All language subtitles for A Bell For Adano (1945)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish Download
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

* O SINO DE ADANO *

PALACIO DA CIDADE

Chegamos.

� aqui.

J� vi, eu sei ler.

Vamos l�. . .

Est�o chegando.

Capit�o Purvis, Policia Militar.

Joppolo. Prazer.

O procuravamos, Major.

Capit�o Anderson.

O sargento Borth

Sargento.

Fala italiano, Major?

Me defendo.

Eu achei, pelo seu nome.

Meus pais s�o italianos, eu sou do Bronx.

Como se diz "me d� um beijo"?

Bem-vindos, americanos!

Boas vindas aos americanos!

Viva Eisenhower!

Quem �?

Zito, Giovanni. Por anos odiei os fascistas.

O que faz?

Cumprimento os americanos.

Quer saber no que trabalha.

Sou Zito, zelador da prefeitura.

Todos os dias, das 9 �s 5.

Mas sou conhecido como um anti-fascista.

Se odiava os fascistas, por que trabalhou com eles?

N�o trabalhava muito.

Minha recusa ao trabalho me fez suspeito.

Ei, voc�! O Major gosta da verdade, entende?

Se mentir novamente, o colocar� de lixeiro!

Tem que comer, ganhar a vida. Tenho 6 filhos.

Era fascista, agora � democrata.

Vivam os democratas!

Pode nos ajudar. Mas n�o cumprimente os fascistas.

N�o fascista.

Tambem n�o se curve.

Venha trabalhar �s 7.

�s 7!

E mais nenhuma mentira!

Giovanni Zito, zelador dos americanos,

j� n�o tem porque mentir.

E o povo?

O prefeito e os outros cargos se esconderam na montanha.

Foi dif�cil aqui?

Passamos muita fome, tr�s dias sem p�o.

Muitos est�o doentes

porque os carroceiros n�o traziam �gua,

devido os avi�es que voam sobre a estrada.

- E perdemos nosso sino. - Que sino?

Que sino?

Nosso sino tinha 7 s�culos.

Mussolini o fez derreter

para os alem�es.

Anderson, ache um padre. Organize o vel�rio.

Encontre um armaz�m para a comida e os medicamentos.

Vamos, Borth.

Tocava com um bonito som cada quarto de hora.

O edif�cio inteiro vibrava.

O grande Lucio de Modica ordenou sua fundi��o.

Levaram h� duas semanas. Por que n�o vieram antes?

Varra as escadas, zelador e que fiquem limpas!

Isso n�o est� ruim.

Ei, voc�. . . zelador!

Como bom fascista,

me diga onde est� esse quadro que falta.

Esse quadro n�o existe.

Est� escondido no por�o at� os fascistas voltarem?

N�o, senhor. Foi destru�do, eu juro.

N�o mentiria para o Major.

Certo, sabemos que mente.

Consiga os arquivos do fascistas.

O senhor zelador nos ajudar� encontrar algo t�o simples.

- Posso lev�-lo comigo? - Sim.

Vamos rapaz, temos trabalho em outro lugar.

Viva minha bandeira!

Bom dia, americano. Bem-vindo.

Chefe.

Hastearam a bandeira. Acabou a guerra em Adano?

Sim. Quem � voc�?

Venho de Cleveland, Ohio. Tem algum trabalho para mim?

Como se chama?

Ribaudo, Giuseppe. Em Cleveland me chamam de Joe.

O que sabe fazer?

Sou um bom americano. Eu odeio fascistas.

Posso trabalhar para voc�.

Se � um bom americano. Por que saiu da Am�rica?

Me expulsaram.

Por qu�?

Por n�o ter passaporte.

E como entrou?

Tenho muitos amigos em Cleveland, em B�falo.

Foi preso?

Claro, fui preso muitas vezes.

Certo, algu�m honesto pode me ajudar.

Eu posso ser muito �til.

Mas n�o espere favores.

Claro, Chefe. N�o se preocupe.

O que esta cidade mais precisa?

Comida, Chefe. H� pouca comida em Adano.

Todo mundo est� com medo.

O padeiro n�o assa o p�o, ningu�m vende o macarr�o.

Os carros n�o trazem �gua.

Abro, Chefe.

Meu nome � Cacopardo. Quero dar-lhe um conselho.

Sou Craxi. Tenho um telegrama.

Expulso eles, chefe?

Senhor Major.

Quero dar-lhe um bom conselho.

Em Adano, h� muitos

que foram condenados � cadeira el�trica em Nova York.

Sou anti-fascista. Tenho um telegrama. Pode envi�-lo?

Espere, isso n�o � uma ag�ncia de tel�grafos.

Disse que queria me aconselhar. O que o povo mais precisa?

Comer.

Mais do que tudo o sino.

Est� louco. Mais que tudo precisa de comer.

O povo precisa do seu sino.

Parem! Quem s�o esses loucos?

O velho � Cacopardo, � muito rico.

O gordo � o Craxi, � muito nervoso.

Expulso eles, chefe?

Ou�am.

Existe algu�m que � razo�vel?

Eu n�o sei, chefe.

Tem algum padre?

- Claro, h� muitos. - Qual � o melhor?

O padre Pensovecchio.

� verdade, chefe.

Que ele venha!

Claro, chefe.

Posso confiar no Giuseppe?

Mencionei a cadeira el�trica. Eu n�o denuncio ningu�m.

Responda claramente!

Giuseppe � inofensivo.

Tenho uma ficha

de cada passaro daqui.

E estes?

Sou o Craxi. Precisamos comer.

- O sino! - A comida primeiro.

Se o sino tivesse avisado da vossa invas�o,

lhes receber�amos com flores.

Isso n�o dir� que tenho fome. S� avisar�o os ouvidos.

O povo n�o consegue saber.

Pois os meus filhos souberam.

O que considera mais importante: a comida ou o sino?

O sino.

Por qu�?

O som do sino era muito bonito.

Tranquilizava todos.

Repreendia os furiosos, alegrava as pessoas tristes.

Inclusive ria com os que estavam b�bados.

Tinha um som para cada um, senhor Major.

Entre.

O Padre Pensovecchio, da igreja de Santo Angelo.

Meu bom amigo, o Major Joppolo, do ex�rcito americano.

Como vai, padre?

Esperem l� fora, quero falar com o padre.

- Telegrama. - Deixe aqui.

Obrigado, senhor Major, beijo a sua m�o.

O sargento Borth.

Como vai, padre?

Queria falar com algu�m sensato. Sente-se, por favor.

Pergunto como levantar o povo e dizem bobagens sobre um sino.

Sim, o sino.

Voc� tamb�m?

Talvez seja dif�cil de entender para um americano,

mas este sino era o centro do povoado.

A vida girava em torno dele.

Pela manh� despertava a gente do campo.

Avisava aos carroceiros quando come�ar,

o padeiro o seguia.

No s�bado, quando soavam todos os sinos juntos,

ele se destacava acima e era o que ouviamos.

Agora vejo bem. Vou pensar para ver o que posso fazer.

Antes de tudo, o povo deve saber

que s� queremos trazer bem-estar.

Bem-estar para Adano? Realmente seria uma novidade.

S� conseguiremos se o povo quiser colaborar.

Faz 20 anos que povo de Adano

aprende a colaborar com seus invasores.

O que quer que fa�am?

Esta tarde farei p�blicas umas normas

que o povo deve cumprir.

E quer que eu. . .

Explique que devem seguir estas normas.

E lhes diga algo sobre nossa atitude amig�vel.

Isso � poss�vel. . . com uma condi��o.

Qual?

Que o Major v� � missa em Santo Angelo.

Eu?

O que tenho a dizer, ser� melhor se voc� estiver.

Tamb�m haver� curiosidade sobre o Major.

Certo. A que horas?

- �s sete. - Est� bem. Obrigado por vir.

Est� indo muito bem, Chefe.

Agora s� falta arrumar comida.

Viu? Esses invasores s�o todos iguais.

N�o pensava vir.

Manda tocar o sino.

O sino?

Sim, o mais alto poss�vel.

E o povo? Desde a guerra est� proibido tocar os sinos.

Veremos se as coisas v�o de outro jeito em Adano.

Vamos, depressa!

Nomearemos um prefeito, um chefe de pol�cia

e outros cargos. . .

O que foi?

- O sino. - Santo Angelo.

Que horas s�o?

7 e 20.

Zito, Giuseppe, venham! Como se chega?

N�o pensa em regulamentar suas rezas tamb�m?

Chefe, sente-se aqui.

Nesta ocasi�o, devo dizer algo para todos.

Meus filhos.

Tudo que tem neste mundo, foi feito por Deus.

Deus nos deu o trigo,

Deus nos deu o Sol.

E depois de muito rezar, tamb�m enviou nossos libertadores.

Mas saibam que, seja quem for a autoridade,

devem obedecer a lei.

Se uma crian�a faz algo errado, seu pai o pune.

Se fizerem algo ruim, os novos governadores os punir�o.

Se eles fizerem algo errado, ser�o punidos por Deus.

Falei com o Major

e me disse que os americanos querem o bem-estar do povo.

Prometeu fazer tudo o que puder

para nos trazerem comida e �gua.

Inclusive prometeu trazer o sino

para a nossa cidade.

A comida!

Os americanos s�o homens livres.

Esperamos que amem tanto a liberdade

para compartilh�-la com seus amigos que tamb�m a querem.

Vamos dizer que

este homem � um homem bom

e que gra�as a ele os americanos ser�o amigos.

Voc�s, meus filhos,

mostrar�o a vossa sinceridade lendo as normas

dos novos governadores.

E obedecendo tal e como est�o escritas.

Os americanos ser�o sinceros fazendo que

essas normas sejam justas

e que suas promessas sejam cumpridas.

� isso, Chefe. Trato feito.

Sente-se!

Assunto:

O sino de Adano.

Para o tenente-coronel Sartorius,

Oficial de Intend�ncia.

Etcetera.

Feito?

Sim, senhor.

Giuseppe. Existem loiras naturais nesta parte do pa�s?

Ent�o n�o � cego, heim?

Notou a loira que estava ao meu lado na igreja?

Responda!

Sim, Chefe. As loiras s�o naturais no Norte.

Aqui em baixo, n�o � muito natural Chefe.

Pe�o-lhe para come�ar. . .

Chefe!

Sim?

Se voc� se sente s�, Giuseppe organizar� um encontro.

Eu me sentir s�?

Estive em Cleveland, Ohio.

Sei o que � estar longe de casa. Se sentir s�.

N�o tenho tempo para me sentir s�.

Inicie as investiga��es dos arquivos

do governo provincial de Vicinamare

para ver se encontram. . .

Como se chama?

Tina. � filha do Tomasino. Ele � um pescador.

� um bom pescador?

O melhor. � o chefe.

Traga-o. Quero v�-lo.

Certo, Chefe, lhe arranjarei um encontro com a loira.

Espere! N�o falei de encontro com loiras.

N�o pegue no meu p�, Chefe.

Ou�a, idiota! S� disse que queria ver o seu pai.

Quero que volte a pescar para comer outra coisa que macarr�o. Entendeu?

Onde est�vamos?

Falavamos sobre dois sinos, um deles loira. . .

O que foi, Major?

Parece um motim na padaria.

Ok, agora, sil�ncio. Calem-se!

O que � isso?

Negou a minha autoridade.

Queria furar a fila. Levou o primeiro p�o!

� um privil�gio das autoridades deste povoado.

D� o meu p�o!

Vamos!

Os homens do governo n�o s�o os amos do povo.

S�o os servidores do povo, como eu sirvo o povo.

Quando buscar o p�o, aguardar� na fila.

Espere a sua vez.

Voc� � o chefe da pol�cia e assim se comporta, ficar� l�.

Mas se te pego sem estar a servi�o do povo,

lhe expulsarei t�o r�pido. . .

D� o p�o para esta mulher.

Vamos, d�-lhe!

E agora v� para o final da fila.

Eu disse no final da fila, Gargano.

Sr. Major.

Sim?

Eu agrade�o e lhe beijo a m�o.

Voc� o qu�?

N�o h� ofensa, senhor. � um velho costume aqui.

Antes beijavamos a m�o das autoridades.

Ent�o o beijo ficou pesado

e bastava ent�o mencionar o beijo.

Chefe, queria sair com a loira, Tina?

Desculpa, n�o vai. . .

Cale-se! Eu nunca disse isso.

Queria ver o pai da Tina?

Sim, onde est�?

Tomasino disse que nunca tinha vindo � Prefeitura

Odeia os fascistas. Voc� pode ser igual. N�o vem.

Certo. Vamos v�-lo. Onde est�?

- Num barco. - Vamos, me leve.

O Sr. Major vai ver o Tomasino.

No porto.

A montanha vai a Maom�.

Aonde pensam que v�o?

Gostam de se meter onde n�o s�o chamados.

N�o t�m nada para fazer?

Cuidem dos seus problemas!

- Quer perder o seu emprego? - Ah, n�o Chefe.

Fa�a pararem ou ficar� desempregado.

- Manda pararem! - Quem?

O homem da cadeira el�trica do Brooklyn?

Parem! Ou perderei meu emprego.

O que importa mais um parado?

Se n�o pararem, o Sr. Major ficar� furioso.

Se ficarem a�,

vou escutar e conto o que dizem.

Vai ouvir, Sr. Cadeira El�trica.

Anda, amigo, anda.

Representante da autoridade, me detenha.

N�o vim para isso, Tomasino.

E por que essa arma? Veio para me matar?

Vamos, atire!

Sou o administrador americano. Quero falar da pesca.

Os homens com autoridade s�o todos iguais. Veio me prender.

Pe�o que acredite em mim.

� incr�vel.

O Sr. Major disse ao Tomasino: "Pe�o que acredite em mim".

Volto para escutar.

S� quero que os pescadores pesquem novamente.

Para qu�? Para encher os bolsos das autoridades?

N�o. Para encher o est�mago do povo.

� maravilhoso.

O Sr. Major disse

que o povo de Adano tem fome. Precisam de peixes.

Por que mandou essa gente vir para rir de mim?

N�o, n�o irei pescar.

Giuseppe.

Mande-os ir! Est�o estragando tudo.

N�o pude fazer nada, Chefe.

Querem peixe?

Ent�o, v�o embora!

Tomasino � dif�cil de convencer.

Escolham. Me olhar ou comer peixe?

Comer peixe � o futuro. Ver ele � o presente. Olhem.

Como amigo, aconselho irem embora.

Sabia que era um truque. Vai me matar.

Deixe de bobagens e volte ao trabalho.

Bem, homem com autoridade. Qual ser� o tributo?

N�o haver� nenhum. N�o consegue entender?

Nenhum tributo, nenhum imposto. Voc� brinca comigo.

Meu trabalho � dirigir o povoado, onde o povo possa comer.

� muito bonito. Eu n�o acredito.

Vamos pedir permiss�o ao capit�o da Marinha.

Vamos!

� um truque. Mantenho o que disse. Me mate.

- Bom dia, Capit�o. - Bom dia.

O chefe dos pescadores.

Diga-lhe para esperar l� fora.

N�o se importaria, mas eu sim.

Na Marinha h� algo chamado de "seguran�a".

Quero sua permiss�o para irem pescar.

Isso traz complica��es.

Que complica��es?

Pedir permiss�o para Comnavlt, de avisaria o Comnavnaw.

Isso levaria tempo.

Que cal�o � esse?

Comando da Marinha na It�lia e na �frica. � cal�o?

Por que chamar o almirante? Voc� n�o tem nenhuma autoridade?

E se batem numa mina?

E da�? Estamos em guerra.

O povo tem fome. precisam de peixes. Sen�o, morrer�o.

Deixar�o eles pescar?

Entendo voc�, Major. Verei o que podemos fazer.

Bem, Capit�o. Sabia que voc� entenderia.

Vamos, Tomasino.

Sr. Major, n�o sabe

como estavam infelizes os pescadores de Adano.

Tudo o que queremos � ir pescar de novo.

Obrigado, Major e beijo a sua m�o.

N�o � nada, Tomasino. Eu que agrade�o e beijo a sua m�o.

Voc� � diferente.

Vamos pescar!

Vamos pescar!

Chefe, v� a loira que est� te olhando?

N�o sou cego.

Ser� um linchamento?

Vamos!

Fiquem quietos! Parem! Para tr�s!

Sr. Major, obrigado pela sua presen�a.

Se lhe ajudar, n�o ser� mais nosso amigo.

V�o embora! Ele fica detido.

Detenha-o! Mostra que o det�m.

Obrigado por me salvar daquele povo ingrato,

que sempre servi.

Quem � esse cara?

Me chamo Nasta. Sou o prefeito.

Lhes servi durante anos e vejam como me pagam.

Ent�o isso que voc� �. N�o estranho que te odeiam.

Talvez dev�ssemos devolv�-lo.

N�o, eu estou sozinho! Fiquei dias na montanha.

De noite era horr�vel. Eu pensei muito.

Quero ajudar, se eu puder.

O que v�o fazer comigo?

Avisem se v�o me matar. N�o atirem pelas costas!

Quantos anos comandou?

Nove.

Depois de nove anos, voc� pensou, certo?

Ap�s nove anos mandando e roubando, quer ajudar?

H� outros fascistas que est�o ajudando.

Eu vi Gargano, Zito. Se eles podem, por que n�o eu?

Porque tenho um prefeito melhor.

Quem �?

Um homem honesto, Cacopardo.

Aceitaria algo abaixo de prefeito.

Voc� aceitaria, heim?

O que diz a sua ficha?

O caloteiro supremo. Nenhum assassinato, s� roubos.

Pois tenho algo para voc�.

Todas as manh�s, se apresente ao sargento Borth,

na escada da Prefeitura onde se pode ver.

Por favor, n�o.

N�o me trate como um r�u. Seja generoso comigo.

Generoso? Por Deus!

Pela sua ficha, devia ser fuzilado sem julgamento.

Come�a a se arrepender agora.

Vamos, Sua Senhoria

Saia!

"Amigos, Romanos e Compatriotas"

N�o vim para elogiar esse cara,

nem para que o enterrem. . . ainda.

Antes dir� algo para todos.

Vamos ver, Sr. Prefeito.

Voltou a Adano para se arrepender, certo?

Devia me apresentar a voc� n�o para ser humilhado, Sargento.

"Senhor Sargento" e responda de maneira educada.

Diga.

Disse para a pol�cia que devia continuar lutando

e voc� fugiu para se esconder?

Responda, acusado!

Sim, Sargento.

Senhor Sargento!

Senhor Sargento.

Bem, agora pode ir.

Mas para dar-lhe algo em que pensar,

amanh� falaremos do seu pecado de ter uma casa grande.

No dia seguinte ser� o seu pecado por ser ladr�o.

E no pr�ximo, o dos impostos aos pescadores,

os padeiros e os verdureiros.

E no pr�ximo, de roubar os 25 por cento dos impostos.

Saia e volte pela manh�, se quiser continuar vivo.

Sabe, Major.

Talvez esta seja uma boa id�ia para o nosso pa�s.

Conhe�o alguns prefeitos. . .

Buzine de novo, Sargento.

O que foi, Middleton?

Uma mula teimosa, Senhor.

N�o conseguem tir�-la da ponte.

Assim faz passar suas mercadorias?

Fa�a alguma coisa. N�o podemos ficar parados.

Sim, senhor.

Est�pida, por favor, mexa-se.

O ex�rcito americano tem que prosseguir.

Violeta, fa�a isso por mim.

- Sargento! - Sim, senhor.

N�o fique parado! Tire a mula na estrada.

Sim, senhor.

Est� impedindo o tr�fego. J� ouviu o General, fora!

Sargento.

N�o discuta! Tire a mula da estrada.

Vamos, mexa-se!

Vamos, empurrem todos. Vamos tir�-la daqui.

Vejo. Ent�o o sino ser� transformado em canh�o.

Obrigado de qualquer forma. Desculpa pelos incomodos.

Claro. Adeus, Tenente.

Encontramos o seu sino. Estava no quartel de Vicinamare.

Seu sino foi levado para a fundi��o de Mil�o.

Onde?

L� fora.

N�o se levantem.

Queria me ver?

Os pescadores me mandaram.

Queriam lhe agradecer por ter feito o possivel

para poderem pescar novamente.

N�o � nada. Estou contente por conseguir.

E tamb�m, foi coisa sua,

ter enchido suas redes de peixes,

eles agradecem.

Acho que n�o foi coisa minha.

Meu pai queria lhe convidar para vir a nossa casa.

A sua casa?

Para comer um torrone que eu preparei.

A que horas quer que eu v�?

Disse que voc� manda. Voc� decide a hora.

Est� bem �s 8:30hs?

O endere�o � Vicolo Emanuele, 9.

- Senhor Major. . . - Sim?

O que ser� dos prisioneiros de guerra italianos?

Eu n�o sei.

Tem uma lista de seus nomes?

Lhe interessa algum em particular?

Muitos homens de Adano desapareceram.

N�o tenho informa��o ainda, mas se quiser, tentarei saber.

Obrigada, Sr. Major.

Acaba de me ocorreu. . .

Talvez consiga outro sino, um da liberdade.

Um sino da liberdade?

Que sino � esse?

Est� pendurado numa torre da Filad�lfia.

� de bronze. . . creio.

Est� rachado embaixo.

Os de Adano n�o gostar�o de uma liberdade rachada.

Talvez o Sr. Major

consiga um sino da liberdade sem rachaduras.

N�o seria um sino da liberdade.

Pois n�o falamos mais, Chefe.

Eu vou abrir.

- Major Joppolo? - Sim, senhor.

Major!

J� sabe o que passa na ponte?

Sim, Sargento. Agora mesmo.

Ao pedir vossa ajuda, prometi

dizer o que os americanos decidiriam em Adano.

Acabo de receber essa ordem.

"Com efeito imediato at� nova ordem,

a estrada principal de Adano permanecer� sempre aberta.

Os ve�culos civis e carro�as ir�o pelos caminhos.

Por ordem do General McKay, o Marechal W.W. Middleton."

Talvez o Major explicasse que � a �nica que chega em Ad�o.

E a �gua, Sr. Major. . . N�o tem po�os em Adano.

Como podemos beber �gua se as carro�as n�o trouxerem?

E a comida. . . As granjas est�o depois da ponte

e n�s morreremos de fome se as carro�as n�o v�m.

N�o posso fazer nada. � uma necessidade militar.

Isso � tudo.

Capit�o Purvis, Bote Azul. Em frente.

J� viu aquela multid�o l� fora?

Sim.

N�o seja mole demais. N�o saberiam o que fazer.

Obedecem os caras que mandam das sacadas, servem para isso. . .

N�o vim aqui para isso.

Relaxa, relaxa, n�o � culpa sua

se as carro�as n�o chegam.

Ficar�o a� alguns meses se n�o for falar com eles.

Se precisar de ajuda, me avise.

O que querem dizer?

Vamos, falem!

Voc�. Como se chama?

Afronti, Sr. Major.

N�o sou surdo, n�o grite!

Queria levantar a quest�o da chegada das carro�as em Adano, Sr. Major.

Diria que n�s apreciamos muito essas carro�as.

Queria falar da minha carro�a.

Tem duas rodas. . .

J� sei, n�o precisa descrev�-la.

Mas j� ouviu a m�sica produzida pelas rodas?

Talvez lhe soe como rangidos aquela m�sica.

Mas eu ou�o o que as duas rodas tentam cantar.

Vamos deixar a m�sica. Ao ponto!

Um dia do ver�o passado, fui com minha carro�a � Vicinamare.

E as rodas cantaram uma can��o

que tamb�m era uma profecia.

Quer ouvir essa can��o, Sr. Major?

N�o, n�o quero!

"Chegam os americanos, Sr. Afronti

Os americanos s�o pessoas muito valentes.

Especialmente a respeito das carro�as".

Parou a m�sica.

N�o h� mais m�sica.

Obrigado, Sr. Major.

N�s o levaremos para casa. � um novo Sinatra.

Como se chama?

Basile, Giovanni, Sr. Major.

O pior dos carros � pela comida.

Como colocar o meu cavalo,

chamado de Eisenhower, em honra ao nosso libertador,

como coloc�-lo para puxar, e eu me sentar

para dirigir minha carro�a com imagens de gordos e santos,

enquanto o povo de Adano passa fome, Sr. Major?

Voc�.

Seu nome?

Erba, Carlo, Sr. Major.

Vamos, Erba, fala ao Sr. Major da sua carro�a de �gua.

Minha carro�a � �tima.

� suja por fora, mas por dentro est� limpa.

Carrega �gua. Os meus amigos bebem �gua.

Siga, siga.

A sede, a grande sede, Erba.

N�o deixa a minha carro�a entrar em Adano, Sr. Major.

N�o h� �gua em Adano sem minha carro�a e as outras carro�as.

H� sede em Adano, Sr. Major.

Desde ontem ao meio-dia h� uma grande sede.

E tudo porque n�o h� carro�as.

As normas dizem que tudo deve estar limpo

e a gente se limpa com �gua.

At� as ruas devem estar limpas.

Minha carro�a est� do outro lado da ponte, Sr. Major.

Deixem as carro�as passarem.

Tem certeza? � uma ordem do General McKay.

Eu mudo.

N�o pode fazer isso no ex�rcito.

Acabamos de fazer.

Um momento, deixe de hist�rias. N�o me comprometa.

Eu mando deixar as carro�as passarem, agora mesmo.

Se houver problemas, assumo toda a responsabilidade.

Bem, cara. . . � o seu pesco�o!

Acho que o Major est� certo.

Certo? Ter� sorte n�o ser fuzilado

por contravir as ordens, especialmente de um General.

Certo, deixarei passarem.

Envie um relat�rio ao Coronel. Diga o que aconteceu.

Esse general McKay nos mandou afastar as carro�as

e o Joppolo mudou a ordem.

Eu n�o assumo a culpa de ningu�m.

Quando buscarem �gua, diga-lhes

para agradecerem ao Sr. Major, meus amigos.

Odeio ver o Major com problemas, enquanto tenta fazer o bem.

Sim, eu tamb�m.

Posso acrescentar que ele fez

porque as carro�as eram necess�rias,

porque o povo estava p�ssimo.

Isso talvez ajude o Major.

Sim.

Sim, acrescente como acaba de dizer.

Pode fazer outra coisa.

O qu�?

Sabe que o capit�o odeia examinar esses relat�rios.

Olha a sua mesa. Alguns pap�is est�o l� desde que chegamos.

Por que n�o

deixa perder este relat�rio na pilha da sua mesa?

Eu, n�o. N�o poderia fazer isso.

Al�m disso, estou ocupado. Minha cabe�a d�i muito.

- Boa tarde. - Entre. - Obrigado.

Como vai, Major?

Giuseppe disse que tinha duas garotas bonitas, e acertaria.

Este velho Giuseppe!

Boa tarde, Chefe.

Boa tarde.

N�o vi a isca, mas Giuseppe me aconselhou a morena.

Voc� fica com a loira.

Sente-se.

N�o sabia que conhecia o caminho, Sr. Major. Por que n�o avisou os amigos?

� a primeira vez que venho.

Fico feliz em v�-lo.

Obrigado.

Sente-se, Sr. Major.

E agora provar� o meu torrone.

Eu mesma fiz e est� �timo.

E um peda�o para voc�.

E se tirar os chocolates?

Chocolates?

Tina, Francesca. . . Venham, chocolates!

Tomasino, vai pegar o vinho.

Muito boa id�ia, vinho!

Ol�.

Nada mal, nada mal.

Tem c�cegas, menina?

Tenha cuidado.

Fiz algo errado?

Tem que deixar de lero-lero. Ao ponto, certo Rosa?

Onde estamos? Numa f�brica de cola?

Gosta de m�sica?

Sim, claro.

Dan�a?

Assim est� melhor!

Sa�mos para tomar um ar?

� uma boa id�ia.

Major!

Que r�pido!

De onde vem? Nos Estados Unidos, quero dizer.

Do Bronx.

Onde fica. . . o Bronx?

Em Nova York.

� parte de Nova York?

N�o. Nova York � parte do Bronx.

Eu adoraria ir para l�.

O Bronx � bom?

Para os meus pais, �.

V�m de um povoado daqui, perto de Floren�a.

Na It�lia eram muito pobres.

Voc� sabe que n�o � bom ser pobre onde seja.

Meu pai tem um bom trabalho, de gar�om num clube.

Minha m�e tem uma m�quina de lavar roupa.

T�m um carro, o suficiente para comer. . .

Para eles, � muito bom.

Para mim, talvez n�o seja sempre muito bom.

Por que n�o?

� dif�cil explicar. Veja, eu cresci l�.

Podia ver que o Bronx n�o era o melhor da Am�rica.

Sempre quis algo mais do que t�nhamos.

N�o precisava explicar.

J� sei o que � se sentir inquieto.

Por isso, meu cabelo � loiro.

Meu cabelo n�o � natural.

Eu pintei porque n�o estava satisfeita.

Meu cabelo escuro era meu Bronx.

Aqui todos s�o morenos.

Eu queria algo diferente.

Est� muito bonito assim.

Fala mais sobre voc�.

N�o h� muito a dizer. Estudei at� os 16 anos.

Dirigi caminh�es at� os 20

e trabalhei no servi�o de Impostos da cidade.

Quanto pagavam?

Ganhava 20 dolares por semana, quando perdi meu emprego.

Quanto �?

Umas 2.000 liras.

2.000 liras por semana?

Deve ter sido rico.

Meu pai achava que 600 por m�s estava muito bom.

Nos Estados Unidos, n�o.

O nosso modo de vida n�o � como o vosso.

O que significa isso?

Que todos t�m algo mais do que se tem aqui.

Carros, m�quinas de lavar, coisas assim.

Claro, voc� paga mais por tudo.

Em outras palavras, foi como eu disse:

no Bronx s�o todos ricos.

Bem, sei l�. Talvez tenha raz�o.

Por que perdeu seu emprego?

Houve uma mudan�a pol�tica.

O prefeito perdeu a elei��o e me mandaram embora tamb�m.

E o que fez ent�o?

Pedi emprestado � minha sogra.

Sua sogra? � casado?

Sim, um dia lhe contarei.

Pedi emprestado � minha sogra.

E comprei uma loja no Bronx.

No come�o ia bem

e depois menos bem. Tive que fechar.

Arrumei outro trabalho na prefeitura.

Quando entrei para o ex�rcito, ganhava 42 d�lares por semana.

Ou seja, 4.200 liras.

Sua esposa, � bonita?

Sim, muito bonita.

� de pele morena, como voc�.

De alguma forma, voc� lembra ela.

Entramos para dan�ar?

O que foi, Ham?

� para o coronel Sartorius, Senhor. Do Major de Adano.

E agora o que quer?

Um sino, Senhor.

- Um sino? - Sim, senhor.

Que tipo de sino?

Um para animar o povo, Senhor

e garantir o bom comportamento do povoado.

- Ah, sim, heim? - Sim, senhor.

E pensa que o coronel Sartorius tem tempo para achar um sino?

Me d�.

Posso ajudar, Senhor?

Sim. Tente tirar esse prego da bota.

Ia ligar agora mesmo.

A �ltima vez foi por fraldas.

Ligue para o Quartel de Adano e depressa!

Pensa que nossa �nica preocupa��o � esse povo.

Sargento Borth!

Por que n�o atendem?

O sargento saiu um momento, Senhor. E o Major tamb�m.

Certo, certo.

Eu mesmo atendo.

Escrit�rio do Major Joppolo.

Joppolo, sou o Coronel Middleton.

O Coronel Sartorius n�o est�,

mas j� est� farto dos seus pedidos.

Estamos em guerra, sabe?

Coronel, o Major Joppolo. . .

O que importa se o Mussolini levou um sino? N�o os mime.

Sim, Senhor, mas eu n�o. . .

Aconselho que cumpra as ordens.

Me passe para o capit�o.

Al�, sou o Capit�o Purvis.

Envie seus relat�rios em tempo

ou tiro todos da�. Entendido?

Tirou o prego?

Sim, Sr. Coronel.

Bem, obrigado Ham.

Era o Coronel Middleton.

Do que fala? Um sino?

O Major Joppolo pediu um sino para a Prefeitura, Senhor.

O Middleton quer matar algu�m.

E gritava porque os relat�rios n�o chegam a tempo.

Lembre-se, Trapani. Tem que deixar esta mesa limpa.

Sim, senhor.

Um momento, o que � isso?

"Assunto: as carro�as de Adano"

"Para o coronel W.W. Middleton. . ."

Sargento Trapani!

Sim, senhor.

Por que este relat�rio ainda est� na minha mesa?

Bem, voc� mandou eu redigir um relat�rio, lembra?

Claro que me lembro! Por que n�o mandou?

Deixei a� para a sua aprova��o, Senhor.

Ent�o tira da� e manda para o Coronel agora mesmo.

Sim, senhor.

Tenha cuidado, Trapani, ou vai ter problemas.

Sim, senhor.

O que est� pegando?

Esse relat�rio sobre as carro�as que ia se perder

no fundo da pilha, lembra?

Sim, o que vai fazer com ele?

Vai sair daqui agora mesmo.

- Vou ajudar. - J� me ajudou.

Se colocarmos "Urgente" ir� muito mais r�pido.

CORONEL W W MIDDLETON. QUARTEL GENERAL, ARGEL.

Certo. Fizemos o possivel para ajudar o Major.

N�o podem te crucificar por tentar.

Ou ser� que podem?

Bem, bem. . .

N�o sei como ganharemos esta guerra.

O que foi?

Que inefici�ncia!

Olha. Isso est� dirigido ao Coronel Middleton

que est� a 15 km de Adano

e mandam aqui, para Argel.

N�o � horr�vel?

O que eu fa�o?

Por mim, joga no cesto de correio extraviado.

� o que costumo fazer.

N�o faria isso!

O que � um papel a mais nesta guerra?

Sei o que fazer. Devolverei ao remetente.

Talvez lhes sirva de li��o.

DEVOLVER AO REMETENTE

Mas n�o vejo como ganharemos esta guerra.

Major, o que voc� bebe?

O que t�m?

U�sque, duas garrafas de gin,

conhaque, vermute.

O que os outros bebem?

De tudo, que tal um u�sque?

Certo, assim acompanho os outros.

Este clube � muito bonito.

� apenas um lugar onde os oficiais ficam confort�veis.

Ah, obrigado.

A Marinha faz bem as coisas.

Viver bem n�o incomoda ningu�m.

E como arrumou sobre a pesca!

Gosto da forma de atuar da Marinha.

Vindo do ex�rcito � um elogio.

Na Marinha "sempre h� a��o"

N�o sei o que faria sem a sua ajuda.

N�o fiz nada especial.

N�o diga isso.

No ex�rcito, se quero algo, mandam antes escrever.

E ent�o Livingston. . .

A prop�sito, disse que tinha que me perguntar algo.

Isso mesmo.

� confidencial?

Ah, n�o, � s� que tento achar um sino para o povoado.

Um sino?

N�o qualquer sino. . . Deve significar alguma coisa.

Uma esp�cie de tradi��o.

Tradi��es como respeitar a autoridade, o dever. . .?

Na Marinha dizemos: "Nada � imposs�vel para n�s"

Imagino que na Marinha entendem de tradi��es.

Tentei conseguir um atrav�s do ex�rcito.

Algo que fosse muito especial para este povoado.

Para substituir um que tinha 7 s�culos.

Mas o ex�rcito � assim, me acharam louco.

Sim, acho que n�o entendem esse tipo de coisa.

Deixa eu ver. Creio que posso achar o sino que procura, Major.

Se conseguir, vou passar para a Marinha.

Tem um destroyer com um nome italo-americano.

A� tem um bom la�o. O Corelli. Conhece?

Sim.

Em cada navio h� um sino.

Para indicar a hora.

N�o sei voc�s,

mas o som que prefiro

� do sino a bordo do Stevenson.

Para mim, representa tudo no barco.

O Corelli nos daria o seu sino?

Para algo assim, bem explicado, creio que sim.

Toot Dowling foi meu companheiro de classe.

Jogavamos futebol juntos. Ele � o capit�o.

Deixe nas m�os do Robertson.

Eu n�o esperava isso. N�o sei como agradecer.

N�o precisa, ficamos felizes se der certo.

Com licen�a.

O que foi, sargento?

Vim dizer que os caminh�es de mercadorias chegaram.

J� vou.

Tenho que ir. At� logo e obrigado.

Prazer em ajudar.

Se acredita que a Marinha � eficaz,

ter� uma grande surpresa. Dentro de 7 dias ter� o sino.

Acha que vai conseguir?

De Toot Dowling? Isso � muito f�cil.

- Ol�, Major. - Vai sair?

Sim, tenho um plano.

Aqui voc� tem que fazer alguma coisa, ou enlouquece.

Me acompanha? Conseguiremos alguma garota.

N�o, obrigado. Pensei que poder�amos jantar juntos.

N�o garanto que seja loira, mas as morenas n�o notam.

Da pr�xima vez.

Certo.

Ol�.

Estava deitada?

Isso n�o importa. Entre.

Obrigado.

Sente-se.

Por que veio?

Eu n�o sei. Eu estava. . .

S�zinho.

Talvez.

Sr. Major. . .

Sim?

Quando a guerra acabar�? Quero dizer, na It�lia.

Eu gostaria de saber.

N�o vamos falar da guerra.

S� ou�o falar disso.

A guerra, a guerra e a guerra.

Mas tenho um motivo especial para querer saber.

Quando terminar, nossos prisioneiros voltar�o?

Alguns j� podem voltar.

Por qu�?

Seu namorado foi capturado?

N�o sei se o Giorgio foi capturado,

ou morto, ou o qu�.

Giorgio?

Iamos nos casar.

O que quer que eu fa�a?

Descubra se � prisioneiro.

Devo ir aos lugares de deten��o, perguntando para todos

se � o namorado da Tina de Adano?

Deve ter algumas listas.

N�o � coisa minha. Sou um oficial de assuntos civis.

Por isso foi t�o amig�vel? Por isso me convidou para sua casa?

Para encontrar o seu namorado?

Espera. Voc� sabe como � se sentir s�.

Tem uma esposa. . .

Ela lhe escreve? Recebe cartas?

O que isso importa?

O Giorgio costumava escrever todos os dias

at� que os americanos chegaram na �frica.

Sabe o que significa o n�o ouvir nada,

o n�o saber?

Sim.

Eu sei.

Voc� ama sua esposa.

Por que n�o me fala dela?

Vou entender.

Tenho fixado o seu rosto, Sr. Major.

�s vezes fica triste.

� quando pensa nela?

� porque minha pele � morena

como a dela?

�s vezes,

s� de olhar. . .

�s vezes, � noite. . .

Faz como todos os homens ao se sentirem sozinhos.

Est� muito longe da sua casa.

Pensa em algu�m l� que ama

e fica com saudades.

Ent�o pensa em algu�m aqui,

talvez em mim,

que lembra ela.

Tenta n�o fazer,

mas n�o consegue.

Como sabe tanto?

Porque �s vezes a solid�o de uma mulher,

� igual a solid�o de um homem.

O Giorgio n�o voltou.

Sinto muito.

Perguntou por mim, Nicolo?

Come�arei do in�cio.

Uma coisa muito complicada aconteceu com o Giorgio.

Quando voc� espirra, se diz que voc� morre um instante.

Quando uma bomba cai perto, a impress�o � a mesma.

Quando sair disso, sabe vai estar morto.

N�o se pode morrer assim todos os dias, dia ap�s dia

e permanecer o mesmo.

O Giorgio nos disse muitas vezes, deviamos continuar lutando.

Falava da nossa honra.

Eu o admirava, embora sempre discutisse com ele.

Eu falava em nos rendermos,

mas o Giorgio queria voltar para a Sic�lia para lutar.

As tropas, na maioria queria a rendi��o.

Ele falou dos ingleses depois de Dunquerque

e de como a It�lia precisava dos seus homens mais valentes.

Um disse que o fascismo era ruim, por que defend�-lo?

O Giorgio perguntou: Por que o apoia h� 21 anos?

- O Giorgio era fascista? - Nunca foi!

Isso � engra�ado.

Esteve preso em Adano por ser contra os fascistas.

E no entanto, em 1940, seguiu Mussolini na guerra.

Na costa, lutamos muito duro.

Na noite de 14 de julho.

Disseram que os americanos atacariam pela manh�.

Quando o boato se espalhou, a tropa enlouqueceu.

Alguns entraram numa fazenda e tomaram muito vinho.

Beberam porque diziam que logo seriam capturados.

Sua guerra tinha acabado. Era melhor divertir um pouco.

Uns 20 ou mais estavam b�bados, jogando garrafas na casa.

O Giorgio se irritou e disse para pararem.

Tentei dissuadi-lo. Estavam t�o b�bados que n�o ouviam.

Eu disse que seria feio.

Segue.

O Giorgio foi ao lugar onde jogavam as garrafas.

Tinha uma fogueira, que era proibido.

O Giorgio se p�s l�, para que o vissem

e gritou.

Mas estavam mortos de medo, b�bados, e n�o ouviram.

Um se levantou e disse algo contra Mussolini.

E jogou sua garrafa, como se fosse contra Mussolini.

Outro insultou Hitler

e depois jogou sua garrafa.

O Giorgio tamb�m gritou.

Mas eles n�o ouviram.

Foi at� a parede e gritou:

"Parem, traidores!"

N�o escute mais!

Continua, quero ouvir tudo.

Pararam por um momento, ent�o um deles disse:

"Esse n�o � o Mussolini?

E todos riram.

E outro disse: "Sim, a guerra encolheu ele."

O louco gritou: "Eu te odeio" e jogou sua garrafa no Giorgio.

N�o, assim n�o!

A primeira garrafa n�o acertou, mas ao quebrar, o cortou.

O sangue escorria pelo seu rosto.

Era valente, pode estar orgulhosa.

Gritei para vir, mas n�o quis.

Gritava: "Devemos lutar. S� podemos continuar lutando.

Como homens, devemos morrer combatendo".

Os homens fizeram fila e jogaram suas garrafas.

J� n�o riam.

O Giorgio tinha lhes culpado e queriam mat�-lo.

De t�o b�bados, n�o acertavam, mas o terceiro o atingiu.

Pegou no ombro. N�o caiu, mas feriu.

� horr�vel!

Ent�o cantou algumas coisas religiosas:

"Cordeiro de Deus, Sagrado cora��o de Jesus", coisas assim.

Mas continuavam jogando garrafas

e j� n�o conseguia mais falar.

Ent�o se aproximaram dele.

Jogando garrafas, cada vez mais perto.

Quer que pare?

N�o, devo ouvir tudo.

No final ele desmaiou.

Bateram nele com as garrafas.

Estavam loucos, h� muito tempo n�o bebiam nada.

J� n�o eram italianos, nem mesmo eram homens.

Pode acontecer em qualquer ex�rcito se est�o com medo.

Obrigado, Senhor.

Eu tinha uma arma. N�o aguentava mais e disparei.

Mas isso n�o os deteve.

Ent�o bati num com a coronha.

Veio outro com uma garrafa.

Atirei e a garrafa quebrou.

Ele gritou e isso assustou os outros,

ent�o sairam correndo.

Estava vivo. . .

Fiz o possivel, mas. . .

Disse o meu nome?

Estive muitas vezes com homens que morreram.

Nenhum disse um nome de mulher.

N�o falam delas quando morrem.

Falam dos seus est�magos, juram e rezam.

Mas n�o mencionam nomes de mulheres.

DEVOLVER AO REMETENTE.

Ei, pronto. . .

Sim?

Quantas vezes � poss�vel provocar algu�m?

Se estiver preparado, nenhuma.

E fala s�rio.

Sr. Major, traz ele aqui imediatamente.

Sabotador!

Assassino!

O que fez?

Sr. Major, eu estou dirigindo o tr�fego.

Neste momento � denso.

Vinham dois caminh�es.

Os americanos sorriam.

As crian�as corriam, estavam felizes.

�. . .

bonito!

Ent�o vejo ele.

Sua carro�a atravessada. . .

Eu mostro.

V�m os caminh�es,

ele est� l� deitado,

dormindo.

Fiz o que pude.

Me jogo sobre ele. Assim. . .

Tento puxar aquela besta.

Ent�o, imbecil!

Desce da sua carro�a.

Me bate. . . lhe bato. . .

Me bate. . . lhe bato. . .

Lhe bato.

Sabotador!

Puxo a mula novamente.

Puxo e puxo e puxo.

Dou-lhe um pontap�, um pontap�. . .

Bato na cabe�a.

Puxo as orelhas.

N�o se move!

Vieram os soldados americanos e pegaram a mula,

retiraram de l�.

Voltaram aos seus caminh�es

e Sr. Major, eu fiquei s�zinho com este homem,

este sabotador,

este assassino.

Obrigado, Gargano. Acho que entendo.

Bem? o que pode alegar em seu favor?

Sou um homem pobre, Sr. Major.

Tenho uma carro�a.

Tudo que tenho � uma carro�a.

Minha esposa morreu de mal�ria.

Minha esposa era muito s�ria,

Durante 18 anos, nunca riu.

Conheci bem essa mulher. Est� certo, nunca ria,

mas cozinhava bem o coelho.

O que tem a ver a sua esposa?

H� muitas coisas que n�o entendo, Sr. Major.

Quando eu era jovem,

era bonito.

Pelo menos � o que a minha esposa, que ria,

me dizia.

Falamos de um carroceiro que bloqueou o tr�fego.

Temos que ouvir tudo isso, Sr. Major?

Deixe-o terminar.

N�o gosto dele.

Embora possa falar mais r�pido que os outros,

com a boca e com as m�os,

n�o gosto dele.

Faz anos que n�o gosto dele.

N�o me interessa seus gostos.

Parece haver

mais risadas em Adano

desde a invas�o, Sr. Major.

Isto � especialmente verdadeiro em rela��o �s crian�as.

Estava sentado na minha carro�a,

tentando entender porque eles estavam rindo

e n�o percebi os caminh�es americanos.

Notei outra coisa, Sr. Major,

algo que nunca tinha visto.

Meu filho, o filho de um pobre,

dava a m�o para o neto de um rico.

Cacopardo,

e os dois. . . sorriam.

O que as crian�as fazem, se percebe imediatamente,

� f�cil de ver.

Nos velhos tempos, as mesmas coisas eram mais escondidas.

Ent�o, o que acontece com as crian�as,

tamb�m acontece com os velhos.

Me refiro a rir e apertar as m�os.

Se foi um erro

estar interessado no riso das crian�as,

ent�o foi um erro.

Mas acho que a minha esposa,

ela tamb�m teria rido, Sr. Major

vendo algo assim em Adano,

apesar do erro.

Entendo o que diz sobre sua esposa e as crian�as, Erba

e gosto que se sinta assim.

Mas fez algo muito ruim.

A ordem era dar lugar para os caminh�es militares.

Sen�o, n�o entraria nenhuma carro�a.

Deve ser a�oitado.

Est� certo.

N�o deveria cometer erros.

Inclusive minha esposa veria que seria justo.

Talvez, mas neste caso suspenda a pena.

Deixe-o ir, Gargano.

V� para sua casa.

Obrigado, Sr. Major.

Eu. . . beijo a sua m�o.

Por que n�o atendem o telefone?

Aqui � o coronel Middleton.

Ah, sim General McKay.

O qu�?

Nossos caminh�es detidos por carro�as em Adano, Senhor?

Mas enviei uma ordem, senhor!

Sim, senhor.

Agora mesmo, General. N�o se preocupe. Eu vou.

Telefonista! Telefonista!

Vamos, responda!

Ponha-me com o Major Joppolo, em Adano, r�pido!

- O que foi, Ham? - � de Adano, senhor.

Gostaria de n�o ouvir mais o nome desse povoado!

Est�o ocupados? Chame de novo!

CONFORME INSTRU��ES ORAIS DO MAJOR JOPPOLO, OFICIAL DE ASSUNTOS CIVIS EM ADANO

N�O CUMPREM AS ORDENS DO GENERAL MCKAY

PERMITINDO AS CARRO�AS ENTRAREM NO POVOADO.

Deixe! Cancele a chamada.

Vou colocar por escrito.

- Escreva esta carta. - Sim, senhor.

Assunto: Administrador de Assuntos Civis em Adano.

Major.

Seu sino.

� maravilhoso, magn�fico. Bem o que eu queria.

Agrade�a ao Toot Dowling, Major.

N�o faria mal escrever-lhe.

Est� a bordo do destroyer Corelli.

� claro que vou escrever. Doou o sino do seu barco. . .

N�o � o sino de um barco, Major.

Este � muito maior e mais antigo.

Mas o Robertson disse. . .

Sim, mas eram companheiros, jogavam futebol juntos.

Quando o Robertson lhe disse, ele ficou louco de alegria.

Mandaria um sino que pescou perto da costa africana.

Era de um mosteiro ou algo assim.

Eu n�o entendo, mas est� tudo escrito em �rabe, eu acho.

S�rio? � maravilhoso.

N�o � nada. Se tiver problemas, consulte a Marinha.

Espera, des�o j�.

Bravo, Sr. Major.

Bem, Padre, aqui est�.

� s� pendurar l� em cima.

J� cuidei disso, Major. Na Marinha fazemos tudo.

Est�o em tudo!

Capit�o, a Marinha me deixa pasmo.

Esque�a, Major. A prop�sito, queria dizer uma coisa.

Sou tenente. Na Marinha demora para ser capit�o.

�? Se me perguntam, j� devia ser capit�o.

Chefe, o que diz aqui?

N�o sei. Est� em �rabe, eu acho.

Talvez o Padre possa nos dizer.

O povo de Adano n�o precisa ler.

Para n�s, s� pode significar "amor".

Sim?

Para o Major Joppolo.

Me d�.

O que foi, Sargento?

Lhes demos um sino para saberem quando comer.

O que foi? Est� doente?

Est� branco como um papel.

Destituiram o Major.

Destituido?

Sim, senhor. Lhe mandam � Argel para outra miss�o.

Por qu�?

Ele est� indo muito bem aqui. N�o podem fazer isso.

Foi retirado por insubordina��o.

Por ter infringido essa ordem sobre as carro�as.

Bem, desculpe.

Nunca pensei que poderia acontecer algo assim.

E o povo de Adano vai dar uma festa em sua homenagem, esta noite.

Pois n�o ver� isso, at� a festa terminar.

Major.

Tenente, apresento a Srta. Tomasino.

Srta. Tomasino, o tenente.

E a Sra. Tomasino.

J� conhece o Sr. Tomasino.

Ah, sim. Como vai, senhor?

Estou feliz que veio. A Srta. Tomasino o acompanhar�.

Isso � muito bom, mas. . .

� a primeira que acontece!

Parece que a Marinha vai fracassar.

Por qu�?

O sino. O guincho n�o funciona, mandei trazer outro.

N�o estar� colocado esta noite.

Quando?

Se trabalharmos � noite, �s 6 da manh�.

- Bem, tenente. Muito obrigado. - Obrigado, senhor.

- Gostaria que nos acompanhasse. - Eu tamb�m.

Espero que n�o mude de opini�o sobre a Marinha, Major.

L� v�m eles!

Sr. Major, queremos dar-lhe algo. Nos acompanha?

Me dar uma coisa? O qu�?

Voc� vai ver.

Por aqui, por favor.

Com licen�a. . .

O que �? Por que tanto mist�rio?

Olha! A� est�, Sr. Major.

Por isso tiraram a fotografia.

Por anos, cuidei do �cido sulf�rico, em Adano.

Nunca fa�o discursos.

Mas estes, Sr. Major, pediram que lhe dissesse que. . .

este quadro

talvez n�o seja o melhor quadro pintado. . .

embora seja muito bom, vindo da Loja Cono.

Mas mesmo que fosse muito ruim

ainda assim queremos dar

porque queremos mostrar que. . .

este retrato. . .

O Cacopardo quer dizer que

embora o quadro n�o seja muito grande

para cobrir a sujeira deixada pelo antecessor,

os olhos desse quadro s�o honrados.

H� for�a no queixo.

H� vivacidade nas orelhas.

No penteado e no porte do gorro

h� franqueza, Chefe.

E pode-se ver neste quadro que esse homem quer

que todo o povo de Adano seja feliz.

H� grandeza neste rosto.

Obrigado.

Sargento!

Fora, saia daqui!

- Me d� isso. - Me d�!

J� n�o pode mandar em mim!

Sargento Borth!

Nada de sargento!

J� n�o tem autoridade para comandar,

pelo menos em Adano.

Est� b�bado!

Est� despedido!

Voc� entende?

Foi dispensado, mandado embora, sabe?

J� n�o apita nada aqui.

Saia, me deixa em paz!

Te levo pra cama.

N�o me toque!

Vamos, leia isto.

Sargento. Quando voc� recebeu?

Chegou hoje, quando voc� estava fora.

N�o queria que voc� visse at� o fim da festa.

Sr. Major. . .

Tina. . .

Estava te esperando.

Desculpa.

Queria dizer que j� sei porque gosto de voc�.

Por qu�?

Pelo que fez por Adano.

Por isso todos gostam de voc� aqui.

E eu sei porque gosto de voc�.

Por qu�?

Porque isso me faz sentir como algu�m importante.

E �.

At� nos encontrarmos novamente.

Por que diz isso?

Por nada.

Porque quero dan�ar com voc�.

N�o quero me despedir de ningu�m.

N�o creio que conseguiria.

Perdoe-me pelo que fiz ontem � noite, Senhor.

Minha inten��o era boa. Queria que passasse bem.

Eu sei.

Quem vier me substituir, tenta ajud�-lo para fazer direito.

Adano precisa de um homem compreensivo.

Adano precisa de voc�.

Bem, acabou.

Boa sorte, Senhor.

LEGENDAS : Laercio Tradu��o da legenda em Espanhol

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.