All language subtitles for The Fox (1967)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese Download
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Tradu��o e sincroniza��o Gerigato

APENAS UMA MULHER

Vai perd�-lo de novo! Atire de novo!

March, ele fugiu de novo! Droga!

Droga!

Onde est� a gra�a? Esperou demais e ele escapou.

Isso � horr�vel.

� a terceira vez.

Tr�s vezes em um m�s.

O qu� faremos?

Eu n�o sei.

Oh, meu Deus!

Edwina!

Oh, aqui est� voc�, Edwina.

Voc� est� bem?

Oh, meu pobre beb�!

March...

sinto o cora��o batendo.

Isso � bom, n�o?

Ela poderia morrer de susto. O qu� eu fa�o?

Diga-lhe para botar um ovo. Far� bem para ela e para n�s tamb�m.

Venha! Seja �til.

Odeio aquela raposa!

� tudo que temos.

- Vamos cortar aquela �rvore. - Vamos tratar de suas ra�zes.

- Vamos tentar. - � t�o velha.

� torta e feia. Teve menos de dez folhas no ver�o.

Ainda est� viva.

Ah ! ...

- Ela est� mal. - Mal � o bastante.

Oh, meu Deus!

O qu�?!

Os bolinhos! Eu me esqueci deles completamente!

Est�o salvos! Bem a tempo! Est�o apenas um pouco queimados por cima.

Quero tanto que voc� goste. N�o sei o que fiz de errado.

- Fa�o esta receita h� semanas. - Chega de lam�rias.

Est� me deixando nervosa.

March...

O qu� voc� disse?

- O qu� disse? - O cheiro est� bom.

Obrigada. Saia de cima de minha mesa, por favor.

Sua m�e n�o lhe disse que comer coisas quentes...

queima seu est�mago e d� pris�o de ventre?

March...

por favor, tire os p�s de cima da mesa.

Por favor?...

Obrigada.

Est�o ouvindo: "Cl�ssicos da M�sica".

Previs�o do tempo: Forte nevasca...

Se a raposa n�o tivesse comido uma das galinhas...

quase empatar�amos.

Voc� acredita que conseguiremos, n�o �?

Nunca seremos ricas, mas � nosso...

e ningu�m poder� nos dizer o que fazer.

Eu sei que voc� trabalha mais.

N�o me importo.

Voc� diz isso,

mas, �s vezes...

me faz sentir culpada.

Todos n�s temos dias ruins.

March...

voc� est� feliz?

N�o. N�o sou infeliz.

Quer uma massagem?

Sim, eu gostaria.

Isto � bom.

O que � isso?

"Enciclop�dia da Natureza".

"A raposa vermelha � um animal noturno...

que se adapta �s mudan�as feitas em seu habitat.

� um predador de aves.

Mas o valor da raposa n�o pode ser ignorado.

Este carn�voro vers�til...

cujas famosas presas causam arrepios aos amantes do campo."

- Est� arrepiada? - At� a ponta dos dedos.

Melhor?

Muito.

Vou subir, tomar um banho e relaxar um pouco.

Os sais de banho est�o no meu arm�rio.

"Envelhe�o, deveria usar minhas cal�as velhas."

- Quem escreceu isso? - N�o sei. N�o diga.

Vamos. Um, dois...

T. S. Elliot.

Duas estrelas e uma volta no carrossel para a jovem.

Oh, March...

est� t�o frio l� fora!

Est� t�o agrad�vel aqui.

Obrigada por esquentar a cama.

March?

March...

e se meu dinheiro acabar e perdermos a fazenda?

O que faremos?

Entramos para o circo, damos risadas e vamos dormir.

Ok.

Est� certa.

Boa noite.

Boa noite.

Venham, venham, patos. Venham, venham!

Venham!

March!?

March?

March?!

March, o que houve? Voc� n�o comeu nada.

Estou sem fome.

Saiu cedo esta manh�? Eu nem ouvi voc�.

Sim.

O que voc� fez o dia todo?

Nada. Andei por a�.

A cerca do sul caiu.

Da pr�xima vez me avise, por favor, March. Eu n�o...

eu n�o gosto de ficar sozinha aqui.

Fico assustada, come�o a ouvir coisas...

e n�o tinha arma, voc� a levou.

Desculpe.

Est� tudo bem.

Hoje achei lindas cortinas no cat�logo.

Bege com desenhos de folhas em azul.

Comprando em 30 dias, s� pagamos no in�cio do m�s.

Espere, vou te mostrar.

- Jill, espere. - O qu�?

Vi a raposa hoje. Estava bem perto.

Tinha a arma, mas n�o atirei.

- Por qu� n�o? - N�o sei.

Ela olhou para mim.

E eu olhei para ela.

Ela n�o tinha medo.

Apenas me olhava.

N�o faz sentido.

Eu sei. Continuo pensando nisso desde que voltei.

- Estava com a arma? - J� disse que sim.

Se tinha a arma, por que n�o atirou?

N�o sei. Eu...

Fui pega de surpresa.

Ela... olhava para mim.

Para dentro de mim.

- Ficou parada. - E n�o estava assustada?

N�o.

Oh, March...

- March, n�o faz sentido. - Foi o que aconteceu.

Isto � rid�culo!

Sim, � mesmo, mas...

o que aconteceu foi diferente. E...

muito estranho.

March, a Eur�dice escapou!

Eur�dice!

Eur�dice!

Vamos! Eur�dice!

Eur�dice!

March!

Eur�dice!

Venha!

Eur�dice!

R�pido!

Eur�dice!

Venha aqui!

Eu a peguei, Jill. Eu a peguei.

Eur�dice!

Vamos!

March... Voc� fede, March!

Eur�dice, volte aqui!

Voc�, sua suja!

Sua suja!

Oh, Marchie!

March!

Quer mais?

N�o, por favor, n�o!

Voc� est� ficando gelada.

Seu cabelo est� molhado.

- Vamos correr at� a casa, OK? - Sim.

Eu te odeio!

Arrume a cerca, ou ela sai de novo.

Isto n�o � justo!

Espere, espere por mim!

- O qu� � isso? - Rum quente.

"Rum de manh�, marinheiros alerta

Rum � noite, deleite dos marinheiros."

Est� bom, mas est� me deixando tonta.

Marchie...

March, a raposa � f�mea, uh...?

- Que palavra... eu procuro? - Raposa f�mea?

Sim.

N�o. N�o, � macho.

Como voc� sabe?

Eu sei.

March...

eu n�o estava certa sobre este lugar?

Eu nunca me senti... sei l�...

t�o em casa, t�o segura.

A aveia subiu 15 centavos.

Temos o suficiente?

March?

L� vai ela. Ausente de novo!

Quando falo, me sinto uma intrusa.

N�o seja boba.

- N�o consigo. Parece t�o... - T�o o qu�?

Distante, muito longe.

Falar, parece estranho para voc�.

Por favor...

Por favor, March, n�o se distancie.

Desculpe, n�o percebi.

Recebi uma carta do meu irm�o, Robert, hoje.

- Foi uma entrega especial. - Oh, sim? Como est� ele?

Est� bem.

Ele diz que est� saindo com a irm� do Jim Collins.

Voc� se lembra do Jim Collins. Aquele rapaz alto, louro...

- que costumava sair comigo. - Sim, me lembro dele, agora.

A �ltima vez... A �ltima vez que o vi...

foi no piquenique do lago. No ver�o antes da formatura.

- Voc� estava doente. - Esta certa. Eu estava gripada.

N�s ficamos b�bados.

Bebemos cerveja.

Eu me lembro que minha cabe�a girava, girava...

e, de repente, come�ou a chover e todos correram.

Ele segurou minha m�o e come�amos a correr, correr e correr entre as �rvores.

E tropecei e ...

ele me amparou.

E me abra�ou.

Os olhos dele eram t�o...

grandes e estranhos.

Me segurou pela cintura...

e me deitou no ch�o...

sobre a grama molhada e macia.

O peso daquele corpo...

enorme...

me empurrando...

me empurrando...

at� me imobilizar...

como se eu fosse de argila molhada...

e ele deixasse a marca de seu corpo em mim.

� ela!

Oh, Deus!

March, olhe!

Os cartuchos.

O qu� voc� quer?

Fique a�!

- O qu� aconteceu? - O qu� voc� quer?

William Grandfeld n�o mora aqui?

N�o!

- N�o, o qu� voc� quer? - Sou neto dele, ele mora aqui?

O velho senhor que morava aqui, chamava-se Grandfeld.

- Sim, era meu av�. - Morreu no inverno passado.

Ele morreu?

Como n�o sabia?

Por que estava no mar h� muito tempo e n�o �ramos de escrever.

A senhorita se importa....

March, abaixe a arma.

Passava meus ver�es aqui, com meu av�, at� h� 4 anos, quando fui para o mar.

E...

pensei que pudesse v�-lo de novo.

Bem, meu av� construiu isso tudo. Podia fazer qualquer coisa...

que durava para sempre.

Ele costumava se sentar neste sof� e escrevia aqui.

- Eu consertei. - � mesmo.

- Bom trabalho. - Obrigada.

Queria v�-lo de novo.

Est� vendo estas iniciais aqui?

"PG", sou eu. Paul Grandfeld.

Quando tinha 16 anos, ele me pegou fazendo isso.

Fiquei de castigo por tr�s dias.

- Voc� veio andando da vila? - Sim.

- � uma longa caminhada. - J� fiz isso antes.

Oh, claro.

Bem, por que n�o senta e descansa um pouco?

Bem, eu n�o sei se devo.

Oh, n�o, est� tudo bem, por favor.

Vou fazer ch� ou prefere caf�?

- Caf� est� bom. - Eu fa�o.

- Este lugar mudou muito. - Para melhor?

Est� brincando? Est� lindo.

Foi �timo eliminarem a parede na sala de jantar.

- Quem teve essa ideia? - Eu.

- Voc� gosta? - � perfeito.

Ficou muito melhor a troca das cortinas.

- Afinal � nosso lar. - Acho que � �timo.

- A arma estava carregada? - Claro, n�o recebemos visitas.

E temos tido problemas com a raposa.

Oh, sim. A toca fica do lado leste da colina.

Est� dizendo que s� existe uma?

S� existe uma. E nos incomoda h� meses.

Por qu� acha isto engra�ado?

Acho terr�vel. O qu� t�m feito com ela?

N�s atiramos, ocasionalmente.

�s vezes sa�mos sacudindo as m�os, mas quase sempre limpamos as penas.

� divertido.

- Quais s�o seus nomes? - Jill. Jill Benford.

Ellen March.

Cuidam disso tudo sozinhas.

Sim, s� temos galinhas, mas n�o est� dando certo.

Talvez precisem de um homem por aqui.

- Para serem mais eficientes. - A quest�o n�o � essa.

- N�o queremos trabalhar tanto. - Por que come�aram?

Oh, a boa vida, independ�ncia, estas coisas.

Digam-me...

j� tentaram falar com elas?

- Com... - As galinhas.

� s�rio.

Meu av� fazia sempre isso. Ia at� l�...

e falava sinceramente sobre o retorno que traziam...

e como gastava dinheiro com elas.

E na manh� seguinte estava cheio de ovos.

- Fala s�rio? - Tinha 12 ovos por dia.

E botavam como ele queria, "poch�", mexido, ao contr�rio.

Isto � terr�vel.

Bem, � melhor eu ir embora.

- Bem, onde vai ficar? - Encontro um lugar na vila.

Bem, poder�amos dar uma carona, mas a estrada est� ruim...

A estrada fica escorregadia.

Sabe...

pediria que ficasse, mas...

O qu�?

N�o sei como soaria.

Para n�s, tudo bem, mas na vila � diferente.

Oh, March. March, o qu� voc� acha?

Eu n�o me importo com a vila.

N�o faz diferen�a para mim.

Est� certo. Ent�o, fique.

- Tem certeza? - Sim.

- March... - Sim, quanto mais melhor.

� bom n�o ter que andar de novo.

Vou para o quarto. Boa noite.

Boa noite, senhorita March.

Boa noite.

Vamos!

Ol�! N�o � lindo?

Muito bonito.

Bonito?

� s� o que tem a dizer sobre este magn�fico p�ssaro?

Deve pesar dois quilos e meio.

Acertei na asa para n�o estragar a carne.

Sim, � um p�ssaro magn�fico.

� muito habilidoso, Sr. Grenfeld.

Paul.

Paul.

Obrigado, por ter gostado.

- Eu limpo para voc�. - Eu posso fazer isso.

Srta. March...

j� tentou aliment�-los � noite?

- Parece entender bastante. - Bem, pode ajudar.

Diga-me, h� quanto tempo t�m problemas com a raposa?

Desde que trouxemos as galinhas.

Talvez eu possa fazer alguma coisa.

Ela � muito esperta.

Oh, Srta. Benford, parab�ns. Veja s� isso.

- � maravilhoso. - Obrigada.

- Chamo de lindo. - Espero que esteja gostoso.

March... March, quem tem mais m�rito, a cozinheira ou o ca�ador?

O ca�ador cumprimenta a cozinheira e agradece....

por convid�-lo para esta refei��o maravilhosa.

Oh, realmente? Absolutamente.

Oh, March. Desculpe.

- Voc�. - Claro, � um prazer.

Quer a carne branca ou escura deste p�ssaro magn�fico, Srta. March?

Com licen�a.

Espero que goste de arroz com a�afr�o.

Vai me acostumar mal.

- Oh, bem... - Obrigada.

Depois de passar tanto tempo no mar, posso acostum�-lo mal.

� imposs�vel.

Desculpe, n�o posso acreditar. Ningu�m pode cozinhar assim.

Maravilhoso.

Ou�am...

posso estar me intrometendo...

mas notei...

que precisam fazer muitas coisas aqui.

Algumas cercas ca�ram.

O telhado do galp�o precisa de telhas.

N�o t�m lenha para o inverno todo.

E precisam arrumar muitas coisas.

Tenho duas semanas antes de voltar ao navio.

N�o tenho o que fazer.

E adoraria arrumar as coisas para voc�s, antes de voltar para o navio.

N�o as culparia se dissessem n�o.

Mas quis perguntar.

Eu... Eu n�o sei.

March...?

- Por qu� n�o diz algo? O qu� espera que eu diga?

Como se sente?

� a mesma coisa para mim.

Acho que seria �timo.

Seria como se meu irm�o estivesse aqui. N�o acha, March?

Seria bom ter algu�m, al�m de n�s, aqui em casa.

March...?

- N�o quero incomodar a Srta. March. - Para mim, tudo bem.

Por que criar caso com isso?

Ent�o, est� bem?

Sim...

est� tudo bem.

Oh, March...

March, vamos comemorar bebendo cidra.

Precisa tirar o barril.

- Eu fa�o isso. - Eu te mostro.

Est� no por�o. Deste lado.

Vamos, voc� prometeu me mostrar. O qu� estou fazendo errado?

- Coloque seu dedo nesta corda. - Esta aqui?

E coloque este aqui. Estique este at� aqui.

- Aqui? - N�o. N�o. For�a. Com for�a.

Est� horr�vel. Nunca vou aprender a tocar.

- Est� �timo. - Est� rindo.

- Realmente. Est� �timo. - Pode me servir?

- N�o, March, j� � o quarto. - N�o seja louca, pare de contar.

N�o, Paul. Ela j� bebeu bastante.

N�o foi o bastante.

Sr. Grandfeld.

Oh, venha Jill. Vamos ter uma festa. Vamos comemorar.

� um longo inverno e esta fazenda n�o � divertida.

Venha, vamos comemorar.

Vamos comemorar. Dane-se a neve, as galinhas, a lenha.

Dane-se a raposa. N�o posso esquecer dela.

Voc� se parece com ela, Sr. Grendfeld.

� incr�vel.

- Especialmente quando come fais�o. - � incr�vel.

Ela era uma donzela, jovem e respeit�vel

Ele era refinado e muito orgulhoso

Ele beijou os seios dela e achou delicioso

E suavemente ela suspirou: "Fa�a o que quiser"

March, � terr�vel. Onde aprendeu isso?

Deite-se...

deite-se...

mesmo nunca tendo feito isso.

Deite-se...

deite-se...

e nunca mais ser� uma donzela.

March, sabe de uma coisa? Acho que est� b�bada.

- � "absotulamente" rid�culo. - "Absotulamente "?

Isso mesmo. Pergunte ao Sr. Grandfield.

N�o esteve no mar? Eu estou b�bada?

Bem, eu...

Est� vendo? Encha de novo.

Ele fez o que queria, sabendo que ela n�o se importava.

Ele fez o que queria at� estar prestes a apagar.

March...

Ele fez o que queria e ficou surpreso ao descobrir

que apesar dele pedir ela n�o parava.

Deite-se...

deite-se...

mesmo nunca tendo feito isso antes.

Deite-se...

deite-se...

e nunca mais...

ser� uma donzela.

Chega! March, chega...

Chega, vamos... Paul, segure aqui.

Como � tola!

Com licen�a.

Vamos.

- Boa noite. March, chega! - Deite-se...

Que �timo. Vai durar para sempre.

- O qu� disse? - Eu disse que vai durar para sempre.

- Sim, ao menos uma semana. - March, olhe.

- � um bom tronco. - Obrigado.

Quero que ela corte esta �rvore velha, mas n�o me ouve.

A �rvore est� viva e n�o vou cort�-la!

Deixe-me ajud�-la.

- Posso fazer isso. - Est� pesado.

Eu disse que posso fazer isso, Sr. Grandfeld.

Paul, lembra-se.

Srta. Benford.

Para voc�.

Gosta? Sabe o que s�o?

Sei, jacintos.

- Isso. Estavam perto do c�rrego. - Obrigada.

March, veja o que o Paul me trouxe.

- Jacintos. N�o s�o lindas? - S�o ador�veis e muito raras.

Onde est� o vaso azul?

J� terminou?

A sopa est� quente. Eu pego para voc�.

- Onde est� Paul? - Como vou saber?

Encontrei uma �tima receita para sobremesa...

e podemos usar as ma��s que pegamos. Lembra-se?

Aqui, sente-se.

March, sente-se aqui.

Vai se aquecer.

Nunca mais irei me aquecer.

Minhas m�os est�o congeladas.

Meus p�s parecem blocos de gelo.

Encontrou uma receita para sobremesa.

Voc�, sua tigela e assadeira para conquistar a todos.

� �timo, Jill. Apenas �timo.

Oh, March...

March, � cruel.

Muito cruel.

Inferno...

Ellen...

quero perguntar-lhe uma coisa.

Ei, temos bastante feno para o inverno.

Ellen, quero pedir voc� para casar comigo.

Desde o primeiro momento...

que a vi...

eu sabia que queria casar com voc�.

- N�o faz sentido. - O que vale � o que sente.

Quero que seja a minha esposa. E isto � certo.

Sempre que a vejo, sei o que � certo.

- N�o sabe o que diz. - Sei sim, eu quero voc�.

- N�o, por favor... - Me ou�a!

- Diga... - O qu�?

- Que vai casar comigo. - N�o posso.

Voc� pode e sabe disso.

� certo.

- E sabe que � certo. Diga isso. - N�o posso, n�o posso.

Ellen...

quero casar com voc�.

Acredita em mim?

Ellen...

eu quero voc�.

March! Paul! O ch� est� servido!

March, achei que gostaria...

de tomar ch�.

A Srta. March me contava como se conheceram na escola.

Meus olhos est�o ruins esta noite.

� mesmo, Jill?

Um centavo pelo seu pensamento.

N�o gaste seu dinheiro.

- Eu me arrisco. - Ter� que pagar?

Sim, �s vezes gasto 25 centavos por semana.

Est� brincando?

Fazemos este jogo, quando n�o temos o que fazer.

- Nada para fazer? - Quando estamos entediadas.

- Aqui, �s vezes, � entediante. - Lamento saber disso.

Deve lamentar se esperava algo mais.

Para mim, n�o �.

� bom saber disso.

- Quando deve voltar? - Em tr�s dias.

As raposas.

Preciso ca��-las.

- Odeio esse som. - S�o t�o r�pidas.

Sim.

Mas n�o � apenas a velocidade...

n�o pode entrar na floresta e pedir ao alce...

para que apare�a na sua frente.

Quando sai, se concentra...

e se encolhe num canto.

N�o � o que voc� faz, mas como se sente.

O que voc� quer � mais poderoso do que o alce quer...

porque voc� est� encolhido.

� isto que o mata, mesmo antes de atirar.

O alce tenta revidar, mas n�o adianta.

Porque sua vontade � mais forte.

E voc� nem sabe que a arma est� no seu ombro...

ou se est� puxando o gatilho.

Porque sua vontade leva aquela bala ao cora��o dele.

A sua vontade.

E a raposa?

Sim?

A sua vontade pode colocar uma bala no cora��o dela?

- Claro, e a sua tamb�m. - Eu tentei.

- Tentei, mas n�o pude atirar. - Mas n�o queria a vida dele.

Sim, eu queria...

as galinhas estragaram tudo.

March, para mim chega. N�o vou mais ouvir isso. Vou para cama.

Voc� me ouviu?

Sim.

- N�o vem? - Sim, Jill. Num minuto.

Bem, n�o demore.

Apaga o fogo?

Espere.

- N�o respondeu a pergunta. - O qu�?

Voc� casa comigo?

- N�o posso responder isso. - Pode sim.

Diga que sim.

March!

� a Jill. Preciso ir.

- Voc� quer. - Por favor, Paul, por favor.

Diga... que casar� comigo.

March!

- Me deixe ir. - Diga.

- Diga. - Sim.

- Sim, sim, qualquer coisa. - Promete?

Sim, qualquer coisa. Me deixe ir.

Sim...

Est� na hora dele ir embora daqui.

Bom dia.

- Atrasou e est� tudo frio. - Tudo bem, caf� j� basta.

Dormi pesado.

Mesmo? Eu n�o.

Sabe, Srta. Benford...

acho que voc� e a Srta. March deveriam ter quartos separados.

Deve ser irritante ficar acordada por causa da outra.

Tenho uma ideia.

Construo mais um quarto no lugar da cozinha.

Voc� o qu�?

Outro quarto. Faz sentido, ainda mais agora.

- Devo contar a ela? - Do que est� falando?

Ellen...

Contar-me o qu�. Do que est� falando?

Ellen e eu vamos nos casar.

Isto � rid�culo. Absolutamente rid�culo.

- Mas � verdade. - N�o acredito.

Por que n�o?

March, como pode ser t�o tola? � rid�culo, ele � um vagabundo.

J� fui casado antes.

March, do que ele est� falando?

N�o � da sua conta.

� da minha conta evitar que ela desperdice sua vida.

A vida � dela e n�o deve satisfa��es a voc�.

Est� certo. N�o devo satisfa��es a ningu�m!

Voc�s dois, parem!

- Por que n�o disse a ela? - N�o quero falar disso agora!

Calma, garoto.

Vamos.

N�o, March...

N�o posso viver na mesma casa com voc�s.

N�o aguento t�-lo no mesmo ambiente.

Foi tolice t�-lo deixado ficar.

- Ele me ama. - N�o v� que � por interesse?

Ele quer assumir o controle de tudo.

Ele acha que pode. Vamos ser controladas por um vagabundo?

Se n�o for como ele quiser, vai deix�-la.

- Ele n�o vai mais ficar aqui. - Ent�o, diga para ele.

Eu digo. N�o se preocupe com isso.

Ele � maldoso e s� quer usar voc�.

Oh, March...

March, escute, eu estou com tanto medo.

Desculpe. Estou com tanto medo. O que vai acontecer?

- Nada vai acontecer. - O que est� havendo?

- Ele ir� embora em 2 dias. - Sinto-me t�o solit�ria.

- O que foi? - Matei a raposa!

- O qu�? - Matei a raposa!

Quase nos matou de susto!

Desculpe.

Senti que ela estava por perto.

Espere...

N�o � linda?

- Ellen, venha ver. - N�o, agora n�o.

- De manh�. - Des�a agora.

N�o, de manh�, Paul.

- � linda. - � bom v�-la morta?

- Suponho que sim. - Vou embora depois de amanh�.

Vou voltar ao navio e pegar meu pagamento.

Faremos planos. E vamos casar assim qe eu voltar.

- Por favor, Paul. - Voc� concordou.

N�o posso deixar a Jill assim. Ela depende de mim.

Est� na hora da Jill aprender a cuidar de si mesma.

- N�o posso falar agora. - Quando.

- Vai de trem? - Pela manh�.

- Ir� amanh�? - Sim, no trem de amanh�.

Quais s�o seus planos?

Planos?

Sim. Voc� e March. Quando v�o se casar?

Ainda n�o estamos certos.

Oh...

Como n�o t�m certeza? Vai embora sem acertar nada?

Pensei em nos casarmos em breve.

Voc� pensou?

- Parece ser mais simples assim. - � simples, se fizeram planos.

Est� certa. J� fizemos nossos planos.

S� gostaria de saber, se n�o for muito inc�modo...

porque se March for embora devo procurar um apartamento.

- Ela n�o pode ficar aqui? - N�o.

N�o h� lugar aqui para um casal casado.

Esta fazenda n�o rende nada.

N�o h� a menor possibilidade de ficarem aqui quando casarem.

Est� bem.

Voltaremos para Vermont.

Ouviu que ele quer voltar para Vermont?

� a primeira vez que ou�o isso.

Realmente, Paul. Devia incluir March nos seus planos. Ela pode opinar.

March, quer ir para Vermont?

- N�o sei. Tenho que pensar. - Por que tem que pensar?

N�o vou for��-la.

March...

n�o consigo fazer isso direito. Pode me ajudar?

Agora n�o, Jill. Vou para cama.

- Ei, Jill, deixe-me ajud�-la. - Posso fazer isso.

- Pare com isso. - Disse que posso fazer isso.

- Sinto que estou atrapalhando. - N�o � verdade.

L� est� ele, todo convencido.

March, eu...n�o entendo como pode, sendo ele t�o vulgar.

- Rebaixando-se dessa forma. - Espere um minuto, Jill.

- N�o me rebaixei. - N�o?

E como deixa algu�m como ele fazer voc� de tola?

Oh, March...

March, espere para ver como vai trat�-la depois que...

Se � que j� n�o o fez.

Achei que tivesse mais orgulho, March.

Realmente achei. Como deixa que ele trate voc� t�o mal?

Ningu�m vai me tratar mal. Nem voc�, Jill.

Sempre volta para mim.

- Esque�a, ele partir� amanh�. - Otimo.

� muito tempo para mim. Odeio v�-lo.

� mesmo? N�o tenho tanta certeza.

March, o que quis dizer?

March... eu fiz uma pergunta.

Paul...

Paul, posso falar com voc�?

Por favor?

Vou lhe pedir um favor.

Se quer ir para Vermont, tudo bem, tudo bem.

Mas se acomode antes de casar com a March.

� justo. Voc� nem tem um lugar para ela morar.

Sei que pare�o ego�sta...

como se dissesse isto porque quero te ferir.

E quero mesmo.

Por favor...

por favor, pe�o para pensar melhor.

D� um tempo para March, e para voc� mesmo.

� tudo que eu pe�o.

Faz parecer um c�lculo matem�tico.

Eu a quero. � s� isso.

E vou lev�-la.

E n�o importa com o que aconte�a a ela?

N�o vejo o que ela tem aqui com voc�.

Por favor, por favor...

tenho algum dinheiro, n�o � muito...

mas se deix�-la em paz, pode ficar com tudo.

Como nunca se casou, Srta. Benford?

N�o � feia.

Rosto bonito...

pernas bonitas...

ajeitada.

Mas nunca teve um homem.

Acho que isso � um problema.

N�o � o que voc� quer?

N�o � o que voc� precisa?

Estou faminta. O que temos para o jantar?

Algu�m diga alguma coisa. Parece um funeral.

- Mais caf�? - Por favor.

- Jill? - N�o.

Eu quero.

Amanh� vai pegar o 810 ou o 1120?

O 1120.

Est� levando as suas coisas?

N�o se preocupe, n�o vou ficar. Voltarei para buscar a Ellen.

Que horas s�o?

Dez e cinco.

Pronta para dormir?

Espero por voc�.

Vou em um minuto.

Vou tomar um pouco de ar.

Vamos dar uma caminhada?

N�o.

Vamos.

March!

- March, n�o vai sair a essa hora. - Por que n�o?

Com este vestido? March, vai congelar.

- N�o seja boba, March. - Ela vai ficar bem.

- Por favor, n�o seja rid�cula. - N�o vou demorar.

E eu lavo os pratos mais tarde.

Jill.

Deixe que ela chore.

Acabar� fazendo isso mesmo.

Paul...

como pode ter certeza?

Eu tenho.

N�o posso imaginar minha vida sem voc�.

As duas coisas andam juntas.

E se n�o for assim?

Ser� assim, eu sei.

Gostaria de sentir o mesmo.

Tudo parece irreal para mim.

Como se fosse com outra pessoa.

Eu pare�o irreal?

N�o.

N�o quando estou com voc�.

Eu estou aqui.

Sim, est�.

Mas...

- mesmo assim... - Est� com medo?

N�o.

Queria estar com a Jill?

N�o. N�o queria.

Deve estar com frio. Vamos entrar, acenderei a lareira.

D�-me a sua m�o.

O que est� errado?

Diga-me, o que est� errado?

Eu quero voc�, Paul. Eu quero voc�.

Paul...

March?

March!!

March?

March?

March!?

March!

March!

March?

March?

March!?

March?

March!

� bordo!

Uma semana.

Duas, no m�ximo.

Paul, eu...

- Eu preciso de voc�. - � bordo.

Eu preciso de voc�!

N�o se preocupe. Nos vemos em uma semana.

Voltarei para voc�. Estarei aqui!

Paul!

Paul!

Jill!

Jill!

Jill!

N�o, por favor!

V� embora!

Vamos conversar.

N�o h� nada para dizer.

Olhe para voc�.

Tem que fazer alguma coisa.

N�o pode continuar assim.

N�o come h� dois dias.

- Vou preparar algo. - N�o, eu n�o...

Por favor, n�o podia comer nada.

Veja seu cabelo, est� todo embara�ado.

March...

March, por favor, me diga quem voc� quer.

� ele?

Eu n�o sei, Jill.

Gostaria poder responder a voc�.

Tenho sido feliz aqui.

Do meu jeito, sinto-me respons�vel por voc�.

Pelo nosso mundo.

Quando estou com ele...

quero toc�-lo.

E quando ele me abra�a...

sinto que...

me misturo em sua carne.

N�o existo mais.

Mas quando ele n�o est� aqui...

eu n�o sei.

Estou confusa.

Oh, March...

March... voc� precisa saber.

O que me espera, Jill?

O seu eu. Algo que eu n�o poderia tirar de voc�.

Oh, March...

- Jill... - March...

Jill, eu n�o quis machuc�-la.

Amei voc� por tanto tempo.

March...

March...

- sempre te amei. - Eu sei.

Querido Paul...

me perdoe, mas tenho que escrever esta carta para voc�.

Tenho pensado muito sobre voc� e eu...

e me parece completamente imposs�vel.

Sei que n�o te amo e n�o posso me casar com voc�.

Sei o que � o amor at� com rela��o a Jill.

Eu a conhe�o e quando estamos juntas, parece que me conhe�o.

Temos uma vida aqui e mesmo que n�o dure...

enquanto durar tem um significado.

N�o posso casar com voc�, Paul.

S� posso me desculpar e esperar que voc� entenda.

Por favor! Tente me perdoar.

Sinceramente. Ellen.

Pare!

Oh, March...

n�o consigo cortar mais.

Vamos, est� congelando. Vamos para dentro, Jill.

Vou conseguir.

March, est� bem. Fa�a voc� mesmo.

Voc� n�o tem jeito de lenhador.

Tem certeza que n�o vai cair sobre o galp�o?

- N�o, vai cair sobre a cerca. - Podemos consertar a cerca.

Jill, eu posso consertar a cerca.

Tudo o que fa�o por voc�.

Certo! Vamos l�!

Agora! Para tr�s!

March!

Oh, March...

Veja!

Oh, Deus! O que faremos?

N�o se preocupe, vai ficar tudo bem.

Ent�o, v�o derrub�-la.

Sim, finalmente!

N�o esper�vamos voc�.

Ahhm.

Que pena.

Ainda est� viva.

Voc�s trabalharam.

March, diga alguma coisa.

Sim, fizemos pouco a pouco...

sem muito sucesso.

Posso terminar para voc�s?

Nos pouparia trabalho.

Jill acha que pode atingir o galp�o.

Acho que n�o.

Espere!

Vamos!

Tudo bem.

Saia da�, Srta. Benford.

N�o seja bobo. Est� pendendo para o outro lado.

- Sim, mas pode virar. - Por favor. N�o seja tolo!

- Acho melhor sair da�. - Fa�a isso de uma vez.

Est� bem.

Jill!

Jill!

Jill!

Jill! Jill!

Jill!

Jill!

Jill!

Jill!

Deixe-me!

Deixe-me, Jill...

Ela est� morta.

Aproximadamente 100 aves...

um cavalo...

um moedor de milho..

oito engradados de feno, v�rias ferramentas de jardim.

Agora, vamos relacionar os objetos da casa.

Uma mesa de jantar em pinho.

Um rel�gio, uma cadeira de balan�o.

Duas cadeiras extras, um sof� vitoriano...

Eu notei que o sof� da Srta. Grendfeld est� rasgado.

Sim.

� toda a rela��o dos bens pessoais.

Srta. March?

Srta.March?

Ellen?

O que quer fazer com as roupas da Srta. Benford?

Roupas?

- Pode levar. - Vou doar para a caridade.

� melhor se apressar se quiser chegar � esta��o.

A estrada est� molhada. Dirijam com cuidado.

Ellen...

vamos embora.

Precisa de telhas novas.

Sim.

Vai ficar tudo bem.

Sei que ser� feliz.

Serei?

Tradu��o e sincroniza��o Gerigato

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.