All language subtitles for The.Grapes.Of.Death.1978.1080p.BluRay.x264.AAC-[YTS.MX]

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Original subtitles

AS UVAS DA MORTE

Que há de errado com você?

Tenho febre. Não me sinto bem.

Não é nada. Tome alguma coisa, e volte logo ao trabalho.

Meu pescoço dói.

Não deve ser nada. De noite botamos uma pomada.

Agora vá.

Ei, Kowalski!

As novas máscaras chegam amanhã. São completamente herméticas.

Pode dizer aos outros.

Acorde, preguiçosa. Já amanheceu.

Que horas são?

São 8:10.

- Quer chiclete? - Não, obrigada.

Você dormiu bem?

Sim.

Chegaremos em uma hora. Michael vai estar na estação.

Adoraria tomar um banho.

Você tem sorte.

Creio que não conseguirei tomar um até chegar a Espanha.

De qualquer modo, assim que eu chegar lá, vou mergulhar na água.

- Como disse que se chamava a aldeia? - Roubelais.

Não é nem mesmo uma aldeia. Só uma vinícola, com algumas casas ao redor.

Quando voltará a Paris?

Talvez não volte nunca.

Você não pode passar a vida toda nas montanhas.

Vamos.

- Não te disse? Não há ninguém neste trem. - É verdade.

Esse também está vazio.

Ninguém além de nós sai de férias em outubro.

Temos os vagões só pra nós.

Ainda bem que nós duas estamos aqui. Caso contrário me assustaria.

O tempo está ótimo!

Ótimo, mas eu é que não fico aqui.

- Vai me escrever? - Claro. Já peguei seu endereço.

Vai, já terminei.

Com licença.

Eu chamei.

Antoinette... faça-a se sentar.

Precisa me ajudar.

Um homem embarcou no trem.

Ele estava louco e doente...

E matou minha amiga.

Foi horrível.

Nós temos que chamar a polícia. Preciso telefonar.

Nem mesmo sei onde estou.

Me compreendem?

Por favor, me digam... Me compreendem?

Por favor, posso dar um telefonema?

Telefonar? Para quem?

Para polícia, claro.

Aquele homem matou Brigitte.

Ele é louco. Deve ser preso!

A polícia?

Você quer que a polícia venha aqui?

Claro. Eles têm que vir para me buscar.

Tenho que contar a eles o que aconteceu.

Além disso, deixei toda a minha bagagem no trem.

Não existe nenhum telefone nesta fazenda.

E aquele ali?

Não funciona.

Poderiam me levar para cidade?

Por favor. É muito importante.

- Eu não tenho um carro. - E aquele lá fora?

Já não funciona há muito tempo.

O que está acontecendo? O que há de errado com você?

Por que não quer me ajudar?

Não posso ficar aqui. Tenho que ir!

Diga algo! Por que está me olhando assim?

Você não entende o que aconteceu?

Me responda! Precisam me ajudar!

Deixe-me ir! Eu quero ir!

Me deixe em paz!

Já basta. Se acalme.

Por enquanto, você ficará aqui conosco.

Agora vá descansar um pouco.

Va.

Por favor.

Meu quarto é lá em cima. Descanse um pouco. Eu subirei logo.

- Primeiro eu tenho que cuidar do meu pai. - O que há de errado com ele?

Eu não sei. Suba agora.

Não grite!

Ele não deve nos ouvir. Ouça.

Ele já passou.

É minha mãe.

Ele a matou. Está louco. Entende?

Nós temos que sair antes que ele entre no quarto.

Vamos.

- Você sabe dirigir? - Sim.

As chaves estão ali.

Se eu soubesse dirigir, teria ido há muito tempo.

Ele não me deixa sair desde que minha mãe morreu.

Ele só lembra que a matou quando fica irritado.

Ele não quer que ninguém saiba.

Foi por isso que arrancou o cabo do telefone da parede.

Quando você falou sobre chamar a polícia...

Pensei que ele fosse te matar.

- O que o deixou louco? - Eu não sei.

Você viu a mão dele?

A erupção continua se espalhando.

Botei a arma dele no carro.

Então você quer partir, eh?

Denunciar seu pai...

E ir com ela à polícia?

Vagabunda!

Achou que eu não sabia?

Você tem erupções iguais às minhas.

Você está como eu, vadia!

Como eu!

Está apodrecendo como eu!

Mas você nunca sofrerá como eu sofro...

Porque eu matarei você primeiro!

O que está acontecendo comigo?

O que eu fiz?

Estou sofrendo.

Mate-me.

Ajude-me.

Eu não posso suportar.

Acabe comigo.

Acabe comigo.

Faça-o!

Faça-o!

Ajude-me.

Por favor, ajude-me.

Abra a porta.

Eu preciso de um médico. Não sou perigoso.

Ajude-me!

Abra a porta.

Olá?

Tem alguém aí?

Quem é você? Eu te ouvi.

Não vai falar comigo?

Estou sozinha. Venha comigo.

- Você se perdeu? - Sim. Eu conheço bem a área,

mas tive que partir depressa e me perdi.

Tenho andado em círculos desde essa manhã.

- Você veio da aldeia? - Sua aldeia é perto daqui?

Sim. Você se perdeu também? Sim.

Ouça, vou te ajudar a chegar à sua aldeia.

Como é a área ao redor?

Tem pedras grandes em todo lugar.

Elas alcançam o alto como as árvores.

Claro. Agora eu sei.

Devemos ir para oeste,

em direção ao sol. A aldeia não está longe.

- Espero que a luta tenha terminado. - Luta?

Sim, algo do tipo... Lucas me disse para correr e me salvar.

Aqui está o pequeno atalho, é por aqui.

Por que estavam lutando?

Eu não sei. A vida é dura por aqui.

As pessoas dizem que eu trago má sorte. Eles riem de mim.

Lucas não queria que eu ficasse lá com todos esses problemas.

Roubelais está longe? É para onde vou.

Ah, Roubelais.

Não é bem uma aldeia,

apenas uma vinícola onde produzem vinho local.

Alguém está esperando por você em Roubelais?

Sim. Michael, meu noivo.

Você acha que poderei ligar pra ele da aldeia?

Claro. Nós podemos até achar um carro pra te levar lá.

O que está vendo?

Algumas casas abandonadas.

O que é foi? Você viu alguma coisa?

Vamos indo. A aldeia ainda está longe.

Estamos aqui. Reconheço o terreno.

Nós devíamos ouvir alguns sons de vida.

Nós temos que avançar para alcançar a aldeia.

Escute... Ouço chamas e sinto cheiro de fumaça.

É só uma fogueira. Vamos.

Por que paramos?

Não é nada.

Vamos prosseguir. A aldeia ainda está longe.

Eu reconheço este lugar. Reconheço essa casa!

Acalme-se agora.

Sua voz soa estranha. Que está havendo?

Diga-me o que você vê.

Onde estamos?

É que...

Está escurecendo.

Temos que achar um lugar para dormir. Alcançaremos a aldeia amanhã de manhã.

Isto não é verdade. Você está mentindo!

Eu sei que nós estamos na aldeia.

Por que você não queria me dizer?

Siga-me. Nós acharemos sua casa.

Isto é uma casa! Nós estamos na aldeia.

Deixe-me! Onde estão todas as pessoas?

Me deixe em paz.

Eu sinto... Há alguém aqui.

Eu não entendo...

O que aconteceu?

Não vai me dizer?

Lucas. Lucas!

Se acalme. Estamos na entrada da aldeia.

Mas todo mundo se foi.

Isso é impossível. Nem todos se foram.

Não Lucas. Ele não iria sem mim.

E eu toquei em algo.

Você se confundiu. Não era nada.

Vamos. Está ficando escuro.

Não é verdade. Você está mentindo.

Eu quero o Lucas. Ajude, alguém me ajude!

Vamos!

Pare com isso!

Vamos. Tudo ficará bem.

Não chore.

Está tudo bem.

Vamos.

Esta é minha casa.

Eu moro aqui com Lucas.

Lucas!

Não há ninguém aqui.

Isto não é verdade. Onde está Lucas?

Não se preocupe. Logo ele estará aqui.

Acalme-se.

Precisamos descansar um pouco.

Está tudo bem.

Lucy!

Lucy, volte!

Aqui.

Venha. Eu estou aqui.

Venha me achar.

Por que você não diz nada?

Você não me reconhece? Sou eu, Lucy!

Você é da vila?

Sabe onde o Lucas está?

Se você sabe onde ele está, me diga.

Lucas é meu guia.

Saia de perto de mim! Saia!

Vou dizer que quer me machucar.

Vou dizer que sempre quis.

Lucas!

Lucy!

Não se mexa. Estou aqui.

Lucas, estou aqui.

Lucas, é você?

Diga.

Eu reconheço sua jaqueta.

Lucas, fale comigo.

Diga-me o que está havendo.

Se ao menos eu pudesse te ver.

Você está rindo. Estou tão feliz.

Lucy!

Lucy, eu amo você.

Lucy, eu amo você.

Sente-se. Aqui estamos seguras.

Quem é você?

Estou confinada aqui há 3 dias. Eles não se atrevem a entrar.

Estão esperando que eu saia...

mas eu não sou estúpida.

Essa é a casa do prefeito.

Tudo isso é dele.

Ele vinha aqui de vez em quando

porque ele era o prefeito.

É uma vila grande,

e ele vive aqui.

Ele é bastante rico e muito refinado.

Sua esposa também.

Seus armários são repletos de vestidos bonitos.

Eu vim para pôr suas coisas em ordem.

Eu tenho a chave.

Me asseguro de estar tudo preparado pra quando eles chegarem.

Onde está ele agora?

Seu corpo está lá fora em algum lugar.

Quanto à sua esposa, a queimaram viva.

Mas eu tenho a chave...

então agora moro aqui.

Mas você é... Quero dizer...

Está se perguntando se sou normal...

Não está vendo?

Todos aqui enlouqueceram numa noite.

Não é nada.

Simplesmente estão tentando entrar.

Fazem isso toda noite.

Venha.

Temos que sair dessa aldeia e pedir ajuda! Temos que sair daqui!

Beba alguma coisa. Vai te ajudar.

Então nós partiremos, se assim quiser.

Geralmente eu não bebo álcool...

mas aqui me permito um pouco de vinho.

Vou me vestir.

É impressionante a quantidade de coisas bonitas que têm aqui.

Ok, vou me apressar.

Me dê sua arma.

Sou uma boa atiradora.

Eu também.

Vamos.

- Você sabe onde fica Roubelais? - O vinhedo?

Uns dois quilômetros daqui.

Nós devemos ir para lá. Está tudo tranquilo por agora.

Venham, todos! Eu a tenho!

Vamos.

Venham, todos!

Venham.

Um a menos.

Você aprecia atirar neles como coelhos, não?

Como sabe se foram transformados?

Como quer que eu saiba, François? Vou te dizer, somos nós ou eles.

É uma epidemia. Não é culpa deles.

Então, por que eles têm isto e nós não?

Cuidado... pode ser uma armadilha.

Isso era voz de uma mulher. Nós devemos ir.

Deixe-a morrer.

Olhe!

Bem, o que nós temos aqui?

Leve-me com vocês.

- Viu? Não há nada errado com ela. - Ela é um deles.

Foi você que gritou?

Sim.

Nós temos que sair daqui. Eles estão vindo.

Vamos para o carro.

Me tirem desse lugar infernal.

Estão todos loucos e deformados. Eles querem me matar.

Levem-me com vocês.

Não confio nela.

Por que ela está vestida assim no meio da noite?

Juro que estou dizendo a verdade.

Olhe: nenhum rastro ou marcas em meu corpo.

Olhe.

Não precisava fazer isso.

Vamos, levaremos você.

- Ok, Paul? - Acho que sim.

Coloque seu vestido e nós vamos.

Esse é o nosso carro.

Entre.

Você ouviu isso?

Ouvi um grito, mas este lugar está cheio de loucos.

- Era a mesma voz de antes. - Eu não ouvi nada.

- Vou dar uma checada. - Vamos sair daqui,rápido!

- Fique aqui! Eu vou checar. - Eu tenho a arma.

Você espera no carro. Vou com você.

Veio de lá.

Cuidado!

Lance a dinamite! Depressa!

Va em frente, jogue!

O que se passa com você?

Olhe pra ela. A pobre garota está morta de medo.

Foi ela quem gritou antes.

Está tudo bem. Não tenha medo.

Fique com ela se quiser, mas vamos dar logo o fora daqui!

Este lugar está cheio de malucos!

Merda!

Malditos!

Meu corpo era imune. A doença não podia me afetar.

Mas agora, por sua causa, ficarei desfigurada pra sempre!

Tenha cuidado com a tocha. Tem dinamite no carro.

Melhor sairmos daqui antes que os outros cheguem.

- Como? A pé? - Sim, a pé.

Amanhecerá em uma hora.

Há um vinhedo em Roubelais. Talvez possamos achar ajuda.

Está bem. Eu sei onde está.

Vamos.

Você está bem?

Fique com a garota. Vou indo na frente.

Vamos parar aqui um pouco.

Você notou que os homens têm mais erupções que as mulheres?

E aquela mulher louca da aldeia não tinha nenhuma.

É verdade.

Eu encontrei uma mulher cega.

Lucy.

Ela não tinha nenhuma erupção.

A filha do camponês...

Ele já era insano, mas ela tinha só uma pequena erupção.

- Por que nós não somos afetados? - Vocês são daqui?

Não, estávamos trabalhando em uma obra na estrada.

Quando tudo começou, pegamos um carro, um pouco de dinamite e saímos dali.

Gostaria de beber uma cerveja agora.

Também gostaria.

Cerveja? Em uma região conhecida por seus vinhos?

Cada um com o seu gosto...

O vinho não é para mim. Talvez uma taça em ocasiões especiais e de boa colheita.

Creio que não tomei nenhum esse ano.

Diga...

Domingo passado foi o festival da colheita de uva, não?

Sim. E...?

Você e eu não bebemos nada além de cerveja, e estamos bem.

Todo mundo nessa área está louco e doente...

e tudo isso aconteceu logo após o festival de colheita de uva.

Meu noivo é supervisor no vinhedo de Roubelais.

Se o vinho causou isto, ele deve saber sobre isto.

Nós devemos ir lá.

Certo, vamos.

Dê-me sua mão.

Ouça.

Se o vinho é o culpado, então o vinhedo inteiro também está infectado.

Iremos de qualquer maneira. Terão um carro ou um telefone.

As notícias começaram a espalhar esta manhã.

Haverá grupos de resgate.

Evitaremos as áreas afetadas. Não quero um repeteco de ontem à noite.

Vamos.

Não faça isto.

- Dê-me sua arma. - Pensa que não sei como usar isto?

Eu só não gosto do modo como usa.

Você reclama hoje, mas foi bom ontem à noite.

Se meu noivo está lá, você não deve atirar.

Escute, eu tenho esse rifle desde que lutei com os alemães...

e quero seguir conservando-o.

Alguns homens lutaram com a Resistência contra os alemães...

por seu país.

Apoio os homens que lutaram contra os fascistas, sejam alemães ou franceses.

Não se trata de lutar por um país. Mas lutar contra os fascistas.

Há uma grande diferença.

Você sempre surgindo com ideias loucas!

Mas ainda gosto de você.

Discursos floridos não me impressionam... Eu sou um camponês.

Sou um camponês como você, meu amigo. Mas eu vejo o que está se passando.

Te agrada estar aqui, com uma central nuclear

de um lado e um campo militar do outro?

É ótimo para você, não?

Isto é verdade. Eu entendo.

Estamos exatamente no meio.

Vou te dizer uma coisa: A Resistência cresce, meu amigo.

Mas isso não significa que esses lunáticos não sejam perigosos!

Matá-los é a única maneira de pará-los.

Talvez possamos ajudá-los.

E se te atacarem, como na noite passada?

Há três de nós. Se tivermos que atirar pra defender a nós mesmos, ok...

mas devíamos tentar conversar com eles primeiro.

Você é uma garota doce.

Ela tem razão, Paul. Você não deve sair atirando sem razão.

Certo, mas manterei o dedo no gatilho assim mesmo.

Chegamos.

Não tem ninguém aqui.

- Todos se foram. - Partiram... ou morreram.

Ah, fique quieto.

Não há nenhum corpo. Eles devem ter partido.

Vamos ver se o telefone ainda funciona.

Certo, vamos.

Não tem ninguém.

Va em frente. Ali está o telefone. Chame a polícia.

- Tem sinal. - Vamos ver se tem algo para comer.

Tem um pouco de vinho. Não é da colheita desse ano.

Não consigo... Ninguém responde.

Três copos.

Aí vamos nós.

Certo, vamos nos acomodar.

Aqui, coma um pouco.

Vai melhorar seu ânimo.

Aí está.

Alô!

Espera. Eu tenho a polícia na linha.

Alô! Nós estamos no vinhedo de Roubelais.

Os aldeões daqui de perto estão loucos.

Ok. Adeus.

- O que eles disseram? - Eles sabem desde ontem.

Algumas unidades estão patrulhando a região.

Uma caçada humana?

Não, estão só capturando os doentes.

Estão trabalhando em um antídoto ou uma vacina.

Não têm certeza, mas acham que foi o vinho contaminado.

Menos mal que preferimos a cerveja e o champanhe. Saúde!

Quando virão?

Eles estão enviando um helicóptero.

Estará aqui esta tarde.

Viu? Estão vindo nos pegar.

Ei, François, coma um pouco de paté.

Não, mas beberei um pouco de champanhe!

Sabe de uma coisa?

Minha esposa jamais vai acreditar Nisso quando eu contar.

Paul.

Quando as coisas estão difíceis, se descobre os verdadeiros amigos.

E estavam difíceis, e as superamos!

Esperemos nunca mais termos que passar por isto.

Nunca se sabe, então vamos tomar outro drink.

Está tudo acabado. A ajuda está a caminho.

O problema é...

Não existe mais nenhum problema.

Elizabeth.

Não se aproxime.

Fique longe.

Eu estou doente.

Você entende?

Estou desfigurado.

Posso enlouquecer a qualquer minuto.

Todos se foram, todos envenenados pelos pesticidas que criei.

Eu tenho que me matar enquanto ainda estou são!

Estou perdendo o juízo!

Está me comendo vivo! Va embora!

Deixe-me me aproximar.

Eu amo você.

Eu amo você.

Ei, onde está a nossa amiga?

Tem razão.

Vou atrás dela. Ou perderá o helicóptero.

Depressa. Eles não esperarão por nós.

Sobrou um, uh?

Você é o único aqui?

Onde estão os outros?

Eles partiram quando tudo começou.

Por que você não chamou a polícia?

O chefe estava usando imigrantes ilegais.

O resto de nós estava contra ele.

E?

Não podíamos produzir tendo policiais rondando por aqui.

Como ainda está normal? Você não parece louco.

O que você vai fazer? A putrefação está alcançando meu cérebro.

Posso atacar você a qualquer momento.

Por que você não atira?

Que diabo está fazendo? Ele fez isso de propósito.

Ele queria que acontecesse. Ele pulou em mim.

Estúpido! Que estúpido!

Paul?

Elisabeth?

Tradução: *Aline Vaz Garcia* Resincronia: Lorde Velho / Kilo

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