 anos.

- Nem pensar! - Nunca os vi a beijarem-se.

- De onde veio isso? - Como assim? Amazon.

Ralhaste por comprar um soprador de folhas.

Não... Merda! O que fazemos?

- É ela. - Tens de atender.

- Ela viu-nos. - Recusa.

- Espera. Baixa isso. - Merda! Tens de atender.

Olá, querida!

- Mãe? - Esqueceste-te de algo?

O que estão a fazer?

É bizarro. Isso são binóculos?

A tua mãe usou-os primeiro.

Precisam de uma vida. A sério.

Volto para casa depois de estudar.

- Adeus. - Está bem.

Tens mesmo de lhe tirar o telemóvel.

Tens de ser mais discreta.

A sério? "Arranjem uma vida"?

Esta é a minha vida.

O que significa isso? Ela nem sabe o que significa.

Passo o dia dedicada à tua vida.

Se eu tivesse uma vida, o que farias?

"Mãe, onde estás?

Tenho de ir aqui e ali.

Não olhes para mim. Sai do meu quarto. Traz-me comida."

Adolescentes. Mudam de um dia para o outro.

Dizem que nos quebram, mas eu não vou quebrar.

Céus...

Não percebi. Pode repetir?

Sabes que mais? É tão assustador, Alexa. Mete-te na tua vida.

Recomendo uma app de meditação.

PODES CRER!

VOU JÁ PARA AÍ

ESTAMOS EM CIMA TEMOS BEBIDAS!

Está bem.

Só mais uma vez.

Não importa. Tudo bem.

- O que estás a fazer? - O quê? Céus!

- Nada. - Não parece nada.

- É a Alice. - A Alice?

Mentiu. Não está a estudar com a Annalise.

É por isso que devíamos vigiar sempre os nossos filhos,

como fazem os outros pais.

Não somos como os outros pais. Já discutimos isto.

Mas somos mesmo espiões. É o que fazemos.

É o que fazíamos

a terroristas e senhores da guerra, não aos nossos filhos.

- Olha. Isto pareceu-me... - Não quero ver.

Abriu aqui mesmo. O que é?

O quê? "Mãe xata".

Escreveu mal.

Ora aí está. "Mãe xata".

Não quero ver.

Vou tentar isto.

A curiosidade matou o gato.

Descansa em paz, gatinho.

- Cá está. - Mereces isso.

- Não devias bisbilhotar. - É o lema dela ultimamente.

O que é...

Vê aquilo.

PRONTA PARA ARRASAR APOCALIPSE QUÍMICO

O que é aquilo?

Apocalipse Químico?

Disseram "Apocalipse Químico"?

Não iam repetir depois do ano passado.

O que aconteceu?

Não sei. Teve algo que ver com uma rapariga chamada Molly.

Estás a brincar? Olha para isto. Está na baixa, em Adamson, Piedmont.

Devia desativar a localização. Parece batota.

- É uma discoteca! - Uma discoteca?

Aqui vamos nós.

- Parece animado. - Estás a tentar piorar isto?

- O quê? Não saímos há muito tempo. - Nós não, mas a nossa filha sai.

Vá lá. Não podemos divertir-nos um pouco?

- Com licença. A passar. - Com licença.

Meu Deus!

Dás-me um Harvey Wallbanger?

À nossa!

Ela está lá em cima.

Alice Amelia Reynolds, vamos.

Agora.

- Mas eu... - Nem mais um pio.

Nem tu, Bigodes. Tu e o teu lábio penugento.

- Vamos. - Porque não posso ficar?

Os pais deles deixam.

Talvez os pais não os amem.

Não sei. Vamos.

Alice, não vás. A festa está a começar.

Pega nas tuas coisas e vamos.

Vamos.

A televisão avariou? É por isso que os velhadas estão aqui?

Digam olá, velhadas.

"Velhadas"?

Sim, cota, velhadas.

"Cota"?

Ouçam. Deem-nos espaço e vamos embora daqui.

Pois. O que vais fazer?

Acho que não ouviste. Eu disse: "Deem-nos espaço

para eu tirar a minha filha menor daqui!"

- Pai! - Parece-me ter idade suficiente.

Calminha, está bem? Vamos.

Acabou.

Mais devagar.

Não lhe toquem!

- Raios! - Não consigo respirar.

Aconteceu tão depressa. Não é assim tão mau, pois não?

E não somos velhadas. Somos da Geração X.

Estamos ali no meio. Entre gerações.

Anda. Vamos sair daqui.

Certo. Como entraste?

- Identidade falsa? - Não.

Deixam entrar miúdas de 14 anos?

Está bem. Identificação falsa. Só a uso para dançar.

Quem te convenceu? O Penugem?

Chama-se James. Não gostas dele por ser branco.

- O quê? - A tua mãe é branca.

Além disso, isto não é sobre o James.

- É sobre ti. - Sim.

Chateia-te que eu viva a minha vida e não a tua.

- O quê? - Por favor!

Como me encontraram?

Então?

"Mãe xata." X-A-T-A?

Não é uma senha muito difícil.

Acedeste ao portátil e leste as minhas mensagens?

Tuas mensagens? São nossas.

- Esse telemóvel é nosso, não teu. - Exato.

E vais ficar de castigo em nossa casa.

Por isso quero terminar o liceu já.

O quê?

Para ir para a faculdade bem longe.

Estás bem enganada. Não pagamos isso.

Não vamos falar daquilo?

Deram uma sova do caraças àqueles tipos. E um deles era giro.

Tento na língua!

Tento na língua? Querem mesmo falar disso?

Como aprenderam a fazer aquilo?

Eu e o pai tivemos umas aulas de taekwondo.

"Umas aulas de taekwondo"?

No Corpo da Paz no Japão?

Não dissemos Japão.

Na verdade, é uma arte marcial coreana.

Nem imaginas o que se aprende só com umas aulas.

Esperam mesmo que acredite nisso? Estão a ser tão falsos.

- Falsos? - Nós? Muito bem, Mna. Identidade Falsa.

Não dá mesmo convosco.

Não dá mesmo connosco?

Estás de castigo. Por isso, tenta não dar mesmo com isso.

O que ela disse não fez sentido,

mas queres irritá-la depois do que ela fez?

Não vos suporto!

- Foi de loucos, não foi? - Uma loucura.

Uma loucura má? Não o devíamos ter feito?

Ou foi boa, no sentido de nos sentirmos vivos?

- Foi má. - Má.

Certo. Estava só a verificar.

Em que pensas, Em?

Sabes que adoro a nossa vida.

- Certo? - Mas?

Não sei. É como...

Esta noite, algo fez sentido, sabes?

Pela primeira vez em muito tempo senti-me necessária.

És necessária de outra forma.

Totó, disseste aos pais onde eu estava?

Não me importa a tua vida social.

- Pelo menos, tenho uma. - Já não.

Será um longo castigo. Acabo o liceu antes de ti.

Nunca pensas em dar um salto à América do Sul?

- Travar ou iniciar um golpe de estado? - Não.

Não importa. Um belo golpe à moda antiga.

Não quero fazer isso. Saímos por um motivo, está bem?

- Para proteger os nossos filhos. - Tens razão.

Ela viu as tuas senhas no portátil.

- Estavam escondidas. - Não muito bem.

Se me espiam, também te espiarão.

Gostava de os ver tentar. Uso autenticação de dois fatores.

Credo, és mesmo totó.

Mas não sou espiado pelos pais.

Sabes do que preciso? De me sentir viva outra vez.

- Preciso da adrenalina. - Querida.

De me sentir "aquela cabra", sabes?

Querida.

Sei do que precisas.

- Está tudo reprimido. - Está mesmo.

Sim. Sei do que... ambos precisamos.

Meu Deus! São demais.

Que nojo.

Dá-lhe. Vá!

Vá. Outra vez.

Mais uma vez.

- Sentes-te melhor? - Sim.

Um pouco.

Vou mesmo precisar de um duche.

Vens?

Estou sujo.

Os miúdos ficaram bem?

Afirmativo.

- Estás à espera de alguém? - Não. Eu não.

Chuck?

Tudo bem? Que regresso ao passado.

Matt, como estás?

Estou bem.

Como nos encontraste?

Pois.

"Velhadas destroem discoteca."

Mas não somos velhadas.

É o Chuck?

- É. Acreditas? - Olá, Em.

Estás ótima. A sério. Estão os dois.

Entra.

- Não. Não temos tempo. - Espera. O quê?

Se eu vos encontrei, os vossos inimigos não estão longe.

Chuck, vá lá. Foi há 15 anos.

Não temos inimigos. Vendo puzzles personalizados no Etsy.

- Fazemos o Wordle. - O que quereriam de nós?

A chave ICS.

Perdeu-se no acidente de avião.

Procurámos no local. Não a encontrámos.

Encontrámos a caixa e terroristas mortos, mas não a chave.

Isso é de loucos.

Lembram-se do Baron Andrews do MI6?

- Claro. - O branquelas. Pouco atlético.

Sim. O que tem?

Ele tratou do jato. Acho que vos vendeu aos bielorrussos.

Faz sentido.

A sério? O Baron?

Tenho informações credíveis.

Agora trabalha com o Gor. Querem apanhar-vos e obter a chave.

- Não temos a chave. - Sim. Não a temos.

Não importa.

Quando a CIA souber que estão vivos, prende-vos.

Têm de sair já daqui. Vocês e...

Chuck!

Vamos!

- Vai! - Vai!

Raios! Encontraram-nos tão depressa. Sabes o que significa?

- Os miúdos. - Sim.

- Agora! - Vamos.

Ali.

- Avancem! - Garagem! Vá!

Agora!

Acelera!

O Chuck! Que pesadelo!

Temos de provar que não temos a chave.

- Tenho de dizer algo. - O quê?

- Prometes não te zangar? - Não prometo nada.

- Trouxe a chave. - O quê?

Não quis que caísse em mãos erradas.

Vira à esquerda!

Sim.

Tens algo contra jardins? Não tens de destruir tudo.

Passou muito tempo.

Estás distraída, o teu ex-namorado quer matar-nos.

Foi só um encontro. Esquece isso.

Ele só falou do Manchester United.

Então, admites. Foi um encontro. Esquerda!

Onde tinhas a cabeça?

Precisávamos de um trunfo se fôssemos descobertos.

Fomos descobertos.

- Onde está? - Em Inglaterra.

- Certo. - Em Foxhound.

- A casa da minha mãe? - Está protegida.

Porque a querem matar.

Não podemos desaparecer. Temos filhos.

A CIA vai proteger-nos.

Precisamos da chave para negociar imunidade.

Depois, a agência protege-nos. É simples.

É simples?

Roubaste uma arma de ciberterrorismo,

escondeste-a em casa da minha mãe e mentiste durante 15 anos.

Dito dessa forma, soa mal. Direita!

- Está a recarregar. - Espera.

A arma está encravada.

Olá, pessoal.

Está bem. Não acho que vá gostar.

Será horrível.

Estão a brincar?

- Vá. - Temos de deixar a carrinha.

Já estou a tratar disso.

O Shane tem um Prius cinzento.

- Espera na saída norte. - Sim.

Olá, miúdos. Viemos cedo.

- O quê? - Vamos.

O que se passa?

Não comeste o almoço.

Enfia isto no bolso. Vamos.

- Tens de comer. - Porque estão passados?

Eu não. Tu é que estás.

- O nosso carro? - Resumindo, estacionamento.

- Aonde vamos? - Numa pequena viagem.

Não fazes perguntas. Limitas-te a ir.

PARTIDAS INTERNACIONAIS

Vamos para Inglaterra?

Sim. A velha Inglaterra.

E a escola? E o futebol? Estamos nas eliminatórias.

A escola e o futebol...

Acho que cancelaram isso.

O quê?

Temos de aceitar que a nossa época mágica acabou.

Sim. Lamento, querida.

Mãe, porque vamos a Inglaterra?

É uma boa pergunta.

Porque vamos visitar a vossa avó.

- O quê? - Temos uma avó?

Sim. Surpresa divertida, certo?

Ouçam, sei que é difícil de entender.

E lamento muito.

Mas a minha mãe não era alguém que queria na vossa vida.

Mal esteve na minha.

Disseste que estava morta.

- Não disse isso. - Disseste que estava morta.

Há muitas interpretações.

Às vezes, parecia que sim, mas não sei,

ela era fria e distante

e mandou-me para um colégio interno, por isso...

Parece-me muito bem.

Percebemos que errámos.

Deviam conhecê-la enquanto é tempo.

Sim.

- Está a morrer? - Não.

Sim. Acabaremos todos por morrer.

Podemos morrer neste voo.

- O quê? - Matt.

Expliquei-me mal. Mas ela não está a morrer.

Se parecemos estranhos ou enervados,

é assim que ela nos faz sentir.

É assim que ela me faz sentir. Isso faz sentido?

- Sim. - Sim.

- Ótimo. - Faz?

Não, claro que não.

Eu menti e fiquei de castigo.

Tu mentiste sobre a tua mãe. Nada faz sentido!

Minha menina, esse tom e volume.

Tens razão. Sabes que mais? Devo-te uma explicação.

Mas não aqui. Agora não, está bem?

- Mãe. - Sim?

Não estou muito bem.

- Querido, o que se passa? - Estou enjoado.

Mas ainda não estamos no ar.

- Próximo. - Primeiro passamos pela segurança, sim?

Senhoras e senhores, apertem os cintos.

- Ouve. - Sim?

Verifiquei o avião. Não nos seguiram.

Está bem.

O que é?

Está na altura de lhes dizermos?

É exatamente nesta altura que não lhes dizemos.

Em, temos este segredo há 15 anos. Mais dois dias não fazem mal.

Tens razão. Esta mentira protege-os.

Sim. Bons pais mentem muito. "O teu recital foi ótimo."

Certo? Claro.

"Não podemos ir à Disneyland, está fechada."

Adoro essa.

"Os teus pais não têm tatuagens."

"Se fumares erva, terás diarreia."

- "Usamos álgebra..." - "... todos os dias."

"Pi é igual a MC da treta."

Fazemos um ótimo trabalho.

É assim que se educa miúdos fantásticos e equilibrados.

Mentindo-lhes na cara.

Obrigada pela confiança.

Dentro de momentos, as assistentes de bordo...

Bom dia. Ainda bem que descansaram.

Essas almofadas parecem parvas, mas funcionam.

BEM-VINDOS A LONDRES

Passaportes.

Aqui tem.

- Olá, querida. - Olá.

A família Baker.

- Obrigada. - Obrigada eu.

Muito bem, malta. A saída é por ali.

Mexam-se.

Vamos.

Para aquele autocarro. Vão.

Próxima paragem, estacionamento.

Parece que é a nossa paragem, está bem?

Porque não admitem que é estranho?

Às vezes, isso é bom. Como podermos ouvir o Michael Jackson.

Vá lá. Fiquem juntos.

Fala o Gor.

Estão aqui. Heathrow. Parque G.

Está bem. Mantém-me informado.

Desculpe. Lamento muito.

Muito bem. Cá estamos.

O que acham?

É um estacionamento.

Sim.

- Aonde vai ele? - Buscar o carro alugado.

É o carro alugado?

Sim. Entrem.

Sim, lembro-me deles. Uma família bonita. O pai estava em forma.

Não é preciso tanto, agente. Obrigado.

Já sei porque querias encontrá-la.

Não era por ela, era pela chave ICS.

Concentre-se no trabalho.

Não se expuseram à toa.

Saberão ficar invisíveis.

Sim.

Os miúdos.

Foca-te neles.

- Sim? - Sim.

Vamos precisar das imagens do aeroporto.

Telemóveis, impressões digitais.

Não ficam invisíveis muito tempo.

Que nojo!

Isto é nojento.

De que marca são estes cigarros?

- Isto é um isqueiro? - Dá cá.

Estamos na Europa. As coisas são diferentes.

Sabem se o carro tem wi-fi?

Não. Não há internet nesta viagem.

Porque não dão os telemóveis à vossa mãe?

O quê?

Ficam offline.

Assim, não tenho de me preocupar com despesas de roaming.

Talvez vos dê um cartão local.

- Não pode ser a sério. - É mesmo.

A mão está a ficar cansada.

Vá lá.

Obrigada.

Leo!

- Desapega-te. - O que fazemos agora?

Como assim? Fala com a tua irmã. Conheçam-se.

Pergunta: "Então? O que tens feito?

Gostas de Inglaterra?" É outro continente.

Passámos por um Costco.

Não critico o Costco. É meio dia bem passado.

Vamos pôr um pouco...

Um pouco de música.

- É música boa. - Não.

Estão a brincar.

Temos de abastecer.

Podemos comer alguma coisa?

Estás com sorte. Mesmo ali.

- Pronto, malta. - Dás-nos dinheiro?

Sim, dá-me o saco.

- Agora, por favor. - Sim. Desculpa.

Nós vamos abastecer. Vão buscar uns petiscos.

Não demorem.

Toma. Traz-me o troco.

- E uns M&M's. - Está bem.

O que vai ser?

Só pequeno-almoço.

- Pequeno-almoço inglês completo? - Claro.

Aqui tens. Bom proveito.

Tem algo menos mau para o colesterol?

Não. Morcela de sangue.

- Sangue? - Sim!

Meu Deus!

Eu sei, certo?

Não é isso. Vê isto.

Porque me chamo Jeffrey Baker?

E porque diz que somos do Alabama?

Não acredito. Ficaram furiosos comigo

e têm nomes, passaportes e tudo falso.

Dinheiro ou cartão?

Dinheiro.

Aqui tem.

Espera. Isso dá para aceder à internet?

Sim, mas a mãe e o pai proibiram.

O Sr. e a Sra. Baker?

Faz isso.

- Bom pequeno-almoço. - Obrigado.

Espera. E se eles forem criminosos e estivermos em fuga?

O quê? Nem pensar. Não são criminosos. Estão numa liga de pickleball.

- Isso não significa nada. - Veem o HGTV.

Leo.

Fazem pão caseiro.

Quanto tempo temos?

Uns 45 minutos até o reconhecimento facial

nos identificar na Imigração.

Uma hora e meia para verificarem as câmaras exteriores.

Depois, se souberem do carro, uns 30 minutos, no máximo.

Então, não há tempo para falar com a minha mãe.

Há muito tempo para falar com ela.

Está bem. Dois minutos. Chega para os assustar.

Pode não ser só o Baron atrás de nós.

Ouve. Vamos buscar a chave.

Levamo-la à CIA. Recuperamos a nossa vida.

É simples.

Eles têm de passar por isto. Sinto-me uma mãe péssima.

Também não estou a ser um pai espetacular.

- A propósito, és uma mãe fantástica. - Não o sinto.

E eles vão usar isto contra nós para sempre.

O que se passa? Diz-me.

Andamos às voltas.

Manda-me a localização.

Vamos precisar de reforços.

Certo. Vou transmitir isso.

Porquê a certeza de que vão vender?

Conheço-os demasiado bem.

NÚMERO PRIVADO

Sim? Ótimo. Obrigado.

Estação de serviço. Norte, a 5 km.

O que descobriste?

Há um Jeffery R. Baker nascido em Huntsville.

Mas morreu em 1952.

- Eu sabia. - Isso não prova nada.

O melhor que podemos esperar é eles não se aperceberem de nada.

Não prestam atenção a nada do que digo ou faço, por isso...

Mas que...

Merda!

Céus...

Fazemos alguma coisa?

O que vais fazer?

És sempre tão negativa.

- Liguem para o 911! - Não é esse cá.

- Mãe! - Está bem. Não é assim tão mau.

Os miúdos.

- Pai. - Vamos.

O que aconteceu?

- Têm o troco? - Não.

- E os M&M's? - O que foi aquilo?

Não se preocupem. Vamos, Alice. Vá!

Vamos! Mexam-se!

- Vá, entrem! - Não. Viste o que acabámos de ver?

Viste o que fizemos?

Ensinámos-te a questionar a autoridade. Adoro isso em ti.

- Mas entra na porra do carro! - E praguejas? Vá lá.

Vá, ponham o cinto.

Entra!

Quem era aquele tipo?

- Porque lhe bateste? - Porque disparou?

- Calma. Vai ficar tudo bem. - Somos cúmplices?

É o Baron.

São eles.

Dá a volta.

Isso é uma arma?

Pai, que raio estás a fazer?

- Faixa errada, mãe! - Alice, eu sei onde estou, está bem?

O que se passa? Porque queriam matá-los?

Não queríamos matar ninguém.

Ou já estariam mortos.

Pois.

Vai ficar tudo bem.

- Vai ficar tudo bem? - Sim.

O pai desatou aos tiros, usou um lança-chamas

e tu mataste aquela miúda.

Mais uma vez, não matei ninguém. Deixei-a inconsciente.

Não era uma miúda. Quase matou uma mulher.

Vão tratá-la como tal.

- Digam-nos quem são. - Está bem. Calma.

Muito bem, ouçam.

- Eu e a mãe somos... éramos ANO. - O quê?

Agentes não oficiais de reação rápida da CIA.

Éramos espiões.

- Eram espiões? - Sim.

- Como o Jason Bourne? - Sim, mas lembramo-nos.

Eu sabia que mentiam sobre algo,

mas nunca vos achei porreiros ao ponto de serem espiões.

- Não é por isso que somos porreiros. - Pois não.

- Podes bater no pai do Connor? - Vá lá. É vegano.

- Podes bater no pai da Sydney? - Já o viste?

Podes bater em todos?

Sim, mas não ao mesmo tempo.

Mas já não lutamos, está bem? Estamos reformados.

Não parecia. Aqueles também eram espiões?

Eram terroristas ou mercenários.

Isso é melhor?

Os terroristas têm ideologia política e os mercenários são contratados.

Sei que deve ser muito assustador,

mas vamos proteger-vos. É a nossa função.

Estão a arrasar.

Podíamos arrasar se não nos tivessem localizado.

Não aguentam uma hora sem internet? O que é tão importante?

Tentámos descobrir quem realmente são.

O quê?

Querido, somos os vossos pais. É quem somos.

Sim.

Espera. Podes aceder à internet nisso?

- Posso. - Amigo.

Tão inteligente. Mostra cá.

Mas que...

Os jogos são violentos.

Os jogos são violentos?

É um atirador incrível.

Teve sorte, Wendy. Não exageremos.

Ouvi dizer que era bom, mas não tanto.

Obrigado.

Uma tatuagem chechena. A Volka?

Como soubeste da estação de serviço?

Ainda não vigiávamos os miúdos.

Tinha uma escuta na Volka.

Obtiveram a chave há 15 anos. Iam tentar recuperá-la.

- Bem pensado. - Obrigado por reparares.

Vigiamos os perfis online dos miúdos.

Detetámos a consola do rapaz.

Tinhas razão, miúdos.

Agora que nos viram, não sei.

Quero imagens de satélite do Land Rover.

Ela não pode estar tão longe.

Eles, chefe.

Eles não podem estar tão longe.

Pois.

Vão encontrar o camião. Não nos dará muito tempo.

Estava a pensar que eu devia falar mais do que tu.

Assim, não discutem, percebes?

Sim, parece-me boa ideia.

Podes dizer-lhe que assassinos de elite

vão a caminho e dizes-lhe porquê. - O quê?

SOLAR FOXHOUND

Acordem, miúdos.

Leo. Alice. Chegámos.

Esperem. A avó mora aqui?

Sim. Foi aqui que cresci.

E estava ansiosa por fugir daqui.

Pertences à realeza ou assim? E nós?

Não.

A vossa avó tinha uns negócios duvidosos nos anos 70, por isso...

Em.

- O quê? - Vá lá.

Marca o código.

Vamos lá conhecer a avó.

A casa da avó é brutal.

Porque querias ir-te embora?

Bolas!

Por aquilo.

Olá!

São vocês.

Olá, mãe. Continuas a matar?

Não me ponhas à prova. Ainda tenho ótima pontaria.

Os teus netos. Por favor, não dispares.

São muito maiores do que nas fotografias.

- Fotografias? - Sim.

O Matthew enviou-me algumas fotografias.

A sério?

Olá, querido.

Como estás?

Enviei-as através de vários países para não sermos localizados.

Para a avó poder ver os netos crescerem. As crianças crescem nas fotos.

Sabes? Ela não as publicou.

Abraçamo-nos ou assim?

Não.

Sou britânica. Nós não abraçamos.

- Mas podes pegar na ave. - Pega nela. Ela tem uma arma.

Não faço ideia a que devo este prazer,

mas podem entrar.

Está tudo bem.

- Larga-a. - Está bem.

Emily, lembras-te da tua casa?

Como podia esquecer?

Isto é fantástico!

Não entrem aí.

Não toquem em nada.

Isto parece o Forte Knox.

Os vossos filhos costumam bisbilhotar assim?

- São só curiosos, mãe. - São porcos trufeiros?

Muito bem. O que querem beber?

Ginny, és muito gentil,

mas viemos só buscar uma coisinha.

Podemos marcar um encontro em breve.

Que disparate. Já cá estão.

É um pouco cedo para beber, Ginny.

Essa tua moralidade piedosa.

Sempre esteve fadada a ser americana.

Ainda fala como se eu não estivesse aqui.

Desculpa, querida. Tornou-se um hábito. Nunca estás aqui.

Para ti, mescal com laranja. Certo?

Não sei como é que ela sabia.

E tu, querida?

Já bebes gin?

Está a brincar. É uma piada.

Chegou o monstro do suor!

- Ginnica, tu... - "Ginnica"?

Viste as minhas bebidas energéticas? Estou sedento.

Quatro pessoas novas.

Olá. Amigo ou inimigo?

É só o meu Nigel.

Olá. Céus...

Céus, isso é... Vi língua.

Desculpem. E desculpem isto. Não esperava visitas.

Nem eu esperava isso.

- Estava a treinar. - Para quê?

Para quando ela me achar pronto para o MI6.

Sou o projeto especial dela.

Grande N, esta é a minha filha.

- Não. - A Emily.

- Não é. - Sim, a Emily.

A Emzoca.

E o marido dela,

o bem-parecido Matthew.

- Matty. Sim, eu reparei. - E os filhos deles.

A Alice e o Leo.

- Adoro crianças. - É verdade.

É a inocência. A capacidade de se maravilharem.

Vou dar-vos já esta prenda como se fosse Natal.

- Querem tratar-me por avô? - O quê? Não.

Está bem. É complexo, certo?

Não espero que me vejam como uma figura paterna.

O quê?

Porque o que eu realmente quero... Matty, Emzoca,

é que me vejam como amigo.

É improvável.

Então, gin, sim ou não?

Não.

Têm 14 e 12 anos.

- Bebem água ou sumo de laranja. - Sim...

Porque não vamos diretos ao assunto? Temos muito que fazer. Nigel.

Podes mostrar-lhes isto?

Aos netinhos?

Eu ajudo, claro. Deveres de avô, Ginnica.

Muito bem. Gostam de coisas incríveis?

- Vamos ao meu escritório fixe? - Sim.

Dê-me isso.

Aqui tem, senhor.

"Não é o teu sotaque, é a tua personalidade."

Matt, és tão previsível.

Ela deve estar tão entediada.

Obrigado.

- O quê? - É a chave.

Há rumores de que está mesmo em jogo.

E o carro?

Localizaram o Land Rover até aqui.

- Mas perdemo-lo há dez minutos. - Ótimo.

Devem estar algures neste raio de 8 km.

Uma fábrica antiga. Uma quinta de cavalos.

- Uma pista de corridas. - E isto?

Não sei.

É de uma empresa sem fins lucrativos

com sede na Ilha de Man, a Foxhunter Ltd.

Foxhunter?

Porque conheço o nome?

A Ginny Curtis.

Ela é do MI6. Era uma lenda.

Ouve, Ginny.

Quando eu e a Emily desaparecemos,

tirei algo muito valioso.

Tinhas de arranjar um trunfo. À tua.

Sempre gostei dele.

Espera até ouvires o resto.

Como veem, não tem nada fixe.

É o teu escritório?

- O que fazes? - O que não faço?

- É o que devias perguntar-me. - Mas em que trabalhas?

Qual é o teu trabalho?

É aqui que guardo o meu equipamento.

Domino isto tudo. Temos sais. Temos matracas.

Um bastão! As minhas costas.

Temos estrelas ninja. Sou muito hábil nisto.

É uma parede. E acertei em tantas coisas.

- Vou tentar. - Cuidado. São afiadas.

Força, mas será inútil. Cuidado com a minha estrela.

Per... Sim.

Ainda não consegui fazer isso. Impressionante.

Céus! Queres tentar?

Vou... procurar a casa de banho.

Claro. Para quê uma estrela para outra?

Já és uma estrela.

Por fim, cigarros de luz UV,

relógio laser e guarda-chuva à prova de bala.

Guarda-chuva à prova de bala?

Para seres espião,

tens de estar preparado para tudo.

- O anel inteligente é para isso? - Não.

Monitoriza os meus padrões de sono.

A tua avó não me deixa dormir muito... porque ressona.

Olha! Também tens um. Gémeos.

A questão é esta, Ginny.

Eu...

Escondi-o aqui.

Presumo que outros o procurem.

Sim.

Então, depois deste tempo todo,

trouxeram os vossos problemas para minha casa.

Nem tudo gira à tua volta.

Pela minha experiência, sempre girou à tua volta.

Tentei a vida toda não ser como tu.

Ser a mãe que nunca foste.

Amorosa, estável, carinhosa.

- Controladora. - Não! Meu Deus!

Presente! Presente na vida dos meus filhos.

- Como está a correr? - Está a correr muito bem.

Ainda bem que está esclarecido, pois...

Bem me parecia.

A tua filha odeia-te.

Abdicaste de tudo por ela e ela odeia-te na mesma.

Sabes que mais? Lidava bem com a razão para a Alice me odiar.

Lidas bem com a razão para eu te odiar?

Ódio é uma palavra tão forte.

- Podíamos arranjar uma... - Seja.

Fiz algo que nunca fizeste.

Escolhi a família, não a carreira.

Acabámos no mesmo sítio, certo?

Não importa que tipo de mãe és.

As adolescentes são rebeldes.

Eu também fui.

Tu foste e a tua filha é-o.

Resta-nos esperar educar bem o suficiente

para saberem cuidar de si e, um dia, voltarem.

Porque quereria voltar?

Convenceste-te de que te mandei insensivelmente embora

para um colégio interno nos EUA para facilitar a minha vida.

Esqueceste-te convenientemente de que me imploraste para ir.

Agora... gostaria de passar alguns momentos com os meus netos.

Presumo que não terei muitas oportunidades depois disto, certo?

Não estou a perceber. Qual é a ligação?

Não sei. Manda três equipas verificarem aqueles locais.

Visitarei a Mna. Curtis quando o SIS autorizar.

Precisamos de autorização?

Sim, Wendy. Não vou invadir-lhe a casa e destruir a minha carreira.

Sim, acho que descobri algo.

Vou enviar-to agora.

Acreditas naquela mulher? A culpar-me por querer ir embora?

Sim, a tua mãe é complicada, mas é tua mãe.

Aqui?

Vamos.

Tirámo-la mesmo antes de ela ir para o colégio interno nos EUA.

Adoro o sorriso dela.

Mas agora tenho noção de que era por estar feliz por ir sozinha.

Mas, em adolescente,

ela nunca pareceu querer fazer parte da minha vida.

Porém...

Eu não fiz parte da vida dela, pois não?

Dediquei a minha vida ao serviço.

Isso não deixou muito tempo para ela, pois não?

Eu não... odeio a minha mãe.

Eu sei que não, querida.

E acho que ela não me odiava.

Ela disse que morreu.

Bem... Eu estava longe de ser perfeita.

Queres um chá, querida?

Como boba?

O quê?

Desculpe, não bebo chá.

Não bebes chá? Nem gin?

E a Emily acha que sou má mãe?

Vamos resolver isso.

Anda daí.

Mexam-se!

Vão!

- Fazes código? - Código?

Sim. Faço. Adoro essas coisas.

Códigos RA, RV, RX, QR. Todos os R.

Tens de perceber de tecnologia para entrares no MI6.

Tens de ser o James Bond e o Q ao mesmo tempo.

Entravas sem problemas.

Um candidato perfeito.

Como assim?

Os teus pais são espiões. Está-te no sangue.

Mas não sou como eles.

Tentemos algo. Vou correr até ti.

- O quê? - Vou correr até ti.

Faz a primeira coisa que te ocorrer. Não te vou magoar.

Faço muito isto. É o treino habitual.

Está bem? Três, dois, um.

Não, por favor!

Meu Deus! Peço desculpa.

Não sabia que era capaz disso.

Tens punhos minúsculos. Estou habituado a grandes.

- Passou-me pelas costelas. - Foi sem querer.

Fui treinado para aguentar. Calma.

Quantas flexões fazes?

Quinze?

Quinze?

O primeiro a fazer quatro.

Por aqui. Vamos.

Está aí?

O que é isto?

Isto é para mim. Isso é para ti.

"Querida Emily, se estás a ler isto,

estamos em perigo e, provavelmente, a culpa é minha.

Desculpa. Só queria proteger-te a ti

e ao anjo que tens a crescer dentro de ti.

Por favor, nunca me deixes porque seria inútil sem ti.

Seria deprimente."

Dizes sempre as coisas certas.

Porque a escondeste aqui?

Corríamos perigo e tu estavas grávida.

Se precisássemos disto, também íamos precisar da Ginny.

Pois.

Vamos.

Por aqui.

A porta junto à cozinha.

Está tudo bem.

Espera. Vamos.

Quietos! Mãos no ar.

Não se mexam! Quietos!

- Os nossos filhos? - Sala! Vão!

- Recua. - Recua tu.

Estão bem?

Ouçam. Temos o que procuram.

Aqui está a chave. Sim? Aqui mesmo.

Deixem os miúdos irem e resolvemos isto.

Baron! Mostra-te!

Malta.

Chuck.

Lamento desiludir-vos.

Esperava ter-vos treinado melhor.

Olá. O gato comeu-vos a língua?

Emily, Matt.

O que é isto?

- É bom ver-vos. - Chuck, vimos-te levar um tiro. Foi...

Ideia minha. Precisavam de motivação para me conduzirem à chave.

- Tu e o Baron estão nisto juntos. - Ele está limpo.

Tínhamos de garantir que não recorriam às ex-unidades

e incriminámo-lo.

O Baron vigia o Gor e a Volka, não trabalha com eles.

E os homens que me alvejaram?

Digam olá, amigos.

É incrível o que se pode simular.

Chuck!

A propósito...

Eu fico com a chave.

Por favor.

São os nossos filhos.

Larga isso, Matt.

Em ordem.

O que te aconteceu?

O que me aconteceu?

Foram vocês os dois.

O que significa isso?

Como temos culpa?

Vejamos, Matt.

Dois dos meus melhores agentes desaparecem na extração.

Presume-se que estão mortos e a chave perdida.

A agência culpou-me. Puseram-me na prateleira.

Um ano depois, perdi o emprego.

Perdi a minha pensão, a minha casa, o meu casamento, o meu cão!

Por vossa causa.

Isto é por vingança?

Não. É por dinheiro.

A parte da vingança é só um bónus.

- Dá-nos os miúdos! - Fazemos assim.

- Vamos recuar. - Não te vais safar.

- Querem interromper-me? - Larga-os!

Desde que não interfiram, amanhã regressarão sãos e salvos.

Está tudo bem.

Não chamem a polícia. As situações com reféns não correm bem.

Chuck!

Devagar. Vá lá.

Voltaste.

Alice, Leo! Temos de localizar o helicóptero.

- Sabem o número? - Não, muito longe.

- As câmaras de segurança. - Brilhante. Aqui.

Quando o helicóptero aterra. Vamos ver.

Ele está bem?

- Ótimo. - Espera lá.

- Volta aos miúdos. - Está bem.

Para. Ali mesmo. Faz zoom. Veem?

Ele está a mostrar-nos algo.

O anel. Tem o anel do polegar.

- Exatamente. - O quê?

- Um anel inteligente que usa. - Tem GPS.

O teu computador?

Pronto, entrei na conta dele. Autenticação de dois fatores? Por favor.

Longitude e latitude?

51,5076 graus norte e 0,0994 graus oeste.

O Tate Modern.

Diz que está fechado esta noite para uma gala.

Nigel, tens um smoking?

Claro. Qualquer bom agente tem.

Não pode parar aqui. Não está no manifesto.

Não, estamos no manifesto.

Eu fico com isso.

BEM-VINDOS AO TATE MODERN

Eu devia saber. O Chuck é esperto.

- Muita segurança. - Detetores.

Evento importante.

Ninguém sai da linha.

Vamos encontrá-los, sim?

- Vamos buscá-los. - Está bem.

Gor, não posso esperar. Tiveste duas horas.

Avisei que seria em Londres hoje.

Quatro dos teus concorrentes largaram tudo para estar aqui.

Não a querias o suficiente.

Aquele sacana.

Está a tentar vendê-la esta noite.

Vão já para lá!

Obrigado por virem cima da hora, mas confiem em mim,

vão gostar de ter vindo. Por aqui.

- O que diz? - Deviam estar aqui.

SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

Daphne, como estamos?

Tudo pronto.

Prometi-vos um espetáculo.

Serei o mais eficiente possível.

Olhem para a cidade, por favor.

Quero mostrar-vos o que é possível. Agora, Daphne.

Entendido.

SUDOESTE 16: DESLIGADA

Segundo passo.

E a nossa.

SUBESTAÇÃO TATE: DESLIGADA

- Está a fazer uma demonstração. - Quer ter a melhor vista.

Daphne, liga todas.

Deviam estar aqui.

Se não estão aqui, têm de estar abaixo ou acima de nós.

- Espera lá. - O que é?

Os homens do Chuck. Vamos.

Portas a fechar.

Mas não é só um espetáculo luminoso.

A Barreira do Tamisa, Daphne. Controla-a.

BARREIRA-TAMISA: ACESSO AUTORIZADO

Impede o Oceano Atlântico de inundar esta grande cidade.

E agora temos o poder de a desligar ou ligar.

Quando quisermos.

Porque não a abrimos, Daphne?

BARREIRA-TAMISA.POSIÇÃO 1

Senhor, tem de ver isto.

Portas a abrir.

- Deviam deixar-nos passar. - E se não deixarmos?

O que ofereço esta noite

não é só um disco rígido ou uma série de zeros e uns.

O que estou a vender é poder.

E se isso vos agrada,

a chave abre-vos tudo.

Vou iniciar o leilão no que acredito ser

um valor muito razoável.

150 milhões.

Alguém dá 200 milhões de dólares?

Duzentos... e cinquenta.

- 250 milhões? - Sim.

Temos um vencedor. 250 milhões para o Sr. Ivanov.

Um aviso. Conhecendo este tipo, se tiverem família em Paris,

que façam as malas. Depressa.

Aonde pensam que vão?

Baron.

Como nos encontraste?

Somos o MI6, Matt. São dois fugitivos.

- É o meu trabalho. - Sabes que têm os nossos filhos.

E sei que pensaste que eu era um agente duplo.

Ouve, podes prender-nos depois. Deixa-nos chegar à nossa família.

Não vos vou prender. Sei que não vieram vender a chave.

Venham.

Vamos.

Mãos no ar!

Tu. Fica aí!

- Chuck! - Controlem a porta!

Chuck, os meus filhos!

- Muito bem. - Obrigada por reparares.

Que não te suba à cabeça. Encontra a chave.

Chuck!

Equipa 2, levem os miúdos para o barco!

Vamos.

Largue-me!

Aonde vamos? Largue-me!

Vamos. Toca a despachar.

Sentem-se!

O Gor quer a chave.

Não a temos.

Se fosse a ti, não me mexia. Ela tem boa pontaria.

Uma emboscada.

Levaram as motos. Para leste.

Apanhem-nos!

- Vão para norte. - Vou por aquele lado.

Cuidado! Abram alas!

Vá lá!

Daphne, vai ter ao ponto de encontro. Traz a chave.

É para já.

Cuidado!

O Chuck abriu a barreira.

Em águas abertas, desaparece e os miúdos são descartáveis!

Temos de entrar no barco!

Está vazio. Não há sinal da chave.

O Chuck está no Tamisa, rumo a leste.

Não!

- O quê? - A barreira está aberta.

Vou alertar para porem barcos na água. Fecha a barreira.

Podem segurar nisto?

Alto! Espere!

Tenho um barco. Onde estás?

Às tuas 11 horas.

No lado sul.

Desce. Eu apanho-te.

Não podem fechar a barreira. O sistema não deixa.

Onde raio está essa chave, Wendy?

- Olá, Ginnica. - Olá.

Queria saber onde precisas de mim. Estou pronto.

Pronto para tudo.

Nige, não saias daí. Só por agora.

Mas... Não, eu...

Não acredito que aquilo aconteceu!

Parece assustador!

É muito fixe.

Tudo aquilo foi muito fixe.

Lamento muito.

Meu Deus! Está bem? Não filmou? Claro que não filmou.

Ela está inconsciente.

Meu Deus, sim!

Muito bem.

Ginnica, tenho a chave.

Nige, estás a arrasar.

O Nigel tem a chave.

Repito, o Nigel tem a chave.

Diz ao Nigel para fechar a barreira!

Nige, fecha a barreira.

Sim! É para já. Posso fazer isso.

Fantástico! É o que tens estudado.

Ainda não cheguei a este capítulo. Raios! Desculpa, dei-te uma cabeçada.

Está bem, então...

Sê um bom agente, Nige.

Certo. Apagar.

Isso não está a fazer nada. Tecla ctrl. É isso. Ctrl e Z.

Nada. Um segundo.

Desculpa. Podes acordar e dar-me uma ajudinha?

Não podes. Claro que não podes.

Mãe!

Não fiquem aí parados!

Meu Deus!

Podem ajudar-se um ao outro?

Está bem?

Vem cá.

Largue-me!

Coletes salva-vidas!

Diz ao Nigel que feche já a barreira!

Nigel, fecha a barreira.

Siri, podes dizer-me como...

Não, Nigel, fá-lo agora!

Sim, Ginnica. Desculpa. Lamento muito.

Eu só... Uma coisa de cada vez.

Estou a tentar. Estou a tentar!

Por favor.

O quê?

Na verdade, é maravilhoso.

Caraças! Está a acontecer.

Está bem.

Espero que isto não inunde Londres.

BARREIRA-TAMISA A FECHAR

Consegui?

Vamos!

Vão!

- Confias em mim? - Confio.

Mãe!

Não é preciso, mãe. Eu salto.

Leo!

Sim?

Estás bem?

- Vim salvar-te! - O quê?

Matt!

Dá-lhe! Tens razão, Chuck. As situações com reféns não acabam bem.

FECHADA

Consegui.

Consegui! Consegui mesmo!

Viste? Ninguém está aqui para celebrar!

Mas não importa!

É assim que se faz no programa de treino do MI6.

Estou tão feliz.

Ouve, o que fizeste hoje foi incrível.

- A sério? - Sim!

O extintor. O anel do polegar.

Tão inteligente.

Nem acredito, achei que te borrarias.

O quê? Achaste que me borraria?

Não. Isso nunca.

Quando voltarmos,

vamos passar o dia a jogar videojogos.

- Não te deixo sair de casa. - Posso contar ao Connor?

Não lhe podes contar nada. Vamos dizer-lhes que tiveram mononucleose.

Céus! Desculpa, estou a apertar-te tanto.

Estou tão feliz por estares bem.

Não faz mal. Eu gosto.

- É bom vê-las assim. - Certo?

Santo Deus! Tantos abraços.

Estás mesmo nos EUA há demasiado tempo.

Vamos.

Só para saberem, fui eu que fechei a barreira, por isso...

Ótimo trabalho, meu.

Promete que não voltamos a fazer aquilo.

Prometo que não voltamos a fazer aquilo.

Não, não voltamos a fazer aquilo.

Acho que podemos voltar a tempo do grande jogo.

Se ela marcar, ganhamos.

Para. Estás a piorar as coisas.

Desculpe, treinador. Não vou ver. Não consigo.

Respira fundo.

- À Dragon. - À Dragon!

Não te preocupes, querida.

As mulheres da família nunca falham.

Ela é destemida. Como a avó.

Sim!

Sim!

Sim!

Não. Ainda sou britânica.

Foi a minha menina!

Sim!

Conseguimos!

Sim!

Para trás, Bigode. Afasta-te.

Isso.

Isso.

Tem sido divertido ter-vos cá. Quando voltam para casa?

Quem disse que íamos voltar?

- Mãe. - Sim, querida?

Posso ir estudar para casa da Annalise?

Não tens de me mentir.

Se queres ir celebrar com amigos, acho que devias ir.

Tenho mesmo de estudar. Eu e o Leo faltámos muito.

Certo, claro.

E se estiveres livre na segunda-feira, podemos ver um filme, se quiseres?

Sim, claro. Se quiseres, estou disponível.

Está bem. Porreiro.

- Estão prontos? - Sim.

Divirtam-se.

Adeus.

Podes chorar. Já foi.

Não estou a chorar.

Estás a chorar, querida.

E é adorável.

Abri um ficheiro sobre essa tal Annalise.

- Ótimo. - Se é mesmo o nome dela.

- Não. Não fazemos isso. - Pois não.

Se quiserem que a vigie e ao bigodinho secretamente...

- Tenho de proteger a minha neta. - Não é tua neta.

- Está bem? - Sim.

Confiamos nela. Não temos de vigiar os amigos.

Porque não tiram algum tempo a dois?

A sério?

Eu posso cuidar do Leo.

Vamos treinar. Ensino-lhe os rigores do SIS.

- Na informática. - Bem...

Aproveitem a noite.

Obrigada.

Primeira noite sem os miúdos em muito tempo.

Sabes o que significa.

- Dormir. - Dormir. Sim.

- Mal posso esperar! - Ouve. A nossa filha arrasou.

- Bem... - Grande vitória.

Grande vitória.

- Que orgulho em ti. - Vá lá.

Credo, não.

Baron, que raio?

Não posso visitar uma velha amiga?

- Não! - Não!

Cuidas bem dela?

Sem dúvida. Casámos há 15 anos.

- Não perguntei isso. - Dois filhos, Baron.

- Dois filhos. - Estás feliz, Emily?

- Sim, estamos bem. - Vá lá, meu.

Estava a brincar. Não aguentam uma piada?

- Está bem. - Vim em trabalho.

Não vamos voltar. Foi um caso isolado e inesperado.

- Não viria se não fosse grave. - Obrigado, mas mandavas email.

Não encontrámos o corpo do Chuck.

Vou precisar de vocês.

Do Matt, nem por isso. Mas de ti, Emily.

Preciso que recrutes um familiar teu.

A minha mãe adoraria juntar-se a ti. Podem conversar...

Não é a tua mãe.

É o teu pai.

O teu pai?

Sim. Não te falei dele?

Legendas: Lígia Teixeira

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.