Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Estou?
Meu Deus, que pivete! Cheira a mofo.
Deixa-te de lam�rias. Est�s �ptimo! Feliz anivers�rio.
Feliz anivers�rio.
Escutai, caros cidad�os!
Bem-vindos ao distrito de The Rocks,
um dos bairros mais assombrados de Sydney.
Se escutardes, eles andam a�.
Observam, das janelas.
Espreitam, nos becos,
trazendo a hist�ria de volta para vos assombrar.
Por aqui, por favor.
Isto vai dar-me pesadelos.
Ali em baixo, havia um cemit�rio.
Aqui em cima, havia uma padaria que se dizia
picar carne humana para a confec��o das suas tartes.
Admito, isto foi impressionante.
Isto �... Acho que � mesmo a s�rio.
S01E04 Transcri��o Star Channel: Rkocheckers.
- Caramba. - A LAC encontrou isto e chamou-nos.
Cumprimentem o Suboficial de Primeira Classe Eddie Baker.
- Como � que ele veio aqui parar? - Deve ter ca�do dali em cima.
Esperem. A empala��o pode n�o ter sido a causa da morte.
Tem um ferimento de bala no peito, acima do cora��o.
Venham c� ver.
Vejam. Claros sinais de luta.
- Sim, a traject�ria bate certo. - Tamb�m encontrei isto.
O que acham? Algum encontro que correu mal?
D�-se uma luta, sacam de uma arma.
A v�tima � alvejada, cai pela janela.
- H� sinal da arma? - N�o.
Procurem impress�es digitais. Vasculhem a �rea.
Concordo, doutor. Est�o definitivamente verdes..
- Diagn�stico inicial? - Ando nisto h� 40 anos
e a minha opini�o profissional �: manchas de relva.
E isso diz-nos o qu�?
Que gostava de jogar futebol descal�o.
Passou as �ltimas horas num churrasco.
Que tal?
- Bati � porta das casas todas. - Que descobriste?
Que a malta odeia ser acordada depois da meia-noite
para responder a perguntas do que n�o viram.
Sauda��es, colegas! Ol�... Desculpem.
Muito bem. J� dei uma olhadela ao cartucho.
Pelas marcas e impress�es, deve ser de uma Colt .45.
- Conseguiste colher impress�es? - Claro!
Nada da base de dados local, ent�o vi nos registos navais dos EUA.
E descobri esta brasa. O Suboficial Frank Doherty.
Ent�o, o nosso suspeito tamb�m � da Marinha dos EUA?
Bem, era. Em 1971.
Foi a �ltima vez que foi visto com vida.
Desculpa?
Abandonou o navio, em Sydney enquanto estava de licen�a.
A Pol�cia Militar encontrou-o num bar em Cross.
O Doherty madou dois para o hospital e nunca mais foi visto.
� um desertor.
E dos bons. J� l� v�o 50 anos.
Vamos dormir.
De manh�, ca�amos o desgra�ado do desertor.
Vi a minha vida passar-me � frente dos olhos.
Agora, passo pelo reconhecimento facial
e cruzo refer�ncias com os sistemas governamentais.
Nada?
Se o Suboficial Doherty estiver vivo e em Sydney, mant�m-se discreto.
Claro. Continua a ser procurado pelo Dpt. de Defesa.
E n�o s�.
- A s�rio? Mesmo passados 50 anos? - Deser��o � um crime sem prescri��o.
Se � apanhado... Vai logo para Leavenworth.
Localizei uma irm� viva que mora na Fl�rida.
Nem todos os que l� moram est�o vivos?
V�-se que nunca foi � Fl�rida.
N�o sabe dele desde que desertou.
At� sabermos mais do Doherty, o Baker � a melhor pista. O que temos?
Falei com o comandante. Tinha alojamento na HMAS Watson.
Mantenham-me informado.
BASE NAVAL HMAS WATSON
N�o tem nada, como v�em.
Bela vista.
� normal que marinheiros americanos como o Suboficial Baker
ficarem em bases da regi�o? - Cada vez mais.
H� mais navios americanos e incentivo � interoperabilidade.
Resulta bem para todos.
Est� bem, ent�o.
Parece que o nosso rapaz era coleccionador.
Em que ano � que o fantasma abandonou o navio?
Em 71.
Come�o a ver um padr�o.
CURADOR MUSEU DA MARINHA
Vietname era a chamada "guerra de helic�pteros"
e o ru�do do Bell UH-1 Iroquois, conhecido como Hueys,
� um dos sons mais caracter�sticos...
Encontrei-o.
Desculpem, estava ao telefone com a direc��o.
Armen Standish. Sou o curador.
Agente Especial Mackey, NCIS. Estamos a investigar este homem.
� da Marinha dos EUA.
Claro, eu reconhe�o-o. Veio v�rias vezes ao nosso centro de investiga��o.
- Para qu�? - Autentica��o de medalhas.
- Deve se negociante. - Porque diz isso?
Muitos v�m c� autenticar medalhas antigas.
- Sabe o que � isto? - Sim, parece um c�digo ISBN.
- T�m c� alguma biblioteca? - N�o. Mas temos microfilme.
Muitos ficheiros antigos n�o foram digitalizados.
� um recurso para acad�micos, fan�ticos de hist�ria
e, pelos vistos, para o Sr. Baker.
N�o via disto desde que o meu av� pesquisava a �rvore geneal�gica.
Encontrou o que procurava?
- N�o. - �rvore errada?
Alguns dos ramos... Muito maus.
C� est�.
- Qualquer problema, � s� dizer. - Obrigado.
� um artigo de jornal de Julho de 1971 sobre o Frank Doherty.
"Her�i de guerra do Vietname abandona navio em Sydney."
- Her�i de guerra? - "Recebeu a Cruz da Marinha
por bravura em combate durante uma miss�o no Vietname."
Desculpe? O que me pode dizer sobre isto?
Que beleza.
� uma Cruz da Marinha, a segunda maior condecora��o ap�s a Medalha de Honra.
A fita � azul e branca. O azul representa o servi�o, o branco...
Pureza do altru�smo. Ir�nico, dadas as circunst�ncias.
� antiga. Guerra da Coreia, talvez.
Vietname?
Achamos que o Suboficial Baker andava a negociar medalhas.
Encontr�mo-las no quarto, incluindo esta Cruz da Marinha do Vietname.
E uma foto de arquivo de Frank Doherty a receber o que parece ser
a mesma medalha.
Espera, o nosso desertor tamb�m � um her�i de guerra?
Tudo indica que sim.
Diz aqui que o Frank se exp�s a fogo hostil para salvar um pelot�o.
Feriu-se a destruir um ninho de metralhadoras
e recusou tratamento at� que atendessem os fuzileiros Incr�vel.
At� abandonar os amigos.
Certo, mas � guerra, por isso...
- Imagino que seja complicado. - Na verdade, n�o �.
Quem veste a farda, concorda proteger a pessoa do lado
aconte�a o que acontecer, � esse o acordo.
Desertor ou n�o, temos de ver se o Doherty est� vivo e, se estiver,
matou o Eddie Baker?
Pontos extras se descobrirem
porque raz�o o Baker tem as medalhas do Frank.
- Queres falar disto? - N�o.
V� l�, D.
Nunca vi a Mackey t�o pr�xima de mostrar emo��es humanas.
Encontrei o ficheiro do Doherty, de 1971.
Olha s�. Parece uma c�psula do tempo.
At� h� aqui uma carta de amor assinada s� com "M".
- "M" de "misterioso". - "M" de "embara�oso".
Quase consigo cheirar o perfume.
O Frankie teve uma namorada em Sydney.
Ser� ela?
Tinha 20 anos. Devia ter uma em cada porto.
Olha que n�o sei. Reconhe�o o verdadeiro amor quando vejo.
Espera, isso �...
A posse � nove d�cimos da lei, amigo.
- Raios! Isso era o meu almo�o! - De ontem!
Estou a salvar-te da salmonela sacrificando-me pela equipa.
- N�o h� lugar para "eu" numa equipa. - Mas h� sempre lugar para sushi.
Chama-se Mei Koo.
Envelheci esta foto.
Recebi um resultado.
E ainda vive em Sydney.
"M!" Que te disse eu? � a mi�da do Frank. Temos morada?
- J� ta mandei. - Obrigado.
Lamento informar-te, mas isto � uma ca�a aos gambozinos.
H� animais que acasalam para a vida.
- N�o acreditas no amor? - Sim. Obviamente.
- Mas n�o nos meus melhores anos. - V� l�!
Um romance que perdura d�cadas em segredo contra tudo.
- Pensa nisso. - J� pensei.
E depois vomitei na minha boca.
Est�s a ver? Isso � o sushi a vingar-se.
� da consci�ncia pesada. Choca aqui, Blue.
- Quem �? - � a Pol�cia, minha senhora.
Mei Koo? Agente Evie Cooper, AFP.
- Agente Especial Jackson, NCIS. - Do que se trata?
Estamos a investigar o homic�dio de um suboficial da Marinha ocorrido ontem.
Procuramos este homem, Frank Doherty, para nos ajudar na investiga��o.
Receio que isso n�o v� ser f�cil.
Saiu da cidade com o meu cora��o h� muito.
A s�rio? Quando foi a �ltima vez que o viu?
Cerca de cinco minutos depois de tirarmos essa fotografia.
"A vida � demasiado curta para n�o amar muito."
Li as cartas que enviou ao Frank.
Escreveu-lhe essa ap�s a publica��o do artigo.
O que importa? S�o �guas passadas.
Importa.
Quando falei a morte do marinheiro, reagiu de forma estranha.
- Sabe algo a respeito disso? - S� o que vi nas not�cias.
O qu�? Chamou-me a aten��o.
Porqu� esta not�cia em espec�fico?
Suponho que algo no Eddie Baker me lembrou o Frank.
Afaste-se. O nome do Eddie ainda n�o foi divulgado.
Onde est� ele? Onde est� o Frank?
N�o torne isto mais dif�cil do que j� �. Onde est� ele?
Frank? Saia com as m�os no ar!
Est� a fazer obras, Frank?
Como vai ser, Frank?
Prefere dizer-nos o que aconteceu ou dizemos-lhe n�s o que j� sabemos?
Muito bem. Porque n�o come�o eu?
Descobrimos impress�es suas num cartucho no local do crime
onde o Suboficial Eddie Baker foi encontrado morto.
Porque ter� sido?
- Porque � que acha que foi? - Porque o Frank o matou.
Nada lhe escapa, pois n�o, sargento?
- Ent�o, o que aconteceu? - Porque o matou?
- Isso importa? - Importa para a m�e do Eddie, aposto.
Que tal porque o Eddie ia exp�-lo como cobarde?
N�o me conhece, Agente Mackey.
Sei que estava em Sydney de licen�a.
Quando chegou a altura de partir, fugiu.
Abandonou o seu posto, colocando outros em perigo.
Um cobarde � um cobarde, d� por onde der.
Como conheceu o Suboficial Baker?
Deixem-me assinar a confiss�o. J� disse que fui eu.
O juiz vai querer saber porqu�.
Estava a roub�-lo. Precisava de dinheiro. Vi uma oportunidade.
Houve uma luta e ele foi alvejado Larguei a arma e fugi.
Fim da hist�ria.
Mas n�o explica isto.
Qual � a probabilidade de roubar algu�m
que, por acaso, tem a sua Cruz da Marinha na gaveta?
O Eddie n�o era um estranho, pois n�o?
Quer saber o que acho?
Acho que viveu escondido 50 anos e o Eddie encontrou-o.
Ele amea�ou exp�-lo se n�o pagasse, por isso matou-o.
V�. O que aconteceu, Frank?
Foi como disse a sua colega. Queria dinheiro pelo sil�ncio.
Se n�o pag�ssemos, ele denunciava-me.
- E pagou? - Que escolha t�nhamos?
A Mei levantou o dinheiro e eu dei-lho.
Era suposto ser um �nico pagemento.
O que aconteceu ontem � noite?
Ele n�o ia parar. Isso ficou claro.
Levei a minha velha pistola de servi�o
e quando ele apareceu, matei-o.
Transac��o final.
Passa a grava��o. Prepara a declara��o.
� para j�, chefe.
� suposto colaborarmos.
- Viste que tinha o �ngulo certo. - Foste muito brando.
E tu, muito dura.
Duro � deixar outros lutarem por ti.
- N�o via a luta como dele. - Nunca foste militar.
N�o esperava que compreendas.
Isso n�o � verdade.
Estive um m�s num acampamento dos Escuteiros do Mar aos 10 anos.
N�o conta? Est� bem.
Pergunta aos amigos dele. Eles dizem-te o que acham da deser��o.
Se algum tiver sobrevivido.
Mas n�o confundamos deser��o com homic�dio.
Quem est� a confundir? Ele admitiu ambas.
At� podia admitir que � o Assassino do Zod�aco.
Chegaram os resultados dos res�duos de p�lvora.
E deu... negativo!
Ou o Sr. Doherty � muito higi�nico ou n�o disparou uma arma recentemente.
- Esses testes nunca s�o conclusivos. - Sim, entendido.
E a artrite? Tu viste.
Mal conseguiu levar o copo � boca e uma .45 � uma arma pesada.
- Conseguia empunhar e disparar? - Quem quer, arranja forma.
Ent�o, onde est� a arma? Diz que a deixou e n�o est� l�.
Admitiu ter matado o Baker, temos a grava��o.
N�o sei o que falta discutir.
Aceita, sargento.
Temos pormenores dos �ltimos movimentos do Baker?
J� verifiquei.
Entrou na Esta��o Kings Cross �s 15h15
e saiu em Wynyard �s 15h34.
- Depois disso, nada. - A morte foi �s 19h42.
� muito tempo por esclarecer.
Esclare�am.
Estamos a averiguar os �ltimos movimentos do Baker e esper�vamos...
Esperavam que eu pudesse dizer-vos
porque relva andou a passarinhar antes de morrer.
- T�m-me mesmo em alta conta. - Acredito em si.
- A relva � a kikuyu. - kikuyu! � o maior!
O que reduz para 70% dos campos de jogos, parques e jardins do pa�s.
Certo.
Mas posso dizer-vos onde ele foi jantar.
Cheirem l� isto.
Pode dar-nos j� a resposta.
Ora bem, o Sr. Baker
ingeriu uma refei��o de empada de peru e cerveja preta antes de morrer.
J� testei a cerveja.
Tem baixo teor de l�pulo e cevada maltada. Dark Galley.
- Desculpe? - Nome da cerveja.
Pedi � Blue para investigar.
S� um pub serve uma cerveja com essa composi��o e empada de peru
e fica a meio quil�metro do local do crime.
Pois, n�o. Sim? N�o. Sim.
- �ptimo. Quanto tempo esteve aqui? - O que? Percebeste um "sim" daquilo?
Cerca de uma hora.
Estava a beber uma cerveja com um fulano. O Theo deve lembrar-se.
O das excurs�es?
Estavas c� na noite em que o rapaz morreu, n�o estavas?
Olha s�, � a Pol�cia.
Este � o Eddie Baker.
Viu-o com outro homem na noite em que ele morreu?
- Habeas corpus. - Responda � pergunta.
Viu o Eddie Baker aqui com outro homem, sim ou n�o?
Sim e sim. Ambos americanos. Sou muito bom com sotaques.
Canad�. Vancouver.
- Sul de LA. Inglewood. - � l� perto.
N�o pensou referi-lo na declara��o?
N�o o reconheci at� ver a cara dele nas not�cias.
Nessa altura, presumi que j� teriam o criminoso agrilhoado.
- Descreva o outro homem. - Tinha um certo ar de mist�rio.
Olhos mergulhados numa tristeza indel�vel.
Descreva-o fisicamente.
N�o sei. Velho.
� ele.
O que estavam a fazer?
O mesmo de sempre, a beber uns copos e a petiscar.
J� os tinha visto. Presumi que fossem pai e filho.
E depois?
Fui ao meu escrit�rio vestir-me para a excurs�o nocturna
e n�o voltei a pensar nisso at� que, a meio da excurs�o, � dist�ncia,
vi dois homens a entrar no edif�cio abandonado acima da Escadaria de Argyle.
Viu-os entrar no local do crime antes do homic�dio e n�o disse � Pol�cia?
N�o sou nenhum her�i. Apenas da palavra falada.
Al�m disso, tenho trabalhado sem licen�a e seguro h� algum tempo
e sabem como �. - Pelo amor de Deus!
A que horas � que o Doherty e o Baker entraram no local?
A ele n�o o vi a entrar no edif�cio, embora o tenha visto a sair.
- Disse que viu dois homens juntos. - Precisamente.
Vi este homem e outro homem a entrarem juntos.
Que outro homem?
- O Frank ainda n�o falou? - Perdeu o pio.
Se fosse eu, parecia o Sinatra.
E quem bebe cerveja e come empada com algu�m que o extorque?
- Gosto de empada, mas... - E as finan�as deles?
Nos �ltimos anos, h� despesas regulares. Mercearias, seguros.
Em Fevereiro deste ano, levantaram 5000 em dinheiro.
E no m�s seguinte e no seguinte. A teoria da extors�o bate certo..
Mas n�o s�o provas f�sicas que confirmem que o Frank seja o atirador.
E h� mais.
Cruzei refer�ncias com os n�meros a que o Eddie tem ligado.
Esta beleza foi dada ao Her�i da Guerra do Golfo, Andre Schwartz.
O Eddie ligou ao irm�o de Schwartz. Por isso liguei-lhe.
Disse que o Eddie localizou a medalha do Andre e ia devolver-lha.
- Quanto queria por ela? - Essa � a melhor parte.
- Ele n�o queria nem um c�ntimo. - Ele n�o negociava medalhas.
Estava a repatri�-las.
O que querem agora? N�o t�m mais velhinhas para assediar?
Na verdade, s� queria saber quem lhe corta a relva.
A minha relva? O Frank, claro.
Vai ser dif�cil de manter sem o seu marido por perto?
N�o somos casados. Demasiada papelada. Demasiado arriscado.
Mas n�o devia ser f�cil de cortar com a artrite.
Temos o resultado do teste � sua relva da �ltima vez que c� estivemos.
� de um tipo raro. Igual � encontrada nos p�s do Eddie Baker.
Porque � que um mi�do que lhe cortava a relva
lhe quereria extorquir dinheiro?
Ele n�o lhe extorquia dinheiro.
Veio ter consigo com a medalha do Frank para a devolver.
O Eddie tinha localizado a irm� do Frank.
Comprou a Cruz da Marinha do Frank online e s� queria devolver-lha.
Fal�mos com a irm�.
N�o fala com ele desde que deixou o navio.
O Frank disse para n�o falar com ningu�m.
Algo no Eddie a fez mudar de ideias.
E o Frank n�o a quis de volta.
Lembrava-o de mais daquilo que passara a vida a tentar esquecer.
- Mas o Eddie continuou a visit�-lo. - Porqu�?
O Eddie tinha perdido o pai na guerra. E julgo que ele fosse...
O que quer que ele procurasse, ele encontrou no Frank.
Quem a anda a extorquir?
H� uma boa hip�tese de quem quer que seja, ter matado o Eddie Baker.
O Frank nunca me contou.
E os homens da gera��o dele n�o gostam de partilhar o fardo.
N�o vos posso ajudar.
De que est�o � espera? Prendam-me de uma vez.
Fal�mos com a Mei. Sabemos que n�o matou o Eddie Baker.
Ele cortava-lhe a relva, Frank.
Vai mesmo deixar sair impune a pessoa que o assassinou?
Tenho de pensar na Mei.
Como � que proteger quem o anda a extorquir ajuda a Mei?
Ele est� a sugar-lhe tudo.
Amea�a fazer muito pior, se eu o entregar.
- Mantemos a Mei em seguran�a. - E se n�o o apanharem j�?
Vai come�ar por magoar a Mei.
- N�o deixarei que isso aconte�a. - Nem eu.
Porque se assumir a culpa, ele n�o ter� mais nada porque me extorquir.
A Mei fica fora de perigo.
E eu posso retribuir-lhe por tudo o que ela abdicou por mim.
Pode confiar em n�s, Frank. Por favor, tem de acreditar em mim.
A confian�a conquista-se. Ainda n�o conquistou a minha.
� justo.
- Aonde vais? - Ele n�o confia em mim.
- Afinal, nunca fui militar. - Ainda n�o acab�mos, sargento.
Estou l� fora se precisares, capit�o.
V� l�, Macka. Tu consegues.
"Capit�o"? � suposto impressionar-me?
N�o vai mudar de ideias. J� percebi.
Pelo menos, diga-me porque abandonou o navio. De marinheiro para fuzileiro.
- N�o somos iguais. - Ambos servimos o nosso pa�s.
O Vietname foi diferente.
Diferente de qu�? Do Afeganist�o?
Do Iraque?
Esquadr�o de Helic�pteros de Ataque 169.
V�rias comiss�es.
V�rias comiss�es a 150 metros do solo.
J� matou algu�m? N�o falo de l� em cima.
Mais de perto o suficiente para lhes ver o branco dos olhos.
N�o, Frank. Nunca o fiz.
J� rastejou num campo sob fogo inimigo
� procura de bocados do corpo de um amigo,
depois de ter sido estra�alhado por uma mina Claymore?
Deram-me uma medalha por essa!
Portanto, enquanto n�o fizer isso,
n�o pode julgar-me por eu ter abandonado o meu posto.
Estava destacada em Khost. No Afeganist�o.
Era v�spera de Natal. Estava um frio de morrer.
Bombardeavam-nos para que n�o nos esquec�ssemos disso.
Nessa noite, tr�s jovens sa�ram da base.
Procur�mo-los durante dias. Nada. Uma noite, recebemos a chamada.
Tinham ido parar a uma pequena aldeia do lado errado da fronteira.
As diretivas mandam n�o intervir.
Porque � que isso n�o me surpreende?
Ent�o, eu, o meu artilheiro e um m�dico
desobedecemos a uma ordem directa e fomos l� na mesma.
Vo�mos a coberto da noite. Ainda me lembro das caras deles.
Sabiam que tinham feito asneira.
N�o acreditavam que os t�nhamos ido buscar.
Volt�mos para o outro lado da fronteira
e foi a� que nos vimos debaixo de fogo.
N�o t�nhamos din�mica. Carregados de combust�vel e tripulantes a mais.
Aterrei abruptamente na montanha, a poucos quil�metros da base.
Os tr�s tipos foram para casa enfrentar as consequ�ncias.
Os dois que tinham ido comigo...
... foram para casa dentro de sacos de cad�ver.
Talvez tenhamos mais em comum do que pensa.
Quer saber porque abandonei o navio?
Porque matar muda-nos. Entorpece-nos at� n�o sentirmos nada.
Eu estava a desaparecer. Depois conheci a Mei.
Ela trouxe-me de volta. Como oxig�nio.
Ela era a minha oportunidade de reden��o e eu aproveitei-a.
E agora quer proteg�-la. Eu percebo.
Mas n�o pode deixar outro jovem marinheiro para tr�s agora.
O que aconteceu na noite em que o Eddie morreu?
Passei a vida a fugir de mim mesmo.
Um mi�do que foi para a guerra.
Por isso, enterrei-o bem fundo para tentar esquecer.
N�o � f�cil, pois n�o?
Quando vi o que aquele desgra�ado andava a fazer � Mei...
Ela andava aterrorizada. Paranoica.
Por isso, voltei a desenterr�-lo.
Quando o pedido de extors�o se repetiu, agarrei no dinheiro
e na minha pistola de servi�o.
E o Eddie?
T�nhamos bebido um copo.
Ele viu que eu n�o andava bem e perguntou-me o que se passava.
E, por insensatez minha, contei-lhe.
Ele queria ajudar.
Eu disse-lhe que n�o era necess�rio e deixei-o no bar.
- Mas ele seguiu-o, n�o foi? - Eu n�o sabia.
Quando tinha o filho da m�e na mira...
... n�o fui capaz de premir o gatilho.
Ele percebeu e tentou tirar-me a pistola.
Envolvemo-nos numa luta e foi quando o Eddie apareceu.
E ele tentou tirar-lhe a arma.
Foi derramado o sangue errado.
E quem � "ele"? Quem matou o Suboficial Baker?
Eu vou preso, de uma forma ou de outra, capit�o.
E n�o vou arrastar a Mei comigo.
V� l�, chefe. N�o era assim que devia ser.
- N�o � assim que a hist�ria acaba. - Que queres que diga?
V�o mandar o Frank para os EUA e julg�-lo por deser��o.
Ele decidiu p�r a seguran�a da Mei acima de tudo. A decis�o � dele.
- Podes censur�-lo? - Eu n�o. A quest�o � essa!
Foi h� 50 anos.
Muitos recusaram-se a lutar e j� foram perdoadas.
O Frank fez duas comiss�es. N�o h� como fugir a isso.
- H� leis, D. - Que leis?
Ele � um imigrante ilegal neste pa�s, para come�ar.
Como assim? O Frank foi mandado para c�.
N�o h� visto, logo n�o h� limites.
- Isso � rebuscado. - Eu sei.
Mas se o meu tempo na Faculdade de Direito me ensinou algo,
� que h� sempre uma lacuna.
Sem d�vida. Sim, senhor. Estou agora mesmo a olhar para ele.
Sim, garanto-lhe que ele cumprir� totalmente com as suas obriga��es.
Falo com a Pol�cia Militar quando chegar.
Est�o a caminho para o vir buscar.
Acha que n�o sei o que est� a fazer? Estava sequer a falar com algu�m?
S� achei que iria querer despedir-se.
A m�e vai lev�-lo para casa e enterr�-lo junto do pai.
Disse-me que o pai serviu na Marinha na Guerra do Golfo.
E tamb�m recebeu a Cruz da Marinha.
Parece que a coragem � gen�tica.
Tenho de lhe perguntar uma coisa.
Porque deixou o Eddie cortar a sua relva descal�o?
N�o sabe como isso � perigoso?
Ele tinha estado enfiado num submarino seis meses.
Queria sentir a terra firme debaixo dos p�s.
Nada disto teria acontecido se ele n�o tivesse encontrado a medalha.
Como � que ele a encontrou?
Deitei-a fora. N�o aguentava com a culpa.
A Mei tirou-a do lixo sem eu saber.
Ela ama-o. Com todos os seus defeitos.
A Mei levou a minha medalha ao Museu da da Marinha.
Emitam um alerta para Armen Standish!
- O qu�? - � ele o extorsion�rio.
� o assassino do Baker.
A porta est� aberta.
Livre!
Livre.
Alb�nia, Col�mbia, Cuba.
Todos os pa�ses sem acordos de extradi��o com a Austr�lia.
Tenho a Blue em linha.
Parece que o Armen fugiu.
J� cancel�mos o passaporte, mas pode ser tarde.
Acabei de receber uma actualiza��o das finan�as da Mei.
Fez outro levantamento.
- Quando? - H� sete minutos.
Desta vez, levantou 40 mil.
- Ser� outra entrega? - � a �nica explica��o.
Um �ltimo pagamento. Vai busc�-lo � Mei e fugir.
Mas para onde?
V� l�. Estou a dar-te uma oportunidade.
Com sorte s� partes as pernas.
Mei...
N�o te atrevas. Ainda consigo puxar um gatilho.
Mei, baixe a arma.
- Afastem-se. - Mandem-na parar!
Ela � louca. Mandem-na parar!
Largue a arma. N�s tratamos disto.
Isto � pelo Eddie.
O Frankie n�o conseguiu, mas eu consigo.
Por favor!
N�o tem de acabar assim, Mei. A senhora e o Frank.
Fiz alguma pesquisa.
Ainda h� forma de ele ser punido e voc�s ficarem juntos.
Mas t�m de fazer uma coisa primeiro.
O qu�?
O amor. Estaria Plat�o certo? Ser� o amor a derradeira beleza espiritual?
Ou ser� o amor disc�rdia e tormento,
sacrif�cio e tempestades negras?
- Quem � este palha�o? - Eu gosto dele.
T�spis disse tais palavras.
Laurence Olivier. Nem todos viveram o amor.
Como � que o DeShawn descobriu esta solu��o do casamento?
Foi na Faculdade de Direito.
Em alguns casos, o casamento � uma circunst�ncia atenuante
em situa��es de extradi��o.
Dito assim, at� parece rom�ntico.
Que sorte terem-se encontrado um ao outro num mundo t�o taciturno.
A humanidade � uma mulher de caprichos.
- Est�s a chorar? - O qu�? N�o. At� parece!
- Sa�de! - N�o me diga.
Nova Zel�ndia. Auckland!
N�o, lamento.
E o sargento? Estarei a ouvir um sotaque de Wagga Wagga?
N�o me diga que � de Gumly Gumly?
Tem aqui um belo trabalhinho. NICS.
H� vagas? Tenho pensado em mudar de carreira.
Claro. Eu levarei isso em conta.
- Excelente! Sa�de! - Sa�de!
- Pronto. - Olha para a tua cara!
O que foi? Fiquei bem.
Est�s a brincar?
Ent�o, queres falar sobre... Tu sabes...
Prefiro falar sobre ti e os Escuteiros do Mar.
Uma bebida?
- O passatempo nacional, n�o �? - Volto j�.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.