All language subtitles for Kingdom.2014.S02E19.720p.BluRay.X264-REWARD

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Original subtitles

Ryan!

- Ryan! - O qu�?

- Onde vais? - Ela est� a tentar dormir.

Vou correr.

Est�s todo suado. Porque est�s de p�?

N�o consigo dormir, n�o preguei olho a noite toda.

Vai s� deitar-te.

- Vou tentar. - Certo.

- Onde vais, mesmo? - Vou correr.

Est� bem.

- Est�s bem? - Sim.

- Est� bem. Volto daqui a uma hora. - Certo.

N�o, n�o...

Keith!

Desculpa.

Keith!

- O que fizeste, Keith? - Desculpa.

Pe�o imensa desculpa.

KINGDOM

- Como morreu a m�e dele? - Foi o pai.

- Como a matou? - Com um martelo.

Exato, um martelo.

Sei que � teu compincha, mas dev�amos ligar � pol�cia.

- Porque partiu a pr�pria m�o? N�o. - Sim.

Ele j� esfaqueou algu�m, anda a ver-me a dormir...

- Cala-te. - Ele acha que �s a m�e dele.

Eu trato dele.

Ryan, ele est� obcecado contigo.

Porque o aturas?

Sou a �nica pessoa que ele conhece.

C� est� ele!

Precisamos... Preciso de arranjar uns comprimidos para as dores.

Est� bem. Queres ir comer, primeiro?

- N�o. - De certeza? O que quiseres.

S� quero ir para casa.

Boa, boa!

Bonito! Bonito!

Desististe depressa, Trevor.

- Nate! - Sim?

Liga ao Jay, o Ryan s� pode vir � tarde.

Porqu�?

O Keith partiu a m�o, ou uma porcaria qualquer.

Est� bem.

Mas, se o Jay n�o quiser trocar, o Ryan ter� de se amanhar.

Tenta s� falar com ele. Talvez ele seja razo�vel, para variar.

Liga-lhe.

Ol�, sou eu.

Fiquei com a manh� livre, queres almo�ar?

N�o te vejo h� uns dias, gostaria de ver-te.

Desculpa.

- Tenho de sair deste quarto. - Excelente ideia.

Devias ligar � tua irm� e ver se ela tem planos.

- Vais treinar o dia todo, outra vez? - Vou, sim.

E tenho uma coisinha para ti.

Uma c�mara?

Sim. Podes fazer qualquer coisa divertida.

Como o qu�?

Como ir � praia, ir at� Malibu, tirar fotografias, ir a um museu...

- N�o sejas condescendente. - N�o estava a ser.

Podes ir embora. N�o tens de ficar, n�o h� problema.

N�o podes fazer-me sentir mal por ir fazer o meu trabalho,

at� quando mal o ando a fazer.

E mais, eu n�o estava a ser condescendente,

apenas n�o sei o que queres.

Telefona � tua irm�.

Vai sair com ela, talvez.

Pode ser, mamasita?

Adeus.

Bom dia!

- O Nate est� a dar-lhe bem. - Est�, n�o est�?

Talvez ele saiba lutar, j� nem sei.

Espero que sim, que a contabilidade dele � miser�vel.

- � assim t�o m�? - Nada que n�o se resolva.

O meu advogado enviou os contratos � Roxanne para assinares.

Sim, j� os tem. Olhamos para eles, e eu assino.

N�o tens inten��es de sair do hotel?

Sim, saio de l� assim que puder, ando � procura.

Se precisares de ajuda, diz-me, sim?

Est� bem...

O Jay e o Ryan trocaram. Vou sair um bocadinho, volto � tarde.

- Certo, estarei aqui. - Est� bem.

Fechas a porta, por favor?

Toma isto, quando acordares.

- Est� a doer-me neste momento. - Podes tomar um agora, ent�o.

Obrigado.

Desculpa tudo isto. Sei que era suposto estares no gin�sio, hoje.

N�o faz mal, vou esta tarde.

O que ias fazer com aquele martelo?

Comprei-o por impulso. Podes deit�-lo fora, se quiseres.

J� deitei.

Ias mago�-la?

Perguntei-te se a ias magoar.

Acho que n�o.

Est� bem.

V� se dormes, sim?

Aqui tens.

Vamos ter de voltar a falar disto, sim?

N�o acab�mos de falar?

- Vamos ter de falar mais um bocado. - Est� bem.

Certo.

- Ryan! - Diz.

Vais sair c� de casa, agora?

N�o, n�o vou a lado nenhum.

Est� bem.

Est� bem.

V�s o que acontece, quando me ligas de volta?

Vejo.

- Onde vais? - Tenho de ir.

- N�o. - Tenho de voltar para o trabalho.

- Ainda est�s zangada? - N�o estou zangada.

- Tamb�m n�o est�s feliz. - � muita coisa para processar.

Tens raz�o em ficar com ela, eu percebo,

mas sou mulher, n�o gosto que passes a noite com ela.

Eu sei, mas n�o se passou nada.

Ela n�o queria estar sozinha, eu n�o sabia o que fazer.

E, agora, estou com ci�mes de uma mulher cuja vida est� a desmoronar,

e n�o sei como me colocaste nesta posi��o.

N�o fiz nada. J� te disse para n�o sentires remorsos por isto.

- Disseste, foi? - Sim.

- Se o dizes. - Pois digo.

- Tenho de ir. - Estou perdoado?

- Sim. - Vens c�, mais logo?

Sim, passo c�, tenho uns pap�is para assinares.

Est� bem. Atende o telefone, n�o gosto de ser ignorado.

Adeus!

Vamos, mais r�pido!

- Quanto tempo? - Dois minutos.

10 segundos, vamos l�. Termina em altas, Jay.

Podemos entregar j� o cinto ao Ryan, se preferires. For�a, mexe-te!

V�!

J� est�.

Pronto, vamos ao ground and pound. P�e-te no tapete. Vamos l�, Jay.

Mexe-te, ainda est�s quente.

Um minuto de trabalho, vamos l�, com toda a tua for�a.

Come�a.

Come�a!

Mais, v�! Trabalha!

�s uma vergonha.

Est�s pronta?

- Telefonei ao Greg Jackson. - Sim?

Quer que eu v� para Albuquerque.

Diz que sou muito talentosa, que me pode ajudar com algumas coisas.

Disse que trabalharia com o Alvey.

O qu�?

Est� s� a ser simp�tico. Sabe que o Alvey jamais alinharia.

Que achas que devo fazer?

Ele � uma lenda, � uma oportunidade �nica, tens de o fazer.

- E os pontos negativos? - N�o h�.

- Tu n�o aguentaste. - Foi culpa minha.

� um gin�sio cheio de assassinos. Se n�o te aplicas, est�s fora.

Venha o pr�ximo.

� uma coisa boa.

Diz ao Alvey, n�o queres que descubra por terceiros.

- Vens comigo? - N�o vou ficar aqui sozinha.

QUE ANDAS A FAZER?

N�O PENSEI QUE VOLTASSES A CONTACTAR-ME

QUERES ENCONTRAR-TE?

Shelby, o meu telem�vel est� aqui?

N�o. Perdeste-o?

- Estava no meu saco. - Vai ao �ltimo s�tio onde o usaste.

O QUE � QUE TU QUERES?

QUERO-TE A TI

ENCONTRAMO-NOS NO BAR, ENT�O

Jay, viste o meu telem�vel?

- N�o. Como � que ele �? - Parece-se com o meu telem�vel.

Bolas! Devias ir, o Ryan est� quase a chegar.

Estou no ir.

O qu�?

O que foi?

Bom trabalho, hoje.

Por acaso, n�o foi, est�s muito em baixo de forma.

- Agrade�o a honestidade. - De nada.

Que fazes aqui? O Ryan est� quase a chegar.

N�o temas. Quando ele chegar, n�o serei mais que um rasto.

Que est�s para a� a fazer?

A fazer a minha depila��o �ntima.

Certo...

E depois dessa atividade?

Queres ir tomar um copo?

Est�s em regime de treino, n�o podes beber.

Lisa, peso 72,6 kg, o meu peso n�o � um problema.

Al�m disso, tenho a constitui��o de uma frigideira de ferro fundido.

- Vem tomar um copo comigo. - N�o.

- Vai aliviar o processo de depila��o. - N�o.

- Lisa... - Jay!

Lisa, tenho saudades tuas.

H� mais de um ano que n�o bebemos um copo, isso deixa o Jay muito triste.

N�o vou permitir que te escondas neste escrit�rio.

N�o, j� chega.

Se eu tomar um copo contigo, isso far� de mim a pior agente da hist�ria?

N�o me compete a mim julgar.

Envio-te uma mensagem com os detalhes para o teu telem�vel.

Deixe-me ajudar.

Obrigada.

- Vai embora? - Sim.

- Para onde vai? - Miami.

� a� que � casa?

Sim.

A s�rio? Sou de Tallahassee. Alguma vez l� foi?

- Nunca. - N�o perde grande coisa.

Tem um cigarro que dispense?

- Pode ser. - Obrigado.

O seu namorado � instrutor de gin�sio ou algo do g�nero?

- � lutador. - Sim?

Desculpe a pergunta, mas tem algum...

O que procura?

- Qualquer coisa que d� moca. - Tenho branca, n�o � grande coisa.

Quer partilhar?

O namorado n�o vai vir atr�s de mim, pois n�o?

- N�o lhe dizemos. - Certo.

Boa! Bloqueia.

Cabe�a, cabe�a, cabe�a, corpo, por baixo.

Evade-te.

Usa o ringue todo, desgasta-o, d�-lhe cabo do corpo.

Encosta-o � cerca, ataca-lhe o corpo e afasta-te. Entendido?

Avan�a.

Anda! Isso, isso!

O corpo. Boa!

Trabalha-o, v�! V�!

Boa! N�o pares.

N�o pares. Boa!

Pernas, agarra-o! Isso!

V�, isso mesmo. Para cima. Isso!

� isso mesmo.

Viste como foste mais eficaz quando juntaste tudo?

- N�o lhe d�s espa�o, n�o d�s. - Certo.

Vem c�.

N�o ouviste isto de mim.

- O Jackson vem atr�s da Alicia. - Quando?

Abordou-a depois do combate, e ela est� interessada.

- Ela vai? - Sim.

- Certo. - Achei que devias saber.

Obrigado por estares atento.

Vamos l�.

Que deprimente!

Ava!

Ol�?

Fala Jaymo.

Onde andas?

Acabei de chegar.

O teu carro est� aqui, mas as tuas coisas sumiram.

Foste � lavandaria?

Liga-me de volta. Adeus.

Ol�!

- Tens um segundo? - Sim. O que se passa?

N�o posso crer que te vais embora.

- Como sabias? - Sou m�gica.

- Quem �? - Greg Jackson.

Honestamente, n�o procurei isto. Ele abordou-me no combate.

- Eu sei como funciona. - Ele estava a ser porreiro.

- Disse que trabalharia com o Alvey. - Muito generoso!

- V� l�, � o Greg Jackson! - Eu sei, ele � fant�stico.

� por isso que ele tem o John, Holly, Carlos, Cowboy

e 20 outros lutadores � tua frente.

- Eu consigo subir na hierarquia. - De uma forma ou de outra.

Est�s chateada, mas isto � important�ssimo.

N�o estou.

- N�o posso perder esta oportunidade. - Compreendo. Obrigada por me dizeres.

S� isso?

Lutadores est�o sempre a ir embora. Acontece o mesmo ao Greg.

- Achas que � um erro? - Como haveria de saber?

Para de fingir que �s uma criancinha. Se queres ir, vai.

- S� estava a pedir a tua opini�o. - Azar o teu.

N�o estou aqui para te fazer sentir bem acerca disto

e n�o tenho tempo para os lutadores dos outros.

Diz ao Alvey, assim que ele terminar, se n�o, digo-lhe eu.

Ent�o?

- Ent�o? N�o treinas, hoje? - N�o, eu... Podemos falar?

No meu escrit�rio.

Ent�o, o que foi?

Est�s bem?

O que se passa?

Vou-me embora.

Por quem?

Greg Jackson.

Eu odeio isto, sabes?

Tens sido incr�vel comigo, adoro estar aqui...

- E n�s adoramos ter-te. - V� l�! Sou uma chata de primeira.

Achas que os outros lutadores s�o pera doce?

Est�s decidida?

Sim.

- Desculpa. - N�o faz mal.

Achas que �s a primeira lutadora a deixar-me?

Sabes quantos dur�es se sentaram a�, a chorar porque se iam embora?

Digo-lhes sempre o mesmo.

Este s�tio, a minha equipa, n�o se adequa a toda a gente.

�s vezes, n�o encaixa, � como �.

N�o � o que sinto em rela��o a ti, adoro treinar-te e ver-te treinar.

Tens muito talento e tens tantos problemas como eu.

Mas h� uma coisa que eu sei,

este meio vai sempre virar-te as costas,

por isso, precisas de pessoas na tua vida que nunca o far�o.

� isso que sou, para ti.

Somos fam�lia, sim? A minha porta est� sempre aberta.

Sempre, percebes?

Sim?

- Obrigada, treinador. - Est� bem.

Por... tudo.

N�o era ningu�m, antes de vir para aqui.

Est� tudo bem.

Vamos sentir a tua falta.

N�o precisas de ir a correr, sim? Estarei por a�, se quiseres falar.

- Obrigada. - De nada.

Est� tudo bem.

Est�s-te nas tintas para este combate, n�o est�s?

Tentei querer saber, uma vez, mas n�o me soube bem.

- Sa�de! - Sa�de!

- � bom ver-te a beber outra vez. - � muito bom estar de volta.

Tinha saudades da minha parceira de corrida.

Que se passa contigo?

Venceste dois combates para t�tulo, achei que estarias feliz.

- Tamb�m pensei que ficaria. - Porque n�o est�s?

Pensei que a minha vida iria mudar, de alguma forma,

que as coisas mudariam, mas est� tudo igual, n�o ganhei nada.

Pronto, eu estou de volta, eu arranjo-te patrocinadores,

mas mant�m-te afastado das seringas.

- Isso � hist�ria. - Prometes?

Seguindo em frente, gostarias de repetir a dose?

- Gostaria que fossem vindo, sim. - Muito bem.

U�sque com gengibre, por favor.

N�o feche a conta.

- Acho que � tudo. - Deixa ver.

Que trampa de dia.

O que aconteceu?

Perdi uma lutadora.

Escapou-te uma.

Aqui.

- Quem foi? - A Alicia.

- Bolas, tu gostavas dela! - Sim.

Estava a viver no carro, quando a conheci.

Dei-lhe tudo o que queria, dei-lhe o meu tempo,

fui gentil, tomei conta dela, n�o a atirei aos tubar�es,

e, agora, ela tem uma carreira.

"Obrigada, Alvey!"

Isso � frustrante.

Que lhe disseste?

Que compreendia a decis�o, e que a porta estaria sempre aberta.

- Foste simp�tico. - Outra rea��o demonstraria fraqueza.

Mas lembro-me de todos os lutadores que me deixaram,

at� daqueles que eu n�o queria.

Raios partam as pessoas, n�o sabem o que � importante.

P�s-se � minha frente, a chorar, a dizer que isto era muito dif�cil,

que eu tinha feito muito por ela, a fazer de mim pai dela,

e, agora, vai-se embora porque est� com ideias?

"Boa sorte!" Vai chegar aos 30 com cinco filhos de tr�s pais diferentes.

- Alvey, isso �... - � o qu�?

- Est�s a ser um bocadinho duro. - Isso � da minha conta.

WILL CASA

- Viva! - Vens ou n�o?

O qu�? Onde?

- Estou no bar. - Qual bar?

Estou no bar onde querias encontrar-te comigo.

N�o fa�o ideia do que est�s a falar.

Enviaste-me um SMS para nos encontrarmos.

- N�o enviei nenhum SMS. - Enviaste sim. V� o teu telefone.

- Will, n�o enviei mensagem nenhuma. - Eu envio-te a conversa, ent�o.

Nate, �s um tipo porreiro, mas est�s claramente confuso,

e n�o tenho tempo para isto.

Apaga o meu n�mero, por favor.

- Est�s bem para conduzir? - Sim. Tenho a carta e tudo.

- Est�s em condi��es para conduzir? - Estou �tima!

- V�s? Estou bem. - Pois est�s, vai l�.

- Obrigada. - Por qu�?

Por me teres feito sentir normal, esta noite.

Lisa, isto foi algo que te aconteceu, mas n�o � quem tu �s.

Certo.

- Adoro-te. - Tamb�m te adoro.

- Conduz com cuidado, sim? - Tu tamb�m.

- Estou �timo. - A s�rio!

- J� te fui buscar � cadeia, antes. - Conduz com cuidado.

Serve-me um shot de u�sque?

- Est�s a beber sozinho? - Aparentemente.

Tinha um encontro, mas deixaram-me pendurado.

Ouvi um sotaque?

- Sim, ingl�s. - Reino Unido!

- Esse mesmo. - Certo.

- Como te chamas? - Will.

Pode fazer a minha conta? Adicione as bebidas do Will.

N�o, n�o. Eu pago as minhas bebidas, obrigado.

N�o digas disparates, Will.

Foi um prazer conhecer-te, espero que te divirtas aqui nos EUA.

- Obrigado. - Deus salve a rainha!

- Que se lixe a rainha. - Que se lixe?

Olha-me este!

- Obrigado. - De nada!

- Ol�! - Ol�!

� um bocado tarde. O que fazes aqui?

Queria ver-te.

Posso entrar?

Ela est� aqui!

Quero conhec�-la.

- Lisa... - Quero conhec�-la.

Entra.

Roxanne, Lisa.

Lisa...

- Prazer em conhec�-la. - Igualmente.

- Vou buscar as minhas coisas. - N�o tem de ir.

N�o h� problema. Sei que t�m muita coisa a discutir, por isso...

Vou para a cozinha.

- Ela est� b�beda, por isso... - H� algu�m que n�o esteja?

- Desculpa, eu mando-a embora. - N�o, n�o fa�as isso. Eu vou.

- V� l�! - "V� l�" o qu�? O qu�?

Boa noite.

- Ela � linda. Que idade tem? - A minha, mais ou menos.

Se fez alguma pl�stica, n�o se nota nada.

O que queres?

Queria fazer-te uma pergunta.

Ia ligar-te, a partir do hotel, mas decidi que queria ver a tua cara.

Qual � a pergunta?

Porque n�o me foste buscar?

Como assim, "ir-te buscar"?

Quando o nosso beb� morreu, porque n�o me foste buscar?

- N�o querias que fosse. - Passaste-te completamente?

O teu pai ligou-me, disse que n�o querias ver-me.

- E da�? - Estava a respeitar a tua decis�o.

Eu estava a morrer, e tu estavas a respeitar as minhas decis�es?

Nunca te ocorreu que eu n�o sabia aquilo de que precisava?

Que, se calhar, aquilo de que precisava eras tu.

- O teu pai telefonou-me... - Ele telefonou?

O que � que isso importa?

- E eu? O meu pai? - Pronto, calma!

N�o fa�as isto, para de me bater, para com isso, pode ser?

Acalma-te, est�s b�beda.

- Acalma-te, sim? - N�o te bato mais.

- Est� bem. - Est�s a magoar-me.

N�o te estou a magoar, nem quero que te magoes.

- Vou-me deitar. Volta para o hotel. - Ainda n�o termin�mos.

Sai da minha casa.

Mas que raio?

Porra, para com isso!

Para com isso, para com isso. Para, para quieta!

Para, sua cabra maluca!

�s maluca!

- Pois sou, sou maluca. - Para!

Sou maluca porque tu me tornaste assim.

J� nem sou uma pessoa, ando de rojo, no ch�o, como um animal.

Mataste-me.

Abomino-te.

Odeio-te, odeio-te!

Pronto, pronto.

- Larga-me. - Pronto.

- Solta-me. - Para.

Pronto.

N�o!

N�o!

O nome do suspeito � James Gibson.

Saiu da pris�o h� seis meses ap�s cumprir uma pena de 25 anos

pela viola��o e homic�dio de uma mulher de Lake Elsinore.

Ofereceu coca�na � senhora Flores, que o acompanhou ao seu quarto.

A dada altura, ele ter� exigido sexo, que ela ter� recusado.

Houve uma briga.

Foi a� que ele a esfaqueou no abd�men.

Ela conseguiu fugir do quarto, mas o suspeito apanhou-a,

estrangulou-a e atirou-a para a piscina.

O qu�?

N�o!

Largue-me. Ava! Ava!

Solte-me!

Afaste-se de mim!

Ava!

N�o, n�o!

Largue-me!

Ava!

Solte-me!

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