All language subtitles for Perfect.Match.2025.S01E24.1080p.WEB.h264-EDITH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean Download
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese Download
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O NOIVO IDEAL

Ah Zheng, quando nos conhecemos,

n�o me largou.

Sei que se sente injusti�ada.

O caso foi julgado duas vezes.

Mas n�o revelou a verdade. Algu�m a amea�a?

� algu�m muito poderoso?

Receia que a sua fam�lia sofra?

Tem uma teoria, meu senhor?

Tamb�m pensou nisso?

Deve ser um mercador rico ou um burocrata de alto n�vel.

Temos de encontrar quem a aterroriza.

S� assim descobriremos o culpado.

Mesmo que n�o fale, pode fazer sinais.

Mas tinha muito medo

para testemunhar.

Havia muita gente nesse dia.

Burocratas e trabalhadores a passar.

Porque s� abordou a Haode?

E porque parou quando cheg�mos?

� por isso que quero que a Haode

tente novamente.

Depois de a deterem,

a av� Zhang levou os netos com ela.

Lavava roupa para os vizinhos, mal ganhando 20 moedas por dia.

E agora venderam a casa no campo e vieram para aqui.

Mas vivem em templos e debaixo de pontes.

Se morrer, n�o sobreviver�o muito mais tempo.

O seu �ltimo patr�o...

Assinou um contrato de curto prazo?

Sabe onde �?

Se n�o,

havia uma placa na porta?

Mesmo n�o sabendo ler, reconhece o local, certo?

Era a casa dos Lu,

dos Wang ou dos Li?

Tome,

aponte para a palavra nesta p�gina.

Pense bem e mostre-me.

APELIDOS YU, REN, YUAN, FEI, LIAN, CHEN

APELIDOS XUE, LEI, HE

XUE

Ela � t�mida e do campo.

S� trabalhava, n�o vadiava.

N�o conhece as estradas de Bianjing.

Ela s� sabe que no port�o dizia Xue.

MANS�O DOS XUE

MANS�O DOS XUE

MANS�O DOS XUE

Meu senhor, esta � a �ltima casa Xue em Bianjing.

Vamos regressar.

N�o, n�o � a �ltima casa.

- H� mais uma casa Xue. - Haode.

O juiz Xue Guang. N�o conta?

Procur�mos todas as casas.

Porque n�o procurar nesta?

N�o me diga que n�o confia nele.

Vamos para o Tribunal Kaifeng e vamos execut�-la.

Finja que isto nunca aconteceu.

- Qingshi. - Estou aqui.

- Vamos � casa dos Xue. - Claro, vamos.

Sente-se aqui.

Saia.

Esta � a casa do Xue?

Ele foi ao Tribunal Kaifeng nesse dia.

No dia seguinte, visitei-o aqui. Sim, ele mora aqui.

Jingwei.

- Jingwei. - Senhor.

Senhor.

Sentem-se.

Sou burocrata h� 40 anos.

Tenho um estilo de vida modesto.

Como comida simples e visto roupa b�sica.

Esta casa � tudo o que possuo.

Durante anos, s� tive uma criada velha e incapacitada.

A minha mulher e filho vivem comigo de forma frugal.

Esta � a nossa vida.

Somos s� tr�s, n�o precisamos de criadas.

E receio que um burocrata a viver aqui

possa suscitar rumores

e vergonha.

Por isso, nunca pendurei uma placa.

Algu�m precisava de provas. N�o tive alternativa.

Perdoe-me a intrus�o.

Ora essa, n�o tenho nada a esconder.

Nunca fiz nada de que me sinta culpado.

Logo, n�o temo inspe��es.

Est� satisfeita?

Senhor Xue, perdoe a minha ignor�ncia. O senhor � um s�bio.

N�o h� problema.

Por favor, bebam um ch�. Provem.

O dever chama-me. N�o posso incomod�-lo mais.

Virei visit�-lo outro dia para me desculpa condignamente.

- Adeus. - Fiquem bem.

Ela n�o sabe ler. E se se lembrou mal?

Que apelidos s�o parecidos com Xue?

Quais?

Qingshi.

Senhor.

Diga ao burocrata Du que este caso n�o pode ser adiado.

Sem provas s�lidas, executem o veredicto.

Se matou o marido, merece a pena de morte.

Continue a investigar.

- Claro. - V�.

XUE

Pai.

J� est� bem agora?

Filho maldito!

Os meus anos de bom nome foram arruinados por ti.

Lamento ter-te mimado.

Agora matas e pecas!

Para que preciso de um filho como tu?

Outros s�o burocratas. Como o pai.

E vivem uma vida de luxo.

Mas eu vivo nesta cabana h� 20 anos. Porque n�o posso divertir-me?

Um reles agricultor morreu. E ent�o?

Se me matar por isto, n�o ter� descend�ncia.

Tu!

Kaifeng j� a condenou.

Ela n�o voltar� a recorrer.

Mas j� limpaste o bordel?

Sobretudo os que te ajudaram.

Est� tudo bem com o bordel.

N�o se preocupe, eu trato deles.

Tamb�m pedi a algu�m que retirasse a placa.

Tolo!

N�o h� muitas casas Xue aqui.

Agora � que tiras a placa? � muito suspeito!

Pai.

Pai, sou seu filho.

Salve-me, por favor.

O Shen � seu aluno, certo?

Ele ir� ouvi-lo! E o magistrado. Ele ir� ouvi-lo!

- Basta. - Pai.

Vai ver o seu filho morrer?

Imploro-lhe, pai.

Ajude-me!

Eu n�o queria vir.

A av� mudou a minha cama.

Leshan e Yinhong partilham uma cama. Eu n�o podia dormir l�.

Finja que n�o estou aqui, v� dormir.

Digo para me ignorar e ignora mesmo?

Por favor.

Ela � inocente.

Ela � inocente.

Pediu-me que investigasse Xue Sizu.

Encontrei um bordel.

Depressa!

Depressa!

Cuidado.

Quem diria que o Sr. Xue tem uma vida t�o frugal.

Mas o filho dele tem bord�is e mulheres.

Al�m disso, tem uma trupe.

- A Zheng Su'e confirmou? - Sim, senhor.

Prendemos os empregados da casa. Est�o a ser interrogados.

Quanto ao culpado, Xue Sizu,

prendemo-lo agora?

Deixe isso comigo.

Claro.

Ent�o?

Porque n�o est�s no Tribunal Kaifeng?

E est�s aqui a estragar o meu bordado?

Estou farta, n�o volto l�.

Shouhua, o Du diz-te sempre o que pensa?

Bem, na verdade, ele carrega esse fardo

e toma as decis�es sozinho, nunca deixando que me preocupe.

Dizem que os casais devem ser francos um com o outro.

Mas quantos o s�o realmente?

� preciso andar sempre a adivinhar.

Sem parar.

O adivinhar faz parte da divers�o.

Caso contr�rio, o casamento seria aborrecido.

Haode,

vais ver a Sra. Shen agora. Ouve o teu marido.

A vida ou morte de Zheng n�o te diz respeito.

Mas n�o consigo esquec�-la.

Cortaram-lhe a l�ngua e partiram-lhe os dentes.

Ela era t�o bonita.

Quem poderia ser t�o cruel?

Torturaram-na para lhe partir do dentes?

Shouhua, tens ideias geniais.

Aqueles patifes, todos confessaram.

Yangxi.

Qual � a ocasi�o? Est�o todas c�.

Sauda��es, Sr. Du.

- Voltou. - Sim.

O caso Zheng Su'e perturba-as.

Que caso?

Porqu� o entusiasmo?

N�o � da vossa conta.

N�o o ou�am.

� um esc�ndalo amoroso.

Senta-te na Casa Mestre um dia

e ouvir�s dez iguais. Porque n�o podes dizer?

� um caso rid�culo.

Uma mulher chamada Gao acusou o vizinho de ass�dio.

Mas era dif�cil verificar as provas.

Que provas?

Pergunte � Shouhua. Vou lavar-me.

Shouhua.

Ela disse

que Liusheng entrou � socapa em casa dela.

Ele assediou-a quando estava sozinha.

E mordeu com for�a o seu seio esquerdo.

Como podem os burocratas verificar isto?

Como se resolveu o caso?

Diz-me o que fizeste.

O que achas?

O qu�?

Verificar um seio � complicado, mas as dentadas na comida s�o �bvias.

Se as marcas de dentes coincidirem, j� est�.

Isso � genial.

Devias ser magistrada. Ent�o, ningu�m ser� incriminado.

O que est�s a fazer?

Du, que m�todos de coa��o usa o tribunal?

A Zheng ter� sido for�ada a confessar?

Com as mulheres, usam tenazes de dedos e chicotadas.

A lei pro�be mais de 200 por dia.

Se ela aguentar, n�o podem fazer nada.

Mesmo que confesse falsamente,

quando as inst�ncias superiores descobrirem que foi espancada,

com mais de 100 chicotadas, quando s� podia levar 20,

o magistrado pode ser clemente. Chama-se reverter a pena.

Porque arrancam dentes?

Pedem uma confiss�o verbal. Para qu� arrancar dentes?

Isso seria mesmo uma confiss�o falsa.

Obrigada.

Haode. Haode.

Haode.

Shouhua.

Elas...?

Permita-me.

� raro v�-lo a descansar hoje.

Em vez de ir passear com a sua mulher, veio visitar-me.

N�o tenho iguarias para lhe oferecer,

mas fiz estas conservas.

Fi-las com frutos imperiais.

Prove.

� um bom professor e preocupa-se comigo.

Vou beber este ch� em sinal de respeito.

Somos professor e aluno, � como pai e filho.

Porque n�o fala sinceramente? N�o tem de ser vago e evasivo.

Perdoe a minha ousadia. Posso fazer uma pergunta, Sr. Xue?

Se um nobre na cidade

abusar do poder e infringir a lei sob autoridade do seu pai,

- n�o deveria ser responsabilizado? - O que fez ele?

Raptou uma criada chamada Ah Zheng, matou o marido dela,

culpou-a pelo crime

e ordenou ao magistrado que cortasse a l�ngua de Ah Zheng.

Os seus atos s�o vis e cru�is,

depravados, horrendos,

sem reden��o poss�vel.

Sr. Shen,

sabe quantos casos j� me passaram pelas m�os?

J� lhes perdi a conta.

As minhas d�cadas de m�rito

podem ser trocadas pela vida dele?

Nunca � dif�cil jogar um caso,

s� os cora��es humanos.

Ontem � noite, s� pensava nisto.

A lei foi feita segundo a natureza humana.

Logo, as exce��es devidas a emo��es humanas s�o desejos ego�stas.

Sentimentos desenfreados levam � injusti�a.

Gan�ncia desenfreada leva ao caos.

Perante estas exce��es,

os que julgam os casos

nunca devem ser comprometidos.

Espero que compreenda, Sr. Xue.

Senhor, o jovem mestre insiste em ir.

Est� a testar a minha paci�ncia.

Meu senhor, pode proteg�-lo.

Sim, posso proteg�-lo.

Mas comparado com a reputa��o que levei d�cadas a construir,

um herdeiro diz-me pouco.

Viu aquele homem, n�o viu?

Naquele dia n�o teve medo ao ver o Sr. Shen.

Mas assustou-se ao ver Xue Guang.

Tem medo dele.

Talvez o tenha visto em casa,

sabia que era um burocrata importante

e n�o podia pedir justi�a.

Pai, porque est� aqui?

Quem te deixou abrires um bordel aqui?

Pai, vamos falar l� dentro.

C�us.

Agora percebo.

Os seus dentes n�o foram arrancados durante o interrogat�rio.

Foi quando resistiu � agress�o.

Sei que n�o confia nos burocratas.

Mas o meu marido n�o � como eles.

Se confia em mim,

confie nele tamb�m.

Tenho provas contra o assassino.

Qingshi j� me disse. Muito bem.

Foi mesmo � casa de Xue?

E falou-lhe nisto?

Ele � o �nico filho do Sr. Xue.

Se fosse eu, deixava-o escapar.

Mas ele � juiz.

N�o pode violar deliberadamente a lei.

Precisamente por Xue conhecer a lei

� que os seus crimes prejudicam mais.

O Sr. Xue e o filho vieram entregar-se.

Leve-os para o tribunal.

Yang Zigao, o magistrado chama-o.

A JUSTI�A PREVALECE

Zheng Su'e,

olhe bem para estes homens.

De entre eles,

qual matou o seu marido?

SIL�NCIO

Mulher audaz.

Nem me conhece, mas acusa-me? Acha que pode limpar o seu nome?

Voc�s tr�s, saiam.

A 16 de mar�o do ano passado,

levou Zheng para a sua mans�o como criada.

Cobi�ou a beleza dela,

sempre a assedi�-la.

Mas Zheng era virtuosa e sempre recusou.

A 3 de abril,

para evitar o seu ass�dio,

Zheng fugiu para casa, sozinha.

Se tivesse parado por a�, talvez pudesse redimir-se.

Mas em vez disso, seguiu-a.

No anivers�rio de Buda, 8 de abril, a av� Zhang foi rezar ao templo

e o senhor entrou de novo em casa dela.

Zheng resistiu aos seus avan�os.

Furioso, bateu-lhe e partiu-lhe um dente.

O marido dela, Zhang Min, ouviu-a gritar

e entrou brandido uma faca, para a salvar.

E o senhor e dois criados mataram-no.

O que o Sr. Shen alega

� uma conjetura infundada.

Onde est�o as provas?

Mandem entrar Han Neng e Wang Hong.

Han Neng e Wang Hong s�o seus criados e confessaram tudo.

N�o me diga que n�o os conhece.

Sim, eles os dois s�o meus criados.

Mas h� uns dias,

eu despedi-os

por me roubarem as pratas.

Est�o ressentidos

e inventaram isto.

Do que est� a falar?

N�o t�nhamos problemas com Zhang. Porque o matar�amos?

Meu senhor, ele subornou-nos com as pratas. Foi para nos calarmos.

Aquelas pratas eram uma rel�quia da minha m�e.

Como poderia desfazer-me delas?

Se n�o acredita, reviste as casas deles e logo ver�.

Eu participei o furto na altura.

Mas era demasiado trivial

para o incomodar com isso.

Ent�o incriminaram-no por terem sido despedidos?

Porque � que o magistrado lhe cortou a l�ngua?

Que entre Yang Zigao.

Meu senhor. Yang Zigao faleceu na pris�o.

Sr. Shen, al�m destes dois criados,

se n�o h� mais provas,

tenho de sair para uma palestra na academia.

Vou retirar-me.

- Largue-o! - Sua meretriz assassina!

Vou cort�-la �s postas!

Afastem-na.

Pare!

Separem-nos.

Zheng diz que mordeu o ombro esquerdo do assassino.

Guardas. Vejam o ombro dele.

Shen Huizhao!

O meu pai tratou-o como fam�lia.

Como se atreve a tra�-lo?

Sua cobra sem cora��o!

Levem-no!

Meu senhor,

as marcas antiga e recente coincidem.

At� o dente partido est� alinhado.

Xue Sizu, como se atreve?

Negou conhecer Zheng Su'e,

mas como podia ela saber da sua dentada?

Confesse ou ser� chicoteado at� � morte.

Ent�o, o Sr. Xue n�o sabia mesmo nada do que o filho fez?

Minha salvadora!

Isto n�o � preciso. Levante-se.

N�o, guarde isso.

Tome.

V� para casa e viva uma boa vida.

Levem-na a casa em seguran�a e deem not�cias.

Compreendido.

Salvou-a. Porque chora?

N�o sei.

Os injusti�ados ser�o compensados. Receber�o moedas e roupa.

Uma vez em casa,

a vida ser� melhor.

Mas s� me apetece chorar.

Ent�o chore um pouco.

Ponha parches molhados sobre os olhos.

Viemos caminhar, n�o chorar.

A av� pensar� que a perturbei.

Pronto,

vamos voltar.

S� isso?

Preciso de mais consolo.

N�o prometeu � av� que me levava a passear?

Dei-lhe a escolher. Quis despedir-se delas.

Mas, por favor...

Beba ch� comigo antes de irmos.

Ou compre-me espetadas de borrego.

Tamb�m pode ser. Por favor.

Estou cheia de fome. Imploro-lhe.

Isto parece bom, t�o fresco!

Cheira t�o bem.

Venha ver, � caseiro.

Pare a liteira.

Pare.

- � tudo bom! - Escolhe uns frescos.

Isto � bom, certo?

Fique � vontade.

Gosto deste.

Senhor,

pode escolher.

Experimenta esta, � linda.

- Est� bem. - Fica bem?

- Claro. - Este fica-me bem?

Toma, experimenta.

Deixa ver.

Tem bom gosto.

Este anel de jade � uma obra-prima.

O par de patos simboliza o amor.

Uma prenda ideal para a sua mulher. Todas adoram.

Este tamb�m te fica bem.

Esta pulseira � linda.

Levo esta.

Pode embrulhar.

� para j�.

N�o � preciso isso.

Deixa-te de coisas.

Haode, ontem aconteceu algo bom?

Nada de especial.

Ent�o diz-me porqu� essa risada.

N�o dei nenhuma risada.

Minha senhora, uma prenda da anci�. Sopa e papas frescas.

Acabadas de fazer.

- Deixe a�. - Com certeza.

Ela ouviu tudo?

Ela j� est� desconfiada. Anda sempre � ca�a de respostas.

Agora tem provas. O que vai ela fazer?

Vai contar-lhes!

Ainda agora,

ouvi-as falar � porta do quarto.

Ela disse que � irm� dela.

O lago Jinming est� a fervilhar.

Barcos e teatro em todo o lado.

E baloi�os sobre a �gua.

Parece que voam ao vento.

Mais animado do que noutros anos.

Tens o dia de folga.

Leva a tua mulher a dar um passeio.

N�o deixes que ela se aborre�a.

Tem raz�o, av�.

Meu neto, concordas sempre, mas nunca fazes nada.

Sempre que pe�o para ires sair,

amuas e ficas melanc�lico.

Nem parece um passeio, mas sim um funeral.

Com esta atitude, quando terei bisnetos?

Av�, vim cumpriment�-la.

Entra.

Sauda��es, av�.

- Tamb�m c� est�? - Quem � esta?

Pe�o desculpa, av�.

Quando visitei a minha fam�lia,

disse-lhes que era bondosa comigo.

Que me trata como fam�lia.

Mas a minha irm� n�o acreditou.

Diz que os sogros n�o s�o bondosos. Ela achava que era mentira.

Convidei-a para vir c�, mas ela hesitou.

Disse que teria de se disfar�ar de criada

para p�r isso � prova.

Agora finalmente acredita em mim.

V� que existem anci�os

bondosos e compreensivos.

Ela mudou de roupa para a saudar.

Perdoe o atrevimento dela, av�.

Ela queria comunicar mais cedo, mas mandei-a esperar e ver mais.

J� que falou t�o bem da av�,

devemos estar � altura dos elogios.

Convide algu�m para nos testar,

para que se espalhe a verdade.

At� parece que busco elogios.

� por isso

que achei esta jovem parecida contigo

e agora vejo que � fam�lia.

Av�, segui a liteira da minha irm�.

Ela ficou chocada e quis mandar-me de volta.

Insisti ficar, de qualquer maneira.

N�o a culpe por esconder isto.

Esconderam isto de mim muito bem. Quem disse que n�o estou zangada?

Venham c�.

Gosto muito de meninas alegres.

Devias ficar c� mais tempo.

Fazes companhia � tua irm� e a mim. E assim compensas o teu delito.

Noutro dia, sairemos juntos.

Av�, ainda tenho trabalho para fazer no tribunal.

N�o posso estar convosco, lamento.

Quem te convidou para vires?

�s c� um desmancha-prazeres.

Haode, acompanha-me tu.

Claro.

Por aqui.

- Liu, uma palavrinha. - Com certeza.

Tudo o que se passar no quarto dela,

a minha av� saber� imediatamente.

Sempre se op�s � minha mulher.

Fala mal dela � minha av�.

Pensou que eu n�o repararia?

Meu amo, fi-lo por si e pela fam�lia. N�o foi com um intuito ego�sta.

Alega servir a minha av� lealmente,

mas em vez disso,

arranja sarilhos e fomenta rumores.

Espia os seus amos, mas diz-se uma criada dedicada?

Ela � minha esposa.

Seja boa ou m�,

n�o lhe cabe a si julg�-la.

N�o tem lugar aqui. Arranje um motivo e demita-se.

Desculpe, amo, n�o voltarei a fazer isso.

Por favor, ajude-me, minha senhora.

Meu senhor,

se a Liu for embora,

a av� poder� ficar perturbada.

Porque n�o a deixa ficar,

servir a av� de forma mais leal

e compensar o erro?

- Agrade�o-lhe, senhor. - N�o a mim.

Se quer agradecer a algu�m, agrade�a � minha mulher, a Sra. Shen.

Fui tola e ofensiva.

� generoso da sua parte perdoar-me.

Vou melhorar

e ser uma criada dedicada, nunca mais falarei quando n�o devo.

Tudo bem. Pode ir.

Ent�o...

... admite por fim que sou sua esposa?

Para compensar a que ofereceu.

N�o pense demasiado nisso.

N�o pense demasiado, n�o.

Quem �?

Um novo burocrata. Resolveu casos bem importantes.

� um jovem inteligente e tido em boa conta pelo mestre.

Capaz e talentoso.

Ele j� � casado?

Mestre Qiao, por ocasi�o do Festival dos Barcos Drag�o,

deixamos zongzi l� fora para honrar os deuses.

Atrai sempre uma multid�o.

T�mara vermelha, pinh�o, castanha.

Noz, gengibre, di�spiro, ginkgo.

Redondo, pontiagudo, em forma de pagode, com nove camadas.

Ela faz de todas as formas.

De todas as irm�s,

s� a Qiongnu consegue fazer isso.

Mais ningu�m se compara a ela.

E estes bolos de arroz de cinco cores.

Se n�o provar um, como saber�?

Se n�o provar um,

como saber�?

Devagar. Beba ch�.

N�o se engasgue.

Meu senhor, vim comunicar um caso.

Encontrei o mestre Qiao e convidei-o a vir c�.

N�o atrasou o caso.

N�o se zangue.

Como vai o caso?

Senhor, os Deng e os Ji tinham um acordo de noivado.

Os Ji eram ricos, mas ficaram pobres.

H� tr�s anos, os Deng tentaram anular o casamento.

Os Ji processaram-nos e o caso chegou a Kaifeng.

O tribunal decidiu contra os Deng.

Foram obrigados a casar, como planeado.

E viveram em harmonia depois disso.

Mas no m�s passado, a Madame Ji morreu subitamente no parto.

Depois do funeral, os Deng enterraram-na logo.

Os Ji, vivendo muito longe, chagaram tarde.

Ela j� tinha sido enterrada.

Ela tinha uma criada consigo, Ah Tao,

que alega que os Deng mataram a sua senhora.

E o funeral apressado foi para encobrir o crime.

O caso deu que falar.

E muitos ainda falam dele. Mas n�o h� resolu��o.

Ent�o abram o caix�o para inspecionar.

Exumar um cad�ver � um assunto s�rio.

Se n�o encontrarmos nada,

os Deng poder�o retaliar, prejudicando a sua reputa��o.

Os vivos podem dizer cem mentiras.

Mas os mortos dizem sempre a verdade.

Se os Deng protestarem, assumo toda a responsabilidade.

V�.

Compreendido.

Mestre Qiao.

Mestre Qiao.

Porque corre t�o depressa quando o chamo?

Ainda n�o acabei de falar.

Ele comporta-se de forma estranha.

J� terminou?

Ent�o v� para casa.

V� l�.

Legendas: S�nia Pereira Cardoso

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.