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Bom dia, professor. Eu disse bom dia.
CENTRO DE PESQUISA SLATON
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David...
...est�o aqu�.
Julian!
Voc� est� bem, Julian?
Julian!
O que aconteceu com voc�, Julian? Est� bem?
Julian!
Julian, voc� est� bem?
Julian, voc� est� bem?
Julian!
OS INVASORES
Estrelando Roy Thinnes, como o arquiteto David Vincent.
Os Invasores...
Seres de um planeta que est� para ser extinto.
Seu destino: a Terra.
Sua inten��o: fazer dela o seu mundo.
David Vincent os viu.
Para ele, tudo come�ou em uma noite que passava por uma estrada deserta
procurando um atalho que nunca encontrou.
Come�ou com um restaurante fechado e abandonado.
Um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.
Viu a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.
Agora, David Vincent sabe que os Invasores est�o aqui.
Que tomaram a forma humana.
E, de alguma forma, precisa convencer o mundo descrente...
de que o pesadelo j� come�ou.
Atores convidados: Joanne Linville
Donald Harron
Kent Smith
Convidado especial: Charles Aidman
Epis�dio de hoje: A Cova
O professor Julian Reed...
...um dos integrantes do grupo de David Vincent...
...foi internado em uma institui��o psiqui�trica.
� v�tima dos extraterrestres ou de sua pr�pria mente?
Ol�.
Sinto. Sinto muito.
� um prazer te ver. Entre.
David, te apresento a nosso filho, Frankie.
Frankie.
- � um prazer. - Como vai?
- Bem, obrigado. - Fico feliz.
O senhor Vincent vai passar uns dias conosco.
Este � um momento dif�cil. Se o irritar, me diga>
N�o diga bobagens.
Como est� Julian?
- N�o deveria estar na cama? - Certo, mam�e.
- Estou contente em te conhecer. - Obrigado.
- At� amanh�. - Sim.
- Boa noite. - Boa noite.
A sua vinda nada modifica. N�o se pode fazer nada.
� grave?
N�o creio que esteja...
...louco.
Est� emocionalmente esgotado, isso � tudo.
O que lhe aconteceu?
Preferir�a n�o falar disso agora. Sente-se.
- Tenho que saber, Pat. - N�o posso!
Me d� alguns d�as.
Sinto.
- Onde est�? - Em Brookside.
URG�NCIAS ENTRADA
- David! - Ol�, Julian.
- Fico contente em te ver. - Como voc� est�?
Muito melhor, obrigado. Passei muito mal.
Sofri alucina��es paran�icas. Mas, j� acabou.
- Quanto tempo faz que est� aqui? - Algumas semanas.
Ainda tenho d�vidas sobre algumas coisas.
Se importa se nos sentarmos al�?
- Suspeita dele? - Suspeitava de todos.
Quando me disseram que tinha visita, pensei que seria a Pat.
Como est�o ela e Frankie?
N�o t�m te visitado?
Suponho que Pat tenha muito trabalho.
Pois, est�o bem.
Frankie e eu estamos nos tornando amigos.
David...
...minha perman�ncia aqu� n�o � acidental.
A psicose que sofri foi induzida.
Usaram a m�quina de sonhos.
N�o sei o que �.
O que � uma m�quina de sonhos?
� o n�cleo do projeto em que eu trabalho
O que sabe do Centro de Pesquisa Slaton?
S� o que li na imprensa.
Como o chamam? "A f�brica de pensamentos".
John Slaton se reuniu com alguns dos maiores cientistas do pa�s...
...para resolver os problemas de nosso programa espacial.
Muito dele � altamente secreto.
N�o sei ao certo se os invasores se limitam a observar...
...ou est�o interferindo ativamente...
...por�m, j� foram cancelados alguns projetos.
- Acha que est�o envolvidos? - Tenho certeza.
Jeff Brower, meu ajudante, � um deles.
Sabe que descobri que est�o em Slaton.
E tentou te desacreditar...
...te fazendo enlouquecer.
Vou investig�-lo.
Seria bom se eu pudesse sair para te ajudar.
Nos resta pouco tempo. Procure John Slaton.
- Avise-lhe. - Certo. Se cuide.
Os extraterrestres s�o fruto da loucura de Julian, n�o a causa.
Acabo de v�-lo. Est� t�o s�o como n�s.
Deveria t�-lo visto h� dois dias.
Come�ou a fazer experi�ncias em si mesmo e perdeu o controle.
Senhor Vincent...
...aceite que foi um cidente.
N�o � l�gico que um homem como ele...
...se arrisque a enlouquecer pelo seu projeto.
Os cientistas s�o uma esp�cie rara.
Na sua busca pela verdade chegam a limites inimagin�veis.
At� brincar de roleta russa com sua sanidade mental?
Sim. Lembre-se de Pasteur.
Se arriscou a uma morte horr�vel se injetando com a vacina contra raiva.
Sem estar seguro de que funcionar�a.
Isso faz muito tempo, n�o acha?
N�o me sobra tempo. Edgar Scoville...
S� pe�o que investigue seus empregados.
- Meus associados. - O que sejam.
Procura algo inexistente na escurid�o.
Srta. Fielding, estes s�o os seguintes.
N�o quero iniciar uma ca�a �s bruxas por um louco.
- Se importa, se eu perguntar? - Sim, me importa.
Mas Scoville � um bom amigo...
...e j� me fez alguns favores...
- Por onde quer come�ar? - Pela m�quina dos sonhos.
Na realidade � um eletroencefal�grafo.
O chamamos assim porque grava impulsos mentais...
...e indica quando algu�m est� sonhando.
Os sonhos s�o sinais de sanidade mental?
Desculpe, mas estou muito ocupado.
- S�o necess�rias tantas perguntas? - Sim.
Sonhar � t�o necess�rio, que se isso n�o for feito...
...uma pessoa sonhar� estando desperta.
Alucinar�.
Se algu�m parar de sonhar, enlouquece.
- � dif�cil acreditar. - Eu lhe asseguro que � verdade.
Como funciona?
Se colocam os eletrodos no couro cabeludo.
Os impulsos el�tricos s�o registrados aqui.
Quando come�a um sonho, soa uma campainha...
...que desperta o assunto.
E nesse momento grava o sonho com perfei��o...
...e este � gravado na fita.
Com sua licen�a, vou comer.
Ainda n�o me foi explicado porque Julian Reed ficou psic�tico.
Antes de eu sair naquela noite, liguei a m�quina.
- O deixou s�? - � um procedimento habitual.
Assim, um de n�s pode descansar. Aqu� h� um revezamento.
Ap�s 5 interrup��es a m�quina p�ra...
...e permite seguir sonhando o resto da noite.
- Desgra�adamente, o rel� falhou. - Desgra�adamente.
O professor Reed estava uma semana sem sonhar. Demasiado.
Estava ao ponto de um colapso nervoso.
Por isso a m�quina estava fixada a s� 5 por noite.
� isto?
Tamb�m registramos o pulso, a respira��o, o bater do cora��o.
O que voc� faz?
Obrigado por sua ajuda.
N�o interrompi algum descobrimento importante?
Hoje foi um dia muito desalentador.
Descobri tanto como voc�.
Voc� � famoso, n�o?
O pessoal est� apostando se...
...de verdade voc� realmente acredita em invasores de outro planeta.
...ou se � tudo uma farsa.
Estou acostumado.
N�o sei o que pensar. Fui verificar o que Julian disse.
E n�o descobri nada porque n�o h� nada o que descobrir.
Esta noite irei visit�-lo. Venha comigo.
N�o posso.
Por que n�o?
Esses s�o nossos simp�ticos vigilantes noturnos.
Ralph, Alfie, lhes apresento o Sr. Vincent.
- Adeus, Sra. Reed. - Adeus.
Est� desejando ver sua familia.
N�o quero que Frankie veja assim o seu pai. Quando estiver melhor.
J� est� melhor.
Est� tranquilo, racional, sabe o que aconteceu.
- Mas voc� n�o pode levar o Frankie. - J� sei.
N�o o viu desde que o internaram.
Acha que n�o me sinto culpada?
Irei v�-lo logo, prometo.
N�o o entendo.
Quero que o entenda.
Suponho que te tenha...
...parecido muito cruel...
...e insensivel.
O meu av�...
...era um anci�o ador�vel.
Eu o queria muito.
Quando tinha 7 anos...
...ficamos s�s. Meus pais tinham sa�do.
De repente...
...perdeu o ju�zo.
Ficou louco! Destruiu a casa...
...antes de que um vizinho conseguisse domin�-lo.
Foi a primeira vez em minha vida que senti...
...terror.
E nunca consegu� esquec�-lo.
Uma desgra�a. Faz muito tempo que aconteceu.
Primeiro meu av� e agora Julian.
N�o deixo de observar o Frankie, parece muito retra�do desde que Julian...
- Espero que seja a minha imagina��o. - A loucura n�o � heredit�ria, Pat.
Mas a tend�ncia, sim, a debilidade.
Julian foi sempre muito forte.
Preciso dele, mas como era antes.
Ele tamb�m precisa de voc�.
Olha, pode verificar com o travesseiro e eu lhe direi o que quer.
N�o...
...eu lhe direi.
David, quando Pat disse...
Sinto n�o haver vindo antes, por�m n�o pod�a.
N�o se preocupe, compreendo.
Uma cientista n�o pode comportar-se assim.
- Como est� Frankie? - Est� bem.
- Ambos est�o bem. - Ningu�m os molestou?
N�o, como voc� est�?
Tenho apetite, meu pulso est� normal, estou pronto para voltar.
Menos ecos.
David, o que pensa do Brower?
- Voc� o viu? - Sim.
� um tanto pomposo, mas...
...n�o � um extraterrestre. Comprovei que o seu cora��o bate.
Devia ser um truque. Est� equivocado.
N�o h� d�vida.
� um extraterrestre, ele ligou a m�quina.
Me explicou isso, disse que o rel� havia se quebrado.
E voc� acreditou?
- Julian, por favor. - Foi um acidente.
Acredito que o esteja encobrindo.
Jeff Brower � um extraterrestre.
N�o h� nenhuma prova.
N�o me acredita, certo?
Nenhum de voc�s acredita em mim.
S� Frankie acredita.
- Frankie? - Ele os viu. N�o lhes disse?
O que est� acontecendo?
Voc� � um deles.
N�o havia visto antes.
Visto o qu�?
- Voc� � um deles! - Julian!
Julian!
� um extraterrestre!
Olhe sua m�o! � um extraterrestre!
Eu o vi! Siga-o!
Deveriam det�-lo, n�o a mim!
Siga-o!
Sinto que tenha feito todo este caminho para nada.
Eu n�o. Tinha que me assegurar.
- Me deixe te levar ao aeroporto. - N�o, irei de t�xi.
Se puder fazer qualquer coisa para ajudar Julian...
O chamarei, claro.
Estar�o bem, voc� e Frankie?
Penso em me dedicar ao trabalho...
...e as crian�as se adaptam r�pido.
Eu n�o posso acreditar.
� assim que morrem.
- N�o lhe diz algo. - N�o.
Parece impossivel.
Julian me escreveu antes de adoecer e me contou dos extraterrestres.
Tinha raz�o. Est�o aqui, em Slaton.
O motivo eram os projetos que acontecem aqui.
Pode me contar algo sobre eles.
Atingem uma �rea muito extensa.
Sistemas com diamantes, medicina espacial, nutri��o.
Meu projeto � um motor de propuls�o.
Eletromagn�tico?
Como voc� sabe?
Alguns de meus colaboradores...
...acreditam que � esse o motor que utilizam em suas naves.
Tem tido algum problema com o seu projeto?
- Alguma interfer�ncia? - Nenhuma.
E os outros projetos?
Alguns foram cancelados. Aqueles que prometiam muito.
Poderia ser sabotagem.
Isso � impossivel.
Enviamos c�pias para Washington. Temos c�pias de tudo.
- Voc� mesma envia os relat�rios? - N�o, os damos a...
John Slaton. Todos os relat�rios passam por seu escrit�rio.
Acredita que seja um deles?
Um deles? Impossivel. Faz anos que o conhe�o.
E se ele se vendeu?
N�o acredito. Ele foi muito gentil quando lhe disse que ia.
Sabe mais alguma coisa?
S� que se for um extraterrestre...
...dar�a prioridade ao sistema de propuls�o que est�o desenvolvendo.
� o projeto de Pat Reed.
Bem. Falarei com Washington.
Obrigado, Ed. Me avise se houver alguma novidade.
Frankie.
Frank?
Posso passar?
Ontem � noite eu vi o seu pai...
...e ele me disse que voc� viu algo. O que foi?
N�o sei a que se refer�a.
Algo raro e que d� medo.
De verdade que n�o vi nada.
� importante, Frankie.
De verdade que n�o.
Bom, acredito em voc�.
Senhor Vincent...
...ele me fez prometer que n�o diria nada a ningu�m.
N�o se importar� que conte a mim.
Estava pescando pr�ximo ao parque de atra��es
Vi entrar dois sujeitos suspeitos.
� dificil acontecer?
� que fica fechado durante o inverno.
Assim que, subi no muro para ver.
Eu vi um monte da m�quinas estranhas.
S� contei ao meu pai e fui dar uma olhada.
Depois, pude ver que...
- ...que estava... - Calma, Frankie.
N�o foi culpa sua.
Temo que se descobrirem o que eu sei...
- ...far�o o mesmo comigo. - N�o se preocupe com isso.
N�o se preocupe.
A sua m�e logo voltar�.
Diga a ela que eu fui ao parque de atra��es. Onde fica?
- A Oeste da cidade - Bem.
SEGURAN�A
H� algu�m na zona proibida.
Jenson, me substitua.
� t�o estranho, que n�o tem sentido.
N�o � estranho. Aplique-o nos computadores.
� como um n�mero infinito de m�quinas de escrever.
De verdade acredita que...
O que aconteceu com voc�? Onde estava?
- No parque de atra��es. - Voc� caiu da montanha russa?
David...
...acredito que conhe�a estes senhores.
Te apresento Art Llewellan, Paul Meyers...
...e Jeff j� o conhece. David Vincent.
Vincent...
- ...n�o � voc� que... - Isso mesmo.
Parece-me. J� falamos sobre ir a outros planetas.
Sente-se. Vamos falar dos seus homens do espa�o.
Posso fazer algo melhor: Posso lhe mostrar alguns.
Se somos capazes de ir a outros planetas...
...porque n�o viriam eles aqui.
N�o dissemos que n�o existem.
Aceitamos que possa haver vida em outros planetas.
Mas h� falta de provas, duvidamos que estejam aqui agora.
Eu posso demonstrar.
Deve estar confuso, David.
As provas s�o para quem as v�.
O que � uma prova para voc�...
...n�o necessariamente � para outros.
H� maquin�rio extraterrestre no parque de atra��es.
Na galeria de m�quinas ou no t�nel do amor?
Come�a a falar como Julian.
Que tipo de m�quinas?
- N�o sei. - Descreva-as.
Me expulsaram antes de que pudesse v�-las.
Quem o expulsou?
A psicose de Julian deve ser contagiosa.
Sente que o perseguem, Sr. Vincent?
Deixe de se fazer de psic�logo. N�o � paran�ia.
Senhores, fim da reuni�o.
Boa noite.
S� pe�o que um de voc�s me acompanhe.
Acho que os cientistas exploram qualquer possibilidade.
Em uma noite fria, tamb�m levamos em conta as probabilidades. Adeus.
- Boa noite, Pat. - At� amanh�.
- Boa noite. - Boa noite.
Eu tamb�m os vi, igual ao papai.
V� para cama, agora mesmo!
- Eu disse ao senhor Vincent. - Vamos!
Est� dando respaldo a tudo isso.
N�o vou tolerar que envolva o meu filho nas suas fantasias.
- � verdade! Ele viu algo. Me escute. - N�o quero!
Estou farta dos extraterrestres e de que me lembrem...
...que meu marido sofreu um colapso nervoso.
E agora tenta meter meu filho nisso!
Gosto de voc�, mas...
...� melhor que procure outro lugar para se hospedar.
- Pat. - Sim, melhor assim.
- N�o quero que fiquem s�s. - J� basta!
- Sinto. - Voc�, eu, o mundo inteiro sente.
Me passaram muitas coisas em pouco tempo.
Eu sei.
N�o, n�o sabe. Acredito que saiba.
Preciso de Julian. Sem ele, sou muito fraca.
David.
Acabo de falar longamente com Washington.
Ontem, tomaram uma decis�o sobre o projeto de Pat.
O v�o cancelar.
Disseram o porqu�.
Um monte de raz�es. Algo sem sentido.
Pensam que n�o avan�ou nada em 6 meses.
Primeiro Julian, e agora isso.
Ela vai ficar arrasada.
Pois �, � uma verdadeira pena.
S� v�o notific�-la, oficialmente, amanh�.
Poderia algu�m haver trocado os documentos...
...antes que o governo os visse?
� poss�vel. Tentarei conseguir uma c�pia.
Conseguiu sair da base? Bem.
Sim, estarei no Rancho Motel.
Bem. Adeus.
Pat.
Quais relat�rios?
Os teus.
Era Scoville. A rea��o de Washington foi negativa.
Isso � imposs�vel. Fizemos um grande descobrimento.
� possivel que algu�m tenha modificado os relat�rios.
N�o acredito.
Pelo teu bem, espero que esteja errada.
Deve ser o meu t�xi.
- Me chame se necessitar. - Sim, o farei.
N�o me acredita.
- Ningu�m me acredita. - Pois, Julian.
- Voc� � um deles. Pois, Julian
O que voc� �. Um extraterrestre!
Olhe suas m�os, � um extraterrestre.
� um extraterrestre.
Persigam ele, � um extraterrestre.
Peguem-no, � um extraterrestre.
� um extraterrestre.
� um extraterrestre, n�o v�em?
Suas provas podem n�o ser para outros.
Maquin�rio extraterrestre no parque. no t�nel do amor?
Fala como Julian. Que tipo de maquin�rio?
- N�o estou certo. - Como sabe que s�o extraterrestres?
- Ouvi o zunido. Me atacaram. - Quem?
N�o sei.
- Fala como Julian. - Que tipo de m�quina?
N�o sei.
N�o sei!
N�o sei.
N�o sei.
N�o sei.
N�o sei.
Foi isso tudo o que disseram? Cancelado?
Eu tamb�m n�o entendo.
Sinto, Pat. De verdade.
Voc� leu os relat�rios, John.
Eram bons. Muito mais que bons.
Nos abriam um caminho novo.
Uma nova v�a de investiga��o.
Se fosse a primeira vez, culparia Washington...
...a burocracia ou a falta de or�amento.
Ao menos n�o me surpreende.
- Ao que se refere? - David me disse ontem � noite.
David Vincent.
Falou com Scoville, que havia falado com Washington.
Me parece inacredit�vel.
Ter� que ser verificado minuciosamente.
Pegue o sal para comer. Vai se sentir melhor.
Obrigado, John.
J� est� aqui.
No se preocupe, me manterei ocupada.
Sim, disse o Ranch Motel.
N�o chegou a se registrar.
Foi um tal, Sr. Scoville?
Sim, j� sei onde est�.
Se algum deles chegar, chamem Pat Reed.
Obrigado.
Oh, Jeff!
- Ainda bem que est� aqui. - Qual o problema?
Tudo. � como um pesadelo.
Julian est� enfermo, David desapareceu...
- ...meu projeto foi cancelado. - Fique calma.
Tudo tem resposta. Vincent aparecer�.
E meu projeto? Por que foi cancelado?
Tal como ele disse.
Sei que � dif�cil. O esque�a por um dia.
Deixe que Slaton v� ao fundo disso.
N�o, n�o correu muito bem.
Tenho as minhas notas da pesquisa e penso lev�-las a Washington.
Boa id�ia. Posso te ajudar?
N�o, Jeff.
Obrigado, mas necessito que algu�m as leve a uma hierarquia maior.
- O Dr. Slaton? - N�o.
David tem um amigo. Um homem chamado Scoville.
Disse que estaria no motel, por�m ningu�m o viu.
J� aparecer�. Deve estar procurando extraterrestres.
- N�o zombe dele, John. - N�o estou zombando.
� s� que...
- ...alterou o meus. - Deixe eu te dizer algo.
Esses extraterrestres dos quais zomba podem ser a causa...
...de que teus projetos est�o sendo cancelados.
Edgar, se h� uma semana algu�m me tivesse falado...
...seriamente de extraterrestres, e o teria trancado.
Por�m hoje...
...aceitarei qualquer explica��o, seja ou n�o racional.
Esse era um dos nossos projetos-chave.
Pat Reed tem um sentido excepcional para combinar ci�ncia e imagina��o.
- Li seus relat�rios. S�o excelentes. - Ent�o, por que os cancelaram?
N�o sei.
Do que se trata isso, Edgar?
Esta � uma c�pia do teu relat�rio, tal como chegou a Washington.
Sugiro que a leia.
Escrit�rio do Dr. Slaton.
Sou Pat Reed.
Chegou um senhor chamado Edgar Scoville?
N�o, Dra. Reed. Ningu�m veio desde a hora do almo�o.
Se o ver, ou a David Vincent...
...pe�a-lhes que venham ao meu laborat�rio. � importante.
Muito bem.
- Estes s�o os relat�rios que l�. - S�o os que chegaram ao governo.
- Algu�m os viu? - N�o. Foram mecanografados e enviados.
Quem os mecanografou?
A Srta. Fielding, minha... secret�ria.
Est�o vazios! A metade dos relat�rios sumiu.
- Incluindo o de Pat Reed. - Tem outra c�pia?
- Ser� as suas notas. - Isso servir�.
Diga?
Sinto, ainda n�o voltou do almo�o.
Sim, claro, lhe direi.
Quem era?
Era para teu ajudante. Parec�a um noivo.
Scoville deixou dito no motel que estaria no escrit�rio de Slaton.
Irei esper�-lo l�.
Se algu�m pode levar isso a Washington, � ele.
- Quer que te acompanhe? - Sim, obrigado.
Esqueci de algo. V� em frente.
O que est� acontecendo?
A m�o desse homem. N�o a viu?
David disse que algu�m...
...que os extraterrestres t�m um dedo mutante.
Pat.
Sinto, Jeff. Tenho medo de ir l�.
Por que n�o vem ao meu laborat�rio?
Al� ficar� segura. Eu encontrarei Scoville.
De acordo.
Nenhum rastro deles.
Onde estar� Pat?
- Sou John Slaton. - Eu sei, senhor.
Que a Dra. Reed me chame quando voltar do almo�o.
A Sra. Reed voltou do almo�o faz uma hora.
Voltou?
Sim, acaba de deixar o edificio com o Sr. Brower.
- Brower? - � o assistente do Dr. Reed.
Brower? Pod�a ser...
Era Brower ao telefone. Venha com outros.
Voltarei a chamar o motel.
David!
O que est� fazendo? Jeff!
Jeff.
N�o pode ser um deles. As batidas do cora��o.
Use a imagina��o. Voc� � uma cientista..
Um cora��o mec�nico, um marcapassos.
Sou Fielding.
Traga o carro.
Se ocupe dele.
Abra-a.
David!
Est� bem, David?
E o que fizeram com Julian.
- Voc� est� melhor? - Sim. Me d� um pouco mais de tempo.
Obrigado, Edgar.
Desculpe, Pat, xeque-mate.
Nem sempre se ganha.
Tenho que pegar o avi�o. Se cuide, certo?
- Slaton te espera com ansiedade. - Obrigado por tudo, David.
Vou te acompanhar at� a porta.
- J� disse quanto gosto de voc�? - Faz meia hora que n�o.
N�o se preocupe, vai ficar bem.
N�o sei como acabaria isso, se voc� n�o tivesse vindo.
- Adeus. - Adeus.
Talvez para a familia Reed tenha terminado...
...por�m, para David Vincent, talvez seja o principio.
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