All language subtitles for cine belico - Cuando Muere el Dia (Sundown) (1941) by Minyatur - Dual (Spanish-English)

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Original subtitles

O ENTARDECER

"Em todo o mundo h� alguns homens que com sua coragem e f�. . .

servem para muitos. � eles � dedicado este filme."

Sua Excel�ncia, o Governador. Administra��o em Nairobi.

Solicito um m�s de licen�a para estudar os costumes nativos. . .

da tribo de Shenzi, agora que Abisinia � nossa.

Assinado: Crawford, comiss�rio do distrito de Manieka.

- Posso? - Adiante.

Envia isso. Pedido de ajuda ao Governador de Nairobi.

Pedimos ao Governador rejeitar o pedido de licen�a de Crawford.

Poss�veis problemas com os Shenzi.

Esta mulher � adulta, � nossa lei que seja vendida como esposa.

Dois homens querem. Baruda � rico, tem muito dinheiro e. . .

muito gado. Oferece 100 shelingi. Mas Kipsang, este soldado. . .

do rei, oferece 120 shelingi. - Posso ver seu dinheiro, Kipsang?

15, 20 shelingi, falta mais cem.

Onde est� o resto do dinheiro, Kipsang?

- O rei me dar� shelingi. - Entendo.

Sempre diz que o rei vai dar shelingi.

� muito simples, quer um adiantamento do pagamento.

Se o rei te d� shelingi, ter� que devolv�-lo,

isso levar� muitas luas.

Uma esposa das mil e uma noites, hein?

Ser� um homem pobre por muito tempo.

Um homem com uma boa esposa, nunca � um homem pobre.

Mas Kipsang, se a compra como esposa vai querer ficar sempre em casa.

N�o ser� um bom batedor.

Ter esposa � bom, ter "mutoto" � ruim.

Mas acima de tudo sou um homem do rei e um guerreiro Masai.

Ok, Kipsang.

Pode pegar esta mulher como esposa.

�timo!

Devo-lhe cem shelingi. Assine a�, voc� vai?

Espero que perceba que comprometeu cerca de 50 anos. . .

do seu sal�rio na �frica. - Acho que se o velho. . .

tivesse comprado a garota, Kipsang teria tentado. . .

tir�-la e teriamos que enforcar o Kipsang.

Sim, eu sei. E n�s teriamos dois homens mortos e uma vi�va.

Ainda n�o h� resposta.

Bebida?

Obrigado.

A melhor parte do dia � o anoitecer.

Nada a fazer num lugar onde nunca h� nada para fazer.

Milhas e milhas de nada para fazer.

Tudo � terra e girafas e zebras trotando por a�.

N�o sei como ficam ocupados. � incr�vel.

Mas isso n�o significa nada para voc� vindo de Ottawa.

Ottawa � a capital do Canad�.

Ah, sim? Mexo um pouco com todos esses nomes terminados em -wa.

Masawa, Kahawa, Kanuwa, Wana Makuwa.

Ronnie, enviou uma mensagem para Nairobi depois mim, n�o?

- O qu�? - Voc� me ouviu.

- Bem, na verdade, rapaz, sim. - O qu� disse?

Retirada.

- O que �? - O territ�rio Shenzi � pequeno.

- Por que procurar problemas? - O que disse para Nairobi?

N�o � bom falar durante a retirada.

Crawford? Sou Coombes, de Nairobi. Assessor de campo do Governador.

Como vai? Este � o tenente. . .

Turner. Como est�, senhor?

- Trouxe provis�es. - Por qu�?

Precau��o. Para acertar um pouco as coisas.

- Tudo pronto, senhor. - Bem, pode decolar.

N�o quer uma bebida antes?

Obrigado. Na verdade terei tempo para tomar mais que uma bebida.

Venho para assumir o comando. Ordens do Governador.

Nos afastamos?

Acho que isso � o fim do meu descontrole.

Temo que sim, de forma negativa.

Notei que n�o tem guarda nas pistas de aterrizagem.

Vamos dar um passeio antes que escure�a, querem?

Quem mora l�?

Ningu�m. H� anos abandonado. Antes vivia um comerciante,

Ab� Kali, mas morreu.

N�o tem vigil�ncia neste posto, nenhum guarda, exceto. . .

o da torre. - Enviei um homem para. . .

levar suas coisas para sua casa, senhor.

Parece que os nativos entram e saem quando querem.

E tem um prisioneiro italiano que anda solto por a�.

N�o vemos Pallini como um prisioneiro.

- Porque - Digamos por instinto.

Pelo que esse homem me inspira.

Est� dirigindo este posto por instinto?

Pode dizer isso, se desejar.

Pallini foi capturado na It�lia,

� um membro das for�as inimigas. Onde ele est� agora?

Pallini!

- Ol�! - Capit�o Pallini, major Coombes.

Prazer, prazer.

- Porque n�o est� preso? - Prendemos � noite, senhor.

N�o devia estar sempre? � um prisioneiro de guerra.

N�o sou um prisioneiro de guerra. Eu me entreguei, � diferente.

Cozinha para n�s, a comida � muito ruim por aqui.

N�o me capturaram, me rendi. E n�o acredito nessa luta.

O fato de se entregar n�o altera a sua situa��o.

- N�o? - N�o. Um prisioneiro com patente

de oficial n�o pode ser obrigado a trabalhar na cozinha.

Trabalhar? Acha que me obrigam?

Eu sou um artista. Cozinhar � um prazer.

Prazer que est� dispensado no futuro.

- Coloque-o no lugar certo. - Sim, senhor.

Doravante receber� os privil�gios de. . .

um prisioneiro de guerra.

Ele � o chefe agora?

Muito bem, muito bem. Vou tirar o jantar do forno.

Prisioneiro de guerra! � inacredit�vel, por Bacco!

- Posso? - Voc� mesmo.

Olhando do ponto de vista de Nairobi, talvez aqui. . .

parecemos um pouco descuidados. - Isso parece meio suave.

N�o veio s� para me dizer isso? Por que est� aqui?

Por que ir ao pa�s dos Shenzi?

� um novo territ�rio, quero fazer amizade com eles.

- � a �nica raz�o - Acho que algo est� errado e. . .

- S�o falat�rios, rumores. . . - O que �?

- Isso � o que vou averiguar. - Eles n�o nos incomodam.

Os Shenzi est�o recebendo armas, s�o contrabandeadas.

Seu instinto n�o te diz nada sobre isso?

Nairobi quer ver uma dessas armas.

Os Shenzi s�o nativos rebeldes, s�o perigosos.

Se vamos ao seu pa�s e tiramos alguma arma, teremos que lutar. . .

e seria o come�o de algo que custaria muito sangue.

Crawford, Nairobi deve conseguir uma dessas armas.

- Estou pronto. - Vamos, Pallini.

N�o, n�o, exijo os meus direitos como prisioneiro de guerra.

Agora n�o cozinho mais, quero ser preso.

Se devo ficar preso exijo ser escoltado por soldados.

Quatro soldados com fuzis e Baionetas.

- Posso beber algo, por favor? - Certamente.

Obrigado.

Obrigado novamente.

Me chamo John Kuypens. - Kuypens? "Kuypens" Kuypens?

- De onde voc� �? - Estava nas minas das montanhas.

Tenho ordens para reter todos os provenientes de territ�rio. . .

Abisinio at� investig�-los em Nairobi.

E eu cuidarei disso agora. Voc� n�o � italiano.

N�o. Sou da Holanda. Sou um holand�s.

- Onde est�o seus pap�is? - Aqui.

Levo comigo. Os pap�is s�o muito valiosos hoje.

Aqui est� o meu passaporte.

Fiz em Amisterd� e como v� pela data, ainda � v�lido.

- Mineralogista, heim? - Por isso estava nas montanhas.

S�o muito ricas, est�o cheias de minerais. Estava. . .

- Para quem trabalha? - Para o governo italiano.

Estas s�o as minhas permiss�es.

Agora que os italianos se foram n�o sabia o que fazer, ent�o. . .

vim aos brit�nicos. Queria ir para casa, mas n�o sei como.

E ainda que conseguisse, a Holanda j� n�o � livre.

Holanda! Kuypens! Lembro que havia uma carta.

Me tiraram com as minhas outras coisas.

� da minha casa.

- Posso ...? - Sim, por favor. Adiante.

Esta � uma foto da minha casa tirada na primavera.

J� estiveram na Holanda na �poca das tulipas?

Gosta de tulipas?

N�o. A Holanda s�o nossos aliados agora.

Talvez pudesse dar o seu relat�rio mineral�gico ao Governo Brit�nico.

Nada me agradaria mais que isso.

Bem, seus pap�is est�o em ordem.

Obrigado. Recolhi muitas amostras.

Vou preparar meus relat�rios e vou entreg�-los.

Diga-me, veio pelo territ�rio Shenzi?

N�o, me matariam. Dei a volta.

N�o ouviu nada sobre armas recebidas pelos Shenzi.

- Armas? - Armas?

Aten��o! Preparados!

Vou por tr�s deles com alguns homens.

Kipsang, voc� vai por a�. Tente pegar uma arma.

Sim.

Aqui est� a arma Shenzi.

Voc� realmente � um homem do rei, Kipsang.

- Feito na Checoslovaquia. - Quantos Shenzi tem l�?

N�o sei, deve haver milhares.

Acho que � isso que Nairobi suspeitava.

Que jeito sujo de fazer uma guerra.

Estava ouvindo, eu ouvi o que diziam.

- O que est� fazendo aqui? - Eu sa� por dignidade.

Com os prisioneiros Shenzi n�o h� lugar na cadeia.

N�o queria ouvir, mas h� algo maior que as armas, eu sei.

Antes de vir para c� era professor de Hist�ria Pol�tica em Mil�o.

Mas ensinava muito e me enviaram aqui. Mais de tr�s anos fiquei. . .

a� sentado. Era muito s� e li e estudei muito.

Eu estudei muito. Eu olho al�m da �frica e penso muito.

E se isso n�o � perigoso, por favor me corrija.

O que tenta dizer?

N�o, n�o � o que voc� pensa. N�o � informa��o militar.

Olha, dois ter�os do mundo, �gua. Oceano Pac�fico, Oceano Atl�ntico,

Oceano �ndico. Quem tem a �gua, tem a maior parte do mundo, ok?

Mas h� um grande plano, um plano geopol�tico. Aqui na �frica.

Est� a chave de tudo. Se perdem a �frica, perdem a guerra,

perdem o mundo. E as armas Shenzi s�o como o come�o do fim aqui.

Como um sinal. � muito simples.

Eles t�m das costas da Noruega para baixo, enquanto fazem. . .

voc�s irem para cima, eles descem para o Egito e Dakar. Sempre por terra,

rodeando o mar. Nunca tocam a �gua. Alcan�am suas bases por terra,

nunca v�o por mar. Onde h� �gua saltam e a �frica � sempre a ponte.

Ent�o n�o t�m Marinha. Eles rodeiam os oceanos,

todo o mundo, por terra.

Se voc�s perderem a �frica, nada vai det�-los.

Toda essa �gua n�o ter� servido para nada. Pensem nisso. Pensem bem,

eu imploro. E perdoem se os interrompi.

Sei que pare�o um covarde porque me entreguei a voc�s sem lutar.

Mas onde h� poder s� pode ter um grande l�der.

E sei o que isso significa tambem para o meu povo. Para todo o mundo.

Pallini,

quer renunciar seus direitos como prisioneiro de guerra e. . .

fazer o jantar esta noite? - Voc� � muito gentil. Muito bom.

Quando tiver feito ver�o como � bom. Coelho ao molho,

frango a ca�adora. Sozinho com meus pensamentos aprendi cozinhar.

Risotto a milanesa, lombo a Marsala. . .

- Salada a Pallini - Salada a Pallini ter� voc�.

Bem, Crawford, uma teoria alarmante, n�o �?

E uma prova alarmante.

Alto!

Bem, Ronnie.

H� paz na sua casa, Abdi Hammud? - H� paz na minha casa.

- Tem homens mortos na sua casa. - N�o em minha casa!

Mas tem muitos Shenzi sobre a areia.

Os Shenzi n�o s�o homens da minha casa. Sou comerciante do norte.

- Um comerciante sem mercadoria? - Vim � Manieka para comprar.

Mas estava com eles.

Tinha me perdido e me ensinaram o caminho.

Voc� conhece a lei, Hammud, atirar em todo homem. . .

que anda armado. - Eu n�o tenho armas.

- Mas voc� traz para os Shenzi. - N�o!

Voc� traz armas e as armas fazem mortos para os Shenzi.

N�o, eu n�o tenho armas e n�o conhe�o os Shenzi.

Os Shenzi est�o contando seus mortos. No final perder�o. . .

suas armas e ter�o que contar muito mais mortos.

N�o vou ret�-lo aqui, Hammud, pode ir. Mas eles. . .

cuidar�o do homem que tr�s problemas e morte para suas casas.

Voc� atira nos Shenzi e quer me matar.

N�o, n�o quero te matar. Mas quando dizer a eles,

te pegar�o e matar�o sem disparar uma arma. E morrer� muitas vezes.

Deixe-o ir!

Haver� um morto em sua casa!

Deveria deix�-lo na cadeia.

N�o pode culpar um nativo por usar uma arma lhe foi dada.

Acho que Nairobi n�o concordaria com voc�.

Isso n�o � Nairobi, major.

Isso � Manieka e aprendi h� muito tempo a n�o punir um nativo. . .

pelo crime de um branco.

Parece que n�o tem nenhuma d�vida sobre esse Hammud.

N�o, est� clar�ssimo. Ele � apenas um intermediario.

Nosso trabalho � descobrir de onde vem as armas.

E ser� muito mais f�cil se est� solto.

Os nativos dizem que Kipsang morrer� ao anoitecer.

- Como podiam saber? - Sempre sabem.

Virou seu rosto para a parede.

Apresentar armas!

Ombro armas! Direita! Marcha acelerada!

Todas as �reas dos postos de defesa ser�o refor�adas e. . .

manteremos as patrulhas noturnas. N�o permitiremos entrar. . .

ou sair em nenhum momento sem ordem do Comiss�rio Distrital.

- Deixo a caravana passar? - Tem ordem de reter. . .

todas as caravanas.

Estas s�o as permiss�es normais de viagem.

Por que veio � Manieka? - Para trazer suprimentos.

- Para o com�rcio? - Sim.

Deviam ter avisado pelo r�dio desde o �ltimo posto. . .

que a caravana passou. N�o fizeram.

Minha caravana vem direto de Tokana. L� n�o h� r�dio.

- N�o � rota normal para camelos. - Encurta dois dias a viagem.

O que tem na sua caravana?

J� tem o invent�rio. Mercadorias normais e pertences pessoais.

N�o traria armas dos Shenzi ao seu posto.

Como sabemos que procuramos armas?

Todos os nativos sabem.

Zia?

Voc� � Zia? - Sim.

Sou Pallini, amigo de Abu Kali. Quando era muito pequena. . .

te levamos ao convento de Mogad�scio. Lembra?

Era o primeiro dia e ia entre n�s. Te levei pela m�o.

- Havia um soldado, era voc�? - Sim.

- Lembro, claro. Me lembro. - E agora vejo voc� crescida.

- Como voc� est�? - Bem, bem, mas n�o muito.

aqui sou um prisioneiro e hoje � meu anivers�rio. Sempre teve. . .

uma festa pelo anivers�rio de Pallini, mas agora. . .

n�o tem anivers�rio, nem festa, nem nada.

- Mas jantar� comigo. - Isso seria �timo, maravilhoso.

- Vamos ao anoitecer. - Anoitecer,

anoitecer para as festas, para os encontros. . .

Anoitecer para a gl�ria de Deus.

Abu Kali costumava dizer isso. Arrivederci.

Arrivederci.

Essa � a filha de Abu Kali, n�o � linda?

E inteligente, do Cairo a Zanzibar conhece todas as rotas.

As rotas de Ab� Kali. Desde que ele morreu ela continua.

Os maiores comerciantes da �frica. Est�o em todos os povoados e. . .

agora se carrega s�zinha. - Outra raz�o para vigi�-la.

A Zia?

Por que n�o damos ao Pallini uma festa de anivers�rio?

Bem, uma pequena, claro.

- N�o � uma m� id�ia. - Convidamos todos.

- N�o � necess�rio. - Esta noite na minha casa.

- Seria maravilhoso. - Tamb�m podemos convidar. . .

- A Zia. - Claro. Farei um bolo,

especial. Falo para a Zia? - N�o, eu vou contar.

N�o, � melhor o Pallini dizer.

Ok, eu vou dizer.

Que id�ia, preparou duas mesas?

Essa � para n�s e essa � para Zia e os comerciantes.

Essa discrimina��o pode ser boa em Nairobi, mas aqui � diferente.

Zia � uma convidada e quando se convida um �rabe para casa. . .

- Zia � meio �rabe. - Sua m�e era francesa.

Isso a torna "chi-chi", uma mesti�a.

Mesmo os pr�prios nativos discriminam os "chi-chi".

Peguem isso para a festa, para a festa.

Como est� o bolo? - Magn�fico.

Esperem para experimentar. E obrigado pelos presentes.

Tudo � maravilhoso. Vamos fazer deste evento algo memor�vel.

Desculpe, Kuypens.

Pallini, presentes da senhora. Vir� logo.

Muito obrigado. Maravilhoso, muito obrigado.

Ch� de Smyrna, uvas passas com conhaque, � maravilhoso.

O que mais tem aqui? Alho, s�o essenciais para um cozinheiro,

mal posso me conter. Que garota maravilhosa.

E isso � mel com uma inscri��o �rabe, eu n�o leio �rabe.

- Por favor. - Voc� sabe �rabe?

"Comer o presente para ado�ar o est�mago e manter o recipiente. . .

para refrescar a mem�ria." - Uma garota muito bonita,

s�o palavras deliciosas. Estas s�o cerejas.

Como vai? Apresento a Sra. Shoini. Shoini e Pindi,

esta � a senhorita Zia. - Como est�o?

Quer entrar?

- Boa noite. - Nada completa uma festa. . .

como uma garota bonita. - Conhece John Kuypens?

- Acho que n�o. Como vai? - Boa noite.

- Vai gostar do Kuypens. - Zia, nos conhecemos esta tarde.

Como vai? - E muito obrigado por essa cesta.

� tudo maravilhoso. - Estou feliz por gostar.

Estou emocionado, este anivers�rio parecia t�o triste,

mas voc� veio e agora temos uma festa. Voc� cortar� o bolo e. . .

sentar� ao meu lado no assento de honra.

Mas quem colocou as mesas assim? Por que n�o fazemos s� uma grande?

Far�amos se tiv�ssemos. O que acha que somos, reis?

Mas quem vai sentar l� fora?

Eu vou sentar l�, com a senhorita Zia.

Nos sirva um coquetel.

Obrigado.

Eu nasci na �frica, e vivi aqui toda minha vida.

Sei o que significa na verdade esta mesa.

Esque�a. A Inglaterra vencer� esta guerra e acabar�o. . .

muitas dessas coisas.

- N�o est� adiantando um pouco? - N�o. Estou 25 anos atrasado.

Ent�o aqui tinha um homem que estava certo sobre essas coisas.

- Graham Fletcher. - Conheceu?

- Era um bom amigo de Abu Kali. - Nunca tive a sorte de conhec�-lo.

Ele disse que a �frica era uma quest�o de amor.

Sei o que ele quis dizer.

Dizia que o medo produz mais medo. E que a for�a gera viol�ncia.

Mas disse que se um homem realmente ama a �frica

sem medo ou discrimina��o, ela amaria ele.

E foi assim?

S� sei que ele amava a �frica, a conhecia.

Creio que falava 18 dialetos e conhecia os povos que os falava.

Fletcher tinha uma teoria. Achava que o negro � como a terra,

necessita cuidados e aten��o. Ele queria irrigar essas terras. . .

e criar um jardim do �den, assim � como ele chamava.

- Voc� ama este homem. - � como uma lenda para mim.

Est� enterrado l�, debaixo da pedra da fronteira.

Quando o vi na primeira, pensei que era muito dif�cil e exigente. . .

mas suponho que voc� � dos homens que fazem. . .

seu trabalho como voc� pensa. - Sim.

Desculpe. Magabul!

Onde est�o todos? - Talvez venham logo.

- O que quer dizer logo? - Logo. Talvez.

Venha, seja soci�vel. Esta � a festa do Pallini,

bebemos � sua sa�de. - Estamos aguardando a bebida.

Vou buscar j�. - Edrow!

- O que �? - Parece que todos desapareceram.

Os dan�arinos, foram todos embora.

Zia!

"Habari".

"Habari"? N�o acredita nessas coisas, n�?

Olhe l� fora, n�o mexe nada. Todos se foram.

Zia!

Est� tudo bem, � s� uma hist�ria fant�stica.

Chega pelo tel�grafo dos bosques. Ningu�m sabe como chega. . .

neles, mas apenas os nativos percebem.

- E nunca erram. - Eu n�o creio. � uma hist�ria.

E s� posso dizer que uma noite quando crian�a acordei e. . .

ouvi minha m�e gritar. Ent�o soubemos que haviam. . .

matado o meu pai naquela noite.

Os nativos chamariam isso de "habari".

- Bill, Zia me disse. - "Habari"?

Um de n�s, os seis homens brancos, � citado.

- � citado? - Quando um homem morre,

os nativos dizem que � a dama da morte.

- Esse � o citado. - E isso � o "Habari"?

Um dos seis, heim? Isso � rid�culo, somos apenas cinco.

Sim, exato. Ent�o n�o tem por que se preocupar, vamos beber.

Ol�!

� Dewey.

- � o ca�ador branco. - Ol�, Bill.

Entra.

J� conhece o Turner. - Sim.

- Pallini. - Como vai?

- Este � o major Coombes. - Como vai?

- Como est�, senhor? - E Kuypens.

- Ol�. - Como vai?

- 4, 5. . . ele � o 6�. - Tem um "Habari".

Diz que um dos seis homens brancos daqui morrer�.

- Eramos 5 at� voc� chegar. - Isso � pura coincid�ncia.

Coincid�ncia? Bem, o "Habari" � um dos mist�rios da �frica

provavelmente o que chamamos destino.

N�o tinha inten��o de vir aqui. Estava perto de Mukana. . .

seguindo uma manada de elefantes. Nunca tinha vindo aqui.

Um deles fugiu e atirei nele, mas apenas feriu, por isso. . .

tive que segui-lo para mat�-lo. E aqui estou.

Coincid�ncia? Quanto mais me aproximava daqui, mais ouvia os nativos falarem.

O "Habari" � sobre voc�, Bill. Disseram que tinha. . .

um homem morto na sua casa. - � o homem que deixou ir.

Isso � rid�culo.

Enviaremos batedores e o cercaremos.

Todos os nativos que tem pelo posto est�o esperando para ver. . .

o que fa�o. Por isso est�o t�o quietos. Isso tem que. . .

ser de forma que eles entendam e apreciem.

Eu sou o �nico citado. - Sim, � voc� Bill.

Montaremos armadilhas por armadilha. Dar a oportunidade a Hammud. . .

de agir e contra atacar. Ronnie, coloque um homem na. . .

torre da metralhadora e afaste todos da minha casa.

E nem voc� chegue perto.

A� est�!

Vamos olhar no po�o.

Foi para l�.

Quieto a�! Quieto Hammud! Alto! Alto!

Felizmente errou usando balas luminosas.

Walakabana, batedor.

Fuzil metralhadora.

Pensei que havia dito para todos se afastarem da sua casa.

- Sim. Do que est� falando? - Zia.

- Estava aqui? - N�o. Do que est� falando?

A encontrei aqui na sua varanda. Atiraram nela.

- Atiraram? - Aqui?

Ficar� bem. A levei para casa.

O que ela fazia aqui? Voc� sabe?

Eu n�o perguntei, dadas as circunst�ncias.

Entre.

- O que aconteceu? - Nada. Acho que estava. . .

mais assustada que ferida. � s� um arranh�o.

N�o devia estar vagando perto da minha casa.

N�o estava vagando.

- Qual a gravidade? - Eu disse que n�o � nada.

Acho que n�o entendeu a ordens rigorosa para ningu�m. . .

chegar perto da minha casa. Incluindo voc�.

O Graham Fletcher matou um homem como Hammud.

- O que tem que ver isso? - N�o queria isso novamente.

Al�m disso, n�o queria que os nativos perdessem seu Buana Macuwa.

O grande mestre, � um s�mbolo para eles.

Isso significa que veio para alertar sobre. . .

Alertar Buana Macuwa. - Posso entrar?

Bem? Deu uma explica��o - Veio nos alertar sobre Hammud.

- Satisfeito com isso? - Sim.

Eu n�o. Vai sair de Manieka amanh�.

Mas tenho permiss�o de Nairobi para o com�rcio.

- Est� cancelada. - O com�rcio corresponde a. . .

administra��o civil, que me toca.

Se isso for uma discuss�o, Crawford, ser� em outro lugar.

Ir� pela rota dos camelos com os outros comerciantes.

Apresente-se ao comiss�rio do pr�ximo posto. Boa noite.

- O que significa isso? - Vou averiguar.

Desculpe, mas talvez o major Coombes tenha raz�o.

Este n�o � um lugar seguro agora. Claro que foi coisa sua.

Tem que entender os brit�nicos.

Eu entendo, como eu entendo que voc� n�o � holand�s.

Como disse?

Quem vai por para substituir Hammud?

- Substituir Hammud? - Voc� foi muito est�pido. . .

usando essa metralhadora. Vai ficar muito f�cil para os Shenzi.

N�o entendo o que quer dizer.

Hammud ajudava voc� distribuir as armas.

Com os italianos governando em Abisinia podia fazer,

mas os brit�nicos os deixaram e agora perdeu o Hammud.

Mas ainda tem que distribuir suas armas e eu tenho a maior rede de. . .

com�rcio na �frica Oriental. Meu interesse � protege-la e. . .

s� posso fazer se estou do lado dos vencedores.

E Crawford? O que me diz de Crawford?

O que acontece com ele? Quero manter o que � meu,

n�o perder com os perdedores. N�o � razo�vel?

Muito razo�vel.

E muito acertado.

Ok, vamos esta noite. Quando estar� pronta?

- Dentro de uma hora. - Deve ser antes, muito antes.

Virei busc�-la.

Zia?

N�o est� muito ferida, n�o? - N�o, estou feliz que voc� veio.

Quero que v� ao Crawford e diga que o Kuypens est�. . .

atr�s das armas dos Shenzi. - Kuypens? Meu amigo?

Sim. Diga ao Bill que aqui est� o centro, a chave, mas que. . .

Kuypens tem conex�es com outros distritos. Creio que em Uganda,

ou Taganica, eu descobrirei. Estou saindo agora.

- Onde vai? - N�o sei, mas vou com Kuypens.

Levo a minha caravana e usarei meus cameleiros para enviar not�cias.

- Mas n�o sei. . . - Diga ao Bill, e mais ningu�m.

Diga amanh�, por favor. Lembre-se, pela manh�.

Ok, eu vou lembrar.

Boa noite.

Kuypens.

Kuypens. Kuypens.

Ou�a, diga-me Miriami, Voc� viu a senhora ir?

- N�o, me disse "fique em casa". - Mas, sabe onde ela foi?

N�o.

Crawford!

A garota levou os camelos e todos os cameleiros.

Ent�o � diferente. Acho que ela foi com outros comerciantes.

N�o foi com os comerciantes, foi com o Kuypens.

Os dois est�o envolvidos com as armas dos Shenzi.

Usa sua rede de neg�cios para contrabandear.

- N�o acredito. - Poder� crer no que. . .

deixaram para tr�s, n�o? E que a arma que quase explodiu. . .

sua cabe�a era uma metralhadora. - Isso devia convenc�-lo, Bill.

N�o demonstra que Zia est� envolvida.

Mas precisamos de tropas para enfrentar isso.

Tropas? Quer provocar uma rebeli�o dos Shenzi

Isso � o que tento evitar. - Se a temos agora,

vai poupar problemas mais tarde. - Vou perseguir o Kuypens.

J� � tarde para isso. E � tarde para falar.

Existe uma possibilidade se eu for atr�s deles.

Atr�s de quem? Do Kuypens ou da garota?

Quando entrar no seu territ�rio, ter� eles atr�s de voc� com. . .

metade dos melhores rifles da �frica. Isso � de Nairobi.

"Procuram um indiv�duo que diz ser um mineralogista holand�s,

conhecido como John Kuypens. Se souber do seu paradeiro,

avisem a administra��o. O inimigo planeja se introduzir. . .

em territ�rio Shenzi. Est�o saindo refor�os de Nairobi.

Aguardem novas instru��es." Informarei e aguardarei ordens.

O "Habari" falava de um dos seis homens brancos.

Apontar! Fogo!

Nunca encontrar�o isso. Constru�do pelos primeiros. . .

homens brancos a subir. Escravos.

Ningu�m deve sair.

Kuypens fez um bom trabalho.

Podemos receber mas n�o podemos enviar.

Ou�a. Desliga isso!

Quer aterrizar.

Kaibo, v� com alguns homens e acenda umas fogueiras. . .

no campo de pouso. - Sim.

- Este � Alan Dewey, senhor. - Como vai?

Gostaria de falar em particular, senhor.

- Certo. - Desculpe, Crawford.

Encontrou alguma coisa?

- � t�o ruim quanto esperava. - O que est� dizendo?

Ronnie, tem um pouco daquele tabaco bom?

Por favor, tente o meu.

N�o, o do Ronnie � especial, obrigado. Sobrou algo?

Sim, meia lata. Tenho em casa. Sabe um pouco de inseticida,

mas n�o tem formigas. S�o essas as amostras de. . .

minerais que o Kuypens trouxe? - Sim, bauxita.

Seja bom e me traz esse tabaco, sim?

Sim, depois. O que � isso?

Cristais de quartzo.

Muito interessante, n�o?

- S�o todos de origem vulc�nica. - O que pensou, hein?

S� podem vir de um lugar.

Mas nos d� ajuda, senhor, e desocuparemos o territ�rio. . .

Shenzi antes que o Kuypens possa come�ar qualquer coisa.

Acho que expliquei perfeitamente. N�o podem ter. . .

tropas, n�o podem ter mais nenhum homem. T�m que impedir isso. . .

s� com as for�as que t�m aqui, no posto agora.

Bem, s�o uns quarenta homens. Turner e claro Crawford.

Crawfor, quero falar com ele. Ele entende essas condi��es.

� o melhor comiss�rio que temos. Me acompanhe.

Onde est�. - Crawford, Crawford!

Onde est� o Crawford? - Estava aqui agora, senhor.

Pediu para trazer esse tabaco..

Ok, o que ia dizer?

Parece que o Dewey tamb�m se foi, senhor.

Dewey, conhecia bem o Ab� Kali?

Muito bem, ele comprou meu primeiro marfim. Isso faz muito tempo.

Tem id�ia porque Zia poderia ir com o Kuypens?

N�o.

Talvez n�o foi voluntariamente.

N�o se pode for�ar essa garota a fazer algo que n�o queira.

N�o se preocupe.

- Parecem nativos locais. - Alguns deles n�o s�o.

Vamos l� ver se podemos descobrir o que tem em suas cargas.

- Olha, armas. - Sim, e muni��es.

Kuypens j� come�ou distribuir sua mercadoria.

Olha os camelos. N�o s�o da Zia?

Este � Hassan, o chefe dos cameleiros.

Parece que est�o com eles. - Mas talvez tenham levado.

N�o podem terem levado tudo com camelos e cameleiros.

- Vamos daqui. - E deixar tudo isso?

Aqui t�m muitos s� para n�s.

Queimaremos, queimaremos a carga.

Isso nos servir�.

Pegue um pavio da�.

Assim � como passam as armas.

N�o admira que n�o encontramos nenhuma carga nos camelos.

Esse n�o parece Shenzi? - N�o, parece um mineiro mouro.

N�o � daqui, como os guardas da caravana da Zia.

Acho que o Coombes estava certo. � tarde para falar.

L� tem uma antena de r�dio.

Se pudesse chegar podia enviar uma mensagem � Manieka.

� muito dif�cil chegar l� com a luz do dia.

Corremos o risco. Viriam os homens do posto.

E n�o esque�a dos refor�os que est�o saindo de Nairobi,

se isso n�o fosse dif�cil.

Vai ao encontro de Coombes ensinar o caminho at� aqui.

Me pergunto se n�o est� sendo esperta comigo.

Crawford descobriu a caravana e explodiu a carga.

- Ia com seus soldados? - N�o.

Como Crawford poderia encontrar essa caravana?

- Foi voc� quem escolheu a rota. - Sim, mas de alguma forma soube.

Minhas not�cias n�o poderiam chegar em Maniekta.

N�o. E Crawford n�o pode saber o que penso fazer.

N�o pode, n�?

Tenho certeza, muito mesmo.

Porque matei Pallini antes de sair.

N�o � t�o esperta quanto pensa. Sei tudo sobre voc�.

Voc� n�o � "chi-chi", n�o � nativa.

Sra. Fletcher, esposa de Graham Fletcher. Mara, Mariette La Rue,

morreu quando voc� tinha dois anos. Seu pai, Graham Fletcher,

Amigo de Abu Kali, te educou como uma menina �rabe.

S� pouco antes de sua morte te disse a verdade sobre ele.

Sabia desde o come�o mas queria usar o seu com�rcio e. . .

sua caravana, e agora eu tenho.

N�o � bem assim. H� algo que negligenciou.

Quando usou os meus camelos enviou sete mensageiros. . .

que levar�o not�cias do que acontece aqui.

Os sete cameleiros est�o mortos.

Onde est� o Dewey?

Tenho certeza que estava contigo. Manda busc�-lo imediatamente.

Encontramos sua caravana, ia carregada de armas mas explodimos.

Se o Kuypens te deixou aqui para tentar extrair informa��es,

perdeu tempo. Diga ao seu amigo para te tirar daqui.

Kuypens, tire-a daqui!

N�o me deixar� sair.

Nairobi me pediu para vir a Manieka para. . .

Acho que tamb�m te pediu para se unir ao Kuypens.

Segui seu jogo intencionalmente. N�o acredita?

Eu disse que perde tempo.

Pode dizer o que quiser de mim, mas descubri coisas. . .

que precisa saber. Vi ele agir e ouvi o suficiente. . .

para conhecer seus planos. Os Shenzi v�o atacar Manieka,

n�o apenas uma parte deles. Agora est�o juntos esperando armas.

Manieka ser� o sinal para que haja levantamentos em todos os lugares. . .

e nada os deter� quando come�arem. Come�ar�o amanh�,

Entendeu? Amanh�. Enviei um aviso pelo Pallini,

mas Kuypens o matou. Enviei de novo pelos meus cameleiros e. . .

tamb�m foram mortos. E agora tento dizer eu mesma,

mas voc� me ignora. Tem que acreditar, porque � a verdade.

Zia, tem certeza que atacar�o manh�?

Pela manh�. Minhas outras caravanas estar�o aqui � noite.

O chefe n�o aceitar� ordens de ningu�m al�m de mim e. . .

Kuypens espera que eu d� tais ordens. Depois. . .

Tenho que chegar no r�dio do avi�o.

- Isso � um "Habari"? - N�o.

Se conseguir chegar nos tambores, Sei como enviar uma chamada de guerra.

Os povos a receberiam e chegaria em Manieka.

Aqui Kuypens. Aqui Kuypens.

- Est� pronto para Manieka? - N�o estarei pronto at� amanh�.

- J� deveria estar. - Tive complica��es.

Ainda estamos esperando, aqui, no Yemen, no sul.

As caravanas chegar�o esta noite. Ser�o distribu�das todas as armas e. . .

o ataque come�ar� amanh� sem falta.

- Senhor, n�o est� aqui. - Deixe-a fora!

D� as ordens. - Estas s�o minhas ordens.

Os Shenzi carregaram minha caravana, n�o entreguem essa carga.

N�o entreguem minhas caravanas.

Aten��o, fogo!

Ponha isso.

Para tr�s!

Voltem todos!

Apontem para cima! Fogo!

- Ol�, Bill. - Bill. Ronnie.

Ronnie, deve ter morfina no kit.

Estou bem. Tenho um pouco de frio.

- Trarei um cobertor. - Obrigado.

Nairobi tem que ser avisada. - Enviarei um mensageiro.

Isso significar� a subida para o jovem Parker.

� um bom garoto, voc� vai gostar.

Crawford, v� em frente, n�o perde seus ideais.

N�o tinha percebido, mas s�o os ideais da Igreja.

� um homem religioso. As pessoas v�o �s igrejas juntas.

Essa � a for�a que precisamos. Os rostos das pessoas juntas.

Sabe, meu pai � bispo. Queria que eu entrasse para a Igreja. . .

mas escolhi o Ex�rcito. Os dois s�o as bases da civiliza��o.

A Igreja a mantem unida e o Ex�rcito a defende.

E os Crawford a torna boa.

A melhor parte do dia � o anoitecer, n�, Ronnie?

Quando n�o h� nada a fazer.

LONDRES

Meus amados, meu cora��o hoje est� muito cheio para. . .

dar o serm�o que havia preparado para a visita do vosso bispo. . .

� Igreja de Saint Giles, de onde fui reitor.

Durante aqueles anos de livre comunh�o, muitas vezes. . .

me abriram seus cora��es. Seus problemas,

suas esperan�as, seus desejos, foram meus.

Hoje quero abrir o meu cora��o. Voc�s, por favor, tenham. . .

a caridade da vossa aten��o enquanto falo de um dos. . .

milh�es dos que serviram a Deus e ao pa�s.

Ouviram falar de Manieka? N�o. � um lugar pequeno e remoto,

e um pouco perdido. E tem milhares de Maniekas defendidas uma a uma,

que juntas significam a salva��o da �frica e todo o seu povo.

Muitos homens morreram nessas muitas Maniekas.

Morreram em liberdade, longe dos entes queridos, sacrificados.

O jovem de que falo est� enterrado na �frica.

O jovem era meu filho.

Pais da minha congrega��o, m�es da diocese,

n�o choremos pelos corajosos. Eles vivem no indestrut�vel. . .

esplendor da eternidade.

Ontem, nesta igreja, conheci dois bravos jovens que logo. . .

voltar�o � �frica para continuar os seus servi�os.

Trouxeram uma mensagem do meu filho. Um peda�o de papel, um pequeno verso,

n�o um grande vers�culo de b�n��o, uma �ltima palavra.

Uma mensagem do major Coombes ao seu pai, a todos os pais.

Aqui est�.

"Voa alto sua bandeira sobre a colina, se agarre na sua f� e. . .

resiste at� a nossa Inglaterra vencer. Porque vencer�.

Quem espera com f� espera a vit�ria."

- Quem espera com f�. - Espera a vit�ria.

LEGENDAS : Laercio Tradu��o da legenda em Espanhol

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