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Ryan!
- Ryan! - O qu�?
- Onde vais? - Ela est� a tentar dormir.
Vou correr.
Est�s todo suado. Porque est�s de p�?
N�o consigo dormir, n�o preguei olho a noite toda.
Vai s� deitar-te.
- Vou tentar. - Certo.
- Onde vais, mesmo? - Vou correr.
Est� bem.
- Est�s bem? - Sim.
- Est� bem. Volto daqui a uma hora. - Certo.
N�o, n�o...
Keith!
Desculpa.
Keith!
- O que fizeste, Keith? - Desculpa.
Pe�o imensa desculpa.
KINGDOM
- Como morreu a m�e dele? - Foi o pai.
- Como a matou? - Com um martelo.
Exato, um martelo.
Sei que � teu compincha, mas dev�amos ligar � pol�cia.
- Porque partiu a pr�pria m�o? N�o. - Sim.
Ele j� esfaqueou algu�m, anda a ver-me a dormir...
- Cala-te. - Ele acha que �s a m�e dele.
Eu trato dele.
Ryan, ele est� obcecado contigo.
Porque o aturas?
Sou a �nica pessoa que ele conhece.
C� est� ele!
Precisamos... Preciso de arranjar uns comprimidos para as dores.
Est� bem. Queres ir comer, primeiro?
- N�o. - De certeza? O que quiseres.
S� quero ir para casa.
Boa, boa!
Bonito! Bonito!
Desististe depressa, Trevor.
- Nate! - Sim?
Liga ao Jay, o Ryan s� pode vir � tarde.
Porqu�?
O Keith partiu a m�o, ou uma porcaria qualquer.
Est� bem.
Mas, se o Jay n�o quiser trocar, o Ryan ter� de se amanhar.
Tenta s� falar com ele. Talvez ele seja razo�vel, para variar.
Liga-lhe.
Ol�, sou eu.
Fiquei com a manh� livre, queres almo�ar?
N�o te vejo h� uns dias, gostaria de ver-te.
Desculpa.
- Tenho de sair deste quarto. - Excelente ideia.
Devias ligar � tua irm� e ver se ela tem planos.
- Vais treinar o dia todo, outra vez? - Vou, sim.
E tenho uma coisinha para ti.
Uma c�mara?
Sim. Podes fazer qualquer coisa divertida.
Como o qu�?
Como ir � praia, ir at� Malibu, tirar fotografias, ir a um museu...
- N�o sejas condescendente. - N�o estava a ser.
Podes ir embora. N�o tens de ficar, n�o h� problema.
N�o podes fazer-me sentir mal por ir fazer o meu trabalho,
at� quando mal o ando a fazer.
E mais, eu n�o estava a ser condescendente,
apenas n�o sei o que queres.
Telefona � tua irm�.
Vai sair com ela, talvez.
Pode ser, mamasita?
Adeus.
Bom dia!
- O Nate est� a dar-lhe bem. - Est�, n�o est�?
Talvez ele saiba lutar, j� nem sei.
Espero que sim, que a contabilidade dele � miser�vel.
- � assim t�o m�? - Nada que n�o se resolva.
O meu advogado enviou os contratos � Roxanne para assinares.
Sim, j� os tem. Olhamos para eles, e eu assino.
N�o tens inten��es de sair do hotel?
Sim, saio de l� assim que puder, ando � procura.
Se precisares de ajuda, diz-me, sim?
Est� bem...
O Jay e o Ryan trocaram. Vou sair um bocadinho, volto � tarde.
- Certo, estarei aqui. - Est� bem.
Fechas a porta, por favor?
Toma isto, quando acordares.
- Est� a doer-me neste momento. - Podes tomar um agora, ent�o.
Obrigado.
Desculpa tudo isto. Sei que era suposto estares no gin�sio, hoje.
N�o faz mal, vou esta tarde.
O que ias fazer com aquele martelo?
Comprei-o por impulso. Podes deit�-lo fora, se quiseres.
J� deitei.
Ias mago�-la?
Perguntei-te se a ias magoar.
Acho que n�o.
Est� bem.
V� se dormes, sim?
Aqui tens.
Vamos ter de voltar a falar disto, sim?
N�o acab�mos de falar?
- Vamos ter de falar mais um bocado. - Est� bem.
Certo.
- Ryan! - Diz.
Vais sair c� de casa, agora?
N�o, n�o vou a lado nenhum.
Est� bem.
Est� bem.
V�s o que acontece, quando me ligas de volta?
Vejo.
- Onde vais? - Tenho de ir.
- N�o. - Tenho de voltar para o trabalho.
- Ainda est�s zangada? - N�o estou zangada.
- Tamb�m n�o est�s feliz. - � muita coisa para processar.
Tens raz�o em ficar com ela, eu percebo,
mas sou mulher, n�o gosto que passes a noite com ela.
Eu sei, mas n�o se passou nada.
Ela n�o queria estar sozinha, eu n�o sabia o que fazer.
E, agora, estou com ci�mes de uma mulher cuja vida est� a desmoronar,
e n�o sei como me colocaste nesta posi��o.
N�o fiz nada. J� te disse para n�o sentires remorsos por isto.
- Disseste, foi? - Sim.
- Se o dizes. - Pois digo.
- Tenho de ir. - Estou perdoado?
- Sim. - Vens c�, mais logo?
Sim, passo c�, tenho uns pap�is para assinares.
Est� bem. Atende o telefone, n�o gosto de ser ignorado.
Adeus!
Vamos, mais r�pido!
- Quanto tempo? - Dois minutos.
10 segundos, vamos l�. Termina em altas, Jay.
Podemos entregar j� o cinto ao Ryan, se preferires. For�a, mexe-te!
V�!
J� est�.
Pronto, vamos ao ground and pound. P�e-te no tapete. Vamos l�, Jay.
Mexe-te, ainda est�s quente.
Um minuto de trabalho, vamos l�, com toda a tua for�a.
Come�a.
Come�a!
Mais, v�! Trabalha!
�s uma vergonha.
Est�s pronta?
- Telefonei ao Greg Jackson. - Sim?
Quer que eu v� para Albuquerque.
Diz que sou muito talentosa, que me pode ajudar com algumas coisas.
Disse que trabalharia com o Alvey.
O qu�?
Est� s� a ser simp�tico. Sabe que o Alvey jamais alinharia.
Que achas que devo fazer?
Ele � uma lenda, � uma oportunidade �nica, tens de o fazer.
- E os pontos negativos? - N�o h�.
- Tu n�o aguentaste. - Foi culpa minha.
� um gin�sio cheio de assassinos. Se n�o te aplicas, est�s fora.
Venha o pr�ximo.
� uma coisa boa.
Diz ao Alvey, n�o queres que descubra por terceiros.
- Vens comigo? - N�o vou ficar aqui sozinha.
QUE ANDAS A FAZER?
N�O PENSEI QUE VOLTASSES A CONTACTAR-ME
QUERES ENCONTRAR-TE?
Shelby, o meu telem�vel est� aqui?
N�o. Perdeste-o?
- Estava no meu saco. - Vai ao �ltimo s�tio onde o usaste.
O QUE � QUE TU QUERES?
QUERO-TE A TI
ENCONTRAMO-NOS NO BAR, ENT�O
Jay, viste o meu telem�vel?
- N�o. Como � que ele �? - Parece-se com o meu telem�vel.
Bolas! Devias ir, o Ryan est� quase a chegar.
Estou no ir.
O qu�?
O que foi?
Bom trabalho, hoje.
Por acaso, n�o foi, est�s muito em baixo de forma.
- Agrade�o a honestidade. - De nada.
Que fazes aqui? O Ryan est� quase a chegar.
N�o temas. Quando ele chegar, n�o serei mais que um rasto.
Que est�s para a� a fazer?
A fazer a minha depila��o �ntima.
Certo...
E depois dessa atividade?
Queres ir tomar um copo?
Est�s em regime de treino, n�o podes beber.
Lisa, peso 72,6 kg, o meu peso n�o � um problema.
Al�m disso, tenho a constitui��o de uma frigideira de ferro fundido.
- Vem tomar um copo comigo. - N�o.
- Vai aliviar o processo de depila��o. - N�o.
- Lisa... - Jay!
Lisa, tenho saudades tuas.
H� mais de um ano que n�o bebemos um copo, isso deixa o Jay muito triste.
N�o vou permitir que te escondas neste escrit�rio.
N�o, j� chega.
Se eu tomar um copo contigo, isso far� de mim a pior agente da hist�ria?
N�o me compete a mim julgar.
Envio-te uma mensagem com os detalhes para o teu telem�vel.
Deixe-me ajudar.
Obrigada.
- Vai embora? - Sim.
- Para onde vai? - Miami.
� a� que � casa?
Sim.
A s�rio? Sou de Tallahassee. Alguma vez l� foi?
- Nunca. - N�o perde grande coisa.
Tem um cigarro que dispense?
- Pode ser. - Obrigado.
O seu namorado � instrutor de gin�sio ou algo do g�nero?
- � lutador. - Sim?
Desculpe a pergunta, mas tem algum...
O que procura?
- Qualquer coisa que d� moca. - Tenho branca, n�o � grande coisa.
Quer partilhar?
O namorado n�o vai vir atr�s de mim, pois n�o?
- N�o lhe dizemos. - Certo.
Boa! Bloqueia.
Cabe�a, cabe�a, cabe�a, corpo, por baixo.
Evade-te.
Usa o ringue todo, desgasta-o, d�-lhe cabo do corpo.
Encosta-o � cerca, ataca-lhe o corpo e afasta-te. Entendido?
Avan�a.
Anda! Isso, isso!
O corpo. Boa!
Trabalha-o, v�! V�!
Boa! N�o pares.
N�o pares. Boa!
Pernas, agarra-o! Isso!
V�, isso mesmo. Para cima. Isso!
� isso mesmo.
Viste como foste mais eficaz quando juntaste tudo?
- N�o lhe d�s espa�o, n�o d�s. - Certo.
Vem c�.
N�o ouviste isto de mim.
- O Jackson vem atr�s da Alicia. - Quando?
Abordou-a depois do combate, e ela est� interessada.
- Ela vai? - Sim.
- Certo. - Achei que devias saber.
Obrigado por estares atento.
Vamos l�.
Que deprimente!
Ava!
Ol�?
Fala Jaymo.
Onde andas?
Acabei de chegar.
O teu carro est� aqui, mas as tuas coisas sumiram.
Foste � lavandaria?
Liga-me de volta. Adeus.
Ol�!
- Tens um segundo? - Sim. O que se passa?
N�o posso crer que te vais embora.
- Como sabias? - Sou m�gica.
- Quem �? - Greg Jackson.
Honestamente, n�o procurei isto. Ele abordou-me no combate.
- Eu sei como funciona. - Ele estava a ser porreiro.
- Disse que trabalharia com o Alvey. - Muito generoso!
- V� l�, � o Greg Jackson! - Eu sei, ele � fant�stico.
� por isso que ele tem o John, Holly, Carlos, Cowboy
e 20 outros lutadores � tua frente.
- Eu consigo subir na hierarquia. - De uma forma ou de outra.
Est�s chateada, mas isto � important�ssimo.
N�o estou.
- N�o posso perder esta oportunidade. - Compreendo. Obrigada por me dizeres.
S� isso?
Lutadores est�o sempre a ir embora. Acontece o mesmo ao Greg.
- Achas que � um erro? - Como haveria de saber?
Para de fingir que �s uma criancinha. Se queres ir, vai.
- S� estava a pedir a tua opini�o. - Azar o teu.
N�o estou aqui para te fazer sentir bem acerca disto
e n�o tenho tempo para os lutadores dos outros.
Diz ao Alvey, assim que ele terminar, se n�o, digo-lhe eu.
Ent�o?
- Ent�o? N�o treinas, hoje? - N�o, eu... Podemos falar?
No meu escrit�rio.
Ent�o, o que foi?
Est�s bem?
O que se passa?
Vou-me embora.
Por quem?
Greg Jackson.
Eu odeio isto, sabes?
Tens sido incr�vel comigo, adoro estar aqui...
- E n�s adoramos ter-te. - V� l�! Sou uma chata de primeira.
Achas que os outros lutadores s�o pera doce?
Est�s decidida?
Sim.
- Desculpa. - N�o faz mal.
Achas que �s a primeira lutadora a deixar-me?
Sabes quantos dur�es se sentaram a�, a chorar porque se iam embora?
Digo-lhes sempre o mesmo.
Este s�tio, a minha equipa, n�o se adequa a toda a gente.
�s vezes, n�o encaixa, � como �.
N�o � o que sinto em rela��o a ti, adoro treinar-te e ver-te treinar.
Tens muito talento e tens tantos problemas como eu.
Mas h� uma coisa que eu sei,
este meio vai sempre virar-te as costas,
por isso, precisas de pessoas na tua vida que nunca o far�o.
� isso que sou, para ti.
Somos fam�lia, sim? A minha porta est� sempre aberta.
Sempre, percebes?
Sim?
- Obrigada, treinador. - Est� bem.
Por... tudo.
N�o era ningu�m, antes de vir para aqui.
Est� tudo bem.
Vamos sentir a tua falta.
N�o precisas de ir a correr, sim? Estarei por a�, se quiseres falar.
- Obrigada. - De nada.
Est� tudo bem.
Est�s-te nas tintas para este combate, n�o est�s?
Tentei querer saber, uma vez, mas n�o me soube bem.
- Sa�de! - Sa�de!
- � bom ver-te a beber outra vez. - � muito bom estar de volta.
Tinha saudades da minha parceira de corrida.
Que se passa contigo?
Venceste dois combates para t�tulo, achei que estarias feliz.
- Tamb�m pensei que ficaria. - Porque n�o est�s?
Pensei que a minha vida iria mudar, de alguma forma,
que as coisas mudariam, mas est� tudo igual, n�o ganhei nada.
Pronto, eu estou de volta, eu arranjo-te patrocinadores,
mas mant�m-te afastado das seringas.
- Isso � hist�ria. - Prometes?
Seguindo em frente, gostarias de repetir a dose?
- Gostaria que fossem vindo, sim. - Muito bem.
U�sque com gengibre, por favor.
N�o feche a conta.
- Acho que � tudo. - Deixa ver.
Que trampa de dia.
O que aconteceu?
Perdi uma lutadora.
Escapou-te uma.
Aqui.
- Quem foi? - A Alicia.
- Bolas, tu gostavas dela! - Sim.
Estava a viver no carro, quando a conheci.
Dei-lhe tudo o que queria, dei-lhe o meu tempo,
fui gentil, tomei conta dela, n�o a atirei aos tubar�es,
e, agora, ela tem uma carreira.
"Obrigada, Alvey!"
Isso � frustrante.
Que lhe disseste?
Que compreendia a decis�o, e que a porta estaria sempre aberta.
- Foste simp�tico. - Outra rea��o demonstraria fraqueza.
Mas lembro-me de todos os lutadores que me deixaram,
at� daqueles que eu n�o queria.
Raios partam as pessoas, n�o sabem o que � importante.
P�s-se � minha frente, a chorar, a dizer que isto era muito dif�cil,
que eu tinha feito muito por ela, a fazer de mim pai dela,
e, agora, vai-se embora porque est� com ideias?
"Boa sorte!" Vai chegar aos 30 com cinco filhos de tr�s pais diferentes.
- Alvey, isso �... - � o qu�?
- Est�s a ser um bocadinho duro. - Isso � da minha conta.
WILL CASA
- Viva! - Vens ou n�o?
O qu�? Onde?
- Estou no bar. - Qual bar?
Estou no bar onde querias encontrar-te comigo.
N�o fa�o ideia do que est�s a falar.
Enviaste-me um SMS para nos encontrarmos.
- N�o enviei nenhum SMS. - Enviaste sim. V� o teu telefone.
- Will, n�o enviei mensagem nenhuma. - Eu envio-te a conversa, ent�o.
Nate, �s um tipo porreiro, mas est�s claramente confuso,
e n�o tenho tempo para isto.
Apaga o meu n�mero, por favor.
- Est�s bem para conduzir? - Sim. Tenho a carta e tudo.
- Est�s em condi��es para conduzir? - Estou �tima!
- V�s? Estou bem. - Pois est�s, vai l�.
- Obrigada. - Por qu�?
Por me teres feito sentir normal, esta noite.
Lisa, isto foi algo que te aconteceu, mas n�o � quem tu �s.
Certo.
- Adoro-te. - Tamb�m te adoro.
- Conduz com cuidado, sim? - Tu tamb�m.
- Estou �timo. - A s�rio!
- J� te fui buscar � cadeia, antes. - Conduz com cuidado.
Serve-me um shot de u�sque?
- Est�s a beber sozinho? - Aparentemente.
Tinha um encontro, mas deixaram-me pendurado.
Ouvi um sotaque?
- Sim, ingl�s. - Reino Unido!
- Esse mesmo. - Certo.
- Como te chamas? - Will.
Pode fazer a minha conta? Adicione as bebidas do Will.
N�o, n�o. Eu pago as minhas bebidas, obrigado.
N�o digas disparates, Will.
Foi um prazer conhecer-te, espero que te divirtas aqui nos EUA.
- Obrigado. - Deus salve a rainha!
- Que se lixe a rainha. - Que se lixe?
Olha-me este!
- Obrigado. - De nada!
- Ol�! - Ol�!
� um bocado tarde. O que fazes aqui?
Queria ver-te.
Posso entrar?
Ela est� aqui!
Quero conhec�-la.
- Lisa... - Quero conhec�-la.
Entra.
Roxanne, Lisa.
Lisa...
- Prazer em conhec�-la. - Igualmente.
- Vou buscar as minhas coisas. - N�o tem de ir.
N�o h� problema. Sei que t�m muita coisa a discutir, por isso...
Vou para a cozinha.
- Ela est� b�beda, por isso... - H� algu�m que n�o esteja?
- Desculpa, eu mando-a embora. - N�o, n�o fa�as isso. Eu vou.
- V� l�! - "V� l�" o qu�? O qu�?
Boa noite.
- Ela � linda. Que idade tem? - A minha, mais ou menos.
Se fez alguma pl�stica, n�o se nota nada.
O que queres?
Queria fazer-te uma pergunta.
Ia ligar-te, a partir do hotel, mas decidi que queria ver a tua cara.
Qual � a pergunta?
Porque n�o me foste buscar?
Como assim, "ir-te buscar"?
Quando o nosso beb� morreu, porque n�o me foste buscar?
- N�o querias que fosse. - Passaste-te completamente?
O teu pai ligou-me, disse que n�o querias ver-me.
- E da�? - Estava a respeitar a tua decis�o.
Eu estava a morrer, e tu estavas a respeitar as minhas decis�es?
Nunca te ocorreu que eu n�o sabia aquilo de que precisava?
Que, se calhar, aquilo de que precisava eras tu.
- O teu pai telefonou-me... - Ele telefonou?
O que � que isso importa?
- E eu? O meu pai? - Pronto, calma!
N�o fa�as isto, para de me bater, para com isso, pode ser?
Acalma-te, est�s b�beda.
- Acalma-te, sim? - N�o te bato mais.
- Est� bem. - Est�s a magoar-me.
N�o te estou a magoar, nem quero que te magoes.
- Vou-me deitar. Volta para o hotel. - Ainda n�o termin�mos.
Sai da minha casa.
Mas que raio?
Porra, para com isso!
Para com isso, para com isso. Para, para quieta!
Para, sua cabra maluca!
�s maluca!
- Pois sou, sou maluca. - Para!
Sou maluca porque tu me tornaste assim.
J� nem sou uma pessoa, ando de rojo, no ch�o, como um animal.
Mataste-me.
Abomino-te.
Odeio-te, odeio-te!
Pronto, pronto.
- Larga-me. - Pronto.
- Solta-me. - Para.
Pronto.
N�o!
N�o!
O nome do suspeito � James Gibson.
Saiu da pris�o h� seis meses ap�s cumprir uma pena de 25 anos
pela viola��o e homic�dio de uma mulher de Lake Elsinore.
Ofereceu coca�na � senhora Flores, que o acompanhou ao seu quarto.
A dada altura, ele ter� exigido sexo, que ela ter� recusado.
Houve uma briga.
Foi a� que ele a esfaqueou no abd�men.
Ela conseguiu fugir do quarto, mas o suspeito apanhou-a,
estrangulou-a e atirou-a para a piscina.
O qu�?
N�o!
Largue-me. Ava! Ava!
Solte-me!
Afaste-se de mim!
Ava!
N�o, n�o!
Largue-me!
Ava!
Solte-me!
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