All language subtitles for DOTA.Dragons.Blood.S01E04.the.Monster.at.the.End.of.This.Book.720p.NF.WEB-DL.DDP5.1.x264-E.N.D

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Original subtitles

UMA SÉRIE DE ANIME NETFLIX

Deusa.

-Luna, seu medo me chama. -Apenas a minha raiva, deusa.

-As flores de lótus sumiram. -Você tem medo de uma história.

-Isso te dá raiva. -Mas se for mais do que uma história…

-Uma profecia. -Eu estava lá, Luna.

A história se torna mito porque é recontada várias vezes.

Criam significado onde não há nenhum.

Promessas dos pais do fracasso se tornam profecias.

Todas nascidas de historinhas para crianças.

A princesa Mirana foi exilada por seu fracasso.

Eu voltei da minha busca de mãos vazias.

A Mirana não foi exilada. Ela fez uma escolha.

A jornada dela não é a sua.

O roubo das flores de lótus é um crime grave.

Ele nos custou muito caro, mas você deve ter fé.

CAPÍTULO 4 O MONSTRO NO FINAL DO LIVRO

É bom sair do vento.

Seu braço…

-Não percebi. -Vou fazer um curativo.

Há um estábulo com capas de cavalos para o Sagan.

Achei você.

Uísque Fogo de Dragão.

Não é Geleiras Devastadas Brancas, mas vai te aquecer.

Sim, por isso se chama Fogo de Dragão.

Imaginei.

Escute. Se quiser conversar, estou aqui.

Coma algo quente, durma e logo poderá ir.

Logo mesmo.

Temos companhia.

Kaden. Você o encontrou aqui. No frio.

Vermelhos e dourados estão agindo de um jeito estranho.

-Fáceis de caçar, difíceis de matar. -Você não faz parecer difícil.

A armadura. Cada peça é forjada de dragão.

Quanto mais velho, melhor. Um adulto. Eu tirei a força dele.

Adulto?

Um adulto exigiria metade da ordem para ser abatido.

Só eu.

Não esperava ver ninguém aqui. Teve notícias do Bram, meu escudeiro?

-Eu o enviei à Fortaleza do Dragão. -Enviou de onde?

De Barrowhaven. Limpávamos um ninho de Vormes.

-Pensei ter encontrado um Ancivorme. -Pensou ou encontrou?

Nós… Não, nós não encontramos.

-A dama não aprova. -Como é?

Conheço a expressão, o olhar.

Pensando: "Coitado desse animal!"

Sabe o que ele faria com você na natureza?

A mordida dele derrete carne, cozinha o sangue nas veias.

Mantém você vivo e gritando. Homens fortes imploram pela morte.

Um Cavaleiro Dragão honra seu inimigo.

Mas nunca podemos esquecer o que são.

Máquinas de matar.

Eu… vou ver como a Marci está.

-Davion, espere! -Agora não.

-Você mentiu para ele. -É pior do que isso.

-Eu queria lutar com ele. -Lutar com ele?

É loucura, eu sei.

Foi quando o vi com aquele Vorme nas mãos.

Naquele gancho.

Você queria voltar à Fortaleza para falar com alguém igual a ele.

É a sua chance.

-Ele não entenderia nada disso. -Tem medo de que ele não entenda.

Pensei que Davion, o Cavaleiro Dragão, não tivesse medo de nada.

Quantos anos tinha quando aprendeu a se manter nas sombras?

No fim da infância.

Alguma variação no poder dessa habilidade?

À noite.

Luas cheias.

Com a minha família.

Interessante. As estações…

Saber disso vai trazer Mene de volta?

Você é sempre tão emotiva assim?

Tive um sonho ontem à noite.

Gostaria de anotar?

-Diga-me. -Estava escuro.

Ouvi o nome de Mene várias vezes.

Meu grupo, minha família. Nós venerávamos, amávamos.

Eu vi os rostos deles.

Dyfed, Idwal, Adara.

Eles sorriram.

Então eu acordei.

Sozinha em uma torre.

Todos esses livros. Toda essa magia. Você não entende nada.

O que devo fazer com isto?

Entenda tudo.

É a comida ou a companhia?

-Como é? -Você não está comendo.

Subir a montanha foi complicado.

Então peguem. Escamas de dragão. Isso deve facilitar a viagem.

Obrigada.

Imagino que não tenha vindo de tão longe para caçar filhotes.

-Vim acertar minha dívida de dragão. -Dívida de dragão?

-Uma dívida com dragões. -Não com dragões. Com os homens.

Foi há quase 20 anos. Trinta de nós rumo à cidade de Leathsham.

Bela cidade. Vormes eram avistados.

Temendo que fosse um dragão adulto, não nos arriscaríamos.

Eu tinha um diário. Estava preocupado com uma garota.

Ou alguma bobagem.

Então o céu se abriu. Um rastro de fogo. Parecia dia.

Parecia o Inferno.

A preocupação com garotas se perdeu entre as chamas.

A bravura e o treinamento nos fizeram seguir em frente,

até a boca da morte.

Só soubemos quando o vimos,

à luz do próprio fogo.

As escamas vermelhas oscilavam à luz da lua.

O tamanho dele.

Não entendia como ele se movia.

Então a boca dele se abriu.

Saiu dor de dentro dela.

Saiu a morte de dentro dela.

A fumaça da carne queimada embaçou o ar.

Senti a mão do capitão na minha perna.

Eu caí para trás e não vi mais nada dele abaixo do peito.

Ele tinha me ensinado a lutar, e agora havia virado polpa.

Trinta homens foram a Leathsham.

Um voltou.

Eu voltei.

Então, sim. Estou caçando algo maior que Vormes.

Estou caçando o Slyrak.

Depois de quase 20 anos, finalmente achei o covil dele.

Estava vazio. A fera se foi.

Segui os rastros dele pela terra.

Me levaram a uma montanha perto de Barrowhaven.

Bela cidade.

Não achei o Slyrak. Encontrei um dragão morto, um homem morto.

E encontrei isto, que é seu.

Você entrou naquela caverna e não estava preparado para o que viu.

Você fugiu e está com vergonha.

Não fique.

Vi de perto o que um Ancivorme pode fazer

a um grupo inteiro de Cavaleiros Dragão.

Um homem despreparado não tem esperança de vencer.

Mas, para matar o Slyrak, preciso saber o que você viu.

Quando acordei, estava nu. Tudo tinha sumido. Até isto.

Só me lembro disso. Preciso da sua ajuda.

Fizemos um juramento sagrado.

-Cavaleiros Dragão. -Irmãos. Você terá a minha ajuda.

Eu prometo.

Eu sabia que ele ajudaria. Está em boas mãos.

-Eu já estava em boas mãos. -Nós dois estávamos.

Ainda tem uísque? Vamos comemorar.

Acho que sim. E acho que tem razão.

Isso mesmo. E amanhã é um grande dia.

Matar dragões, possivelmente ser um dragão e acabar morto.

Então, vamos beber.

-O quê? -Então é disso que se trata?

-Não entendi. -O sorriso, a bebida.

Você e eu. Um disfarce.

Você está sendo "Davion, o maldito Cavaleiro Dragão

que matou o maldito dragão".

-Pare. -Eu sou Davion, o…

Pare. Tire a armadura.

-Não há problema em ser humano. -Sou humano o tempo todo.

Viu? Humano.

Certo. Quer saber? Melhor não.

Diga o que quer que eu diga.

Comece com o que estou vendo.

Você não come, está confuso, na pior.

Está em casa com seu herói e devia se sentir seguro.

Devia estar melhor, mas se sente pior.

E você se esconde.

Você, princesa Mirana, vai me dar sermão sobre me esconder.

Toda noite quando vou dormir e toda manhã quando acordo,

me pergunto quem sou.

Antes eu sabia. Eu fazia sentido. Eu era…

Não.

A caverna. Eu vi horrores. Adorando uma pedra vermelha estranha.

De outro mundo.

Poderosa. Eu a senti, eu a ouvi.

Prometendo preencher o vazio em mim. Era loucura.

Mas também era uma resposta.

E eu estava pronta para deixá-la ser a resposta.

Foi aí que percebi. Era só um esconderijo.

E agora quero uma bebida, companhia

e uma resposta melhor que a loucura.

Não sou uma resposta melhor. Nem mesmo uma resposta diferente.

Você não decide isso por mim.

Durma bem, Cavaleiro Dragão. Te vejo quando acordar.

Selemene.

-Que a lua crescente esteja convosco. -Que a sua lua sempre esteja cheia.

Você me ama?

Você é a luz que brilha atrás dos meus olhos.

-Me venere. -Ninguém há de venerá-la mais.

Você me ama?

-Salve-me! Por favor, deusa! -Você me ama?

Deusa, por favor!

Eu te amo!

Por favor!

Mil anos, e essas pessoas ainda não sabem quem você é de verdade.

A alma dela já voltou ao Plano Material.

Ela não se lembrará disso e só terá um amor renovado

e intenso por mim.

-Não vejo mal nisso. -Você nunca vê.

Sei que está com as flores. Foi assim que você chegou aqui.

Só não sei por quê.

Para acabar com isso. Pode ficar com as flores.

-Só quero uma coisa. -Qualquer coisa.

Deixar o passado para trás. Perdoá-la.

-Me despedir. -Se despedir?

De quem eu me despediria?

-Você nem tem mais nome. -O que não é nomeado não é conhecido.

-O que não se conhece não pode se ferir. -Nem amar.

Que pena…

Não conhecer o único ser que me viu como eu realmente sou.

-Eu já amei você. -Uma vez.

Eu poderia amá-lo de novo.

Selemene. Isso não é…

Você me ama?

Nada…

Nada.

Eu não sou nada.

Kaden?

Davion?

Davion!

Kaden! O que está fazendo?

Kaden!

Kaden?

Dragão Iônico. Eles não mentem. Agora você também não pode.

Onde você está?

-Apareça. -Não entendo!

Você não, irmão. Ele.

-Slyrak. -Ele se foi! Está morto!

Não está.

Onde você está, covarde?

Aqui.

-Escondido nesse garoto. -Viajando.

-Viajando para onde? Diga-me. -Camundongo. Cheira a medo.

Vejo montanhas se afogarem em oceanos.

-Para onde vou, nenhum homem pode ir. -Saia e me siga até sua morte.

Você busca minha destruição. Sua vingança não será saciada,

e sua glória não será cantada para sempre, pois não haverá quem a cante.

Após ser liberado dos grilhões do corpo,

o tempo, o espaço, as diversas formas,

os pilares da ordem e do caos se dissolvem.

O que espera os universos infinitos é uma destruição

sem chance de regeneração.

A ausência de nada. Você não sabe quem está enfrentando.

Passei 20 anos me preparando para isto. Para você.

Impérios ardem sob o meu sopro, camundongo.

-Exércitos viram cinzas. -Um exército contra você morre aos gritos.

Não preciso de um exército ou de um dragão adulto.

Quanto maior você for, maior será o estrago.

Eu me lembro de você.

Eu me lembro do gosto dos seus amigos.

Eu me lembro do cheiro do medo deles.

O camundongo sortudo fugiu, essa é a verdade.

Também me lembro do cheiro.

Não posso esquecer. Acabaram minhas perguntas.

-Vinte anos. -Nada para mim.

Vinte malditos anos e 29 almas.

Acha que não estou preparado para isso?

Você também não pode atingir um Dragão do Caos.

Pela deusa…

Aí está você, filho da puta.

Marci! Sagan!

Ele se foi.

Como tudo deu tão errado?

Você me abandonou.

-Eu abandonei você. -Mas sou uma deusa benevolente.

Eu te perdoo.

E a ela?

-Você a perdoa? -Não.

Eu assisti impotentemente.

-Quando criança, nossa filha se foi. -Por favor. Já passou.

-Volte para mim. -Diga o nome dela, e serei seu.

Ela era sua filha.

Morta.

Todos os seus filhos esquecidos te odeiam.

Os elfos se levantam. Um exército secreto, uma Legião Élfica,

emergindo de todos os enclaves do mundo.

-E eu tenho as flores de lótus. -Você não pode.

-Não faria isso. -Você não quis salvá-la.

E não pode se salvar.

A garota. O que houve com ela? O que aconteceu com…

É verdade?

Deusa.

Fui piedosa com eles por mil anos!

Dei paz a eles.

Em troca, eles permitem que divergências e maldades supram suas fileiras!

Eu poderia ser tudo para eles, mas eles escolhem o nada eterno!

-Quem? -Os elfos! Os enclaves!

Um sonho desperto de seu Apocalipse da Lua Negra.

Disse que era só uma história.

A intenção deles é real, e agora a ameaça também.

O luar os iluminou por tanto tempo

que se esqueceram de que ele é meu.

Você será meu lembrete. Tome a Ordem da Lua Negra.

Queime as impurezas que sobrevivem nos enclaves.

Devolva-os para os meus braços.

A Ordem não sai do Bosque de Noiteprata

há mil anos.

E sairá com o mesmo propósito da primeira vez.

A Deusa da Lua vai à guerra.

BASEADA NO JOGO DOTA 2, DA VALVE

Legendas: Aline Leoncio

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